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Categoria:

Política

Política

70% dos vereadores de SP faltam ao 1° evento ‘Câmara na Rua’ para aproximar o Legislativo dos moradores da periferia

por Redação 1 de abril de 2025

Com o objetivo de melhorar a imagem do Legislativo Paulistano, se inteirar dos problemas locais e esclarecer o trabalho dos vereadores aos moradores das periferias da cidade, a Câmara Municipal de São Paulo iniciou no último final de semana uma série de eventos regionais onde os parlamentares vão aos principais bairros ouvir a população.

Porém, no primeiro encontro do “Câmara na Rua”, apenas 16 dos 55 parlamentares compareceram ao evento, que aconteceu no sábado (29), no CEU São Miguel, Zona Leste da cidade.

O encontro custou cerca de R$ 250 mil em infraestrutura, que será aproveitada nas outras datas, segundo a Mesa Diretora da Câmara. O próximo evento semelhante acontecerá em 26 de abril, no CEU Parelheiros, Zona Sul.

‘Falta de compromisso com a população’
Apesar de não haver obrigatoriedade de presença, os especialistas afirmam que a ausência de 39 parlamentares em um evento institucional do Poder Legislativo sinaliza descompromisso com o povo.

Para o professor Marco Antonio Carvalho Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), há sinais claros de desinteresse de boa parte dos parlamentares na valorização da própria instituição onde atuam, no que ele chama de “sintoma de desinteresse pelo cidadão”.

Procurados, os membros da Mesa Direitora e o presidente Ricardo Teixeira (União Brasil) não se pronunciaram sobre a ausência dos colegas. Disseram apenas que avaliam como “muito positiva” a participação popular no 1° encontro do projeto.

“Como iniciativa inédita e ousada que é, a Câmara avalia este primeiro Câmara na Rua como muito positivo. O próximo Câmara na Rua acontecerá dia 26 de abril, no CEU Parelheiros”, disse a Mesa Diretora em nota.

Segundo a nota, “o custo do Câmara na Rua, realizado dia 29 de março no CEU São Miguel, foi de cerca de R$ 250.000. Este valor foi gasto com a infraestrutura para realizar o evento, que registrou a presença e circulação de mais de mil pessoas entre o início da exposição e o término da tribuna livre”.

A instituição ressaltou ainda que “boa parte dessa estrutura (como os banners e os painéis que compõem os estandes) será reaproveitada nas próximas edições que acontecerão ao longo do ano”.

A ideia da Câmara Municipal é fazer oito encontros nas várias regiões da capital paulista ao longo do ano, sempre aos sábados. Quatro desses eventos acontecerão nesse 1° semestre (março, abril, maio e junho) e outros quatro no 2° semestre.

Campeões de votos se ausentaram

Na lista de ausentes do “Câmara na Rua”, chamam atenção nomes de campeões de votos na cidade, como Lucas Pavanatto (PL), Amanda Paschoal (PSOL), Murillo Lima (PP), Rubinho Nunes (União Brasil) e Luna Zarattini (PT). Todos eles estão na lista dos mais votados da capital.

Dos dez vereadores que mais tiveram votos no pleito de outubro do ano passado, apenas três estiveram no encontro: Ana Carolina Oliveira (Podemos), Sargento Nantes (PP) e Sandra Tadeu (PL). (Veja lista completa abaixo).

Os demais, conhecidos pela presença forte nas redes sociais e pela “lacração” nos vídeos e cortes que compartilham na web, não deram as caras no evento de São Miguel.

Em consulta à lista de presentes, é possível ver que nem o líder do governo Ricardo Nunes (MDB) na casa – vereador Fabio Riva (MDB) – esteve no evento.

Rubinho Nunes (União Brasil) e Murillo Lima (PP), por exemplo, são presidente e vice-presidente da Comissão de Política Urbana da casa. Recém-eleito, o colegiado analisa e emite pareceres sobre os principais temas urbanísticos da cidade.

Fazem parte dele justamente os vereadores Fabio Riva (MDB), Gabriel Abreu (Podemos), Isac Félix (PL), Marina Bragante (Rede Sustentabilidade) e Nabil Bonduki (PT).

Desses, apenas Marina Bragante marcou presença em São Miguel. O petista Nabil Bonduki disse que estava em outra atividade oficial da casa, ligada à Escola do Parlamento da Câmara Municipal .

? Mais abaixo, veja o que disseram os ausentes citados nesta reportagem.

O “Câmara na Rua” é um programa de sessões legislativas itinerante, criado pelo Poder Legislativo para justamente reverter a imagem negativa dos vereadores na sociedade.

Na pesquisa “Viver em SP: qualidade de vida”, divulgada em janeiro deste ano pela Rede Nossa São Paulo, 62% das pessoas disseram não ter vontade alguma de participar da vida política da cidade.

Para 55% dos entrevistados, a atuação da Câmara Municipal era ruim/péssima. Apenas 9% dos moradores avaliam a Câmara como ótima ou boa.

Na avaliação dele, “para parte deles, o cidadão só é tratado como eleitor”. “Ele não tem outro valor fora do potencial de voto que pode trazer a um parlamentar. O que é uma tristeza, porque uma vez que um vereador é eleito, ele é um representante de toda a cidade. Não só do grupo que o elegeu”, pondera.

Segundo Teixeira, a baixa participação dos vereadores em eventos institucionais representa também uma “preguiça” dos parlamentares em disputar espaço com quem pensa diferente ou apresenta demandas divergentes.

“Um evento institucional como esse significa uma oportunidade do parlamentar para possíveis eleitores que não têm político próprio e vão ver ali o debate saudável entre um representante do MDB, do PT, do PSOL, do PL. Mas, para a maioria deles, é muito trabalhoso disputar atenção com quem pensa diferente. Pregar sozinho nas redes sociais, falando com convertidos fiéis, é mais fácil”, afirma.

Na avaliação de Camila Rocha, do Instituto Democracia em Xeque, a baixa participação dos parlamentares considerados “lacradores da internet” significa cálculo político e eleitoral da maioria deles.

Ela pondera ainda que, diante da falta transparência nos gastos dos recursos da Câmara Municipal, práticas como essa, assim como o orçamento participativo, aproximam o cidadão do Legislativo.

“[No entanto,] essas práticas vêm sendo sistematicamente boicotadas, minimizadas ou canceladas. Então, [essa ausência de vereadores] é bastante sintomático desse processo de afastamento do cidadão e falta de transparência da Câmara nos últimos anos”, diz Rocha.

Aumento de salário de 37%
Vale lembrar que em fevereiro deste ano, os atuais vereadores de SP tiveram um aumento de salário de 37% em relação aos parlamentares do mandato anterior.

Até dezembro, o valor mensal que eles recebiam era de R$ 18.991, esse valor passou pra R$ 24.700 em janeiro e R$ 26 mil no mês de fevereiro de 2025.

O que dizem os faltosos citados:
Lucas Pavanato (PL)
“Sobre a ausência do vereador, ele já tinha um compromisso de mandato marcado no sábado (29), data que aconteceu o evento”.

Rubinho Nunes (União Brasil)
“Optei por realizar outra agenda, atrelada a operações de combate a pancadões, algo mais efetivo para a população. Tenho 100% de presença em todas as sessões da Câmara, inclusive das comissões. O ‘Câmara na Rua’ tem valor por abrir espaço à escuta da população, mas essa escuta eu já realizo diariamente, sete dias por semana.”

Fabio Riva (MDB):
“O vereador Fabio Riva informou que havia comunicado previamente ao presidente da Câmara, Ricardo Teixeira, sobre sua impossibilidade de comparecer ao evento ‘Câmara na Rua’ devido a um compromisso previamente agendado no dia (29/03) do Movimento de Moradia do qual faz parte. No entanto, ressaltou a importância da iniciativa, que prestigia vereadores com atuação local, e afirmou que estará presente nos eventos realizados em sua região de trabalho”.

Amanda Paschoal (PSOL)
“Primeiramente, a Câmara na Rua é uma iniciativa excelente, e que precisa ser valorizada. Reaproximar o legislativo do povo de São Paulo, e de suas reais necessidades, é primordial. E essa aproximação regional é uma prioridade do nosso mandato. Precisamos estar nas ruas pra ouvir o que nossa gente tem a dizer, e o que espera do nosso próprio trabalho. Infelizmente, não pude comparecer nesse sábado por conta de um conflito de agendas, mas, tão logo for possível, fortalecerei a iniciativa presencialmente”.

Adrilles Jorge (União Brasil)
“Viajei a Vitória [ES] para uma palestra”.

Amanda Vettorazzo (União Brasil)
“A presença da vereadora Amanda Vettorazzo em eventos públicos divulgados previamente está comprometida desde que a Justiça expediu mandado de soltura para o Sr. Rafael Oliveira, réu em processo criminal. Durante a campanha, ele perseguiu a vereadora com uma faca e foi detido por policiais em evento público, ficando preso por quase 6 meses. Em contrapartida, a vereadora faz desde o início do seu mandato visitas presenciais regulares conhecidas como ‘gabinete itinerante’, em diferentes bairros da cidade, não sendo necessária a divulgação prévia de agenda e, portanto, mantendo sua segurança e compromisso com o trabalho de atendimento ao povo paulistano”.

Luna Zarattini (PT)
“A vereadora Luna Zarattini (PT) parabeniza a iniciativa ‘Câmara na Rua’, que busca aproximar a política institucional do cotidiano da população. No entanto, no último sábado, a parlamentar cumpriu agendas de diálogo com moradores do Jardim Ângela e do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, onde discutiu demandas urgentes como saúde, mobilidade e habitação. Vale destacar que, muito antes deste projeto institucional da Câmara, a vereadora já mantém o compromisso semanal de estar nas periferias, ouvindo a população e construindo políticas públicas a partir das necessidades reais das comunidades. A participação popular não pode ser um evento pontual, mas um exercício permanente de democracia. Luna reforça seu compromisso com a transparência e a presença ativa nos territórios, e seguirá priorizando o contato direto com quem mais precisa da ação do poder público”.

Jair Tato (PT)
“Já tinha atividades marcada”.

Zoe Martinez (PL)
“O Câmara na Rua é uma iniciativa importante, que apoio integralmente. Nesta edição, estive em compromisso previamente agendado no interior do Estado, mas enviei minha assessoria para acompanhar de perto as demandas da população. Seguimos trabalhando dentro e fora do plenário, sempre ouvindo e atuando onde o povo está.”

Nabil Bonduki (PT)
“No dia 29 de março, das 10h às 13h, o vereador Nabil Bonduki deu uma Aula Magna para o Projeto Repórter do Futuro, destinado à formação de alunos de Comunicação em temas relacionados com a cidade – como modelo de desenvolvimento urbano, valorização dos espaços públicos e sustentabilidade. Essa atividade, realizada no Centro MariAntonia da USP, inclusive, conta com o apoio da Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo e foi agendada com bastante antecedência. Vale ressaltar que a presidência da Câmara não pactuou dia, horário e local do Câmara na Rua, antecipadamente, com os demais vereadores.”

Dr. Murillo Lima (PP) e Isac Félix (PL)
Procurados pela reportagem, não se manifestaram.

Veja a lista dos 16 vereadores que compareceram ao evento:

  1. Ana Carolina Oliveira (Podemos)
  2. Ricardo Teixeira (União)
  3. Edir Sales (PSD)
  4. Sandra Tadeu (PL)
  5. Silvão Leite (União)
  6. João Jorge (MDB)
  7. Senival Moura (PT)
  8. Celso Gianazzi (PSOL)
  9. Hélio Rodrigues (PT)
  10. Joao Ananias (PT)
  11. Sansão Pereira (Republicanos)
  12. Milton Ferreira (Podemos)
  13. Alessandro Guedes (PT)
  14. Janaina Paschoal (PP)
  15. Sargento Nantes (PP)
  16. Marina Bragante (Rede)

Lista completa dos vereadores que faltaram ao evento:

  1. Adrilles Jorge (UNIÃO BRASIL)
  2. Amanda Paschoal (PSOL)
  3. Amanda Vettorazzo (UNIÃO BRASIL)
  4. André Santos (Republicanos)
  5. Carlos Bezerra Jr. (PSD)
  6. Cris Monteiro (Novo)
  7. Danilo do Posto de Saúde (Podemos)
  8. Dheison (PT)
  9. Dr. Murillo Lima (PP)
  10. Eliseu Gabriel (PSB)
  11. Ely Teruel (MDB)
  12. Fabio Riva (MDB)
  13. Gabriel Abreu (Podemos)
  14. George Hato (MDB)
  15. Gilberto Nascimento (PL)
  16. Isac Félix (PL)
  17. Jair Tatto (PT)
  18. Keit Lima (PSOL)
  19. Kenji Palumbo (Podemos)
  20. Luana Alves (PSOL)
  21. Lucas Pavanato (PL)
  22. Luna Zarattini (PT)
  23. Major Palumbo (PP)
  24. Marcelo Messias (MDB)
  25. Nabil Bonduki (PT)
  26. Paulo Frange (MDB)
  27. Pastora Sandra Alves (União Brasil)
  28. Professor Toninho Vespoli (PSOL)
  29. Renata Falzoni (PSB)
  30. Roberto Tripoli (PV)
  31. Rubinho Nunes (União)
  32. Rute Costa (PL)
  33. Sandra Santana (MDB)
  34. Silvia da Bancada Feminista (PSOL)
  35. Silvinho (União)
  36. Simone Ganem (Podemos)
  37. Sonaira Fernandes (PL)
  38. Thammy Miranda (PSD)
  39. Zoe Martinez (PL)

Fonte: G1

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São PauloEleiçõesPolítica

Família Bolsonaro acena a Marçal, e adversários veem senha para debandada de campanha de Nunes

por Redação 29 de agosto de 2024

A família Bolsonaro acenou a Pablo Marçal (PRTB) após a pesquisa Quaest de quarta-feira (28).

O levantamento mostrou Marçal com 38% das intenções de voto entre eleitores de Jair Bolsonaro (PL). Ricardo Nunes (MDB), o candidato oficial do ex-presidente para a Prefeitura de São Paulo, tem 33%.

Os números indicam empate técnico (a margem de erro é de 5 pontos para mais ou para menos), mas um avanço de Marçal sobre o eleitorado bolsonarista. Em junho, Nunes estava à frente nesse segmento, com 36% ante os 24% do ex-coach.

No levantamento geral, Marçal (19%) está empatado tecnicamente com Boulos (22%) e Nunes (19%) na liderança. Em junho, Marçal (11%) estava fora do primeiro pelotão, que era composto por Nunes (24%) e Boulos (23%).

A pesquisa foi divulgada às 15h de quarta. Às 20h30, Carlos Bolsonaro, que na semana passada havia ameaçado processar Pablo Marçal acusando-o de injúria e difamação, levantou bandeira branca.

Para aliados de Nunes e petistas – que tentam eleger Guilherme Boulos (PSOL) em São Paulo – o post foi a senha para que o bolsonarismo deixe de atacar Marçal. E mais: comece a desembarcar de Nunes.

O prognóstico é que Bolsonaro vai seguir pedindo votos para Nunes – o PL é parte da coligação que tenta reeleger o emedebista –, mas libere os expoentes mais vocais do bolsonarismo a pedir votos para Marçal, num movimento análogo ao que João Doria, candidato do PSDB ao governo de São Paulo em 2018, fez como correligionário Geraldo Alckmin, que disputava a Presidência da República.

Doria começou por abandonar Alckmin no interior de SP e terminou a campanha com a camiseta de “BolsoDoria”, movimento que estimulava voto em si e no então candidato do PSL à presidência.

Marçal também se movimenta atrair o bolsonarismo oficial. Em sabatina na GloboNews na segunda-feira (26), o candidato do PRTB descreveu Bolsonaro como “o maior líder”.

Nos bastidores, assessores de Bolsonaro negam qualquer abandono de Nunes, mas seguem se queixando da falta de bolsonarismo na campanha do prefeito.

Sobre a bandeira branca de Carlos Bolsonaro, esses assessores argumentam que a conciliação entre os campos de Marçal e de Bolsonaro é uma articulação nacional feita por expoentes da direita como deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), vai além da disputa pela prefeitura de SP, e tem como objetivo evitar racha na direita e criar um cordão de isolamento contra a esquerda.

Fonte: G1

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Política

PSDB e Cidadania oficializam candidatura de Datena à Prefeitura de São Paulo em convenção com tumulto

por Redação 29 de julho de 2024

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e o Cidadania confirmaram na manhã deste sábado (27) José Luiz Datena como candidato a prefeito de São Paulo nas eleições municipais de outubro. Ele terá como vice José Anibal, do PSDB.

Jornalista e apresentador de programas policiais na TV, o último deles na Band, Datena tem 67 anos. Ele está afastado da apresentação desde que se lançou pré-candidato.

A confirmação ocorreu durante convenção partidária na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), na Zona Sul da capital paulista.

A convenção da federação PSDB e do Cidadania para oficializar a candidatura de Datena como candidato a prefeito de São Paulo teve confusão neste sábado no plenário da Alesp.

Um grupo do PSDB contrário à candidatura do apresentador de TV tentou entrar no plenário da Alesp, mas foi impedido por outros integrantes da convenção que tinham adesivos escrito “Datena” colados nas roupas.

Em 2022, o PSDB formou uma federação com o Cidadania, com validade até, pelo menos, 2026.

A Polícia Militar (PM) foi acionada e cercou o plenário Paulo Kobayashi para permitir que a convenção, marcada para esta manhã, ocorra.

Segundo a TV Globo apurou, Fernando Alfredo, ex-presidente do PSDB em São Paulo, estava no grupo contrário à oficialização de Datena como candidato do partido à prefeitura. Fernando também queria se lançar como pré-candidato e disputar com Datena as prévias partidárias para decidir quem seria oficializado.

“Estão impedindo que eu saía candidato pelo partido”, disse Fernando. O grupo contrário ficou do lado de fora do plenário e depois seguiu para o lado de fora da Alesp para protestar.

O ex-presidente do PSDB afirmou aos jornalistas que irá registrar um boletim de ocorrência na polícia para informar que foi ferido na mão durante a confusão. Fernando também falou que vai entrar na Justiça com uma ação para impugnar a convenção que definiu Datena e José Aníbal, respectivamente como candidatos a prefeito e vice.

Enquanto isso, Datena estava do lado de dentro do plenário. Ele chegou dizendo que “nós somos democratas. Nós vamos lutar para devolver ao povo o poder do povo”.

Datena não falou com a imprensa ao deixar o plenário. Ele chegou a ir até o portão da Alesp para falar com os manifestantes e discutiu com eles. O grupo jogou água e objetos no candidato, que depois entrou no carro e foi embora.

Quem deu entrevista foi José Aníbal. Além de criticar os manifestantes, falou que a escolha deles foi de consenso.

Sobre propostas para a cidade, comentou que segurança pública será um dos focos principais do plano de governo. Também vão sugerir planos e investimentos para gerar emprego e renda nas regiões afastadas do centro da cidade, especialmente a Zona Leste. Além de planos para melhorar a mobilidade urbana, o transporte público e a educação nas escolas municipais.

Datena já havia desistido outras quatro vezes seguidas de concorrer a cargos eletivos:

2016 – Esteve filiado ao PP para disputar a Prefeitura de São Paulo, mas desistiu após denúncias de corrupção contra o partido.
2018 – Foi pré-candidato pelo DEM (atual União Brasil) para concorrer a uma vaga ao senado federal, mas desistiu após ser aconselhado por colegas da Band.
2020 – Chegou a conversar com políticos sobre a possibilidade de concorrer à prefeitura de São Paulo pelo MDB ou ser vice na chapa com o então prefeito Bruno Covas, que buscava a reeleição e morreu em 2021. Datena desistiu porque teria ouvido um apelo da Band para continuar na TV.
2022 – Desistiu de concorrer a uma vaga no senado federal pelo PSC. À época, tinha o apoio do então presidente Jair Bolsonaro (PL).

Fonte: G1

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Política

PSDB oficializa pré-candidatura de Datena à Prefeitura de SP e quer ‘renascimento’ do partido

por Redação 13 de junho de 2024

O Diretório Municipal do PSDB em São Paulo oficializou na manhã desta quinta-feira (13) a pré-candidatura do apresentador José Luiz Datena à prefeitura da capital paulista para o pleito de outubro.

O lançamento ocorreu no Jaraguá Novotel, na região central da cidade, com diversas lideranças que permaneceram nos últimos anos na sigla, depois de derrotas eleitorais tucanas.

Uma das figuras presentes foi o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que falou sobre a tentativa de reafirmação do partido na capital paulista, cidade que é o berço da legenda, com a candidatura de Datena.

“Nós estamos aqui, hoje, assistindo [a] um ato de renascimento de um partido político que veio para transformar o Brasil”, afirmou Aécio, colocando a pré-candidatura do apresentador como um “embrião” do projeto do PSDB se restabelecer no Brasil.

O município já foi governado por prefeitos tucanos e seus aliados ao menos seis vezes: com Mario Covas – que na época era do PMDB e deixou o partido para fundar o PSDB – José Serra, Gilberto Kassab (vice de Serra que assumiu apoiado por parte dos tucanos), João Doria, Bruno Covas e Ricardo Nunes.

Nunes é do MDB, mas foi alçado à prefeitura depois da morte de Bruno Covas por câncer, em maio de 2021. Ao assumir, o atual prefeito, que tenta a reeleição, manteve boa parte dos tucanos na gestão.

O partido deixou de apoiar a reeleição de Nunes após ter sido escanteado na escolha do vice na chapa. Em reunião fechadas, Nunes e o MDB admitem que o vice será uma indicação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O divórcio entre Nunes e o PSDB levou ao esvaziamento do tucanato na Câmara Municipal de São Paulo. Todos os oito vereadores que compunham a bancada do partido no Legislativo paulista deixaram a sigla na janela eleitoral de abril, desidratando o partido no seu principal reduto.

Em conversa com o g1 em meados de maio, o presidente municipal do PSDB em São Paulo, José Aníbal, admitiu que a entrada de Datena na disputa pela capital paulista tem também o objetivo de fortalecimento do tucanato no maior Colégio Eleitoral do Brasil.

A ideia da sigla é construir com a candidatura do apresentador “uma robusta chapa de candidatos a vereador na cidade até final de julho”, disse Aníbal.

Ainda no lançamento da pré-candidatura de Datena, Aécio Neves falou sobre a importância do cenário político de São Paulo no contexto nacional.

“Muitas vezes nos perguntam ‘por que vocês que não são de São Paulo se importam tanto, acompanham tanto, por que se metem tanto nas questões de São Paulo?’ Eu vou dizer o porquê, Datena. Porque São Paulo não é Las Vegas, onde aquilo que acontece por lá, fica por lá. O que acontece aqui em São Paulo, claro que repercute em São Paulo, mas tem uma importância para o Brasil inteiro”, afirmou o deputado.

Histórico de desistências

O PSDB é o 11° partido a que Datena já se filiou ao longo das últimas décadas. Ele já desistiu de se lançar oficialmente na política quatro vezes e, dentro do PSDB, não se descarta 100% que ele possa desistir novamente.

O apresentador já fez parte de partidos como PT, PP de Paulo Maluf, o antigo DEM e o União Brasil, além de PSC, PDT, MDB e PSB.

Desta vez, o apresentador tem a seu favor a última pesquisa eleitoral que já o coloca com 8% das intenções de voto, segundo o Instituto Datafolha.

O levantamento divulgado em 29 de maio mostra Datena atrás de Guilherme Boulos (PSOL), que tem 24% e está tecnicamente empatado com Ricardo Nunes (MDB), que tem 23%.

Datena aparece empatado com a deputada federal Tabata Amaral (PSB), que também tem 8%, e Pablo Marçal (PRTB), que apareceu com 7% das intenções de voto

Caso decida levar adiante a candidatura à Prefeitura de São Paulo desta vez, Datena tem até o dia 30 de junho para deixar de apresentar o programa “Brasil Urgente”, da Band.

Segundo a Lei Eleitoral, todos os pré-candidatos que apresentem programas de rádio ou televisão ficam proibidos de fazê-lo a partir desta data.

Já em 6 de julho, passam a ser vedadas algumas condutas por parte de agentes públicos, como a realização de nomeações, exonerações e contratações, assim como participar de inauguração de obras públicas.

Fonte: G1

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Política

Tarcísio nomeia Valéria Bolsonaro para comandar Secretaria da Mulher

por Redação 11 de abril de 2024

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nomeou na terça-feira (9) a deputada estadual Valéria Bolsonaro (PL) no comando da Secretaria de Políticas Públicas para a Mulher. O cargo era ocupado por Sonaira Fernandes (Republicanos), que reassumiu o mandato de vereadora na Câmara Municipal de SP.

Valéria deve coordenar ações que envolvam outros órgãos e pastas em projetos da Secretaria da Mulher. A deputada estadual está no segundo mandato, é formada em biologia e atuou como professora na rede pública por mais de 30 anos.

Assim como Sonaira, Valéria é cristã e aliada política de Tarcísio. A secretária anterior é conhecida por seu combate às ideias feministas e posições conservadoras. A atual diz ser militante em prol da família e defensora dos valores cristãos.

Em fevereiro de 2023, Sonaira afirmou que o uso de máscaras contra a pandemia de Covid-19 era “um erro”, declaração contrária ao que defende a Organização Mundial da Saúde (OMS). Indo pelo mesmo caminho, Valéria participou da elaboração de um projeto de lei em dezembro de 2022 para proibir a exigência de comprovante de vacinação contra Covid em locais públicos e privados do estado. O projeto foi aprovado pela Alesp.

Em outra ocasião, em setembro de 2023, Valéria, mulher branca, protocolou uma representação no Conselho de Ética da Alesp contra a deputada Mônica Seixas (PSOL), mulher negra, por racismo. Mas ao fazê-la, usou a palavra “denegrir”, termo considerada racista.

A representação foi feita por Mônica ter se referido a Sonaira como “token” durante reunião da Comissão de Defesa e dos Direitos das Mulheres. “Token” é um termo utilizado para apontar uma falsa inclusão de minorias, por meio de concessões simbólicas.

“A parlamentar incorre em conduta extremamente indecorosa, com abuso de prerrogativas, extrapolando qualquer limite da sua imunidade parlamentar, pois está a denegrir a honra da senhora secretária”, escreveu a deputada do PL.

Sonaira também já fez declarações polêmicas. Em dezembro de 2022, quando foi escolhida pelo então recém-eleito governador de SP, Tarcísio de Freitas, ela respondeu ao jornalista Guga Noblat no Twitter dizendo que “o feminismo mata mais do que guerras e doenças”.

Orçamento
Cinco meses depois de ser criada, a Secretaria da Mulher ainda não tinha orçamento para ações que promoveriam políticas e defesa da mulher, segundo dados do sistema de informações gerenciais da execução, em ficam os dados públicos do orçamento do governo do estado.

No primeiro trimestre de 2023, os feminicídios no estado aumentaram 24%, e os estupros tiveram alta de 5% no mesmo período.

O orçamento total da pasta aparecia com um total de quase R$ 800 milhões, mas o valor estava atrelado ao Departamento Hidroviário, ao Departamento de Estradas de Rodagem e à Companhia Docas de São Sebastião, todas da antiga Secretaria de Transporte e Logística.

A única ação que tinha alguma relação com a Secretaria da Mulher, educação em direitos humanos e cidadania, tinha um orçamento previsto de R$ 10.

Em 2023, a pasta utilizou apenas 3% do previsto para investir em delegacias da mulher 24 horas, que passaram a ter atendimento apenas online. O orçamento disponibilizava R$ 24 milhões para a rubrica, mas apenas R$ 675,5 mil foram empenhados durante todo o ano passado.

Fonte: G1

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Política

José Luiz Datena assina com o PSDB e chega ao seu 11º partido

por Redação 4 de abril de 2024

Menos de quatro meses depois de se filiar ao PSB, o apresentador de TV José Luiz Datena ingressou no PSDB nesta quinta-feira (4). Essa foi a 11ª troca partidária do comunicador. A mudança de legenda permite que ele aceite a indicação a vice na chapa da deputada federal Tabata Amaral (PSB) na disputa pela Prefeitura de São Paulo, mas na cerimônia de filiação Datena não confirmou se vai ser o vice da parlamentar.

“Para a primeira alternativa, eu vou. Para a segunda, eu vou. O que vai acontecer, vai acontecer. O futuro a Deus pertence. Por que eu ia convidar a Tabata para vir aqui se eu penso de forma diferente? Mas não depende só de nós. Eu não sei como o PSB vai encarar essa mudança de partido, os grandes nomes do partido concordaram com esse movimento”, disse o apresentador.

“A minha vontade é estar do lado da Tabata, sempre, porque é uma pessoa fantástica, maravilhosa, que eu gosto e respeito e continuarei respeitando. Agora, estou num partido que esta conversando com o partido que era o meu partido, eles estão conversando e que definam. Precisa perguntar mais pros dirigentes dos partidos, eles que respondam”, completou Datena.

Datena permaneceu menos de quatro meses no PSB, sua décima filiação política. O histórico do apresentador acumula 11 siglas, já incluindo o PSDB. A primeira legenda em que ele esteve associado foi o PT, de 1992 a 2015. Desde então, passou por oito siglas em um intervalo de oito anos: PP, PRP (extinto), DEM (hoje, União Brasil), MDB, PSL (fundido ao União), PSC, União Brasil e PDT.

Até as eleições de 2014, Datena era citado como possível postulante a um cargo eletivo. O apresentador chegou a confirmar alguns convites, mas não demonstrava vontade de se lançar como candidato, apesar de estar filiado a partidos políticos. A partir das eleições de 2016, passou a tratar os planos na política de forma mais enfática, chegando a admitir a possibilidade de estar nas urnas e, depois, recuando.

Prefeito de São Paulo (2016)
Em 2016, Datena estava filiado ao PP e era cotado para disputar a Prefeitura de São Paulo. No entanto, desistiu da pré-campanha após a revelação de que a Procuradoria-Geral da República (PGR) estimava em mais de R$ 300 milhões o total em propinas obtidas pelo PP entre 2006 e 2014 a partir do esquema de corrupção na Petrobras. O valor mencionado consta em uma denúncia apresentada por Rodrigo Janot, então procurador-geral da República, em denúncia contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR).

Senador (2018)
Dois anos depois, o nome do apresentou voltou a ser cotado para as eleições. Datena era cogitado para se candidatar ao Senado e se filiou ao DEM de olho no projeto eleitoral. Doze dias após a filiação, desistiu da campanha. “Achei que não era a hora de participar dessa política do jeito que ela está aí”, disse.

Vice-prefeito de São Paulo (2020)
O jornalista voltou a ser sondado na eleição seguinte, em 2020. Ele se filiou ao MDB e era cotado para compor a chapa à reeleição de Bruno Covas (PSDB). Também recuou na oportunidade. O acordo acabou contemplando Ricardo Nunes (MDB), hoje prefeito e pré-candidato à reeleição, que ainda também não tem um nome para o vice da chapa.

Senador (2022)
Em 2022, Datena chegou a ser uma das opções estimuladas por institutos de pesquisa em levantamentos de intenções de voto. O nome do apresentador aparecia nas pesquisas para o cargo de senador, e ele liderava as intenções de voto. Mesmo assim, recuou da campanha. “Eu pensei bem e resolvi seguir o meu caminho”, disse, às vésperas do prazo legal para que deixasse de apresentar programas no rádio e na televisão.

Fonte: r7

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Política

Justiça manda Boulos tirar das redes sociais versão fraudulenta de pesquisa eleitoral

por Redação 7 de março de 2024

A Justiça Eleitoral determinou que o deputado federal e pré-candidato a prefeito de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL-SP) retire das redes sociais dele a versão supostamente fraudulenta de uma pesquisa eleitoral. A decisão é liminar e atende a pedido do MDB, partido do prefeito de São Paulo e pré-candidato à reeleição Ricardo Nunes.

A decisão é do juiz Antonio Maria Patiño Zorz, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo. Segundo o magistrado, “da forma como divulgada pelo pretenso candidato, não há uma pesquisa estimulada que inclua todos aqueles constantes na publicação, como se todos aqueles houvessem competido na pesquisa entre si, gerando os percentuais ali constantes”.

Boulos tem 24 horas para cumprir a decisão e apagar as postagens, assim como a empresa Facebook Brasil — dona do Facebook e do Instagram —, sob pena de multas diárias de R$ 10 mil.

Nessa segunda-feira (4), Boulos publicou o suposto cenário de uma pesquisa eleitoral do Instituto Real Time Big Data para prefeito de São Paulo com o título “Boulos lidera com 34% contra qualquer bolsonarista”. Esse recorte, no entanto, não consta no levantamento feito pela empresa.

Segundo o MDB, o parlamentar “inventou um cenário que não foi pesquisado pelo instituto para manipular a opinião pública”. “O cenário de candidatos divulgado é absolutamente ficcional. Tratou-se de uma falsidade gritante e facilmente verificável com a simples leitura do questionário da pesquisa e dos dados da divulgação dos seus resultados”, alega o advogado da sigla, Ricardo Vita Porto.

“A divulgação dos resultados de pesquisa eleitoral deve, sobretudo, ser fiel à verdade e não levar o eleitor a erro a respeito do desempenho dos disputantes. A divulgação de resultado forjado é conduta explicitamente proibida”, diz o jurista.

Porto explica que o pedido é da concessão de uma liminar o quanto antes. “E, assim, a Justiça Eleitoral deve oficiar o Facebook Brasil para retirar o conteúdo do ar”, explica. O MDB pede ainda que o Ministério Público apure eventual crime cometido pelo deputado federal.

Um dos cenários autênticos da pesquisa, encomendada pela RECORD, mostra que Nunes, em um eventual segundo turno com Boulos, teria 51%, contra 49% do adversário. Os dois, portanto, estariam empatados na margem de erro — de 3 pontos percentuais. O levantamento, realizado entre 1º e 2 de março, ouviu 2 mil eleitores e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número SP-033963/2024.

Outro lado
Procurada pela reportagem, a assessoria de Boulos diz que “o prefeito Ricardo Nunes está tentando criar uma cortina de fumaça e desviar a atenção para o grande fato da semana: as denúncias bilionárias de superfaturamento, bem como de favorecimento à empresa do próprio compadre de Nunes”.

O R7 aguarda retorno da empresa Facebook Brasil sobre o caso.

Fonte: r7

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Política

Guilherme Boulos e Ricardo Nunes polarizam eleição em São Paulo

por Redação 4 de março de 2024

Pesquisa RealTime Big Data realizada entre os dias 1 e 2 de março sobre as intenções de voto para a Prefeitura de São Paulo, encomendada pelo blog Três Poderes, do Portal R7, em parceria com a RECORD, registrada com o número SP-033963/2024, mostra um cenário ainda aberto na disputa pelo Edifício Matarazzo. O candidato do PSOL, Guilherme Boulos, lidera todos os cenários estimulados e também na espontânea. Contudo, considerando a margem de erro, de três pontos percentuais, ele está tecnicamente empatado com o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) nos principais cenários do levantamento.

O maior problema para Boulos é vencer a alta taxa de rejeição que carrega consigo, visto que 46% dos eleitores dizem que não votariam no ex-líder do MTST. Esse número é 8% maior do que os que não votariam em Nunes. O reflexo disso é que o atual prefeito teria vantagem em um eventual segundo turno entre os dois, com 51% dos votos válidos.

Nunes acaba prejudicado quando entram na pesquisa candidatos identificados com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), casos do cenário 2, em que Ricardo Salles (PL) é indicado, e do cenário 3, em que o nome testado é o do senador Astronauta Marcos Pontes (PL). Tabata Amaral (PSB) atinge dois dígitos em todos os cenários.

Pesquisa espontânea
A eleição ainda não está na mente do eleitor paulistano. Quando perguntados espontaneamente sobre em quem votariam caso a eleição fosse hoje, 63% dos entrevistados não souberam responder. Soma-se a esse número 14% de pessoas que disseram votar nulo ou branco. Dentre aqueles que já sabem apontar suas escolhas, Boulos tem 8% da preferência. Nunes vem na sequência, com 5% de citações. Tabata Amaral, com 2%, Kim Kataguiri (União Brasil), Celso Russomano (Republicanos) e Ricardo Salles, com 1% cada, completam a lista dos que atingem o número mínimo de citações para pontuar. Outros nomes somados alcançaram 5%.

Pesquisa estimulada
Em um cenário mais provável, que contabiliza o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro ao prefeito Ricardo Nunes, Boulos abre cinco pontos de vantagem sobre Nunes. Boulos lidera a corrida com 34%, enquanto Nunes marca 29%. A contar a margem de erro, de três pontos percentuais, há um empate técnico no limite entre os dois candidatos. Com 10%, Tabata Amaral abre quatro pontos em relação a Kim Kataguiri, que tem 6%. Marina Helena (Novo) e Padre Kelmon (PRD) somam 1% cada. Nulos e brancos são 10% e os indecisos, 9%.

A diferença principal entre Boulos e Nunes se dá na grande votação que o candidato do PSOL tem entre os moradores da periferia da cidade e das classes sociais de menor renda. Boulos abre 11 pontos de vantagem sobre Nunes no extremo da Zona Leste e 9 no extremo da Sul. Nas regiões mais ricas da cidade, a polarização Boulos-Nunes é impactada pela boa intenção de votos da candidata Tabata Amaral, que chega a atingir 22% dos votos nas regiões Centro-Sul e Oeste. De acordo com a pesquisa, nas classes mais altas, A e B1, Nunes lidera com 33%, contra 20% do candidato do PSOL.

Quando candidatos bolsonaristas são incluídos, Nunes tem queda de quase 1/3 de seu eleitorado. Com Ricardo Salles testado, Boulos segue intacto com 34%, Nunes cai para 20% e o ex-ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro assume a terceira posição, com 12%. Tabata Amaral segue com seus 10% e Kim Kataguiri oscila 2% para baixo, ficando com 4%. Padre Kelmon não pontua e Marina Helena se mantém com 1%.

No terceiro cenário, em que o senador Astronauta Marcos Pontes entra no lugar de Salles, as posições se repetem. Boulos lidera com 34%, seguido por Nunes, com 21%; Astronauta Marcos Pontes, com 11%; Tabata Amaral, com 10%; Kim Kataguiri, com 5%; Marina Helena, com 1%; e Padre Kelmon, com 0%. Em ambos os cenários, 10% dizem votar nulo ou branco e 9% ainda estão indecisos.

Segundo turno
Em uma simulação de segundo turno entre os dois líderes do levantamento, Nunes consegue uma virada sobre Boulos: 40% dos eleitores dizem preferir o atual prefeito, enquanto 38% escolhem o deputado federal do PSOL. Outros 12% dizem anular e 10% ficam indecisos. Computando apenas os válidos, Nunes sairia vitorioso com 51% dos votos contra 49% de Boulos.

Possibilidades de votos
Dos que responderam à pesquisa, 26% disseram votar com certeza em Boulos, o que mostra que o deputado tem um caminho muito bem adiantado para estar no segundo turno das eleições paulistanas. Além disso, 17% ainda dizem que poderiam votar no candidato do PSOL. Apenas 11% dizem não o conhecer suficientemente bem para opinar.

Nunes, apesar de prefeito por três anos, ainda tem 1/5 do eleitorado que diz que não o conhece bem. Por outro lado, 13% dizem estar certos do voto em Nunes e mais 29% dizem que, a depender dos cenários, poderiam votar por sua reeleição.

Com um grau de desconhecimento mais alto, na casa dos 30%, Tabata tem o mais alto índice de “poderia votar” entre os postulantes: 41% dos eleitores admitem poder escolher a deputada federal do PSB para comandar a cidade. Já 7% dizem estar certos desse voto. Apenas 22% não votariam na candidata, a menor rejeição entre os citados.

Com 60% de “não votaria”, Padre Kelmon é o recordista em rejeição. Com 44%, Kim Kataguiri tem uma rejeição bastante alta para o seu nível de conhecimento. Ademais, 29% dos eleitores dizem não conhecer bem o líder do MBL e deputado federal pelo União Brasil. Ligada a Paulo Guedes, ex-ministro da Economia de Bolsonaro, Marina Helena é a mais desconhecida dos possíveis candidatos, com 65% das pessoas dizendo não a conhecer.

Fonte: r7

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Política

Marta Suplicy pede demissão de secretaria de Nunes após aceitar ser vice na chapa de Boulos

por Redação 10 de janeiro de 2024

A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (sem partido) não é mais a secretária das Relações Internacionais da gestão do Ricardo Nunes (MDB). Ela pediu demissão durante uma reunião com o prefeito na tarde desta terça-feira (9).

Mais cedo, o blog da jornalista Daniela Lima informou que Marta aceitou ser candidata a vice-prefeita na chapa do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) após uma reunião com o presidente Lula (PT) na segunda-feira (8). Nunes vai tentar a reeleição e deve enfrentar Boulos em outubro.

Em carta entregue a Nunes, ela agradeceu a equipe e afirmou que, “neste momento em que o cenário político de nossa cidade prenuncia uma nova conjuntura, diferente daquela em que, em janeiro de 2021, tive a honra de ser convidada por Bruno Covas para assumir a Secretaria Municipal de Relações Internacionais, encaminho, nesta data, de comum acordo, meu pedido de demissão deste cargo” (leia a íntegra da carta mais abaixo).

Em nota, Nunes disse ter chamado a ex-prefeita para “para esclarecer as informações veiculadas pela imprensa”. “Ficou decidido, em comum acordo, que ela deixa as suas funções na Secretaria Municipal de Relações Internacionais.”

O deputado federal já havia sido oficializado como o cabeça de chapa da do Partido dos Trabalhadores (PT) no pleito. Pela primeira vez na história, a legenda não lançará candidatura própria à prefeitura da capital paulista, mas indicará um nome para vice.

De acordo com a legislação eleitoral, Marta tem até abril para se filiar a algum partido político.

Em dezembro de 2023, Lula deu a largada como cabo eleitoral de Boulos, ao participar de um evento do Minha Casa, Minha Vida na Zona Leste de São Paulo com o pré-candidato.

Nele, o presidente alfinetou Nunes e o governador do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e disse que “não esconde” investimento de estado e prefeitura em obra federal. O petista foi o grande incentivador da candidatura do deputado.

A carta de Marta
“Ao Sr. Prefeito Ricardo Nunes,

Agradeço a oportunidade de ter-me proporcionado trabalhar pela cidade de São Paulo à frente da Secretaria de Relações Internacionais nos últimos 36 meses.

Com o seu apoio e colaboração tive a honra de desenvolver o programa que transformou São Paulo num “Farol Antirracista” através das “Exposições da Consciência Negra” nos últimos 3 anos. Realizamos as “Viradas ODS”. Assmimos a presidência da “Rede Mercocidades”. Conquistamos o prêmio “Cidade/Capital Verde” oferecido pela UCCI. Orgazinamos o São Paulo International Summit. Promovemos o Fórum contra a Discriminação da Unesco, incentivamos o Ecoturismo em Parelheiros, entre outras tantas ações que elevaram o prestígio, trouxeram divisas e valorizaram a cidade de São Paulo.

Agradeço à toda sua equipe de colaboradores, como também a do prefeito Bruno Covas que, em todos os momentos, acolheram-me com carinho, cordialidade, respeito, disposição de trabalho e dedicação.

Agradeço à minha equipe que ajudou-me a superar os obstáculos e, ao meu lado, trabalhou com afinco e disposição para implementar as políticas públicas e promover a cidade de São Paulo, nacional e internacionalmente.

Neste momento em que o cenário político de nossa cidade prenuncia uma nova conjuntura, diferente daquela em que, em janeiro de 2021, tive a honra de ser convidada por Bruno Covas para assumir a Secretaria Municipal de Relações Internacionais, encaminho, nesta data, de comum acordo, meu pedido de demissão deste cargo.

Como em outras passagens de minha vida pública, seguirei caminhos coerentes com minha trajetória, princípios e valores que nortearam toda a minha vida pública e que proporcionaram construir o legado que me trouxe até aqui.”

Construção de alianças
O diretório municipal do Partido Democrático Trabalhista (PDT) anunciou nesta terça-feira (9) o apoio à pré-candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) a prefeito. Além do PDT, apoiam Boulos até a última atualização desta reportagem PT, PC do B, PV, e Rede.

“O Leonel Brizola é um dos grandes combatentes da democracia brasileira, e eu tenho orgulho de hoje estar recebendo apoio do partido de Leonel Brizola, numa data tão simbólica para a luta democrática do nosso país”, afirmou Boulos, se referindo ao aniversário dos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro.

O pré-candidato afirmou que ainda não falou com Marta a respeito da provável candidatura. “Eu não conversei com a Marta após o encontro dela com o presidente Lula. Como eu disse, as tratativas de definição da vice da chapa têm sido conduzidas pelo PT. Vamos com tranquilidade que em breve vai ter definição.”

No discurso aos novos apoiadores, Boulos também mencionou o enfrentamento às candidaturas extremistas pelo Brasil.

“A eleição deste ano será uma batalha para que a gente possa enfrentar e derrotar o bolsonarismo, seja com as suas candidaturas tradicionais, os mais extremistas, seja com as candidaturas de união da direita para derrotar o nosso campo, com participação do bolsonarismo.”

Conforme já publicado pelo g1, o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apoiará a campanha de reeleição de Ricardo Nunes (MDB) para a Prefeitura de São Paulo.

Também presente ao evento do PDT, o deputado federal Rui Falcão (PT) disse que participou da conversa entre a ex-prefeita e Lula.

“Estive com a prefeita Marta Suplicy, o marido dela e o presidente Lula ontem. Já vínhamos conversando há um bom tempo a respeito disso. A partir, inclusive, disso que o Boulos falou de que ela foi fundamental naquela ampla frente que se construiu para a vitória do Lula [em 2022] e para o desemprenho notável do Fernando Haddad aqui na capital também.”

“A prefeita Marta, de quem eu fui secretario durante quatro anos, e que foi a gestão mais revolucionária da cidade, tem um campo político. Não importa onde ela esteja hoje. Ela está como secretária do prefeito Nunes, mas está servindo a cidade, preocupada com a população de São Paulo, não com o prefeito nem com o partido”, completou.

Fonte: G1

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Política

Ofensa machista, ironia sobre origem japonesa e ‘coisa de preto’: quem é o primeiro vereador cassado por racismo em SP

por Redação 20 de setembro de 2023

O agora ex-vereador Camilo Cristófaro (Avante), que teve o mandato cassado na Câmara de São Paulo em virtude de uma fala racista — a primeira medida do gênero por esse motivo no país —, já acumulava polêmicas e posturas preconceituosas antes mesmo de ser defenestrado da Casa nesta terça-feira. O político já foi acusado de xingar uma colega parlamentar e foi flagrado ironizando a origem japonesa de outro vereador.

Em 2017, a então vereadora Isa Penna (à época no PSOL, hoje deputada estadual pelo PCdoB) acusou Cristófaro de xingá-la de “vagabunda” e “terrorista”, além de ter ameaçado lhe dar “uns tapas”. A discussão foi presenciada por uma funcionária da Câmara, que confirmou o teor das ofensas machistas. O PSOL chegou a pedir a cassação de Cristófaro já nesta ocasião, mas o caso não avançou.

Últimos momentos de Deltan Dallagnol na Câmara dos Deputados

Um ano depois, em junho de 2018, ele foi flagrado criticando o vereador George Hato (MDB), de origem japonesa, enquanto puxava os olhos com as mãos. Em maio deste ano, afirma Hato, Cristófaro voltou a atacá-lo. O emedebista relatou que o ex-vereador afirmou em voz alta que pretendia “dar um cacete nesse japônes”.

— Me sinto ameaçado por esse vereador, por esse psicopata, que precisa realmente ter uma punição exemplar. Não quero ir às vias de fato. Ele está me ameaçando, já ameaçou mulher, chamou mulher de vagabunda — discursou Hato no plenário da Câmara. Cristófaro negou as acusações.

Em outro episódio de cunho racista, em setembro de 2019, o político chamou o também vereador Fernando Holiday (ex-Novo, hoje PL) de “macaco de auditório”. Em entrevista ao Estadão à época, Holiday se disse ” revoltado”. Já Cristófaro defendeu-se argumentando que apenas usou uma “expressão popular”.

Já o episódio que motivou a cassação, sob gritos de “fora, racista” nas galerias da Câmara, ocorreu no ano passado. Na ocasião, Cristófaro foi ouvido dizendo “é coisa de preto, né?” durante uma sessão da Casa.

Foram 47 votos a favor da cassação, cinco abstenções e nenhum voto contrário. O político virou, assim, o primeiro vereador a perder o mandato por racismo no país. Com a decisão, Cristófaro fica inelegível por oito anos.

Em sua fala, Camilo Cristófaro acusou quem estava na galeria protestando e segurando faixas contra ele de ter recebido dinheiro e cesta básica para realizar o protesto, o que gerou gritos e vaias dos presentes. O presidente da Câmara, Milton Leite (União), chegou a pedir que o vereador não desrespeitasse as pessoas que estavam assistindo.

— Onde estão os movimentos, que eu ando por toda essa cidade nunca fui ofendido por ninguém? Porque nós temos trabalho, estamos nas comunidades — falou Cristófaro.

Advogado de formação e conhecido como Camilinho pelos seus pares, o parlamentar tem o bairro do Ipiranga, na Zona Sul, como seu reduto eleitoral e foi eleito pela primeira vez em 2016, após fazer sucesso com publicações nas redes sociais com críticas ao então prefeito Fernando Haddad (PT). Em 2020, foi reeleito, e usou suas plataformas para mirar no prefeito da vez, João Doria (na época no PSDB).

Cristófaro já passou pelo PFL (atual União Brasil), PL, PT, PSB e agora está no Avante. Em 2018, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) determinou que ele perdesse o mandato em virtude de uma suposta fraude na captação de recursos para a campanha. Em 2020, contudo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reverteu a cassação. No mesmo ano, ele acabou reeleito à Câmara, mas com votação menor do que no pleito anterior — 23,4 mil e 29,6 mil votos, respectivamente.

Versões da defesa
Em um primeiro momento, Cristófaro disse que sua fala, “coisa de preto”, era referente a um fusca preto que pertence a sua coleção de carros antigos. Entretanto, ao participar do colégio de líderes, mudou a versão e contou que, no momento do áudio vazado, estava conversando com um amigo negro e fez uma brincadeira.

“Eu estava com o Chuchu, que é o chefe de gabinete da Sub do Ipiranga, e é negro. Eu comentei com ele, que estava lá. Inclusive no domingo nós fizemos uma limpeza e quando eu cheguei eu falei: ‘Isso aí é coisa de preto, né?’. Falei pro Chuchu, como irmão, porque ele é meu irmão”, disse na ocasião.

Em nota divulgada em 4 de maio, o vereador admitiu que cometeu um erro ao usar o termo e disse que “precisa passar por uma desconstrução desses preconceitos”, afirmando ainda que, “apesar de ter tido uma fala racista”, ele “não é racista em suas atitudes”. Em junho, o vereador foi absolvido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. O juiz do caso considerou que a fala foi extraída de contexto de brincadeira.

Fonte: G1

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