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Categoria:

Racismo

Racismo

Ex-porteiro denuncia racismo e demissão em escola de Campinas

por Redação 11 de fevereiro de 2026

Rodnei Ferraz, ex-porteiro de uma escola particular em Campinas (SP), registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil relatando racismo sofrido por alunos do ensino médio. Segundo ele, foi chamado de “negro sujo”, “macaco” e “sub-raça” por um estudante durante dezembro de 2025. Após denunciar o caso à direção da instituição, Rodnei afirma ter sido demitido.

O ex-porteiro, que trabalhava há 20 anos na área e estava há quatro meses na escola, relatou à polícia que os alunos estavam realizando provas de recuperação e brincavam em frente ao colégio sem supervisão. Durante uma ocorrência no banheiro, um deles proferiu as ofensas racistas.

“É revoltante, porque você se sente frágil e impotente diante de uma situação ridícula”, disse Rodnei. Ele contou ainda que se sentiu constrangido e impotente, chegando a se afastar dos adolescentes para evitar confrontos.

Dados do Disque 100 mostram que denúncias de racismo em São Paulo têm crescido: foram 1.088 registros em 2025, alta de 20,2% em relação a 2024. Só em Campinas, 26 casos foram reportados no mesmo período, pouco mais de duas denúncias por mês.

A direção da escola foi procurada para comentar o caso, mas ainda não se manifestou.

Fonte: G1

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Racismo

Episódio de racismo provoca briga generalizada em colégio da Zona Sul do Rio

por Redação 4 de setembro de 2025

Um episódio de racismo resultou em uma briga generalizada no Colégio PH da Praia de Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira (4), durante um campeonato de futebol do ensino médio. O aluno responsável pelo ato foi expulso da instituição.

Segundo relatos, a confusão começou quando, durante o Campeonato Interclasse, um jogador provocou o time adversário com um gesto de choro. A situação se agravou quando outro estudante, branco, imitou um macaco para ofender um colega negro bolsista, gerando revolta imediata.

A briga rapidamente se espalhou pela quadra e além dela, com inspetores e diretores tentando conter a confusão. Um estudante do 1º ano descreveu a cena como “horrível”, com alunos correndo, chorando e ligando para os pais.

Em nota, a direção do colégio afirmou que repudia qualquer forma de discriminação e que o aluno responsável foi expulso. Os estudantes alvo do episódio estão recebendo apoio psicológico e acompanhamento. O colégio ressaltou que mantém programas permanentes de educação antirracista, como o Percurso Antirracismo e Antidiscriminação, projetos de Educação Decolonial Antirracista, e iniciativas de acolhimento e combate ao bullying.

Fonte: OGLOBO

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Racismo

Enfermeira denuncia racismo recorrente de diarista após reclamação de serviço em Aparecida de Goiânia

por Redação 18 de agosto de 2025

A enfermeira Luciana Ponciano, de Aparecida de Goiânia, relatou que voltou a sofrer ofensas racistas e mensagens de deboche de Sthefany Sibele França Rayzer, diarista que já havia sido denunciada por comportamento semelhante. Nos últimos prints apresentados à polícia, a profissional a chamou de “cabelo de Bombril” e debochou da denúncia, afirmando que pessoas estariam “rindo da cara” da enfermeira.

O caso teve início em 9 de agosto, quando Luciana contratou a diarista para limpar seu apartamento. Após perceber que o serviço não havia sido realizado corretamente, registrou vídeos das falhas e fez a denúncia. Segundo a vítima, as mensagens de ódio começaram depois da reclamação, incluindo ofensas como “bicha feia sebosa” e comentários depreciativos sobre sua cor.

Luciana levou os novos prints à delegacia e afirma não ter respondido ou atendido às ligações da diarista. A Polícia Civil informou que as investigações estão em andamento, mas não comentou detalhes do caso.

Fonte: G1

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Racismo

Enfermeira denuncia que sofreu racismo de diarista após reclamar de faxina: ‘Chata porque é de cor’

por Redação 12 de agosto de 2025

A enfermeira Luciana Ponsiano denuncia que sofreu racismo da diarista ao reclamar da faxina em Goiânia. Em prints divulgados pela TV Anhanguera, a diarista chama a moradora de chata por ser negra e admite que tem preconceito. Nas mensagens, ela ainda se referiu à enfermeira como “cabelo de bombril” e declarou: “Branco nunca me ‘encheu tanto o saco’”.

A polícia não divulgou o nome da diarista e, por isso, o g1 não obteve contato da defesa até a última atualização desta reportagem.

Segundo a enfermeira, ela contratou os serviços da diarista para limpar o apartamento dela, por meio de indicação de uma vizinha. A enfermeira entrou em contato com a diarista para combinar os serviços e o preço da diária.

No dia, a enfermeira contou que fez uma ligação para a diarista, perguntando se ela queria almoço, mas a diarista dispensou, dizendo que já estava indo embora. “Eu falei: ‘Mas já? Muito rápido’. Ela falou: ‘Sua casa é muito limpinha e eu não tive trabalho nenhum’”, relatou.

A enfermeira disse que fez o pagamento do serviço por PIX, mas que, ao chegar em casa, percebeu que o serviço não tinha sido feito. Diante disso, Luciana gravou vídeos mostrando locais que estavam sujos e enviou para diarista, que respondeu com ofensas à cor da enfermeira.

“Você é chata porque é de cor”, disse em uma das mensagens, ao que Luciana questionou: “Você tem preconceito com pretos?”. A diarista respondeu: “Demais, do seu jeito, sim, que reclama, que fica exigindo. A sua raça é isso aí, não se espera mais nada”, afirmou.

Racismo é crime
Segundo o Michael Félix, presidente do Conselho de Direitos Humanos e Igualdade Racial em Goiás, o racismo é crime desde 1989, mas que não é fácil a implementação da lei que tipificou como crime.

“Essa implementação não ocorre de maneira fácil, principalmente por um entendimento superficial do que é o racismo, o que é racismo de fato, o que é injúria racial, o que é só bullying e o que uma brincadeira”, explicou à TV Anhanguera.

Fonte: G1

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Racismo

Justiça manda soltar mulher que chamou homem de ‘bicha nojenta’ em shopping de luxo em SP

por Redação 16 de junho de 2025

A Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória à jornalista Adriana Catarina Ramos de Oliveira, presa em flagrante após fazer xingamentos homofóbicos contra um homem em uma cafeteria do Shopping Iguatemi, na Zona Oeste da capital. Ela também está proibida de frequentar o shopping.

A audiência de custódia de Adriana, de 61 anos, foi realizada no domingo (15). Segundo o Tribunal de Justiça, Adriana terá que seguir as seguintes medidas cautelares:

comparecimento mensal em Juízo para informar e justificar suas atividades, bem como eventual atualização de endereço;
obrigação de manter o endereço atualizado junto à Vara competente (informando imediatamente eventual alteração);
proibição de frequentar o shopping em que ocorreram os fatos e onde trabalha a vítima;
proibição de ausentar-se da Comarca de residência por mais de oito dias sem prévia comunicação ao Juízo, sob pena de revogação do benefício e imediato recolhimento à prisão.
Imagens mostram Adriana falando “bicha nojenta” para Gabriel Galluzzi Saraiva, de 39 anos, que estava sentado na mesa ao lado. As ofensas foram gravadas por mais de uma câmera de celular. O caso foi registrado como injúria no 14° DP, em Pinheiros.

A jornalista também chegou a chamar o homem de “assassino”. Ele, por sua vez, xingou Adriana de “imbecil” na discussão.

Os vídeos não mostram como o embate começou, mas mostram a agressora nervosa e xingando o homem. Ele não aparece nas imagens, mas também reage em tom elevado.

Adriana afirmou à TV Globo que Gabriel e seus amigos estavam rindo dela. Ela também disse que se arrependeu das ofensas.

Segundo Adriana, ela estava ao telefone quando Gabriel e outras pessoas que o acompanhavam mandaram que ela falasse baixo e calasse a boca. Ela alegou ainda que foi vítima de etarismo.

“Eu estava ao telefone, eu vou ser operada no dia 27 do joelho, vou colocar uma prótese […]. Estou muito ansiosa, muito nervosa, comecei a chorar ao telefone. E esse grupo que estava ao lado começou a rir. Quando eles começaram a rir, eu desliguei o telefone, levantei o braço e pedi a conta. Falei ‘por favor, traz a conta, eu quero ir embora'”.

Já Gabriel afirmou que Adriana estava em uma mesa próxima, falando alto. Ele disse que pediu a ela para que tivesse mais calma na hora de falar com a atendente da cafeteria. Foi então que as agressões diretas e homofóbicas começaram, segundo ele.

Giulia Podgaic, que estava sentada em uma mesa próxima, presenciou a discussão e confirmou a versão de Gabriel.

“Ouvi a mulher gritar com a funcionária do café, pedindo a conta, falando que queria ir ao banheiro, gritando. Aí a vítima pediu para a senhora se acalmar, disse ‘se acalma, ela já vai vir’, e aí ela começou a falar um monte, ofender ele de todos os jeitos, falar ‘pobre’, ‘bicha’, todas as palavras de baixo calão possíveis… ‘bicha nojenta’, ‘pobre’, ‘você não deveria estar aqui'”, afirmou.

“Ele começou a ficar nervoso, mas conseguiram retirar ele para que se acalmasse. Ele foi para outro lugar e ela continuou a ofender. Foi uma situação horrível. Chamou ele de ‘assassino’ do nada. Foi uma situação muito horrível”, completou.

Em nota, o shopping Iguatemi lamentou o ocorrido e reforçou seu respeito à diversidade.

“O shopping lamenta a ocorrência entre os dois clientes em uma das suas operações, esclarece que prestou todo o apoio necessário e segue à disposição das autoridades competentes.”

“O empreendimento reforça que o respeito à diversidade — em todas as suas formas — é um valor inegociável e repudia qualquer ato de discriminação e intolerância.”

O que diz a Secretaria da Segurança Pública
“Uma mulher de 61 anos foi presa em flagrante na tarde de sábado (14), em um shopping na Avenida Brigadeiro Faria Lima, zona sul da capital. Policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e, no local, constataram que a mulher havia proferido ofensas homofóbicas a um homem, de 39 anos.”

Fonte: G1

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Racismo

Condenada por racismo, Day McCarthy tem três dias para pagar R$ 500 mil a Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank

por Redação 16 de junho de 2025

A influenciadora digital e socialite Dayane Alcântara Couto de Andrade, a “Day McCarthy”, foi intimada a fazer, em até três dias, o pagamento de mais de R$ 500 mil ao casal de atores Giovana Ewbank e Bruno Gagliasso.

Como todos se recordam, a Justiça condenou a influenciadora pelas postagens de conteúdo racista em sua conta oficial no Instagram, dirigidas aos atores e a menina, Chissomo, a Titi, adotada pelo casal na África.

Na decisão em fevereiro do ano passado, o juiz da 32ª Vara Cível, Leonardo Grandmasson, destacou que “as postagens são inaceitáveis, não devendo sequer ser reproduzidos os seus respectivos conteúdos na sentença, por serem absolutamente abomináveis”.

Na ocasião, a indenização por danos morais para Titi e seus pais adotivos foi de R$ 180 mil. A influenciadora deixou de cumprir a determinação e a sua localização passou a ser considerada desconhecida. Com a incidência de juros e correção, o valor subiu para meio milhão de reais.

Fonte: OGLOBO

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Racismo

Jogador do América-MG é preso em flagrante após injúria racial na Série B

por Redação 5 de maio de 2025

O meia Miguelito, do América-MG, está preso em Ponta Grossa em razão do crime de injúria racial contra o atacante Allano, do Operário-PR, durante o jogo entre os times pela sexta rodada da Série B do Brasileiro. O caso foi testemunhado pelo volante Jacy, do Fantasma.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, após o término da partida, o autor, a vítima e a testemunha foram conduzidas por uma equipe da Polícia Militar até a sede da 13ª Subdivisão Policial. Após ouvir os envolvidos, foi dada voz de prisão em flagrante a Miguelito pelo crime previsto na Lei nº 7.716/89.

A Polícia Civil já estabeleceu contato com os canais de transmissão da partida, através do advogado do Operário-PR, para obter imagens que possam ter registrado a fala racista. O jogador do América-MG teria proferido a expressão “Preto do C***” contra o jogador do Fantasma.

O Inquérito Policial deverá ser concluído nos próximos dias sendo que a pena máxima prevista para o crime de injúria racial é de 5 (cinco) anos de reclusão.

O ge procurou a CBF, que ainda não se manifestou sobre o caso. O América-MG também não se posicionou oficialmente. No entanto, o presidente do Conselho de Administração do Coelho, Alencar da Silveira Júnior, emitiu uma nota de cunho pessoal sobre o assunto (leia abaixo).

Entenda o caso
O jogo Operário-PR x América-MG, pela sexta rodada da Série B do Brasileiro, foi marcado por uma denúncia de injúria racial, feita pelo atacante Allano, do Fantasma, e que teria sido feita pelo meia Miguelito, do time mineiro.

Após ser informado pelo jogador do Operário-PR do ocorrido, aos 30 minutos do primeiro tempo, o árbitro Alisson Sidnei Furtado utilizou o protocolo antirracista da Fifa e da CBF, sinalizando com os braços cruzados, na altura do peito, em forma de “X”. A denúncia de injúria racial deve constar na súmula do jogo.

A partida ficou paralisada por 15 minutos, com discussão entre os jogadores e a espera do árbitro para uma possível verificação de imagens, e foi retomada sem alterações ou cartão. Neste tempo, houve uma nova confusão, entre jogadores do América-MG e torcedores do Operário-PR que estavam atrás do banco.

Segundo o Operário-PR, um torcedor foi identificado por ter jogado um copo nos jogadores do América-MG e foi retirado por policiais militares.

A denúncia de Allano ocorreu aos 30 minutos. Após uma disputa de bola, os jogadores aguardavam a cobrança de uma falta lateral quando Miguelito virou em direção ao atacante do Operário-PR, que foi para cima do meia do América-MG, junto com Jacy, também do Fantasma, que estava próximo. Em seguida, eles foram até o árbitro para falar sobre o ocorrido.

Quando o jogo recomeçou, Allano recebeu amarelo por uma entrada mais forte em Miguelito. O jogador do América-MG foi substituído no intervalo.

Veja a nota do Operário-PR sobre o ocorrido
Allano denunciou para a arbitragem falas racistas do camisa 7 do América-MG. O árbitro Alisson Sidnei Furtado acionou o protocolo de racismo, simbolizado por um X com os braços, e resolveu retornar a partida sem alterações.

Com a denúncia de racismo, a torcida do Operário mostrou indignação e, no momento, arremessou copo com líquido em direção ao banco de reservas visitante. O camisa 4 do América identificou e o torcedor foi retirado da arquibancada.

O Operário Ferroviário irá prestar todo apoio ao jogador Allano e lamenta a continuidade da partida sem modificações, uma vez que o protocolo foi acionado, e está buscando imagens claras que confirmem a alegação.

Veja a nota do presidente do Conselho do América-MG
O América FC ,fiel à sua história centenária e aos princípios que a sustentam, vem a público prestar esclarecimentos e manifestar total solidariedade ao atleta Miguel Ángel Terceros Acuña, diante de acusações infundadas que tentam associar seu nome a conduta de cunho racista.

Após criteriosa apuração interna e análise dos fatos disponíveis, não foi identificada qualquer atitude, gesto ou declaração do jogador que possa, sob qualquer ângulo, ser interpretada como discriminatória. Ao contrário, Miguel Terceros sempre demonstrou conduta ética, respeito e espírito esportivo, sendo amplamente reconhecido no clube por seu profissionalismo e integridade.

O América FC reafirma, de forma enfática, seu compromisso inegociável com a igualdade, o respeito à dignidade humana e o combate a toda e qualquer forma de preconceito. Repudiamos qualquer tentativa de imputar condutas incompatíveis com esses valores a nossos atletas e colaboradores — ainda mais quando desprovidas de qualquer respaldo nos fatos.

Seguiremos firmes na defesa dos princípios que norteiam nossa instituição e na preservação da honra de todos que constroem, com dedicação e respeito, um futebol mais justo, inclusivo e humano.

Alencar da Silveira Júnior

Fonte: GE 

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São PauloRacismo

Filha de síndico grava vídeo com ofensas racistas, sugere esfolar vizinha para ‘clarear’ pele e diz que ‘pretos deviam morrer’

por Redação 30 de dezembro de 2024

A família de uma menina negra de 12 anos denunciou à Polícia Civil um caso de racismo, gordofobia e xenofobia em um condomínio de prédios na Zona Norte da cidade de São Paulo no mês de dezembro.

Em dois vídeos gravados por uma moradora de 11 anos e compartilhados em um grupo de WhatsApp de moradores, a criança, que é filha do síndico, faz diversas ofensas e sugere que uma das vizinhas deveria esfolar a pele até ficar “branquinha” e “mais bonita”.

Os pais da garota mencionada nos vídeos tomaram conhecimento do caso em 18 de dezembro, após serem avisados pela filha e também por outros moradores do mesmo condomínio.

As gravações, que juntas têm cerca de 14 minutos, foram apresentadas na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) e obtidas pela GloboNews.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que o caso é investigado pelo 19º Distrito Policial (Vila Maria), responsável pela área dos fatos, para apurar o crime de injúria racial.

“As partes serão notificadas para a realização de oitivas. Diligências prosseguem para o esclarecimento dos fatos”, disse a pasta.

? Por envolver uma criança com menos de 12 anos, a legislação não prevê a responsabilização criminal ou enquadramento por ato infracional da menina que gravou e compartilhou os vídeos. Mas, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os pais também têm responsabilidade pelo comportamento, falas e atitudes da filha.

Para o advogado Diego Moreiras, que representa a família da vítima, não cabe nesse caso uma punição para a criança que gravou os vídeos, mas vai pedir na Justiça que ela passe por acompanhamento psicológico e orientação, como prevê o ECA.

Para ele, há evidências de que os pais foram negligentes em relação ao comportamento da menina e devem responder na esfera cível e criminal.

Ataques racistas, gordofóbicos e xenofóbicos
A reportagem optou por não identificar nenhuma das crianças para protegê-las, independentemente da participação nas gravações. Em um dos vídeos, a garota conversa com uma outra menina, que não aparece no vídeo, e deixa claro que se refere à uma determinada moradora.

A menina também diz que “pretos são burros”, que “ser racista é bom” e que tem nojo de pretos. “Pretos são ridículos e pretos deviam todos morrer, o sangue deles deve ser mais escuro que o nosso, gente escura dá nojo, eu tenho nojo de gente escura”, afirma a garota.

Ao tomar conhecimento dos vídeos, a mãe da vítima disse ter ficado em choque.

“Foi pesado pra mim. É difícil falar sobre, porque no dia eu fiquei muito em choque. Sabe quando você não tem reação?”, disse a coordenadora de eventos Luana Anjos, mãe da vítima de racismo.

O casal procurou o pai da criança que fez as gravações e as compartilhou. Ele é síndico do condomínio. Mas, segundo a família, o acolhimento e o pedido de desculpas não foram imediatos e as medidas tomadas foram insuficientes para que a situação não se repita.

“Foi uma situação muito séria que eles estão levando na brincadeira. Eles estão levando na brincadeira, Só que de lá para cá é a gente que tem ficado preocupado”, lamentou o auxiliar de RH e músico Anderson Silva dos Anjos, pai da menina ofendida.

Nos vídeos, também são proferidas ofensas xenofóbicas e gordofóbicas em relação a outros moradores do condomínio.

Em uma mensagem publicada em um grupo de WhatsApp dias depois, o síndico diz lamentar o ocorrido e se retratou sobre o ato praticado pela filha. Ele disse ainda que não concorda com o que foi dito pela filha.

“Nós estamos arrasados como pais e acho que falhamos em algum momento”, escreveu na mensagem.

A GloboNews tentou contato com os responsáveis pela criança que gravou os vídeos, mas até a publicação da reportagem eles não tinham sido localizados.

Fonte: G1

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Racismo

Ananda, cantora do Melanina Carioca, registra boletim por crime de racismo contra Ana Paula Minerato

por Redação 28 de novembro de 2024

A cantora Ananda, do grupo Melanina Carioca, deu queixa, na noite de quarta-feira (27), contra a modelo Ana Paula Minerato após o vazamento de um áudio nas redes sociais em que ela ofende a artista com termos como “empregada de cabelo duro” e “neguinha”.

O caso foi registrado na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), na região central do Rio de Janeiro, como racismo.

Os áudios começaram a viralizar nas redes sociais na noite de domingo (24). O caso ganhou grande repercussão rapidamente.

A delegada Rita de Cássia Salim Tavares, titular da Decradi, afirmou ao g1 que Ana Paula deve ser intimada a prestar depoimento como um dos próximos passos da investigação.

Minerato foi demitida da Rádio Band FM, onde apresentava um programa diário desde 2018.

“A Band repudia veementemente qualquer forma de racismo, discriminação ou preconceito. As declarações de Ana Paula Minerato, mesmo sendo de cunho pessoal, não estão alinhadas com os valores e diretrizes da emissora. Por esse motivo, a colaboradora foi desligada da empresa”, informou o Grupo Band em nota.

Ela também foi desligada de todas as funções como musa da escola de samba Gaviões da Fiel na segunda (25).

Defesa

Em um pronunciamento na terça (26), Ana Paula Minerato pediu desculpas pelo ataque racista contra Ananda e disse que vivia um relacionamento abusivo com o rapper KT Gomez.

“Eu estou muito mal, porque eu sei que foi algo horrível. Até quero pedir desculpa para todo mundo que se sentiu ofendido, porque realmente foi uma ofensa a uma pessoa que eu nem conheço. Então eu quero muito pedir desculpa para todo mundo, quero pedir desculpa pra Ananda, pedir desculpa de verdade, deixar aqui registrado o meu pedido de perdão”.

O músico se pronunciou nas redes sociais e explicou que os áudios foram gravados no mês de setembro, além de repudiar as falas racistas de Ana Paula.

Em nota, o escritório de advocacia Kupper, responsável pela defesa do artista, negou envolvimento dele com o vazamento. “As alegações feitas em redes sociais são infundadas e absolutamente desprovidas de provas. Até o momento, não foi apresentada qualquer evidência que vincule nosso cliente à divulgação do referido material.”

Questionado pelo g1 sobre as acusações de relacionamento abusivo, o escritório informou que não irá se pronunciar.

Fonte: G1

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Racismo

Gaviões da Fiel desliga Ana Paula Minerato após acusação de racismo contra cantora negra

por Redação 25 de novembro de 2024

A modelo e musa da Gaviões da Fiel Ana Paula Minerato foi desligada de todas as atividades da escola de samba da torcida organizada nesta segunda-feira (25) após o vazamento de um áudio nas redes sociais com ataques racistas atribuídos a ela.

Minerato também foi demitida nesta manhã da Rádio Band FM, onde apresentava um programa diário desde 2018.

“A Band repudia veementemente qualquer forma de racismo, discriminação ou preconceito. As declarações de Ana Paula Minerato, mesmo sendo de cunho pessoal, não estão alinhadas com os valores e diretrizes da emissora. Por esse motivo, a colaboradora foi desligada da empresa”, informou o Grupo Band em nota.

Segundo a assessoria de imprensa da Gaviões da Fiel, a modelo estava escalada para ser um dos destaques da escola de samba ao lado da rainha de bateria Sabrina Sato em 2025 (veja nota abaixo).

No áudio, a modelo supostamente conversa com o namorado sobre a cantora negra Ananda, da banda Melanina Carioca, vítima dos ataques.

Após o conteúdo viralizar nas redes sociais na noite de domingo (24), a cantora rebateu as falas racistas em seu Instagram. “Estava de boa aqui na praia, curtindo a minha quando de repente me deparo com esse absurdo advindo de uma pessoa que, com todo respeito, você se acha tão bonita assim para desmerecer a beleza de outras pessoas que são diferentes de você?”, questiona.

Procurada pelo g1, a assessoria de imprensa de Ananda disse que “todas as medidas já estão sendo tomadas”.

Até a última publicação da reportagem, o g1 não localizou a defesa da modelo. O espaço segue aberto para manifestações.

Em 2022, Minerato desfilou pela Gaviões da Fiel, do Grupo Especial, quando o samba-enredo da escola abordou a desigualdade social. A escravidão no Brasil foi um dos assuntos citados na letra, que discutia o papel dos senhores de engenho que enriqueceram por meio do trabalho de homens e mulheres escravizados.

A modelo vestia uma roupa com a palavra “Basta” estampada, pois era o título do samba-enredo.

Ana Paula não é a única a ter sido expulsa da Gaviões da Fiel. Em 2018, a sua irmã Tatiane Minerato, que era rainha da escola de samba, também foi desligada depois de se envolver numa confusão com a imperatriz da agremiação, Renatta Teruel.

O episódio ocorreu durante um ensaio técnico no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo.

Em nota, Tatiane informou lamentou a atitude da irmã. “Por mais que o amor pela minha família seja inegável, não posso e não devo ser associada a atitudes que não condizem com aquilo em que acredito. Lamento profundamente o episódio e reitero que jamais apoiei ou apoiarei qualquer atitude que desrespeite ou agrida outra pessoa.”

Confira nota da Gaviões da Fiel na íntegra:

“A diretoria do Gaviões da Fiel Torcida e a Comissão de Carnaval comunicam o desligamento da musa Ana Paula Minerato de todas as atividades e representações ligadas aos Gaviões. A decisão foi tomada após a divulgação de condutas incompatíveis com os valores e princípios que defendemos, incluindo manifestações de cunho racista.

Reforçamos que o combate ao racismo é uma luta permanente do Gaviões da Fiel, que se posiciona de forma intransigente contra qualquer atitude discriminatória. Não toleramos comportamentos que desrespeitem a igualdade e a dignidade humana, pilares fundamentais do nosso compromisso com a sociedade.

Seguiremos firmes em nossa trajetória de respeito, inclusão e justiça, valores que sempre guiaram nossa história.”

Fonte: G1

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