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Saúde

Saúde

PF investiga casos de intoxicação por metanol em SP; possível distribuição em outros estados

por Redação 30 de setembro de 2025

A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar a origem do metanol usado para adulterar bebidas alcoólicas em São Paulo, informou nesta terça-feira (30) o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski. Segundo ele, a investigação também busca verificar se a rede de distribuição da substância atua em outros estados.

O metanol é altamente tóxico e pode causar morte, cegueira e fortes cólicas. Nos últimos dias, vários casos de intoxicação foram confirmados em São Paulo, número considerado anormal pelo Ministério da Saúde, que normalmente registra cerca de 20 casos por ano em todo o país.

Segundo o ministro, falsificadores utilizam garrafas de marcas famosas de gin, vodca e outras bebidas, adicionando metanol e colocando os produtos no mercado. A intoxicação pode levar horas para se manifestar.

“Tudo indica que há distribuição para além do estado de São Paulo”, afirmou Lewandowski, destacando que o elevado número de casos chamou atenção das autoridades.

O Ministério da Saúde e a Secretaria de Defesa do Consumidor emitiram alertas para estabelecimentos comerciais, orientando sobre rótulos e embalagens suspeitas. As notificações também visam identificar fornecedores e responsáveis pela manipulação das bebidas.

A Polícia Federal não descarta a possibilidade de ligação com o crime organizado, com importação de metanol pelo porto de Paranaguá sendo investigada. O Ministério da Saúde vai divulgar nota técnica para orientar profissionais sobre sintomas e protocolos de atendimento, enquanto a população pode buscar ajuda nos 32 centros de informação e assistência toxicológica do SUS espalhados pelo país.

Fonte: G1

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Saúde

‘Era um bar em uma região nobre, não boteco de esquina’, diz mulher que ficou cega após ingerir metanol

por Redação 30 de setembro de 2025

A designer de interiores Radharani ficou cega após consumir três caipirinhas em um bar de uma região nobre de São Paulo. Segundo ela, não havia gosto estranho na bebida, mas horas depois passou mal e precisou ser internada em UTI, onde sofreu convulsões, foi intubada e perdeu a visão.

— “Era para ser uma comemoração em um bar em uma região nobre, não era nenhum boteco de esquina. Foi um estrago bem grande. Não estou enxergando nada”, relatou ao programa Fantástico.

O caso soma-se a outros episódios recentes de intoxicação por bebidas adulteradas com metanol em São Paulo. O jovem Rafael, internado desde o início de setembro, permanece em coma e, segundo a família, em estado irreversível.

De acordo com especialistas do Centro de Informação e Assistência Toxicológica da Unicamp (CIATox-Campinas), a intoxicação por metanol costuma estar ligada ao consumo de álcool combustível em contextos de vulnerabilidade social, mas, desta vez, ocorreu em ambientes de consumo recreativo.

O Ministério da Justiça e a Secretaria da Saúde de SP emitiram alertas a bares, comerciantes e consumidores. As autoridades reforçam que bebidas devem ser adquiridas apenas de fabricantes legalizados, com rótulo, lacre e selo fiscal, já que a ingestão de metanol pode causar intoxicações fatais e levar à cegueira.

Fonte: FANTÁSTICO

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Saúde

Murilo Huff traz tecnologia dos Estados Unidos para monitorar diabetes do filho com Marília Mendonça

por Redação 23 de junho de 2025

O sensor que Leo Dias Mendonça Huff, filho dos cantores Marília Mendonça e Murilo Huff, usa para controlar a diabetes tipo 1 foi trazido dos Estados Unidos pelo pai. O equipamento foi uma sugestão da endocrinologista que acompanha o garoto.

Apesar de Murilo ter trazido o aparelho dos Estados Unidos, o Brasil tem equipamentos disponíveis para monitorar a glicemia, mesmo de crianças. Os sensores são relativamente caros para o Brasil, com custos que variam entre R$ 250 e R$ 330 e duram entre 14 e 15 dias. Por isso, as pessoas precisam de dois sensores por mês, pelo menos.

Recentemente, o assunto sobre a diabetes do pequeno Leo virou destaque depois que a babá Luciene Melo apareceu usando um sensor de glicose ao lado dele. De acordo com a avó materna, Ruth Moreira, a funcionária também tem a doença e faz o monitoramento da glicemia do menino.

Leo tem 5 anos e foi diagnosticado com a doença cerca de três meses após a morte de Marília, em novembro de 2021. Hoje o garoto mora em Goiânia com Ruth.

Segundo a avó, o aparelho é inserido na pele e funciona como um sensor de monitoramento contínuo, que mede os níveis de glicose no líquido intersticial. Mesmo com a tecnologia, a família ainda faz medições manuais no dedo com o glicômetro.

De acordo com a avó, o estado emocional do neto foi um gatilho importante para o desenvolvimento da doença. “O emocional foi um gatilho para a diabetes se desenvolver. Desde então, é de dia e de noite que a gente monitora a glicemia dele”, afirmou. Embora não haja a classificação “diabetes emocional”, situações de estresse podem desencadear o diagnóstico da doença (entenda ao fim do texto).

O menino também chegou a usar uma bomba que fazia aplicações de insulina, como se fosse um “pâncreas” artificial. No entanto, o equipamento também não se mostrou eficiente para Leo, visto que saía do lugar com frequência e provocava episódios de hipoglicemia durante o dia.

Rotina regrada
Segundo a avó, Leo já está acostumado com a rotina de cuidados necessária para o tratamento da doença. Em casa, a medição é chamada de ‘hora de fazer o dedinho’. Como já convive com a doença há pelo menos três anos, o pequeno entende os procedimentos, na maior parte das vezes.

Mesmo que a rotina já seja quase automática, Ruth conta que a depender do estado emocional do menino ou do tipo de atividade que ele está realizando no momento, os níveis podem oscilar muito, o que é perigoso. “A alta traz consequências graves quando ele estiver mais velho, a baixa pode levar até a morte […] É uma coisa muito difícil, mas que a gente já se adaptou”.

Ruth fez ainda um alerta sobre o fato de Leo sempre ter tido uma boa alimentação. Segundo ela, ele não tinha costume de comer doce, mas a família não conhecia o diabetes tipo 1, “por isso que precisa ter mais informações a respeito, porque tem muita mãe que não sabe e não vai entender”, ressaltou.

‘Diabetes emocional’
Segundo a avó, Leo já apresentava sinais da doença quando morava com Marília. Ruth conta que a médica pediu um exame para diagnóstico depois que o menino teve uma convulsão.

De acordo com a médica endocrinologista Lanna Gomes, não existe uma classificação para ‘diabetes emocional’ em si, mas que situações de estresse intenso podem sim desencadear em um diagnóstico.

De acordo com Ruth, Léo já lamentou ter que fazer sempre as medições e pergunta se “não vai sarar um dia”, mas ela diz que todos os processos já são automáticos. Até mesmo quando o menino quer comer alguma coisa diferente, como em festinhas de aniversário, já sabem que a insulina precisa ser aplicada e o monitoramento segue durante as refeições.

Fonte: G1

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Saúde

‘Você fica a noite inteira em pé’: consumo exagerado de energéticos aumenta no Brasil e especialistas alertam para riscos

por Redação 16 de junho de 2025

Uma pesquisa aponta que 22% dos brasileiros, especialmente das classes C, D e E, de até 29 anos, consomem energéticos fora de casa. A compra é feita em supermercados, adegas e também de vendedores ambulantes.

Para a faxineira Valeska Nascimento, a bebida ajuda a aproveitar ao máximo as festas.

Marcivan Barreto, líder comunitário na favela de Heliópolis, observa o consumo generalizado do produto entre os jovens, especialmente associado à bebida alcoólica.

De acordo com os médicos, a mistura é um dos principais problemas quando se trata da ingestão de energéticos.

Isso porque uma das principais substâncias das bebidas energéticas é a cafeína, um estimulante que começa a fazer efeito minutos depois de consumido.

A cafeína em excesso é o que faz o coração bater mais rápido, o que pode provocar palpitações e aumentar a pressão arterial. Além disso, ela também mexe com o cérebro.

Em fevereiro, o excesso de energético levou o ator e empresário Rafael Zulu ao hospital.

A alta ingestão da bebida causou em Zulu um quadro conhecido como fibrilação atrial, quando o coração bate fora do compasso. Em alguns casos, o problema pode se agravar, levando a uma trombose ou a um AVC.

Para o empresário, foram quatro dias de internação.

Em nota, a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR), esclarece que os energéticos são atualmente vendidos em mais de 175 países pelo mundo.

No Brasil, eles são regulamentados pela Anvisa, que determina que os rótulos tenham a quantidade de ingredientes, dentro dos limites permitidos, e as seguintes advertências:

“Crianças, gestantes, nutrizes, idosos e portadores de enfermidades devem consultar o médico antes de consumir o produto.”
E que “não é recomendado o consumo com bebida alcoólica”.

Fonte: FANTÁSTICO

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Saúde

Fim de semana tem UBS abertas e vacinação em supermercados

por Redação 6 de junho de 2025

Neste fim de semana, o programa Saúde Toda Hora segue facilitando o acesso da população de Guarulhos aos serviços de saúde com a ampliação da vacinação contra gripe e febre amarela em quatro supermercados da cidade, das 9h às 15h, no sábado (7) e no domingo (8). Além disso, quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS) estarão abertas no sábado, das 8h às 16h, para atendimentos básicos.

Os supermercados que receberão os pontos de vacinação foram escolhidos estrategicamente para atender moradores das quatro regiões de saúde de Guarulhos. A imunização será realizada no Assaí Atacadista (Região I – Centro), no Sonda Supermercados, no bairro Vila Rio (Região II – Cantareira), no Barbosa Supermercados, no São João (Região III – São João/Bonsucesso), e no Supermercados Nagumo, no Parque Jurema (Região IV – Pimentas/Cumbica).

A população que estiver nesses locais poderá aproveitar a ida às compras para se imunizar. Basta apresentar um documento oficial com foto e a caderneta de vacinação, fundamental no caso de crianças, para conferência do esquema vacinal, lembrando que as vacinas contra a gripe e a febre amarela estão disponíveis para pessoas a partir dos seis meses de idade.

Já nas UBS Vila Barros, Jardim Primavera, Jardim Fortaleza e Parque Jandaia, que abrirão no sábado, além da vacinação, a população poderá contar com serviços como testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C, aferição de pressão arterial e glicemia (com solicitação médica), curativos e dispensação de medicamentos. Consultas médicas e coleta de Papanicolau também serão oferecidas mediante agendamento prévio, que pode ser feito diretamente na unidade ou pelo aplicativo Saúde Guarulhos: bit.ly/3E13Wek.

Serviço

UBS abertas neste sábado (07), das 8h às 16h
UBS Vila Barros: rua Carlos Korkischko, 425, Vila Barros
UBS Jardim Primavera: rua Gama, 72, Parque Primavera
UBS Jardim Fortaleza: rua Hilário Pires de Freitas, 166, Jardim Fortaleza
UBS Parque Jandaia: rua Porto Alegre, 446, Parque Jandaia

Vacinação em supermercados (sábado (7) e domingo (8), das 9h às 15h):
Assaí Atacadista: avenida Antônio de Souza, 300, Centro;
Sonda Supermercados: avenida Benjamin Harris Hunicutt, 3.250, Vila Rio de Janeiro;
Barbosa Supermercados: estrada Guarulhos Nazaré, 3.055, São João; e
Supermercados Nagumo: avenida Jurema, 1.065, Parque Jurema.

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Saúde

Léo, filho de Marília Mendonça e Murilo Huff, usa sensor para monitorar diabetes

por Redação 5 de junho de 2025

Com apenas cinco anos de idade, Leozinho, filho de Marília Mendonça e Murilo Huff, passou a usar um sensor para monitorar as diabetes. Na época da morte da mãe, em 2021, Dona Ruth revelou que o menino adoeceu e desenvolveu diabetes.

Nos últimos dias, viralizou uma imagem de Léo usando um sensor para monitorar a doença. No clique ele aparece ao lado de sua babá exibindo o aparelho em um dos braços. Implantado sob a pele, ele mede a glicose no líquido intersticial, e envia os dados para um receptor. Dessa forma, é possível acompanhar as variações da glicose.

Leozinho foi diagnosticado com diabetes tipo 1, quando o sistema imunológico ataca as células que produzem insulina no pâncreas.

Recentemente, Dona Ruth, mãe de Marília Mendonça, emocionou ao relembrar uma conversa que teve com o neto após ele falar que estava sentindo saudade de sua mãe. Emocionada, ela revelou que tratou o assunto com muito cuidado e falou ao pequeno:

  • Ela deixou uma mãe para você, que sou eu, e um filho pra mim, você. Então vamos abraçar, que aí a gente mata a saudade dela?. Aí ele vem, me abraça e esquece.

Fonte: estrelando

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Saúde

Mulher culpa peido do namorado por infecção rara causada por bactéria intestinal

por Redação 26 de maio de 2025

Uma influenciadora digital afirma ter sofrido por sete anos com uma infecção sinusal causada por uma situação inusitada: um peido do ex-namorado em seu rosto. O caso, que viralizou nas redes sociais, é visto com ceticismo por especialistas, que questionam a conexão entre o evento e a infecção.

Christine Connell relatou que, após uma cirurgia no tornozelo, estava deitada em um quarto de hotel quando seu ex-parceiro soltou uma flatulência diretamente em seu rosto. Desde então, ela teria enfrentado dores faciais persistentes, congestão nasal e infecções recorrentes nos seios da face.

Após anos de consultas médicas e exames sem diagnóstico conclusivo, uma cultura nasal revelou a presença da bactéria Escherichia coli (E. coli). O micróbio é geralmente encontrado no intestino e é raro que apareça em infecções no nariz. Christine associou a infecção ao incidente com o namorado, sugerindo que a bactéria teria sido transmitida pela flatulência.

O relato da influenciadora viralizou nas redes sociais. Após compartilhar a história inusitada, Christine se dedica a publicações sobre sua rotina de higiene nasal.

No entanto, Franklin Joseph, especialista ouvido pelo The Sun, expressou ceticismo quanto à relação direta entre o peido e a infecção. Ele explicou que gases intestinais não transmitem bactérias e sugeriu que a infecção poderia ter origem em complicações pós-cirúrgicas ou exposição hospitalar.

Apesar das dúvidas médicas, o relato de Christine ganhou destaque nas redes sociais, gerando discussões sobre cuidados de higiene e saúde. A influenciadora reconheceu que outras causas poderiam estar envolvidas, mas manteve sua versão dos fatos.

Fonte: r7

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Saúde

Médico do SUS flagrado em casa no horário de trabalho é demitido pela Prefeitura de Taubaté

por Redação 16 de abril de 2025

O médico flagrado em casa em horários em que deveria estar trabalhando na rede pública de saúde de Taubaté foi demitido pela prefeitura. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (15).

O pediatra Marcelo Lopes de Carvalho foi flagrado ao menos seis vezes em casa durante o expediente, por uma equipe da Rede Vanguarda, no início deste ano. Ele saía do posto no meio do expediente para ir pra casa. Ou seja, trabalhou bem menos do que as 20 horas semanais para as quais foi contratado.

Após a denúncia, exibida pelo Link Vanguarda em fevereiro, a Prefeitura de Taubaté exonerou do cargo a gestora de atenção primária à saúde, responsável por todas as unidades de saúde da atenção básica da cidade, e instaurou uma sindicância para apurar a conduta do médico.

Durante a investigação, o médico ficou afastado do trabalho, mas continuou recebendo salário.

Depois de 67 dias, a investigação foi concluída e a prefeitura decidiu demitir o médico.

No diário oficial, a prefeitura justificou a decisão pela demissão com base na Lei Complementar 01/90, que determinam quais são os deveres do servidor e o que é proibido que o servidor faça.

O administração municipal argumentou que no artigo 255 é estabelecido que é dever do servidor público exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo; observar as normas legais e regulamentares; e manter conduta compatível com a moralidade administrativa.

Ainda no documento, a prefeitura também destacou que o artigo 256 da lei proíbe o servidor de ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato; valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública; e proceder de forma desidiosa.

Após os flagrantes, a Rede Vanguarda abordou o médico duas vezes no posto de saúde em que ele trabalhava, mas o pediatra não quis dar entrevista. Depois, em contato por telefone, mas ele também não quis se manifestar.

O g1 conseguiu falar com a família dele, que não quis se manifestar ou passar os contatos do pediatra ou dos advogados. O espaço segue aberto e a reportagem será atualizada caso ele se manifeste.

Flagrantes
O médico pediatra que atendia na Unidade Básica de Saúde e foi flagrado em casa no horário de trabalho, por pelo menos seis vezes desde o início deste ano.

Segundo o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, do Ministério da Saúde, Marcelo Lopes de Carvalho, que é servidor da Prefeitura de Taubaté há quase 20 anos, deveria cumprir carga horária de 20 horas por semana, trabalhando na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Jardim Mourisco.

Desde janeiro, porém, os repórteres Rauston Naves, Wilson Araújo e Eduardo Marcondes acompanharam a rotina de trabalho do médico e descobriram que ele tem cumpria carga horária bem menor.

A escala de trabalho disponível na recepção da UBS mostrava que o funcionário público deveria atender a população na unidade em dois dias da semana: quarta-feira, das 7h às 20h, e quinta-feira, das 7h às 14h.

Apesar disso, as imagens mostram que, pelo menos desde o início deste ano, o médico ia até a UBS, ficava cerca de uma hora, voltava para casa e só aparecia na UBS novamente em parte do expediente.

Dia 15 de janeiro (quarta-feira):

O médico Marcelo Lopes de Carvalho chegou para mais um dia de trabalho na UBS do bairro Jardim Mourisco, às 6h50
Pouco tempo depois, ele deixou o local às 8h10
A reportagem seguiu o carro do médico e descobriu que ele foi para casa, em um condomínio em Tremembé, a cerca de quatro quilômetros da UBS em que trabalha
Depois, a reportagem voltou à UBS e não viu o médico aparecer mais por lá

Dia 16 de janeiro (quinta-feira):

O médico chegou à UBS às 6h56 e foi embora às 7h59
Mais uma vez, a reportagem seguiu o caminho percorrido pelo médico e viu ele passando pela portaria do condomínio
Às 8h11, o carro do médico já estava guardado na garagem
Às 12h28, o médico saiu de casa e voltou para a UBS
14h15 – quando ainda faltavam cerca de duas horas para o fim da jornada naquele dia -, Marcelo foi embora novamente

Dia 22 de janeiro (quarta-feira):

Marcelo chegou ao trabalho às 6h55
Às 8h48, o portão automático da casa em que o médico mora já estava aberto para entrada do carro dele

Dia 23 de janeiro (quinta-feira):

O funcionário público chegou para trabalhar 6h58
Ele deixou o postinho pouco tempo depois, às 8h10
Novamente, a reportagem confirmou que ele passou a manhã em casa e voltou para a UBS no início da tarde, por volta de 12h40
Cerca de duas horas depois, às 14h28, o médico foi embora

Dia 29 de janeiro (quarta-feira):

Mais uma vez, a cena se repetiu – o médico chegou na UBS às 6h52 e foi embora às 8h41
De novo, ele voltou para os atendimentos no começo da tarde, às 12h27, mas foi embora pouco mais de uma hora depois, às 13h42

Os longos períodos em casa, durante a jornada de trabalho, foram flagrados seis vezes pela reportagem, nas últimas quatro semanas.

O que o médico alega?
No dia 6 de fevereiro, Marcelo Lopes de Carvalho chegou na UBS às 6h53 e foi embora cerca de uma hora depois, quando a reportagem da TV Vanguarda o abordou.

Repórter: Doutor Marcelo:
Médico: Sim
R: Eu sou da TV Vanguarda. O senhor já terminou o plantão?
M: Não, não. Eu vou ver um negócio ali na… na… no outro posto lá
R: Ah, tá. Porque a gente esteve acompanhando durante alguns dias. A gente viu que o senhor sempre sai nesse horário.
M: Tá. Então tá bom.
R: Então queria ver se o senhor sempre sai nesse horário.
M: Tá. Então tá bom.
R: Aí queria ver se o senhor aceita falar com a gente.
M: Não, depois eu falo tá bom querido?
R: Que o expediente vai até que horas? Já terminou o expediente?

Horas depois da abordagem, o médico voltou ao posto de saúde e fez atendimentos. A reportagem voltou e pedir explicações, mas ele não quis gravar:

Repórter: Doutor, o senhor aceita falar com a gente?
Médico: Falar sobre o que?
R: É que durante um mês a gente acompanhou a rotina do senhor. E a gente viu que o senhor não cumpriu o horário aqui. Eu queria saber o porquê.
M: (inaudível). Fala com a minha chefia.
Investigação da prefeitura
As imagens que mostram o profissional da saúde fora do postinho no horário de trabalho foram apresentadas à Prefeitura de Taubaté.

O secretário de Governo e Relações Institucionais, Antônio Carlos Ozório, que tomou posse no começo do ano, esclareceu que a UBS não conta com sistema de telemedicina – em que as consultas poderiam ser feitas à distância.

Na época em que a prefeitura abriu ai investigação, o órgão informou à reportagem que nenhuma das ausências flagradas foi justificada pelo médico.

O Ministério da Saúde informou que o acompanhamento a atuação do médico é uma atribuição do município.

“Caso seja identificado o descumprimento dos deveres do profissional, orientamos a oficializar a referida denúncia no OuvSUS ou Denasus, órgãos responsáveis para receber manifestações sobre os serviços e atendimentos prestados pelo SUS, mediante avaliação independente e objetiva”, diz a nota.

Fonte: G1

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Saúde

Pacientes que ficaram cegos em mutirão de catarata rejeitam indenização de R$ 50 mil oferecida pelo Estado

por Redação 1 de abril de 2025

Pacientes que ficaram cegos ou com sequelas após um mutirão de catarata em Taquaritinga (SP), em outubro do ano passado, recusaram recentemente a proposta de indenização oferecida pelo Estado de São Paulo.

Segundo eles, cada uma das 13 vítimas receberia R$ 50 mil, valor considerado abaixo do que já foi pago em outras decisões judiciais. Um pedido de pensão vitalícia aos pacientes afetados foi negado.

Em fevereiro, quatro meses após o ocorrido, uma advogada que representa cinco pacientes afetados disse ao g1 que o Estado estava condicionando o ajuizamento das indenizações administrativas à desistência de processos judiciais na esfera cível, ou seja, as vítimas deveriam desistir de ações antes de saberem o valor proposto pela indenização administrativa.

À EPTV, afiliada da TV Globo, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) informou, por meio de nota, que atua para viabilizar a indenização dos pacientes, independentemente da ação judicial.

” Este procedimento administrativo possibilita o pagamento de uma indenização de uma forma mais rápida do que ocorre em juízo”.

Sem poder trabalhar, o pintor Carlos Augusto Rinaldi disse que espera há quase seis meses por uma solução.

A empresária Priscila Xavier Verone, sobrinha de uma das vítimas, também reclama da falta de acordo com os responsáveis.

“A gente não sabe o que falta mais. A Santa Casa de Franca já assumiu o erro, o AME já assumiu, e a família que está pagando o pato. Se já foi assumido, o que está faltando? A gente está perdido. Tudo que está pedindo pra ser feito, a gente faz. E aí? A gente está de mão atada, não foi aceito o acordo que propuseram pra gente e eles [os pacientes] estão sem atendimento nenhum, sem auxílio nenhum”.

Filha da dona de casa Francisca dos Reis Pereira, a técnica em enfermagem Luciana Garcia diz que não tem tido apoio do AME.

“O pessoal de Taquaritinga em si, os que fizeram a lesão neles em si, não teve apoio nenhum. É um colírio aqui, outro colírio ali, mas é só”.

Após o mutirão, Francisca precisou ser submetida a um transplante de córnea por conta da gravidade do problema.

“Eu estou transtornada, sinceramente. Estou sem chão, mexeu com meu psicológico, é como se tivesse ceifado metade da minha vida”.

Procurada pela EPTV, a Secretaria de Estado de Saúde informou que todas as receitas são atendidas conforme prescrição médica e ainda disse que todos os pacientes estão em acompanhamento no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

Receitas médicas não têm colírios suficientes
Além do impasse nas indenizações, os pacientes também reclamam que as receitas médicas não consideram a quantidade de colírios suficiente e eles têm recebido menos medicamento do que o necessário para passar os meses até uma próxima consulta.

“A entrega do colírio virou uma política danada. Agora toda vez que a gente vai precisar desse colírio, a gente vai ter de ter uma consulta no H. Como é que o pessoal vai fazer pra ir toda semana pegar uma receita no HC em Ribeirão Preto? Não tem como. Tem gente que não está conseguindo sair da cidade, não tem ajuda nada”, diz Carlos.

Angela Xavier tem uma receita para três colírios até julho, quando foi marcado o retorno dela para o tratamento. Segundo a sobrinha, um frasco dura dez dias.

“Até lá, não tenho receita. O pessoal do AME de Taquaritinga mandou um comunicado pra gente via WhatsApp, que a partir daquele momento eles seguiriam a receita médica que estaria ali. Só que é de uso contínuo, estava escrito um frasco e eles me entregaram um frasco. Os próximos remédios, eles entregariam com uma nova receita”, diz Patrícia.

Fonte: G1

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São PauloSaúde

Idosa é picada por dezenas de formigas encontradas em leito de hospital particular de Sorocaba, diz família

por Redação 6 de março de 2025

A família de uma idosa de 70 anos, que está internada em um hospital particular de Sorocaba (SP), relata que encontrou diversas formigas no leito da paciente depois da idosa relatar um mal estar. A família diz que a paciente sofreu dezenas de picadas dos insetos.

Ao g1, a filha de Rosa Maria Vaz de Paula disse que visitou a mãe no hospital na quinta-feira (27). Quando chegou no quarto, Caina de Paula diz que encontrou muitas formigas na roupa de cama do leito da paciente.

“Ela se queixou de falta de ar e disse que o corpo dela parecia estar pinicando. Fui correndo para o hospital, achando que tinham dado alguma medicação errada e que ela estava em uma crise alérgica. Quando eu cheguei, estava o lençol no chão e uma pessoa da equipe médica me disse que minha mãe estava cheia de formigas. Até dentro da bolsa de colostomia dela eu encontrei formigas”, diz a filha.

Caina chegou a gravar um vídeo mostrando as formigas espalhadas pelo lençol que estava na cama hospitalar de Rosa. Na segunda-feira (3), ela foi ajudar a mãe a tomar banho no hospital e encontrou diversas manchas vermelhas espalhadas pelo corpo da idosa.

“Nas costas, nas nádegas, vários pontos vermelhos que parecem picadas. Fiquei com muita dó.”

A filha relata também que a idosa recebeu alta médica na sexta-feira (28), um dia após encontrar as formigas no leito hospitalar, mas que ao chegar em casa, Rosa começou a ter um sangramento.

“Umas quatro horas depois de chegarmos em casa, começou a vazar os pontos da cirurgia que ela fez. Aí eu tive que levar ela de volta para o hospital e ela foi internada novamente. Até um médico que estava de plantão viu o caso dela e disse que era um absurdo terem dado alta.”

Segundo Caina, uma equipe médica visitou a idosa na tarde de segunda-feira (3) e receitou antialérgicos e a aplicação de pomadas à paciente.

“Desde que começou a tomar a medicação, ela está sem dor e sem coceira no corpo. A intenção de relatar a situação é para que isso não volte a acontecer com mais ninguém”, afirma.

Conforme a filha, a idosa permanece internada e deve passar por uma nova cirurgia nesta quarta-feira (5), após complicações da primeira cirurgia.

“Com certeza tem relação com o sangramento que ela teve. Não deveriam ter dado alta”.

O que diz o hospital
Em nota, o hospital NotreCare Sorocaba, administrado pela empresa NotreDame Intermédica, informou que assim que a equipe assistencial tomou conhecimento da situação, tomou as medidas necessárias de forma imediata.

“Durante toda a internação, a paciente esteve sob os cuidados de uma equipe multidisciplinar, recebendo acompanhamento contínuo e assistência adequada. A alta hospitalar foi concedida com segurança, seguindo todos os protocolos médicos. A empresa segue em contato com a família, oferecendo suporte e permanecendo à disposição para quaisquer esclarecimentos.”

Fonte: G1

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