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Segurança

Segurança

Padrasto vira principal suspeito por envenenamento de jovem em São Bernardo do Campo, e polícia vai pedir prisão preventiva

por Redação 16 de julho de 2025

A Polícia Civil vai pedir a prisão preventiva de Ademilson Ferreira dos Santos, padrasto de Lucas da Silva, de 19 anos. Segundo a polícia, ele é o principal suspeito pelo envenenamento do jovem, que está internado em estado grave.

Lucas foi internado em estado grave após comer um bolinho de mandioca no bairro Alvarenga, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, na sexta-feira (11). Antes, a família suspeitava somente da tia de Lucas, Cláudia Perreira dos Santos Daliessi. Ela segue como investigada. Só o jovem passou mal.

De acordo com a delegada Liliane Doretto, titular do 6º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, foi o próprio Ademilson quem preparou e serviu os pratos às vítimas no dia em que Lucas passou mal. Em seu segundo depoimento à Polícia Civil, o padrasto apresentou contradições e inconsistências que reforçaram as suspeitas de que ele teria agido de forma premeditada.

A polícia já ouviu a tia de Lucas, que negou ter colocado qualquer substância na comida. Ela afirmou apenas estar afastada da família, mas que não há desavenças graves. A mulher vai prestar depoimento novamente na tarde desta terça-feira (15).

Os investigadores estiveram nas duas casas — na do jovem e na da tia — para coletar amostras da massa dos bolinhos e dos ingredientes usados. O material foi encaminhado para perícia.

Bolinho envenenado
O jovem e os pais dele comeram o presente enviado e, em seguida, jantaram. Cerca de meia hora depois, ele passou mal e precisou ser socorrido com a ajuda de um vizinho à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) União.

Com sintomas que levantaram suspeita de intoxicação, Lucas foi levado a uma Unidade de Pronto Atendimento. A equipe médica acionou a Guarda Municipal ao suspeitar de envenenamento. A Polícia Civil, então, iniciou uma investigação.

O rapaz foi transferido para o Hospital de Urgência, onde está internado em leito de terapia intensiva. Segundo a Prefeitura de São Bernardo, o estado de saúde dele é estável, com suporte ventilatório e vigilância neurológica.

“O paciente evoluiu com necessidade de realização de hemodiálise e são aguardados resultados de exames que identifiquem o que ocasionou esse quadro”, informou a administração em nota.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

PMs não sabiam que câmeras corporais estavam gravando ao executarem suspeito rendido em operação em Paraisópolis

por Redação 15 de julho de 2025

Os policiais militares que atiraram no suspeito já rendido que acabou morrendo durante uma operação na noite de quinta-feira (10), na favela de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, não sabiam que a gravação das câmeras corporais estava ativada naquele momento.

A informação foi confirmada pela Polícia Militar na manhã desta terça-feira (15). A análise das imagens gravadas foi fundamental para determinar as prisões de dois dos agentes que participaram da ação, segundo o coronel Emerson Massera, chefe da comunicação da PM.

Os agentes usavam o modelo novo de câmeras corporais, em que a gravação tem que ser ativada. De acordo com o coronel, uma das câmeras foi acionada por um dos policiais — não se sabe ainda qual —, ativando automaticamente, via bluetooth, as demais. O mecanismo de ativação funciona para todas as câmeras que estiverem em um raio de 20 metros.

O modelo permite que a gravação seja acionada também pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). “Mais de 90% das ocorrências atendidas são originadas no Copom, e os policiais já vão para elas com as câmeras acionadas”, afirma Massera. “O policial não consegue desligar a câmera se quiser fazer isso.”

Em Paraisópolis, a câmera corporal de um dos quatro policiais militares gravou o momento em que um deles atira contra um homem já rendido. Após a execução, houve protesto marcado por vandalismo, e um outro suspeito foi morto.

Nas imagens, é possível ver ao menos três policiais entrando no quarto onde os suspeitos estavam.

Assim que realizam os disparos, os PMs gritam: “As COP, as COP, as COP”. COP é a sigla para câmeras operacionais portáteis, ou seja, as câmeras corporais utilizadas nas fardas dos agentes.

As câmeras foram acionadas depois dos disparos. Porém, o sistema possui um recurso de retroação em 90 segundos. Assim, foram registradas as imagens do que ocorreu um minuto e meio antes do acionamento.

Dessa forma, foi possível analisar o que as câmeras captaram na hora dos tiros. Igor Oliveira foi baleado quatro vezes. Ele não estava armado e já tinha sido rendido.

As imagens desmentiram a versão oficialmente apresentada pelos policiais após a ocorrência — eles haviam relatado troca de tiros com os suspeitos, o que não se confirmou pelas gravações.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que “dois policiais militares foram presos em flagrante por homicídio doloso, após as imagens das câmeras corporais — utilizadas por todos os agentes — demonstrarem que eles efetuaram disparos contra um suspeito já rendido. Outros dois PMs também foram indiciados, por apresentarem versões incompatíveis com as imagens registradas”.

O homicídio doloso (quando há intenção de matar) será investigado em um inquérito que tem prazo de 20 dias e poderá ser prorrogado por mais 40 dias. Ao final da investigação, as imagens das câmeras corporais serão liberadas.

Os quatro suspeitos estavam fugindo e tinham entrado na casa de um morador que não tinha qualquer envolvimento com a ação quando a polícia chegou. Com eles, foram apreendidas três armas de fogo, carregadores, drogas, dinheiro e celulares.

Três homens que também estavam na casa foram presos. Dois deles não tinham passagens criminais.

Massera ressaltou que a corporação não compactua com erros de policiais e que foi determinada uma apuração rigorosa sobre o episódio. “Foram condutas criminosas”, acrescentou. “Reconhecemos nosso erro e os policiais já estão sendo responsabilizados e vão responder por isso”, disse. Segundo ele, “houve o erro do policial, não falta de treinamento ou preparo”.

Protesto após execução
Após a morte de Igor, moradores da região promoveram um protesto que ficou marcado por tumulto. Um grupo de pessoas foi flagrado atacando ao menos cinco motoristas nos arredores da Avenida Giovanni Gronchi, no Morumbi, bairro vizinho à comunidade.

Durante as manifestações, uma pessoa foi presa e outra foi morta. O nome da vítima é Bruno Leite, de 29 anos.

O Globocop, da TV Globo, registrou com exclusividade homens armados com pedaços de madeira e pedras arremessando objetos contra veículos nas ruas do entorno da favela. Um dos carros chegou a ser empurrado e tombado. O grupo fugiu com a chegada das viaturas da PM.

Foram quase quatro horas de tumulto. Um sargento da Rota foi baleado no ombro e está fora de perigo, mas terá de passar por cirurgia. Três viaturas foram danificadas.

O que diz a Secretaria da Segurança Pública
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que o caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

“A equipe da unidade já recebeu as imagens das Câmeras Operacionais Portáteis (COPs), utilizadas pelos policiais militares envolvidos na ocorrência, que estão sendo analisadas para contribuir com o esclarecimento dos fatos”, disse.

Acrescentou ainda que “dois policiais militares foram presos em flagrante por homicídio doloso, após as imagens das câmeras corporais — utilizadas por todos os agentes — demonstrarem que eles efetuaram disparos contra um suspeito já rendido. Outros dois PMs também foram indiciados, por apresentarem versões incompatíveis com as imagens registradas”.

A pasta afirmou que “as prisões e os indiciamentos foram realizados pela Polícia Judiciária Militar, responsável pelo acesso imediato às gravações das COPs, no âmbito do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado paralelamente à investigação conduzida pela Polícia Civil”.

Fonte: G1

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Segurança

Suspeitos morrem baleados após invadir casa de idosos e render vítimas na Zona Sul de SP

por Redação 14 de julho de 2025

Dois homens suspeitos de invadirem a casa de um casal de idosos morreram baleados na madrugada deste sábado (13), no Jardim Ângela, na Zona Sul de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, os corpos foram encontrados na frente do imóvel, com marcas de tiros. Ainda não se sabe quem atirou contra a dupla.

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados via Copom para atender a uma ocorrência de disparos de arma de fogo. Ao chegarem à residência, encontraram os dois suspeitos caídos no chão e feridos.

O resgate foi acionado, mas as mortes foram constatadas no local. Os homens foram identificados como Guilherme Beringuel Xavier e Douglas Mendes dos Santos. Guilherme tinha passagem na polícia por roubo e Douglas por furto.

O casal relatou à polícia que três homens invadiram a casa armados e exigiram dinheiro, obrigando os dois a realizarem transferências bancárias via PIX. Eles ainda contaram que os assaltantes começaram a vasculhar os cômodos da casa e também levaram dinheiro em espécie.

As vítimas também disseram que ouviram barulho de telhas, indicando que os ladrões estavam fugindo pela janela, quando ouviram disparos vindo do lado de fora da casa, não sabendo quem teria atirado contra os suspeitos.

Investigação
Os três filhos do casal, sendo dois homens e uma mulher, moram em frente ao imóvel e foram ouvidos pela polícia.

A filha alegou que estava dormindo, quando ouviu forte barulho vindo da casa dos pais. Ao abrir a porta, encontrou dois homens caídos e feridos. Na sequência, chamou um dos seus irmãos.

Um dos filhos contou à polícia que estava em sua casa, próxima ao local, quando também ouviu o som de telhas quebrando e, logo depois, vários disparos de arma de fogo vindos da rua.

Ao sair para verificar, se deparou com os dois suspeitos baleados na frente da casa dos pais. Ele correu até o imóvel e encontrou o pai amarrado.

Segundo boletim de ocorrência, um homem se apresentou como irmão do Guilherme, um dos mortos, e disse que havia recebido a informação de quem havia atirado contra a dupla poderia ser alguém da família dos idosos.

Após a verificação do local de homicídio, as equipes policiais se dirigiram ao interior da casa. Não foi constatado arrombamento na porta de metal com acesso ao imóvel pela rua, mas os policiais encontraram o quarto revirado, com objetos espalhados e móveis quebrados.

Além disso, uma sacola de papel contendo dinheiro foi encontrada e entregue a um dos filhos das vítimas, que acompanhou a vistoria.

De acordo com o delegado Eder Vulczak, do 47º Distrito Policial, o caso foi registrado como roubo e homicídio. Foram requisitados exames necroscópico, toxicológico e coleta de eventual material genético. “As investigações prosseguem para esclarecer as circunstâncias do ocorrido”, afirmou.

Fonte: G1

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Segurança

Após ação da PM com morte em Paraisópolis, grupo ataca motoristas no Morumbi, Zona Sul de SP

por Redação 11 de julho de 2025

Um grupo de pessoas foi flagrado atacando ao menos cinco motoristas nos arredores da Avenida Giovanni Gronchi, no bairro do Morumbi, Zona Sul de São Paulo, na noite desta quinta-feira (10). O ataque ocorreu após uma ação da Polícia Militar em Paraisópolis que terminou com um homem morto e três presos.

Por volta das 21h40, a PM confirmou que um policial militar da Rota e um suspeito tinham sido baleados e levados para hospitais da região.

Segundo a TV Globo apurou, a PM foi acionada por volta das 16h após uma denúncia de que havia armamento pesado na Rua Rudolf Lotze.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os policiais apreenderam três armas de fogo, carregadores, drogas, dinheiro e celulares durante a abordagem. Um suspeito de 24 anos morreu no local após trocar tiros com os agentes. O policiamento foi reforçado na região.

Momentos depois da ação, o Globocop, da TV Globo, registrou com exclusividade homens armados com pedaços de madeira e pedras arremessando objetos contra veículos nas ruas do entorno da favela. Um dos carros chegou a ser empurrado e tombado. O grupo fugiu com a chegada das viaturas da PM. Ainda não há confirmação sobre pessoas feridas.

Por volta das 19h, havia ao menos 20 focos de incêndio nas ruas do entorno de Paraisópolis, incluindo a Avenida Giovanni Gronchi (altura do número 3.501), na Praça Moacir Nicodemus e na Rua Doutor Flávio Américo Maurano.

Em entrevista ao SP2, o coronel Emerson Massera, chefe da comunicação da PM, disse que equipes policiais foram acionadas para intensificar o policiamento na região.

“Acionamos equipes do Baep, Choque, Rota e COE atuando na região. Reforçamos a segurança no entorno para prevenir novos crimes e proteger os acessos à comunidade, com o objetivo de manter a ordem. Os atos praticados são criminosos, ações de vândalos, sem sentido ou propósito. Eles tentam provocar a Polícia Militar para forçar um confronto”, ressaltou.

Massera também destacou a relação dos atos com a ação em Paraisópolis. “Entendemos que o protesto começou após uma ação da Rocam, que verificava uma denúncia de uma casa-bomba e se comprovou a denúncia. Quatro criminosos tentaram fugir. Houve troca de tiros. Um criminoso acabou morto e três foram presos ilesos. Foi encontrada grande quantidade de droga, armas carregadores. Mas tivemos nessa ação resistência por parte dos suspeitos”, afirmou.

E completou: “Bom destacadar que todos os policiais envolvidos estavam com as câmeras corporais ativas. Foi uma ação legítima desses policiais e como retaliação, os criminosos estão provocando esse tumulto e atos de vandalismo. A PM está com presença bastante forte, mas enquanto isso, orientamos que a população evite circular pela região”.

Prisões
Segundo apuração da GloboNews, dois dos três presos na ação em Paraisópolis eram foragidos da Justiça por roubo, e um deles não havia retornado da saída temporária em 18 de março de 2024, informou a PM.

Já o homem que morreu era Igor Oliveira de Moraes Santos, de 24 anos. Ele foi detido três vezes antes de completar 18 anos por ato infracional análogo a tráfico de drogas.

Fonte: G1

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Segurança

Recurso do Google que permite PM bloquear celular roubado à distância começa a ser usado em SP; entenda

por Redação 8 de julho de 2025

O aplicativo Google Localizador, que permite bloquear remotamente celulares Android roubados ou furtados, começou a ser usado pela Polícia Militar em todo o estado de São Paulo.

No dia 10 de junho, o Google anunciou, durante o Google For Brasil (evento anual no mercado nacional), que a PM de SP teria acesso a uma função antirroubo no Android para ajudar vítimas a bloquear o celular rapidamente.

No evento, a empresa de tecnologia explicou que a medida fazia parte de um acordo entre o Google e a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC) da PM de SP.

A ferramenta de bloqueio pode ser acessada pelos donos dos aparelhos até mesmo pelo computador. Mas a ideia da parceria com a PM é que a vítima não precise esperar chegar em casa nem dependa de outra pessoa para fazer o bloqueio após o furto ou roubo. Ainda na rua, ela poderá acionar a PM para isso.

Com o aplicativo instalado no tablet da corporação, o policial consegue, dentro da viatura, bloquear a tela do aparelho da vítima, rastrear a localização, emitir um alarme e até apagar todos os dados, se necessário.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a nova tecnologia está apta para 80% dos celulares registrados no estado de São Paulo, que precisam ter ativadas as funções de rastreamento e bloqueio (veja abaixo como ativar).

Para os outros 20%, conforme a SSP, a função ainda não está disponível, mas o policial pode acionar a localização do celular e emitir um alarme sonoro.

Devoluções
Nesta segunda-feira (7), em uma nova etapa do projeto da Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram entregues 43 aparelhos celulares que foram roubados ou furtados.

Eles foram recuperados após o cruzamento de dados dos boletins de ocorrência com as informações das operadoras de telefonia. Na capital paulista, 824 vítimas já foram notificadas. Mais de 270 compareceram às delegacias, e pelo menos 100 celulares já foram devolvidos aos donos pela polícia.

O que torna tudo isso possível é ter o número do IMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel, em português) e registrar o boletim de ocorrência o quanto antes.

Com isso, o aparelho entra automaticamente no sistema da polícia. Quando ele for reativado por outra pessoa, mesmo semanas depois, a polícia é avisada e consegue rastreá-lo.

De janeiro a maio deste ano, o estado de São Paulo registrou 110 mil roubos e furtos de celulares, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Uma queda de 4% em relação ao mesmo período do ano passado. Na capital, foram mais de 68 mil ocorrências, uma queda de 1%.

Para a SSP, 5 mil crimes foram evitados com ações de prevenção, como o bloqueio imediato dos aparelhos pelas equipes, nas viaturas.

“O mais importante de tudo é que, quando a pessoa for vítima de furto, ela registre o boletim de ocorrência e tenha o IMEI. O conjunto dessas 3 iniciativas visam coibir cada vez mais o número de roubos e furtos, tornando cada vez mais difícil a vida do criminoso”, afirmou o secretário Guilherme Derrite.

Confira abaixo qual é o passo a passo para essa devolução:

O que fazer se seu aparelho foi furtado ou roubado
Se já tiver registrado a ocorrência, o próximo passo é aguardar ser contatado pela polícia, caso seu celular esteja entre os recuperados;
Não registrou a ocorrência? Então faça o BO pela delegacia eletrônica, que pode ser acessada neste link;
Informe, no BO, o número de Imei do aparelho, sigla em inglês para “Identidade Internacional de Equipamento Móvel”), uma espécie de “RG” que identifica cada celular. Isso é primordial;
Se não tiver com o número do Imei na hora que fizer o BO, procure na caixa do aparelho ou entre em contato com a operadora, que tem essa informação. O sistema operacional das principais fabricantes (Google, Apple ou Samsung) também ajuda a descobrir o número em poucos passos, como você pode conferir neste link;
Quando estiver com o Imei, entre novamente no site da delegacia eletrônica e complemente o BO;
Mantenha os dados pessoais atualizados no boletim de ocorrência, pois eles serão usados em uma eventual devolução.
O que a Polícia Civil faz quando recupera um celular
O aparelho primeiro passa por um processo de identificação do Imei;
Em alguns casos, quando o celular está bloqueado, com a tela quebrada ou tenha algum outro motivo que não permita o acesso, o departamento de inteligência faz uma perícia para tentar identificar o código;
Depois, os investigadores pesquisam nos sistemas da SSP se existe algum boletim de ocorrência registrado para aquele número de Imei;
Após esse cruzamento de dados, escrivães entram em contato com as vítimas para agendar a devolução do celular de forma segura. O primeiro caminho é avisar pelos números de telefone informados no BO. Se não conseguirem encontrar a pessoa desta forma, vão até o endereço notificá-la.

Fonte: G1

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PCC

MP descobre que chefe do PCC foragido há mais de 10 anos frequentava apartamento de luxo no Tatuapé

por Redação 8 de julho de 2025

Imagens de câmeras de segurança apreendidas por promotores de Justiça que combatem o crime organizado revelaram que Silvio Luiz Ferreira, o Cebola, um dos chefes do PCC, foragido há mais de 10 anos, frequentava um apartamento de luxo no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.

O imóvel, avaliado em R$ 3,7 milhões, está em nome da AHS Empreendimentos e Participações, do advogado Ahmed Hassan Saleh, o Mude, alvo de duas operações de grande envergadura no ano passado — a Fim da Linha, que apurava o envolvimento do PCC em empresas de ônibus, e a Tacitus, sobre o assassinato de Vinícius Gritzbach.

As imagens que mostram o chefe do PCC foram gravadas no dia 5 de abril de 2024, entre 17 e 18 horas. Na ocasião, Cebola estava acompanhado de Ahmed e da mulher dele, aparentemente para acompanhar a finalização do imóvel, segundo os promotores.

As imagens do dia 8 de abril de 2024, véspera da Operação Fim da Linha, por exemplo, mostram a mulher de Ahmed e uma mulher não identificada descarregando utensílios domésticos novos e um homem não identificado realizando a limpeza dos vidros do apartamento.

O que diz a defesa de Cebola
O advogado Anderson Minichillo, que faz a defesa de Cebola disse que o imóvel nunca foi do seu cliente e que ele esteve no local para sabe de seus processos.

“O imóvel nunca foi do meu cliente, inclusive desde a compra, todo o projeto de arquitetura foi direcionado as particularidades e gosto do advogado Ahmed, dono do imóvel. Silvio esteve no local para assinatura de procuração e saber dos andamentos de seus processo, pois há época era cliente do Dr. Ahmed. Conheceu o imóvel neste dia e nunca residiu nele”, disse.

Quem é Cebola
Silvio Luiz Ferreira, o Cebola, tem 45 anos e está foragido desde 2014, quando foi beneficiado por um habeas corpus. No ano passado, ele foi um dos alvos da Operação Fim da Linha do MP, suspeito de controlar a UPBus, empresa de ônibus que operava linhas na Zona Leste da capital paulista.

Durante a operação, os policiais apreenderam na casa dele dois fuzis, uma submetralhadora, cinco pistolas e um revólver, além de centenas de munições.

Cebola está condenado a 14 anos de prisão. Também é réu num processo por lavagem de dinheiro e associação criminosa, suspeito de movimentar mais de R$ 1 bilhão do PCC entre 2018 e 2019.

Fonte: G1

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Segurança

Suspeito de ferir passageira com pedrada em ataque a ônibus é preso em SP

por Redação 7 de julho de 2025

A Polícia Civil prendeu, na noite deste domingo (6), um homem suspeito de ser o responsável por atirar uma pedra em um ônibus e ferir uma passageira no último dia 27, na avenida Washington Luiz, zona sul de São Paulo.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o suspeito foi identificado e preso por policiais da 6ª Disccpaat (Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio), do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).

A mulher de 31 anos ficou ferida por estilhaços do vidro quebrado pela pedrada.

Uma câmera instalada no interior do veículo mostrou quando o coletivo foi atingido pela violência do ataque. A mulher estava no primeiro banco do lado direito do ônibus, mexendo no celular, quando o vidro estourou em cima dela. O smartphone acabou jogado para o meio do corredor. Desesperada, a passageira colocou a mão no rosto e começou a gritar. Ela continuou no lugar até o motorista parar o veículo.

Segundo a polícia, guardas-civis municipais que atenderam a a ocorrência foram informados pelo motorista que a pedra foi lançada do lado direto próxima a porta.

A passageira acabou socorrida à UPA Vila Santa Catarina. Ele chegou a descer do veículo para tentar identificar o agressor, mas ele já havia fugido do local.

Ao todo, quatro pessoas foram detidas nos últimos dias, por suspeita de depredarem ônibus na Grande São Paulo.

A primeira detenção foi de um adolescente em Cotia, na região metropolitana. No sábado (5), dois homens haviam sido presos em flagrante após danificarem coletivos em Pirituba e Santo Amaro, nas zonas oeste e sul, respectivamente — uma passageira ficou ferida e foi socorrida para o Hospital Taipas.

Seu quadro de saúde não foi informado.

Somente na cidade de São Paulo, oito ônibus foram depredados entre sábado e a manhã desta segunda-feira (7), de acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade e Urbana Transporte e a SPTrans, estatal que gerencia o transporte coletivo municipal.

Desde o 12 de junho, quando os ataques começaram, as empresas operadoras relataram que 269 ônibus do sistema municipal foram depredados. “Os atos aconteceram de forma distribuída por todas as regiões da cidade”, diz a secretaria.

Na manhã da última quinta-feira (3), a Polícia Militar anunciou a implantação da Operação Impacto — Proteção a Coletivos. Ela será realizada até o próximo dia 31 em áreas com mais incidências de vandalismo no estado. Ao todo estão sendo mobilizados 3.641 viaturas e 7.890 PMs.

De acordo com a Polícia Civil, 60% dos ataques estão concentrados na zona sul, com destaque para as avenidas Cupecê, Washington Luís e Vereador João de Luca.

Em entrevista coletiva na manhã desta quinta, o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), afirmou que, por ora, a Polícia Civil descarta a participação do crime organizado nas ações.

As ações criminosas, conforme a Polícia Civil, são coordenadas e, geralmente, acontecem a partir das 22h.

Os investigadores apuram se os atos surgem a partir de desafios marcados pela internet, mas ainda não encontraram evidências disso no monitoramento de plataformas digitais e redes sociais.
Segundo o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, o perfil dos vândalos é de pessoas jovens.

Fonte: jornaldebrasilia

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Segurança

Após tentativa de assalto, PM mata por engano homem que saía do trabalho, diz Polícia Civil; vítima levava na bolsa livro e marmita

por Redação 7 de julho de 2025

Um policial militar foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (4) após matar por engano, com um tiro na cabeça, um homem que havia acabado de sair do trabalho, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo. O PM teria confundido a vítima, Guilherme Dias Santos Ferreira, de 26 anos, com um criminoso. Segundo a Polícia Civil, há indícios de que ele não tinha envolvimento com a tentativa de assalto que motivou a reação do PM.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o policial afirmou pilotar motocicleta pela Estrada Ecoturística de Parelheiros quando foi abordado por suspeitos armados que tentaram roubar sua moto.

O PM, então, reagiu com disparos e, durante a confusão, Guilherme foi baleado e morreu no local. Uma mulher de 26 anos que passava pelo local também foi atingida por um disparo e socorrida. No boletim não há informações sobre o estado de saúde dela.

Ainda segundo o BO, três motos foram apreendidas, e outro homem, que trabalha na mesma empresa em que Guilherme e também saía do trabalho, foi detido, mas liberado após prestar depoimento.

Testemunhas e colegas de trabalho afirmam que a vítima saiu do trabalho às 22h28 — cerca de sete minutos antes do crime, ocorrido às 22h35. Guilherme teria sido atingido enquanto corria em direção ao ponto de ônibus. Um funcionário da empresa onde ele trabalhava apresentou imagens com registro do ponto eletrônico que confirmam o horário de saída (vídeo acima).

O próprio Guilherme havia publicado no Status do WhatsApp foto do relógio de ponto à saída do trabalho.

Um amigo dele ouvido pela TV Globo, que não quis se identificar, contou que Guilherme tinha se casado recentemente, fez aniversário na semana passada e era “um rapaz incrível, inteligente e cheio de sonhos”.

Segundo o boletim de ocorrência, foram encontrados com a vítima carteira, celular, remédios, livro, marmita, talheres e itens de higiene. Não havia nenhuma arma de fogo. Na versão atualizada do BO, após contato de amigos de Guilherme com a Polícia Civil apresentarem indícios de que ele estava saindo do trabalho na hora da ocorrência, ele deixou de ser classificado como “envolvido” e passou a ser considerado “vítima”.

A Polícia Civil afirma que, com base nas provas iniciais, “Guilherme não seria um dos criminosos e se aproximava com relativa pressa para se dirigir ao ponto de ônibus, situado cerca de 50 metros do local onde foi atingido”.

O BO informa que o PM “provavelmente acreditou que se tratava de um dos criminosos que o haviam abordado” e que o policial deve ter agido por erro de “percepção”, o que afasta a hipótese de legítima defesa. Por isso, foi autuado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A arma usada — uma pistola Glock calibre .40 pertencente à Polícia Militar — foi apreendida.

A fiança foi definida em R$ 6.500 e paga por um representante do policial, que foi solto após o registro da ocorrência. Segundo a Polícia Militar, ele vai responder pelo crime em liberdade.

A investigação segue com apoio da perícia técnica, que vai analisar os estojos de munição recolhidos no local e demais evidências.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que “um policial militar de 35 anos foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (4) após atirar e matar um homem de 26 anos na Estrada Ecoturística de Parelheiros, na zona sul de São Paulo. O PM reagiu a uma tentativa de roubo praticada por um grupo de motociclistas efetuando disparos para dispersar os suspeitos. Na sequência, ainda no local, o policial viu um homem se aproximando e atirou novamente. O homem, no entanto, não tinha relação com a ocorrência”.

Ainda de acordo com o comunicado, “o policial foi autuado por homicídio culposo, pagou fiança estabelecida nos termos do artigo 322 do Código de Processo Penal (CPP), e responderá ao processo em liberdade. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Polícia Militar acompanha o inquérito”.

Fonte: G1

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Segurança

Homem é esfaqueado e morre em briga na Avenida Ipiranga, no Centro de SP, após ser confrontado por tentar matar cachorros

por Redação 3 de julho de 2025

Uma briga entre dois homens causou uma morte na Avenida Ipiranga, na República, por volta de 11h desta quarta-feira (2).

De acordo com a GCM (Guarda Civil Metropolitana), o homem que morreu estava com uma faca com o intuito de matar cachorros na Praça da República, no Centro de São Paulo.

Foi, então, repreendido por um rapaz de 25 anos, que começou a discutir com ele. Os agentes da GCM foram acionados por moradores.

Segundo os policiais civis, o homem corria pela via sendo perseguido pelo rapaz, que o alcançou e desferiu dois golpes de faca em seu peito.

A vítima caiu já inerte. Uma ambulância que passava pelo local prestou atendimento, e a médica constatou o óbito. O Samu foi acionado e confirmou a morte.

Prisão em flagrante
O rapaz de 25 anos foi preso em flagrante no local por homicídio, de acordo com nota da SSP (Secretaria de Segurança de São Paulo).

A faca foi apreendida, bem como o celular e o carregador da vítima, que ainda não foi identificada.

Testemunhas disseram que eles são moradores da região. O caso foi registrado como homicídio e ameaça pelo 2º Distrito Policial (Bom Retiro), que requisitou perícia.

Fonte: G1

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Segurança

Adolescente de MT que mantinha relacionamento com menor do RJ também planejava matar os pais, diz delegado

por Redação 1 de julho de 2025

As investigações da Polícia Civil apontaram que a adolescente de 15 anos envolvida em um relacionamento virtual com o garoto de 14 anos que confessou ter matado os pais e o irmão de 3 anos também planejava assassinar os próprios pais. Ela foi apreendida em Água Boa (MT) nesta segunda-feira (30).

O delegado responsável pelo caso, Matheus Soares Augusto, informou que a menina foi uma “grande incentivadora” para que o adolescente praticasse o crime em Itaperuna (RJ) no dia 20 deste mês. Ela foi identificada e ouvida na última quinta-feira (26).

Segundo as investigações, os dois se conheceram por meio de um jogo online e o crime pode ter sido motivado por dois fatores: a proibição dos pais do garoto ao relacionamento virtual e o interesse financeiro do jovem, que queria usar R$ 33 mil do FGTS do pai para viajar e encontrar a namorada.

Os corpos foram encontrados na quarta-feira (25), quando os policiais foram até a casa da família e sentiram um forte cheiro vindo do local.

Entenda o caso
Um adolescente de 14 anos foi apreendido pela Polícia Civil na quarta-feira após confessar que matou os pais e o irmão mais novo no sábado (21) passado. Segundo a polícia, ele demonstrou frieza durante o depoimento e disse que “faria tudo de novo”.

A polícia informou que o adolescente cometeu o crime porque os pais, de 45 e 37 anos, eram contra um relacionamento virtual que o garoto mantinha com a adolescente que mora em Mato Grosso.

Ainda de acordo com a polícia, o adolescente esperou os pais dormirem, pegou a arma escondida debaixo da cama, e atirou na família. A arma era registrada no nome do pai, que tinha autorização como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).

Após confessar o crime, ele foi apreendido em flagrante e conduzido à 143ª DP. Ele vai responder por ato infracional análogo a triplo homicídio e ocultação de cadáver. O caso será encaminhado ao Ministério Público.

Fonte: G1

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