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Segurança

Segurança

Homem armado assalta motorista em semáforo na Zona Sul de SP; crime ocorre em plena luz do dia

por Redação 23 de abril de 2024

Um homem foi flagrado na manhã desta segunda-feira (23) assaltando um veículo parado em um semáforo no bairro do Paraíso, na Zona Sul de São Paulo.

O flagrante aconteceu na Rua Abílio Soares e foi registrado por um motorista que estava bem atrás do carro alvo do criminoso

No vídeo, é possível ver o ladrão empunhando uma arma prateada em direção ao motorista.

Ele pede os pertences da vítima e coloca nos bolsos.

Na sequência, o suspeito esconde a arma dentro da mochila e sai andando tranquilamente pela rua, sem perceber que estava sendo filmado.

A ação aconteceu em plena luz do dia, sem a presença de nenhum policial nas redondezas.

O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública de SP (SSP) para saber se houve registro da ocorrência, mas não recebeu retorno.

Pelo vídeo, é possível ver que o criminoso roubou celulares e relógio da pessoa que pilotava o carro.

A Rua Abílio Soares pertence à área do 36º Distrito Policial, da Vila Mariana.

Fonte: G1

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Segurança

Médico é encontrado morto dentro de casa em São Bernardo do Campo; polícia prendeu um suspeito

por Redação 22 de abril de 2024

A polícia prendeu, no sábado (20), um suspeito de participar da morte do médico Aurélio Tadeu de Abreu, de 48 anos. O médico foi encontrado morto dentro da própria casa na sexta-feira (19), no bairro Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

“A Polícia Militar atendeu a ocorrência e encontrou a vítima sem vida no chão da sala da sua residência. No local, também foi constatado que seu veículo havia sido roubado”, afirmou a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), em nota.

Segundo o boletim de ocorrência, ao qual a TV Globo, teve acesso, o homem estava com as mãos amarradas atrás do corpo e com uma corda no pescoço.

Imagens mostram suspeitos entrando e saindo da casa
Uma sequência de vídeos registrados por circuitos de segurança na rua da casa do médico, obtida pela TV Globo, mostra a movimentação em frente à residência na noite de quinta-feira (18). Assista acima.

As imagens vão das 20h28 às 23h13.

Primeiro, às 20h28, um carro para em frente à casa e uma mulher com blusa rosa desce do banco do passageiro e entra no imóvel do médico.
Às 20h45, a mesma mulher aparece novamente, dessa vez acompanhada de Aurélio, que veste um par de calças amarela e uma camiseta regata preta. Eles abrem o portão da garagem, o médico tira seu carro e tranca o portão, ambos entram no veículo e saem da visão da câmera.
O retorno à casa não demora, e os dois retornam juntos às 21h07, quando Aurélio abre o portão, estaciona o carro e tranca o portão com uma corrente. A mulher é rosa pode ser vista saindo do carro e seguindo para dentro da casa.
Vinte minutos depois, dois homens, um com moletom branco com listras, e outro com moletom de cor escura, chegam a pé até o imóvel e permanecem em frente à calçada por pelo menos sete minutos, entre as 21h23 e as 21h30.
As imagens seguintes já são das 23h13, quando a mulher de rosa e o homem de moletom escuro abrem o portão e saem andando calmamente.
O homem com o moletom listrado retira o carro de Aurélio de ré, sai do carro, retorna para tentar fechar o portão, e arranca com o veículo, que aparenta ter vários objetos dentro, chegando a bater no portão da casa, que é deixado aberto.

Suspeito já foram identificados, diz polícia
O caso foi registrado no 2º Distrito Policial de São Bernardo do Campo. Segundo a SSP-SP, na sexta-feira (19) um suspeito de 29 anos foi preso e confessou participação no roubo seguido de morte.

O carro usado para levar a mulher até a casa foi localizado com o suspeito.

De acordo com a secretaria, “o indiciado confessou ter praticado o roubo seguido de morte e mostrou o local onde havia descartado o veículo roubado. Com ele foram apreendidos dois celulares, cinco pneus e algumas roupas”.

A TV Globo também teve acesso a um depoimento da mulher, que tem 30 anos e é natural de São Bernardo do Campo, coletado neste domingo (21). Segundo o documento, ela identificou o primeiro suspeito já preso e também um segundo suspeito, de 34 anos, ainda foragido. Após o depoimento dela, a polícia pediu à Justiça a prisão temporária dela e do terceiro suspeito.

Fonte: G1

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Segurança

Delegado é afastado de caso do Porsche após críticas e por cobrar que PM entregue imagens de câmeras corporais de acidente

por Redação 19 de abril de 2024

O delegado Nelson Alves foi afastado nesta quinta-feira (18) do inquérito que investigava as causas e eventuais responsabilidades pelo acidente com o Porsche, que deixou uma pessoa morta e outra ferida no mês passado, na Zona Leste de São Paulo. Ele foi transferido do 30º Distrito Policial (DP), Tatuapé, para o 81º DP, Belém.

A mudança foi confirmada nesta sexta-feira (19) ao g1 pelo próprio delegado. Entretanto, ele disse desconhecer os motivos do afastamento e da transferência. “Ninguém sabe, só cumpro ordens”, comentou Nelson.

O Inquérito do caso do Porsche ainda não foi concluído. Quem assume a investigação é o delegado Milton Burguese, que estava no 81° DP. Ele também irá presidir outros inquéritos contra o crime organizado.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) negou o afastamento e disse que “ocorreu uma mudança administrativa” na qual o delegado Milton Burguese foi para o 30° DP “por ter experiência em apurações de crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro.”

“A unidade vem desenvolvendo investigações complexas contra membros de uma facção criminosa que atua em várias regiões do Estado, motivo pelo qual se faz necessária a experiência do delegado citado. A investigação sobre a morte do motorista de aplicativo foi conduzida pelo delegado Nelson Alves e está em fase final para ser relatado à Justiça”, diz o texto.

O g1 e a TV Globo apuraram que o afastamento do delegado da investigação e sua transferência foram decididas por seus superiores hierárquicos. E que ele deixa a investigação após críticas feitas ao seu trabalho na condução do inquérito.

A defesa dos investigados no caso chegou a informar no processo judicial que vazaram informações sigilosas do inquérito à imprensa. O caso está em segredo de Justiça.

Além disso, Nelson havia solicitado à Polícia Militar que entregasse as imagens das câmeras corporais que os agentes usaram para gravar o atendimento e socorro às vítimas da batida.

O pedido foi reforçado na Justiça no início de abril, pelo delegado Marcos Casseb, titular do 30°DP, e foi feito porque a PM ainda não entregou as gravações das body cams dos policiais militares que atenderam a ocorrência.

Por causa do acidente, Ornaldo foi socorrido por uma ambulância dos Bombeiros, mas morreu com diversas fraturas e parada cardiorrespiratória ao chegar no hospital.

O amigo do empresário, o estudante Marcus Vinicius Machado Rocha, que estava no banco do carona do Porsche, quebrou quatro costelas, passou por duas cirurgias (para retirada do baço e colocação de drenos nos pulmões) e ficou duas semanas internado até ter alta do hospital.

Fernando teria tido um corte na boca, mas não passou por nenhum atendimento médico. Segundo os agentes da PM, que atendiam a ocorrência, a mãe do motorista do carro de luxo havia dito que levaria o filho a um hospital, mas não o fez. Os policiais militares liberaram o empresário sem fazer o teste do bafômetro nele, que poderia confirmar se ele havia tomado bebida alcoólica.

Marcus e a namorada dele contaram à Polícia Civil que Fernando havia bebido antes de dirigir. O motorista do Porsche e a namorada deste negaram que o empresário tenha bebido quando foram ouvidos na delegacia que investiga o caso.

As filmagens são importantes para ajudar os investigadores a esclarecer algumas dúvidas, como, por exemplo, se foi mesmo a PM que liberou Fernando para deixar o local do acidente sem fazer o teste do bafômetro. E ainda se o empresário tinha sinais de embriaguez, como disseram algumas testemunhas.

Sobre as body cams da PM, a Secretaria da Segurança Pública respondeu “as imagens serão fornecidas, como de costume, para a análise da Polícia Civil. As investigações do caso seguem em andamento, sob segredo de Justiça.”

O acidente foi gravado por câmeras de segurança (veja vídeo acima). Segundo testemunhas, o empresário também dirigia o Porsche em alta velocidade. O limite para a via é de 50 km/h.

Fernando se apresentou dias após o acidente no 30º DP. Ele foi indiciado pela Polícia Civil por homicídio por dolo eventual (por ter assumido o risco de matar Ornaldo), lesão corporal (por ter ferido Marcus) e fuga do local do acidente (para não fazer o teste do bafômetro).

À polícia, o empresário disse ter guiado “um pouco acima do limite” e negou ter fugido do local do acidente.

Apesar de a Justiça ter negado dois pedidos da Polícia Civil para prender Fernando, ela determinou que ele pagasse uma fiança de R$ 500 mil (para garantir futuros pagamentos de pedidos de indenizações à família de Ornaldo e a Marcus), além de suspender a carteira de motorista dele e obrigá-lo a entregar o passaporte na Polícia Federal (PF).

A defesa de Fernando alega que o acidente foi uma “fatalidade”. Procurada nesta quinta para comentar os depoimentos de Marcus e da namorada dele, a advogada Carine Acardo Garcia respondeu que “nos parece que a informação foi de que ingeriram drinque muitas horas antes do acidente”.

“Um sentimento de injustiça gigantesco dentro de mim”, escreveu em seu Instagram, Luam Silva, filho do motorista por aplicativo Ornaldo, morto no acidente.

Fonte: G1

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Segurança

Após 2 dias preso, professor negro acusado de roubo no litoral é solto pela Justiça; escola diz que ele dava aula na capital na hora do crime

por Redação 19 de abril de 2024

Após passar dois dias preso, o professor de educação física Clayton Ferreira Gomes dos Santos deixou na tarde desta quinta-feira (18) a delegacia na Zona Sul de São Paulo.

À TV Globo, ele afirmou que a sensação de ter sido preso é “muito ruim”. “Você vê passar na televisão e acha que não vai acontecer com você. Aí, quando vem a realidade, você acaba caindo em si e aí você para e pensa: ‘Pô, o que eu fiz de errado?'”

O educador de 40 anos estava detido na cadeia do 26º Distrito Policial (DP), Sacomã, desde terça (16), após ser acusado pela Polícia Civil de participar do roubo de uma idosa em Iguape, município do litoral paulista, no ano passado. Ele afirma ser inocente.

A Justiça de São Paulo atendeu o pedido da defesa do professor, e concedeu, na quarta (17), um habeas corpus para libertá-lo.

Clayton disse também que não conhecia a cidade. “Nunca fui, nem sabia onde ficava Iguape.”

A vítima havia reconhecido o professor, que é negro, por meio de uma fotografia. Depois disso, a investigação conseguiu um mandado judicial de prisão temporária contra ele no final de 2023.

Além disso, a escola onde ele trabalhava à época informou que o educador estava dando aulas na capital paulista no momento em que os crimes aconteceram. Sendo, portanto, impossível estar ao mesmo tempo em dois lugares distantes 200 quilômetros um do outro.

“Concedo a liminar pretendida e determino a expedição de alvará de soltura”, continuou o magistrado, que argumentou que, nesse caso, o reconhecimento fotográfico não poderia ter sido a única prova para que a polícia pedisse à Justiça a prisão de um suspeito.

Professor foi reconhecido por foto

A vítima do sequestro e roubo em Iguape é uma aposentada de 73 anos que havia reconhecido Clayton na polícia da cidade litorânea, por fotografia, como uma das três pessoas que roubaram R$ 11 mil dela em 31 de outubro de 2023 na Avenida Adhemar de Barros, no Centro.

Mas, de acordo com a Escola Estadual Deputado Rubens do Amaral, na Zona Sul de São Paulo, Clayton estava dando aulas de educação física no mesmo horário e dia em que ocorreram os crimes. A escola fica na Rua Filipe Cardoso, no Jardim da Saúde.

Além do diretor da escola, a defesa e a família dele também alegam que o educador é inocente e que sua prisão foi ilegal (saiba mais abaixo).

Clayton não dá mais aulas nessa escola, na capital, que fica distante a mais de 3 horas de viagem do local no litoral onde a idosa contou ter sido abordada por um homem e duas mulheres que estavam num Chevrolet Celta preto. O motorista era um homem negro, de acordo com a vítima. Ela se identificou como sendo parda.

Segundo a aposentada, os sequestradores obrigaram-na a entrar no veículo. Depois a levaram até uma agência bancária, onde mandaram fazer dois saques, nos valores de R$ 5 mil e R$ 6 mil.

Em seguida, os bandidos, de acordo com a idosa, disseram para depositar o dinheiro na conta de uma das mulheres da quadrilha. Mais tarde, o grupo roubou seus cartões de banco e a abandonou em uma rodovia.

Professor trabalhava na hora do crime

Segundo o diretor de escola Vilson Sganzerla, Clayton trabalhou no dia 31 de outubro de 2023 no horário em que ocorreram os crimes.

O diretor encaminhou para a defesa de Clayton uma cópia da ficha de ponto do professor na data em que ele foi acusado de ter cometido sequestro e roubo em Iguape.

Advogado cita preconceito

Clayton é professor atualmente da Escola Estadual Maria José, na Bela Vista, Centro de São Paulo. Segundo seu advogado, Danilo Reis, o cliente e uma das mulheres foram reconhecidos pela vítima por fotografias apresentadas a ela pela polícia de Iguape.

O advogado não sabe como a foto de Clayton foi parar no banco de imagens mostradas pela polícia à vítima. “Ele nunca teve passagens criminais anteriores”, afirmou Danilo.

O advogado suspeita até da possibilidade de que alguém ainda não identificado possa ter usado a foto e documentos de seu cliente de maneira criminosa para prejudicá-lo.

A pedido da polícia de Iguape, e com a concordância do Ministério Público (MP) da cidade, a Justiça local decretou a prisão temporária de Clayton em 17 de novembro de 2023.

Danilo não soube informar se a outra mulher identificada pela vítima por foto foi presa também. “Só posso dizer que Clayton não conhece essa outra suspeita, nunca a viu. Ele sequer esteve em Iguape antes. Foi acusado pela polícia de dirigir o carro usado nos crimes, mas ele não tem nem carteira de habilitação. Não sabe dirigir e só usa transporte público.”

“Nunca praticou qualquer ato ilícito e principalmente por fisicamente ser impossível estar em dois lugares ao mesmo tempo, agravando-se ainda mais por tratar-se de comarcas distintas e de distâncias consideráveis”, informa o pedido da defesa de Clayton no habeas corpus.

No entendimento da defesa, o professor está passando por “constrangimento ilegal” por causa da “injusta prisão”.

“São pessoas honestíssimas, trabalhadoras, íntegras. É revoltante”, disse a advogada Luana Barros, que defende os interesses do casal na esfera cível.

Policiais prenderam professor em delegacia

Segundo Maria Claudia Gomes, esposa de Clayton, ele foi preso após atender um pedido da polícia para comparecer ao 26º DP, Sacomã, na Zona Sul.

A mulher contou que seu marido recebeu uma carta na portaria do prédio em que moram, na capital, para ir à delegacia esclarecer informações que ele dera num boletim de ocorrência eletrônico que fez do furto de seu celular. Clayton não conseguiu reaver o aparelho furtado.

“Como que pode um inocente ter que provar que ele é inocente? Só no nosso país acontece isso de um inocente ter de provar que é inocente. A pessoa fica apavorada, sem saber de nada”, falou a esposa do professor.

O que diz a SSP

Procurada para comentar o assunto, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) respondeu que a investigação e a prisão de Clayton foi legal e que também apura se ele participou de outro roubo.

“A Polícia Civil esclarece que a prisão do homem citado foi realizada com mandado expedido pelo Poder Judiciário. Uma mulher de 73 anos, vítima de um roubo no valor de R$ 11 mil em outubro/23, reconheceu fotograficamente o homem em depoimento assinado em juízo. O mesmo homem também é investigado por um crime semelhante em setembro/23, no qual ele e uma mulher constam como beneficiários de uma transferência via PIX no valor de R$ 20 mil”, informa nota da SSP.

Após investigações, ele foi preso na manhã de terça-feira (16), na zona sul da Capital, e encaminhado para audiência de custódia, quando teve a prisão mantida pela Justiça. Posteriormente, a defesa dele solicitou um Habeas Corpus, que foi aceito. A decisão levou em conta o fato dele ter residência e empregos fixos. A Corregedoria da Polícia Civil segue à disposição para apurar qualquer denúncia sobre possíveis irregularidades.”

O que diz a defesa
A defesa do professor diz desconhecer a outra investigação.

“A defesa de Clayton Ferreira Gomes dos Santos vem, por meio desta, declarar que até o presente momento desconhece qualquer investigação anterior originária à prisão realizada, tampouco teve acesso às informações prestadas em nota oficial da Polícia Civil, e que de imediato, independentemente da liberdade concedida, Clayton irá colaborar com o que for necessário para prestar esclarecimentos em qualquer investigação em andamento, por ser o principal interessado na resolução desta situação mediante a comprovação de sua inocência.”

Fonte: G1

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Segurança

Polícia encontra 1 tonelada de cocaína durante buscas por PM desaparecido em Guarujá

por Redação 18 de abril de 2024

Policiais civis do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) encontraram, na quarta-feira (18), 1 tonelada de cocaína em um ferro-velho localizado a 500 m de onde estava o carro do PM Luca Romano Angerami, desaparecido desde o último domingo (14), em Guarujá, litoral de São Paulo.

A PM e a Polícia Civil iniciaram uma força-tarefa para tentar localizar o soldado, visto pela última vez em uma adega, na madrugada de domingo, e que pode ter sido sequestrado por criminosos.

Os investigadores seguiam pistas que indicavam que o militar, de 21 anos, teria sido levado por bandidos para a comunidade do Carangejo. Eles estavam em busca de um barraco próximo à rodovia Cônego Domênico Rangoni, onde o veículo de Angerami foi deixado.

Os cães farejadores que acompanhavam os agentes demostraram agitação ao chegar próximo ao ferro-velho. Os cães se aproximaram de sacos brancos escondidos em um monte de produtos recicláveis.

Havia 1.120 tijolos de cocaína, totalizando 1.080 kg. Agora, os investigadores vão tentar encontrar os responsáveis pela droga.

Fonte: r7

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Segurança

Governador de SP nega retomada da Operação Escudo após soldado desaparecer: ‘não faz sentido’, diz

por Redação 17 de abril de 2024

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), negou que a Operação Escudo, realizada pela PM no litoral paulista, tenha sido retomada.

A informação tinha sido confirmada no dia anterior pelo porta-voz da Polícia Militar (PM), coronel Emerson Massera.

O oficial havia dito que a medida ocorreu após o soldado Luca Romano Angerami, de 21 anos, desaparecer na madrugada de domingo (14) na Baixada Santista.

Mais cedo, em nota, a Secretaria da Segurança Pública havia informado que o policiamento na região foi reforçado, mas não deu nome para a ação.

“Após o desaparecimento do PM Luca Romano, no domingo (14), a PM deflagrou operação na região com o objetivo de identificar e prender os envolvidos. Cerca de 250 policiais foram deslocados para reforçar o policiamento, restabelecer a segurança e auxiliar nas buscas pelo soldado. Um homem de 36 anos foi preso, suspeito de participação no desaparecimento. Nesta terça-feira (16) a PM localizou o corpo de um homem, ainda não identificado, na região do Guarujá. O Corpo de Bombeiros foi acionado e retirou o corpo do local. A perícia foi acionada e as investigações seguem. Não há, no entanto, indícios de que se trate do policial desaparecido.”

A Operação Escudo recebeu diversas críticas de entidades ligadas aos direitos humanos por causa do número de mortes.

Ela foi deflagrada na região em julho de 2023, depois da morte do PM da Rota Patrick Bastos Reis. Na ocasião, o agente foi baleado durante patrulhamento em Guarujá (SP).

Nos 40 dias de duração, segundo divulgado pela Secretaria da Segurança Pública à época, 958 pessoas foram presas e 28 suspeitos morreram em supostos confrontos com policiais.

A ação foi alvo de críticas de especialistas na área de segurança pública e entidades de defesa dos Direitos Humanos por conta dos abusos e da violência policial.

Meses após o encerramento da Escudo, o governou iniciou, em dezembro daquele mesmo ano, uma nova ação no litoral, batizada de Operação Verão.

A segunda operação durou quatro meses e foi encerrada no dia 1° de abril, com 56 mortes de suspeitos em confrontos com a polícia.

Repercussão
As mortes cometidas por PMs subiram em 86% no 1º trimestre de 2024, o segundo ano de mandato do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Além disso, agentes dispararam 188 vezes contra três suspeitos no litoral paulista, assim como noticiou a informação de que uma câmera corporal estava descarregada após confronto com morte na Operação Verão.

Escudo X Verão
Última Operação Escudo em 2023: Foi deflagrada na região após a morte do PM da Rota Patrick Bastos Reis, em julho do ano passado. Na ocasião, o agente foi baleado durante patrulhamento em Guarujá (SP). Nos 40 dias de ação, segundo divulgado pela SSP-SP, 28 suspeitos morreram em supostos confrontos com policiais e 958 pessoas foram presas.

Operação Verão em 2024: foi estabelecida na Baixada Santista em dezembro de 2023. No entanto, com a morte do PM Samuel Wesley Cosmo, em 2 de fevereiro, o estado deflagrou a 2ª fase da ação com o reforço policial na região. A ação durou quatro meses e foi encerrada com 56 mortes de suspeitos em confrontos com a polícia. Segundo a SSP-SP, no total, 1.025 foram presos, sendo 438 deles procurados pela Justiça, além de 47 menores apreendidos.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia prende professor negro acusado de sequestro e roubo no litoral de SP, mas escola diz que ele dava aulas na hora dos crimes

por Redação 17 de abril de 2024

A Polícia Civil da cidade de São Paulo prendeu na manhã desta terça-feira (16) um professor negro acusado de sequestrar e roubar uma idosa em Iguape, município do litoral paulista, por volta das 9h do dia 31 de outubro de 2023. Segundo a vítima, os crimes ocorreram na Avenida Adhemar de Barros, no Centro.

Mas, de acordo com a Escola Estadual Deputado Rubens do Amaral, na Zona Sul de São Paulo, Clayton Ferreira Gomes dos Santos estava dando aulas de educação física no mesmo horário e dia em que ocorreram os crimes. A escola fica na Rua Filipe Cardoso, no Jardim da Saúde.

Além do diretor da escola, a defesa e a família dele também alegam que o educador é inocente e que sua prisão é ilegal (saiba mais abaixo).

Clayton, que tem 40 anos, não dá mais aulas nessa escola, na capital, que fica 200 quilômetros distante do local no litoral onde uma aposentada de 73 anos contou ter sido abordada por um homem e duas mulheres que estavam num Chevrolet Celta preto. O motorista era um homem negro, de acordo com a vítima. Ela se identificou como sendo parda.

Segundo a idosa, os sequestradores obrigaram ela a entrar no veículo. Depois a levaram até uma agência bancária, onde mandaram fazer dois saques, que totalizaram R$ 11 mil.

Em seguida, os bandidos, de acordo com a idosa, disseram para depositar o dinheiro na conta de uma das mulheres da quadrilha. Mais tarde, o grupo roubou seus cartões de banco e a abandonou em uma rodovia.

Professor trabalhava na hora do crime

Segundo o diretor escolar Vilson Sganzerla, Clayton trabalhou no dia 31 de outubro de 2023 no horário em que ocorreram os crimes.

O diretor encaminhou para a defesa de Clayton cópia da ficha de ponto do professor na data de quando ele foi acusado de ter cometido sequestro e roubo em Iguape.

Advogado cita preconceito
Polícia prende professor negro acusado de sequestro e roubo no litoral de SP, mas escola diz que ele dava aulas na hora dos crimes
Clayton dos Santos foi preso nesta terça (16) após idosa reconhecê-lo por foto como sendo o homem que a assaltou em outubro de 2023 em Iguape. Advogado aponta preconceito racial e tenta descobrir como que foto do educador, que não tem antecedentes criminais, foi usada pela polícia.

Professor Clayton Ferreira dos Santos foi preso pela polícia acusado de sequestro e roubo no litoral, mas, segundo a escola, ele dava aulas na capital no momento do crime — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal
Professor Clayton Ferreira dos Santos foi preso pela polícia acusado de sequestro e roubo no litoral, mas, segundo a escola, ele dava aulas na capital no momento do crime — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

A Polícia Civil da cidade de São Paulo prendeu na manhã desta terça-feira (16) um professor negro acusado de sequestrar e roubar uma idosa em Iguape, município do litoral paulista, por volta das 9h do dia 31 de outubro de 2023. Segundo a vítima, os crimes ocorreram na Avenida Adhemar de Barros, no Centro.

Mas, de acordo com a Escola Estadual Deputado Rubens do Amaral, na Zona Sul de São Paulo, Clayton Ferreira Gomes dos Santos estava dando aulas de educação física no mesmo horário e dia em que ocorreram os crimes. A escola fica na Rua Filipe Cardoso, no Jardim da Saúde.

Além do diretor da escola, a defesa e a família dele também alegam que o educador é inocente e que sua prisão é ilegal (saiba mais abaixo).

Clayton, que tem 40 anos, não dá mais aulas nessa escola, na capital, que fica 200 quilômetros distante do local no litoral onde uma aposentada de 73 anos contou ter sido abordada por um homem e duas mulheres que estavam num Chevrolet Celta preto. O motorista era um homem negro, de acordo com a vítima. Ela se identificou como sendo parda.

Segundo a idosa, os sequestradores obrigaram ela a entrar no veículo. Depois a levaram até uma agência bancária, onde mandaram fazer dois saques, que totalizaram R$ 11 mil.

Em seguida, os bandidos, de acordo com a idosa, disseram para depositar o dinheiro na conta de uma das mulheres da quadrilha. Mais tarde, o grupo roubou seus cartões de banco e a abandonou em uma rodovia.

Professor trabalhava na hora do crime
Documento enviado pela escola para advogado de professor mostra que ele deu aulas na capital na hora em que foi acusado de sequestrar e roubar idosa no interior — Foto: Reprodução
Documento enviado pela escola para advogado de professor mostra que ele deu aulas na capital na hora em que foi acusado de sequestrar e roubar idosa no interior — Foto: Reprodução

Segundo o diretor escolar Vilson Sganzerla, Clayton trabalhou no dia 31 de outubro de 2023 no horário em que ocorreram os crimes.

“Ele trabalhou na escola. Eu fiz a declaração. O que afirmei [é] que [Clayton] trabalhou num determinado tempo na escola. Parece sim existir equívoco [na prisão dele]”, falou Vilson nesta quarta ao g1.
O diretor encaminhou para a defesa de Clayton cópia da ficha de ponto do professor na data de quando ele foi acusado de ter cometido sequestro e roubo em Iguape.

Advogado cita preconceito

Clayton é professor atualmente da Escola Estadual Maria José, na Bela Vista, Centro de São Paulo. Segundo seu advogado, Danilo Reis, o cliente e uma das mulheres foram reconhecidos pela vítima por fotografias apresentadas a ela pela polícia de Iguape.

O advogado não sabe como a foto de Clayton foi parar no banco de imagens mostradas pela polícia à vítima. “Ele nunca teve passagens criminais anteriores”, afirmou Danilo.

O advogado suspeita até na possibilidade de que alguém ainda não identificado possa ter usado a foto e documentos de seu cliente de maneira criminosa para prejudicá-lo.

A pedido da polícia de Iguape, e com a concordância do Ministério Público (MP) da cidade, a Justiça local decretou a prisão temporária de Clayton em 17 de novembro de 2023.

Danilo não soube informar se a outra mulher identificada pela vítima por foto foi presa também. “Só posso dizer que Clayton não conhece essa outra suspeita, nunca a viu. Ele sequer esteve em Iguape antes. Foi acusado pela polícia de dirigir o carro usado nos crimes, mas ele não tem nem carteira de habilitação. Não sabe dirigir e só usa transporte público”.

A defesa do professor entrou na Justiça com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) solicitando que a prisão temporária de Clayton seja revogada. A alegação é de que ele não cometeu os crimes porque estava trabalhando.

“Entre esta quarta e quinta-feira [18] algum desembargador do TJ irá analisar o pedido de liminar que pedimos para ele ser solto”, disse Danilo.

Nesta quarta, Clayton passará por audiência de custódia no Fórum Criminal da Barra Funda, Zona Oeste, onde a Justiça deverá manter a prisão dele.

“O juiz da audiência de custódia só verifica se a prisão foi feita de maneira correta pelos policiais, então não caberá a ele revogar essa prisão”, falou o advogado.

No entendimento da defesa, o professor está passando por “constrangimento ilegal” por causa “injusta prisão”.

Policiais prenderam professor em delegacia

Segundo Claudia Gomes, esposa de Clayton, ele foi preso após atender um pedido da policia para comparecer ao 26º Distrito Policial (DP), Sacomã, na Zona Sul.

A mulher contou que seu marido recebeu uma carta na portaria do prédio onde moram na capital para ir à delegacia esclarecer informações que ele havia dado num boletim de ocorrência eletrônico que fez do furto de seu celular. Clayton não conseguiu reaver o aparelho furtado dele.

“Como que pode um inocente ter que provar que ele é inocente? Só no nosso país acontece isso de um inocente ter de provar que é inocente. A pessoa fica apavorada, sem saber de nada”, falou a esposa do professor.

O que diz a SSP

Procurada para comentar o assunto, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) respondeu que a prisão de Clayton seguiu o que a investigação policial apurou e teve a concordância do MP e da Justiça.

Mas informou que qualquer irregularidade da delegacia tem de ser comunicada pelas partes à Corregedoria da Polícia Civil:

“O caso é investigado pela Delegacia de Iguape, que identificou, após trabalho de polícia judiciária, o homem citado como suspeito de um roubo em Iguape, em 31 de outubro de 2023, quando uma mulher de 73 anos teve o valor de R$ 11 mil subtraído. A vítima reconheceu o suspeito e uma mulher como autores do crime.

A autoridade policial da delegacia de Iguapé reuniu o conjunto probatório e representou ao Judiciário pela prisão temporária dos investigados. O MP manifestou parecer favorável ao pedido, que foi concedido pelo juiz. O homem foi preso na manhã da terça-feira (16) após mandado policial, na zona sul da Capital e permaneceu à disposição da Justiça. Qualquer denúncia de irregularidade pode ser notificada à Corregedoria da Polícia Civil.”

Fonte: r7

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Segurança

Suspeito preso confessou envolvimento no assassinato de PM em Guarujá, diz secretaria

por Redação 15 de abril de 2024

A SSP-SP (Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo) informou que um homem detido no domingo (14), durante uma abordagem policial, confessou envolvimento na morte do soldado da PM Luca Romano, de 21 anos, que está desaparecido desde a manhã de ontem, em Guarujá, litoral de São Paulo. O carro dele foi encontrado às margens da rodovia Cônego Domênico Rangoni.

Ao ser levado à delegacia, no entanto, o suspeito, de 36 anos, permaneceu em silêncio e disse que só falaria em juízo. O rastreamento do celular do militar levou equipes ao morro de São Bento, comunidade em Santos, onde as buscas estão concentradas. O delegado Rubens Barazal, que acompanha as investigações, não descarta a possibilidade de ele ter sido executado.

Imagens de um circuito de segurança de uma adega em Guarujá mostram o PM acompanhado de amigos durante sua folga. Essa foi a última vez que ele foi visto.

Romano é filho e neto de policiais civis e tem um irmão gêmeo que também é policial militar.

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Em julho do ano passado, um policial da Rota (batalhão de elite da PM) foi baleado e morto durante um patrulhamento em Guarujá. O crime deu início à operação Escudo, rebatizada de operação Verão.

Entre dezembro de 2023 e março deste ano, 56 civis foram mortos em supostos confrontos com agentes de segurança na região. O desaparecimento do PM ocorre dez dias após o fim de operação Verão na Baixada Santista.

Fonte: r7

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Segurança

Família de homem morto por motorista de Porsche manifesta ‘repúdio e indignação’ com oferta de salário mínimo mensal

por Redação 15 de abril de 2024

A família de Ornaldo da Silva Viana, motorista por aplicativo morto num acidente no mês passado, causado pelo empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, divulgou nota à imprensa para repudiar e demonstrar indignação com a oferta de um salário mínimo mensal feita pelo condutor do Porsche aos parentes da vítima.

“Diante da barbárie a que foi vítima o trabalhador e exemplar pai de família Ornaldo da Silva Viana, a família vem manifestar repúdio e indignação”, informa comunicado escrito pelos advogados José Luiz Sotero dos Santos e Jair Sotero da Silva, que defendem os interesses dos familiares do morto.

A oferta de R$ 1.412 foi feita pelos advogados de Fernando no processo do caso, que segue sob segredo de Justiça. O empresário que dirigia o Porsche não especificou, no entanto, o período que duraria a ajuda financeira.

A defesa de Fernando, que é feita pelos advogados Merhy Daychoum e Carine Acardo Garcia, alegou estar “sensível ao momento” e informou que ficou sabendo, por meio da mídia, que a família de Ornaldo passa por dificuldades financeiras.

Os defensores também disseram que, em outra oportunidade, tentaram contato com os advogados da família da vítima para oferecer “as assistências necessárias”, mas receberam a resposta de que “não era o momento”.

Câmeras gravaram acidente

O carro de luxo guiado por Fernando bateu na traseira do Sandero conduzido por Ornaldo em 31 de março na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, Zona Oeste. O acidente foi gravado por câmeras de segurança (veja vídeo abaixo). A vítima tinha 52 anos.

Segundo testemunhas, o empresário de 24 anos havia tomado bebidas alcoólicas e dirigia o Porsche em alta velocidade. O limite para a via é de 50 km/h.

Marcus Vinicius Machado Rocha, amigo de Fernando, e que estava no banco do carona do carro de luxo, fraturou quatro costelas no acidente. Ele ainda passou por duas cirurgias (para retirada do baço e colocação de drenos nos pulmões). O estudante de medicina tem 22 anos e recebeu alta médica na quinta-feira (11) do hospital onde estava internado.

Ele e sua namorada, que haviam se encontrado antes do acidente com Fernando e a namorada deste num restaurante e depois numa casa de poker, disseram à polícia que o empresário havia bebido.

Fernando foi indiciado por homicídio por dolo eventual (por ter assumido o risco de matar Ornaldo), lesão corporal (por machucar Marcus) e fuga do local do acidente (para não fazer o teste do bafômetro da Polícia Militar (PM), que poderia detectar se ele bebeu e dirigiu).

Empresário nega ter bebido

O empresário negou ter bebido antes de dirigir, e que tenha fugido. Ele se apresentou numa delegacia mais de 38 horas depois do acidente. Alegou ainda que guiava o Porsche “um pouco acima do limite” para a via. A namorada de Fernando também negou que ele tenha bebido.

A mãe de Fernando alegou que a PM havia liberado seu filho para deixar o lugar e ir a um hospital porque ele teria um corte na boca. Ela, no entanto, não o levou para um atendimento.

O 30º Distrito Policial (DP), que investiga o caso, já pediu duas vezes a prisão de Fernando à Justiça, mas ela negou as solicitações. Apesar disso, obrigou o condutor do Porsche a pagar fiança de R$ 500 mil como um valor antecipado para eventuais pagamentos de indenizações às famílias de Ornaldo e para Marcus. O pagamento foi feito na sexta-feira (12) numa conta judicial.

A Justiça também determinou que Fernando não se aproxime do amigo, da família da vítima e das testemunhas. E que ele entregasse o passaporte à Polícia Federal (PF). Além disso, teve a carteira de motorista suspensa provisoriamente.

“A família reafirma a confiança no trabalho da força policial, membros do Ministério Público e Judiciário, em representar os anseios da família e da sociedade, voltando suas atuações para elucidação dos fatos e aplicação de penalidades aos responsáveis de forma exemplar nos termos da lei..”

‘Fatalidade’, diz defesa de motorista

A polícia analisa documentos, comandas de estabelecimentos comerciais por onde o grupo de amigos passou, buscando câmeras de segurança e ouvindo testemunhas para tentar confirmar se Fernando bebeu antes de dirigir. Além disso, pericia as imagens para saber qual era a velocidade do Porsche quando bateu no Sandero.

A defesa de Fernando alega que o acidente foi uma “fatalidade”. Procurada nesta quinta para comentar os depoimentos de Marcus e da namorada dele, a advogada Carine Acardo Garcia respondeu que “nos parece que a informação foi de que ingeriram drinque muitas horas antes do acidente”.

A Corregedoria da Polícia Militar (PM) investiga se os policiais militares falharam no atendimento da ocorrência por não terem feito o teste do bafômetro em Fernando. Sem o exame, não foi possível saber se o motorista do Porsche havia bebido.

“Um sentimento de injustiça gigantesco dentro de mim”, escreveu em seu Instagram, Luam Silva, filho do motorista por aplicativo Ornaldo, morto no acidente.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista de Porsche e amigos beberam 8 drinques de uísque com licor e uma caipirinha antes de acidente que causou morte

por Redação 12 de abril de 2024

O motorista do Porsche, Fernando Sastre, a namorada dele, e mais um casal de amigos consumiram oito drinques de uísque com licor, além de uma caipirinha, antes do acidente que matou um motorista de aplicativo na Zona Leste de São Paulo, no final de março.

O grupo gastou mais de R$ 600 em comidas e bebidas em um restaurante, de acordo com o que consta na comanda de consumo a qual a TV Globo teve acesso. O drinque que mais pediram é feito com uísque, licor, xarope de limão e angostura.

Depois, foram para uma casa de pôquer. A batida aconteceu após deixarem o segundo local frequentado. A polícia analisa a comanda e vídeos para saber se Fernando bebeu nos estabelecimentos.

O amigo de Fernando, Marcus Vinicius Machado Rocha, que estava no banco do passageiro e ficou gravemente ferido, prestou depoimento à polícia nesta quinta horas antes de receber alta.

O g1 e a TV Globo apuraram que um delegado e um investigador que foram ao quarto em que Marcus estava confirmaram que o empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, que dirigia o carro de luxo, tomou bebida alcoólica e acelerou antes de bater na traseira do Sandero de Ornaldo da Silva Viana, que morreu. Ele tinha 52 anos.

Ele estava internado no Hospital São Luiz Anália Franco desde o dia 31 de março. Marcus fraturou quatro costelas, foi entubado e internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e passou por duas cirurgias (para a retirada do baço e colocação de drenos no pulmão).

O 30º Distrito Policial (DP) investiga as causas e eventuais responsabilidades pelo acidente que matou Ornaldo e feriu Marcus gravemente.

Fernando teria tido um corte na boca, mas não foi hospitalizado. O empresário de 24 anos foi indiciado por homicídio por dolo eventual (por ter assumido o risco de matar Ornaldo), lesão corporal (por machucar Marcus) e fuga do local do acidente (para não fazer o teste do bafômetro da Polícia Militar, que poderia detectar se ele bebeu e dirigiu).

O motorista do Porsche já foi interrogado pela investigação e negou ter bebido ou fugido do local. Admitiu, no entanto, que dirigia “um pouco acima do limite” de velocidade para a via, que é de 50 km/h. A namorada de Fernando foi ouvida nesta semana pela polícia e confirmou a versão dele.

Algumas testemunhas, no entanto, contaram no 30º DP que Fernando bebeu “alguns drinques”, tinha sinais de embriaguez, transitava bem acima do limite para a avenida e havia garrafas dentro do carro de luxo.

Uma das pessoas ouvidas pela investigação foi a namorada de Marcus, que é acompanhada pelos mesmos advogados do estudante.

‘Alterado por conta da bebida’

O depoimento de Marcus corroborou o que sua namorada havia dito. O estudante também confirmou que Fernando e as namoradas dos dois amigos haviam se encontrado na noite de 30 de março, quando os quatro tomaram alguns drinques de bebidas destiladas. Depois seguiram para uma casa de pôquer, onde ficaram até o início da madrugada do dia seguinte.

Como Fernando “estava alterado por conta da bebida”, Marcus contou que se ofereceu para ir com o amigo como passageiro para que ele não fizesse “besteira”.

Ainda segundo Marcus, Fernando dirigia de maneira “tranquila”, mas depois “deu uma acelerada” antes de entrar na avenida. Foi nessa via que ocorreu o acidente.

A Polícia Técnico-Científica vai analisar as imagens para determinar qual era a velocidade do Porsche. O laudo será feito pelo Instituto de Criminalística (IC).

O delegado Nelson Alves, titular do 30º DP, perguntou a Marcus se ele se lembrava de como foi a batida do Porsche no Sandero. O estudante contou que “não consegue se recordar de mais nada”, e que “não tem lembranças de como se deu o acidente”.

Marcus contou que se lembra apenas que acordou após a colisão e se recorda de estar deitado no chão e “sentindo dores”. E que ao recobrar a consciência “já estava internado”.

Polícia fala em ‘novidades’ e advogados confirmam versão

O g1 e a TV Globo estiveram nesta quinta em frente ao hospital onde a polícia ouviu Marcus. Na saída, o delegado Nelson disse que não poderia comentar o que o amigo de Fernando havia dito, mas que a imprensa teria “novidades” na investigação.

Ao serem abordados, pela reportagem, os advogados José Roberto Lourenço e Amanda Bessoni Boudox Salgado, que defendem os interesses de Marcus e acompanharam o depoimento dele no hospital, também disseram que não poderiam dar mais detalhes do que seu cliente disse.

Mas confirmaram que ele contou mesmo aos policiais que Fernando tinha ingerido bebida alcóolica antes do acidente.

A polícia pediu imagens das câmeras de segurança dos estabelecimentos para saber se Fernando bebeu nesses locais. Até o momento, nenhum vídeo que mostra o empresário bebendo surgiu na investigação.

A polícia já pediu duas vezes a prisão de Fernando à Justiça, que negou os pedidos. O empresário responde aos crimes em liberdade, mas foi obrigado pela Justiça a entregar o passaporte à Polícia Federal (PF) e pagar uma fiança de R$ 500 mil. Além disso, teve a carteira de motorista suspensa provisoriamente.

A defesa de Fernando alega que o acidente foi uma “fatalidade”. Procurada nesta quinta para comentar os depoimentos de Marcus e da namorada dele, a advogada Carine Acardo Garcia respondeu que “nos parece que a informação foi de que ingeriram drink muitas horas antes do acidente”.

A Corregedoria da Polícia Militar (PM) investiga se os policiais militares falharam no atendimento da ocorrência por não terem feito o teste do bafômetro em Fernando. Sem o exame, não foi possível saber se o motorista do Porsche havia bebido.

A mãe do empresário também prestou depoimento e afirmou que os policiais militares tinham liberado seu filho do local do acidente para ir a um hospital. Mas a mulher não o levou para lá alegando que estava sendo ameaçada pelas redes sociais por causa do acidente causado pelo filho.

“Um sentimento de injustiça gigantesco dentro de mim”, escreveu em seu Instagram, Luam Silva, filho do motorista por aplicativo Ornaldo, morto no acidente.

Fonte: G1

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