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Segurança

Segurança

Namorada nega que motorista do Porsche que causou acidente com morte tenha bebido antes de dirigir

por Redação 11 de abril de 2024

A namorada de Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista do Porsche que causou um acidente com morte no dia 31 de março na Zona Leste de São Paulo, falou por quase duas horas na delegacia que investiga o caso e negou que ele tenha bebido antes de dirigir.

O depoimento dela foi dado nesta terça-feira (9) no 30º Distrito Policial (DP), Tatuapé, que investiga as causas e eventuais responsabilidades pela morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana. Ele dirigia um Sandero, quando foi atingido na traseira pelo carro de luxo na Avenida Salim Farah Maluf. Câmeras de segurança gravaram a batida.

A namorada de Fernando foi depor acompanhada de quatro advogados, que também defendem o namorado dela. Nenhum deles conversou com a imprensa, que aguardava do lado de fora da delegacia. O g1 teve acesso ao depoimento dado pela namorada de Fernando.

Fernando não bebe quando dirige, diz namorada

A Polícia Civil queria saber da jovem se o empresário ingeriu bebida alcoólica, se ele dirigia em alta velocidade e por que ela não quis voltar para casa no carro com ele.

Fernando é suspeito de ter assumido o risco de matar a vítima porque teria consumido bebida alcoólica e dirigia acima do limite de velocidade. Algumas testemunhas contaram que ele bebeu “alguns drinks”, tinha sinais de embriaguez e transitava bem acima dos 50 km/h permitidos para a via.

Mas, diferentemente do que as testemunhas disseram à polícia, a namorada de Fernando contou que ele não ingeriu bebida alcoólica por estar dirigindo o seu Porsche. E que, por namorarem há oito anos, o casal sempre combinou que quando um dos dois beber, o outro não bebe.

Segundo a namorada de Fernando, os dois se encontraram na noite de sábado (30) com um amigo dele, Marcus Vinicius Machado Rocha, e a namorada de Marcus, num restaurante. O casal de amigos estava em outro carro.

A namorada de Fernando também disse que, nesse local, somente ela e Marcus tomaram bebidas alcóolicas. Disse ainda que o motorista do Porsche e a namorada do amigo dele não ingeriram nada com álcool porque os dois estavam dirigindo.

Depois, os quatro amigos saíram do restaurante e seguiram em seus carros até uma casa de pôquer, segundo a namorada de Fernando. Lá, segundo ela, seu namorado não bebeu álcool também, mas jogou. E como ele estava ganhando dinheiro com isso, não queria ir embora. Isso teria provocado uma discussão entre os dois porque ela queria ir para casa.

E, segundo o depoimento, quando decidiram sair da casa de pôquer, essa discussão entre eles continuou, até que ela decidiu não voltar para casa no carro de Fernando. Com isso, o amigo, Marcus, foi para o banco do carona do carro de luxo para ir embora com o amigo. E a namorada do motorista do Porsche acabou entrando no outro carro, que era guiado pela namorada de Marcus.

A discussão descrita acima foi gravada por câmeras de segurança na rua onde fica a casa de pôquer.

Namorada não cita alta velocidade

Essa versão acima, dada pela namorada de Fernando, é diferente do que a namorada de Marcus contou à polícia. A outra jovem disse que os quatro amigos haviam bebido “drinks” no restaurante, sem especificar se eram bebidas alcoólicas, e depois seguiram para a casa de pôquer, onde não sabe se Fernando e Marcus beberam mais.

A namorada do amigo disse também que, na hora de irem embora, viu a namorada de Fernando discutir com ele porque o rapaz estava “alterado”. E que Marcus se ofereceu para dirigir o Porsche para ele, mas Fernando não deixou. Então, Marcus foi no banco do carona do carro de luxo, que foi guiado por Fernando. E a namorada de Fernando acabou indo com ela em outro carro.

A namorada de Fernando também não comentou no seu depoimento sobre os sinais de embriaguez, voz pastosa e andar cambaleante que seu namorado apresentava, segundo uma testemunha que socorreu às vítimas após a batida falou à polícia. Essa mesma testemunha ainda contou à TV Globo ter visto garrafas vazias dentro do Porsche, sem saber se eram de bebidas alcoólicas.

Outro ponto divergente no depoimento da namorada de Fernando e da namorada de Marcus é o fato de que a primeira não cita se o motorista do Porsche andava em alta velocidade. Já a segunda disse que o carro de luxo “acelerou” e, como ela guiava devagar o outro carro, o perdeu de vista.

A namorada de Marcus disse ainda que emprestou seu celular para a namorada de Fernando ligar para ele. E que souberam que havia ocorrido um acidente. A namorada do motorista do Porsche também não tocou nesse assunto.

Motorista do Porsche responde por morte

Fernando foi indiciado por homicídio por dolo eventual, lesão corporal e fuga do local do acidente. Ele responde aos crimes em liberdade.

A Justiça já negou dois pedidos de prisões feitos pela polícia para o empresário. Apesar disso, impôs medidas restritivas a ele:

Pagamento de fiança de R$ 500 mil em até 48 horas para garantir uma eventual reparação futura ao amigo ferido e à família de Ornaldo Viana, que morreu;
Suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
Proibição de sair da cidade por mais de oito dias;
Apreensão do passaporte;
Não pode se aproximar de Marcus Rocha, o amigo e sobrevivente do acidente, nem de testemunhas e familiares por no mínimo 500 metros de distância;
Proibição de frequentar o restaurante e a casa de pôquer onde foi antes do acidente;
Entrega do celular em até 24 horas para a perícia verificar as ligações e mensagens que recebeu da mãe dele quando ocorreu o acidente.

Fernando foi interrogado pela polícia e negou ter fugido e estar embriagado, mas admitiu que guiava “um pouco acima do limite” da avenida, e não conseguiu desviar do carro de Ornaldo, que havia desacelerado. O empresário não soube informar, no entanto, a velocidade em que estava no momento da colisão.

A Polícia Técnico-Científica vai analisar as imagens para determinar qual era a velocidade do Porsche. O laudo será feito pelo Instituto de Criminalística (IC).

Liberação pela PM e fuga

A Polícia Militar (PM), que atendeu a ocorrência, acabou liberando o motorista do Porsche para sair do local do acidente sem fazer o teste do bafômetro nele. O equipamento poderia indicar se o empresário havia bebido álcool enquanto dirigia, o que é crime.

Os policiais militares alegaram que a mãe de Fernando, Daniela Cristina de Medeiros Andrade, também foi ao local do acidente e disse que levaria o filho para tratar de um ferimento num hospital. Mas quando os agentes da PM foram depois a unidade médica, não encontraram nenhum dos dois.

A Corregedoria da PM apura se se os policiais militares que liberaram Fernando sem fazer o teste do bafômetro erraram no procedimento. A Ouvidoria da Polícia pediu as imagens das das câmeras corporais dos agentes que atenderam a ocorrência para serem analisadas.

Para a Polícia Civil o motorista do Porsche havia fugido. Depois de 38 horas, ele se apresentou espontaneamente na delegacia que investiga o caso.

A investigação também apura se Daniela cometeu crime de fraude processual pelo fato de a mãe de Fernando, segundo a investigação, ter impedido o motorista do Porsche de fazer teste do bafômetro e ter supostamente mentido ao dizer que o levaria a um hospital, mas não o fez.

Defesa cita ‘fatalidade’ e família de morto alega ‘injustiça’

A defesa de Fernando divulgou nota à imprensa informando que seu cliente não bebeu e que o acidente foi uma “fatalidade”.

Ele é gerente de uma das empresas da família e ganha R$ 15 mil de salário. Há cinco anos, foi aprovado em uma universidade privada da capital paulista, o Mackenzie, onde cursou engenharia civil por algum tempo. Segundo a instituição de ensino, ele não está matriculado lá desde 2021.

“Um sentimento de injustiça gigantesco dentro de mim”, escreveu nesta segunda em seu Instagram, Luam Silva, filho de Ornaldo. O motorista por aplicativo deixou mais dois filhos e e esposa.

O amigo de Fernando, Marcus continuava internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Luiz Anália até a última atualização desta reportagem. Ele teve quatro costelas quebradas no acidente.

Os médicos retiraram seu baço e colocaram drenos nos pulmões por causa das lesões causadas pela batida. O rapaz saiu do coma induzido, mas não há previsão de alta.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia Civil investiga sumiço de 26 armas da Guarda Municipal de Cajamar, na Grande SP

por Redação 11 de abril de 2024

A Polícia Civil investiga o sumiço de 26 armas da base da Guarda Civil Municipal (GCM) de Cajamar, na Grande São Paulo. O desaparecimento de 19 pistolas e sete revólveres ocorreu no mês passado, porém a denúncia foi registrada somente na terça-feira (9).

Segundo o boletim de ocorrência, ao qual a TV Globo teve acesso com exclusividade, o guarda civil responsável pelo armazenamento e pela manutenção das armas da repartição estava realizando a contagem do armamento em 22 de março, quando percebeu a ausência de sete revólveres.

A contagem foi feita após a troca do armamento dos integrantes da Ronda Ostensiva Municipal (Romu). Como era uma sexta-feira e o inspetor não estava na base, o guarda decidiu comunicá-lo somente na segunda-feira (25 de março) “a fim de evitar alarde”.

Então, na segunda, o inspetor solicitou a contagem de todas as armas da base, constatando o sumiço de mais 19 pistolas, sendo algumas extraviadas sem carregadores. De acordo com o boletim de ocorrência, a última contabilização no depósito foi realizada entre 19 e 23 de janeiro.

As armas ficam trancadas “com uma porta de metal e fechadura simples, uma grade de metal com cadeado e uma porta de madeira com fechadura”. O depósito também não é monitorado por câmeras de segurança.

A prefeitura informou, em nota, ter aberto um sindicância, “conduzida pela Corregedoria da Guarda Civil Municipal e pela Secretaria Municipal de Justiça, para investigar todos os eventos relacionados ao incidente”. Disse também ter afastado os agentes envolvidos na guarda e vigilância das armas (leia a íntegra abaixo).

Segundo o BO, todas as armas estavam aptas para uso, com brasão da corporação. Elas estavam aguardando manutenção, limpeza e estocagem até o próximo curso de formação de guardas municipais. Além disso, todos os subinspetores e inspetores da GCM têm cópias das chaves e acesso liberado ao depósito de armas desde outubro de 2021.

No boletim de ocorrência, também é relatado que a fechadura do depósito estava danificada “talvez por mau uso da chave de acesso”, em 26 de fevereiro. Após dois dias, ela voltou a apresentar problemas, por isso foi requisitada a manutenção do local. Entretanto, na ocasião, ninguém na GCM pensou em fazer a contagem de armas.

O caso foi registrado na Delegacia Central de Cajamar como não criminal em razão da “ausência de indícios que sugiram a subtração do equipamento” e pelo fato do armamento que desapareceu estar para manutenção.

O que diz a prefeitura
“Nesta quarta-feira, 10 de abril, a Prefeitura Municipal de Cajamar tomou medidas firmes em relação ao desaparecimento de armas na sede do Posto da Guarda Municipal do município afastando imediatamente os agentes envolvidos na guarda e vigilância das armas.

Uma sindicância está em andamento desde o início do caso, conduzida pela Corregedoria da Guarda Civil Municipal e pela Secretaria Municipal de Justiça, para investigar todos os eventos relacionados ao incidente.

Todas as investigações pertinentes estão sendo conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil, após o registro do boletim realizado pela Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social.

A Prefeitura reafirma seu compromisso inabalável com a transparência, ética e legalidade em todas as suas ações, cooperando integralmente com as autoridades competentes para esclarecer os fatos.”

Fonte: G1

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Segurança

Piloto é preso em avião que carregava mais de meia tonelada de drogas no interior de SP

por Redação 10 de abril de 2024

O piloto de um avião de pequeno porte que carregava 565 kg de cocaína foi preso em Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, na terça-feira (9). A aeronave foi interceptada pela Força Aérea e pelas polícias militares de SP e PR.

Segundo as autoridades, o avião partiu do Paraguai e tinha como destino o interior paulista. Os investigadores dizem se tratar de uma aeronave cuja matrícula foi clonada, uma vez que a verdadeira foi destruída em uma operação da Polícia Federal na terra indígena Yanomami em maio de 2023.

O piloto era habilitado desde 2021, foi preso em flagrante por tráfico internacional de drogas e encaminhado à Delegacia de Polícia Federal em Marília (SP).

Imagens mostram a aeronave se partiu ao meio no momento do pouso, em uma plantação.

Fonte: r7

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Segurança

Ataques a carros-fortes e agência bancária na região de Piracicaba: o que se sabe e o que falta saber

por Redação 9 de abril de 2024

Ataques a uma agência bancária em São Pedro (SP) e a carros-fortes, em rodovias de Cordeirópolis (SP) e Piracicaba (SP), foram registrados entre a madrugada e a noite de segunda-feira (8).

Explosivos foram utilizados durante as ações, houve disparos de armas de fogo e um veículo foi encontrado em chamas próximo do local de um dos crimes.

Segundo a Polícia Militar, os mesmos veículos utilizados em São Pedro (SP) também foram usados em Cordeirópolis (SP). Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso e a Polícia Civil investigava os casos.

O que se sabe
Por volta das 3h da segunda-feira, quatro homens armados com fuzis bloquearam ruas ao redor da agência bancária em São Pedro e, em uma ação que levou cerca de 30 minutos, explodiram a unidade e fugiram.
Durante a ação, eles dispararam armas de fogo contra policiais. Na fuga, abandonaram explosivos e R$ 275. Não houve registro de feridos e não foi divulgada a quantia em dinheiro levada pelo grupo.
No fim da tarde da segunda, ao menos 10 criminosos explodiram dois carros-fortes na Rodovia Washington Luís (SP-330), em Cordeirópolis (SP).
O grupo usou fuzis na ação. Ninguém havia sido preso até a última atualização desta reportagem; um jovem que estava em um ônibus próximo da ação passou mal e precisou de atendimento médico.
Segundo a Polícia Militar (PM), os assaltantes fortemente armados usaram dois carros de luxo que também tinham sido usados no ataque à agência do Banco do Brasil em São Pedro.
Já na Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), um carro-forte foi atacado por criminosos no início da noite. Foram realizados disparos de fuzis contra ele, mas a tentativa de roubo foi frustrada e os assaltantes fugiram.
Segundo a Polícia Militar, os vigilantes que estavam no blindado estão bem, mas foram encontradas manchas sangue no local. Porém, não há informações sobre quem ficou ferido.
Um carro foi abandonado em chamas nas proximidades do crime e a estrada foi parcialmente interditada.

O que falta saber
Ainda não se sabe se há relação entre o ataque em Piracicaba e os outros dois.
A polícia ainda tenta identificar e chegar até os autores dos crimes.
Não foram informadas as quantias em dinheiro levadas nos crimes de São Pedro e Cordeirópolis.
Até a última atualização, não foi descoberto de quem são as manchas de sangue encontradas no ataque em Piracicaba.

Fonte: G1

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Segurança

Mulher lésbica agredida no Metrô diz que PM falou que ela ‘iria apanhar como um homem’

por Redação 9 de abril de 2024

A mulher agredida no Metrô de São Paulo no último sábado (6) ouviu do policial militar que a abordou que ela “iria apanhar como um homem”. A vítima é lésbica e estava vestindo uma bermuda com as cores da bandeira LGBTQIAP+.

O episódio aconteceu na plataforma da estação da Luz, da Linha 1-Azul, no Centro da capital paulista, e foi filmado por testemunhas. As imagens com o flagrante do PM desferindo um tapa no rosto da jovem viralizaram nas redes sociais (veja abaixo).

No vídeo, o policial aparece discutindo com a vítima, que está sentada na plataforma. Ele diz “abaixa a mão para mim”, enquanto a mulher responde “você que está me batendo”. Em seguida, o agente dá um tapa no rosto dela.

Ao g1, a advogada Ana Marques contou que a jovem – que prefere não ser identificada – estava sentada na plataforma com as pernas viradas em direção à via, enquanto aguardava o trem. Então, o policial militar fardado apareceu e a puxou pelo colarinho da blusa.

No boletim de ocorrência, ao qual o g1 teve acesso, testemunhas relataram que o policial deu “um tapa na cabeça, três tapas no rosto e um pontapé na costela” da vítima. O caso foi registrado no 2° Distrito Policial do Bom Retiro.

Segundo a advogada, a jovem também foi agredida verbalmente, sendo xingada de “sapatão” e de outras palavras de baixo calão. Para ela, a ação foi “inadmissível” e a classificou como “homofobia”.

Após a agressão, o agente embarcou no trem e não foi mais visto. Nesta segunda-feira (8), a Polícia Militar informou que ele já foi identificado e afastado do trabalho na rua até o fim das investigações da corporação.

Estado de pânico
Ana Marques também contou que a jovem está com o rosto vermelho e inchado, além de apresentar ferimentos no braço e nas costas. “Ela está em estado de pânico, de desespero, de mal-estar, um medo que você não tem ideia.”

Momentos antes de sofrer a agressão no sábado, a vítima tinha sido deixada pelo pai na estação da Luz. Ela estava a caminho de sua casa em Guarulhos, na Grande São Paulo, onde vive com a esposa.

Segundo a advogada, ela realizou o exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal na tarde desta segunda. O resultado deve sair em 10 dias. Uma denúncia também será registrada na Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do estado de São Paulo.

Procurada no domingo (7), a Secretaria da Segurança Pública (SSP) lamentou o ocorrido e informou que “a conduta apresentada não condiz com as diretrizes das forças de segurança paulistas”.

A Ouvidoria da Polícia também recebeu as imagens da agressão e solicitou a investigação pela Corregedoria da PM, além do afastamento do policial.

O deputado estadual suplente Agripino Magalhães Júnior ainda repudiou a ação. “Tal violência é inaceitável e fere os princípios mais básicos de respeito aos direitos humanos e da População LGBTQI+. Exigimos respostas imediatas da instituição Polícia Militar do Estado de São Paulo diante deste episódio violento e vergonhoso.”

Tarcísio repudia conduta de policial
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) também repudiou a conduta do policial nesta segunda.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista de Porsche bebeu ‘alguns drinks’ em restaurante, foi a pôquer e discutiu com namorada antes de acidente, diz testemunha

por Redação 5 de abril de 2024

O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, condutor do Porsche que bateu no Sandero do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana e causou sua morte na madrugada do último domingo (31) em São Paulo, bebeu “alguns drinks”, foi a uma casa de pôquer, discutiu com a namorada e “acelerou” o carro de luxo antes do acidente.

A informação é de uma estudante que namora Marcus Vinicius Machado Rocha, amigo de Fernando que estava no Porsche como passageiro. Até a quinta-feira (4), o namorado dela continuava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Luiz Anália Franco, na Zona Leste, sem previsão de alta. A estudante ainda disse que ele está entubado, com quatro costelas quebradas e teve o baço retirado numa cirurgia.

A garota deu depoimento na quarta-feira (3) no 30º Distrito Policial (DP), Tatuapé, acompanhada de seu advogado, José Roberto Soares Lourenço, que também defende os interesses de Marcus. O rapaz ainda não foi ouvido pela investigação.

Marcus, de 24 anos, estava no banco do carona do Porsche quando ocorreu a batida depois de um posto de combustíveis na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé. Fernando, de 24 anos, teria tido um corte na boca, mas não foi levado a nenhum hospital. Ornaldo, de 52, chegou a ser socorrido, mas morreu depois (saiba mais abaixo).

Procurado pelo reportagem, Lourenço disse que seus clientes não vão falar com a imprensa neste momento.

“Marcus continua internado e demais informações quanto ao estado de saúde a família não autorizou a passar”, falou o advogado.

‘Ingeriram alguns drinks’

Segundo a namorada de Marcus, os dois, Fernando e a namorada do empresário se encontraram por volta das 21h30 de sábado (30) no restaurante Pocheteria, na Rua Professor João de Oliveira Torres, no Tatuapé.

“Porém, não os viu ingerir bebida alcoólica” na casa de pôquer, segundo a testemunha. Ela disse que todos deixaram o lugar por volta das 2h de domingo, quando “perceberam que Fernando estava um pouco alterado, iniciando uma discussão” com sua namorada, que pedia “que Fernando não dirigisse”.

Vídeos gravados por câmeras de segurança mostram um pouco dessa discussão (veja acima).

“Não chegaram a um acordo e Fernando não quis deixar outra pessoa dirigir o seu veículo”, contou a testemunha. Nesse momento, “Marcus Vinicius se dispôs a ir com Fernando para que este não fizesse nada de errado.”

A jovem falou que o “planejado seria ir até a casa de Fernando, deixá-lo lá”, onde ela pegaria Marcus e também levaria a namorada do empresário para casa no mesmo veículo.

Saíram, então, da casa de pôquer, Fernando dirigindo seu Porsche com Marcus no banco do carona e as duas jovens em outro automóvel, como mostram imagens de câmeras de segurança.

A testemunha disse ainda que tentou segui-lo, mas como estava devagar, decidiu ligar para Marcus, que “atendeu com voz muito fraca, dizendo que haviam sofrido um acidente”.

Em seguida, a garota falou que ela e a namorada de Fernando chegaram ao local da batida. E que viu Marcus “descendo do carro e caindo no chão, alegando estar sentindo muitas dores”.

A testemunha contou ainda que “viu Fernando saindo do veículo e sentando no chão em estado de choque. Ela ainda disse que tentou ajudar outras pessoas no socorro de Ornaldo, iluminando o veículo com a luz de seu celular. Em seguida, uma ambulância dos Bombeiros o socorreu.

A garota comentou que ela e a namorada do empresário ficaram próximas de Marcus e Fernando. Em seguida, apareceu a mãe do motorista do Porsche, Daniela Cristina de Medeiros Andrade, e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou e levou Marcus.

Vídeos gravados por testemunhas mostram os dois amigos sentados na calçada após o acidente. Eles aparecem cercados por algumas pessoas.

Empresário pagou R$ 300 em ‘open bar’

Fernando pagou R$ 300 para entrar na casa de pôquer, segundo uma das sócias do Encore Bar e Restaurante LTDA, nome fantasia do estabelecimento. A proprietária prestou depoimento à polícia na quarta.

Ela contou que o empresário ficou cerca de 2h30min na casa, que tem “open bar”, com comida e bebida inclusos no valor da entrada. Mas “não sabe informar se Fernando ingeriu bebida alcóolica”.

A mulher ainda falou que as câmeras de segurança da Encore gravam as imagens por 3 horas, e que “após isso, os novos registros são regravados em cima dos antigos”. A polícia foi ao local e apreendeu computadores para tentar ver as imagens. Mas investigadores acham que elas não mostrarão o momento que Fernando estava na casa.

Segundo os policiais, o empresário pagou R$ 400 para jogar no estabelecimento e ganhou R$ 675 nas apostas. De acordo com a investigação, a proprietária da casa de pôquer apresentou os alvarás que comprovam que o local funciona de forma legal.

Fonte: G1

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Segurança

‘Ninho de celulares’: Polícia apreende máquina usada para desbloquear aparelhos roubados em SP

por Redação 4 de abril de 2024

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu nesta terça-feira (2) uma máquina de desbloqueio de celulares roubados em um apartamento em Campos Elíseos, no centro de São Paulo.

Segundo a delegada Samira Fares, há um ano a Polícia Civil investigava quadrilhas de roubo e receptação de aparelhos roubados. Ao cumprir mandados de busca e apreensão, os policiais encontraram a máquina num local em que a polícia chama de “laboratório de desmonte de aparelhos”.

No local, os policiais também encontraram 60 celulares roubados e 90% deles, segundo a delegada, eram modelos de Iphone.

A operação prendeu três suspeitos e mira a prisão de mais duas pessoas, que estão sendo procuradas, totalizando cinco alvos.

O grupo desmontava os aparelhos para revender as peças no mercado paralelo. A polícia investiga o destino dos celulares desbloqueados pela máquina encontrada no apartamento.

Samira Fares alerta aos usuários que tiverem aparelhos roubados ou furtados em São Paulo para que façam boletim de ocorrência. Isso possibilita, segundo ela, que a polícia devolva os aparelhos para as vítimas quando eles são localizados em operações como a dessa terça-feira (2).

Fonte: G1

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Segurança

Advogada de motorista de Porsche diz que cliente é alvo de ‘linchamento’ e que Estado deve comprovar embriaguez

por Redação 4 de abril de 2024

Em entrevista coletiva na tarde da quarta-feira (2), Carine Acardo Garcia, advogada de Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista do Porsche que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana após bater no carro dele, afirmou que “está existindo um linchamento” contra seu cliente.

“O que está se criando, me parece, é uma disputa entre classes que não existe, não deveria existir. O que aconteceu foi uma fatalidade. Por óbvio, meu cliente não saiu à noite para atropelar uma pessoa. Eu entendo que ninguém sai de casa na intenção de atropelar e matar uma pessoa.”

Fernando foi indiciado por homicídio com dolo eventual – quando se assume o risco de matar -, lesão corporal e fuga do local do acidente. “Existem as circunstâncias em que uma pessoa pode assumir o risco? Existem, mas a Justiça vai ver se foi o caso ou não”, disse.

Questionada sobre a velocidade do Porsche na madrugada deste domingo (31) quando passava pela Avenida Salim Farah Maluf, na Zona Leste de São Paulo, e provocou o acidente, a advogada disse que Fernando dirigia acima dos 50km/h permitidos na via, “mas a gente não consegue precisar quanto”. “A gente não consegue saber com exatidão, porque não veio o laudo da perícia”, reforçou.

A respeito dos sinais de embriaguez de Fernando citados em depoimento à polícia por uma das testemunhas do acidente, Carine destacou o que o motorista já havia afirmado: “Ele alega que não bebeu”.

“A princípio, há uma testemunha que diz isso, mas os PMs também são testemunhas, também foram ouvidos e nenhum PM relata que ele tinha sinal de embriaguez. Normalmente, os PMs têm o poder de fazer a prisão em flagrante nesse caso, mesmo que ele não quisesse assoprar o bafômetro”, completou.

Ao ser questionada se a estratégia da defesa é refutar que Fernando estivesse dirigindo após ter bebido, Carine nega. “Na verdade, o Estado tem que comprovar que houve a embriaguez. Não é a pessoa que está sendo processada que tem que demonstrar que não cometeu o crime. Tudo vai ser apurado e, se houver um culpado, vocês não tenham dúvida, o culpado vai ser punido pelo Estado.”

“Sem adiantar a defesa, evidentemente, mas num dado momento existe um freio do carro do senhor, e aí me parece, assistindo ao vídeo, que parece que não se conseguiu frear. Foi isso que aconteceu, foi uma fatalidade.”

Carine afirmou também que tentou contatar a família de Ornaldo, mas não conseguiu. “Tentamos procurar. A gente não conseguiu contato. O advogado [da família da vítima] esteve aqui [na delegacia] ontem [terça-feira], tentei conversar com ele, ele não quis. Pediu para a gente esperar um pouco. Claro, gente, é uma situação extremamente difícil, sou um ser humano também, fiquei consternada, obviamente, era um pai de família, os filhos estavam aí.”

Ela afirma que Fernando pretende ajudar os parentes da vítima. “Já gostaria de estar prestando [algum auxílio], mas eles pediram para a gente ter um pouquinho de paciência, porque eles não querem falar com a gente ainda.”

Fonte: G1

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Segurança

‘Sentimento de injustiça gigantesco’, diz filho de motorista por aplicativo morto após Sandero ser atingido por Porsche em SP

por Redação 2 de abril de 2024

“Um sentimento de injustiça gigantesco dentro de mim”, escreveu nesta segunda-feira (1º) em seu Instagram, Luam Silva, filho do motorista por aplicativo Ornaldo da Silva Viana, morto após o Renault Sandero que dirigia ter sido atingido pelo Porsche Carrera conduzido por Fernando Sastre de Andrade Filho. O condutor do carro de luxo fugiu e se apresentou à polícia só 24 horas depois (leia mais abaixo).

O caso ocorreu na madrugada deste domingo (31) na Avenida Salim Farah Maluf, na Zona Leste de São Paulo, e foi gravado por câmeras de segurança (veja vídeo abaixo). Segundo testemunhas ouvidas pela Polícia Civil, o carro de luxo estava em alta velocidade. O limite de velocidade para a via é de 50 km/h.

Pelas imagens, é possível ver quando Fernando acelera o carro de luxo e bate na traseira do veículo de Orlando, que havia pisado nos freios e desacelerado. O Porsche ergue o Sandero, que é arremessado até a calçada. O veículo do motorista por aplicativo ainda bate num poste de iluminação.

‘Tristeza e angústia’, diz filho
Em sua rede social, o jovem ainda escreveu que fica se “perguntando porque o mundo é tão injusto de levar” seu pai.

Ornaldo foi velado e sepultado na tarde desta segunda no Cemitério Bonsucesso, em Guarulhos, Grande São Paulo.

A Polícia Técnico-Científica vai analisar as imagens para determinar qual era a velocidade do Porsche no momento da batida com o Sandero. O laudo pericial irá informar se o carro de luxo estava com velocidade acima do limite para o trecho.

Ornaldo foi socorrido por uma ambulância do Corpo de Bombeiros. Ele foi levado com parada cardiorrespiratória ao Hospital Municipal do Tatuapé, não resistiu e morreu. O motorista tinha 52 anos e estava sozinho no veículo.

Motorista se apresenta

Um amigo de Fernando de 22 anos que, segundo a polícia, também estava no Porsche, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) até o Hospital São Luiz no Tatuapé. Até a última atualização desta reportagem, ele continuava internado no hospital particular, de acordo com a investigação.

As autoridades não informaram, no entanto, se ele se feriu nem seu estado de saúde. Ele ainda não foi ouvido pela polícia para contar sua versão do que ocorreu.

De acordo com o boletim de ocorrência do caso, a mãe de Fernando, Daniela Cristina de Medeiros Andrade, falou para os agentes da Polícia Militar (PM) que atendiam a ocorrência no local que iria levar seu filho para o Hospital São Luiz no Ibirapuera, na Zona Sul da capital, porque ele tinha um “leve ferimento” na boca.

No entanto, quando os policiais militares foram ao hospital particular para ouvir a versão do motorista do Porsche e fazer o teste do bafômetro, para saber se ele dirigia sob efeito de bebida alcóolica, não o encontraram. A mulher que o levou também não estava no local.

Diante disso, a Polícia Civil considerou que Fernando fugiu. Na tarde desta segunda-feira (1), 24 horas depois do crime, ele se apresentou à polícia.

Fernando foi indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar), lesão corporal e fuga de local de acidente, segundo a Secretaria da Segurança Pública. A polícia também solicitou a prisão temporária dele, mas a Justição não aceitou.

PM liberou motorista do Porsche

Procurada pelo g1, sua advogada, Carine Acardo Garcia, falou que não iria se pronunciar neste momento. “Peço que aguarde. Vamos nos inteirar do caso nesta data e tão logo haverá manifestação de nossa parte”, disse Carine, por meio de nota. De acordo com ela, seu cliente está em estado de “choque” por causa do acidente.

A Polícia Militar informou ainda que irá apurar se os policiais militares erraram ao permitir que Fernando deixasse o local do acidente com a sua mãe para ir supostamente a um hospital, o que não ocorreu.

Porsche custa mais de R$ 1 milhão

O ouvidor Claudio Silva também disse à reportagem que a Ouvidoria da Polícia Civil iria procurar a Corregedoria da Polícia Militar para que ela apurasse se a conduta dos agentes que atenderam a ocorrência entre o Porsche e o Sandero foi correta.

Policiais civis ouvidos pela reportagem disseram que os policiais militares demoraram quase cinco horas para comunicar o acidente com morte na delegacia. Segundo os agentes da Polícia Civil, os PMs deveriam ter feito o teste do bafômetro no local, não procurar o motorista num hospital para fazer isso.

Duas testemunhas da batida entre o Porsche e o Renault, um homem e uma mulher, contaram que estavam dentro de outro veículo, um Hyundai HB20, quando viram o carro de luxo fazer uma ultrapassagem em alta velocidade e perder “o controle, colidindo na traseira do automóvel” onde estava Ornaldo.

Um relógio do motorista do Porsche, encontrado dentro do veículo, foi apreendido pelos policiais.

O Porsche azul 911 Carrera GTS, ano 2023, que era guiado por Fernando, está avaliado em mais de R$ 1 milhão. O veículo é de propriedade da empresa da família do motorista.

O Renault Sandero branco EXP, ano 2017, guiado por Ornaldo, custava em torno de R$ 40 mil. A traseira do automóvel ficou estruída pelo Porsche.

Fonte: G1

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Segurança

O que se sabe sobre caso de motorista de Porsche que bateu em Sandero na Zona Leste de SP, matou condutor e fugiu

por Redação 1 de abril de 2024

Um motorista de um Porsche bateu na traseira de um Renault Sandero na madrugada de domingo (31), matou o condutor do veículo na Zona Leste de São Paulo e fugiu. Ele é procurado pela polícia.

Confira abaixo o que já se sabe sobre o caso:

Onde ocorreu o acidente
Quem era o motorista do Porsche
Quem são as vítimas do acidente
Como ocorreu a fuga
Como estão as investigações

Onde ocorreu o acidente
A batida aconteceu por volta das 2h20 do domingo de Páscoa (31), na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé.

Duas testemunhas da batida, um homem e uma mulher, contaram à polícia que estavam dentro de outro veículo quando viram o Porsche fazer uma ultrapassagem em alta velocidade, “perdendo o controle” e atingindo a traseira do Sandero.

Segundo elas, o carro de luxo estava em velocidade acima do permitido para a via, que é de 50 km/h.

Quem era o motorista do Porsche
O autor do acidente foi identificado como Fernando Sastre de Andrade Filho, de 24 anos, estudante de engenharia civil na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.

Ele dirigia um Porsche azul 911 Carrera GTS, ano 2023, registrado em seu nome. O veículo está avaliado em mais de R$ 1 milhão.

O g1 e a TV Globo tentaram contato com o motorista, seus familiares e representantes legais, mas não obteve nenhum retorno até a última atualização desta reportagem.

Quem são as vítimas do acidente
A batida deixou uma pessoa morta e outra ferida.

A vítima morta foi o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, de 52 anos. Ele dirigia um Renault Sandero branco, de 2017, que ficou praticamente destruído com a batida. O homem chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros em parada cardiorrespiratória, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada no Hospital Municipal do Tatuapé.

Segundo o boletim de ocorrência, um jovem de 22 anos que estava como carona no Porsche ficou ferido e foi encaminhado para um hospital da região. Seu estado de saúde é desconhecido.

Como ocorreu a fuga

Após a batida, o motorista de 24 anos teria fugido. De acordo com o boletim de ocorrência, elaborado no 30º Distrito Policial – Tatuapé, Daniela Cristina de Medeiros Andrade, mãe de Fernando, apareceu no local do acidente e afirmou aos policiais que levaria o filho ao Hospital São Luiz do Ibirapuera, na Zona Sul, uma vez que o rapaz apresentava um ferimento na boca. Segundo testemunhas e policiais ouvidos pela reportagem, nesse momento os agentes liberaram Fernando para ir com a mulher até uma unidade de saúde.

Porém, ao procurá-los no hospital para coletar o depoimento do motorista e realizar um teste de bafômetro, os policiais foram informados pela equipe da recepção que ele não deu entrada na unidade.

Os PMs afirmaram ter tentado localizá-los por telefone, mas nem o rapaz nem Daniela atenderam as ligações. Eles também não conseguiram contatar o advogado indicado pela mulher. Por esse motivo, os agentes consideram que Fernando fugiu do local do acidente.

Questionada sobre o motorista ter sido liberado, a Secretaria da Segurança Pública não respondeu e apresentou uma versão diferente sobre o caso. Afirmou que “após o socorro aos envolvidos, foi constatada a morte de um dos motoristas. O outro fugiu enquanto os agentes prestavam atendimento. Ele se tornou suspeito da autoria do crime posteriormente, durante a apresentação dos fatos na delegacia e depoimento de testemunhas”.

O g1 solicitou à SSP um esclarecimento sobre a questão, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Como estão as investigações

Inicialmente, o caso é investigado pela polícia como homicídio culposo (sem intenção de matar), lesão corporal culposa (sem intenção de machucar) na direção de veículo automotor e fuga de local de acidente.

Um relógio de Fernando Sastre foi apreendido dentro do Porsche. Até o fim deste domingo, a polícia ainda tentava localizar o motorista.

Procurado pelo g1, o ouvidor da Polícia de São Paulo, Cláudio Silva, afirmou que vai acionar a Corregedoria da Polícia Militar para que o órgão apure a conduta dos policiais que atenderam a ocorrência.

Fonte: G1

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