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Segurança

Segurança

Adolescente é apreendido no Lollapalooza com 82 cartões bancários roubados

por Redação 25 de março de 2024

Um adolescente foi apreendido pela Polícia Militar com 82 cartões de créditos roubados durante o festival Lollapalooza, realizado entre sexta-feira (22) e domingo (24), no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo.

De acordo com balanço divulgado pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) nesta segunda (25), outros dez suspeitos foram presos por roubo e furto de cartões e celulares.

Entre os detidos, quatro eram procurados pela Justiça e seis foram presos em flagrante. Eles foram identificados com o uso de câmeras de reconhecimento facial. Um deles era foragido pelo crime de roubo e não retornou no prazo estipulado em uma saída temporária.

Ao menos 44 celulares roubados ou furtados no festival foram recuperados e serão devolvidos às vítimas.

Ao todo, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu 263 chamados sobre furtos e roubos durante o festival.

A SSP afirma que foram 166 ocorrências a menos do que as registradas no ano passado, quando a pasta contabilizou 429. Já em 2022, o 190 recebeu informações de 506 ocorrências.

Aproximadamente 2 mil policiais militares e civis participaram da segurança no evento.

Fonte: G1

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Segurança

Condenado por estupro coletivo na Itália, Robinho cumpre pena no presídio de Tremembé

por Redação 22 de março de 2024

Preso na noite desta quinta-feira (21) em Santos (SP), o ex-jogador Robinho cumpre a pena por estupro coletivo determinada pela Justiça da Itália no presídio de Tremembé (SP). A prisão ocorreu horas depois de a presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Maria Thereza de Assis Moura, assinar um comunicado para a Justiça Federal cumprir a prisão de forma imediata e um dia depois de o STJ decidir que Robinho deve ficar preso no Brasil.

Mais cedo, a defesa do ex-jogador apresentou ao Supremo Tribunal Federal um habeas corpus pedindo que a Corte suspenda a ordem de prisão imediata até que não haja mais possibilidade de apresentar recursos. O ministro Luiz Fux, que ficou com a relatoria do caso, rejeitou o pedido.

Nessa quarta (20), o STJ determinou que ele deve cumprir no Brasil a condenação de nove anos em regime fechado por estupro na Itália. Por 9 votos a 2, a Corte homologou a sentença italiana e determinou a prisão imediata.

A defesa vai trabalhar de duas formas: com um embargo de declaração no STJ, que é um tipo de recurso que pede esclarecimentos da decisão dos ministros; e depois com um recurso extraordinário no STF.

O ex-jogador foi condenado pelo crime de estupro coletivo contra uma mulher albanesa em uma boate de Milão, na Itália, em 2013. Em março do ano passado, o relator do caso, ministro Francisco Falcão, determinou cautelarmente que Robinho entregasse o seu passaporte ao STJ.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia prende cinco integrantes de quadrilha que rouba remédios de alto custo

por Redação 18 de março de 2024

A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesse sábado (16) cinco integrantes de uma quadrilha especializada em roubar medicamentos de alto custo de farmácias da capital paulista.

Os suspeitos foram encontrados em uma casa na Serra da Cantareira usada pelo grupo como esconderijo e depósito de remédios roubados.

O local onde foram encontrados os suspeitos é de difícil acesso, no topo de um terreno em aclive. De acordo com a polícia, o imóvel tem muros altos e é cercado por mata densa. A mercadoria foi apreendida junto com uma arma calibre .32, um aparelho de telefone celular roubado em um assalto, uma moto e dois veículos furtados.

O foco dos criminosos são produtos Ozempic e Saxenda, medicamentos que auxiliam no emagrecimento, e o Venvanse, remédio prescrito para pacientes diagnosticados com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Os medicamentos visados pelos criminosos podem custar mais de R$ 400, como o Venvanse, ou R$ 1 mil, como o Venvanse.

Os produtos roubados eram revendidos no mercado paralelo. No caso de remédios que precisam de receita, os preços eram maiores — o Venvase, por exemplo, saía por R$ 700, em vez de R$ 400. No caso da Ozempic, que tem uso liberado e dispensa a apresentação de receita, o medicamento era vendido ilegalmente por R$ 800, R$ 200 mais barato do que os preços praticados nas farmácias.

Segundo a polícia, o grupo praticou um roubo em uma farmácia no Morumbi, na zona sul, na última sexta (15), e dois integrantes que estavam no imóvel teriam sido identificados pelas vítimas do ataque. Os outros dois detidos respondem por receptação qualificada, posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, associação criminosa e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

Foram mais de 20 ocorrências do tipo já registradas e, de acordo com a polícia, os criminosos tinham preferência por assaltar farmácias de bairros como Mooca, na zona leste, além de Moema, Saúde e Jabaquara, na zona sul.

O grupo já era monitorado desde o início de março, após a prisão de dois suspeitos. “As informações, obtidas a partir das duas prisões, abriram novas frentes de apuração. No curso de diligências de campo foi possível identificar o esconderijo utilizado pelo grupo”, disse a polícia, em nota.

No local, os policiais apreenderam um suspeito que fazia o serviço de segurança, além de dois homens e duas mulheres, que foram encontrados dentro de um carro SUV. Os suspeitos não foram identificados.

Fonte: r7

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Segurança

Eletricista a serviço da Enel é baleado e morto ao cortar energia por falta de pagamento na Zona Leste

por Redação 14 de março de 2024

Um funcionário a serviço da Enel, de 27 anos, foi morto na tarde desta quarta-feira (13) depois de uma confusão para conseguir cortar a energia de uma academia por falta de pagamento.

Segundo apurado pela TV Globo, uma discussão com o suspeito do crime, de 44 anos, começou na Rua Antônio Carlos Lamengo, em Ermelino Matarazzo, Zona Leste de São Paulo. O prestador, Odail Maximiliano, deixou o local e foi seguido pelo criminoso. A vítima foi morta quando já estava em um posto de combustíveis da Avenida São Miguel.

Odail foi levado ao pronto-socorro, mas não resistiu. O atirador fugiu em um carro preto, mas foi encontrado pela polícia. Ainda de acordo com apuração da TV Globo, o caso foi registrado no 24º DP.

Em nota, a Enel afirmou que repudia o ato de violência contra Odail, que fazia parte do quadro de uma empresa parceira.

“Após realizar o serviço de corte por inadimplência, o prestador de serviço foi baleado e morreu depois de ser socorrido e levado ao hospital”, disse a companhia.

O comunicado afirma que a Enel está em contato com a empresa parceira para que seja prestada assistência à família do colaborador.

“A Enel informa que foi registrado boletim de ocorrência e que acompanhará as investigações das autoridades policiais para que esse crime não fique impune.”

O g1 solicitou posicionamento à Secretaria da Segurança Pública, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

Fonte: G1

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Segurança

PM apreende mais de mil objetos perfurantes no Centro de SP

por Redação 5 de março de 2024

Uma operação da Polícia Militar apreendeu mais de mil objetos cortantes com usuários no Centro de São Paulo, nesta segunda-feira (4). Foram apreendidos estiletes, facas e tesouras entre o material.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a ação ocorre desde janeiro e tenta combater os roubos e furtos na região. Ao todo, foram recolhidos: 534 facas, 68 estiletes, 54 serras/serrotes, 315 tesouras, 102 alicates, 104 chaves de fenda, 87 martelos/marretas, 21 simulacros de armas, 12 garfos e 2 socos inglês.

A cena dos objetos apreendidos, colocados e expostos no chão pela PM chamou a atenção das pessoas que passavam pelo local.

As apreensões foram feitas pela equipe do 7° Batalhão de Polícia Militar Metropolitana (BPM/M), da 2° companhia, e encaminhadas ao 3° Distrito Policial (Campos Elíseos) para registro da ocorrência.

Segundo a pasta, na semana de 19 a 25 de fevereiro deste ano foram 55 roubos, 80% menor em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram 285 boletins de ocorrência.

Em relação aos furtos, a redução foi de 69%. Entre os dias 19 a 25 de fevereiro foram 161 delitos. No mesmo período analisado no ano passado, a polícia registrou 525 crimes. O levantamento foi realizado nas áreas do 3º Distrito Policial (Campos Elíseos) e 77º (Santa Cecília).

Objetos apreendidos no Centro de São Paulo — Foto: SSP/Reprodução

Fonte: G1

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Segurança

Mortes cometidas por PMs sobem 94% no 1º bimestre de 2024, 2º ano do governo Tarcísio

por Redação 4 de março de 2024

O número de mortes cometidas por policiais militares no estado de São Paulo cresceu 94% no primeiro bimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2023, primeiro ano de Tarcísio de Freitas (Republicanos) à frente do governo de São Paulo.

Houve um salto de 69 para 134 mortes no período. É o que aponta um levantamento feito pela GloboNews e pelo g1 com base nos números divulgados pelo Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp), do Ministério Público Estadual.

Na avalição do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os dados são alarmantes.

“Chama atenção também o número de mortos na Baixada Santista, que mostra um dos efeitos deletérios da Operação Verão e como ela tem se convertido na prática, numa espécie de ‘operação vingança’ por causa do assassinato do soldado Cosmo.”

Em nota ao g1, a Secretaria da Segurança Pública do governo, gerida por Guilherme Derrite, afirmou que “não comenta pesquisas cuja metodologia desconhece” e que a “opção pelo confronto é sempre do suspeito, que coloca em risco a vida do policial e da população” (leia a íntegra no fim da reportagem).

Esses números incluem mortes cometidas por PMs de serviço e de folga em todo território paulista. De acordo com os dados do Gaesp, a alta foi puxada pelas mortes cometidas por PMs em serviço, que saltaram 129% (de 49 para 112) entre os primeiros bimestres de 2023 e 2024.

Já as mortes cometidas por PMs de folga cresceram 10% (de 20 para 22) no mesmo comparativo.

Letalidade maior em fevereiro
Os números do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp) apontam um mês de fevereiro com uma letalidade policial mais alta do que a registrada em janeiro deste ano.

Segundo o Gaesp, em fevereiro deste ano, 79 pessoas foram mortas pela PM no estado de São Paulo, o que representa uma alta de 174% em relação às 32 mortes contabilizadas em fevereiro de 2023.

Em janeiro deste ano, a PM matou 55 pessoas no estado, 49% a mais dos que as 37 registradas em janeiro do ano passado, segundo números do Gaesp.

Mortes de PMs e de civis na Baixada Santista
Foi em fevereiro deste ano que a Secretaria da Segurança Pública deflagrou uma nova fase da Operação Verão, com reforço do policiamento na Baixada Santista. A ação ocorreu como resposta ao assassinato do soldado Samuel Wesley Cosmo, da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), no dia 2. O governo chegou a transferir o gabinete da Segurança Pública para a região.

Mortes por PMs no 1º bimestre em SP:

Estado: 134
Baixada Santista: 63
Capital: 29
Ao todo, 43 pessoas foram mortas só na região da Baixada entre os dias 3 e 29 do mês passado. A Baixada Santista já havia registrado o dobro de mortos do que a capital São Paulo (20 a 10) nas mortes registradas em janeiro, fato inédito desde 2017 — ainda de acordo com o MP.

O aumento das mortes em intervenções da PM ocorre em meio a operações de combate ao crime organizado, segundo o governo, e em resposta aos assassinatos de policiais militares na região. Três PMs foram assassinados na região no início deste ano.

Em 12 dias, morreram:

26 de janeiro: Marcelo Augusto da Silva morreu, vítima de disparos, ao voltar do serviço na Rodovia Anchieta, em Cubatão. Ele atuava no 38ºBatalhão (Fazenda da Juta, Zona Leste de São Paulo);
2 de fevereiro: Samuel Wesley Cosmo foi assassinato com um tiro no rosto ao patrulhar uma viela em Santos. Ele integrava a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). A câmera corporal no uniforme do PM registrou o momento em que ele foi baleado (veja acima);
7 de fevereiro: José Silveira dos Santos morreu baleado também em patrulhamento, já em ações decorrentes da morte de Cosmo.
Em visita à Baixada Santista no domingo (3), a Ouvidoria das Polícias de São Paulo afirmou que vê “intimidação” da PM após 39 mortes dentro da Operação Verão. O ouvidor, Cláudio Aparecido da Silva, citou ter obtido provas de coação.

O g1 apurou que o Ministério Público de São Paulo criou um grupo com quatro promotores para acompanhar as operações policiais na Baixada Santista. Os trabalhos têm duração de seis meses, que podem ser prorrogados, para investigar todas as mortes da Operação Verão a partir do assassinato do PM Cosmo, em 2 de fevereiro.

Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, também acompanha os trabalhos. Neste domingo (3), ela esteve com as familiares de pessoas mortas durante a Operação na Baixada Santista.

O grupo, composto por representantes de órgãos públicos e organizações da sociedade civil, ouviu familiares de oito pessoas mortas por PMs ao longo do mês passado.

O que diz o governo
“A SSP não comenta pesquisas cuja metodologia desconhece e ressalta que os dados oficiais sobre as mortes decorrentes de intervenção policial serão publicados de acordo com o cronograma previsto. Em janeiro, foram registradas 46 ocorrências desta natureza no Estado, o que representa 0,2% do total de 16.811 presos/apreendidos no período.

As MDIP são consequência direta da reação violenta de criminosos à ação da polícia. A opção pelo confronto é sempre do suspeito, que coloca em risco a vida do policial e da população. Todas as ocorrências são rigorosamente investigadas pelas polícias Civil e Militar, com acompanhamento do Ministério Público e Poder Judiciário.

A pasta investe permanentemente na capacitação dos policiais, aquisição de equipamentos de menor potencial ofensivo, e em políticas públicas para reduzir a letalidade policial. Os cursos ao efetivo são constantemente aprimorados e comissões direcionadas à análise dos procedimentos revisam e aprimoram os treinamentos, bem como as estruturas investigativas.”

Fonte: G1

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Segurança

Polícia procura trio acusado de matar PM e a filha dele, de 19 anos, na Vila Medeiros, Zona Norte

por Redação 26 de fevereiro de 2024

A Polícia Civil identificou os três criminosos que mataram um policial militar e a filha dele, 19 anos, na Vila Medeiros, Zona Norte da capital paulista. A Justiça decretou a prisão a prisão temporária do trio. Eles são procurados e ainda não foram presos.

O crime aconteceu na madrugada de sábado (24), quando o cabo Anderson de Oliveira e a filha, Alycia Peroni Valentim, aguardavam a mãe na frente de uma farmácia.

Na tarde deste sábado (24), os investigadores já tinham anunciado a localização do carro usado pelos três suspeitos na fuga do local do crime.

Segundo os policiais, o veículo estava na comunidade São Rafael, em Guarulhos. O local fica cerca de 3 km do local do duplo assassinato.

No carro, os policiais recolheram material biológico e também impressões digitais que ajudaram na identificação dos acusados.

Anderson de Oliveira e a filha foram sepultados na manhã deste domingo (25) no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, Zona Leste de São Paulo.

A Polícia Civil fez um levantamento por câmeras de segurança de comércios vizinhos à drogaria para ajudar nas investigações.

A esposa do policial e o funcionário da farmácia – que testemunharam o crime – foram ouvidos pelos investigadores do DHPP no sábado (24).

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SS), exames periciais foram solicitados e o caso registrado como roubo a estabelecimento comercial e violência resulta morte (latrocínio) no 73º Distrito Policial, do Jaçanã.

Quem são as vítimas
Anderson de Oliveira Valentim era cabo da 39º Companhia do 7° Batalhão de Polícia Militar. A filha dele, Alycia Perroni Valentim era estudante de Direito.

Anderson tinha com a esposa um terreiro de Umbanda na Zona Norte da capital. O PM compartilhava a rotina no terreiro pela internet e era engajado em causas sociais. A administração do terreiro lamentou a morte do PM.

“Comunico com profunda tristeza o falecimento de Alycia Perroni Valentim e Anderson Valentim. Este é um momento extremamente delicado, e peço a compreensão e o respeito de todos. Neste momento de luto, buscamos preservar nosso espaço e privacidade. Assim que tivermos mais informações sobre o velório, compartilharemos através das redes sociais”, afirmou o terreiro.

A Polícia Militar também lamentou a morte de Anderson.

“A família policial-militar lamenta, com profundo pesar, a perda de nosso companheiro, após tentativa de assalto. O Policial fazia parte do efetivo da 39 Cia do 7° BPM/M e sempre atuou com dedicação e amor à causa pública, não medindo esforços para preservar vidas fazendo cumprir o juramento de proteger a sociedade”.

O crime
Anderson de Oliveira Valentim estava de folga. O caso aconteceu na Vila Medeiros, por volta de 5h15. Uma câmera de segurança registrou o crime.

O cabo estava sentado no banco do motorista e a filha dele no banco traseiro. Eles aguardavam a esposa de Anderson sair da farmácia quando três suspeitos se aproximam do veículo.

Ao ver os três homens, que vestiam moletom e máscara cirúrgica, o policial apontou a arma de dentro do carro, no que aparentava ser um sinal de alerta.

Em seguida, um dos homens fez um “joinha” com a mão e passou pela frente do carro na companhia de outros dois companheiros, que tinham os braços levantados.

O criminoso que vestia moletom preto indicou que iria entrar na farmácia, que estava com a porta trancada. No entanto, ele acabou virando para seguir os outros dois, que caminhavam para longe do estabelecimento.

O PM saiu do carro com a arma apontada e foi em direção à parte de trás do veículo. Ao perceber o movimento, o homem de preto sacou uma arma e os dois dispararam. Um dos tiros acertou o cabo e outro a filha que estava no carro.

O socorro chegou a ser acionado, mas eles não resistiram.

Fuga e investigação
Os criminosos deixaram o local em um carro cinza. Não há informações se algum deles foi ferido.

Em nota, a RD-RaiaDrogasil disse que “lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com os familiares das vítimas”. Afirmou ainda que está colaborando com as investigações policiais.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) lamentou a morte do PM e afirmou que a ocorrência será registrada no 39º Distrito Policial – Vila Gustavo.

Fonte: G1

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Segurança

Homem de moto morre após ser atingido por ponta de fuzil de policial em SP

por Redação 26 de fevereiro de 2024

Um jovem de 21 anos morreu após ser atingido pela ponta do fuzil de um policial militar na manhã deste domingo (25) na Vila Penteado, na Zona Norte de São Paulo. Um vídeo que circula em redes sociais mostra o momento do choque, capturado por uma câmera de segurança.

O caso ocorreu após um baile funk na região, durante operação para apreensão de veículos. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública afirmou que a motocicleta com dois ocupantes sem capacete avançou em alta velocidade na direção de policiais, e que o condutor desobedeceu uma ordem de parada, colidindo contra um PM.

No vídeo, é possível ver esse policial se deslocando para a frente da moto em movimento e erguendo o fuzil antes da colisão. Com o choque, o PM teve o rosto ferido, de acordo com a secretaria. Ele passou por atendimento médico e teve a arma apreendida.

Outro vídeo compartilhado em redes sociais mostra populares diante dos policiais em volta do corpo do motociclista, responsabilizando um deles pela morte.

A secretaria informou ainda que o outro ocupante da moto fugiu, e que a motocicleta não foi localizada. O caso foi registrado como morte suspeita (morte acidental) e será investigado pelo 45º DP e por inquérito aberto na Polícia Militar.

Veja a íntegra da nota abaixo:

Um homem, de 21 anos, morreu após desobedecer a ordem de parada de policiais militares e se chocar contra um dos policiais, na manhã deste domingo (25), na Rua Cláudio Ghirelli, zona norte da Capital. Na ocasião, PMs realizavam operação para apreensão de veículos quando uma motocicleta com dois ocupantes sem capacete, em alta velocidade, avançou em direção aos policiais. Um dos PMs ordenou sua parada, mas o condutor desobedeceu e colidiu lateralmente contra ele, causando uma lesão no rosto do policial. Durante o incidente, a ponta do fuzil do policial atingiu o motociclista, que conseguiu escapar, mas foi localizado posteriormente caído no chão, ferido. Ele foi socorrido, mas não resistiu devido a uma lesão no pescoço, que será investigada. O outro ocupante fugiu e a motocicleta que utilizavam não foi localizada. Durante a ocorrência, uma outra moto, produto de roubo, foi recuperada. O policial ferido passou por atendimento médico e sua arma foi apreendida. Exames periciais foram solicitados ao IC e IML e o caso, registrado como morte suspeita (morte acidental), desobediência, localização e apreensão de objeto, bem como localização, apreensão e entrega de veículo no 72º DP (Vila Penteado). Os fatos serão investigados pelo 45º DP, área dos fatos, e a Polícia Militar também apura a ocorrência por meio de um Inquérito Policial Militar (IPM).

Fonte: G1

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Segurança

O que se sabe e o que falta saber sobre incêndio causado por artefato em apartamento de coronel em Campinas

por Redação 26 de fevereiro de 2024

A Polícia Civil investiga o incêndio em um apartamento em Campinas (SP), causado pela explosão de um artefato, na noite deste sábado (24). O local tinha cerca de 60 armas de fogo – entre rifles, fuzis e espingardas – e 3 mil munições, além de uma granada.

A perícia concluiu, neste domingo (25), que o fogo começou após um artefato explodir dentro de um cofre. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o dono do imóvel não foi localizado após a ocorrência está sendo procurado para prestar esclarecimentos.

O apartamento é do coronel reformado Vigílio Parra Dias e fica no primeiro andar do condomínio Fênix, na Rua Hércules Florence. Veja abaixo o que se sabe e o que falta saber sobre o caso.

Como começou o fogo?
Quantas pessoas ficaram feridas?
Quem é o dono do apartamento?
Quantas armas e munições foram encontradas?
O local está interditado?
É crime ter tantas armas de fogo em casa?
O que falta saber

Como começou o fogo?
O fogo começou em um apartamento que fica no 1º andar do edifício. A perícia concluiu, no domingo (25), que o incêndio começou após um artefato explodir dentro do cofre do imóvel.

Quantas pessoas ficaram feridas?
Ao todo, 44 pessoas que estavam em andares superiores foram retiradas do prédio, parte delas por meio de cordas, em uma manobra semelhante à técnica de descida em rapel.

Trinta e quatro pessoas que inalaram fumaça precisaram de atendimento médico e foram encaminhadas para o Hospital Casa de Saúde e para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) São José — nenhuma em estado grave.

Além das pessoas retiradas do prédio, um cão que estava no apartamento do coronel foi resgatado pelos bombeiros.

Quem é o dono do apartamento?
O apartamento é do coronel reformado Vigílio Parra Dias, que deixou o prédio durante a evacuação e não foi mais encontrado. A Polícia Civil informou que procura por ele, para que preste esclarecimentos sobre o ocorrido.

O Comando Militar do Sudeste do Exército (CMSE) informou que o militar possui certificado de registro válido como atirador, caçador e colecionador.

Quantas armas e munições foram encontradas?
O local tinha cerca de 60 armas de fogo – entre rifles, fuzis e espingardas – e 3 mil munições, além de uma granada – que foi levada para detonação em um local seguro.

Por conta de todo o arsenal, durante o incêndio foram ouvidas dezenas de explosões. Vídeos gravados por vizinhos do prédio registraram o barulho.

O local está interditado?
De acordo com o diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidney Furtado, o apartamento foi interditado principalmente porque há materiais inflamáveis nos escombros.

“Existe um trabalho ainda muito intenso do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Gate, porque que ainda tem muito material ainda no meio dos escombros. Então enquanto isso não for retirado, não dá para ser liberado o local”, explicou.

Segundo ele, por conta das armas e munições, nos escombros há pólvora e isso impossibilita a liberação imediata do local.

É crime ter tantas armas de fogo em casa?

A fiscalização do Exército sobre as armas de militares é feita por meio da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC). Em 2023, uma portaria estabeleceu que os militares do Exército podem adquirir até seis armas de fogo, das quais cinco poderão ser de uso restrito.

No entanto, existem duas exceções determinadas pelo DFPC:

Poderá ser autorizada a aquisição de armas em quantidade superior, em caráter excepcional, pelo Comando Logístico (COLOG) desde que caracterizados os fatos e as circunstâncias que justifiquem a aquisição;
Os militares que já possuíam, antes da publicação da portaria, armas de fogo em quantidade superior ao definido na nova norma terão a propriedade dessas armas assegurada.
Ou seja, mesmo com a determinação do DFPC, o militar não é obrigado a devolver os armamentos que excedem os novos limites caso o arsenal tenha sido adquirido em anos anteriores à portaria.

O que falta saber
A polícia tenta localizar o militar dono do apartamento para que preste esclarecimentos. Ele deve ter de explicar o motivo de ter tantas armas e apresentar as documentações para provar a legalidade do arsenal.

Nesta segunda-feira (26), a perícia da Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil devem voltar ao prédio para avaliar a liberação.

Fonte: G1

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Segurança

De uma só vez, Tarcísio movimenta 34 coronéis da PM de SP, incluindo integrantes do alto comando

por Redação 22 de fevereiro de 2024

Um ato do governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (21), movimentou, de uma só vez, 34 coronéis da Polícia Militar de São Paulo, entre eles integrantes do alto comando.

As substituições atingiram três postos estratégicos: o subcomando, o Centro de Inteligência e o comando do CPChoq, unidade a que a Rota está subordinada. Por isso, as mudanças não foram bem recebidas pelos coronéis.

Militares ouvidos pela TV Globo consideram que o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, se “intromete constantemente” em decisões da PM que tendem a evitar confrontos e ações letais, o que provocou um desgaste na relação de Derrite com o comando da PM.

O secretário vinha estudando essas alterações há meses, de acordo com apuração da TV Globo, por entender que parte do comando da PM resistia às ordens dadas por ele. O objetivo é passar um recado de que, de agora em diante, a polícia deve cumprir as diretrizes da SSP.

Três pontos estão no centro das divergências entre os coronéis e o secretário, segundo apurou a TV Globo:

O que os militares consideram “constantes intromissões” de Derrite nas decisões da PM;
A contrariedade dos coronéis em relação ao antagonismo do secretário em relação às câmeras (os coronéis entendem que as câmeras são importantes para a lisura do policiamento);
Os coronéis são contrários às operações no litoral nos moldes atuais. Entendem que é preciso dar uma resposta, mas a reação não pode causar tantas mortes.
O antigo subcomandante, coronel Freixo, homem de confiança do comandante-geral, era um defensor das câmeras corporais e se opôs, recentemente, à deflagração de mais uma fase da Operação Escudo, após a morte do PM da Rota na Baixada Santista. A operação foi rebatizada como “Operação Verão”.

Já o novo chefe da Inteligência, coronel Pedro Luís, é homem de confiança de Derrite. O militar estava lotado na secretaria.

O novo comandante do CPChoq, coronel Racorte, é declaradamente contrário ao uso de câmeras corporais.

A troca de cargos abriu uma crise na PM. Grande parte dos coronéis substituídos não foi comunicada com antecedência, o que contraria a prática dentro da corporação. O mais delicado, contudo, é que muitos coronéis mais antigos ficaram subordinados a coronéis mais jovens, o que quebra a tradição dentro de instituições militares.

Além das movimentações, houve a promoção de três tenentes-coronéis para o posto de coronel.

Em nota, a SSP informou que “a atual gestão da Secretaria da Segurança Pública reconhece e valoriza o trabalho dos policiais paulistas e informa que desde o início do ano, uma série de promoções por mérito e movimentações de rotina foi efetivada junto às polícias Civil, Militar e Técnico-Científica do Estado. Tais medidas são planejadas e executadas a partir de critérios estritamente técnicos com o objetivo de aprimorar constantemente a atuação policial e reforçar a segurança de toda a população”.

Fonte: G1

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