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Segurança

Segurança

Golpe com 95 cartões expõe esquema criminoso em show de Luan Santana

por Redação 16 de março de 2026

A Polícia Civil de São Paulo prendeu em flagrante cinco homens suspeitos de aplicar golpes bancários contra fãs nas proximidades do Allianz Parque, durante um show do cantor sertanejo Luan Santana, na noite de sexta-feira (13).

A operação foi realizada por agentes da 1ª Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur), vinculada ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), após denúncias sobre a atuação do grupo. Os suspeitos foram abordados do lado de fora do estádio, localizado no bairro de Perdizes, na Zona Oeste da capital paulista.

Na revista pessoal, os policiais encontraram 95 cartões de crédito e débito pertencentes a diferentes pessoas, além de três máquinas de pagamento. Segundo a investigação, os criminosos se aproveitavam de compras realizadas por fãs junto a ambulantes no entorno do evento para furtar os cartões.

De acordo com a polícia, integrantes da quadrilha realizavam a troca dos cartões no momento do pagamento. As vítimas entregavam o cartão para a transação e recebiam outro semelhante de volta, sem perceber a substituição.

Ainda conforme as apurações, o grupo atuava de forma organizada e com divisão de tarefas. Dois dos suspeitos eram responsáveis por esconder os cartões bancários, enquanto os demais portavam as maquininhas utilizadas nas transações.

No boletim de ocorrência, os cinco homens confessaram informalmente que não participaram diretamente dos furtos, mas admitiram ocultar os cartões mesmo sabendo que eram produtos de crime, com a intenção de utilizá-los posteriormente em operações financeiras.

Os suspeitos, com idades entre 23 e 33 anos, foram levados à 1ª Deatur e indiciados pelo crime de receptação. Até a última atualização, o g1 não havia conseguido contato com as defesas dos detidos.

Para a autoridade policial, a grande quantidade de cartões apreendidos, aliada ao uso das máquinas de pagamento, revela um modus operandi comum em eventos com grande público, em que cartões furtados são rapidamente repassados a receptadores para uso imediato antes que as vítimas consigam realizar o bloqueio.

O delegado responsável destacou ainda que os presos possuem antecedentes criminais, incluindo crimes patrimoniais e tráfico de drogas. Diante disso, a delegacia optou por não arbitrar fiança e solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em preventiva, com base na garantia da ordem pública e na aplicação da lei penal.

Até a última atualização desta reportagem, os cinco permaneciam presos e à disposição da Justiça. Os cartões e as maquininhas foram apreendidos e passarão por perícia para identificação das vítimas e eventual rastreamento das transações realizadas.

Fonte: G1

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PCCComando Vermelho

Polícia encontra mensagens que indicam aliança entre CV e PCC e acende alerta sobre avanço do crime organizado

por Redação 11 de março de 2026

Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou indícios de uma aliança entre duas das maiores facções criminosas do país: o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC). As informações foram obtidas a partir de mensagens encontradas em celulares apreendidos durante a Operação Contenção Red Legacy, realizada nesta terça-feira, 11 de março.

Entre os materiais analisados pelos investigadores está um documento intitulado “Comunicado Geral”, datado de 25 de fevereiro de 2025, que teria sido enviado a integrantes das duas organizações criminosas. O texto informa que CV e PCC teriam decidido encerrar conflitos anteriores para estabelecer uma nova parceria.

No comunicado, as facções afirmam que a data representaria um marco histórico para os grupos. “Deixamos todos cientes de que, a partir da data de hoje, 25/02/2025 — data essa histórica —, o CV e o PCC estão colocando fim a esta guerra e refazendo uma nova aliança”, diz um trecho da mensagem.

O documento também menciona a intenção de ampliar a cooperação entre grupos criminosos. “Deixamos a prerrogativa para outras organizações de que estamos abertos ao diálogo e assim incorporando ainda mais nossas fileiras nessa empreitada em que lutamos de mãos dadas por um só ideal, que é: o crime fortalece o crime”, afirma o texto.

De acordo com a investigação da Polícia Civil, o acordo teria contado com a participação do traficante Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca, apontado como um dos principais líderes do Comando Vermelho no Rio de Janeiro.

Segundo os investigadores, ele aparece nas conversas utilizando o contato identificado como “Deus é fiel” e teria tratado diretamente com lideranças do PCC em São Paulo para firmar o entendimento entre as organizações.

A descoberta reforça preocupações das autoridades sobre uma possível cooperação estratégica entre as duas maiores facções do país, o que poderia ampliar a capacidade de atuação do crime organizado em diferentes regiões do Brasil.

Fonte: OGLOBO

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Segurança

PM aposentado de 89 anos é preso após matar cuidadora a facadas em São Paulo

por Redação 6 de março de 2026

Um policial militar aposentado de 89 anos foi preso na quarta-feira (4) após matar a própria cuidadora a facadas na Zona Sul de São Paulo. O crime ocorreu no bairro Jardim Ângela e teria sido motivado por uma cobrança de direitos trabalhistas.

A vítima foi identificada como Francisca Sebastião da Silva, de 61 anos. Segundo a polícia, ela teria discutido com o ex-patrão pouco antes de ser atacada.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 14h55 pelo Centro de Operações da PM (Copom) para atender uma ocorrência na Rua Doutor Arthur Moreira de Almeida. Vizinhos relataram ter ouvido gritos vindos da residência do aposentado.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Francisca caída no chão com diversos ferimentos provocados por faca. Equipes de resgate foram chamadas, mas a morte foi constatada ainda no local.

Durante buscas na região, os agentes localizaram o suspeito nas proximidades da residência enquanto tentava fugir. Ele foi abordado e, segundo a polícia, relatou que se envolveu em uma discussão com a vítima antes de desferir os golpes.

Moradores da região afirmaram que o policial aposentado era conhecido no bairro por apresentar comportamento considerado agressivo.

O caso foi registrado no 47º Distrito Policial, que ficará responsável pela investigação. A defesa do suspeito não foi localizada.

Fonte: G1

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Segurança

Operação prende policiais civis, advogados e doleira por esquema de corrupção em SP

por Redação 6 de março de 2026

Uma operação do Ministério Público de São Paulo, realizada em conjunto com a Polícia Federal e a Corregedoria da Polícia Civil, prendeu nove pessoas nesta quinta-feira (5) suspeitas de integrar um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro dentro da Polícia Civil paulista.

Entre os detidos estão quatro policiais civis: os investigadores Roldnei Eduardo dos Reis Baptista, da 1ª Delegacia de Combate à Corrupção, e Rogério Coichev Teixeira, do Serviço Aerotático; o escrivão Ciro Borges Magalhães Ferraz; e o delegado João Eduardo da Silva, ambos lotados na Delegacia do Jabaquara. Os agentes foram encaminhados à Corregedoria da corporação.

Também foi presa a doleira Meire Poza, conhecida por ter sido alvo da Operação Lava Jato. Segundo os investigadores, ela seria responsável pela contabilidade do grupo e pela movimentação de recursos ilícitos. Poza foi levada para a sede da Polícia Federal.

Outros quatro suspeitos também foram detidos: o advogado Antônio Carlos Ubaldo Júnior, que atuou entre 2023 e 2024 como assistente parlamentar comissionado de um deputado estadual; o advogado Marlon Antônio Fontana; além de Cléber Azevedo dos Santos e Robson Martins de Souza.

De acordo com o Ministério Público, o grupo teria transformado delegacias especializadas em centros de negociação para garantir a impunidade de investigados. A decisão judicial, assinada pelo juiz Paulo Fernando Deroma de Mello, autorizou prisões preventivas, mandados de busca e apreensão e o bloqueio de bens dos suspeitos.

As investigações apontam que policiais solicitavam relatórios de inteligência financeira (RIFs) para identificar possíveis alvos de cobrança de propina. Após obter os dados, eles enviavam intimações e exigiam pagamentos para interromper investigações.

Também foram identificadas tentativas de destruição de provas. Em um dos casos relatados, investigados teriam conseguido acessar dependências do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) para substituir um disco rígido apreendido por outro sem informações.

O esquema também envolveria pagamento de propina no hangar do Serviço Aerotático da Polícia Civil, no Campo de Marte, além de episódios de extorsão relacionados ao 16º Distrito Policial, na Vila Clementino. Em um dos casos citados pelo Ministério Público, policiais teriam exigido R$ 5 milhões para interromper um inquérito.

Segundo os investigadores, o grupo utilizava empresas de fachada e operações simuladas de importação para ocultar a origem do dinheiro. Uma das estratégias identificadas foi a conversão de dinheiro em espécie em créditos de vales-refeição por meio de estabelecimentos fictícios.

O esquema teria ligação com doleiros envolvidos em grandes operações anteriores, como Leonardo Meirelles e Meire Poza, apontados como operadores financeiros.

A ação desta quinta-feira é desdobramento da Operação Recidere, deflagrada em 2023 para investigar um esquema bilionário de envio de dinheiro ilegal ao exterior. Na ocasião, investigadores identificaram movimentações de cerca de R$ 4 bilhões em dois anos por meio de contas ligadas a empresas de fachada.

A análise de celulares apreendidos revelou posteriormente indícios de corrupção envolvendo policiais civis que recebiam propina para interromper investigações ou deflagrar operações para, depois, cobrar dinheiro dos investigados.

Ao todo, a Justiça decretou a prisão de 11 investigados e autorizou 23 mandados de busca e apreensão em residências, escritórios de advocacia e nas sedes de delegacias onde atuavam os policiais investigados, incluindo unidades do Departamento de Investigações Criminais (Deic), do DPPC e do 16º Distrito Policial.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a Corregedoria da Polícia Civil participa da operação e afirmou que a instituição não compactua com desvios de conduta de seus integrantes e adotará todas as medidas legais e disciplinares caso as irregularidades sejam confirmadas.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Briga familiar termina em tiros e morte na região central de SP

por Redação 4 de março de 2026

Uma discussão entre familiares terminou em violência e m0rt3 na manhã desta quarta-feira (4), no bairro da Liberdade, na região central de São Paulo. Um homem atirou contra o próprio irmão, agrediu o tio com coronhadas e, em seguida, disparou contra a própria cabeça, morrendo no local.

De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas por volta das 11h para atender a uma ocorrência de desentendimento familiar na Rua Conselheiro Furtado. A briga começou durante a visita de um dos envolvidos a parentes em um apartamento e evoluiu para agressões físicas e disparos de arma de fogo.

O irmão e o tio do agressor foram socorridos e encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vergueiro. Até a última atualização, não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas.

Fonte: G1

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Segurança

Print reforça suspeita de controle de tenente-coronel sobre PM encontrada morta em SP

por Redação 4 de março de 2026

Um print de conversa obtido pela família da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, indica que o tenente-coronel da PM Geraldo Neto afirmava ter acesso e controle sobre as redes sociais da esposa. Gisele morreu com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, no Brás, região central de São Paulo. O caso é investigado pela Polícia Civil como morte suspeita.

De acordo com o advogado da família, José Miguel Silva, a mensagem reforça indícios de controle e violência psicológica. No conteúdo, o tenente-coronel teria utilizado o perfil da esposa para repreender um primo dela após supostamente visualizar uma conversa entre os dois. Ele afirmou que o homem estaria “conversando demais” com Gisele.

Segundo o advogado, o primo respondeu de forma cordial — “eu sou primo dela, a gente foi criado juntos, legal, vamos marcar um churrasco” —, mas o marido teria encerrado de maneira ríspida: “não quero que fique de conversa”. “Ele tinha acesso e total controle às redes sociais dela”, afirmou José Miguel Silva ao g1.

A defesa sustenta que o material integra um conjunto de indícios de relacionamento abusivo. Conforme o advogado, Gisele era impedida de manter contato com familiares, usar maquiagem, frequentar academia sozinha e insistia na separação.

A morte ocorreu em 18 de fevereiro. Inicialmente registrada como suicídio, a ocorrência passou a ser tratada como morte suspeita. Nesta terça-feira (3), a Polícia Militar informou, por nota, que o tenente-coronel pediu afastamento das funções. “A Polícia Militar informa que o tenente-coronel encontra-se afastado de suas funções, a pedido”, diz o comunicado.

Em depoimento inicial, Geraldo afirmou que discutiu com a esposa após ela manifestar desejo de se separar. Disse que foi tomar banho e, cerca de um minuto depois, ouviu um disparo. Ao sair do banheiro, relatou ter encontrado Gisele caída na sala, ferida na cabeça e segurando uma arma dele. Segundo ele, acionou as autoridades em seguida.

A família contesta a versão de suicídio e afirma que Gisele sofria violência psicológica. Parentes relataram no 8º Distrito Policial que ela era perseguida e proibida de usar perfumes, batom e salto alto, além de só poder frequentar academia acompanhada do marido.

A perícia utilizou luminol e identificou sangue ainda não identificado no box do banheiro onde o coronel afirmou estar no momento do disparo. O laudo necroscópico concluiu que o tiro foi efetuado com o cano da arma encostado no lado direito da cabeça.

O exame residuográfico deu negativo para as mãos da soldado e também para as do tenente-coronel. A investigação realiza novos exames para determinar quem efetuou o disparo.

O casal vivia junto desde 2024. A filha de Gisele, de sete anos, morava com eles, mas não estava no apartamento no momento da morte.

O 8º DP avalia a possibilidade de solicitar a exumação do corpo para esclarecer dúvidas sobre as circunstâncias da morte, medida que depende de autorização judicial. Apesar das incertezas, Geraldo ainda não é formalmente considerado investigado. A reportagem tenta contato com a defesa dele.

No boletim de ocorrência, o coronel afirmou que as discussões do casal teriam sido motivadas por ciúmes de Gisele, após boatos na Corregedoria da PM de que ele teria amantes. Ele declarou ainda que passaram a dormir em quartos separados e que mantinha sua arma guardada no armário de um dos quartos.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista arrasta agente do Detran durante abordagem e foge no Tocantins

por Redação 3 de março de 2026

Um agente de fiscalização do Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran-TO) foi arrastado por um carro durante uma abordagem às margens da TO-080, próximo à entrada da Ponte Governador José Wilson Siqueira Campos, que liga Luzimangues a Palmas. O caso ocorreu no dia 1º de março e foi divulgado nas redes sociais pela página Achei em Palmas.

No vídeo, um carro vermelho aparece parado sob uma tenda de fiscalização. O agente está ao lado da porta do motorista quando o veículo começa a se mover em marcha à ré. O servidor se agarra ao automóvel e é arrastado por alguns metros. Em seguida, um homem desce do carro e se afasta do local.

De acordo com o Detran, durante a abordagem o condutor admitiu não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O agente também constatou que o licenciamento do veículo estava vencido desde 2022.

Ainda segundo o órgão, ao ser informado das irregularidades, o motorista tentou deixar o local. Diante da situação, foi dada ordem de parada, mas o condutor fugiu.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que foi registrado boletim de ocorrência por desobediência à ordem de parada durante ação de fiscalização. A Polícia Militar foi acionada para realizar buscas, mas o motorista não foi localizado. O caso é investigado pela Polícia Civil do Tocantins.

Fonte: G1

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Segurança

Pai é preso após jogar combustível na filha de 2 anos e ameaçar incendiar carro em Sumaré

por Redação 3 de março de 2026

Um homem de 34 anos foi preso por tentativa de homicídio na noite desta segunda-feira (2), em Sumaré (SP), após jogar combustível na filha de 2 anos, no carro em que estavam e nele próprio. Segundo a polícia, ele enviou mensagens de áudio à ex-companheira ameaçando incendiar o veículo com ambos dentro.

“Ó, a polícia tá atrás de mim, tá bom? Vou por fogo no carro com tudo dentro, tá bom? Só para você saber quem sou eu”, disse o suspeito em um dos áudios.

De acordo com a delegada Nathália Cabral, o casal manteve relacionamento por cinco anos, até a separação no fim do ano passado. A mulher deixou a casa alegando não suportar o comportamento e as agressões do então companheiro. Posteriormente, permitiu que ele mantivesse contato com a filha, já que o relacionamento entre pai e criança era considerado bom.

Imagens mostram que, durante a tarde, o homem foi a um posto de combustíveis em Hortolândia (SP), onde abasteceu dois galões e também o tanque do carro. Após isso, buscou a filha na casa da avó e saiu com ela.

Segundo a delegada, ele começou a enviar áudios à ex-companheira questionando sobre o fim de semana dela. As mensagens evoluíram para ameaças: “Vem aqui me encontrar, senão eu vou tacar fogo no carro, comigo e com a criança dentro”.

Ao receber os áudios, a mãe procurou a Polícia Militar e informou a localização do veículo. Os policiais localizaram o suspeito, que tentou fugir. Durante a perseguição, ele capotou o carro com a criança dentro. A menina sofreu ferimentos leves e ficou muito assustada, conforme a PM. O homem não se feriu.

Ainda segundo a polícia, ao abordarem o veículo, os agentes constataram que o combustível já havia sido despejado no interior do carro, na criança e no próprio suspeito. Um dos galões estava aberto.

O homem foi autuado por tentativa de homicídio qualificado, ameaça e sequestro. A Polícia Civil solicitou a conversão da prisão em flagrante para preventiva.

Fonte: G1

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Segurança

Morte de PM com tiro na cabeça será reconstituída; família cobra investigação como feminicídio

por Redação 2 de março de 2026

A Polícia Civil realiza nesta segunda-feira (2) a reconstituição da morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde vivia com o marido, no Brás, região central de São Paulo. A medida integra as investigações conduzidas pela Corregedoria da PM e pela Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias do caso.

Gisele era casada desde 2024 com o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto. A morte ocorreu em 18 de fevereiro, no imóvel do casal, na Rua Domingos Paiva. Segundo a versão apresentada pelo oficial, a policial teria atirado contra a própria cabeça após uma discussão, enquanto ele estava no banho.

Em depoimento, Geraldo afirmou que ouviu um barulho que inicialmente interpretou como o de uma porta batendo. Ao sair do banheiro, disse ter encontrado a esposa ferida no chão do quarto. Gisele foi socorrida ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu.

O caso é investigado pelo 8º Distrito Policial do Brás e acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar. Até o momento, o tenente-coronel não é considerado suspeito.

A família da vítima contesta a hipótese de suicídio e defende que o caso seja apurado como feminicídio. Parentes afirmam que Gisele vivia um relacionamento abusivo e tumultuado. Segundo relatos apresentados à polícia, ela era proibida de usar salto alto e batom e só podia vestir roupa de academia na presença do marido. Também teria se afastado gradualmente de amigos e familiares após o casamento.

“Era um relacionamento doentio, ele tinha um sentimento de posse. Ele exercia um controle absurdo na vida dela, inclusive a proibindo de ter contato com a família”, afirmou o advogado da família, José Miguel da Silva Júnior.

A mãe da policial, Marinalva, declarou à TV Globo que a filha nunca tiraria a própria vida. “Jamais tiraria a própria vida. Ela tinha sonhos e planos. O sonho dela era viver e dar o melhor para a filha. Era muito amorosa. Só tinha amor e amava a vida, e todo dia minha filha dizia que sofria violência psicológica”, disse.

Familiares relatam ainda que, dias antes da morte, Gisele teria pedido ajuda ao pai para deixar o apartamento, alegando que não suportava mais a situação. Apesar disso, decidiu permanecer após afirmar que tentaria conversar novamente com o marido. Segundo a família, ela planejava pedir o divórcio e enfrentava resistência do companheiro. A filha da policial, de 7 anos, teria presenciado discussões e conflitos dentro de casa.

Em seu depoimento, o tenente-coronel relatou que o relacionamento era conturbado e que, na manhã do ocorrido, teria ido ao quarto da esposa para propor a separação. Ele afirmou ainda que foi alvo de boatos sobre um suposto relacionamento extraconjugal, que teriam provocado crises de ciúmes. As discussões teriam se tornado frequentes e o casal passou a dormir em quartos separados.

Segundo o oficial, após uma discussão, entrou no banheiro e, cerca de um minuto depois, ouviu o barulho. Ao sair, encontrou Gisele ferida. Ele declarou manter uma arma de fogo sobre o armário no quarto onde dorme — arma que foi utilizada na m0rt3 da policial.

A Polícia Civil aguarda resultados de perícias, incluindo a análise da trajetória do disparo, para esclarecer o caso.

Fonte: G1

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Segurança

Pedido de cigarro termina em agressão no Centro de SP e versões opostas marcam caso

por Redação 24 de fevereiro de 2026

Uma publicitária de 34 anos foi agredida na madrugada de domingo (22) após uma confusão em um bar na Rua 13 de Maio, no Bixiga, região central de São Paulo. O caso foi registrado como lesão corporal e é investigado pelo 5º Distrito Policial (Consolação).

De acordo com o boletim de ocorrência, a agressão começou depois que a mulher pediu um cigarro ao dono do estabelecimento. A esposa dele, que também é proprietária do bar, teria acusado a publicitária de “dar em cima” do marido. A vítima sofreu lesões no olho e no nariz.

Vivian Cardoso relatou que havia participado de um bloco de carnaval na Barra Funda e, em seguida, seguiu com uma amiga para o aniversário de um amigo. No trajeto, pararam em um bar onde a amiga conhecia o proprietário de vista.

“Eu fui falar com ele porque estava procurando cigarro e perguntei: ‘e aí, tem cigarro?’”, contou. Segundo ela, a esposa do comerciante reagiu imediatamente, questionando se ela estava “dando em cima” do marido.

Vivian afirma que tentou encerrar a situação e ir embora. “Eu falei que não era isso e saí andando. Mas aí ela veio pra cima de mim, me arranhou e eu caí no chão. O pessoal separou e até o marido dela falou: não, nada a ver, você não estava dando em cima.”

Após o episódio, a publicitária e a amiga seguiram para outro bar, onde ocorria a festa de aniversário. Ela relata que, mais tarde, voltou a cruzar com a comerciante e amigas na rua.

“Ela jogou uma long neck. Eu já estava do outro lado da rua e a garrafa não me acertou. Depois, ela falou que ia me arregaçar. Eu caí no chão e vieram duas amigas dela. Eu fiquei no chão sendo agredida o tempo todo”, disse.

Vivian afirma que não reagiu às agressões. Segundo ela, protegeu o rosto para evitar ferimentos mais graves, já que tem 15 graus de miopia e chegou a perder a lente do olho esquerdo durante a confusão. Amigos teriam interferido para encerrar as agressões.

A vítima procurou atendimento médico, passou por hospital, realizou exame no IML e registrou boletim de ocorrência por lesão corporal. No registro, autorizou a fotografia das lesões e manifestou intenção de representar criminalmente.

Procurada, a comerciante confirmou que houve agressão, mas alegou legítima defesa. “Defendi minha dignidade, minha honra. Ela me insultou por diversas vezes e eu só me defendi”, afirmou. Segundo ela, pretende processar a publicitária por difamação. “Não aconteceu nada do jeito que ela falou. Ela está querendo me prejudicar.”

A Secretaria da Segurança Pública informou que o caso foi registrado como lesão corporal no domingo (22) e encaminhado ao 5º Distrito Policial (Consolação), que analisa as informações e realiza diligências para esclarecer os fatos.

Fonte: G1

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