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Aplicativo de Transporte

São PauloAplicativo de Transporte

Após fim do prazo dado pela prefeitura, 99 continua a oferecer moto por aplicativo

por Redação 17 de janeiro de 2025

O serviço 99 Moto continua funcionando normalmente na noite desta quinta-feira (16) mesmo com o fim do prazo de 24 horas dado pela prefeitura para que a 99 retirasse da plataforma a opção de transporte por motos. A empresa diz que tem amparo legal para seguir operando.

Como não houve a suspensão do serviço, o prefeito Ricardo Nunes entrou com outro recurso na Justiça solicitando a suspensão imediata do serviço. 18 motos foram apreendidas pelo Executivo (veja mais abaixo).

Até as 9h desta quinta tinham sido feitas 50 mil corridas na cidade de SP. Os locais que mais acionaram o serviço foram:

Zona Leste: Rua Salvador GIanetti, nas imediações da estação Guaianases da CPTM
Zona Sul: Praça Ricardo Martini, nas proximidades da estação Capão Redondo do metrô
Zona Oeste: Praça João de Deus Veras, Jaguaré (achamos que o fluxo se deve à proximidade com Osasco e também se deve a um grande condomínio residencial no local (pode ser fluxo de prestadores de serviço)
Zona Norte: Estação Tucuruvi do metrô, em frente e ruas adjacente
Por volta das 16h desta quinta, poucas horas para o fim do prazo, a reportagem da TV Globo pediu uma corrida de Santo Amaro para o Autódromo de Interlagos pelo aplicativo. Sete minutos depois chegou o motociclista Edmilson da Silva Alves, que explicou como faz para acomodar a caixa de entrega e o passageiro.

“Quando é passageiro, a gente anda com o capacete aqui, pede pra eles colocar a mochila nas costas e nós levamos ele”, afirma.

A TV Globo perguntou sobre o treinamento que a 99 diz oferecer para os motociclistas. Ele afirmou que ainda não havia feito.

Outra corrida foi solicitada pela reportagem e chegou o motociclista Bruno Gian Vitale. Ele contou que já fez os treinamentos oferecidos pelo aplicativo, mas acha que faltam outras regras para ter mais segurança.

“Geralmente é via internet, é online e tal. Eu acho que os aplicativos tinham que ter uma idade para trabalhar com pessoas, acima de 21, acima de 25. Ter no mínimo 5 anos de habilitação, porque hoje em dia moleque de 18 anos tira carta e está transportando gente sem experiência nenhuma”.

Além do treinamento, a 99 diz que para a segurança de motociclistas e passageiros monitora as corridas em tempo real, atua contra a direção perigosa, faz alertas sobre excesso de velocidade e mantém uma central emergencial disponível 24 horas.

Larissa Nayara Souza Oliveira conta que nada disso funcionou. Em maio do ano passado, em Osasco, Grande São Paulo, ela pegou uma corrida pela 99 moto que terminou em um acidente.

“Eu solicitei o 99, eu estava indo a trabalho, pedi uma moto. Peguei um cara que estava meio correndo. Não sei se ele perdeu o controle, porque foi muito rápido. Quando eu fui ver eu já estava no chão, toda machucada, ralada, perna quebrada e fora que eu tenho uma deficiência na perna e acabei quebrando a perna da deficiência. Fui socorrida muito rápida pelo Samu”.

“No dia do acidente, ele ainda me cobrou a corrida. Eu estava dentro da ambulância e ele falou: ‘vou finalizar a corrida’, sendo que ele poderia ter reportado que a gente teve um acidente. Ele não reportou e ainda me cobrou”.

Não foi só o motociclista que não prestou socorro. Oitos meses se passaram e até hoje ela, sequer, conseguiu falar com a empresa responsável pelo aplicativo.

“Eles não entram em comunicação com a gente e a gente também não consegue entrar em contato com eles, porque eles não têm e-mail, só pelo aplicativo e ali ninguém reporta nada porque é só um eletrônico que fala com você”.

Na internet, numa página especializada em reclamações de consumidores, há vários relatos de problemas enfrentados pelos passageiros do 99 Moto. Entre eles, dificuldade para acionar o seguro, dificuldade para entrar em contato com o aplicativo depois de um acidente, direção perigosa, falta de assistência.

Em nota, a 99 disse que reconhece que houve um erro por parte da empresa e que irá entrar em contato com Larissa. Sobre as reclamações dos usuários, a empresa afirma que precisa melhorar a central de atendimento, mas que procura responder a todas reclamações.

Tentativa de suspender serviço

Desde terça-feira (14), a prefeitura da capital tenta suspender o serviço. Nesta quinta, o prefeito Ricardo Nunes, do MDB, afirmou que pediu ajuda para o governo chinês, de onde é a empresa dona do aplicativo.

“Além disso, a nossa Secretaria de Relações Internacionais tem falado com o cônsul da China sobre a nossa preocupação com uma empresa chinesa descumprindo as regras legais do município e também descumprindo uma decisão judicial”.

O diretor de comunicação da 99 reafirmou que tem respaldo legal pra manter o serviço.

“A 99 moto está funcionando normalmente durante o dia todo. Inclusive, a gente registrou números mais elevados de utilização da 99 Moto. Somando o primeiro e o segundo dia chegou a 50 mil corridas completas. Então, a gente continua operando normalmente baseados na lei federal, nas leis federais, que respaldam a nossa operação e legitimam a nossa operação em 3.300 cidades onde a gente já opera. E o nosso entendimento é que a gente pode continuar operando baseados nessa legislação”, afirma Bruno Rossini, diretor de comunicação da 99.

Ainda de acordo com a prefeitura, nesta quinta-feira (16) foi intensificada a fiscalização contra o transporte clandestino de passageiros por motocicletas realizado por aplicativo.

“Até o fim da tarde, haviam sido apreendidos 18 mototáxis prestando serviço irregular por meio do aplicativo da empresa 99 (7 na Zona Sul, 5 na Zona Leste, 4 na Zona Norte e 2 na Zona Oeste) na operação realizada pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP), com auxílio da Guarda Civil Metropolitana, em todas as regiões da cidade”, diz a nota.

Acidentes
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, nesta terça-feira (14), 87 pacientes estavam internados em hospitais da rede municipal esperando cirurgia por trauma causado por acidente de moto.

No ano passado, cerca de 10 motociclistas foram internados por dia, na capital, por causa de acidentes de trânsito.

Diogo Lemos, do Instituto Bloomerg, afirma que esse custo deve ser levado em conta quando a empresa divulga apenas o que a nova atividade pode gerar de receita para a cidade.

“Existem partes que têm que aparecer nessa equação. A empresa fala no aumento da eficiência pensando no tempo de deslocamento das pessoas e no custo que esse transporte vai ter para os passageiros, movimentando a economia. Mas, existe uma parte invisível nesta conta que é os custos com as vítimas que esse meio de transporte gera, tanto dos custos de saúde com atendimento a elas, quanto com custos previdenciários em apoio as vítimas que se lesionaram gravemente no trânsito que, por exemplo, não conseguem mais usufruir da sua força de trabalho”.

Decisão da Justiça

Nesta quarta, a Justiça de São Paulo negou o pedido liminar da 99 para anular a notificação emitida na terça-feira (14). A empresa informou, no entanto, que a operação será mantida (leia mais abaixo).

A decisão foi resposta a um mandado de segurança impetrado pela 99.

Na decisão, o juiz Josué Vilela Pimentel, da 8ª Vara da Fazenda Pública, considerou que o decreto publicado em 2023, por Nunes, já proibe o serviço em São Paulo.

O magistrado também pontuou que o grupo de trabalho, criado pela gestão do emedebista para analisar os riscos dessa modalidade de transporte, concluiu que “não recomenda a implantação do transporte por motocicletas em viagens acionadas através de aplicativos na urbe”.

Divulgado nesta quarta, o relatório ainda destaca que o trânsito na capital tem suas particularidades e “não pode ser comparado ao de qualquer outro município do país”.

Em nota, a empresa de tecnologia informou que “a decisão do juiz da 8ª Vara da Fazenda Pública negou liminar por entender que não existe, hoje, ameaça concreta da Prefeitura contra o serviço da 99Moto.

O magistrado não analisou o mérito sobre a legalidade do serviço, que é plenamente amparado pela legislação federal. Por isso, a modalidade continuará operando normalmente na cidade. A empresa recorrerá ao Tribunal de Justiça de São Paulo para garantir os direitos da empresa e de seus motoristas e usuários”.

Mais cedo, a 99 explicou que ingressou na Justiça com um mandado de segurança para “proteger os direitos da empresa e de seus passageiros e motociclistas diante das ameaças da Prefeitura de São Paulo contra o funcionamento, legal, do serviço”.

“Esse entendimento é corroborado por 20 decisões judiciais em todo o Brasil. A companhia segue aberta ao diálogo com a Prefeitura para colaborar com uma futura regulamentação que esteja dentro da competência do Poder Municipal, como sempre estivemos”, afirmou a empresa.A administração municipal fundamentou o pedido de suspensão citando o Decreto Municipal 62.144, de 6 de janeiro de 2023, assinado pelo próprio Nunes, que suspende “temporariamente a utilização de motocicletas para a prestação do serviço de transporte individual remunerado de passageiros por meio de aplicativos”.

No entanto, o texto do decreto é extremamente sucinto — não informa o prazo da suspensão, tampouco lista possíveis punições em caso do descumprimento. Não há informação também de como vão suspender o serviço ou apreender motos.

Diante dessa medida da prefeitura, a 99 também disse que impetrou um mandado de segurança na 8ª Vara de Fazenda Pública e pediu para que o ato da gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) seja declarado nulo.

A empresa de tecnologia argumenta que o Comitê Municipal de Uso Viário, órgão da prefeitura, está contrariando o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação ao tema, o que seria um ato coator e inconstitucional.

“O transporte remunerado privado individual de passageiros é uma modalidade que, desde 2018, está prevista no inciso X do art. 4º da Política Nacional de Mobilidade Urbana. A oferta de viagens nesta modalidade pode se dar tanto por meio de automóveis como por motocicletas, como já ocorre em todas as capitais de estado e em numerosas cidades do país e como tem reconhecido, de forma reiterada, a jurisprudência de diversos tribunais brasileiros”, destaca a 99 em sua petição.

Ainda na manhã desta terça (14), Nunes vociferou contra a disponibilidade do serviço em São Paulo:

Segundo o prefeito, a cidade não está preparada para o impacto que haverá na segurança no trânsito.

A vereadora Renata Falzoni e a deputada federal Tabata Amaral, ambas do PSB, protocolaram em conjunto ofícios encaminhados ao prefeito Ricardo Nunes e ao diretor de operações da 99.

Os documentos pedem esclarecimentos e sugerem o diálogo para discutir e, eventualmente, construir coletivamente uma regulação para o serviço de mototáxi na capital.

Entre os questionamentos feitos à 99, estão: existência de parâmetros para identificar excesso de velocidade, medidas para mitigar sinistros de trânsito e os critérios para seleção dos condutores de motocicletas.

Entre os questionamentos feitos à prefeitura, estão: existência de estudos sobre transporte de passageiros por moto na capital, fiscalização em relação a sinistros de trânsito e efetividade da faixa azul para motociclistas, apontada pela gestão Nunes como uma grande medida para evitar acidentes.

99 Moto

O serviço de mototáxi da 99 está presente em mais de 3.300 municípios no Brasil, mas a empresa sempre admitiu que São Paulo era a praça mais desejada para a implantação desse serviço, em virtude do grande fluxo de viagens que o transporte por carro proporciona de receita para a empresa e o setor em geral.

O impacto econômico estimado pela empresa com o novo modal é de R$ 1 bilhão no PIB brasileiro, R$ 28 milhões em arrecadação de impostos para a cidade e a geração de 13 mil empregos diretos e indiretos, segundo estimativas que a 99 afirma virem da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“Passageiros e motoristas também são impactados. Os primeiros poderão economizar R$ 2,5 mil anuais em custos de mobilidade. Já para os motociclistas, será uma nova oportunidade de ganhos – em nossas operações em outras cidades vimos aumentos de até 40% em seus ganhos, reforçando o potencial de renda e desenvolvimento econômico que a modalidade traz para a cidade”, afirma o aplicativo.

“A 99Moto chega à maior cidade da América Latina com segurança como compromisso inegociável. A implantação gradual fora da zona de rodízio e as tecnologias de prevenção de velocidade e direção perigosa garantem a confiabilidade necessária para que os paulistanos possam aproveitar deste modal que já ajuda a vida de milhões de brasileiros no país todo”, declarou Ribeiro.

Fonte: G1

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Aplicativo de Transporte

Posso cancelar sem problemas? 5 lendas sobre o Uber que não fazem sentido

por Redação 10 de dezembro de 2024

Lendas urbanas são sempre apelativas, mas raramente têm compromisso com a realidade. Dentro do contexto atual da mobilidade, no qual as corridas por app desempenham papel de destaque, muitos usuários (motoristas e passageiros) falam sobre o que deve ser feito, o que precisa ser evitado, espalham inverdades para sustentar ideias e afirmações que, por vezes, são enviesadas, e por aí vai.

Por isso que o UOL Carros separou alguns pontos sobre Uber e suas lendas urbanas para esclarecer de uma vez por todas. Veja a seguir seis crenças incorretas que permeiam os usuários.

Corridas por app podem ser perigosas devido a motoristas com antecedentes criminais
Importante deixar claro que não é correto acreditar que as pessoas com antecedentes criminais e que quitaram seus débitos com a Justiça são, necessariamente, perigos em potencial.

De qualquer maneira, a Uber deixa claro em suas regras que “profissionais com antecedentes criminais não são admitidos”

Isso se deve à Lei Nº 13.640, de 26 de março de 2018, que regulamenta o transporte remunerado privado individual de passageiros, determina que somente será autorizada a contratação, por parte das plataformas, de motoristas que cumprirem algumas condições, entre elas, apresentação certidão negativa de antecedentes criminais.

Fica mais caro quando a bateria do celular está acabando
Recentemente, um vídeo que circula na internet ‘provava’ que os preços das corridas aumentam quando a bateria do celular está prestes a chegar ao fim. O UOL Carros, porém, conferiu que a acusação não procede.

Para testar o serviço, a redação usou dois aparelhos simultaneamente (um sempre abaixo dos 10%) e outro sempre acima de 70%, em três simulações, todas com endereços de partida e chegada diferentes, e em três períodos distintos do dia. O resultado: os preços eram sempre idênticos em ambos os aparelhos.

Qualquer CNH de categoria B serve para ser motorista de app
Muitos podem estar se perguntando existe mais de um tipo de CNH de categoria B. A resposta é ‘não’, mas para trabalhar como motorista é necessário ter campo de observações a sigla “EAR” (Exerce Atividade Remunerada).

Em dezembro de 2022, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou o novo Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito. Dentre as novidades do documento, está o enquadramento do condutor profissional flagrado sem EAR, que passa a ser penalizado por infração de natureza gravíssima.

A multa é de R$ 293,47, além de sete pontos no prontuário do condutor e remoção do veículo, segundo o Inciso VIII do Artigo 231 do CTB.

Não acontece nada com quem cancela excessivamente
Ledo engano de quem desiste das corridas por qualquer motivo – para ambas as partes, motoristas e passageiros.

Cancelamentos excessivos ou para fins de fraude representam abuso do recurso e configuram mau uso da plataforma, pois atrapalham o seu funcionamento e prejudicam intencionalmente a experiência dos demais usuários e motoristas. Equipes e tecnologias próprias revisam os cancelamentos, para identificar suspeitas de violação ao Código da Comunidade e, caso sejam comprovadas, banir as contas envolvidas, de motoristas e passageiros”
Uber

Fazer corridas por fora do app é melhor para motoristas e passageiros
Ainda que nem todos os passageiros conheçam essa prática, o UOL Carros já flagrou conversas entre motoristas de app, dentro de grupos do Telegram, que ensinavam métodos para não deixar a plataforma da Uber saber quando executavam corridas por fora. No caso, alguns usam o aplicativo para chegarem até o cliente e, assim, fazem a proposta de cancelar a corrida para, assim, levá-lo ao destino com preços mais acessíveis.

Uma vez que as margens da Uber são anuladas, tanto passageiro quanto motorista se beneficiam (irregularmente) de quantias mais convidativas.

Nessa situação, o passageiro está desprotegido, caso aconteça algum acidente durante a viagem, ficando ele dependente do motorista para arcar com as despesas médicas. Fora o risco de segurança contra eventuais crimes cometidos contra o passageiro, pois ele deixa de estar amparado pelo monitoramento da plataforma”
Eduardo Lima, presidente da Associação dos Motoristas de Aplicativo de São Paulo (Amasp)

Segundo a ANTT, “para fugir da fiscalização, os transportadores clandestinos optam, com frequência, por transitar em vias alternativas, por onde realizam percursos maiores, em estradas com más condições de manutenção. Conforme a Resolução nº 4.287/14, viagem clandestina estará sujeita a apreensão do veículo por 72h e multa no valor de R$ 7.428,32”.

Fonte: UOL

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Aplicativo de Transporte

Checar placa e compartilhar viagem: delegadas dão dicas para uma ‘carona’ por app mais segura

por Redação 26 de novembro de 2024

Um motorista de aplicativo ‘deu em cima’ de uma maquiadora de Santos, no litoral de São Paulo, após reclamar do atraso no embarque. A situação viralizou e gerou descontração na internet, inclusive por parte da jovem. Uma viagem por carona, no entanto, requer cuidados por parte de condutores e passageiros. Ao g1, delegadas da Baixada Santista deram dicas de segurança para as corridas.

Júlia Correia Caiafa Maffei, de 27 anos, estava em São Paulo e desejava voltar para Santos (SP) na quinta-feira (21). Ela combinou de encontrar o motorista do app de caronas às 9h20, mas perdeu o trem no metrô e se atrasou.

O homem se irritou com o atraso e cancelamento, mas se arrependeu e a elogiou (veja abaixo). Ele afirmou ter se sensibilizado com uma mensagem da jovem e aberto a foto de perfil dela.

A carona por aplicativo ganha cada vez mais adeptos, permitindo que o passageiro escolha a cidade de partida e o destino, além do motorista que o transportará no trajeto. Por meio da ferramenta, são acordados o valor e o ponto de encontro, sendo que muitas vezes o condutor leva mais de uma pessoa para ‘completar’ o carro.

Ao g1, a delegadas Deborah Lázaro, da Delegacia da Mulher de Santos (DDM) de Santos, e Lyvia Bonella, da DDM de Praia Grande, informaram que uma alternativa é escolher motoristas mulheres. Algumas dicas das profissionais incluem checar as avaliações do condutor no aplicativo antes de combinar a viagem, além verificar a placa do carro antes do embarque.

Lyvia Bonella destacou a importância de se manter alerta durante as corridas. Segundo a delegada, uma boa dica para uma passageira é aguardar o condutor questionar sobre a identidade dela. Desta forma, a mulher não fornece os próprios dados sem ter a certeza de que fala com o motorista certo.

De acordo com a delegada, sentar no banco da frente não é uma boa ideia, uma vez que a passageira fica muito próxima ao motorista. A profissional explicou que o melhor é escolher o banco de trás e manter os vidros abertos, na medida do possível, para garantir visibilidade a quem está fora.

Para a delegada Deborah Lázaro, o mais importante é checar a placa e a identidade do condutor. A profissional destacou que, além das janelas abertas, é indicado que a mulher fique sentada perto da porta do veículo. “Todo cuidado é pouco”, disse ela.

Caso se sinta desconfortável e não exista perigo no trânsito naquele momento, a orientação é pedir para sair do veículo e procurar apoio da PM.

Lyvia complementou que, se a passageira sentir que há algo ‘fora do normal’, deve ligar 190 sem avisar o motorista. A mulher também pode pedir para que alguém com quem tenha compartilhado a viagem acione a corporação.

Veja as dicas de segurança para uma viagem segura, de acordo com as delegadas:

✅Comece verificando as avaliações do motorista;
✅Quando o carro chegar, verifique se tem a mesma placa fornecida no app;
✅Deixe o motorista perguntar seu nome antes de embarcar;
✅Compartilhe a viagem no app com pessoas de confiança;
✅Se possível, mantenha as janelas abertas para maior visibilidade;
✅Converse com alguém por voz pelo celular;
✅Pegue indicações de condutores com amigas;
✅Fique perto da porta do carro e com a janela aberta;
✅Se perceber uma tentativa de ‘intimidade’ e caso seja for possível, peça para sair do carro o quanto antes;
✅Caso note que está sendo importunada, grave um áudio para servir como prova posteriormente.
Importunação sexual x assédio
Ao g1, o advogado criminalista Matheus Cury explicou que a prática de importunação sexual acontece quando, por exemplo, o agressor dá um beijo forçado ou passa a mão pelo corpo da vítima sem consentimento. A pena para esse crime pode variar entre um e cinco anos de reclusão.

O assédio sexual, por outro lado, ocorre quando o agressor está em situação de superioridade hierárquica em relação à vítima. É o caso de um chefe que faz investidas sexuais contra uma funcionária, por exemplo.

Fonte: G1

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Aplicativo de Transporte

Motoristas de Uber vão pedir código ao passageiro antes de iniciar viagem? Entenda mudança

por Redação 7 de novembro de 2024

A Uber anunciou nesta quinta-feira (7) a expansão do recurso U-Código para os motoristas parceiros. A ferramenta de segurança exige que o passageiro forneça uma senha ao condutor antes do início da viagem — o PIN é gerado e exibido no aplicativo.

Segundo a empresa, mesmo que o usuário não tenha o U-Código configurado em sua conta, ainda precisará informar o código ao motorista caso ele tenha o recurso habilitado. O uso do U-Código é opcional, permitindo que o motorista o ligue ou desligue a qualquer momento.

A Uber disse que a novidade já estava em testes em algumas cidades do Brasil.

A empresa explica que os motoristas interessados em usar o U-Código podem ativar a função na “Central de Segurança” do aplicativo e, em seguida, tocar em “Verificação de U-Código”.

Já os usuários podem habilitar a ferramenta acessando “Conta”, “Configurações”, “Verifique sua Viagem” e, por fim, ativando “Use PIN para verificar viagens”.

O app também oferece a opção de utilizar o U-Código apenas durante o período noturno, entre 21h e 6h. Para isso, basta ativar essa configuração na mesma tela.

Fonte: G1

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Aplicativo de Transporte

Jovem de 28 anos é atacada por motorista de aplicativo e pula do carro em movimento para fugir de abuso na Zona Leste de SP

por Redação 16 de outubro de 2024

Uma jovem de 28 anos foi vítima de uma tentativa de estupro na última segunda-feira (14), ao fazer uma viagem de aplicativo entre Bragança Paulista, no interior de SP, e São Matheus, na Zona Leste da São Paulo.

Segundo a jovem, ela viajava com uma amiga quando, ao deixar a primeira passageira em Guaianases, o motorista da 99 Táxi começou a fazer investidas abusivas e elogios a ela, solicitando que fosse para o banco da frente do carro.

Áudios gravados pela própria vítima flagraram a investida do motorista: “Você gosta de homem mais maduro ou mais jovem? Você tem que se valorizar. É um pedaço de mau caminho”, disse ele para a passageira.

Quando eles estavam no bairro de Cidade Tiradentes, o motorista desviou o caminho para uma rua deserta e cheia de árvores.

O nome da rua é Buritizinho e a vítima afirma que quando percebeu que o motorista tinha desviado o trajeto, pulou do carro ainda em movimento e fugiu.

A jovem caiu em um barranco e ficou toda machucada. Mesmo ferida, ela fugiu do lugar e conseguiu buscar ajuda em um condomínio na região.

Imagens da câmera de segurança do local mostram ela chegando na rua toda machucada e sendo acolhida por um morador local.

“Eu chego no prédio começo a chacoalhar o portão pedindo por ajuda por socorro. Esse morador foi um anjo na minha vida, ele me coloca pra dentro do prédio”, afirmou.

De longe, a amiga acompanhava tudo angustiada e tentando ajudar a colega, que reportava tudo dentro do carro por meio de mensagem de celular.

“Acordei meu pai desesperada e ele começo tentar a chamar o Uber pra ir até ela. Eu vi na localização que ela estava a 13 minutos longe de mim”, contou a amiga.

O que diz a 99 Táxi

Por meio de nota, a 99 Táxi disse lamentar profundamente o ocorrido. Afirmou também que assim que soube do caso bloqueou o motorista da plataforma.

A empresa informou que uma equipe especializada entrou em contato com a passageira oferecendo acolhimento, auxílio com despesas médicas e apoio psicológico.

Esse é o segundo caso de abuso dentro de um carro de aplicativo na capital, em menos de um mês.

No dia 16 de setembro uma jovem de 17 anos foi estuprada – na Zona Sul de São Paulo. O motorista de aplicativo foi preso.

Após esse caso, o Ministério Público de São Paulo abriu nesta quarta-feira (2) um inquérito civil público para investigar as empresas Uber e 99 por condutas criminosas praticadas por motoristas que prestam serviço através das duas plataformas.

Segundo boletim de ocorrência registrado na 1ª Delegacia De Defesa da Mulher (DDM), no Centro de SP, a vítima de 17 anos narrou que o motorista pulou para o banco de trás para estuprá-la.

A vereadora Silvia Ferraro, da Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo, acionou a promotoria e pediu que a UBER e a 99 sejam investigadas sobre as normas e políticas que estão sendo conduzidas para frear esse tipo de comportamento de seus colaboradores.

O intuito do inquérito, segundo a Promotoria, é verificar a necessidade de adequação das condutas das empresas para assegurar a segurança dos consumidores, sobretudo mulheres, crianças e adolescentes e idosos.

Ao instalar o inquérito contra a Uber, por exemplo, o promotor Marcelo Orlando Mendes, da Promotoria de Defesa do Consumidor, deu prazo de 15 dias para que as empresas apresentem em 15 dias “quais são os mecanismos de segurança adotados em sua plataforma a fim de salvaguardar os direitos de seus usuários, elucidando suas funções de forma pormenorizada”, além de publicizar nos autos relatórios de denúncias registradas em sua plataforma, referentes a condutas praticadas pelos motoristas parceiros.

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Jovem de 28 anos é atacada por motorista de aplicativo e pula do carro em movimento para fugir de abuso na Zona Leste de SP
Tentativa de abuso aconteceu na madrugada de segunda-feira (14). Por meio de nota, a 99 Táxi disse lamentar profundamente o ocorrido e que, assim que soube do caso, bloqueou o motorista da plataforma.
Por Fernanda Eunour, TV Globo — São Paulo

16/10/2024 07h39 Atualizado há 24 minutos

Jovem de 28 anos denuncia motorista de aplicativo por abuso durante viagem

Uma jovem de 28 anos foi vítima de uma tentativa de estupro na última segunda-feira (14), ao fazer uma viagem de aplicativo entre Bragança Paulista, no interior de SP, e São Matheus, na Zona Leste da São Paulo.

Segundo a jovem, ela viajava com uma amiga quando, ao deixar a primeira passageira em Guaianases, o motorista da 99 Táxi começou a fazer investidas abusivas e elogios a ela, solicitando que fosse para o banco da frente do carro (veja vídeo acima).

“Nós deixamos minha amiga na casa dela e, assim que ela entrou no prédio e que ele saiu com o carro, o motorista falou pra mim ir pro banco da frente do carro. E eu falei não vou pro banco da frente. Ele olhou pra trás e falou quero ver seu rosto. Então, aí eu já estava cismada, já tava com medo”, contou a vítima.

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Áudios gravados pela própria vítima flagraram a investida do motorista: “Você gosta de homem mais maduro ou mais jovem? Você tem que se valorizar. É um pedaço de mau caminho”, disse ele para a passageira.

Quando eles estavam no bairro de Cidade Tiradentes, o motorista desviou o caminho para uma rua deserta e cheia de árvores.

Jovem narra tentativa de abuso de motorista da 99 Táxi na Zona Leste de São Paulo. — Foto: Reprodução/TV Globo
Jovem narra tentativa de abuso de motorista da 99 Táxi na Zona Leste de São Paulo. — Foto: Reprodução/TV Globo

O nome da rua é Buritizinho e a vítima afirma que quando percebeu que o motorista tinha desviado o trajeto, pulou do carro ainda em movimento e fugiu.

“Eu sabia que ele ia fazer alguma coisa. Sentia que ele ia fazer alguma coisa e já tava bem desesperada. Em algum momento ele olha pra trás e coloca a mão na minha perna. Quando ele fez isso eu já abri o carro e pulei”, contou a moça.
A jovem caiu em um barranco e ficou toda machucada. Mesmo ferida, ela fugiu do lugar e conseguiu buscar ajuda em um condomínio na região.

Imagens da câmera de segurança do local mostram ela chegando na rua toda machucada e sendo acolhida por um morador local.

“Eu chego no prédio começo a chacoalhar o portão pedindo por ajuda por socorro. Esse morador foi um anjo na minha vida, ele me coloca pra dentro do prédio”, afirmou.

Jovem mostra ferimentos após pular de carro em movimento dirigido por motorista da 99. — Foto: Reprodução/TV Globo
Jovem mostra ferimentos após pular de carro em movimento dirigido por motorista da 99. — Foto: Reprodução/TV Globo

De longe, a amiga acompanhava tudo angustiada e tentando ajudar a colega, que reportava tudo dentro do carro por meio de mensagem de celular.

“Acordei meu pai desesperada e ele começo tentar a chamar o Uber pra ir até ela. Eu vi na localização que ela estava a 13 minutos longe de mim”, contou a amiga.

O que diz a 99 Táxi
Nota da 99 sobre a tentativa de abuso do motorista contra a jovem. — Foto: Reprodução/TV Globo
Nota da 99 sobre a tentativa de abuso do motorista contra a jovem. — Foto: Reprodução/TV Globo

Por meio de nota, a 99 Táxi disse lamentar profundamente o ocorrido. Afirmou também que assim que soube do caso bloqueou o motorista da plataforma.

A empresa informou que uma equipe especializada entrou em contato com a passageira oferecendo acolhimento, auxílio com despesas médicas e apoio psicológico.

Esse é o segundo caso de abuso dentro de um carro de aplicativo na capital, em menos de um mês.

No dia 16 de setembro uma jovem de 17 anos foi estuprada – na Zona Sul de São Paulo. O motorista de aplicativo foi preso.

Mensagens da vítima da Zona Leste trocada com a amiga na segunda-feira (14). — Foto: Reprodução/TV Globo
Mensagens da vítima da Zona Leste trocada com a amiga na segunda-feira (14). — Foto: Reprodução/TV Globo

Investigação do Ministério Público
Após esse caso, o Ministério Público de São Paulo abriu nesta quarta-feira (2) um inquérito civil público para investigar as empresas Uber e 99 por condutas criminosas praticadas por motoristas que prestam serviço através das duas plataformas.

Segundo boletim de ocorrência registrado na 1ª Delegacia De Defesa da Mulher (DDM), no Centro de SP, a vítima de 17 anos narrou que o motorista pulou para o banco de trás para estuprá-la.

A vereadora Silvia Ferraro, da Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo, acionou a promotoria e pediu que a UBER e a 99 sejam investigadas sobre as normas e políticas que estão sendo conduzidas para frear esse tipo de comportamento de seus colaboradores.

Motorista por aplicativo é preso suspeito de estuprar passageira de 17 anos dentro do carro

O intuito do inquérito, segundo a Promotoria, é verificar a necessidade de adequação das condutas das empresas para assegurar a segurança dos consumidores, sobretudo mulheres, crianças e adolescentes e idosos.

Ao instalar o inquérito contra a Uber, por exemplo, o promotor Marcelo Orlando Mendes, da Promotoria de Defesa do Consumidor, deu prazo de 15 dias para que as empresas apresentem em 15 dias “quais são os mecanismos de segurança adotados em sua plataforma a fim de salvaguardar os direitos de seus usuários, elucidando suas funções de forma pormenorizada”, além de publicizar nos autos relatórios de denúncias registradas em sua plataforma, referentes a condutas praticadas pelos motoristas parceiros.

As empresas também devem informar se as funcionalidades de gravações de vídeos e áudios estão disponíveis a toda a frota que presta serviços às suas plataformas. Caso negativo, devem esclarecer o percentual em que referida funcionalidade é disponibilizada, detalhando os critérios adotados para sua disponibilização.

“Matérias jornalísticas veiculadas nos anos de 2020[2], 2021[3], 2022[4], 2023[5] e 2024[6], demonstram que o episódio noticiado nestes autos não se restringe à empresa 99 Táxi e não se trata de acontecimento isolado, mas sim de práticas reiteradas, perpetradas por motoristas cadastrados nas plataformas de aplicativos de viagem, – neste caso, na plataforma da UBER, fato este que demonstra, por si só, a falha na prestação de serviço”, disse promotor.

Em nota, a Uber informou que “segurança é uma prioridade para a Uber e inúmeras ferramentas atuam antes, durante e depois das viagens para torná-las mais tranquilas. Evitar que algo aconteça sempre é uma prioridade para empresa, que também investe em iniciativas de produção e distribuição de conteúdo para conscientização de motoristas parceiros, baseada no Código da Comunidade Uber, em parceria com organizações como o MeToo Brasil e o Instituto Promundo”.

“No entanto, a Uber entende que a violência de gênero é um problema social complexo e sistêmico que demanda ação conjunta de toda a sociedade. Por isso, a empresa possui, desde 2018, um compromisso público de enfrentamento à violência contra a mulher, que se materializa em uma série de parcerias com especialistas e autoridades no assunto para colaborar na construção de projetos e iniciativas para enfrentar essa realidade no aplicativo e na sociedade como um todo.”

O comunicado também cita que a empresa “possui diversas parcerias de enfrentamento à violência de gênero e apoio às mulheres vítimas de violência doméstica com o Ministério das Mulheres do Governo Federal, Conselho Nacional de Justiça, Instituto Maria da Penha, Ministério Público da Bahia e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre outras”.

O g1 também procurou a 99 que disse, também por meio de nota, que “se une à indignação e repúdio à cultura do estupro que acomete o país e reforça que possui uma política de tolerância zero sobre qualquer forma de violência sexual”.

“A empresa trabalha incansavelmente para identificá-los e coibí-los. Segurança é prioridade para a 99, que investe continuamente em prevenção por meio de ferramentas que possam apoiar uma mobilidade urbana cada vez mais segura para todas as mulheres, passageiras e motoristas. A plataforma conta com mais de 50 funcionalidades de segurança. Entre elas estão um botão de emergência que permite ligar diretamente para a polícia, gravação de áudio, câmera de segurança e compartilhamento de rota com contatos de confiança”, afirmou.

“O aplicativo utiliza ainda inteligências artificiais que identificam passageiras em situação de maior vulnerabilidade, como viagens à noite e originadas em bares e casas noturnas, e direciona a chamada para motoristas mulheres ou condutores mais bem avaliados. Devido a todas essas iniciativas, 99,9% das corridas na plataforma são concluídas sem incidentes”, declarou.

A vereadora Silvia Ferraro, autora do pedido de investigação, disse que a intenção é justamente que as empresas se esforcem mais no atendimento das demandas de segurança dos passageiros mais vulneráveis a crimes dessa natureza.

“É uma vitória das mulheres que a justiça esteja se movendo para responsabilizar as empresas de transporte por aplicativo por tantos casos de violência sexual contra mulheres. Esperamos que isso traga mais segurança para elas assim como valorize os motoristas que têm uma postura correta no seu trabalho”, disse.

Crime contra a adolescente
O motorista de transporte por aplicativo da 99 foi preso em flagrante pela polícia por suspeita de estupra a passageira de 17 anos dentro do carro dele na Zona Sul de São Paulo.

O condutor do veículo foi capturado pelos investigadores após a denúncia feita na delegacia. A reportagem tenta localizar a defesa do homem para comentar o assunto. E também procura a empresa de transporte por aplicativo para a qual ele trabalha para ter um posicionamento.

Segundo o registro policial, a vítima pediu um carro por aplicativo de celular para ir até o trabalho, onde é jovem aprendiz, por causa da chuva. No caminho, o motorista começou uma conversa que intimidou a estudante.

Durante o trajeto, o homem parou o carro numa rua vazia atrás de um caminhão, pegou a mochila da jovem, a jogou no banco da frente. Depois, de acordo com o boletim de ocorrência, ele pulou para o banco traseiro, onde a estuprou.

De acordo com o que adolescente contou à mãe, o motorista a tratava “como se ela fosse sua ficante”. Depois, ela foi deixada por ele no local onde trabalha, e “começou a chorar”. Colegas de trabalho souberam o que aconteceu a orientaram a procurar um serviço médico.

O registro policial foi encaminhado depois para a 6ª DDM, em Santo Amaro, delegacia responsável por dar continuidade às investigações.

Fonte: G1

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