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Saúde

Saúde

OMS aponta tabagismo e álcool como principais causas evitáveis de câncer

por Redação 9 de fevereiro de 2026

Mais de um terço de todos os casos de câncer no mundo pode ser evitado, segundo uma nova análise da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o levantamento, os cânceres de pulmão, estômago e colo do útero respondem por quase metade dos casos considerados preveníveis.

Os dados indicam que milhões de mortes por câncer todos os anos poderiam ser evitadas com intervenções médicas, mudanças de comportamento, redução de riscos ocupacionais e controle de poluentes ambientais.

“Enfrentar essas causas preveníveis representa uma das oportunidades mais poderosas para reduzir a carga global do câncer”, afirmou Isabelle Soerjomataram, epidemiologista médica da OMS e autora sênior da análise.

O estudo aponta que, apenas em 2022, foram registrados quase 19 milhões de novos casos de câncer em todo o mundo. Cerca de 38% deles estiveram associados a 30 fatores de risco modificáveis, como tabagismo, consumo de álcool, índice de massa corporal elevado, sedentarismo, uso de tabaco sem fumaça, consumo da noz de areca, amamentação inadequada, poluição do ar, radiação ultravioleta, agentes infecciosos e diversas exposições ocupacionais.

O tabagismo aparece como o principal fator de risco evitável, relacionado a 15% de todos os casos de câncer naquele ano. Entre os homens, o impacto foi ainda maior: o hábito esteve ligado a 23% dos novos diagnósticos globais nesse grupo.

A poluição do ar também se destaca como causa relevante, com variações regionais. No Leste Asiático, aproximadamente 15% dos casos de câncer de pulmão em mulheres foram atribuídos à poluição atmosférica. Já no Norte da África e no Oeste da Ásia, cerca de 20% dos casos da doença em homens tiveram essa mesma origem.

O consumo de álcool surge como o segundo principal fator de risco prevenível, responsável por 3,2% dos novos casos de câncer no mundo, o equivalente a cerca de 700 mil diagnósticos.

As infecções responderam por aproximadamente 10% dos novos casos. Entre as mulheres, o maior impacto vem do papilomavírus humano (HPV) de alto risco, associado ao câncer do colo do útero.

Já os casos de câncer de estômago são mais frequentes entre homens e costumam estar ligados ao tabagismo e a infecções associadas à superlotação, saneamento precário e falta de acesso à água potável.

Fonte: epocanegocios

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Saúde

Faustão recebe alta após três meses e dois transplantes no Albert Einstein

por Redação 28 de agosto de 2025

O apresentador Fausto Silva, o Faustão, de 75 anos, recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira (28) após três meses de internação e passar por transplante de fígado e retransplante de rim. A informação foi confirmada pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Segundo boletim médico, Faustão se encontra bem clinicamente, com bom funcionamento dos órgãos transplantados. O apresentador seguirá agora um plano de cuidados domiciliar, incluindo uso de imunossupressores e acompanhamento médico regular.

Faustão estava internado desde maio devido a uma infecção bacteriana aguda com sepse. O transplante de fígado foi realizado em 6 de agosto, seguido pelo retransplante de rim em 7 de agosto, após a Central de Transplantes do Estado de São Paulo confirmar compatibilidade dos órgãos com um único doador.

Este não é o primeiro transplante do apresentador: em 2023 ele recebeu novo coração e, em 2024, passou pelo primeiro transplante de rim. O filho de Faustão, João Silva, celebrou a recuperação: “Ver meu pai com a saúde melhor é para agradecer”.

Fonte: revistaquem

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Saúde

Como melhorar a qualidade do ar em casa? Veja respostas para a pergunta que ganhou destaque no Google

por Redação 13 de setembro de 2024

Basta olhar para o céu em meio à seca histórica que vive o país e a faixa cinza no horizonte logo desperta um alerta para a má qualidade do ar. E a preocupação com os efeitos da poluição também invade as casas brasileiras: “Como melhorar a qualidade do ar em casa?” foi a pergunta mais buscada no Google envolvendo o tema entre os dias 1 e 10 de setembro.

Isso é o que mostra um levantamento exclusivo realizado pelo Google Trends a pedido do g1. O Brasil foi o sexto país que mais procurou sobre índice de qualidade do ar no período, segundo a análise.

?Antes de responder essa pergunta, é preciso lembrar que a qualidade do ar envolve ao menos dois fatores importantes:

Umidade relativa do ar – de maneira resumida, é a quantidade de água na forma de vapor existe na atmosfera. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que índices inferiores a 60% já são considerados inadequados para a saúde humana;
Concentração de poluentes – processos industriais, geração de energia, meios de transportes e queimadas são algumas das principais fontes de emissão de poluentes na atmosfera. Quanto mais seco o tempo, mais concentrados nas camadas baixas esses poluentes ficam (o que piora consideravelmente a qualidade do ar).

Com a sequência extensa de dias sem chuva e a fumaça das queimadas se espalhando por quase todo o país, é fato que a qualidade do ar no Brasil está muito ruim.

E, apesar do ar de dentro dos ambientes muitas vezes parecer mais puro, segundo especialistas, a qualidade do ar dentro de casa é muito semelhante ao da parte externa.

Eduardo Algranti, pneumologista e coordenador da Comissão Científica de Doenças Respiratórias Ambientais e Ocupacionais da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), pondera que, a única vantagem dos ambientes internos é que a circulação dos ventos é muito menor.

Isso impede que as partículas de sujeira continuem constantemente em suspensão.

Nesta reportagem, os pneumologistas explicam se é possível melhorar a qualidade do ar dentro de casa e dão dicas para amenizar os efeitos do tempo seco.

Umidade e poluição
Ainda que dentro de casa as partículas se sedimentem com mais facilidade, o que tornaria o ar um pouco melhor, Eduardo Algranti alerta que a qualidade do ar não é saudável considerando o momento em que vivemos.

Carlos Carvalho também comenta que é quase impossível tomar medidas efetivas contra o material particulado disperso no ar.

Os especialistas recomendam que para melhorar a qualidade do ar dentro de casa, o mais válido é investir em medidas que aumentem a umidade do ambiente.

Veja abaixo 5 dicas que podem ajudar a respirar melhor em casa:

  1. Manter janelas e portas fechadas
    Para evitar grandes trocas de ar com o ambiente externo, os pneumologistas recomendam a manutenção da casa fechada pela maior parte do dia possível.

Além disso, caso haja, priorizar a abertura de janelas voltadas para ambientes menos poluídos, como locais arborizados ou quintais.

O uso de panos para vedar frestas de portas e janelas maiores, que não fecham por completo, também são uma boa opção.

  1. Usar toalhas e baldes com água
    Para aumentar o nível de umidade dos ambientes, outra boa estratégia é pendurar toalhas molhadas pela casa. Além de contribuir para a deposição de parte do material particulado, a evaporação da água da tolha vai tornar o local mais úmido.

?É importante que, toda vez que a tolha seque, ela seja substituída ou molhada novamente.

A colocação de grandes bacias com água na casa também produz o mesmo efeito e pode ser uma alternativa.

  1. Usar umidificadores de ar
    Também com o objetivo de aumentar o nível de umidade da casa, os umidificadores podem ser um bom aliado. Eles liberam um fino vapor de água no ambiente, por meio da quebra de moléculas de água no reservatório.

Os especialistas recomendam que o uso seja feito somente em dias com umidade do ar muito baixa, para que não sejam geradas condições favoráveis para formação de mofo.

  1. Optar pelo ar-condicionado
    Ainda na linha dos aparelhos que podem ajudar, o ar-condicionado também entra nessa lista. Além de refrescar o ambiente, o aparelho na maioria das vezes conta com a opção de recirculação interna do ar.

Essa função faz com que o ar circule no ambiente sem trazer ar de fora, que tende a estar mais poluído.

❗Os especialistas apenas alertam que, apesar dessa boa opção e também dos sistemas de filtragem do aparelho, a tendência é que ele retire umidade do ar, o que resseca ainda mais o ambiente e pode ser prejudicial.

  1. Limpar regularmente os ambientes
    A limpeza regular da casa pode não ter relação com a melhora da qualidade do ar, mas tem um papel importante nesse processo.

Isso porque ela evita que o material particulado se acumule nas superfícies e eventualmente volte a se suspender à medida que as pessoas passam nos ambientes, por exemplo.

A recomendação é que se use aspiradores e panos úmidos para retirar o excesso de sujeira da casa.

Fonte: G1

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Saúde

Paul Alexander, o homem do ‘pulmão de aço’, morre aos 78 anos

por Redação 13 de março de 2024

O “homem do pulmão de aço” e sobrevivente da poliomielite, Paul Alexander morreu na última segunda-feira (11) aos 78 anos de idade em Dallas, no Texas.

A informação foi confirmada por seu irmão Philip Alexander em uma postagem no Facebook. A causa da morte, porém, não foi divulgada.

“Foi uma honra fazer parte da vida de alguém tão admirado quanto ele. Ele tocou e inspirou milhões de pessoas e isso não é exagero”, escreveu Philip.

Paul contraiu a doença em 1952, aos seis anos, deixando-o paralisado do pescoço para baixo – e sem conseguir respirar.

Por causa disso, no mesmo ano, médicos optaram por colocá-lo em um “pulmão de aço”, um cilindro de metal que o acompanhou por sete décadas.

“Desde então, Paul foi para a faculdade, tornou-se advogado e autor publicado. Sua história viajou longe, influenciando positivamente pessoas ao redor do mundo. Paul foi um modelo incrível que continuará sendo lembrado”, disse Christopher Ulmer, que organizou uma plataforma americana de crowdfunding para ajudar a custear os cuidados com sua saúde.

Entenda o que é o pulmão de aço
Um pulmão de aço (ou pulmão de ferro) é um dispositivo médico usado para ajudar na respiração de pessoas paralisadas devido à poliomielite.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos o descreve como uma máquina de metal que imita o padrão respiratório humano.

Ele é alimentado por eletricidade, mas pode ser operado manualmente. O dispositivo tem janelas e portas de acesso para cuidados médicos e um espelho para que os pacientes possam interagir com os outros.

Hoje em dia, porém, devido à vacinação generalizada contra a poliomielite, o uso do pulmão de aço é extremamente raro.

Fonte: G1

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Saúde

A Gripe Espanhola ainda circula entre nós?

por Redação 29 de novembro de 2023

Cada vez mais, podemos ver que a Covid-19, após cerca de dois anos pandêmicos e algumas doses de vacinas, está se tornando uma doença que, embora ainda cause mortes, deixa de ser uma emergência e passa a ser uma enfermidade que faz parte do dia-a-dia das pessoas. O vírus segue o mesmo curso de outra pandemia, considerada uma das mais mortais da história: a Gripe Espanhola.

Em 1918, um vírus de gripe — a Influenza A, provocada pelo vírus do H1N1 — passou a se disseminar nos Estados Unidos.

Em meio à Primeira Guerra Mundial, a Europa optou por não divulgar informações da enfermidade, que já matava mais pessoas do que o próprio combate, de modo a não minar a moral das tropas. Assim, a Espanha, que não fazia parte do conflito, se encarregou de noticiar a doença, originando, então, o nome de gripe espanhola. A pandemia teve fim em 1919.

De acordo com o portal da Câmara Municipal de São Paulo, estima-se que a gripe espanhola tenha afetado um terço da população mundial e matado de 20 a 50 milhões, com estudos recentes citando 100 milhões de mortos — enquanto a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) levou quatro anos para matar 8 milhões de pessoas.

“A Gripe Espanhola foi causada por um vírus da Influenza A, o H1N1, e é interessante se pararmos para pensar que, em 2009, tivemos novamente um alerta [pelo H1N1]. O vírus pode até ter partes da cepa de 1918 mas, ao conviver com a comunidade e circulando pelo mundo, acaba sofrendo mutações e incorporando DNAs diferentes. Inclusive, o vírus que temos atualmente, deve ter coisas em comum com o de 1918, mas que, com certeza passou por muitas mutações, com um grande vai e vem”, explica o infectologista João Prats, da BP -A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

A infectologista do Hospital Nove de Julho, Sumire Sakabe, afirma que, no século 20, houve a ocorrência de três pandemias causadas pela influenza: a da Gripe Espanhola, em 1918, com o H1N1; a Gripe Asiática, em 1957, com o H2N2; e a Gripe de Hong Kong, em 1968, com a H3N2.

Vírus descendentes do H1N1 circularam até 1957, quando foram substituídos pelo H2N2. O primeiro voltaria a aparecer, então, no final da década de 70, e seguindo como responsáveis por boa parte dos casos de influenza sazonal ainda hoje.

Sumire ressalta, no entanto, que a cepa circulante do H1N1 que causou a Gripe Espanhola já não circula mais, na atualidade. O fato foi comprovado a partir do sequenciamento de amostras do vírus coletadas no tecido pulmonar de vítimas da época.

Máscaras, isolamento e o combate atual
A otorrinolaringologista Maura Neves, da ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial), alega que a contenção da Gripe Espanhola se deu por meio do uso de máscaras, isolamento social e incentivo a quarentena por ter sido identificada como uma doença contagiosa — mesmas estratégias adotadas no início da pandemia de Covid-19, quando ainda não havia vacina.

Ela complementa que, parte da alta mortalidade relacionada ao vírus se deu por conta de complicações do H1N1, que levaram à pneumonias bacterianas, em uma época em que não havia antibióticos para tal combate.

Maura diz que o vírus influenza H1N1 tem mutações sazonais, podendo, eventualmente apresentar uma nova mutação mais virulenta.

Porém, por já fazer parte das vacinas das campanhas de gripe anuais (que contém as cepas mais recentes, circulantes no ano anterior) e com os avanços médicos, é possível um enfrentamento mais rápido, além de remédios eficazes.

“A vacina influenza é produzida a partir de vírus inativados e fragmentados, o que significa que contém somente vírus mortos, não podendo causar a doença. Ela estimula a produção de anticorpos contra uma proteína expressa na cepa. Dessa forma, quando o vírus penetra o corpo, o organismo detecta sua presença e os anticorpos o neutralizam, prevenindo a infecção. A resposta imunológica ocorre em até duas semanas depois da vacinação”, finaliza a otorrinolaringologista Roberta Pilla, da ABORL-CCF.

Fonte: r7

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Saúde

EUA aprovam a primeira vacina contra a chikungunya

por Redação 10 de novembro de 2023

Os Estados Unidos aprovaram, nesta quinta-feira (9), uma vacina contra a chikungunya, a primeira contra essa doença viral presente na região das Américas, que se propaga pela picada de mosquitos.

Feita pelo laboratório Valneva, a vacina, que será comercializada com o nome Ixchiq, é autorizada para pessoas com mais de 18 anos, que estão mais expostas ao vírus, informou a agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, a FDA, em um comunicado.

Os sintomas mais comuns da infecção são febre e dor nas articulações, mas o vírus também pode causar irritação na pele. A dor severa nas articulações dura alguns dias, porém pode persistir durante meses e até anos.

A chikungunya “é uma ameaça emergente para a saúde mundial, com pelo menos 5 milhões de casos de infecção” pelo vírus registrados nos últimos 15 anos, informa a FDA.

O maior risco de infecção está nas regiões tropicais e subtropicais da África, no Sudeste Asiático e, desde o fim de 2013, em partes das Américas.

“A infecção pelo vírus chikungunya pode provocar doenças graves e problemas de saúde prolongados, especialmente em pessoas da terceira idade e indivíduos com problemas médicos subjacentes”, explica Peter Marks, diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa de Produtos Biológicos da FDA, citado no comunicado.

Vacina contra a chikungunya
A vacina consiste em uma dose injetável e contém uma versão atenuada do vírus chikungunya, uma técnica de imunização usada com frequência. Foram realizados dois ensaios clínicos na América do Norte com milhares de pessoas.

Os principais efeitos secundários são dores de cabeça ou musculares, fadiga e náuseas, e em poucos casos foram observadas reações mais graves, afirmou a FDA. Dois participantes do ensaio clínico que receberam a vacina tiveram que ser hospitalizados.

Até agora, não existia uma vacina ou tratamento com medicamentos antivirais para esta enfermidade, cujo nome procede da língua africana maconde e significa “curvar-se de dor”.

A única forma de evitar a chikungunya, descrita pela primeira vez durante um surto no sul da Tanzânia em 1952, era utilizar repelentes de insetos.

Para ser transmitido, o vírus necessita de um vetor, que é o mosquito, e só é possível pegar a doença uma vez, pois a pessoa desenvolve imunidade por toda a vida, explica a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) em seu site.

As mães que têm chikungunya durante a gestação “não transmitem o vírus a seus bebês”, mas há relatos de casos de transmissão materna ao recém-nascido quando a mãe tem febre alguns dias antes ou no momento do parto, acrescenta.

A Valneva também apresentou um pedido de autorização à EMA (Agência Europeia de Medicamentos, na sigla em inglês).

Fonte: r7

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MundoSaúde

Japão inicia despejo de água da usina nuclear de Fukushima no mar

por Redação 24 de agosto de 2023

O Japão iniciou nesta quinta-feira (24) o despejo no oceano de água residual da usina nuclear de Fukushima, apesar da preocupação dos pescadores da região e da ferrenha oposição da China, que intensificou as restrições comerciais a produtos nipônicos.

O despejo do equivalente a quase 540 piscinas olímpicas de água durante décadas no Oceano Pacífico é uma etapa importante para desmantelar a usina, ainda muito perigosa 12 anos após um dos piores acidentes nucleares da história.

Uma transmissão ao vivo da operadora da usina, TEPCO, mostrou os engenheiros da empresa trabalhando em computadores no momento em que um supervisor anunciava, após uma contagem regressiva, a abertura das válvulas próximas das bombas de transferência de água”.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da ONU, que aprovou o plano do Japão, supervisiona o processo, que, na sua opinião, está de adequado às “normas de segurança internacionais” e terá um impacto “insignificante para a população e o meio ambiente”.

Porém, minutos após o anúncio do início da operação, a China decidiu suspender todas as importações de produtos do mar procedentes do Japão e chamou o plano de Tóquio de “extremamente egoísta e irresponsável”.

Pequim já havia interrompido todas as importações de alimentos de 10 dos 47 municípios japonesas em julho. Hong Kong e Macau adotaram a mesma iniciativa.

Na Coreia do Sul, o despejo de água residual da usina nuclear gerou protestos e muita preocupação entre a população, mas o governo expressou apoio ao plano do Japão. Os dois países iniciaram uma aproximação após décadas de distanciamento.

O primeiro-ministro sul-coreano Han Duck-soo pediu ao governo japonês que divulgue as informações do despejo de água “de forma transparente e responsável durante os próximos 30 anos”.

Manifestações foram registradas nesta quinta-feira e mais de 10 pessoas foram detidas em Seul depois que tentaram invadir a embaixada do Japão.

A Coreia do Norte exigiu que o Japão interrompa a operação, segundo um comunicado do ministério das Relações Exteriores publicado pela agência estatal KCNA.

‘Risco muito pequeno’
Em três reatores da usina Fukushima-Daiichi, na região nordeste do Japão, combustível e outros materiais derreteram após o grande terremoto e tsunami que mataram 18 mil pessoas em 2011.

Desde então, a TEPCO acumulou mais de 1,3 milhão de metros cúbicos, armazenados em 1.000 contêineres de aço, de água usada para resfriar os reatores ainda radioativos, misturada com água subterrânea e de chuva que se infiltrou.

A empresa afirma que sua capacidade está no limite e que precisa abrir espaço para retirar o combustível nuclear e os escombros dos reatores destruídos.

A TEPCO afirma que a água passou por um tratamento para eliminar todas as substâncias radioativas, exceto o trítio, que está em níveis inócuos e muito inferiores aos liberados por centrais nucleares em operação, incluindo as usinas da China.

A concentração de trítio na água residual preparada para este primeiro despejo estava “muito abaixo do limite operacional de 1.500 bequerel (Bq) por litro”, afirmou a AIEA após uma “análise independente feita no local”.

Este nível é 40 vezes inferior às normas japonesas para águas tratadas e às normas internacionais (60.000 Bq/litro), além de sete vezes menor que o limite máximo estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a água potável (10.000 Bq/litro).

“Quando for liberado no Pacífico, o trítio será diluído em uma vasta massa de água e atingirá rapidamente um nível de radioatividade que não difere da água do mar normal”, disse Tom Scott, especialista da Universidade de Bristol, na Inglaterra.

“Portanto, representa um risco muito pequeno. E o risco diminui com o tempo porque o nível de trítio diminui continuamente”, acrescentou.

‘Bomba atômica’
Antes da operação, várias pessoas protestaram diante da usina nuclear de Fukushima e mais de 100 na sede da TEPCO, em Tóquio.

“É como lançar uma bomba atômica no oceano. O Japão foi o primeiro país atacado com uma bomba atômica no mundo e o primeiro-ministro tomou esta decisão”, lamentou Kenichi Sato, de 68 anos.

O grupo ambientalista Greenpeace afirmou que o processo de tratamento da água é falho. China e a Rússia sugerem que a água pode evaporar e atingir a atmosfera.

Os restaurantes de sushi em Pequim e Hong Kong já sofrem as consequências das restrições de importações.

“Quase 80% dos frutos do mar que usamos vêm do Japão”, disse à AFP Jasy Choi, que dirige em Hong Kong um pequeno restaurante de comida japonesa para viagem. “Se mais da metade dos meus ingredientes importados do Japão forem afetados, será difícil continuar funcionando”, lamentou o chef, de 36 anos.

Analistas apontam que a China, embora possa ter preocupações genuínas com a segurança, também pode estar sendo motivada por sua rivalidade econômica e sua relação complicada com Tóquio.

A operação de despejo será gradual e deve prosseguir até a década de 2050.

Fonte: r7

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CelebridadeSaúde

Faustão é incluído na fila do transplante de coração, indica novo boletim médico

por Redação 21 de agosto de 2023

Às 19h24 deste domingo, o Hospital Albert Einstein divulgou um novo boletim sobre o estado de saúde de Fausto Silva, o Faustão, internado naquela unidade desde o último dia 5.

De acordo com os médicos, o apresentador de 73 anos foi incluído na fila de transplante de coração.

A nota, assinada pelos médicos Fernando Bacal e Miguel Cendoroglo Neto, informa o seguinte:

“São Paulo, 20 de agosto de 2023 – Em 05 de agosto, Fausto Silva deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein para tratamento de insuficiência cardíaca, condição que vem sendo acompanhada desde 2020.

Ele encontra-se sob cuidados intensivos e, em virtude do agravamento do quadro, há indicação para transplante cardíaco. O paciente está em diálise e necessitando de medicamentos para ajudar na força de bombeamento do coração.

Fausto Silva já foi incluído na fila única de transplantes, regida pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que leva em consideração, para definição da priorização, o tempo de espera, a tipagem sanguínea e a gravidade do caso.

Dr. Fernando Bacal, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Miguel Cendoroglo Neto, Diretor-Médico e Serviços Hospitalares do Hospital Israelita Albert Einstein.”

A coluna conversou com o apresentador neste domingo e ele se mostrou bem-disposto. Faustão viu e comemorou a vitória do Santos contra o Grêmio pelo Brasileirão.

Fonte: r7

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CelebridadeSaúde

Internado em São Paulo, Faustão vai passar por cirurgia no coração

por Redação 18 de agosto de 2023

Internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o último dia 5 de agosto, o apresentador Fausto Silva vai passar por uma cirurgia no coração. A reportagem do R7 apurou que o procedimento é considerado simples, porém ainda não há data confirmada para a realização.

O comunicador de 73 anos foi hospitalizado no início deste mês para tratamento de compensação clínica para insuficiência cardíaca.

Segundo o último boletim médico divulgado pelo hospital, nesta quinta-feira (17), Faustão se encontra estável e conta com cuidados intensivos.

Leia o boletim na íntegra

Fausto Silva está internado desde o dia 05 de agosto para o tratamento de compensação clínica de insuficiência cardíaca. Neste momento, encontra-se estável e em cuidados intensivos.

Dr. Fernando Bacal, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Miguel Cendoroglo Neto, Diretor-Médico e Serviços Hospitalares do Hospital Israelita Albert Einstein

Fonte: r7

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Saúde

Menopausa tem outros sintomas além das ondas de calor; saiba quais são

por Redação 28 de julho de 2023

Se existe uma certeza para as mulheres ao chegar à meia-idade, essa é a de que logo os primeiros efeitos da menopausa aparecerão.

“A menopausa é a fase na vida da mulher em que a menstruação e a fertilidade terminam. Normalmente ocorre entre os 45 e 55 anos, sendo a média aos 51 anos”, explica a endocrinologista Thaís Mussi, da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia). Nesse momento, o sistema reprodutor feminino para de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, e os ovários encerram suas atividades.

Outros fatores que podem levar à menopausa, além da própria interrupção natural desses ciclos, são algumas cirurgias, quimioterapia e radiações, segundo Isis Toledo, também endocrinologista da SBEM.

A consolidação da menopausa se dá a partir da observação da última menstruação e desde que constatado um período de 12 meses sem o ciclo. Antes disso, ocorre o climatério, período que marca a transição entre a fase reprodutiva e o último ciclo menstrual.

Nessa fase, é comum que existam irregularidades menstruais, que podem passar de dois a três meses entre um ciclo e outro até a interrupção definitiva, além de apresentar sintomas semelhantes aos da menopausa.

O ginecologista e obstetra Alexandre Silva e Silva afirma que, entre os sintomas gerados pelo fim dos ciclos menstruais, as mulheres podem sentir ondas repentinas de calor (conhecidas também como fogachos), seguidas por suores frios, insônia, diminuição da libido, depressão, perda da lubrificação vaginal e redistribuição de gordura, o que pode ocasionar ganho de peso.

É possível ainda que esse período traga alterações na memória e na concentração, assim como redução da densidade óssea, segundo Thaís Mussi.

Os especialistas afirmam que a menopausa pode ocorrer de maneira precoce, antes dos 40 anos de idade, devido a alguns tratamentos médicos ou por algumas condições médicas.

“Geralmente a causa é autoimune e isolada, mas pode estar associada a outras doenças endócrinas, como síndrome poliendócrina autoimune, doenças tireoidianas, adrenais e diabetes”, informa Isis Toledo.

Diante das alterações sofridas pelo organismo, é comum também que haja um risco aumentado para o desenvolvimento de determinadas doenças, como a obesidade, aumentando a resistência à insulina e podendo evoluir para o diabetes; o surgimento da hipertensão arterial sistêmica, evoluindo para doenças cardiovasculares e insuficiência renal; depressão e ansiedade; osteoporose; incontinência urinária e prolapsos genitais.

Os médicos ressaltam que os cuidados após o início da menopausa devem ser mantidos, com visitas anuais ao ginecologista e realização dos exames preventivos.

Silva lista que os principais são a mamografia e ultrassom de mamas bilateral; ultrassonografia pélvica e transvaginal; exames de sangue para estudar o perfil lipídico; e dosagens hormonais.

Quanto à realização do papanicolau, ele esclarece que a recomendação atual da Figo (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia) é que, caso a mulher tenha os últimos dois exames sem nenhuma alteração, o rastreamento seja feito a cada três anos.

Para diminuir os sintomas da menopausa, a recomendação é sempre buscar auxílio profissional para verificar a necessidade de reposição hormonal. Para mulheres que tiveram diagnóstico de câncer de mama, hiperplasia endometrial não tratada, hepatopatia aguda, tromboembolias ou infarto, o tratamento é contraindicado.

Fonte: r7

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