Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
segunda-feira, março 9, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Saúde

GuarulhosSaúde

PF e Anvisa fazem ação contra o comércio de medicamentos falsificados e clandestinos

por Redação 17 de novembro de 2022

A PF (Polícia Federal) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) fazem, em conjunto, uma operação contra o mercado irregular de importação e comercialização de medicamentos no Brasil.

A ação acontece na manhã desta quinta-feira (17) e inclui o combate a produtos falsificados e importados de forma irregular para o país. As buscas ocorrem em seis estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Um mandado de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal da SJ-MT são cumpridos.

A operação é resultado do compartilhamento de informações entre PF, Anvisa e as vigilâncias sanitárias dos estados. As investigações tiveram início com uma apreensão anterior, no Aeroporto Internacional de Campo Grande (MS), de várias caixas de medicamentos de origem argentina.

A carga estava desacompanhada de documentação que comprovasse a entrada regular no território nacional. Nessa ocasião, também já havia sido apreendida uma caixa de remédio comprovadamente falsificado.

Medicamentos de origem irregular não têm nenhuma garantia de suas condições de qualidade. Mesmo nos casos em que a Anvisa autoriza a importação de forma excepcional de produtos sem registro no país, é necessário o cumprimento de procedimentos para que seja garantida a segurança dos pacientes.

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São PauloSaúde

Capital paulista começa a vacinar crianças a partir de 6 meses com comorbidades contra a Covid

por Redação 17 de novembro de 2022

A cidade de São Paulo inicia hoje a vacinação contra a Covid-19 de crianças na faixa etária de 6 meses a 2 anos com comorbidades – imunossuprimidos e com deficiência permanente – além de indígenas.

Esses grupos receberão a chamada Pfizer Baby (tampa de cor vinho), que é a única vacina autorizada atualmente pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para esta faixa etária. A capital recebeu 34.840 doses da vacina.

Estão incluídas nesse grupo crianças com até 2 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

O esquema vacinal será de três doses. A segunda dose deve ser administrada após intervalo de quatro semanas (28 dias) da primeira. A terceira pode ser aplicada oito semanas (56 dias) após a segunda dose.

Os responsáveis pelas crianças devem apresentar, nesta primeira fase da vacinação, comprovantes de condição de risco, ou seja, receitas, relatórios ou outros documentos que atestem as comorbidades ou as outras condições previstas.

Tais documentos devem conter, além da identificação da criança, carimbo do médico com CRM, e estar dentro da validade de dois anos de emissão.

Segundo levantamento da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) deste ano, o município de São Paulo tem 367.439 crianças nessa faixa etária (público geral). A vacinação ocorrerá nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), de segunda a sexta-feira, e aos sábados, nas UBSs integradas, das 7h às 19h.

Caso existam doses remanescentes da vacina próximo ao final das atividades de cada dia nas unidades, as demais crianças da faixa etária podem tomar o imunizante, desde que sejam moradoras da região (deve ser apresentado comprovante de endereço para inscrição prévia).

Segundo o Ministério da Saúde, a Pfizer Baby contra a Covid-19 pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação para esse público.

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
GuarulhosSaúde

Guarulhos recebe a Pfizer Baby para vacinação de crianças de seis meses a dois anos contra a covid-19

por Redação 16 de novembro de 2022

A Prefeitura de Guarulhos recebeu nesta quarta-feira (16) a primeira remessa da vacina contra a covid-19 Pfizer Baby, destinada a crianças de seis meses a dois anos de idade com comorbidades. A vacinação deste público, correspondente a 6.248 crianças, terá início na sexta-feira (18) em 21 polos. Pais ou responsáveis devem levá-las para se vacinar portando documento com foto e comprovante da comorbidade.

O imunobiológico estará disponível no Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e nas UBS São Ricardo, Vila Fátima, Ponte Grande, Tranquilidade, Rosa de França, Continental, Cabuçu, Acácio, Cidade Martins, Morros, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Jacy, Cumbica I, Cummins, Jurema, Piratininga e Jandaia. Os endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

O esquema de vacinação primário será composto por três doses, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira dose. Não está recomendada a intercambialidade com outro imunobiológico para completar o esquema vacinal, ou seja, a vacina utilizada em todas as doses deverá será a mesma, a Pfizer Baby.

Comorbidades incluídas como prioritárias

De acordo com o Plano Nacional de Operacionalização contra a Covid-19 do Ministério da Saúde, as comorbidades prioritárias para vacinação com utilização da Pfizer Baby são diabetes mellitus, pneumopatias crônicas graves, hipertensão arterial resistente (HAR), hipertensão arterial estágio 3, hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo, doenças cardiovasculares, doenças neurológicas crônicas, doença renal crônica, imunocomprometidos, hemoglobinopatias graves, obesidade mórbida, síndrome de Down e cirrose hepática.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São PauloSaúde

Policial Militar faz o parto do próprio filho

por Redação 16 de novembro de 2022

Um soldado da Polícia Militar fez o parto, do próprio filho, na manhã desta quarta-feira (16), na região da Vila Pereira, na zona norte de São Paulo.

Ao assumir seu posto na base da 2ª Companhia do 5º Batalhão, na Vila Pedrosa, na zona leste de São Paulo, o soldado Eric Salomão Coelho previa que sua mulher poderia entrar em trabalho de parto, já que o nascimento de seu filho poderia ocorrer entre esta quarta-feira até o próximo domingo (20).

Por volta das 07h45, Salomão recebeu um telefonema da esposa, avisando que estava com contrações. Salomão foi liberado para ir para casa.

O policial deixou sua outra filha na casa da sua avó e, no caminho para o Hospital Cruz Azul, onde tem convênio, pegou muito trânsito. O agente decidiu então voltar para a base da 2ª Companhia, para pedir apoio de uma viatura para liberar o trajeto, mas não houve tempo. A esposa de Salomão entrou em trabalho de parto, no pátio da base.

Salomão contou com a ajuda do Soldado Prado e conseguiu realizar o parto do bebê, uma menina, que vai se chamar Cecília. Após o parto, a esposa de Salomão foi encaminhada para o Hospital Municipal Vereador José Storopolli, no Parque Novo Mundo. Mãe e filha passam bem.

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
GuarulhosSaúde

Guarulhos reforça a importância de manter o esquema vacinal contra a covid-19 em dia

por Redação 16 de novembro de 2022

Desde janeiro de 2021, quando teve início a vacinação contra a covid-19 em Guarulhos, a cidade aplicou 3.470.678 doses. Os dados são do sistema Vacina Já, do governo do Estado de São Paulo, atualizados na última terça-feira (8). No entanto, a Prefeitura chama a atenção para as pessoas que não estão com o esquema vacinal em dia, tendo em vista a alta de casos no Brasil, conforme alerta da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgado nesta quinta-feira (10) no Boletim Infogripe.

O novo boletim sinaliza aumento dos casos de síndrome respiratória aguda-grave (SRAG) com resultado laboratorial positivo para Sars-CoV-2 (covid-19) na população adulta de Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, ainda que não seja possível afirmar que o crescimento de 36,9% dos casos positivos para a doença nas últimas quatro semanas epidemiológicas esteja relacionado especificamente com as identificações recentes de novas sublinhagens identificadas em alguns locais do país.

No entanto, a Secretaria Municipal da Saúde, que já tem observado alta nos testes positivos de covid-19, reforça que uma das formas mais importantes de prevenir a disseminação da covid-19 continua sendo a vacinação, principalmente das doses de reforço, que, segundo especialistas, são preparadas com incrementos para as principais novas variantes em circulação. Em Guarulhos, contudo, 285.764 pessoas ainda não compareceram às Unidades Básicas de Saúde (UBS) para receber a primeira dose adicional, disponível para maiores de 12 anos.

Faixas etárias menos vacinadas

Segundo relatório Vacivida, do Governo do Estado de São Paulo, que registra o número de pessoas que iniciaram a vacinação na cidade e ainda não concluíram o esquema vacinal, atualizado nesta quinta-feira (10), adultos com idade entre 20 e 29 anos são os menos vacinados com a primeira dose adicional, totalizando 94.381. Na sequência estão os indivíduos entre 30 e 39 anos, com 70.267 faltantes e, a seguir, os da faixa etária entre 40 e 49 anos, que são 51.014.

Já entre os grupos aptos a receber a segunda dose adicional, que são as pessoas entre 12 e 17 anos com alto grau de imunossupressão, incluindo gestantes e puérperas, bem como todas as pessoas acima de 18 anos, 170.557 ainda não compareceram para se vacinar. Deste número, 68.317 têm entre 40 e 49 anos de idade, 43.300 têm entre 50 e 59 anos e, aqui, aparecem os idosos entre 60 e 69 anos de idade pela primeira vez, com 21.534 sem esta dose em dia.

Já no que diz respeito à terceira dose adicional, liberada para pessoas com 40 anos ou mais com alto grau de imunossupressão que tomaram a segunda dose adicional há pelo menos quatro meses, somente 3.940 ainda não atualizaram o esquema vacinal.

Onde se vacinar

Todas as pessoas com uma das doses contra a covid-19 em atraso devem comparecer a uma das 69 Unidades Básicas de Saúde de Guarulhos para se vacinar. No local devem apresentar documento com foto e, no caso dos adultos, comprovante de vacinação das doses anteriores, impresso ou digital. Todos os endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

Vale ressaltar que a vacinação contra a covid-19 em pessoas com idade a partir de três anos que ainda não receberam a primeira dose, bem como em crianças com cinco anos ou mais que iniciaram o esquema vacinal com Coronavac ou Pfizer, e a de gestantes que só podem receber a dose de um desses dois imunobiológicos é realizada em 42 polos.

Polos de Coronavac e Pfizer

As unidades com vacinas Coronavac e Pfizer disponíveis são: Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS Flor da Montanha, São Ricardo, Parque Cecap, Vila Fátima, Itapegica, Ponte Grande, Tranquilidade, São Rafael, Rosa de França, Palmira, Continental, Cambará, Recreio São Jorge, Cabuçu, Acácio, Primavera, Cidade Martins, Taboão, Vila Rio de Janeiro, Morros, Bananal, Fortaleza, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Carmela, Presidente Dutra, Inocoop, Soberana, Santa Paula, Marcos Freire, Jacy, Cumbica II, Uirapuru, Nova Cumbica, Cummins, Dona Luiza, Jurema, Dinamarca, Piratininga, Jandaia e Nova Cidade.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São PauloSaúde

Aumento de internações na capital põe em alerta hospitais no interior de São Paulo

por Redação 14 de novembro de 2022

O aumento nas internações pela Covid-19 na capital e na Grande São Paulo coloca em alerta a rede hospitalar no interior paulista. Embora os casos mais graves da doença ainda sejam pontuais, cidades como Ribeirão Preto, Sorocaba e Araraquara registram crescimento nos casos e testes positivos para a Covid.

Especialistas preveem que em duas ou três semanas a nova onda de Covid vai atingir o interior e os hospitais devem estar preparados para receber um número maior de pacientes. Gestores de saúde se preocupam com pessoas com doses da vacina em atraso e o risco de maior disseminação nas festas do fim do ano.

Na Grande São Paulo, o número de internações por Covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) cresceu 65,1% nas duas últimas semanas, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado. O número passou de 215 pessoas internadas em 25 de outubro para 335 no último dia 8. Em enfermarias, o número de hospitalizados cresceu 81,3%, de 364 para 660 no mesmo período. Os hospitais privados também apontam aumento de internações na capital.

Em Ribeirão Preto, no interior, apenas os casos registrados na primeira semana de novembro já superaram a metade dos registros de todo o mês de outubro. Conforme boletim epidemiológico da pasta municipal da Saúde, até 8 de novembro foram 72 casos positivos, oito vezes mais que na semana anterior e 54% do total de outubro (131 casos).

Não houve, porém, registro de morte relacionada à covid em novembro, até esta quinta-feira, 10, nem aumento expressivo em internações. Em outubro, houve seis óbitos. “O momento é de vigilância, monitoramento e acompanhamento do número de pacientes atendidos em todo o município, não só nos nossos serviços, mas em todos os que geram notificações”, disse a diretora de Vigilância em Saúde, Luzia Márcia Romanholi Passos.

Em Sorocaba, foram registradas três novas mortes pela covid-19 em boletim divulgado nesta quinta. Duas mortes aconteceram esta semana – as vítimas foram um homem de 55 anos e um idoso de 86. Em outubro, a cidade chegou a ficar 24 dias sem registrar óbitos pela doença. Houve ainda 35 casos positivos de covid-19. O boletim anterior registrou 22 novos casos. A prefeitura informou que não houve reflexos na ocupação hospitalar.

Falta de doses adicionais preocupa
O alto número de pessoas que estão com doses adicionais em atraso preocupa a prefeitura de Piracicaba. São quase 190 mil pessoas, a maioria – 92 mil – que deveriam ter tomado e ainda não tomaram a terceira dose. Nesta sexta-feira, 11, a Secretaria de Saúde divulgou a abertura de vagas para agendamento, na tentativa de incentivar a busca pela vacina.

Conforme o subsecretário Augusto Muzilli Junior, embora o indicador de internações esteja estável na cidade, com menos de 10% de ocupação das vagas em UTI e enfermaria, a proximidade das festas de fim de ano deixa a Saúde em alerta com a possibilidade de aumento nos casos. “Para garantirmos que estes momentos ocorram de forma saudável e segura, as pessoas precisam se vacinar e seguir as orientações de prevenção da covid-19”, disse.

Em Araraquara, a Secretaria Municipal de Saúde vai iniciar nos próximos dias o sequenciamento genético de casos confirmados, em parceria com a Unesp, para identificar se a nova cepa BQ.1 ou outras variantes já circulam na cidade. No período de 4 a 10 de novembro, a cidade registrou 97 casos positivos da doença, mais que o triplo dos 27 casos da semana anterior.

A positividade para amostras em geral cresceu de 3,9% para 8,4%. Entre os sintomáticos, o índice de positividade para covid-19 subiu de 6,6% para 18%.

O boletim divulgado na última sexta-feira registra dois pacientes internados em enfermaria. No anterior, apenas um paciente estava hospitalizado.

“Com relação às internações nos serviços hospitalares que disponibilizam leitos para Covid-19, públicos e privados, a cidade conta com uma taxa de ocupação de 5% de leitos de enfermaria, mas não tem leitos ocupados em UTI”, disse a pasta. O comitê de Covid informou que “acompanha atentamente a evolução da nova cepa BQ.1” e lembrou que, apesar da não obrigatoriedade do uso de máscaras, está mantida a recomendação dessa proteção, principalmente no transporte público e nas unidades de saúde.

Conforme o epidemiologista Carlos Magno Fortaleza, da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu, o interior do estado não vai escapar do aumento nas internações por Covid-19 que já acontecem na Grande São Paulo. “Já temos um pequeno aumento no número de casos, mas os registros não aumentaram tanto talvez porque muita gente pode estar fazendo autoteste e não reporta à saúde pública.

Ainda não tivemos impacto nas internações no interior, como acontece na capital. Ainda não aconteceu, mas, devido à dinâmica já conhecida da doença, é esperado que aconteça nos próximos dias”, disse.

Para a infectologista Raquel Stucchi, docente da Unicamp, por tudo o que aconteceu durante a pandemia, já se sabe que o aumento das internações no interior costuma acontecer de duas a três semanas depois que aumentam na capital e Grande São Paulo.

“O interior deve estar preparado para um aumento de casos que necessitam de internação. Não será um aumento tão expressivo como no início da pandemia, mas as pessoas que estão com a vacinação incompleta, ou seja, menos de quatro doses para pessoas acima de 18 anos, ou as crianças que ainda não estão vacinadas, assim como idosos e imunodeprimidos, fazem parte da população que podem ter doença mais grave e necessitar de internação”, disse.

Essa população, segundo a especialista, deve ser mais cuidadosa, evitar os contatos de risco para a covid, usando máscara sempre que houver aglomeração, mesmo em ambiente aberto.

“Em ambiente fechado, pelo menos para essa população o uso de máscara cirúrgica ou PFF2 deve ser obrigatório. É um momento de preocupação e devemos estar atentos. É importante atualizar a vacinação, pois há vacinas disponíveis na rede básica.”

No caso da rede hospitalar, ela considera importante que os hospitais tenham um plano de emergência pronto para ser aplicado, caso aumente o número de pacientes com covid, para que possam ampliar os leitos de internação e de UTI. “Ampliar leitos significa também ter recursos humanos suficientes, da equipe médica, de enfermagem, de todo apoio da limpeza para atender adequadamente esses pacientes, caso aconteça a necessidade de mais internações”, observou.

Mais verba
O governo de São Paulo anunciou nesta sexta um investimento de R$ 93 milhões para ajudar as prefeituras a ampliarem a imunização de doenças que podem ser prevenidas por vacinas, como a covid-19, o sarampo e a pólio. Os recursos também serão utilizados no controle da dengue, zika vírus e chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. As verbas serão distribuídas proporcionalmente entre os 645 municípios paulistas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São PauloSaúdeSegurança

Psicóloga é esfaqueada em UBS no centro de São Paulo

por Redação 12 de novembro de 2022

Uma psicóloga foi esfaqueada na última sexta-feira (11) por um morador de rua. A vítima fazia atendimento em uma AMA (Assistência Médica Ambulatorial), localizada dentro da UBS (Unidade Básica de Saúde) Fernanda Sante Limeira, próximo a Praça do Patriarca, região central, quando foi atacada.

Como a agressão ocorreu dentro de uma AMA, a ocorrência foi atendida pela GCM (Guarda Civil Municipal). O agressor vive em situação de rua e passa periodicamente por um acompanhamento psicológico, mas teve um surto e agrediu a psicóloga.

A funcionária teve ferimentos no braço, na barriga e na perna. Um agente de saúde que estava no local tentou intervir e também foi atingido na perna. Ambos foram socorridos pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levados ao Hospital das Clínicas, não correm risco de morte.

O suspeito fugiu e ainda não foi localizado. O caso está sendo apresentado no 8° Distrito Policial do Belenzinho.

Em nota, a SMS Secretaria Municipal de Saúde “lamenta o ocorrido nesta sexta-feira (11), com a psicóloga do Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto (Bompar), que integra a equipe do Consultório na Rua, da Unidade Básica de Saúde (UBS) Fernanda Sante Limeira – República, e esclarece que o paciente agressor é acompanhado pelo programa Consultório na Rua, da UBS República. A vítima foi encaminhada imediatamente aos cuidados médicos.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilSaúde

Nova variante do coronavírus exige reforço da vacinação contra Covid

por Redação 11 de novembro de 2022

Especialistas da área de saúde voltaram a ficar atentos a um possível crescimento de casos da Covid-19. O alerta surgiu após a identificação da nova variante da Ômicron (BQ.1.1), que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), já circula por 29 países, sobretudo na União Europeia, e provocou a retomada das medidas de isolamento em algumas cidades da China.

No Brasil, a nova cepa foi identificada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), e pelo menos cinco casos dessa nova variante foram registrados (dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro, um no Amazonas e um no Rio Grande do Sul). A morte de um dos pacientes infectados na capital paulista foi confirmada nesta quarta-feira (9). Os cientistas, no entanto, suspeitam que a BQ.1.1 pode estar por trás do repentino aumento do número de casos de Covid-19 no início deste mês, em capitais como Rio de Janeiro, Recife, Goiânia, Manaus e São Paulo, conforme o próprio Ministério da Saúde.

As primeiras análises mostram que a nova cepa tem a capacidade de “driblar” o bloqueio imunológico em pessoas que tomaram as primeiras doses da vacina anti-Covid, mas ainda não receberam as duas doses de reforço. De acordo com o médico infectologista Matheus Todt Aragão, professor do curso de medicina da Universidade Tiradentes (Unit Sergipe), essa subvariante do vírus Ômicron pode escapar dos anticorpos presentes em pessoas que já tiveram Covid-19 e nas vacinadas.

“Por enquanto, nada mostra que essa variante cause doença mais grave; porém, ela pode gerar um aumento no número de casos, principalmente entre as pessoas que não se vacinaram adequadamente. A vacinação adequada confere alguma proteção, mas mesmo aqueles que tomaram todas as doses da vacina têm risco de adoecer’, esclarece Todt.

As próprias autoridades de saúde têm recomendado que a população procure tomar as doses de reforço da vacina contra a Covid-19, o que é indicado para aumentar a imunidade e preparar o organismo para se proteger das variantes. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 100 milhões de brasileiros já tomaram a primeira dose de reforço e mais de 35,5 milhões já se vacinaram com a segunda dose de reforço.

O professor Todt considera que o risco de recrudescimento da pandemia por causa dessa nova variante do coronavírus é “teórico”. “No entanto, como a vacinação atual confere alguma proteção contra essa variante, quanto maior o percentual de imunizados, menor o risco de agravamento da pandemia”, disse ele, e enfatizou a orientação para que a população complete as doses de reforço das vacinas contra a Covid.

Outra recomendação é que a população mantenha o hábito de higienizar bem as mãos com água e sabão ou com álcool em gel. O uso de máscara também é indicado para pessoas que têm alguma imunodeficiência ou doença respiratória.

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
GuarulhosSaúde

Programa Saúde Agora abre sete UBS neste sábado

por Redação 10 de novembro de 2022


As Unidades Básicas de Saúde (UBS) Recreio São Jorge, Jardim Acácio, Belvedere, Bananal, Jardim Fortaleza, Pimentas e Jardim Jacy estarão abertas neste sábado (12), das 8h às 16h, para prestar atendimento à população pelo programa Saúde Agora. Nessa data a ação contempla todas as regiões de saúde (Cantareira, São João-Bonsucesso e Pimentas-Cumbica), exceto a região Centro.

Consultas médicas e exames de Papanicolau devem ser agendados previamente na própria unidade ou por meio do aplicativo Saúde Guarulhos (http://bit.ly/3E13Wek), sendo que o exame deve ser agendado na opção consulta com enfermeiro(a). Para os demais serviços não é necessário agendamento, como vacinação, testagem rápida para detecção da covid-19, do HIV, da sífilis e das hepatites B e C, bem como para aferição de pressão arterial e de glicemia, curativos e dispensação de medicamentos.

A Secretaria de Saúde ainda informa que entre as unidades abertas neste sábado, somente as UBS Belvedere e Pimentas não são polos de vacinação de Coronavac e Pfizer, utilizadas para imunização de pessoas acima de três anos de idade que ainda não receberam a primeira dose contra a covid-19, bem como de crianças acima de cinco anos de idade que iniciaram o esquema vacinal com um desses imunobiológicos, além das gestantes que só podem receber a dose de uma dessas vacinas. 

Para se vacinar, basta apresentar documento com foto e, no caso dos adultos, comprovante de vacinação das doses anteriores, impresso ou digital. O programa Saúde Agora, criado para atender a população que não tem tempo de ir a uma UBS durante a semana, prevê a abertura de uma ou de mais Unidades Básicas de Saúde em sistema de rodízio, sempre aos sábados.

Serviço

UBS Recreio São Jorge: estrada David Corrêa, 1.766, Recreio São Jorge

UBS Jardim Acácio: avenida Silvestre Pires de Freitas, 2.007, Jardim Acácio

UBS Belvedere: estrada Municipal, 475, Jardim Belvedere

UBS Bananal: rua Martinica, 11, Jardim Bananal

UBS Jardim Fortaleza: rua Hilário Pires de Freitas, 166, Jardim Fortaleza

UBS Pimentas: rua Jaboatão, 84, Pimentas

UBS Jardim Jacy: rua São Geraldo da Piedade, 45, Jardim Jacy 

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilSaúde

Futuro da imunização contra a Covid no Brasil depende agora de vacinas atualizadas

por Redação 10 de novembro de 2022

Graças à vacinação em massa desde o início de 2021, a Covid-19 estava praticamente esquecida pela maioria da população nos últimos meses, mas agora começa a dar sinais de um aumento significativo de novos casos.

Historicamente, os primeiros sinais do crescimento das infecções no país começam pela rede privada.

Dados da Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica), cujos associados realizam cerca de 60% de todos os testes da saúde suplementar no país, mostram que a taxa de positividade dos exames saltou de 3,7% no começo de outubro para 23,1% na primeira semana de novembro.

A doença continuará a ser uma preocupação de saúde pública no Brasil nos próximos meses, e as estratégias para enfrentar essa doença, que matou em média 187 pessoas por dia em 2022, precisarão ser revistas, na avaliação de especialistas.

A principal delas diz respeito à vacinação, já que a obrigatoriedade do uso de máscaras, por exemplo, não existe mais.

O médico Renato Kfouri, membro da diretoria da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), afirma não ser possível prever quando a vacina contra a Covid-19 estará no Calendário Nacional de Vacinação, mas entende que deve ser necessário “pelo menos um reforço” em 2023 — e não com as vacinas usadas até agora.

“A tendência hoje é que se inclua a variante Ômicron na formulação das vacinas. As bivalentes parecem ser um caminho natural para que a gente faça as doses de reforço já no ano que vem. Mesmo que a vacina [atual] proteja de formas graves [da doença], também é importante que proteja de formas leves, de visitas aos serviços de saúde, faltas ao trabalho. Melhorar a vacina no sentido de voltar a proteger de formas leves é desejado.”

Já circula no Brasil a subvariante da Ômicron BQ.1.1, que tem provocado um aumento de infecções no Hemisfério Norte.

No Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde está pedindo aos moradores que ainda não tomaram o último reforço que procurem os postos de saúde. Existe a suspeita de que o avanço da subvariante da Ômicron, associado à queda da imunidade, esteja relacionado ao aumento de casos.

O vice-presidente da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia), Alexandre Naime Barbosa, que chefia o Departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Botucatu, acrescenta que “as pessoas completamente vacinadas, com três ou quatro doses, não se beneficiam de mais doses” dos imunizantes usados até agora.

Isso porque o coronavírus Sars-CoV-2 utilizado na formulação das vacinas de primeira geração é a cepa descoberta em Wuhan, na China, no fim de 2019. De lá para cá, o vírus sofreu uma série de mutações genéticas significativas, chegando à Ômicron e suas subvariantes.

Pfizer e Moderna desenvolveram nos últimos meses vacinas bivalentes, que mantêm a proteção contra a cepa de Wuhan, mas também induzem imunidade contra a Ômicron. São essas que devem, na avaliação dos especialistas, ser disponibilizadas no SUS.

Barbosa chama atenção para o fato de muitas pessoas dos grupos terem recebido o segundo reforço no começo do ano e, portanto, já tiveram uma perda da imunidade.

É o caso de idosos, indivíduos com doenças crônicas (diabetes, hipertensão e obesidade, principalmente) ou imunossuprimidos (transplantados de órgãos sólidos, pessoas em tratamento quimioterápico e portadores de doenças autoimunes).

Para se ter ideia, 67% dos 55.136 mortos por Covid-19 entre 1º de janeiro e 29 de outubro tinham mais de 70 anos, segundo o boletim epidemiológico mais recente do Ministério da Saúde. Em números, 36.824 pessoas com mais de 70 anos perderam a vida para a Covid.

“Eles têm a duração da imunidade menor, porque não respondem igual [aos imunizantes], não têm a mesma capacidade de fabricação de anticorpos, em ativação de resposta imune celular. A intensidade é menor e a duração é menor”, explica o infectologista da SBI.

Em São Paulo, a primeira morte de uma pessoa com Covid-19 causada pela BQ.1.1 foi justamente de uma idosa de 72 anos que vivia acamada.

“Era uma paciente que já tinha comorbidades. Não temos o detalhamento neste momento da condição vacinal, mas a vigilância epidemiológica está analisando as informações”, declarou na terça-feira (8) o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn.

Tramita desde agosto na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) um pedido da Pfizer para registro da vacina bivalente. Não há previsão de quando o processo será concluído.

O imunizante já foi liberado para ser usado como reforço nos Estados Unidos, União Europeia, Japão, Chile, Israel, Costa Rica e Honduras.

Pfizer diz que espera que a duração da imunidade conferida pelo novo imunizante “seja maior do que as vacinas originais”.

Com oferta limitada, já que o imunizante da Moderna não está no radar para uso no Brasil até o momento, espera-se que o da Pfizer seja destinado inicialmente aos grupos mais vulneráveis, com maior risco de complicações causadas pela Covid-19.

“A ideia é que a vacina bivalente, quando aprovada no Brasil, seja aplicada nesses grupos que são mais vulneráveis. E também um segundo grupo seriam as pessoas mais expostas, como profissionais de saúde”, complementa Barbosa, ao dizer que isso deveria ser feito “o quanto antes”.

Outra grande fornecedora de vacinas anti-Covid para o Ministério da Saúde é a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que firmou um acordo de transferência tecnológica com a farmacêutica AstraZeneca para a produção nacional do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford. Não há, entretanto, planos para atualização dessa fórmula.

“Essa é uma cobrança que o Ministério da Saúde deve fazer à Fiocruz e à AstraZeneca, de atualizar a vacina. Até onde eu vi posicionamentos da AstraZeneca não havia avanços nesse sentido. Eles continuam achando que proteger contra formas graves da doença é suficiente, o que não é a opinião da maioria dos especialistas. A maioria entende que contemplar a Ômicron na vacinação traria benefícios”, avalia Kfouri.

Ministério da Saúde sobre os planos de vacinação contra a Covid-19 no país e eventual compra de vacinas atualizadas.

Em nota, a pasta disse que “acompanha com atenção os estudos e inovações tecnológicas nos tratamentos relacionados à Covid-19” e informou que o contrato atual com fornecedores já “contempla a entrega de vacinas com cepas atualizadas, desde que aprovadas pela Anvisa”.

Novas ondas
A Europa prevê uma nova onda de Covid-19 nas próximas semanas, impulsionada principalmente pelas subvariantes da Ômicron BQ.1 e BQ.1.1, que já foram identificadas em pelo menos cinco países do continente.

Segundo o ECDC (Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças, na sigla em inglês), a BQ.1 pode se tornar predominante no fim de novembro ou início de dezembro. O órgão sanitário não afirma se ela está associada a casos mais graves de Covid-19, mas diz que “sabe-se que tem alta capacidade de evitar a imunidade obtida por vacinação ou contágio natural, inclusive pela Ômicron”.

Aqui no Brasil, a questão principal é se haverá efeito significativo dessas subvariantes nas taxas de transmissão do vírus e, principalmente, nas hospitalizações.

Já houve ondas de Covid-19 do Hemisfério Norte que se reproduziram no Brasil, mas outras não tiveram impacto aqui.

Para Kfouri, “nem sempre essas mutações se traduzem em novas ondas”.

“Isso vai depender muito da quantidade de vacinados naquela população, do quão recente foi a última onda… A gente já passou por várias variantes aqui e tivemos três ou quatro ondas importantes. Tivemos mais variantes do que ondas”, finaliza.

Leia o comunicado do Ministério da Saúde na íntegra:

“As vacinas Covid-19 fornecidas pelo Ministério da Saúde são as últimas versões aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A pasta acompanha com atenção os estudos e inovações tecnológica nos tratamentos relacionados à Covid-19. O atual contrato com os fornecedores contempla a entrega de vacinas com cepas atualizadas, desde que aprovadas pela Anvisa.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!