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Categoria:

Saúde

GuarulhosSaúde

Zoonoses promove orientação sobre a raiva com foco em morcegos

por Redação 19 de agosto de 2022

O Centro de Controle de Zoonoses de Guarulhos promoveu nesta quinta-feira (18) uma orientação à população sobre os morcegos e sua relação com a raiva. A ação aconteceu no Parque Júlio Fracalanza, na Vila Augusta.

Na oportunidade foram passadas orientações sobre a importância de manter cães e gatos vacinados para prevenir a raiva, bem como suas formas de transmissão. Também foi explicado ao público que participou como fazer para vacinar seu animal de estimação no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), a importância dos morcegos na natureza, seus locais de abrigo preferidos e também o que fazer quando encontrar um morcego caído no chão (vivo ou morto) ou se ele invadir uma casa.

raiva com foco em morcegos

Raiva

A raiva é uma doença causada por um vírus que acomete o sistema nervoso central. Todos os mamíferos, inclusive o homem, podem ser infectados pelo vírus. Como é uma doença fatal em quase 100% dos casos, os cuidados no controle e na prevenção da doença devem ser redobrados, por exemplo, ao manter animais domésticos como cães e gatos vacinados anualmente.

A transmissão da doença ocorre quando os vírus existentes na saliva do animal infectado penetram no organismo através da pele ou de mucosas por meio de mordedura, arranhadura ou lambedura. Atualmente o morcego é o principal transmissor da doença.

Morcegos

Mamíferos da ordem Criroptera, os morcegos têm os membros superiores adaptados para voar e são importantes no controle de insetos e na dispersão e polinização de plantas. Para obter seu alimento, costumam voar de noite. Por meio de um sistema de sonar se orientaram no escuro, o que facilita sua adaptação ao meio silvestre e urbano, explorando diferentes fontes de alimento e tipos de abrigo.

Das quase 1.150 espécies encontradas no mundo, 178 têm registro no Brasil. Existem espécies que consomem apenas insetos e outras que têm uma dieta variada, alimentando-se de frutos, folhas, néctar, peixes, rãs, pássaros, lagartos, pequenos roedores e até mesmo outros morcegos. Apenas três espécies se alimentam de sangue e a maioria consome insetos.

Abrigos em ambientes urbanos

Os morcegos procuram locais favoráveis que atendam as suas necessidades de temperatura, umidade e luminosidade. Nas cidades são encontrados em buracos, fendas, juntas de dilatação de pontes e edifícios, forros de telhados, sótãos, porões e também buscam abrigo nas copas de árvores e palmeiras.

Quando doentes, seu voo e orientação ficam comprometidos e acabam sendo observados caídos ao chão durante o dia ou são encontrados mortos.

O que fazer se encontrar um morcego

Caso a pessoa encontre um morcego caído no chão (vivo ou morto) deve entrar em contato com o CCZ para obter informações e agendar o atendimento da equipe por meio do telefone 2436-3666.

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São PauloSaúde

Varíola do macaco ‘está mais perto do que você imagina’, diz homem com a doença

por Redação 19 de agosto de 2022

João Pinheiro, de 31 anos, compartilhou nas redes sociais fotos e relatos de como tem sido lidar com infecção pelo vírus monkeypox.

Um advogado brasileiro viralizou nas redes sociais após contar detalhes de como estão sendo os dias dele, que foi infectado com a varíola do macaco. João Pinheiro, de 31 anos, foi internado na segunda-feira (17), em São Paulo, para controle da dor. Desde então, tem se dedicado a levar informações a pessoas que muitas vezes desconhecem a doença.

Foi no fim de uma viagem à Europa que ele começou a sentir os primeiros sintomas do que descobriria alguns dias depois ser a infecção pelo vírus monkeypox, que causa um surto global com mais de 40 mil casos. O cansaço e o que achava ser uma afta no lábio foram as primeiras manifestações da infecção.

Ele estava em Malta, no dia 5 de agosto, e ainda passaria um fim de semana em Paris. O cansaço persistiu, mas não interrompeu a programação na capital francesa.

“Cheguei a Paris muito cansado no dia seguinte, também achei que o cansaço fosse por causa do calor e da viagem, que já estava no final. A afta começou a doer muito, [a ponto] de atrapalhar meu bem-estar para comer. Não era uma dor que precisasse de analgesia, mas incomodava.”

João, que é bissexual, chegou a comentar com os pais que poderia ser monkeypox, mas tentou se convencer do contrário.

“Àquela altura, eu achava que era algo talvez sexualmente transmissível. Eu me envolvi só com uma pessoa na viagem, essa pessoa não tem nada. Pensei que não deveria ser nada.”

No surto atual, a transmissão tem sido relatada, principalmente, por contato sexual, mas pode ocorrer por qualquer contato de pele com um indivíduo que tenha lesões ativas ou até por roupas e lençóis, por exemplo.

A suspeita dele começou a ficar mais forte quando retornava ao Brasil. Sentiu-se febril e com outro sintoma comum da varíola do macaco: inchaço de linfonodos, que podem ser no pescoço, atrás da orelha, embaixo dos braços ou na virilha.

“No dia em que eu estava pegando o voo para cá, senti que os gânglios no meu pescoço estavam muito doloridos, a ponto de eu não conseguir virar direito o pescoço. A afta parou de doer, só que estava com um aspecto meio emborrachado.”

Ele procurou um hospital em São Paulo e fez o exame na rede privada — planos de saúde ainda não cobrem o teste. O resultado positivo saiu no dia seguinte.

“No dia em que saiu o resultado, tinha saído um ferida no dedo, tinha essa da boca, uma no pulso e outra na perna. Pensei que seria uma coisa mais branda. No dia seguinte, essa ferida da boca começou a ficar muito grande, perdeu o aspecto de afta e ficou com aspecto de feridona mesmo e doendo muito. Uma dor que só ia aumentando.”

O advogado retornou ao pronto-socorro e recebeu tramadol, um opioide usado para analgesia. “Até sugeriram tomar morfina, mas falaram que quando eu voltasse para casa, teria que aguentar firme a dor”, lembra ele.

A dor na ferida do lábio atingiu o pico no último fim de semana, quando João se recorda que ficou “umas 48 horas em posição fetal com muita dor”.

“Eu não estava conseguindo me alimentar, me alimentava chorando e com muito sono. Comia muito pouco e já tomava um remédio e voltava a dormir.”

No Twitter, João descreveu a dor como “vários cacos de vidro no meu lábio e um alicate apertando eles”.

Na segunda-feira (15), percebeu que não aguentaria mais ficar em casa e procurou o pronto-socorro do Hospital Israelita Albert Einstein. A orientação foi de internação para controle da dor. Os médicos o estão tratando com morfina e corticoides (anti-inflamatórios).

Um antiviral chamado Tpoxx (tecovirimat) tem sido usado nos Estados Unidos. O Brasil comprou o remédio, por meio da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), conseguiu alguns tratamentos, mas os medicamentos ainda não chegaram. Eles devem ser destinados a pacientes com alto risco de desenvolver quadros graves, como indivíduos imunocomprometidos.

Falta de informações

Apesar de ter toda a assistência médica possível, o advogado não encontrava na internet informações para esclarecer as dúvidas que surgiam a respeito da doença.

“Quando fiz um vídeo no TikTok falando que estava com monkeypox, até um vídeo meio cômico, umas quatro ou cinco pessoas conhecidas falaram que também estavam. Eu não fazia ideia que essas pessoas estavam. Isso começou a me incomodar. Por que está escondido?”

Foi então que ele resolveu publicar um novo relato no Twitter, mas sem grandes pretensões.

“Pensei que iria engajar poucas pessoas no post, pessoas que estavam mesmo doentes. Do nada, veio essa repercussão, eu fiquei pasmo. Ali eu vi que as pessoas estavam pegando meu relato como fonte primária de informação, tinha gente que não fazia noção do que era essa doença. Eu fiz questão de falar e dar a cara. As pessoas ficam doentes.”

João se deu conta de que a maioria das pessoas que o procuravam nas redes sociais — e enviaram fotos de lesões — sequer haviam sido testadas.

“Era claramente monkeypox, por causa das feridas, mas as pessoas, por vergonha, por medo, por falta de informação [não procuraram fazer o exame]… tem gente que não sabia nem que tinha teste.”

O desconhecimento é apontado por ele como um problema, pois há quem possa minimizar a varíola do macaco com base em informações equivocadas.

“Essa doença não tem uma letalidade alta, mas é preciso mostrar que isso é um negócio feio, que dói, mexe com a sua autoestima, dependendo de como você for. Não é uma doença gostosa de se ter, mesmo que seja um quadro leve. Você vai ficar cheio de bolha, cheio de coisa na sua pele. Isso pode mexer muito com a autoestima de uma pessoa. Na minha, pouco afetou. As [lesões] do rosto já sumiram, não deixaram marca nenhuma.”

O preconceito é uma das preocupações de muitos pacientes. A monkeypox tem um retrato epidemiológico neste momento de predominância entre HSH (homens que fazem sexo com homens), mas o que não significa — em hipótese alguma — que seja uma doença restrita a esse ou a qualquer grupo.

Em São Paulo, já foi relatada pelo menos uma dezena de casos em crianças e adolescentes, além de duas grávidas. A ideia de que essa doença seja exclusivamente adquirida por contato sexual é errada.

“A doença está mais perto do que você imagina, não está na Europa, não está no gueto, nem em um inferninho. A doença está em um advogado, em um médico, em um ambiente corporativo da Faria Lima [região empresarial de São Paulo]… Essa doença você pega por sexo, por contato [de pele], por roupa de cama mal lavada — se você for em um Airbnb, um hotel, e não trocarem a roupa de cama, você pega”, alerta João.

Enquanto levava informações a pessoas que mal conheciam a doença, João também teve que lidar com ataques. Ele lembra de mensagens “horrorosas”, que insinuavam, por exemplo, que a doença estava associada a um comportamento promíscuo.

É importante salientar que praticamente a população mundial abaixo de 40 anos não foi vacinada contra a varíola humana — declarada erradicada no mundo em 1980 — e, portanto, está suscetível à infecção pelo vírus monkeypox, que é da mesma família (orthopoxvirus).

Indivíduos que foram imunizados no passado também não têm garantia de que não pegarão a doença, embora haja indícios de que possam desenvolver quadros mais leves.

João continuava no hospital nesta quinta-feira (18), dia em que ainda teve que tomar morfina. A expectativa dele é de que nesta sexta-feira já possa retornar para casa.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Prefeitura capacita 300 profissionais de saúde para cuidados com a varíola dos macacos

por Redação 18 de agosto de 2022

Nesta quarta-feira (17) responsáveis técnicos médicos, odontologistas e enfermeiros dos serviços de saúde públicos e particulares de Guarulhos participaram de uma capacitação sobre a varíola dos macacos no salão de artes do Adamastor, promovida pelo Departamento de Vigilância em Saúde municipal. Até o momento a cidade registra 36 casos da doença.

As palestras foram ministradas pela médica Daniella Teixeira Bezerra, que discorreu sobre diagnóstico, manejo clínico e discutiu casos, pela enfermeira Fernanda Nunes da Matta Carmo, que falou sobre emergência em saúde pública, dados epidemiológicos e fluxo de vigilância epidemiológica municipal, e pelo biólogo Anderson Luís da Costa, que explicou a vigilância laboratorial e o gerenciador de ambiente laboratorial. Ao todo, 295 profissionais de saúde participaram da formação.

Sobre a varíola dos macacos

A doença é transmitida, principalmente, por meio do contato com lesões na pele de pessoas contaminadas ou objetos infectados. A transmissão mediante gotículas necessita de um contato próximo e prolongado. O intervalo de transmissibilidade se encerra quando o paciente já não apresenta mais crostas e a pele encontra-se em processo de cicatrização.

O Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do município monitora a situação da doença como uma espécie de sentinela, com foco na conscientização e na preparação de técnicos, na divulgação de recomendações de prevenção e controle e na tomada de decisões conjuntas para que ocorra uma resposta ordenada.

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GuarulhosSaúde

Dia D da Campanha contra a Poliomielite e Multivacinação acontece neste sábado

por Redação 18 de agosto de 2022
Campanha contra a Poliomielite

A Prefeitura de Guarulhos promoverá neste sábado (20) o Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente. As 69 UBS da cidade e o Ambulatório da Criança estarão abertas das 8h às 17h.
A campanha começou no dia 8 de agosto e prossegue até 9 de setembro. O público-alvo da vacina oral contra a pólio são as crianças de um ano a menores de cinco anos de idade.

Já a multivacinação é uma estratégia que tem a finalidade de atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade, de acordo com o Calendário Estadual de Vacinação.

A campanha nacional contra a pólio tem o objetivo de alcançar crianças menores de cinco anos que ainda não foram vacinadas com as primeiras doses do imunizante (que é aplicado aos dois, quatro e seis meses de vida, via injeção intramuscular) ou que ainda não tomaram as doses de reforço.

O reforço, previsto pelo Calendário Nacional de Vacinação, é aplicado aos 15 meses e aos quatro anos de idade. Essas vacinas são aplicadas via oral.

A doença, que também é conhecida como paralisia infantil, tem certificado de erradicação no Brasil desde 1994, mas a baixa cobertura vacinal nos últimos anos (em torno de 50%) preocupa. A meta agora é atingir 95% do público-alvo.

O Ambulatório da Criança fica na rua Osvaldo Cruz, 151, Centro. Já os endereços das UBS podem ser consultados em https://www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

Campanha contra a Poliomielite
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BrasilSaúde

Anvisa acaba com exigência de máscaras em aviões e aeroportos

por Redação 17 de agosto de 2022

A Diretoria Colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu por unanimidade, nesta quarta-feira (17), suspender a obrigatoriedade do uso de máscara em aviões e aeroportos, uma medida que estava em vigor desde o começo de 2020, como forma de diminuir a disseminação da Covid-19.

A medida passa a valer quando a decisão for publicada no Diário Oficial da União. O relator do processo, o diretor Alex Machado Campos, pediu ao diretor-presidente da Anvisa para que isso ocorra ainda hoje.

“O uso de máscaras deixa de ser obrigatório como uma medida de proteção da saúde coletiva e passa a ter lugar como importante medida de proteção à saúde individual”, disse.

A agência continua recomendando o uso da proteção por pessoas “vulneráveis ou com sintomas gripais”.

Para o relator, “não há questionamento quanto à proteção conferida pelo uso de máscaras faciais e distanciamento físico na disseminação da Covid-19”.

Entretanto, ele argumentou que, “considerando o atual cenário epidemiológico e o avanço da cobertura vacinal, entende-se que o momento permite uma flexibilização da obrigatoriedade do uso de máscaras faciais nas aeronaves e ‘lado ar’ [áreas de embarque e desembarque] dos aeroportos, propiciando maior conforto aos viajantes”.

O esquema de embarque e desembarque organizado por fileiras durante a pandemia para evitar aglomerações foi elogiado pelo relator, que acrescentou que este deve ser “um legado” da pandemia.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Brasil salta de um para mais de 3.000 casos de varíola do macaco em dez semanas

por Redação 17 de agosto de 2022

O Brasil superou nesta terça-feira (16) a marca de 3.000 casos confirmados de varíola do macaco, dez semanas após o primeiro paciente ser diagnosticado com a doença.

Com pelo menos 3.069 infectados nesse período, o Brasil já é o quarto país em número de casos, atrás apenas da Alemanha (3.143), da Espanha (5.856) e dos Estados Unidos (11.890).

Os dados foram compilados de acordo com o boletim desta segunda-feira (15) do Ministério da Saúde – os números de hoje ainda não foram divulgados – e com informações desta terça da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, onde a maioria dos casos está concentrada.

São Paulo tem hoje 2.103 diagnósticos, um acréscimo de 84 novos casos desde ontem. Em seguida, aparecem: Rio de Janeiro (355) e Minas Gerais (133).

As demais unidades da Federação com casos confirmados são:

• Distrito Federal: 116
• Goiás: 116
• Paraná: 62
• Rio Grande do Sul: 44
• Santa Catarina: 36
• Bahia: 26
• Pernambuco: 15
• Ceará: 14
• Mato Grosso do Sul: 10
• Rio Grande do Norte: 10
• Amazonas: 9
• Espírito Santo: 8
• Mato Grosso: 4
• Pará: 2
• Maranhão: 2
• Acre: 1
• Tocantins: 1
• Paraíba: 1
• Piauí: 1

Apenas Sergipe, Alagoas, Roraima e Amapá não têm diagnósticos confirmados da doença até o momento.

O boletim do Ministério da Saúde ainda mostra que há quase 4.000 casos suspeitos.

Em todo o mundo, já foram notificados neste ano mais de 32 mil casos de infecção pelo vírus monkeypox, em 89 países, sendo que em sete deles (Nigéria, República Democrática do Congo, República Centro-Africana, Gana, República do Congo, Camarões e Libéria) a doença é endêmica – condição em que há surtos frequentes.

O surto atual começou em maio, com os primeiros casos na Inglaterra e na Espanha. Em 23 de julho, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a varíola do macaco representa uma ESPII (Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional), o nível mais alto de alerta da agência.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Prefeitura inaugura equipamentos de alta tecnologia em dois serviços de saúde

por Redação 16 de agosto de 2022
alta tecnologia em dois serviços de saúde

Nesta terça-feira (16) a Prefeitura de Guarulhos inaugurou oficialmente equipamentos de ponta em dois serviços de saúde. Um tomógrafo de alta tecnologia foi instalado no Hospital Municipal de Urgências (HMU) e um aparelho oftalmológico de precisão com sistema óptico japonês começou a operar no Ambulatório da Criança. Durante a manhã o prefeito Guti e secretário da Saúde Ricardo Rui estiveram nas unidades para visita técnica.

O novo tomógrafo da Siemens, digital, tridimensional, de 64 canais, tem capacidade para realizar cerca de 400 exames mensais de alta qualidade com precisão de imagens. “Queremos agradecer ao governo japonês, à ONU e ao governo federal brasileiro por se unirem e enviarem essa máquina de última geração para a nossa cidade. É um ganho imenso para a população”, disse Guti.

alta tecnologia em dois serviços de saúde

O envio do equipamento para Guarulhos provém de uma cooperação humanitária com o Japão, por meio do projeto Japão Aid Grant, e foi adquirido em uma parceria do município com o Ministério da Saúde, junto à Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores, por intermédio do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos.

Já o autorrefrator com ceratômetro (MM 501-DN da Martinato) no Ambulatório da Criança foi adquirido por meio de emenda parlamentar de R$ 500 mil obtida pelo deputado federal David Soares, o que inclui ainda outros 22 itens que serão empregados nos serviços de saúde do município. O equipamento é usado para medir parâmetros de hipermetropia, miopia, eixo e distância pupilar, além de realizar a prescrição de correção visual.

alta tecnologia em dois serviços de saúde

O ceratômetro mede a curvatura anterior da córnea, exame fundamental para a adaptação de lentes de contato, e pode identificar doenças como astigmatismo, degenerações corneanas e, principalmente, o ceratocone, que é uma doença bilateral e progressiva que afeta o formato e a espessura da córnea. O diagnóstico precoce é fundamental para controlar a progressão da doença e preservar a acuidade visual.

“A conquista vai favorecer a qualidade da assistência ao público infantil, já que, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 20% das crianças em idade escolar apresentam algum problema de visão”, comentou o secretário Ricardo Rui.

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GuarulhosSaúde

Guarulhos participa da Semana de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral

por Redação 9 de agosto de 2022

Com o intuito de conscientizar a população sobre o grave problema da leishmaniose visceral humana e canina, embora não haja caso confirmado na cidade, a Secretaria da Saúde de Guarulhos participa da Semana Estadual de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral, realizada até esta sexta-feira (12) com atividades de orientação e educação sobre a doença.

Durante toda a semana as equipes de controle vetorial do Centro de Controle de Zoonoses promoverão ações educativas de intensificação para o controle das arboviroses durante as visitas casa a casa. Em paralelo, entre os dias 9 e 11, das 8h às 11h, os munícipes que acessarem as dependências do serviço de castração animal (rua Santa Cruz do Descalvado, 420, Bonsucesso) também receberão orientações sobre a doença, bem como os transeuntes da feira livre realizada na Vila Rosália (rua Ester Cabral Pagnoncelli) na quarta-feira (10).

Sobre a leishmaniose visceral

Trata-se de uma doença infecciosa grave que pode atingir pessoas e animais, principalmente o cão. Ela é causada por um parasita do gênero leishmania e transmitida pela picada do inseto Lutzomyia longipalpis infectado, conhecido como “mosquito palha”, inseto muito pequeno de cor amarelada, de asas longas e patas compridas.

Em humanos os sintomas são febre prolongada, anemia, emagrecimento, fraqueza e cansaço, aumento do baço e do fígado, diarreia e inflamação dos gânglios linfáticos. Já nos cachorros os donos devem ficar atentos se o animal tiver perda de apetite, emagrecimento rápido, diarreia, vômito, aparecimento de feridas no focinho, orelhas e pele, queda de pelo e sangramentos intestinais.

Para se prevenir é necessário manter a casa, quintal, canil, horta e jardim sempre limpos, evitar acumular matéria orgânica como folhas e frutos, fezes de animais e restos de comida, não criar galinhas e porcos em ambiente urbano, usar repelente em ambientes nos quais possa haver insetos, telar janelas e portas e sempre embalar o lixo. O diagnóstico para a doença em humanos e o tratamento são gratuitos no Sistema Único de Saúde.

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GuarulhosSaúde

Guarulhos inicia a Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio e Multivacinação

por Redação 8 de agosto de 2022

Começou nesta segunda-feira (8) e prossegue até o dia 9 de setembro em Guarulhos a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente. A Secretaria Municipal da Saúde fará no dia 20 de agosto, um sábado, o chamado “Dia D”, com a abertura de todas as UBS e do Ambulatório da Criança. O público-alvo da vacina oral contra a pólio são as crianças de um ano a menores de cinco anos de idade.
Já a multivacinação é uma estratégia que tem a finalidade de atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias), de acordo com o Calendário Estadual de Vacinação.

A campanha nacional contra a pólio tem o objetivo de alcançar crianças menores de cinco anos que ainda não foram vacinadas com as primeiras doses do imunizante (que é aplicado aos dois, quatro e seis meses de vida, via injeção intramuscular) ou que ainda não tomaram as doses de reforço.

O reforço, previsto pelo Calendário Nacional de Vacinação, é aplicado aos 15 meses e aos quatro anos de idade. Essas vacinas são aplicadas por via oral.

A doença, também chamada de paralisia infantil, tem certificado de erradicação no país desde 1994, mas a baixa cobertura vacinal nos últimos anos (em torno de 50%) preocupa. A meta agora é atingir 95% do público-alvo.

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BrasilSaúde

Estados Unidos declaram emergência nacional de saúde por varíola do macaco

por Redação 4 de agosto de 2022

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (4) que irá declarar emergência sanitária nacional devido ao surto de varíola do macaco (monkeypox) no país, no qual já foram registradas milhares de infecções embora, até o momento, sem mortes.

“Estamos preparados para levar nossa resposta ao próximo nível”, afirmou hoje o secretário de Saúde dos EUA, Xavier Becerra, em uma conversa por telefone com jornalistas.

Segundo os CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, haviam sido confirmados 6.616 casos até a tarde desta quinta-feira, tornando o país o local do mundo com maior número de infecções.

Em seguida, aparecem Espanha (4.577), Alemanha (2.781), Reino Unido (2.759), França (2.239) e o Brasil (1.721).

Globalmente, já são 26.208 em 87 países. Deste total, 25.864 foram registrados em 80 países onde a varíola do macaco não é uma doença endêmica.

Os demais ocorreram na República Democrática do Congo, República do Congo, República Centro-Africana, Camarões, Nigéria, Gana e Libéria.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) também elevou o seu nível de alerta, em 23 de julho, ao declarar que a monkeypox é uma ESPII (Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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