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Categoria:

Segurança

São PauloSegurança

Justiça Militar: PM pisar em pescoço de mulher negra foi ‘procedimento necessário’

por Redação 1 de setembro de 2022

A Justiça Militar do Estado de São Paulo afirmou, na terça-feira (30), o que o ato de pisar no pescoço de uma mulher negra em Parelheiros, na zona sul de São Paulo, utilizado pelo policial militar João Paulo Servato, para imobilizá-la foi necessário. “Tal procedimento é indesejável mas, ante as condições de inferioridade numérica dos policiais, foi avaliado como não criminoso e necessário em razão de tudo o que ali ainda estava ocorrendo e que não foi filmado”.

De acordo com a sentença, a ação do policial Servato de pisar no pescoço da mulher “não produziu qualquer lesão, nem mesmo um edema ou eritema”.

Por outro lado, para o advogado de defesa da mulher, Felipe Morandini, “os vídeos demonstram claramente que o policial se utilizou de força desnecessária. Nada que se alegue ter ocorrido antes justifica a imagem de pisar no pescoço de uma senhora com a metade de seu peso, ainda mais quando esta já estava imobilizada e com a perna quebrada”, afirmou.

O caso ocorreu em maio de 2020 e o vídeo, gravado por uma testemunha, viralizou nas redes sociais. Após mais de dois anos, a Justiça Militar de São Paulo decidiu absolver, na terça-feira, 23 de agosto, o agente da sentença.

O julgamento teve dois votos condenatórios, de um capitão e do juiz José Álvaro Machado Marques, da 4ª Auditoria Militar e três votos favoráres à absolvição. O Ministério Público vai recorrer da decisão.

Após ser informada, a vítima, que trabalha hoje como cozinheira em uma escola da capital, disse ao R7 que se sente “injustiçada”. “Amanhã, ele fará com outras pessoas, já que não foi punido”, afirmou.

Relembre o caso
Ao tentar intervir em uma briga que ocorria na mesma rua de seu estabelecimento comercial, uma mulher negra foi fortemente agredida por policiais militares por volta das 13h20 do dia 30 de maio.

Antes disso, porém, a polícia foi acionada para conter o barulho no local. Segundo a mulher, havia um carro de som em frente ao estabelecimento. Os policiais fizeram a abordagem diretamente ao dono do carro de som.

“O primeiro contato da polícia foi com dois homens que estavam na rua. Peguei a história andando”, lembrou a mulher. “Estava atendendo outro rapaz, não sabia que tinha uma viatura lá fora. A porta do bar estava entreaberta quando percebi que o policial estava espancando o rapaz.”

A dona do estabelecimento afirma que, ao perceber que o homem estava sendo agredido pela polícia, saiu para defendê-lo. “Ele me deu uma rasteira, quebrei a tíbia, ele me jogou no chão, pisou no meu pescoço, meu rosto ficou todo machucado e ele me arrastou de uma calçada a outra”, contou. “Só pensava que eles iam me matar”, disse.

Após ser informada, a vítima, que trabalha hoje como cozinheira em uma escola da capital, disse ao R7 que se sente “injustiçada”. “Amanhã, ele fará com outras pessoas, já que não foi punido”, afirmou.

Relembre o caso
Ao tentar intervir em uma briga que ocorria na mesma rua de seu estabelecimento comercial, uma mulher negra foi fortemente agredida por policiais militares por volta das 13h20 do dia 30 de maio.

Antes disso, porém, a polícia foi acionada para conter o barulho no local. Segundo a mulher, havia um carro de som em frente ao estabelecimento. Os policiais fizeram a abordagem diretamente ao dono do carro de som.

“O primeiro contato da polícia foi com dois homens que estavam na rua. Peguei a história andando”, lembrou a mulher. “Estava atendendo outro rapaz, não sabia que tinha uma viatura lá fora. A porta do bar estava entreaberta quando percebi que o policial estava espancando o rapaz.”

A dona do estabelecimento afirma que, ao perceber que o homem estava sendo agredido pela polícia, saiu para defendê-lo. “Ele me deu uma rasteira, quebrei a tíbia, ele me jogou no chão, pisou no meu pescoço, meu rosto ficou todo machucado e ele me arrastou de uma calçada a outra”, contou. “Só pensava que eles iam me matar”, disse.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Perícia pode confirmar se morte de bebê preso ao gol em creche é homicídio culposo

por Redação 1 de setembro de 2022

A Polícia Civil investiga a morte de Enrico Braga Souza, de apenas 1 ano e 7 meses, no CEU (Centro Educacional Unificado) Meninos, na zona sul de São Paulo. Ele ficou preso à rede do gol no campo de futebol. O delegado Douglas Dias Torres apura se houve negligência por parte das cinco professoras que cuidavam de cerca de 30 crianças na ocasião.

“Foram requisitados exames, perícias, aí nós vamos confrontar com o material que obtivemos para termos certeza do que realmente aconteceu e poder apontar o que, de fato, houve”, explicou.

De acordo com o delegado, o menino estava participando de uma atividade extracurricular no campo de futebol quando o acidente aconteceu.

“Acredito que ele pôs o pescoço naquele vão da rede e que possa ter perdido o equilíbrio e não ter alcançado o solo com a mão. E, com o peso do próprio corpo, pode ter ocasionado este fato. Ali ele permaneceu e veio a desfalecer”, afirmou Douglas Torres.

Também serão analisadas as imagens das câmeras de segurança do CEU. Em um vídeo gravado por familiares do bebê, uma funcionária da unidade não deu detalhes de como a criança se prendeu à rede.

“A gente afastou as professoras e vai ver o que aconteceu. Foi na quadra, no campo de futebol. Não sabemos como aconteceu”, alegou.

O velório e sepultamento do bebê acontecem no Cemitério Memorial Jardim Santo André, no ABC Paulista, na manhã desta quinta-feira (1º).

O caso
A morte aconteceu dentro do CEU Meninos, por volta de 9h20 desta quarta-feira (31).

Segundo a família de Enrico, desde fevereiro a criança frequentava a creche de segunda a sexta-feira das 7h40 às 17h.

Em depoimento na delegacia, o pai do aluno, Elson Henrique Mariano de Souza, contou que a esposa recebeu uma ligação da diretora da escola às 9h20, informando que havia ocorrido um acidente com Enrico.

“Durante atividade pedagógica, cinco professoras acompanhavam as crianças no local e, assim que foi identificada a situação, todas as medidas necessárias foram tomadas e a família, imediatamente contatada”, informou a prefeitura por meio de nota.

Os funcionários socorreram o menino até a UBS (Unidade Básica de Saúde) Jardim Seckler e pediram aos pais que se deslocassem o mais rápido possível. Quando chegou na unidade, Elson viu o filho em uma maca, recebendo oxigenação externa.

Os médicos ainda o informaram que “ele não respirava, mas estavam tentando reanimá-lo”, segundo informações do boletim de ocorrência.

Devido ao estado de saúde gravíssimo, levaram Enrico para ambulância e o transferiram para o AMA Sacomã apesar de o pai pedir que o levassem para o Hospital São Luiz. Na AMA, o aluno entrou em parada cardiorrespiratória. A equipe médica tentou reanimar o menino por 40 minutos, porém ele não resistiu.

Inicialmente o caso foi registrado como morte suspeita no 95° Distrito Policial de Heliópolis. Mas o delegado afirmou à Record TV que pode mudar a natureza do boletim para homicídio culposo a depender do resultado dos laudos periciais.

Os professores e a diretora da creche prestaram depoimento sobre o caso.

Prefeitura
Em nota, a Secretaria Municipal da Educação informou que abriu, em caráter prioritário, uma apuração para verificar as circunstâncias da tragédia ocorrida no CEU Meninos.

Segundo a prefeitura, “o CEU possui um brigadista capacitado em primeiros socorros que atendeu a criança, que foi levada até a UBS. A diretora regional Marta Malheiros acompanhou a família no atendimento médico”.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o aluno teve o óbito constatado na AMA Sacomã.

O secretário-adjunto, Bruno Lopes Correia, esteve no local para acompanhar a situação e o Naapa (Núcleo de Apoio e Acompanhamento das Aprendizagens), composto por psicólogos e psicopedagogos, foi acionado para prestar acolhimento aos funcionários e crianças.

Todas as atividades das unidades do CEU estão suspensas nesta quinta e retornarão na sexta-feira (2), com exceção do CEI (Centro de Educação Infantil) Meninos, que retomará as atividades apenas na segunda-feira (5).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSegurança

Representantes da Prefeitura participam de palestras contra o abuso sexual infantil

por Redação 31 de agosto de 2022
abuso sexual infantil

Nesta terça-feira (30) servidores das secretarias para Assuntos de Segurança Pública e de Desenvolvimento e Assistência Social de Guarulhos participaram, na Capital, de palestras sobre prevenção e combate ao abuso e à exploração sexual infantil no lançamento da Operação Anjos na Estrada, da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A idealizadora do projeto, a educadora Maura de Oliveira, ministrou a palestra principal, que versou sobre uma série de noções para a identificação de possíveis casos de pedofilia e cyberpedofilia em diferentes cenários, em especial na esfera familiar. “Foi extremamente esclarecedor ouvir de Maura, que infelizmente foi violentada durante toda a sua infância, como ela fez para conseguir superar os gatilhos e ainda escrever um livro que conta sua história e ensina aos pais percepções de possíveis situações de abuso com seus filhos. Temos de nos unir pelas crianças para que casos como o dela deixem de ser uma realidade estatística em nosso país”, comentou o secretário de Desenvolvimento e Assistência Social, Fábio Cavalcante.

abuso sexual infantil

O secretário para Assuntos de Segurança Pública, Márcio Pontes, elogiou o engajamento dos órgãos no aprendizado sobre o tema, já que estavam presentes também representantes do Ministério Público, da Polícia Civil, da Polícia Militar e de outras instituições. Atento às ações educativas, ele planeja disseminar os aprendizados em operações da cidade.

“A violência sexual infantil é um crime terrível que precisa ser enfrentado com afinco. Cada um de nós é responsável por mudar esse contexto tão triste de tragédias e traumas que ocorrem a partir de um abuso. Devemos buscar informações e ensinar nossas crianças a pedir ajuda”, ressaltou Pontes.

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São PauloSegurança

Empresário que agrediu modelo em academia despreza Brasil em rede social

por Redação 31 de agosto de 2022

O empresário Thiago Antônio Brennand, que agrediu uma modelo em uma academia de luxo no Jardim Paulistano, na zona oeste de São Paulo (SP), mostra nas redes sociais o desgosto pelo Brasil, ao qual se refere como “paiseco de quinto mundo” e para onde regressou após a pandemia de Covid-19.

Em publicações no Facebook, Brennand disse que voltou a ficar um longo período no país após mais de 20 anos morando fora.

“Saí do Brasil para morar fora na adolescência, já era uma sociedade muito indesejável. Verdade que como membro do grupinho da riqueza, tinha tudo aqui. Porém a falta de educação costumava me matar. Quando era criança eu já tinha nojo do lugar”, escreveu o empresário na rede social, em novembro de 2020.

Nas publicações, ele ainda criticava a corrupção e a desigualdade que via no país décadas atrás. “Hoje em dia é 1.000x pior! Que m* de país!”, escreve Brennand.

Gosto por esportes
Entre críticas ao Brasil, à imprensa e defesas de medicamentos sem comprovação contra a Covid-19, outra característica marcante do empresário em suas redes sociais é o gosto pelos esportes, sobretudo pelo jiu-jítsu.

Em uma publicação de dezembro de 2019, Brennand orgulha-se do título de professor da arte marcial, que lhe foi conferido pela federação da modalidade no Rio de Janeiro.

“A primeira, e mais respeitada — onde foram federados todos os Faixas Vermelhas — federação de Jiu-Jitsu do mundo”, diz o empresário, que também escrevia sobre judô e futebol.

O caso

No dia 3 de agosto, uma modelo foi agredida pelo empresário dentro de uma academia no shopping Iguatemi, no Jardim Paulistano, área nobre da zona oeste paulistana.

Câmeras de segurança registraram quando a vítima, identificada como Helena Gomes, foi agredida por Thiago Antônio Brennand.

As imagens mostram o empresário empurrando a modelo de maneira agressiva. Duas pessoas tentam separar os dois, e o homem então puxa o cabelo da vítima. Mulheres que estavam na academia aparecem nas imagens defendendo a modelo.

A briga só terminou quando outros frequentadores separaram o agressor da modelo.

A SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública) informou, em comunicado oficial, que o caso é apurado como lesão corporal e injúria pelo 15° Distrito Policial do Itaim Bibi e não detalhou o motivo da agressão, uma vez que as investigações correm sob sigilo judicial. “Diligências são realizadas visando o esclarecimento dos fatos”, concluiu.

Também em nota, a Bodytech afirmou que “prestou apoio à vítima, segue colaborando com as autoridades competentes e que repudia qualquer ato de violência”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Mulher trans e homem são suspeitos de queimar e matar amigo trans que fazia transição

por Redação 31 de agosto de 2022

Maryana Rimes Paulo foi presa por matar Marcelo do Lago Limeira, que fez cirurgia no rosto para começar a se tornar mulher trans, diz polícia. Ronaldo Bertolini ajudou no crime e é procurado. Dupla assumiu identidade da vítima e movimentou mais de R$ 1 milhão dela. Crime ocorreu ocorreu em 2021 em São Bernardo do Campo.

A Polícia Civil indiciou uma mulher trans e um homem por suspeita de queimarem e matarem um amigo que estava fazendo transição de gênero para ter um corpo feminino. O crime ocorreu em 2021 em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, mas só foi descoberto recentemente.

De acordo com a investigação, Maryana Elisa Rimes Paulo e Ronaldo Bertolini participaram do assassinato de Marcelo do Lago Limeira, que também queria se tornar uma mulher trans. Ainda segundo os policiais, a dupla assumiu a identidade da vítima e movimentou mais de R$ 1 milhão dela. Marcelo tinha vários imóveis alugados em seu nome e ainda recebia ajuda financeira de uma tia.

Maryana e Ronaldo foram indiciados por homicídio, estelionato, ocultação de cadáver, falsidade ideológica e falsificação de documentos. A cantora e maquiadora Maryana, uma mulher trans de 49 anos, foi presa pela polícia. Ronaldo, que a ajudou no crime, segundo a investigação, teve a prisão decretada pela Justiça. Como ele não foi encontrado, passou a ser procurado como foragido. Ele não havia sido localizado e detido até a última atualização desta reportagem.

Investigação

Segundo a polícia, Maryana conheceu Marcelo em festas e se incomodou com o fato de ele ter iniciado o processo de transição para se tornar uma mulher trans. De acordo com a investigação, a maquiadora não queria que o amigo ficasse mais bonita do que ela.

Em maio do ano passado, Marcelo fez a primeira cirurgia no rosto, para deixá-lo mais feminino. Depois do procedimento, testemunhas contaram que o viram entrando na casa com o rosto coberto. Em seguida, Maryana passou a morar com o amigo no imóvel dele, como se estivesse cuidando de Marcelo.

Mas segundo a polícia, Maryana matou o amigo dentro da casa com doses excessivas de remédios e colocou em prática o plano de assumir a identidade e os bens dele.

Comparsa ajudou no crime
De acordo com a polícia, ela chamou o amigo Ronaldo Bertolini para ajudar a se livrar do corpo. Os dois alugaram uma chácara em Campo Limpo Paulista, no interior de São Paulo, e queimaram o corpo de Marcelo.

Depois, tentaram enterrar os ossos. Mas, no final, abandonaram o corpo na Estrada Edgar Máximo Zambotto, que liga a Grande São Paulo ao município de Jundiaí.

De volta ao ABC, Maryana assumiu o lugar de Marcelo, enganando funcionários do cartório.

A Polícia Civil apurou que Maryana passou a receber o dinheiro dos aluguéis das casas de Marcelo, a mesada que a tia dava a ele todo mês. Ela alugou a casa onde Marcelo morava e vendeu o carro dele com uma procuração falsa.

“O escrevente narra que uma pessoa do sexo feminino se apresentou no cartório com os documentos originais, todos do Marcelo. E quando questionado a respeito da divergência dos documentos masculinos e de uma pessoa feminina, a pessoa explicou que ela havia feito uma transição de gênero e não tinha mudado os documentos ainda. Mas que na verdade se tratava do próprio Marcelo”, explicou o delegado Cristiano Luiz Sacrini Ferreira.

Fim da farsa
A farsa só começou a ser descoberta em abril deste ano, quando Maryana tentou movimentar dinheiro da vítima e apresentou a mesma procuração no banco. A gerente, que conhecia Marcelo, suspeitou de algo errado e avisou a polícia.

Pelos cálculos dos investigadores, Maryana e Ronaldo movimentaram cerca de R$ 1 milhão da vítima. Mas ela não queria só o dinheiro do rapaz morto, segundo o delegado. A mulher não gostou de saber que Marcelo queria também se transformar em mulher e ficaria mais bonita do que ela.

“A Mariana se ressentia muito porque ela acredita que, após a cirurgia de transição de gênero, o Marcelo ficaria uma mulher mais atraente, mais bonita que ela própria”, declarou Cristiano Sacrini.

O que dizem as partes
Procurado pelo SP2, o advogado que defende Mariana Paulo disse que o inquérito ainda está na fase da investigação e que qualquer informação nesse momento pode atrapalhar o trabalho da polícia.

Ele também afirmou que, após concluídos todos os atos legais, a defesa vai se manifestar de forma mais completa.

O amigo de Mariana, Ronaldo Bertolini, é procurado pela polícia. Os dois devem responder a processo por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documentos.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

PF de Campinas e Receita cumprem 28 mandados em 5 estados e no DF

por Redação 30 de agosto de 2022

A Polícia Federal de Campinas (SP) cumpre, nesta terça-feira (30), 28 mandados de busca e apreensão em cinco estados e no Distrito Federal (DF) contra crimes de falsificação de documentos, lavagem de dinheiro, fraudes em licitações do setor de energia envolvendo Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e associação criminosa.

Ao todo, 26 pessoas estão sendo investigadas e carros de luxo estão entre as apreensões, como um BMW e um Porsche. Esses alvos foram submetidos a medidas cautelares, incluindo pagamento de fiança de R$ 27 milhões, suspensão de atividades e impossibilidade de viajar – veja lista de restrições abaixo.

A Receita Federal também atua na operação, terceira fase da Black Flag, deflagrada pela primeira vez em maio de 2021 e, na segunda, em agosto do mesmo ano.

Desde o início da manhã, mandados estão sendo cumpridos em oito cidades de SP, três do Ceará, duas do Tocantins, e também no Rio de Janeiro, em Pernambuco e no Distrito Federal. Os agentes estiveram nas residências, empresas e nos escritórios dos investigados.

Estima-se que tenham sido sonegados R$ 30 milhões em tributos federais. As penas máximas previstas somadas superam 30 anos de prisão, informou a PF. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Campinas.

Mandados em SP

Campinas: 9
São Paulo: 3
Bragança Paulista: 1
Valinhos: 1
Indaiatuba: 1
Itatiba: 1
Sumaré: 1
Vargem Grande Paulista: 1
Outros estados e DF

Ceará: Fortaleza (2), Juazeiro do Norte (1) e Eusébio (1)
Rio de Janeiro: Rio de Janeiro (1)
Pernambuco: Recife (1)
Tocantins: Palmas (1) e Araguaina (1)
Distrito Federal: Brasília (1)
‘Estrutura articulada e complexa’
Segundo a Polícia Federal, a primeira fase da Black Flag, que veio à tona em maio do ano passado, apurou crimes entre 2010 e 2015 que totalizavam R$ 2,5 bilhões.

Os alvos eram investigados por falsificação e uso de documento público falso, obtenção de financiamento de forma fraudulenta, estelionato, sonegação de tributos e lavagem de ativos. Seis ações penais foram movidas pelo Ministério Público Federal e carros de luxo também foram apreendidos na ocasião.

Sigilos bancário, fiscal, telefônico e de informática foram quebrados pela Justiça e permitiram análises e descobertas de condutas criminosas que ainda não eram de conhecimento da PF, com participação de investigados já presos e outros que não eram conhecidos até então. Documentos e bens apreendidos também auxiliaram nesta apuração, e a segunda fase ocorreu meses depois (Operação Evolutio), em agosto de 2021, com mandados de prisão.

Agora, na terceira fase, crimes envolvendo licitações da Agência Nacional de Energia Elétrica passaram a fazer parte do escopo. Na avaliação da PF, uma “estrutura muito articulada e altamente complexa”.

Energia fotovoltaica era alvo
O esquema consistia na criação e compra de empresas, com destaque para uma companhia offshore (aberta em outro país) sediada no Panamá e a sua subsidiária, que, segundo a PF, venceu a licitação fraudulenta de três leilões realizados pela Aneel.

O objetivo da concorrência era a outorga, ou concessão, de reserva para geração de energia fotovoltaica.

“Para conceder aparência de licitude a essas pessoas, a organização criminosa buscava cumprir com as obrigações tributárias, encaminhando regularmente as respectivas declarações de imposto de renda, por intermédio de escritório de contabilidade alvo de buscas na primeira fase, usado massivamente para a criação de empresas de prateleira, adulteração de balanços contábeis/fiscais e transmissão de informações falsas ao Fisco”, explicou a PF.

Segundo a Receita Federal, dos R$ 150 milhões gerados com as licitações, a maior parte foi direcionada a empresas de fachada, que teriam adquirido R$ 47 milhões em bens de luxo.

O nome da operação nesta fase, Skotos, vem do grego e significa trevas, uma referência às fraudes nos leilões voltados ao setor de energia fotovoltaica e ao complexo sistema de falsidade que visava ocultar crimes e ganhos ilícitos da organização criminosa.

Perícias apontaram crimes
O rastreamento de bens e valores ocultos foi realizado com o apoio da Receita Federal, após autorização judicial.

A perícia constatou que a documentação usada na habilitação dos leilões, como demonstrativos de contas e balanços, não são autênticos e apresentam características de montagem.

Os demais crimes relacionados nesta fase da Operação Black Flag, especialmente o de lavagem de dinheiro das práticas ilícitas e as pessoas que atuam como sócias das empresas estratégicas investigadas, foram descobertos por meio da circulação de recursos em contas bancárias.

Esse dinheiro beneficiaria os envolvidos e, inclusive, a empresa do Panamá.

Medidas cautelares aos investigados
Entre as medidas determinadas pela Justiça aos 26 investigados, estão:

Proibição de alterar endereço domiciliar, sem comunicação ao juízo.
Proibição de manter contato com os demais investigados.
Proibição de ausentar-se da subseção judiciária ou do país, sem autorização judicial, com o recolhimento de passaporte.
Aplicação de fianças no valor aproximado de R$ 27 milhões, a serem recolhidas em até 30 dias.
Indisponibilidade de bens de 43 pessoas físicas e jurídicas no valor aproximado de 700 milhões de reais.
Suspensão das atividades econômicas de 14 pessoas jurídicas.
Suspensão das atividades profissionais de 5 contabilistas.
Compartilhamento das informações com Receita Federal, Procuradoria da Fazenda Nacional e Aneel.
A Polícia Federal disse ao g1 que chegou a representar pela prisão de investigados, mas que a Justiça entendeu que a fiança de R$ 27 milhões seria mais adequada neste momento. Quem teve a atividade suspensa foi impedido de trabalhar, e as empresas foram impedidas de operar.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Aluna é agredida por empresário dentro de academia de luxo: “Vou cuspir em você”

por Redação 30 de agosto de 2022

Um empresário foi flagrado agredindo uma aluna da academia Bodytech na cidade de São Paulo. Thiago Brennad, de 42 anos, é acusado de perseguir e ameaçar mulheres que frequentam o estabelecimento de luxo, localizado no Shopping Iguatemi.

Segundo a matéria exibida no Fantástico, da TV Globo, a confusão aconteceu na noite de 3 de agosto, quando a academia estava vazia, e o homem se incomodou com a presença da aluna.

“Ele estava alterado, rodeando muito. Falou para eu sair de lá. Eu falei ‘Eu não saio’, ele falou de novo ‘sai’. Eu falei ‘não saio’. Falei mais alto e ele falou que mulher não gritava com ele”, afirmou a vítima, Helena Gomes.

Nas imagens exibidas pelo programa, é possível ver quando o empresário dá um empurrão na vítima, que revida.

“Eu fui para cima também, ele falou: ‘Eu vou cuspir em você, porque você merece’. E cuspiu em mim”, disse a jovem, que também alega ter tido tufos do seu cabelo arrancados pelo homem.

Em depoimento à polícia, Brennand afirmou que Helena “tentou desferir uma cusparada” nele, errou.

“Como não conseguiu, procurou esconder-se atrás de algumas pessoas. Estiquei o braço e alcancei o cabelo dela e puxei vindo a cuspir a novamente”, disse.

Outra aluna da academia, que não teve a identidade revelada, contou ao programa que, ao intervir para proteger a vítima, também foi ameaçada pelo empresário. Helena relatou que rejeitou as investidas do empresário e, por isso, foi perseguida por ele.

Banido de clube
O relato é similar a outros obtidos pela reportagem do Fantástico, que ainda identificou que dois clubes de hipismo da capital paulista baniram o empresário por mau comportamento. Um funcionário disse em depoimento que Brennad ameaçava outros associados por mensagens.

Após a confusão, o agressor foi expulso da academia. O estabelecimento se pronunciou em nota, afirmando que “prestou apoio à vítima, está colaborando com as autoridades e repudia atos de violência”. Já o Shopping Iguatemi afirmou que “prestou total assistência à vítima” e que também “repudia qualquer tipo de violência”.

A Secretaria de Segurança Pública disse que os casos envolvendo Thiago estão sendo investigados pela 15ª Delegacia de Polícia. São apurados os crimes de lesão corporal e injúria.

Brennad registrou um boletim de ocorrência sobre injúria e ameaça contra Helena. Ele levou duas testemunhas, que não estavam na academia durante o incidente, afirmando que ela tentava “convencer mulheres” a prejudicá-lo.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

SP: empresário atira em suspeito e é preso por tentativa de homicídio

por Redação 29 de agosto de 2022

Um empresário acabou preso acusado de tentativa de homícidio após atirar contra o suspeito do roubo já rendido pela pelo policial civil. A informação é da TV Globo.

O suspeito tentou roubar o relógio do empresário em um posto de gasolina na região do Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo. O empresário tem licença de arma, reagiu e perseguiu o homem.

Um policial civil que estava a caminho do serviço foi avisado do caso e foi para a região. Ele chegou a atirar nas pernas do suspeito antes de conseguir rendê-lo.

Na sequência, o empresário também atirou no suspeito e afirmou que ele havia tentado matá-lo. O policial deu voz de prisão em flagrante. O suspeito foi encaminhado para o hospital Saboya.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Homem fica entalado em muro ao tentar furtar casa no interior de SP

por Redação 29 de agosto de 2022

Um suspeito de 37 anos ficou entalado em um muro ao invadir a casa de um idoso de 84 anos para furtá-la, em Tanabi, no interior de São Paulo. Como não conseguia sair, foi necessário que a Polícia Militar o retirasse do local. Ele foi encaminhado para a delegacia, onde prestou depoimento e liberado em seguida.

O caso ocorreu na última quarta-feira, 24, mas ganhou destaque neste final de semana. De acordo com Record TV, o homem usou uma barra de cimento para quebrar o muro, mas ao tentar passar pelo buraco, ficou preso. Ele começou a ter dificuldades para respirar e começou a gritar por ajuda.

José Vanir Bertolini, dono do imóvel, estava na sala da casa e ouviu os gritos. Ao chegar no quintal, viu as pernas do homem. No entanto, não foi ele quem acionou as autoridades, mas um motorista que passava pelo local e viu a cena.

O morador afirmou à Record TV que nada foi levado. “Eu não posso falar que ele roubou, porque não roubou mesmo. Deixou só isso [o buraco]. Parece brincadeira”, ri o idoso.

Uma equipe da PM chegou ao local, resgatou o suspeito e o encaminhou para a Delegacia de Mirassol, onde ele foi ouvido e liberado. O homem responderá por tentativa de furto.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSegurança

Operação integrada busca tranquilizar população após fake news de toque de recolher

por Redação 26 de agosto de 2022

Diante das notícias falsas sobre uma chacina e toque de recolher no Recreio São Jorge, que alarmaram a população de Guarulhos, o prefeito Guti definiu pela realização de uma operação integrada nesta sexta-feira (26) envolvendo a Guarda Civil Municipal, a Polícia Militar e a Polícia Civil no Taboão, no Cabuçu e no próprio Recreio São Jorge com o objetivo de reforçar o policiamento e tranquilizar os moradores.

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