Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
sábado, março 7, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Segurança

BrasilSegurança

Diretor da Caixa é encontrado morto na sede do banco, em Brasília

por Redação 20 de julho de 2022

Sérgio Ricardo Faustino Batista foi encontrado já sem vida na área externa do edifício-sede; Polícia Civil do DF investiga o caso

O diretor de Controles Internos e Integridade da Caixa, Sérgio Ricardo Faustino Batista, foi encontrado morto na noite dessa terça-feira (19) na sede do banco, em Brasília. A Polícia Civil do Distrito Federal apura a causa da morte. De acordo com a corporação, o diretor foi encontrado já sem vida na parte externa do edifício-sede do banco.

Em nota, o banco lamentou a morte do diretor e disse colaborar com as investigações. “A Caixa manifesta profundo pesar pelo falecimento do empregado Sérgio Ricardo Faustino Batista. Nossos sinceros sentimentos aos amigos e familiares, aos quais estamos prestando total apoio e acolhimento. O banco contribui com as apurações para confirmar as causas do ocorrido”, diz o texto.

Empregado do banco desde 1989
Natural de Teresina (PI), Sérgio Ricardo era empregado de carreira da Caixa desde 1989. Atuou por mais de vinte anos na área de Controles Internos e Risco. Graduado em Economia pela Universidade Católica de Brasília, ele tinha MBA Executivo em Finanças, pós-graduação em Estatística Aplicada e Mestrado em Economia. Em março deste ano, Sérgio tomou posse como Diretor Executivo do banco.

Mudanças nas diretorias da Caixa
A diretoria que era comandada por Sérgio Ricardo faz parte da estrutura da Corregedoria da instituição, que antes era vinculada à presidência e, após a posse da nova presidente da Caixa, Daniella Marques, passou a ser ligada ao Conselho de Administração. A mudança veio na esteira das denúncias de assédio envolvendo o ex-presidente do banco, Pedro Guimarães.

Segundo o banco, as alterações foram feitas para “reforçar a autonomia e isonomia da atuação da Corregedoria” e proporcionar “melhor comunicação interna, otimização, eficiência e fluidez na gestão de pessoas e processos”.

Corregedoria investigava denúncias de assédio
undefined
Em junho, diante da renúncia do então presidente do banco Pedro Guimarães por suspeita de assédio, a Caixa confirmou que já havia recebido denúncias e informou que estava investigando o caso desde maio deste ano. Em comunicado divulgado para a imprensa na época, o banco destacou que o tema vinha sendo tratado pela Corregedoria de forma interna e em sigilo.

“A Caixa repudia qualquer tipo de assédio e informa que recebeu, por meio do seu canal de denúncias, relatos de casos desta natureza na instituição. A investigação corre em sigilo, no âmbito da Corregedoria, motivo pelo qual não era de conhecimento das outras áreas do banco”, divulgou.

O banco ainda afirmou na nota que fez contato com a pessoa que realizou a denúncia e promoveu “diligências internas que redundaram em material preliminar”. Esse material está em processo de avaliação. “Portanto, a Corregedoria admitiu a denúncia e deu notícia ao/à denunciante, se colocando à inteira disposição para colher o seu depoimento, mantendo seu anonimato.”

Investigação do Ministério Público Federal
Pedro Guimarães é alvo de uma investigação do Ministério Público Federal (MPF). Denúncias de que ele assediava sexualmente mulheres no banco foram reveladas pela imprensa. De acordo com a apuração, os casos teriam ocorrido com empregadas do próprio banco que se sentiram abusadas pelo economista em diferentes ocasiões, em eventos ou viagens de trabalho.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) também abriu uma investigação preliminar para apurar as denúncias e o Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou informações à Caixa sobre quais mecanismos e procedimentos foram adotados para prevenir assédio sexual e moral.

Em 5 de julho, Pedro Guimarães publicou artigo em que nega as acusações e se queixa de sofrer um “massacre insano”. O caso segue sob apuração do Ministério Público do Trabalho.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilSegurança

Cresce 655% o número de famílias ameaçadas de perder a moradia no país desde início da pandemia

por Redação 20 de julho de 2022

Desde o início da pandemia, o número de famílias ameaçadas de perder a moradia cresceu 655%, de acordo com levantamento feito pela Campanha Despejo Zero, uma articulação nacional que engloba mais de 175 organizações, movimentos sociais e coletivos. Entre março e agosto de 2020, eram 18.840 famílias; agora, são 142.385.

Segundo a pesquisa, também aumentou 393% o número de famílias que foram efetivamente despejadas. No começo da pandemia, foram 6.373 famílias e, até maio deste ano, o número saltou para 31.421.

O cenário é ainda mais preocupante porque, das 569.540 pessoas que vivem sob ameaça de remoção, 97.391 são crianças e 95.113 idosos, de acordo com o balanço das instituições. As mulheres representam mais de 341 mil pessoas do total.

De acordo com o levantamento realizado de março de 2020 a maio de 2022, quase 21 mil idosos foram despejados de casa. O número de crianças removidas chega a 21.492. Os dois grupos representam 33% das pessoas que sofreram com o despejo ou são ameaçadas no Brasil.

“O despejo é devastador para crianças e idosos. A moradia é a porta de entrada para uma série de direitos básicos. Sem teto e sem comprovante de residência, as crianças não conseguem acesso à escola e aos serviços de saúde e lazer, enquanto os idosos sofrem por questões identitárias e pelos laços afetivos criados com o território”, afirma Raquel Ludermir, coordenadora de Incidência Política da Habitat Brasil e integrante da Campanha Despejo Zero.

‘Um olho fechado e o outro aberto’
Daniel Theogene é haitiano, tem 36 anos e mora com outras cinco pessoas na comunidade Porto Príncipe, localizada na avenida do Estado, no Cambuci, na região central da capital paulista.

Ele, que é o único responsável por sustentar a família com os bicos que faz como vendedor, vive em um galpão com dois quartos, sala e cozinha, com a esposa, que está grávida, dois filhos, de 5 e 10 anos, a mãe dele, de 65 anos, e a sogra.

No terreno estão 350 famílias, a maioria de origem haitiana. “Estou aqui há mais de um ano, desde o começo [da ocupação]. Não sei quem é o dono. Recebemos várias ameaças, tenho medo disso. Não temos como pagar aluguel, estou sem trabalho. Várias vezes queriam tirar a gente, mas não tiram. É complicado. Dormir, não se dorme bem. É um olho fechado e o outro aberto”, conta Daniel.

Segundo ele, não há uma data para o despejo, mas o clima é ameaçador. Também não há conforto para crianças e idosos. Apesar das adversidades, os filhos estão na escola e médicos frequentam a comunidade.

Daniel está no Brasil desde 2013 e já passou por muitas dificuldades. “Tenho medo de acontecer alguma coisa. Meus filhos perguntam: ‘Pai, se vai embora, onde vai morar? Na rua?’. Fico triste com as perguntas das crianças. Imagina agora com um bebê chegando”, diz.

Os moradores não pagam luz e água. Equipes da prefeitura já fizeram o cadastro das famílias para serviços de assistência social.

“Antes recebia cesta básica, mas agora não vem mais. A gente não come à vontade, come para sobreviver. No mercado, os preços sobem em dois dias. Não sei se o governo vai pôr a gente na rua, se vai dar emprego, mas, na pandemia, eu precisava de um lugar para morar”, conclui.

Despejos
O mapeamento nacional é colaborativo e leva em conta as ocupações de áreas públicas e privadas, que representam a maioria dos processos judiciais de reintegração de posse. O levantamento também engloba assentamentos precários e imóveis comprados com os chamados contratos de gaveta, em ações coletivas. Os processos individuais não foram contabilizados.

“Isso significa que o número é ainda maior na realidade, mas não temos acesso aos dados. É um problema complexo, com interface em outras políticas públicas. A escala é tão gritante que precisa de políticas sistêmicas e prevenção de desastres, como enchentes e deslizamentos de encostas. Não bastam ações pontuais”, afirma Raquel Ludermir.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso prorrogou até 31 de outubro a suspensão de despejos e desocupações por causa do agravamento da pandemia. Ele justificou a decisão com a tendência de alta de casos de Covid-19 no país. O magistrado entende que, após a superação da crise sanitária, deverá haver uma transição para a retomada das remoções.

No entanto, a medida não é válida para as ocupações consideradas recentes.

“Temos notado um expressivo número de despejos, com decisões do Judiciário, mesmo com a liminar do STF. Essas famílias ficam em situação de rua, sem nenhuma resposta do poder público. Às vezes, ficam sem ter o que pôr na mesa porque não há alternativa de moradia”, lembra a coordenadora.

Segundo Raquel Ludermir, em alguns casos, é possível estender a proteção legal às famílias ameaçadas de despejo por causa da emergência sanitária, até mesmo por insegurança alimentar.

A opção para as famílias de baixa renda é procurar a Defensoria Pública do Estado para ter acesso às informações do processo antes das ações de remoção.

Em alguns casos, as ações de despejo envolvem violência física e prisões consideradas arbitrárias, além de coação das famílias e lideranças comunitárias, com a presença da força policial no território para inibir reações.

Em dois anos, a Campanha Despejo Zero conseguiu evitar 120 remoções, o que permitiu a manutenção de moradias para mais de 24 mil famílias.

‘Quero viver com meu filho, não sobreviver’
Michele Assis da Silva é vendedora, tem 38 anos e um filho de 12. Ela mora de favor com a tia na zona norte de São Paulo e divide o sofá da sala com a criança. Os pertences foram vendidos ou estão acumulados há um ano em caixas depositadas na casa de outro tio.

Ela sonha poder voltar para a casa herdada da família, de onde foi despejada em junho do ano passado, em plena pandemia. Segundo Michele, até mesmo a oficial de Justiça tentou ajudá-la no processo, mas não conseguiu. O problema é que o imóvel não está no nome dela, foi feito um contrato de gaveta, e uma instituição de saúde alega ser proprietária de parte do terreno.

“Me tornei pedra no sapato deles. Tentaram me intimidar, oferecer dinheiro, mas passei a ter crises de ansiedade e depressão. A casa estava com o teto caindo, rachaduras, e comecei a reformar, pus portão, mas tive de parar”, lembra Michele.
Michele viajou para Santa Catarina e, quando voltou, a empresa havia mudado a fechadura e retomado a obra sem o consentimento dela. Ainda assim, ela decidiu entrar no imóvel.

“Tinha móveis nossos lá, e eles tacaram fogo. Estamos na pandemia, sou herdeira, tenho a documentação. Estava com uma criança, e eles não poderiam me tirar de lá. Fiquei um mês e dez dias na minha casa pensando que ia ser despejada. O sonho do meu filho era acordar no quarto dele com café da manhã na cama. Fomos despejados na semana do aniversário dele”, conta.

Segundo ela, os proprietários são influentes e conseguiram celeridade no processo de reintegração de posse. Sem condições de pagar um advogado, ela tem ajuda da Defensoria Pública.

“A lei funciona para quem tem dinheiro. Tem época que choro, me descabelo. Acho desumano. Ninguém se preocupou para onde eu iria com meu filho. Colocaram minhas coisas na calçada. Tenho que batalhar por um futuro melhor para ele. Quero viver com o meu filho, e não sobreviver”, ressalta.

Nos estados
De acordo com o levantamento da Campanha Despejo Zero, o aumento dos despejos é alarmante nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Amazonas. Foram desabrigadas 6.279 famílias paulistas, 5.590 fluminenses e 4.031 amazonenses.

O número de famílias despejadas no Ceará, Paraná, Goiás e Pernambuco também chama a atenção. Os motivos variam. No caso de São Paulo, por exemplo, é a alta concentração populacional e, no Amazonas, as famílias têm dificuldade de acesso à informação e há ações de remoção que envolvem mais de 2.000 pessoas.

Já São Paulo, Amazonas e Pernambuco são os estados onde mais famílias estão ameaçadas de perder a moradia, com 45.183 ocorrências, 29.391 e 19.278, respectivamente.

O problema é recorrente também na Paraíba, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Pará, Rio de Janeiro e Goiás.

Impactos
Não ter um comprovante de residência causa outros impactos nas famílias, uma vez que, a partir da moradia, elas têm acesso à escola, postos de saúde e demais serviços sociais. As crianças são as mais prejudicadas.

“Sem moradia, vai passar frio, fome, perder o lazer, também educação. A remoção causa traumas psicológicos nas crianças ao ver as casas sendo destruídas. Não há perspectivas para as famílias em um contexto de crise econômica, queda de renda, desemprego e pandemia”, ressalta Raquel Ludermir.

Muitos dos lares são chefiados por mulheres, “mães solo”, que não conseguem trabalhar porque não encontram creche para os filhos por causa da falta de endereço. Sem renda, não podem pagar aluguel, e o ciclo se repete.

De acordo com projeção feita no estudo, a população de rua no Brasil pode quadruplicar com o aumento dos despejos diante do atual cenário. O perfil da pessoa em situação de rua já mudou, com mais mulheres, crianças, idosos e famílias inteiras.

“Moradia adequada é estar protegida do despejo. É o mínimo do mínimo. Imagina dormir com medo de perder o teto da noite para o dia. É um cenário devastador”, finaliza a coordenadora Raquel Ludermir.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilSegurança

Cremerj investiga cirurgião preso sob suspeita de manter paciente em cárcere privado

por Redação 19 de julho de 2022

O Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio) abriu uma sindicância para investigar o cirurgião plástico Bolívar Guerrero Silva. O equatoriano foi preso na segunda-feira (18) sob suspeita de manter uma paciente em cárcere privado em um hospital de Caxias, na Baixada Fluminense. O procedimento ético-disciplinar está sob sigilo.

Segundo parentes, a mulher, de 36 anos, foi impedida de trocar de unidade após apresentar complicações em dois procedimentos estéticos — uma plástica na barriga e um implante de silicone — realizados pelo médico.

Ontem, a Justiça determinou a transferência da paciente para outro hospital indicado pela família e a prisão temporária do médico por 30 dias.

A delegada Fernanda Fernandes, da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) da região, investiga o caso. “A gente entendeu que a situação da vítima e a negativa de transferência relatadas pela vítima e por testemunha traduziriam uma impossibilidade da vítima de ser atendida em outra unidade porque a gente não tinha resposta oficial do hospital com relação ao prontuário e ao relatório médico para a gente poder avaliar com a perícia a real gravidade dessa vítima”, disse.

Em entrevista à Record TV Rio, o pai da paciente disse estar preocupado com a saúde da filha. “Ela está com um buraco na barriga, está com um aparelho lá dentro. A situação dela não está boa”, afirmou Paulo Lacerda.

Segundo a polícia, Bolívar Guerrero Silva é sócio e atua no hospital particular onde a paciente estava internada, em Caxias. Em nota, a unidade negou as acusações de cárcere privado e disse repudiar quaisquer práticas criminosas. Informou ainda que ele não pertence ao quadro societário da empresa.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
GuarulhosSegurança

Ministério da Justiça suspende 180 empresas de telemarketing por serviço abusivo

por Redação 18 de julho de 2022

A medida atinge bancos e call centers que telefonam em horários inapropriados ou repetidas vezes para o consumidor.

As atividades de 180 empresas de telemarketing foram suspensas pelo Ministério da Justiça, nesta segunda-feira (18), por oferta de produtos e serviços sem a autorização dos consumidores. Segundo a pasta, na maioria dos casos, os dados dos clientes são obtidos de maneira ilegal. Caso as companhias não cumpram a determinação, estarão sujeitas a multa diária de R$ 1.000, que poderá chegar a R$ 13 milhões ao fim do processo.

O documento publicado no Diário Oficial da União pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) cita 33 empresas de atuação nacional denunciadas por praticar telemarketing abusivo (confira a lista no fim da matéria). Outras 147 empresas atuam a níveis estadual e municipal. Essas foram notificadas pelos Procons de todo o país.

“A partir da análise das reclamações, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) concluiu que os dados utilizados pelas empresas para a prática de telemarketing não foram fornecidos pelos consumidores e nem passados às mesmas a partir de uma base legal existente. Ou seja, há indícios da prática do comércio ilegal de dados pessoais”, informou o Ministério da Justiça.

As associações, bancos, call centers e telecoms citados no documento são líderes do ranking das reclamações de ligações indesejadas, segundo dados da Senacon. Entre janeiro de 2019 e junho de 2022, a pasta registrou 6.085 reclamações de consumidores contra telemarketing abusivo. O site consumidor.gov, do Ministério da Justiça, recebeu 8.462 queixas no mesmo período.

Telemarketing abusivo na mira do Ministério da Justiça
No mês passado, a Senacon pediu a 25 empresas que prestassem esclarecimentos sobre a forma como atuam para oferecer produtos e serviços por telefone. Um dos principais objetivos da secretaria é saber como as operadoras conseguem os números e os nomes dos clientes para os quais fazem ligações.

Outra prática do setor que tem sido alvo de queixas e será apurada é o encerramento de chamadas, que são desligadas imediatamente após serem atendidas pelos consumidores, além do uso de diversos números para fazer ligações a um mesmo destinatário e a utilização de robôs.

A secretaria também apura se os serviços cumprem a determinação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) de utilizar o prefixo 0303 para as chamadas de telemarketing. A regra está em vigor desde o último dia 8 de junho.

Confira a lista das empresas citadas:
• Associação Brasileira de Telesserviços (ABT)
• LIQ Corp S.A. (LIQ)
• Atento Brasil
• Algar Telecom
• Neobpo Serviços e Processos de Negócios e Tecnologia
• Teleperformance CRM
• AEC Centro de Contatos
• Konecta Brazil Outsourcing
• Concentrix Brasil Terceirização de Processos
• Serviços Administrativos e Tecnologia Empresarial (Concentrix)
• Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp)
• Tim
• Telefônica Brasil (Vivo)
• Claro
• Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
• Associação Brasileira de Bancos (ABBC)
• Associação Nacional dos Profissionais e das Empresas Promotoras de Crédito e Correspontentes (Aneps)
• Crefisa
• Banco C6 Consignado
• Itaú Unibanco
• BV Distribuitora de Títulos e Valores Imobiliários
• Banco Mercantil
• Banco do Brasil
• Banco Dayconval
• Banco Pan
• Caixa Econômica Federal
• Banco BMG
• Banco Bradesco
• Banco Cetelem
• Banco Safra
• Banco Santander
• Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel, Celular e Pessoal (Conexis)
• Sky Brasil

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilSegurança

Deolane Bezerra se manifesta após polícia cumprir mandado de busca em sua mansão: ‘Bora pra luta’

por Redação 15 de julho de 2022

Deolane Bezerra apareceu em suas redes sociais na noite desta quinta-feira (14) lopo após a polícia cumprir mandado de busca e apreensão em sua mansão em Alphaville, São Paulo.

A advogada é alvo de uma investigação, assim como outros influenciadores, sobre publicidades feitas a empresa Betzord, que atua no seguimento de apostas esportivas online.

“Gente do céu, acabei de descer do avião e meu celular está estourado. Vou ver tudo que estão falando a meu respeito mais uma vez. É, Brasil, é sobre isso. Ter opinião política, ser verdadeira e trabalhar honestamente muitas vezes gera isso, né? Mas vamos para mais um processo”, disse a criminalista em seus Stories, no Instagram.

Por fim, ela ainda ironizou: “Deolane, o que você ganhou depois da fama? Processos. Um bocado, mas vamos para cima, né? Sou brasileira e não desisto nunca. Bora pra luta”.

Mais cedo, a assessoria de imprensa da influenciadora emitiu um comunicado se dizendo tranquilos com as investigações.

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São PauloSegurança

Demolição de prédio que pegou fogo no centro de São Paulo começa neste sábado (16)

por Redação 15 de julho de 2022

A operação para demolição do edifício de 10 andares atingido por um incêndio na região da 25 de Março, no centro, vai começar na manhã deste sábado (16), segundo a Prefeitura de São Paulo.

A análise dos dados coletados nas vistorias apontou que a estrutura está estabilizada após o término do combate às chamas, que tiveram início no domingo (10). “Embora não exista mais risco de ruptura total, sem sinais prévios, o risco de desabamentos pontuais permanece”, informou em nota a prefeitura.

Para segurança, o perímetro do edifício será isolado com tapumes e toda estrutura será coberta por telas. Os primeiros trabalhos a serem realizados são de limpeza do local e escoramento de toda a estrutura. Serão colocadas armações de aço entre os andares.

O processo para contratação da empresa responsável pela execução do serviço ainda está em andamento. Segundo a administração municipal, por se tratar de serviços emergenciais, o prazo e o investimento serão estabelecidos no decorrer das ações. Em princípio, vinte operários vão trabalhar na operação.

A demolição foi autorizada pelos proprietários do Edifício Comércio e Indústria em assembleia geral. A prefeitura deu celeridade ao processo, mas depois as despesas deverão ser custeadas pelos donos do imóvel.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilSegurança

PM mata mãe, esposa, irmão e três filhos e comete suicídio no Paraná

por Redação 15 de julho de 2022

Um policial militar matou pelo menos oito pessoas nas cidades de Céu Azul e Toledo, no Paraná, e cometeu suicídio. Entre as vítimas estão a própria mãe, a esposa, três filhos e um irmão. A tragédia aconteceu entre a noite desta quinta-feira (14) e a madrugada desta sexta-feira (15).

O soldado identificado como Fabiano Junior Garcia é o suspeito dos assassinatos. As primeiras informações são de que o PM fez plantão até as 19h. Após deixar o batalhão, ele foi até Céu Azul, em uma propriedade rural, onde matou a tiros dois filhos, um menino de 4 anos e uma menina de 9.

No sítio, nenhuma outra pessoa foi ferida. Os corpos das duas crianças foram encaminhados ao IML (Instituto Médico-Legal) de Cascavel.

O policial retornou a Toledo, onde matou a outra filha, do primeiro casamento, depois assassinou a mãe dele e um irmão, além de outras duas pessoas que estavam na via pública.

Em seguida, o agente foi para a casa onde morava, matou a esposa e cometeu suicídio dentro do próprio carro.

Em nota, a Polícia Militar lamentou o ocorrido e se disse consternada. “O policial militar que prestava serviços no 19º Batalhão em Toledo não tinha histórico de problemas psicológicos e atuava como motorista do coordenador do policiamento da unidade. Desde dezembro de 2020 a região conta com o programa Prumos, que disponibiliza atendimento psicológico aos militares”, informou a corporação.

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilSegurança

Polícia encontra cachorros da traficante ‘Rapunzel’ após prisão

por Redação 14 de julho de 2022

Filhotes da raça spitz alemão, de 2 e 4 meses, estavam em carro usado pela mulher, de facção que atua na Bahia, que foi detida na capital paulista.

Uma traficante conhecida como “Rapunzel” foi presa nesta quarta-feira (13) com outros cinco integrantes da quadrilha intitulada Bonde do Maluco. No momento da prisão, porém, a polícia encontrou integrantes inesperados no veículo onde estava a criminosa: dois filhotes de cachorro da raça spitz alemão.

Os filhotes, de 2 e 4 meses, da cor branca, ficaram inicialmente sob os cuidados dos policiais, que deixaram a viatura com as janelas abertas e, posteriormente, levaram os cães para passear no estacionamento do 11º DP, na região de Santo Amaro, em São Paulo.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São PauloSegurança

Cracolândia se espalhou para 16 pontos do centro de SP após dispersões, aponta estudo

por Redação 14 de julho de 2022

As recentes dispersões geradas pela Operação Caronte na Cracolândia, na praça Santa Isabel, no centro de São Paulo (SP), geraram ao menos 16 novos pontos com concentração de pessoas em situação de rua e com uso abusivo de drogas.

O número é de um levantamento realizado pelo LabCidade, laboratório de pesquisa da FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), que acompanhou e identificou locais com a presença dos chamados “fluxos” na região central paulistana.

Os pesquisadores criaram um mapa que mostra onde estão esses novos pontos, que ocupam um raio inferior a 750 m da praça Princesa Isabel. Segundo eles, essas aglomerações não se reduziram, mas, espalhadas, agora estão em “concentrações menores e itinerantes”.

O estudo dá conta de um total entre 1.000 e 2.000 pessoas que transitam por esses pontos, em esquinas de bairros como Luz, Santa Cecília, República e Campos Elíseos, embora não seja possível calcular esse número com precisão, uma vez que as ações policiais as dispersam com alguma frequência.

A dificuldade para realizar essa contagem de forma definitiva atrapalha a implementação de políticas públicas, afirmam os responsáveis pelo levantamento: “Se não é possível sequer saber o tamanho dessa população, as ofertas de serviços de saúde e assistência social ficam, sem dúvida, ainda mais comprometidas”.

Para além disso, prosseguem, a violência empregada em ações policiais gera desconfiança entre as pessoas em vulnerabilidade ao receberem assistência do poder público.

A pesquisa ressalta, ainda, que os números e o mapa correspondem às áreas no entorno da praça Santa Isabel, onde ocorreu a operação em maio. Portanto, o levantamento não considera outros locais da capital paulista com concentração de pessoas em situação de rua ou consumindo drogas abusivamente.

Comparando a Operação Caronte às ações da gestão de Gilberto Kassab na Cracolândia em 2012, os pesquisadores afirmam que as atuais ações da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana “apenas repetem o roteiro de intimidação e violência, com uso de cassetetes, spray de pimenta e bombas de gás, para evitar e dispersar as concentrações de pessoas em situação de rua, mantendo-as circulando por diversos pontos do centro da cidade”.

Posicionamento
À reportagem, a Prefeitura de São Paulo (SP) afirmou que as ações do Programa Redenção ampliaram o atendimento a dependentes químicos e reduziram a quantidade de pessoas que consomem drogas nas ruas.

A gestão cita o aumento de 19% nas abordagens das equipes de assistência social entre janeiro e junho, e a elevação do número de pessoas atendidas, em 31%. Os acréscimos, na avaliação da prefeitura, estão ligados à dispersão de usuários no centro.

Acerca do número de pessoas nas ruas, o comunicado afirma que, no mês passado, havia uma média de 687, se somadas todas as pequenas concentrações no centro.

Por fim, a prefeitura trata a pesquisa como ideológico-partidária. “Além de não disponibilizar fonte de dados ou série histórica (que permita uma comparação sobre o tamanho da concentração de pessoas), entre os autores estão a ‘Craco Resiste’ e o chefe de gabinete de um vereador do PT”, afirmou a gestão.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilSegurança

Garotas de programa suspeitas de participar de sequestro de juiz norte-americano são presas no Rio

por Redação 13 de julho de 2022

A Polícia Civil prendeu, na noite desta terça-feira (12), duas garotas de programa suspeitas de participarem do sequestro de juiz norte-americano que foi mantido em cárcere privado em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.

Detidas pela DAS (Delegacia Antissequestros), as mulheres, de 28 e 43 anos, foram recebidas pelo magistrado, que veio ao Rio como turista, no apartamento onde ele estava hospedado, de acordo com as investigações.

À tarde, elas teriam voltado ao imóvel com dois criminosos, que roubaram a vítima e a levaram até outro local. Lá, o juiz foi feito refém e extorquido pelo grupo, que pediu o pagamento de R$ 200 mil para o resgate do homem. Os criminosos também realizaram compras usando o cartão de crédito do estrangeiro.

O magsitrado foi resgatado pelos policiais, sem a realização do pagamento, e levado para prestar depoimento. Um dos suspeitos já havia sido preso na segunda (11). A polícia ainda tenta localizar o quarto envolvido no crime.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!