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Segurança

BrasilSegurança

‘Desconfiei dessa mulher desde o começo’, diz jovem que teve rosto cortado em ônibus sobre suspeita

por Redação 8 de dezembro de 2022

“Desconfiei dessa mulher desde o começo. Quando levanto e vou até minha amiga, ela olha pra mim. É a única pessoa acordada, as demais estão dormindo, e não esboça nenhuma reação.”

Stefani Firmo, 23, cujo rosto foi cortado enquanto dormia em uma viagem de ônibus de Recife (PE) para Salvador (BA), junta as peças do ataque contra ela e acredita que a atual suspeita seja mesmo a responsável pelo crime.

A mulher de quem ela fala foi encontrada pela polícia com uma faca e viajou na poltrona atrás da vítima, mas acabou liberada por falta de evidências, na avaliação da investigação.

No entanto, a estudante de enfermagem considera haver elementos suficientes para a resolução do caso.

Stefani conta que, antes de ser atacada, teve a sensação de que alguém mexeu em seu cabelo, e sentiu receio de que a mulher sentada atrás o cortasse. Em seguida, embora ressabiada, se cobriu com o edredom até o pescoço e adormeceu. Dormindo, recebeu o golpe no rosto.

“Esperava no mínimo uma surpresa, uma expressão de espanto, mas ela realmente age com frieza. Depois que vejo que foi um corte intencional e mesmo as evidências só afirmavam essa minha intuição. O comportamento dela após o ocorrido e os objetos encontrados com ela, para mim, estava claro que era culpada”, pondera a jovem.

Outro fato que chamou sua atenção foi a reação quase unânime dos passageiros de ajudá-la. A única exceção veio justamente da suspeita pelo crime, segundo a vítima:

“Então, [depois do ataque] teve essa mobilização dos passageiros, exceto dessa mulher. Se fazia de desentendida. Minha amiga foi até ela e perguntou se tinha visto alguma coisa, e a mulher disse que não sabia o que estava acontecendo e que estava falando com a filha.”

Com a repercussão do ataque e o vídeo do ataque divulgado, a estudante espera que as investigações avancem para confirmar quem de fato cometeu o crime. “Agora a justiça tem que ser feita”, afirma.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Estupro de meninas e mulheres cresce 12,5% em 2022; crime ocorre a cada nove minutos

por Redação 8 de dezembro de 2022

O número de casos de estupro de meninas e mulheres aumentou 12,5% em relação ao ano passado, dos quais 74,7% foram registrados como estupro de vulnerável, de acordo com o levantamento realizado pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), divulgado nesta quarta-feira (7).

A pesquisa reúne as estatísticas criminais de feminicídio e estupro dos primeiros semestres dos últimos quatro anos, e constatou que foram 29.285 ocorrências no ano de 2022. Assim, o número atinge os patamares anteriores à pandemia.

Isso significa que, em média, entre janeiro e junho deste ano, ocorreu um estupro de uma menina ou mulher a cada nove minutos no Brasil.

No acumulado dos quatro anos, mais de 112 mil mulheres foram estupradas no Brasil, se levado em consideração apenas o primeiro semestre de cada ano.

“Esses dados podem sinalizar que temos uma informação que estava represada. Durante muito tempo as mulheres não buscaram ajuda e não registraram”, afirma a delegada e coordenadora da GPM (Gerência de Proteção à Mulher) da Sesp (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Espírito Santo), Natália Tenório.

Pandemia e subnotificação
Os dados levantados pela pesquisa também mostram que o número de casos de estupro denunciados já atingem os patamares registrados em 2019, no período pré-pandêmico.

O impacto das medidas sanitárias e de isolamento fizeram essas denúncias despencarem.
No primeiro semestre de 2019, foram 29.814 registros de estupro no Brasil, enquanto em 2020, no auge da pandemia, foram 25.169 registros nos primeiros seis meses. O número voltou a subir já em 2021, com 28.035 registros, e agora, em 2022, com 29.285 casos.

Para a delegada Tenório, esses números podem ser considerados uma subnotificação nas denúncias, e não uma diminuição. Especialmente por conta da dificuldade que a pandemia trouxe para as mulheres conseguirem acessar delegacias e outros mecanismos públicos de registro. “Talvez com o retorno dessa aparente normalidade as mulheres voltaram a buscar ajuda”, diz.

De acordo com a supervisora do Núcleo de Dados do FBSP, os índices de notificação já são altos porque o estupro é um crime que necessariamente exige um exame de corpo de delito nas vítimas para ser registrado.

Durante o período mais intenso de isolamento social, a diminuição do acesso às delegacias e demais serviços de denúncia e proteção impactou negativamente a comunicação das vítimas para o registro.

Porém, a promotora e especialista em direito da mulher Gabriela Manssur afirma que a pandemia obrigou as famílias a conviverem cada vez mais, e foram, também, postas em situações de maior conflito econômico, sanitário e social, sendo esse o gatilho, não a causa, para o aumento da notificação após a pandemia.

“Assim que as portas de casa foram abertas novamente, as mulheres voltaram a ser vítima das piores violências. É como se o corpo feminino não merecesse respeito”, diz.

Estupro de vulnerável
Dentro do aumento de 12,5% mostrado pela pesquisa do Fórum, 74,7% foram registrados como estupro de vulnerável, em que as vítimas são incapazes de consentir com o ato sexual.

Na pandemia, a subnotificação desse abuso aumentou. De acordo com o Fórum de Segurança Pública, o acesso às escolas e instituições de ensino em geral, que possuem um papel muito importante no mapeamento de possíveis crianças que estejam vivendo sob algum risco, diminuiu muito durante o período de isolamento.

“Falta a proteção do direito das meninas. É como se o corpo da mulher fosse posse do homem, e se valer da pessoa para o próprio prazer sexual precisa ser visto e encarado como o crime que é”, afirma Gabriela Manssur. Para a especialista, existem leis firmes, mas que ainda não são o suficiente para proteger a vida e a integridade das meninas que são violadas.

“As crianças estão em uma situação de vulnerabilidade, e os principais violadores de meninas estão dentro de casa. Elas não têm voz ativa e há uma ausência de autonomia que fragiliza esse público”, reitera a delegada Natália Tenório.

Empoderamento e redes sociais
O estupro é um crime cujas vítimas, as mulheres, social e historicamente nem compreendiam que estavam sendo vítimas. Agora existe um empoderamento e uma discussão maior em todos os âmbitos. Então, um fruto positivo é colhido, que são mulheres reconhecendo que são vítimas e buscando ajuda, de acordo com a delegada Natália Tenório.

O aumento das denúncias desses casos também pode ser atribuído as redes sociais, na opinião de Gabriela Manssur, porque, quando a vítima fala nas redes, o crime fica muito exposto: “Houve a materialização dessa violência. O que os olhos veem, as pessoas pedem justiça, e o clamor público que é causado nas pessoas tem contribuído com o aumento das denúncias”.

A violência vem aumentando ao longo do tempo, pondera a promotora, também por falta de investimento em políticas públicas e na justiça: “Falta também intimidar esses comportamentos, porque as mulheres continuam morrendo sendo estupradas”.

“Podemos afirmar de modo categórico que a violência contra meninas e mulheres é um gravíssimo fenômeno social vivenciado no Brasil, e precisamos discutir urgentemente o fortalecimento e aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento a esse tipo de violência. A situação é grave”, finaliza Natália Tenório.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Idosa de 82 anos é resgatada após 27 anos de trabalho análogo à escravidão

por Redação 8 de dezembro de 2022

Uma mulher negra de 82 anos foi resgatada de trabalho análogo à escravidão, em Ribeirão Preto (SP), durante operação do MPT (Ministério Público do Trabalho), da Polícia Militar e do Ministério do Trabalho e Previdência.

A Justiça determinou, na sexta-feira (1ª), o bloqueio de R$ 815 mil do casal que mantinha a vítima trabalhando como empregada doméstica, sem salário nem folgas e controle de ponto.

A fim de reparar a submissão e os abusos praticados pelos réus — um empresário e uma médica —, o valor será transferido para a trabalhadora, que ainda receberá seguro-desemprego e verbas rescisórias.

A empregada passou 27 anos trabalhando para a família sem remuneração, “sonhando em ter uma casinha”. Ela acreditava que a patroa juntaria dinheiro para realizar seu desejo. Segundo a investigação, os empregadores a enganaram durante o período e alegavam não pagar o salário pois estavam guardando dinheiro para ela.

O resgate ocorreu no dia 24 de outubro, após o MPT receber uma denúncia anônima a respeito do trabalho análogo ao de escrava no endereço do casal.

Durante a operação, os auditores fiscais foram recebidos pela empregadora com frases como “minha vontade era de te esganar” e “eu queria te bater, se eu pudesse”. Em dado momento, segundo o MPT, ela tentou fugir com a vítima, mas foi reconduzida ao local pelos policiais militares. Por fim, ainda tentou impedir a entrega de documentos pessoais.

A vítima relatou que trabalhava todos os dias sem receber, e que até seu BPC (Benefício Previdenciário Continuado) ficava sob a posse da patroa. Durante as diligências, os agentes constataram que não havia recibos de pagamento nem de conta-corrente para pagamento de salário à vítima.

A única quantia paga pelos patrões era de cerca de R$ 100, enviados mensalmente ao irmão da vítima, que vivia em Jardinópolis (SP).

“A empregada possuía um benefício assistencial, e a empregadora fazia o gerenciamento daquele recurso e adquiria os gêneros de primeira necessidade para a trabalhadora com esses recursos que eram passados pelo governo. Salário nunca recebeu. Ela tinha o sonho grande de ter uma casa em recompensa por todos esses anos de trabalho, e ela expressava isso. Ela tinha essa crença muito forte de que receberia essa casa da empregadora”, explica a auditora fiscal do trabalho Jamile Freitas Virginio.

A vítima contou que começou a trabalhar como doméstica para outra família, ainda criança, e posteriormente foi “cedida” aos atuais patrões. Em um contexto de vulnerabilidade, sem possuir estudos nem qualquer relacionamento, ela se submeteu à situação de trabalho escravo.

“Mulher, negra, de origem humilde, analfabeta, ela é mais um exemplo de interseccionalidade, uma vez que evidencia a sobreposição de opressões e discriminações existentes em nossa sociedade, as quais permitiram que tantos anos se passassem sem que a presente situação de exploração fosse descoberta pela comunidade que rodeava a família”, afirma o procurador Henrique Correia.

Além de condenados a pagar cerca de R$ 800 mil — que cabe recurso —, os patrões podem ter seu nome incluído na “lista suja do trabalho escravo”.

Saiba como identificar e denunciar o trabalho escravo
O trabalho análogo à escravidão moderna pode ser identificado por qualquer pessoa e tem as seguintes características:

• Trabalho forçado (indivíduo submetido a exploração, sem poder deixar o local por conta de dívidas ou ameaças);
• Jornada exaustiva (horas diárias ou dias por semana desgastantes, que põem em risco a saúde do trabalhador ou trabalhadora);
• Servidão por dívida (trabalho para pagar dívidas ilegais que “prendem” o trabalhador à atividade);
• Condições degradantes (elementos que indicam a precariedade do trabalho: alojamento insalubre, alimentação de baixa qualidade, maus-tratos, ausência de assistência médica, saneamento básico e água potável).

A denúncia de um caso de trabalho escravo pode ser realizada pelo Disque 100. A notificação do Ministério Público do Trabalho pode ser feita pelo MPT Pardal, aplicativo disponível nos sistemas Android e iOS. A Detrae, divisão do governo federal, recebe denúncias por meio deste link.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Justiça condena 3 GCMs de Guarulhos a mais de 23 anos de prisão por assassinato

por Redação 7 de dezembro de 2022

A Justiça condenou três guardas-civis municipais a mais de 23 anos de prisão pelo assassinato de um cliente que estava fumando maconha em frente a uma boate em Guarulhos, na Grande São Paulo. O crime foi em 15 de novembro de 2019.

O júri popular dos réus ocorreu na última quinta-feira (1º) no fórum da cidade.

Diego Mudeh Braga, Fábio Soares dos Santos e Dário Bezerra de Araújo foram acusados de executar a tiros Lucas Magaton Almerana, de 23 anos. Eles foram condenados por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Lucas fumava o cigarro com a droga perto da casa noturna Resenha Lounge Bar, no bairro Jardim Cocaia. De acordo com a acusação feita pelo Ministério Público (MP), dois dos agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) trabalhavam como seguranças particulares na boate, onde faziam ‘bico’.

Lucas estava dentro do estabelecimento com um amigo e os dois tinham deixado o local para usar maconha em frente a casa noturna, o que incomodou os agentes da GCM que faziam segurança no lugar.

De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público, Diego e Fábio abordaram Lucas e o amigo. Os GCMs mentiram ao se identificarem como policiais. Depois, um deles deu um soco no rosto das vítimas.

O amigo de Lucas, que foi agredido, conseguiu correr e se escondeu num matagal próximo. Ele contou que depois disso, outros GCMs que estavam fazendo patrulha nas ruas foram chamados. Um deles era Dário.

Em seguida, segundo a vítima, os três guardas participaram da execução contra Lucas, que foi morto com um tiro no rosto, outro na cabeça e quatro nas costas.

Tanto o amigo quanto o jovem estavam desarmados. O rapaz que sobreviveu foi testemunha do caso durante o julgamento. Ele contou que ouviu Lucas pedir para não ser morto e em seguida escutou os disparos. Falou também que ficou quase meia hora escondido até sair quando os GCMs foram embora.

O corpo de Lucas foi encontrado pela Polícia Militar (PM), próximo a um córrego. O caso foi investigado pelo 1º Distrito Policial (DP), de Guarulhos. A Polícia Civil identificou os GCMs como os autores do crime e pediu a prisão deles à Justiça.

Dois dos três guardas estavam presos preventivamente desde 2019: Diego e Fábio. O terceiro acusado, Dário, que respondia ao crime em liberdade, foi preso no Fórum de Guarulhos, após a sentença judicial a pedido do MP.

Lucas trabalhava como gesseiro numa empresa de um parente. A reportagem não conseguiu localizar a família dele para comentar o assunto.

Ministério Público
“Sou um defensor das forças de segurança. Hoje em dia, infelizmente, grande parte da sociedade brasileira sofre de uma doença chamada policiofobia. Sou avesso a isso porque a maioria dos policiais e dos GCMs é composta por verdadeiros heróis”, disse o promotor Rodrigo Merli Antunes, do MP, à reportagem.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Muro desaba sobre casas e deixa dois mortos

por Redação 7 de dezembro de 2022

Dois homens morreram após um muro desabar sobre casas na avenida José Barbosa de Siqueira, em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (7).

O acidente, de acordo com a prefeitura da cidade da Grande São Paulo, “foi causado pela forte chuva que atingiu a região no fim da noite de ontem”. Em seguida, “com o peso da chuva, parte o muro desceu com o barranco e atingiu as residências”, completa a nota oficial.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as vítimas foram retiradas dos escombros em parada cardiorrespiratória, mas não resistiram. As mortes foram constatadas no local pelo médico do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Em nota, a prefeitura de Osasco informou que ao menos três casas foram atingidas e, dessas, duas estavam vazias. “O desabamento foi causado pela forte chuva que atingiu a região no fim da noite de ontem”, diz o comunicado oficial.

Oito viaturas do Corpo de Bombeiros atenderam à ocorrência. O local ficou aos cuidados da Defesa Civil. O caso foi registrado no 5º DP (Osasco).

Confira a nota da prefeitura de Osasco na íntegra:

“O desabamento de parte do muro de concreto, localizado na Avenida Leonil Crê Bortolosso – altura do 959, no Jardim Padroeira, aconteceu por volta da 0h40 desta quarta-feira, 7/12.

Três casas foram atingidas, sendo que duas estavam vazias e uma delas era ocupada por dois homens, que são as vítimas fatais.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou ao local do desabamento e prestou socorro aos dois homens que, infelizmente, não resistiram aos ferimentos.

O desabamento foi causado pela forte chuva que atingiu a região no fim da noite de ontem. Com o peso da chuva, parte o muro desceu com o barranco e atingiu as residências.

A área da ocorrência permanece interditada.

Após os trabalhos da perícia técnica da Polícia Civil, a Defesa Civil da Prefeitura de Osasco fará uma avaliação no local para verificar se há risco de novos desabamentos.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Grupo armado invade agência bancária no interior de São Paulo e rende funcionários e clientes

por Redação 6 de dezembro de 2022

Um grupo fortemente armado invadiu uma agência bancária localizada na avenida Independência, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, por volta das 10h30 desta terça-feira (6) e rendeu funcionários e clientes do estabelecimento.

Que esteve na agência, o crime foi cometido por ao menos três suspeitos. As vítimas se esconderam embaixo das mesas e cadeiras para se proteger dos disparos efetuados possivelmente por fuzis durante a invasão ao local.

A polícia foi acionada e, ao chegar ao imóvel, não encontrou os suspeitos. A corporação investiga se o trio conseguiu levar dinheiro da agência, e o que se sabe até agora é que o grupo roubou a arma .38 do segurança, além do colete à prova de balas.

As vítimas seguem no local prestando depoimento à polícia. Até o momento, não há informações de feridos. O helicóptero Águia da corporação foi acionado para ajudar na busca pelos suspeitos.

A perícia também deve ir à agência para coletar mais informações que levem a polícia até o grupo.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSegurança

Incêndio atinge ‘casa bomba’ em Guarulhos (SP) e homem fica ferido

por Redação 6 de dezembro de 2022

Um incêndio atingiu uma casa utilizada para tráfico de drogas, localizada na na rua Osvaldo Getúlio Paulucci, no bairro do Jardim do Papai, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, na manhã desta terça-feira (6). Um homem ferido pelas chamas foi preso.

De acordo com a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender um incêndio em uma casa. Depois de controladas o fogo, os bombeiros encaminharam o homem com 17% do corpo queimado para o hospital.

Quando os agentes entraram na residência, encontraram cerca de 300 quilos de drogas, além de cadernos de anotações do tráfico, diversos insumos e instrumentos para o porcionamento e embalagem das drogas e R$ 12 mil em dinheiro.

O suspeito que sofreu os ferimentos pelo corpo seria o responsável pela casa e pela droga. No hospital, ele recebeu voz de prisão e está internado sob escolta policial. Outro suspeito que estava na casa conseguiu fugir.

A casa foi preservada para a perícia. O caso será investigado pelo 1° DP (Guarulhos).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Polícia faz operação contra grupo especializado no ‘golpe do amor’ e em roubos por Pix

por Redação 6 de dezembro de 2022

A Polícia Civil faz uma operação contra um grupo envolvido em sequestros e roubos via Pix, em São Paulo, na manhã desta terça-feira (6).

As equipes do 93° Distrito Policial do Jaguaré deixaram a delegacia para cumprir 25 mandados de busca e apreensão e 17 de prisão. Até o momento, cinco foram detidos, sendo quatro homens e uma mulher.

Os criminosos atraíam as vítimas via aplicativos e sites de relacionamentos, sequestravam e as levavam ao cativeiro. Refém, a pessoa era obrigada a informar suas senhas de bancos e realizar as transferências via Pix.

O delegado informou que alguns integrantes do grupo são especializados em tecnologia. Por isso, mesmo que a vítima não lembrasse da senha, ou não tivesse aplicativo do banco no celular, os criminosos conseguiam acessar as contas e fazer a transferência. Uma das vítimas teve um prejuízo de aproximadamente R$ 200 mil.

O grupo responderá por roubo, sequestro, cárcere privado e organização criminosa. Os presos e materiais apreendidos estão sendo encaminhados à sede do 93° DP do Jaguaré, localizada na avenida Corifeu de Azevedo Marques.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Operação combate exploração sexual de crianças e adolescentes na internet em 18 estados

por Redação 6 de dezembro de 2022

Polícias civis de 18 estados realizam, nesta terça-feira (6), a operação Luz na Infância, com o objetivo de reprimir crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet. Além das forças de segurança do Brasil, participam as de quatro países.

A coordenação é do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), da Secretaria de Operações Integradas (Seopi).

Os primeiros resultados serão apresentados em coletiva de imprensa, às 10h30, com a participação do diretor de operações integradas, Fernando Oliveira, do coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado da Seopi, Carlos Bock, e do coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas da Seopi, Alesandro Barreto.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

‘Não estamos seguros em lugar nenhum’, diz estudante que teve rosto cortado dormir em ônibus

por Redação 6 de dezembro de 2022

Uma estudante de enfermagem, identificada como Stefani Firmo, teve o rosto cortado enquanto dormia em uma viagem de ônibus de Recife, em Pernambuco, para Salvador, na Bahia. O ataque ocorreu no último fim de semana, mas a empresa de ônibus disponibilizou o vídeo do ataque, compartilhado pela jovem nas redes sociais, somente nesta segunda-feira (5).

De acordo com Stefani, não houve discussão e a única pessoa com a qual ela teria tido interação no ônibus seria uma amiga, que também dormia no momento do ocorrido. A vítima recebeu os primeiros socorros no ônibus. Depois, ela e os passageiros foram encaminhados à delegacia de Conde, na Bahia.

Os agentes ouviram alguns passageiros e os revistaram até que encontraram uma faca com uma mulher sentada atrás da estudante. Apesar disso, ela foi liberada uma vez que, segundo a polícia, não havia elementos suficientes para decretar a prisão preventiva da suspeita.

“Não sei se a intenção da pessoa era me cortar gravemente ou me matar, mas o fato é que já não podemos nem mesmo viajar em segurança. Não estamos seguros em lugar nenhum”, escreveu Stefani em um desabafo nas redes sociais.

Depois de prestar depoimento, a vítima foi encaminhada a um hospital, onde precisou receber diversos pontos devido ao ferimento. “Provavelmente ficarei com uma lembrança eterna no rosto, que me fará lembrar esse terrível momento inúmeras vezes”, afirmou

Após um requerimento expedido pela delegacia, a empresa de ônibus disponibilizou as imagens da câmera de segurança do coletivo que mostram o momento em que a estudante é atacada.

Nas imagens, é possível ver o momento em que a mulher, sentada atrás de Stefani, se levanta rapidamente, desfere o golpe de faca e se senta novamente. A jovem sente a ardência no rosto, passa a mão e percebe o sangue, mas, por estar dormindo antes do ocorrido, não soube identificar quem teria feito aquilo.

A polícia segue investigando o caso e, até o momento, ninguém foi preso. “Estamos aguardando o encerramento das investigações para que a justiça seja feita e essa criminosa, punida”, concluiu a jovem.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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