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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Sustentabilidade

São PauloSustentabilidade

Cor vermelha em córrego de SP pode ser efeito de ação de indústrias, diz especialista

por Redação 1 de dezembro de 2022

A cor avermelhada de um curso de rio intriga a população de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Após a água do córrego do Lima aparecer na cor diferente da usual na última terça-feira (29), especialistas tentam descobrir o que ocorreu.

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) faz uma investigação para tentar identificar a origem do lançamento do produto que provocou o fenômeno.

O geólogo Pedro Côrtes, professor titular do Instituto de Energia e Ambiente da USP, afirmou que a substância que tingiu a água pode ter origem nas diversas zonas industriais que tradicionalmente estão em São Bernardo do Campo.

Côrtes indica que há a possibilidade de que tenha ocorrido um lançamento indevido por alguma indústria ou algum caminhão responsável pelo transporte de substâncias.

As consequências dependem muito do produto que deixou a coloração da água vermelha. “Pode ser algo muito perigoso e que não tem necessariamente relação com a cor. A água pode ser límpida, mas ter produtos perigosos que não são visíveis”, explica.

Para identificar a causa, a análise da água é feita para identificar a composição da substância e entender o que ocorreu. A partir disso, de acordo com o professor, é possível “amarrar” com a atividade industrial e, mesmo que diferentes indústrias produzam o mesmo item, sempre há uma assinatura química que pode distinguir uma substância da outra.

“É possível, pela composição, determinar a origem e verificar o que de fato aconteceu”, diz.

As imagens do córrego com a colação incomum viralizam nas redes. Na noite da terça-feira, equipes da Defesa Civil e técnicos da Secretaria de Serviços Urbanos estiveram no local para iniciar a investigação sobre a causa do incidente.

Em nota, a Prefeitura de São Bernardo do Campo informou que a coloração da água do córrego do Lima já voltou à normalidade.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSustentabilidade

PF faz a maior operação da história contra uso ilegal de mercúrio

por Redação 1 de dezembro de 2022

A Polícia Federal e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) fazem, na manhã desta quinta-feira (1º) uma operação para combater crimes contra o meio ambiente, comércio ilegal de mercúrio, organização e associação criminosa, receptação, contrabando, falsidade documental e lavagem de dinheiro, em sete estados.

Os crimes investigados estão relacionados ao contrabando e acobertamento de mercúrio, produto destinado ao abastecimento de garimpos em estados da Amazônia Legal (Mato Grosso, Rondônia e Pará). A Operação Hermes é a maior ação de desarticulação de uso ilegal de mercúrio da história.

Entre as medidas judiciais em cumprimento pela Polícia Federal, determinadas pela Primeira Vara Federal em Campinas, estão: cinco mandados de prisão preventiva, nove mandados de prisão temporária (até cinco dias) e 49 mandados de busca em municípios nos estados do Mato Grosso, São Paulo, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rondônia, incluindo casas, sedes de empresas, depósitos e áreas de mineração.

Além dos mandados, foram determinados o sequestro e indisponibilidade de bens dos investigados em valor superior a R$ 1,1 bilhão, correspondente ao cálculo do prejuízo causado aos cofres públicos.

A operação inclui ainda a fiscalização de áreas de mineração pelo Ibama, com a possibilidade de aplicação de multas, suspensão de atividades e embargos, assim como a apuração de pessoas físicas e jurídicas envolvidas com a importação e comércio de mercúrio, recicladoras de resíduos e mineradoras de ouro com sede em municípios nos estados de Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso e Pará.

O principal objetivo é eliminar um esquema criminoso de fraudes no CTF (Cadastro Técnico Federal), que é o sistema de controle de importação e comércio de mercúrio metálico, sob responsabilidade do órgão.

O cadastro prevê que toda a comercialização e uso de mercúrio metálico no Brasil ocorra em cumprimento à legislação. O controle de mercúrio é instrumento de proteção ambiental e defesa da saúde pública, uma vez que seu mau uso pode contaminar rios e comprometer animais, peixes e humanos. Trata-se de elemento tóxico que pode causar danos irreversíveis, inclusive no sistema nervoso central, e levar à morte.

Como o Brasil não extrai a substância da natureza, sua origem está na importação ou reciclagem de resíduos como lâmpadas e materiais odontológicos.

Com a origem legal, os proprietários têm direito a lançar seus créditos em quilogramas no sistema de controle de mercúrio do CTF e realizar vendas a empresas licenciadas pelos órgãos ambientais estaduais.

As fraudes identificadas e investigadas têm como modus operandi o lançamento de dados falsos no sistema e a partir daí a comercialização de créditos virtuais fictícios que acobertam vendas e transporte de mercúrio real sem origem legal.

A investigação aponta para indícios de mais de 2 toneladas de mercúrio comercializadas criminosamente em detrimento dos sistemas de controle do Ibama. A expectativa, no final, é que mais de 5 toneladas de créditos de mercúrio sem origem sejam eliminados do cadastro.

O nome da operação, Hermes (Hg), faz alusão ao nome do deus grego equivalente ao deus Mercúrio para os romanos, enquanto (Hg) é referência ao nome do elemento na tabela periódica.

O objetivo é atuar em diversas frentes para combater o elemento químico mercúrio, principalmente por meio do controle e fiscalização da comercialização, importação e exportação desse produto e do acordo de cooperação técnica celebrado entre a Polícia Federal e Ibama.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSustentabilidade

Delivery de ratos: polícia descobre esquema irregular em São Paulo com mais de 600 roedores

por Redação 30 de novembro de 2022

A Polícia Civil descobriu um esquema de comercialização de ratos por delivery que operava de forma irregular na zona sul de São Paulo (SP), na manhã desta quarta-feira (30). O homem responsável pela operação está sendo investigado.

De acordo com o DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), responsável pela investigação, uma residência no bairro da Granja Julieta era usada para criar mais de 600 roedores.

Eles eram enviados aos clientes por meio de motoboys com a finalidade de alimentar animais exóticos como cobras e falcões.

O negócio operava de forma irregular e sem acompanhamento de um médico-veterinário nem a permissão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Hoje, a Polícia Civil se dirigiu ao imóvel e encontrou os roedores — adultos e filhotes — alocados em dezenas de gaiolas, inclusive alguns em situação de maus-tratos. Também foram resgatados um papagaio, um lagarto e uma tartaruga.

O responsável pelo negócio será encaminhado à delegacia para prestar depoimento. Segundo o DPPC, ele deve ser indiciado pelo artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais, que proíbe “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente”.

Ainda responderá pelo artigo 32, sobre a prática de “ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. As sanções para esses crimes são detenção de três meses a um ano, além de multa.

DPPC afirmou que o homem investigado já teve uma empresa que comercializava roedores, chamada Biotério Salsicha. Em 2018, a empresa foi fechada devido a irregularidades.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSustentabilidade

Estudantes juntam lacres de alumínio e doam cadeiras de rodas

por Redação 22 de novembro de 2022

Lacre solidário é o nome de projeto que permitiu que 78 escolas estaduais da região de São Bernardo do Campo arrecadassem mais de uma tonelada de lacres de alumínio. A ação conseguiu três cadeiras de rodas adaptadas que foram doadas para os estudantes que possuem mobilidade reduzida.

Além da ação, o projeto proporcionou que muitos estudantes recolhessem o material e desenvolvessem competências como: inclusão, solidariedade e sustentabilidade. As escolas que participaram do projeto foram lideradas pelos grêmios estudantis.

Todo projeto surgiu da Efape (Escola de Formação e Aperfeiçoamento para Profissionais da Educação) com base na Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas) que visa melhorias para povos e nações.

Todos os lacres adquiridos pelas escolas foram entregues para uma ONG, que converteu a quantidade de mais de uma tonelada em dinheiro, usado para conseguir as três cadeiras de rodas e doadas para os estudantes que necessitam.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSustentabilidade

GCM apura descarte irregular de mil frascos de resíduo tóxico no Água Chata

por Redação 21 de novembro de 2022

O patrulhamento ambiental da Guarda Civil Municipal (GCM) de Guarulhos atendeu na sexta-feira (18), em um terreno na estrada da Água Chata, uma denúncia referente ao descarte irregular de cerca de mil frascos do polímero poliuretano em pó, uma substância tóxica usada na produção de espumas. O poluente, altamente contaminante do solo e do lençol freático, é capaz de causar desequilíbrio ecológico, a destruição da vegetação local e o afundamento das construções próximas, além de gerar problemas à saúde pública.

O responsável pela empresa fabricante das substâncias foi solicitado no local e comprometeu-se a verificar o lote do produto para auxiliar na identificação do comprador, uma vez que o descarte em solo não é autorizado por sua equipe. Além disso, retirou os resíduos tóxicos do terreno e os levou para uma destinação correta e segura.

A autoridade competente da Delegacia do Meio Ambiente de Guarulhos avaliou a situação e lavrou um boletim de ocorrência com base no artigo 54 da lei 9.605/98, que versa sobre o crime de causar poluição de qualquer natureza. O caso será apurado e investigado a fim de identificar os autores do dano ao meio ambiente.

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GuarulhosSustentabilidade

GCM resgata lagarto teiú com quase 1,5 metro em casa no Parque Continental II

por Redação 16 de novembro de 2022

O patrulhamento ambiental da Guarda Civil Municipal (GCM) de Guarulhos resgatou no sábado (12) um lagarto teiú com aproximadamente 1,5 metro em uma residência na rua Ibipitanga, Parque Continental II. Assustados com o tamanho do animal, os moradores da casa acionaram os agentes, que compareceram ao local com equipamentos adequados e conseguiram efetuar a captura do animal com total segurança. 

A equipe analisou as condições do lagarto e constatou suas boas condições de saúde. Por essa razão, os agentes o soltaram na Mata Atlântica, seu habitat natural, sem a necessidade de encaminhamento a uma equipe veterinária especializada.

O patrulhamento ambiental atua em defesa do meio ambiente e no combate a crimes contra a fauna silvestre. Para comunicar a equipe sobre animais silvestres em área urbana o cidadão pode acionar o telefone 153, que funciona 24 horas, todos os dias da semana.

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São PauloSustentabilidade

Sistema Cantareira opera em alerta, e nível de reservatórios cai 12 pontos

por Redação 5 de setembro de 2022

Apesar de a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) garantir que não há risco de racionamento, o índice de armazenamento de água do sistema Cantareira caiu 12,4 pontos percentuais em cinco meses, agravado pelas chuvas que estão abaixo da média. Em abril, o manancial registrava 45,3% da capacidade no dia 1º e, no mesmo dia de setembro, chegou a 32,9%.

Nesta segunda-feira (5), o Cantareira tem 32,4% de reservação. Já o Alto Tietê está com 49,6%, Guarapiranga, 58,9%, Cotia, 58,3%, Rio Grande, 89,3%, Rio Claro, 45,4%, e São Lourenço, 66,5%. Juntos, os sete sistemas integrados totalizam 44,8% da capacidade de armazenamento, segundo dados da Sabesp.

Em nota, a companhia informou que o “sistema integrado opera com nível similar, por exemplo, aos 43,5% de 2021, quando não houve problemas no abastecimento da região metropolitana”.

Para a hidróloga e pesquisadora do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), Luz Adriana Cuartas, o cenário inspira atenção.

“É preciso monitorar para saber como operar o sistema e evitar o racionamento. Desde 2014 [crise hídrica], o Cantareira não consegue se recuperar porque há demanda de retirada e tem chovido abaixo da média tanto na estação chuvosa quanto na seca”, diz.

Para que um manancial possa armazenar água, é necessário que chova o suficiente para, primeiro, encharcar o solo. Isso só é possível quando a chuva é volumosa, abrangente e duradoura para, então, o nível do reservatório subir.

“Não adianta chover pouco todos os dias ou bastante por poucos dias. Depende do tamanho do reservatório, da região, da época do ano e da temperatura. Temos que ter atenção com o Cantareira. Já tivemos situações mais graves, mas esta também não é de tranquilidade”, ressalta a meteorologista Desirée Brandt.

A Sabesp descarta o rodízio de água, mesmo com a estiagem, mas reforça a necessidade de a população economizar água. Para a hidróloga do Cemaden, deveria ser incentivada a armazenagem da água da chuva como forma de economia. A ideia é que o recurso seja usado na limpeza de casas, garagens, descargas e jardins, por exemplo.

“Investir em obras para acabar com as perdas na rede seria mais interessante do que buscar água mais longe. Com tecnologia, nada é inviável”, ressalta Luz Adriana Cuartas.

Medidas da Sabesp
O Cantareira, maior reservatório que atende a região metropolitana de São Paulo, abastece cerca de 8 milhões de pessoas.

Para dar segurança hídrica à população, a Sabesp apostou em investimentos na integração entre os sistemas “mais robusto e flexível, sendo possível abastecer áreas diferentes com mais de um sistema”.

Entre as medidas adotadas estão a implantação do sistema São Lourenço, a interligação da bacia do Paraíba do Sul com o Cantareira, ampliação da infraestrutura da rede e gestão da pressão noturna para redução de perdas de água.

Desde julho, o Cantareira opera na faixa de alerta, de acordo com as regras estabelecidas pela ANA (Agência Nacional de Águas). Mas segundo a Sabesp, não causou alteração na operação do sistema Cantareira porque a companhia retira menos de 22 m³/s, inferior ao limite máximo autorizado que é de 27 m³/s, “o que é possível graças à integração com os demais sistemas”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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SaúdeSustentabilidade

Cidades adotam iluminação pública em LED para ganhar em eficiência energética, sustentabilidade e bem-estar social

por Redação 25 de maio de 2022

O uso de LED na iluminação pública permite aos municípios aliar tecnologia, economia, sustentabilidade e mais segurança em um único projeto. A substituição das antigas lâmpadas de vapor metálico tóxico pode garantir economia de até 50% com os gastos de energia elétrica, manter ruas e praças mais seguras e ainda contribuir com o meio ambiente.  

No Brasil, muitos municípios apostam nessa tecnologia e estão modernizando seus sistemas. E um bom exemplo disso vem de Santa Catarina, com as cidades de Palhoça, Florianópolis, Indaial e São Francisco. Atualmente, Palhoça está com 100% do seu parque de iluminação pública em LED, modernização feita pela QLuz, concessionária responsável pela execução dos serviços no município desde maio de 2020. Enquanto que na capital catarinense, dos 61.261 pontos de iluminação pública, quase 11 mil lâmpadas antigas foram substituídas por LED, num trabalho realizado pela Quantum Engenharia.

Já em Indaial e São Francisco, que também encararam essa corrida, pontos estratégicos das cidades receberam nova iluminação em LED. Com isso, em Indaial, dos 8.248 pontos de iluminação, 1.892 já foram modernizados. E em São Francisco, que está no início desta atualização de sistema, 964 pontos já estão em LED. Os projetos das duas cidades são assinados pela SQE Luz, concessionária formada pelas empresas QUANTUM e ENGIE. 

Outro estado que também está investindo na modernização é Minas Gerais. Ruas de Ribeirão das Neves, por exemplo, já contam com sistema de iluminação pública mais eficiente. Com projetos assinados pelo Consórcio IP Minas, formado pelas empresas Quantum e Fortnort Desenvolvimento Ambiental e Urbano, ao todo já foram trocadas mais de 18.300 mil lâmpadas por luminárias com lâmpadas de LED, trazendo benefícios aos municípios, à população e ao meio ambiente. 

As vantagens do uso de LED na iluminação pública não se limitam às econômicas. A tecnologia também traz benefícios ambientais, por ser livre de metais pesados; ser composta por materiais recicláveis; e ter vida útil prolongada, diminuindo a necessidade de descarte. O trabalho de implantação segue protocolos rígidos conforme as normas ambientais vigentes, com o descarte enviado a empresas especializadas, que emitem certificado de descontaminação. 

“Isoladamente, a lâmpada tradicional tem uma concentração relativamente baixa de compostos tóxicos, porém, em grandes volumes, pode causar danos sérios à população e ao meio ambiente”, alerta o engenheiro Derek Voigt Derek, mestre em engenharia de produção com foco em gestão de operações e logística reversa pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).  

Outro ponto positivo para o LED é no que diz respeito ao conforto visual e à maior nitidez para os usuários. A tecnologia promove um facho de luz mais direcionado e apresenta maior índice de reprodução de cores, de até 90% para o LED e pouco mais de 20% para a de vapor de sódio.  

Apesar disso, o Brasil ainda tem um longo percurso a seguir. Conforme dados da Associação Brasileira das Concessionárias de Iluminação Pública (ABCIP), o país tem cerca de 16 milhões pontos de iluminação pública, e a maior parte ainda conta com lâmpadas poluentes e de baixa eficiência. 

Cinco benefícios do LED para a iluminação pública 

1. Gera economia aos cofres públicos
Estima-se que as lâmpadas LED são 80% mais econômicas do que as incandescentes e 30% mais econômicas do que as fluorescentes. Isso acontece por diversos motivos. Um deles é porque o consumo de energia proporcionado por meio da tecnologia LED passa a ser menor, o que ajuda a evitar o desperdício. 

2. Menos manutenção
A tecnologia LED é conhecida por ser bastante resistente e com uma taxa de falha muito baixa, devido à própria estrutura que apresenta: suas cúpulas são produzidas com mecanismos que evitam danos à pintura e impedem que as peças se soltem.  

3. Tem maior durabilidade e vida útil
A LED tem durabilidade mínima de 60 mil horas – o que pode durar pelo menos 5 anos, dependendo da frequência de utilização diária. As lâmpadas incandescentes, por exemplo, duram 1 mil horas em média, período pela qual produzem pouca luminosidade e geram muito calor. Já as fluorescentes têm uma capacidade luminosa até cinco vezes maior, durando de 10 mil a 15 mil horas.  

4. Mais segurança à população
As lâmpadas LED possuem um brilho menor e mais uniforme que as lâmpadas convencionais, que emitem radiação ultravioleta e podem causar uma sensação de cansaço visual aos motoristas e aos pedestres. Além disso, possui também um fluxo luminoso mais amplificado e potente e uma luminosidade mais clara, oferecendo mais segurança à população. 

5. É sustentável
As lâmpadas LED não são nocivas ao meio ambiente. Cerca de 98% dos materiais que as compõem são recicláveis e, por isso, podem ser descartados sem causar danos à natureza – ao contrário das lâmpadas tradicionais, que possuem mercúrio em sua composição, um dos metais mais tóxicos do planeta, tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana.

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EducaçãoSustentabilidade

Poluição do ar em São Paulo

por Redação 23 de maio de 2022

A qualidade do ar na capital paulista permaneceu acima dos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – diretrizes de qualidade do ar – ao longo dos últimos 22 anos, segundo nota técnica publicada na quinta-feira (dia 26 de maio), pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA). Mesmo nos anos pandêmicos (2020 e 2021) os poluentes atmosféricos material particulado (MP2,5 e 10), ozônio (O3) e dióxido de nitrogênio (NO2) estiveram aquém do que a organização considera seguro para a saúde pública. Em alguns pontos da cidade, a ultrapassagem foi de quatro vezes o indicado. Além disso, no ano passado, nenhuma estação de monitoramento da qualidade do ar da cidade atendeu aos limites estabelecidos pela OMS com relação aos três poluentes.

“Isso significa que nas duas últimas décadas os moradores de São Paulo continuaram respirando um ar inadequado. Quanto maior a concentração de poluentes, mais a saúde é afetada”, ressalta David Tsai, gerente de projetos no IEMA e coordenador deste estudo sobre a poluição do ar no município. A qualidade do ar na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) é influenciada principalmente pelas emissões veiculares, ou seja, devido ao trânsito de carros, motos, caminhões e ônibus. Os poluentes do ar têm efeito agudo e crônico na saúde, as pessoas podem desenvolver doenças do sistema respiratório como asma e sofrer envelhecimento precoce.

Os três poluentes
A análise realizada pelo IEMA observou a evolução anual das concentrações dos três poluentes citados acima (MP, O3 e NO2) entre os anos de 2000 até 2021. Todos eles têm relação direta com a emissão dos veículos automotores, mas também com outras fontes emissoras. O ozônio (O3) se manteve em patamares elevados, com variações de ano para ano, mas sem tendência de queda ou de aumento. “Esse é um poluente complexo de eliminar porque ele se forma na atmosfera devido a diversos fatores, naturais e antrópicos”, explica Tsai.

O ozônio é formado com a radiação solar (em dias ensolarados sendo mais frequente), seus precursores são os também poluentes óxidos de nitrogênio (NOx, NO e NO2) e os compostos orgânicos voláteis (hidrocarbonetos) – estes derivados principalmente do uso de combustíveis. Curiosamente, o ozônio aumentou de 2019 para 2020, ou seja, piorou na pandemia. “Outra dado que chamou a atenção é que, na primeira década da análise, era mais frequente o número de estações onde o ozônio estava dentro do padrão da OMS, como é o caso de Pinheiros. Mas, na segunda metade da análise, apenas uma estação apresentou adequação, a de Itaquera, num único ano”, conta o pesquisador do IEMA.

Com relação ao dióxido de nitrogênio (NO2), houve redução das suas concentrações na atmosfera sobre São Paulo ao longo dos anos. “Desde 2000, nota-se uma redução do poluente, o que pode ser explicado pelo fato de os veículos emitirem menos devido ao Programa de controle de emissões veiculares (Proconve), iniciado em 1986”, afirma Tsai. Porém, em 2021 a OMS lançou uma nova diretriz (a anterior era de 2005) de qualidade do ar, reduzindo os valores de concentração de poluentes considerados seguros em relação ao impacto à saúde. De acordo com esses novos valores da OMS, o dióxido de nitrogênio na cidade está distante do ideal. Por exemplo, a queda do NO2 na estação de monitoramento do Ibirapuera foi de 41 microgramas por metro cúbico (µg/m3) para 24 no período analisado. Mas o número mínimo recomendado pela OMS é de 10, isto significa que o local ainda tem o dobro da concentração indicada pelo conhecimento da ciência médica atual. Já a estação de monitoramento da Marginal Tietê, que sofre o efeito imediato das emissões dos poluentes pelos veículos dada a proximidade com a via de tráfego, registra 49 (µg/m3) para o poluente, quase cinco vezes mais do que o recomendado. 

O estudo também avaliou a concentração do material particulado 2,5 (mais fino) e do material particulado 10. Entre outros, ambos são emitidos pela combustão e também pelos desgastes das peças dos veículos e pelos atritos com a pista. A recomendação da OMS é de 15 microgramas por metro cúbico para o limite que uma estação de monitoramento deve registrar referente ao MP10. Porém, a estação mais limpa da cidade no ano de 2021 – estação Santo Amaro – apresentou 21 para o poluente. E, as piores do ano – Parque D. Pedro II, Perus e Marginal Tietê -, 30 (o dobro). Aliás, diversos outros pontos da cidade registraram valor próximo. Com relação ao MP2,5, a situação está ainda mais inapropriada. A recomendação da OMS para este poluente é de 5 microgramas por metro cúbico. A estação Marginal Tietê registrou 19, quase quatro vezes mais do que o preconizado. E o melhor valor colhido, no Pico do Jaraguá, foi de 11, mais que o dobro do indicado.

Sobre os dados
A OMS estima que 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da poluição do ar no mundo, sendo 300 mil na região das Américas. A poluição afeta todos os órgãos do corpo humano – e demais seres vivos. “O objetivo da nossa nota técnica é alertar a necessidade de se reduzir as emissões de poluentes em São Paulo. Para isso, precisa-se reduzir radicalmente a circulação de veículos na cidade, investindo em transporte público e transporte ativo”, diz Tsai. Quanto mais perto uma pessoa vive ou trabalha em uma via de alto tráfego, mais ela respira esse ar poluído. Se a estação de monitoramento do Pico do Jaraguá – local de maior altitude, longe das fontes emissoras e dentro de um parque – apresenta recomendações acima do que indica a OMS, isso mostra que a cidade como um todo é poluída.

A análise do comportamento dos poluentes foi feita a partir de dados do sistema de informação da qualidade do ar da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), o Qualar, que também estão disponíveis na Plataforma de Qualidade do Ar do IEMA. Ou seja, este estudo foi possível graças ao amplo monitoramento da qualidade do ar e a transparência dos dados na cidade. Trata-se de uma situação de exceção no país, em que apenas dez estados e o Distrito Federal possuem redes de monitoramento da qualidade do ar. Vale lembrar que em abril deste ano a OMS atualizou seu banco de dados sobre a poluição do ar do mundo inteiro, e a Plataforma da Qualidade do Ar do IEMA é a fonte de informações de dados brasileiros.

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Sustentabilidade

Dia Internacional da Reciclagem

por Redação 17 de maio de 2022

Abiplast lança na 1ª quinzena de junho o projeto ‘Descarta Aí’, para fomentar a reciclagem de baldes e suas tampas; medida será alternativa a consumidores domiciliares e profissionais autônomos da construção civil

Mais que uma simples data para balanços numéricos e um olhar para o passado, o Dia Internacional da Reciclagem, celebrado em 17 de Maio, precisa ser o momento de a sociedade olhar adiante e agir por um modelo de economia circular em que o consumo e sustentabilidade não andem em vias transversais, mas caminhem lado a lado.

Representante do setor de transformados plásticos e reciclagem, a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) tem adotado uma série de medidas em defesa da circularidade da economia – que possibilitará a exploração de novas funções e aplicações do plástico, esse que é um material transversal, presente em mais de 95% da matriz industrial, indutor da inovação e na vanguarda das transformações.

Um dos desafios para a circularidade,  debate em que se insere hoje  a reciclagem de materiais, é a adoção de um modelo de logística reversa – que se refere ao fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até o local de origem.

“Lançaremos na primeira quinzena de junho o projeto ‘Descarta Aí’, uma ação da ABIPLAST para fomentar a reciclagem de baldes e suas tampas e que possibilitará a consumidores domiciliares e profissionais autônomos da construção civil uma opção ambientalmente adequada e de fácil acesso para o descarte após o consumo de tintas. Eles serão destinados para a reciclagem e transformação em novos produtos”, explica o diretor superintendente da ABIPLAST, Paulo Teixeira.

Em uma etapa piloto, o “Descarta Aí” disponibilizará pontos de entrega no país – a maior parte na cidade de São Paulo, mas também em capitais de outras regiões brasileiras.

Um estudo de 2021 encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) apontou que 23,1% dos resíduos plásticos de ciclo de vida curto e equiparáveis, no Brasil, foram reciclados em 2020. O levantamento é realizado anualmente, desde 2018, pela MaxiQuim, empresa de avaliação de negócios na indústria química com foco em análise de mercados e competitividade.

A terceira pesquisa sobre reciclagem mecânica do material, de 2021, foi resultado da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem, maior petroquímica das Américas. Segundo o estudo, em 2020 foram consumidas 1,4 milhão de toneladas de resíduo plástico na reciclagem, representando um crescimento de 5,8% em comparação a 2019. Um milhão de toneladas são de plástico pós-consumo, ou seja, material descartado em domicílios residenciais e em locais como shoppings centers, estabelecimentos comerciais, escritórios, entre outros, e 368 mil toneladas de plástico pós-industrial, como sobras dos processos da indústria petroquímica, de transformação de plásticos e da própria reciclagem de plásticos.

Além disso, dados do Perfil do Plástico 2020, publicado em 2021 pela ABIPLAST, informam que o segmento de transformados plásticos e reciclagem, no período analisado, contou com 326.759 pessoas empregadas e um total de 10.891 empresas (este, dado de 2019), com um faturamento de R$ 90,8 bilhões e produção física de 7,3 milhões de toneladas – o que coloca a cadeia do plástico como quarto maior empregador dentre os setores da indústria de transformação brasileira e, dentre os cinco maiores, o 2° que paga os melhores salários.

“A adoção de ações por uma logística reversa mais eficaz, como a que vislumbramos com o projeto ‘Descarta Aí’, não apenas possibilita melhores perspectivas de negócio aos vários atores do mercado, como assegura um modelo de consumo mais sustentável e consciente sobre o mundo que queremos”, complementa Teixeira.

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