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Categoria:

Tecnologia

Tecnologia

Táxi autônomo da Waymo faz retorno proibido e deixa polícia sem saber como multar

por Redação 1 de outubro de 2025

Um táxi autônomo da Waymo, empresa do grupo Alphabet (controlador do Google), foi parado pela polícia de San Bruno, na Califórnia (EUA), após realizar um retorno proibido durante uma operação de fiscalização de trânsito.

Os agentes conseguiram fazer o veículo encostar, mas, ao preparar a multa, se depararam com um impasse: não havia motorista a ser responsabilizado.

“Como não havia motorista humano, não foi possível emitir uma multa. Nossos talões de infração não têm um campo para robô. Com sorte, a reprogramação vai impedir que ele faça mais manobras ilegais”, afirmou o departamento de polícia em nota.

A multa não foi aplicada, mas a Waymo foi notificada. Em resposta, a empresa disse que está avaliando o caso e que trabalha para ajustar seus sistemas de forma a evitar novas infrações.

Como funciona o táxi autônomo

Os veículos da Waymo utilizam sensores de última geração:

Lidar: detecta obstáculos em 360° e até 300 metros de distância.

Câmeras: identificam veículos, pedestres e outros objetos até 500 metros.

Radares: medem direção e velocidade dos elementos ao redor.

A frota é composta, em grande parte, por modelos Jaguar I-PACE, SUV elétrico de 400 cv, 70,9 kgfm de torque e aceleração de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos.

A Waymo afirma que seus veículos foram programados para reconhecer sirenes e viaturas, além de contar com equipe de suporte para auxiliar autoridades e passageiros em situações como a de San Bruno.

Fonte: G1

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Tecnologia

O que mudou no Instagram em 2024 (e você talvez não saiba)

por Redação 31 de dezembro de 2024

O Instagram anunciou uma série de novos recursos para os usuários ao longo de 2024, muitos deles focados nas DMs (mensagens diretas), além de funcionalidades também voltadas para os Stories.

Veja o que mudou no WhatsApp em 2024
Entre as principais novidades estão o agendamento e a edição de mensagens, novas fontes e animações para Stories e Reels, além da possibilidade de publicar até 20 fotos e vídeos no carrossel, uma das últimas atualizações anunciadas neste ano.

Relembre abaixo as principais mudanças do Instagram em 2024.

Em 2024, o Instagram passou a permitir a publicação de até 20 fotos ou vídeos no carrossel. Antes, o recurso permitia até 10 conteúdos por postagem.

Com essa atualização, a plataforma de Mark Zuckerberg se aproximou mais do TikTok, que, hoje, suporta até 35 conteúdos em seu carrossel.

Mesmo com o limite ampliado, ainda é possível mesclar adicionando fotos e vídeos em uma só publicação. Nos perfis, as publicações com múltiplas imagens são indicadas com um ícone no canto superior que simula fotografias sobrepostas.

Novas fontes para Stories e Reels

Neste ano, os usuários passaram a contar com novas fontes e animações de texto para Stories e Reels.

A atualização trouxe estilos mais criativos, incluindo fontes sombreadas, cursivas e no estilo máquina de escrever, além da possibilidade de adicionar movimento aos textos.

Atualmente, o Instagram oferece 9 fontes diferentes e 9 estilos de animação.

Editar DMs por até 15 minutos

Em 2024, pela primeira vez, o Instagram permitiu que os usuários editassem mensagens diretas (DMs) enviadas para amigos. “Agora você pode editar uma mensagem até 15 minutos após o envio, em caso de algum erro ou se algo não estiver certo”, anunciou a empresa no lançamento.

Para usar o recurso, basta tocar e pressionar a mensagem enviada, selecionar “Editar”, ajustar o texto e, em seguida, tocar no ícone de avião para confirmar.

Outra novidade lançada junto com o recurso de edição foi a possibilidade de fixar até três conversas no topo da DM, facilitando o acesso rápido aos chats na rede social.

Agendamento de DM

Ainda sobre mensagens diretas, foi em 2024 que a plataforma da Meta passou a permitir o agendamento de DMs, um dos últimos recursos anunciados pela rede social no ano.

A função, que está um pouco escondida na plataforma, funciona da seguinte forma: primeiro, escreva a mensagem; depois, no lado direito, pressione e segure o ícone de avião (com cuidado para não enviar a mensagem).

Em seguida, escolha a data e o horário desejados para o envio, e pronto. A mensagem não aparecerá no chat imediatamente, mas será enviada no horário programado.

Comentários nos Stories

Uma nova funcionalidade do Instagram passou a permitir que os usuários comentem publicamente nos Stories dos perfis que seguem. Chamada de “Hype”, a ferramenta permite publicar um comentário aberto em um Story, visível para qualquer seguidor que visualizar a publicação.

O recurso não substitui as mensagens diretas (DMs), que continuam disponíveis para interações privadas nos Stories.

Os comentários feitos pelo balão de Hype aparecem na parte inferior do próprio Story, de forma similar aos comentários exibidos durante transmissões ao vivo, sendo visíveis para todos os seguidores.

Mais figurinhas no Stories

Aproveitando a popularidade das figurinhas interativas nos Stories, o Instagram lançou quatro novas opções: “Sua Vez Musical”, “Molduras”, “Revelar” e “Recortes”.

O “Sua Vez Musical” transforma o seu Story em um template musical, permitindo que você compartilhe suas músicas favoritas com os seguidores, que também podem compartilhar as deles.

Já o “Molduras” aplica um efeito de Polaroid às imagens, reveladas ao balançar o celular. O recurso “Revelar” permite postar Stories ocultos, que só podem ser visualizados pelos seguidores que enviarem uma DM.

Por fim, o “Recortes” transforma fotos e vídeos da galeria do celular em figurinhas, deixando Stories e Reels ainda mais personalizados.

Desativar confirmação de leitura de DMs

O Instagram permitiu neste ano que você leia uma mensagem recebida na DM (mensagem direta) sem que a pessoa que a enviou descubra. Para isso, é preciso desativar o recurso de confirmação de leitura.

Vale lembrar que, se você desativar a confirmação, também não poderá saber quando as pessoas leem as suas mensagens. Para ativar a função, basta seguir este passo a passo:

Abra o perfil no Instagram, clique no campo superior direito, representado por “Três traços”;
Em seguida, toque em “Configurações e privacidade”;
Depois, clique em “Mensagens e respostas ao story”;
Agora vá até “Mostrar confirmação de leitura” e desative a opção.
Meta IA no Instagram

O assistente de IA gratuito e integrado ao WhatsApp, Instagram e Facebook foi outra grande novidade da Meta. Funcionando como um ChatGPT nos serviços da empresa, ele pode criar textos, planejar atividades e gerar imagens a partir de descrições simples.

A IA também pode traduzir conteúdos, sugerir receitas, auxiliar na educação e no aprendizado, além de ajudar na elaboração de planejamentos.

No Instagram, o Meta AI está disponível na área de DMs, na barra de pesquisa. Segundo a empresa, a ferramenta está sendo disponibilizada gradualmente para os usuários.

Fonte: G1

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Tecnologia

Tirar o Chrome do Google custaria US$ 20 bilhões ao comprador

por Redação 26 de novembro de 2024

A Justiça americana tenta forçar o Google a vender ou descontinuar o navegador Chrome —que vale US$ 20 bilhões, segundo estimativa da agência Bloomberg.

O que aconteceu
Em agosto, o DoJ (Departamento de Justiça dos EUA) decidiu que o Google detém monopólio de buscas online. Por isso, pedirá ao juiz da ação que force o Google a vender o navegador Chrome, de acordo com a Bloomberg.

O Chrome detém quase 67% do mercado de navegadores, de acordo com o StatCounter. Apesar disso, não é uma grande fonte de renda para o Google por si só, mas sim uma importante porta de entrada para os outros serviços da empresa. Assim, o Google consegue coletar dados do usuário para poder direcionar anúncios, o que é a base de negócios da empresa.

Especialistas especulam quem poderia se interessar pela compra do Chrome. Evelyn Mitchell-Wolf, analista sênior da eMarketer, disse à Bloomberg imaginar que empresas de inteligência artificial poderiam estar interessadas, mas acredita que os “compradores potenciais para o Chrome são poucos”.

Já Josh Miller, co-fundador da Browser Co., acredita que várias empresas podem se interessar, para agitar o mercado. A dúvida, porém, é se os usuários continuariam utilizando o Chrome, já que a integração com os serviços do Google é um dos grandes atrativos do navegador.

Caso o Google opte por tornar o Chrome uma empresa independente, deverá repensar seu modelo de negócios. O navegador é gratuito e atualmente sustentado pelos lucros de anúncios do Google.

DoJ x Google
DoJ processou Google por considerar que a empresa tinha monopólio de buscas e publicidade digital. O processo começou em 2020 e culminou em agosto, com o juiz Amit Mehta considerando, de fato, a empresa detém monopólio, com grande controle nessas áreas.

Alta quantia paga para manter o Google como buscador padrão foi prova de prática anticompetitiva. A companhia pagava bilhões por ano em acordos de exclusividade para ser o buscador padrão em iPhones (líder de mercado nos EUA), celulares da Samsung, além de navegadores (Firefox e Safari, da Apple). Estima-se que foram gastos US$ 26 bilhões desde 2021.

Empresa é acusada de privilegiar produtos próprios em detrimento de concorrentes. Nos EUA, o site de recomendações Yelp, por exemplo, sempre foi crítico à empresa, argumentando que resultados de serviços do Google apareciam melhor que o deles.

Negócio de publicidade é visto como vetor para queda de jornais nos EUA. A consolidação do mercado de publicidade digital prejudicou o jornalismo, que depende de receitas de anúncios para sobreviver.

Órgão também pede o fim de acordos relacionados à busca e considera solicitar medidas educacionais para que Google explique aos usuários qual sistema de busca mais se encaixa no perfil de uso. Sistemas de busca Bing, da Microsoft, e DuckDuckGo podem ganhar espaço e baixar o preço para milhares de anúncios.

Por outro lado, a IA pode perder força. Analistas ouvidos pela Reuters apontam que, com menos receita, a empresa poderia perder poder para treinar inteligência artificial generativa, favorecendo o ChatGPT, da OpenAI, e o Claude, da francesa Anthropic.

Escrutínio do DOJ é sem precedentes. A investigação do Google visa reduzir o poder de big techs e pode respingar em Meta, Amazon e Apple.

Estamos considerando correções comportamentais e estruturais que preveniriam o Google de usar produtos como Chrome, Play e Android, de terem vantagem em busca do Google ou em produtos e recursos relacionados ao Google —incluindo recursos de inteligência artificial— para prevenir rivais ou novos competidores
Documento do Departamento de Justiça dos EUA

(O Google é) uma empresa complicada, que tem uma quantidade enorme de alavancas operacionais para alcançar o que deseja, e por isso precisa ser correspondida com um conjunto igualmente amplo de medidas complementares, incluindo desinvestimentos quando necessário
John Kwoka, professor da Northeastern University, ao Financial Times

Se o tribunal dividisse o Google, isso não mudaria essas condições monopolísticas. Uma divisão também seria uma punição excessivamente severa para uma empresa que alcançou grande parte de seu sucesso por meio de suas inovações em busca
Michael Cusumano, professor de gestão do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), ao FT

Fonte: UOL

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Tecnologia

Dona do ChatGPT lança IA com habilidades de raciocínio para ‘resolver problemas difíceis’

por Redação 13 de setembro de 2024

A OpenAI, dona do robô ChatGPT, anunciou nesta quinta-feira (12) o lançamento de uma tecnologia chamada “Strawberry”, um modelo de inteligência artificial projetado para processar respostas mais difíceis e de forma mais ágil do que humanos.

Os modelos são capazes de “raciocinar” através de tarefas complexas e podem resolver problemas mais desafiadores do que os modelos anteriores em ciências, codificação e matemática, disse a empresa de IA.

A OpenAI usou o codinome “Strawberry” para se referir ao projeto internamente, enquanto apelidou os modelos de o1 e o1-mini. O o1 estará disponível no ChatGPT e em sua API a partir desta quinta-feira, informou a empresa.

A empresa também disse que pretende disponibilizar acesso ao o1-mini, que é um modelo mais básico, a todos os usuários do ChatGPT gratuito.

“Estou animado em compartilhar com todos vocês o fruto de nosso esforço na OpenAI para criar modelos de IA capazes de raciocínio verdadeiramente geral”, escreveu Noam Brown, pesquisador da OpenAI.

A OpenAI disse que o modelo o1 obteve 83% de pontuação no exame de qualificação para a Olimpíada Internacional de Matemática, em comparação com os 13% do modelo anterior, o GPT-4o.

O modelo também melhorou o desempenho em questões competitivas de programação e excedeu a precisão humana em nível de doutorado em uma referência de problemas científicos, disse a empresa.

Brown disse que os modelos conseguiram atingir as pontuações incorporando uma técnica conhecida como raciocínio de “cadeia de pensamento”, que envolve a divisão de problemas complexos em etapas lógicas menores.

Os pesquisadores observaram que o desempenho do modelo de IA em problemas complexos tende a melhorar quando a abordagem é usada como uma técnica de estímulo. Agora, a OpenAI automatizou esse recurso para que os modelos possam resolver os problemas por conta própria, sem a solicitação do usuário.

“Treinamos esses modelos para que passem mais tempo pensando nos problemas antes de responder, como uma pessoa faria. Com o treinamento, eles aprendem a refinar seu processo de raciocínio, tentam estratégias diferentes e reconhecem seus erros”, disse a OpenAI.

Fonte: G1

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Tecnologia

A corrida das big techs: os 12 meses que mudaram para sempre o Vale do Silício

por Redação 26 de dezembro de 2023

Às 13h de uma sexta-feira, pouco antes do Natal do ano passado, Kent Walker, o principal advogado do Google, reuniu quatro de seus colaboradores e acabou com o fim de semana deles.

O grupo trabalhava no SL1001, prédio sem graça com fachada de vidro azul que em nada sugeria que havia dezenas de advogados lá dentro para proteger os interesses de uma das empresas mais influentes do mundo. Durante semanas, eles se prepararam para uma reunião de executivos poderosos destinada a discutir a segurança dos produtos do Google. Estava tudo pronto. Mas, naquela tarde, Walker informou à equipe que a agenda havia mudado e que eles teriam de passar os próximos dias preparando novos slides e gráficos.

De fato, toda a programação da empresa foi alterada em apenas nove dias. Sundar Pichai, CEO do Google, decidiu preparar uma lista de produtos baseados em inteligência artificial (IA) — imediatamente.

Para isso, recorreu a Walker, o mesmo advogado encarregado de defender a empresa em um processo antitruste que ameaçava seus lucros em Washington, D.C. Ele sabia que precisaria persuadir o Conselho de Revisão de Tecnologia Avançada (ATRC, na sigla em inglês), grupo de executivos, a abandonar sua habitual cautela e cumprir o que lhe era solicitado.

Era um decreto, algo não muito comum no Google.

O que provocou a reação de Pichai foi o ChatGPT, programa de IA lançado em 30 de novembro de 2022 por uma empresa emergente chamada OpenAI. O programa cativou a imaginação de milhões de pessoas que antes viam a IA como ficção científica, até começarem a interagir com ela.

O Google estava desenvolvendo uma tecnologia própria de IA, que executava muitas das mesmas funções. Pichai estava particularmente interessado nas falhas do ChatGPT, como sua interpretação equivocada das informações que, por vezes, resultava em respostas tendenciosas. O que o surpreendeu foi que a OpenAI havia lançado o produto mesmo assim e que os consumidores o adoraram. Se a OpenAI podia fazer isso, por que não o Google?

Para os líderes de empresas de tecnologia, a escolha de quando e como transformar a IA em um empreendimento com potencial de lucro era um cálculo mais direto de risco e recompensa. Contudo, para alcançar o sucesso, era preciso ter um produto.

Na manhã de segunda-feira, 12 de dezembro, a equipe do SL1001 recebeu uma nova pauta, identificada como “Privilegiada e confidencial/somente pessoal autorizado”. A maioria dos participantes se conectou à reunião por videoconferência. Walker abriu o encontro anunciando que o Google lançaria um chatbot e recursos de IA que seriam adicionados à nuvem, à pesquisa e a outros produtos. “Quais são suas preocupações? Precisamos nos alinhar”, disse Walker, conforme relatado por Jen Gennai, diretora de inovação responsável.

Finalmente, um consenso foi alcançado. O lançamento seria restrito, afirmou Gennai. E evitariam rotular qualquer coisa como um produto. Para o Google, seria considerado um experimento, o que significava que não precisava ser perfeito (um porta-voz do Google esclareceu que o ATRC não tinha autoridade para determinar como os produtos seriam lançados).

O que houve no Google se repetiu em outras gigantes da tecnologia depois que a OpenAI lançou o ChatGPT, no fim de 2022. Todas elas possuíam uma tecnologia baseada em redes neurais em vários estágios de desenvolvimento — sistemas de IA que reconheciam sons, geravam imagens e conversavam como um ser humano. O pioneiro dessa tecnologia foi Geoffrey Hinton, acadêmico que havia trabalhado brevemente com a Microsoft e agora estava no Google. No entanto, as empresas de tecnologia foram contidas por temores de chatbots fraudulentos, além da possibilidade de problemas econômicos e legais.

Quando o ChatGPT foi lançado, tudo isso se tornou secundário, segundo entrevistas com mais de 80 executivos e pesquisadores, além de documentos corporativos e gravações de áudio. Prevaleceu o instinto de ser o primeiro, o maior ou o mais rico — ou todos os três. Os líderes das maiores empresas do Vale do Silício traçaram um novo rumo e levaram os funcionários nessa direção.

Em um período de 12 meses, o Vale do Silício experimentou uma transformação radical. A prioridade passou a ser a conversão da inteligência artificial em produtos reais, que pudessem ser usados por indivíduos e empresas.

As preocupações com a segurança e com o potencial de as máquinas se rebelarem contra seus criadores não foram descartadas, mas foram temporariamente postas em segundo plano. “A velocidade é agora mais crucial do que nunca. Preocupar-se com questões que podem ser abordadas mais tarde seria um equívoco fatal neste momento”, escreveu Sam Schillace, alto executivo, aos colaboradores da Microsoft.

No início de novembro de 2022, poucos na OpenAI davam atenção ao ChatGPT, porque, um mês antes de ser lançado globalmente, ele ainda não existia como um produto concreto. A maior parte dos 375 funcionários estava focada em uma versão mais avançada da tecnologia, conhecida como GPT-4, capaz de responder a praticamente qualquer pergunta, utilizando informações obtidas de uma vasta coleção de dados provenientes de uma ampla gama de fontes.

Em meados de novembro de 2022, Sam Altman, CEO da OpenAI, Greg Brockman, o presidente, e outros membros da equipe se reuniram em uma sala no último andar para discutir mais uma vez os desafios de sua tecnologia inovadora. Subitamente, Altman optou por lançar a tecnologia mais antiga e menos potente.

Em 29 de novembro, véspera do lançamento, Brockman chamou a equipe para um drinque. Ele contou que não achava que o ChatGPT atrairia muita atenção, prevendo que o lançamento não renderia mais do que um tuíte com 5.000 curtidas.

Mas Brockman estava enganado. Na manhã de 30 de novembro, Altman tuitou sobre o novo produto da OpenAI, e a empresa fez uma postagem repleta de termos técnicos em seu blog. Foi então que o ChatGPT decolou. As inscrições sobrecarregaram os servidores da empresa quase que imediatamente. Engenheiros entravam e saíam apressadamente de um espaço bagunçado perto da cozinha do escritório, reunindo-se em torno de laptops para extrair a capacidade de computação de outros projetos. Em cinco dias, mais de 1 milhão de pessoas adotaram o ChatGPT. Dentro de poucas semanas, esse número atingiu a marca de 100 milhões.

Embora ninguém soubesse ao certo o motivo, o programa era uma sensação. Os noticiários tentaram explicar seu funcionamento, e até mesmo um humorístico noturno o usou para criar piadas (mais ou menos engraçadas).

A Meta muda a direção
A mente de Mark Zuckerberg estava em outro lugar. Ao longo do ano, ele direcionava a empresa para o metaverso e estava imerso na exploração da realidade virtual e aumentada.

Mas o ChatGPT demandava sua atenção. Seu principal cientista de IA, Yann LeCun, veio de Nova York para a área da baía de San Francisco cerca de seis semanas depois para uma reunião de rotina na Meta, de acordo com uma fonte familiarizada com o encontro.

Em Paris, os cientistas de LeCun conceberam um bot impulsionado por IA, que pretendiam lançar como tecnologia de código aberto, o que significava que qualquer pessoa teria acesso e poderia modificar o programa. Deram-lhe o nome de Genesis. Contudo, quando solicitaram permissão para disponibilizá-lo, as equipes jurídica e de políticas da Meta recuaram, conforme relatado por cinco fontes a par do assunto.

No início de 2023, o dilema entre prudência e celeridade se intensificou, enquanto Zuckerberg pensava no rumo da Meta depois do ChatGPT.

Ele queria lançar um projeto rapidamente. O nome Genesis foi substituído por LLaMA, abreviação de “Large Language Model Meta AI”, e foi disponibilizado para 4.000 pesquisadores de fora da empresa. Rapidamente, a Meta recebeu mais de 100 mil solicitações de acesso ao código.

Mas, poucos dias depois do lançamento do LLaMA, alguém divulgou o código no 4chan, o fórum de mensagens online. A Meta perdeu o controle sobre seu chatbot, aumentando a possibilidade de que os piores receios de suas equipes jurídica e de políticas se tornassem realidade. Pesquisadores da Universidade Stanford demonstraram que o sistema da Meta poderia facilmente gerar material de teor racista.

Em 6 de junho, Zuckerberg recebeu dos senadores Josh Hawley e Richard Blumental uma carta que abordava a questão do LLaMA. “Hawley e Blumental exigem respostas da Meta”, anunciava um comunicado à imprensa.

A correspondência caracterizava o produto da Meta como arriscado e suscetível a abusos, estabelecendo comparações desfavoráveis com o ChatGPT. Ficava evidente que os senadores buscavam esclarecimentos sobre por que a abordagem da Meta não se assemelhava mais à adotada pela OpenAI.

Decisões estratégicas na Microsoft
No fim do verão setentrional de 2022, os escritórios da Microsoft ainda não tinham voltado à sua agitação pré-pandêmica. Mas, em 13 de setembro, Satya Nadella convocou seus altos executivos para uma reunião no Edifício 34, o epicentro das decisões estratégicas da Microsoft. Dois meses depois, Altman tomou a decisão de lançar o ChatGPT.

Nadella comunicou a seus comandados que uma mudança significativa estava prestes a ser concretizada. Em uma rara ordem executiva de um líder conhecido por favorecer o consenso, afirmou: “Estamos alinhando toda a empresa a essa tecnologia. É um avanço fundamental na história da computação, e estaremos na vanguarda dessa revolução”, recordou Eric Horvitz, o cientista-chefe.

No entanto, era imperativo manter tudo em sigilo por algum tempo. Três “projetos secretos” foram iniciados no início de outubro para impulsionar essa significativa mudança de direção. Esses projetos se concentraram em segurança cibernética, no mecanismo de busca Bing, no Microsoft Word e em softwares correlatos.

Em 7 de fevereiro, a Microsoft convidou jornalistas para seu campus em Redmond, Washington, com o objetivo de apresentar ao mundo um chatbot integrado ao Bing. A imprensa recebeu instruções para não divulgar que estava indo a um evento da Microsoft, e o tópico permaneceu em segredo.

De alguma maneira, porém, o Google ficou sabendo. Em 6 de fevereiro, antecipando-se à Microsoft, Pichai publicou uma postagem no blog anunciando que o Google lançaria um chatbot próprio, o Bard. A postagem não especificava exatamente quando seria isso.

Na manhã de 8 de fevereiro, um dia depois do anúncio do chatbot pela Microsoft, suas ações subiram 5%. Mas, para o Google, o anúncio precipitado se transformou em constrangimento. Pesquisadores identificaram erros na postagem do blog do Google.

Um GIF que a acompanhava simulava Bard dizendo que o telescópio Webb havia capturado as primeiras imagens de um exoplaneta, um planeta fora do Sistema Solar. Na realidade, um telescópio do Observatório Europeu do Sul, no norte do Chile, obteve a primeira imagem de um exoplaneta em 2004. Bard errou, e o Google enfrentou críticas na mídia e nas redes sociais.

Como disse Pichai mais tarde em uma entrevista, isso foi “lamentável”. As ações do Google registraram uma queda de quase 8%, resultando em uma perda de mais de US$ 100 bilhões.

Hinton, o cientista mais renomado do Google, sempre ridicularizou os fatalistas, racionalistas e altruístas que temiam que a inteligência artificial pudesse encerrar a humanidade em um futuro próximo. Contribuiu significativamente para o desenvolvimento da ciência por trás da inteligência artificial durante seu tempo como professor na Universidade de Toronto e enriqueceu ao ingressar no Google, em 2013. É frequentemente chamado de padrinho da IA.

No entanto, os novos chatbots alteraram completamente sua perspectiva. A evolução da ciência superou suas expectativas. O lançamento do chatbot da Microsoft o convenceu de que o Google não teria alternativa senão tentar recuperar o terreno perdido. A competição acirrada que se desenhava entre os gigantes da tecnologia parecia arriscada.

“Se considerarmos o Google uma empresa cujo objetivo é obter lucros, ele não pode simplesmente permitir que o Bing substitua as buscas do Google. Precisa entrar na disputa. O momento em que a Microsoft optou por lançar um chatbot como interface para o Bing marcou o fim do período de tranquilidade”, afirmou Hinton em abril.

Pela primeira vez em mais de 50 anos, ele se desvinculou da pesquisa. Então, em abril, fez uma ligação para Pichai e se demitiu.

c. 2023 The New York Times Company

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MundoTecnologia

Cientista passa dez meses preso após IA identificá-lo erroneamente como assassino

por Redação 18 de dezembro de 2023

Um cientista russo ficou quase um ano atrás das grades, após uma inteligência artificial determinar que seu rosto correspondia em 55% ao esboço de um assassino desenhado havia 20 anos por uma testemunha.

Em fevereiro, o hidrólogo Alexander Tsvetkov, pesquisador do Instituto de Biologia de Águas Interiores da Academia Russa de Ciências, foi retirado de um avião, ao chegar de uma viagem de trabalho a Krasnoyarsk, na Rússia.

As autoridades alegaram que ele foi identificado como suspeito de ter cometido uma série de assassinatos duas décadas antes. De acordo com os policiais, ele e um suposto comparsa mataram pelo menos duas pessoas em Moscou e nos arredores, em agosto de 2002.

Naquela noite, um homem foi assassinado em uma briga de bar, e duas mulheres de 64 e 90 anos foram roubadas e mortas.

O suposto cúmplice se apresentou, admitiu os assassinatos e reconheceu o cientista. No entanto, havia alguns erros em seu depoimento, como a afirmação de que o pesquisador era morador de rua na época e que fumava mais de um maço de cigarro todos os dias.

Não só Tsvetkov nunca morou na rua, como também nunca fumou, devido a problemas pulmonares que tem desde criança. O cúmplice também lembrou que o homem tinha tatuagens nos dedos e na mão esquerda, mas os parentes do cientista dizem que ele nunca fez tatuagens.

Seus colegas de trabalho também disseram que, na data dos assassinatos, Tsvetkov estava com eles a milhares de quilômetros de Moscou, o que foi totalmente ignorado pelo júri, que baseou toda a investigação na análise do sistema de inteligência artificial.

O caso tem sido noticiado há meses e, após uma campanha pedindo a sua libertação, bem como a suposta intervenção do próprio Vladimir Putin, o cientista foi libertado no início deste mês. Mesmo assim, as acusações contra ele ainda não foram retiradas.

Fonte: r7

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Tecnologia

IA pode ajudar humanidade a ter semana com 3 dias de trabalho, diz Bill Gates

por Redação 29 de novembro de 2023

O empresário e filantropo Bill Gates defendeu que o uso de inteligência artificial (IA) no campo do trabalho pode tornar uma semana de trabalho de três dias possível. Em uma entrevista para o programa What Now?, de Trevor Noah, o cofundador da Microsoft citou os possíveis benefícios dessa tecnologia para a humanidade.

De acordo com Gates, chegaremos eventualmente a um ponto em que “não será preciso trabalhar tão duro”, caso “as máquinas consigam fazer todas as comidas e outras coisas”. Como resultado, uma semana com expediente de três dias úteis “seria provavelmente OK”.

Atualmente, alguns países já estão testando uma semana com quatro dias de trabalho, mas esse ainda é um experimento limitado a certos cargos. A própria Microsoft, que teve Gates como CEO por anos, é uma das interessadas e já participa desses testes.

Impactos da IA dentro e fora do mercado de trabalho
Ainda na entrevista, o ex-CEO comparou o uso de chatbots e sistemas automatizados com o próprio PC, que ele ajudou a popularizar com a introdução do Windows décadas atrás.

“Eu não acho que a IA terá um impacto tão dramático quando a Revolução Industrial, mas certamente será tão grande quanto a introdução do computador pessoal”, diz Gates.

Ele cita como exemplo softwares de processamento de palavras e editores de texto como exemplo de uma máquina que não acabaram com o trabalho de escritório, mas mudaram eles para sempre. “Funcionários e empregadores tiveram que se adaptar e eles fizeram isso”, comenta.

O bilionário já defendeu anteriormente o uso de IA em vários campos e minimizou preocupações como a eliminação de empregos. No lugar, Gates cita possíveis benefícios sociais, mesmo sem explicar como seria possível trabalhar tão pouco e “ganhar um salário para sobreviver”.

Anteriormente, o empresário já afirmou que pausar desenvolvimento de IA não vai resolver problemas desse campo, e o ChatGPT é “o maior avanço tecnológico em décadas”.

Por outro lado, as opiniões do empresário não costumam agradar outro bilionário da tecnologia: Elon Musk, da Tesla e do Twitter/X. Durante uma das várias trocas de indiretas entre ambos, o empresário afirmou que o conhecimento do rival sobre IA é “limitado”.

Fonte: TECMUNDO

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SegurançaTecnologia

Governo dá 48 horas para Google e Facebook retirarem do ar anúncios falsos do Desenrola

por Redação 26 de julho de 2023

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça, deu 48 horas para que o Google e o Facebook retirem do ar anúncios falsos relacionados ao programa de renegociação de dívidas bancárias Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal. O despacho foi publicado nesta quarta-feira (26) no Diário Oficial da União.

Em caso de descumprimento, as plataformas serão multadas em R$ 150 mil por dia. O governo determina que as big techs adotem as “cautelas necessárias para que conteúdo dessa natureza não voltem a ser veiculados, sob pena da incidência de multa diária”.

As empresas têm até 10 dias para apresentar um relatório de transparência sobre as medidas adotadas para limitar a propagação desses materiais. Segundo o texto, o relatório deve conter a identificação de todos os conteúdos e anúncios envolvendo o projeto “Desenrola”.

Fonte: r7

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Tecnologia

Pessoas dizem sentir ‘medo’ ao ver no smartphone anúncios de temas que acabaram de conversar

por Redação 20 de junho de 2023

Uma série de estudos revelou certas técnicas usadas por empresas para ouvir nossas conversas e criar anúncios baseados nelas.

Com base nisso, uma pesquisa identificou como donos de smartphone se sentem quando identificam um anúncio que parece ter sido gerado com base em conversas que nem chegaram a se tornar mensagens.

Um estudo feito em março pela NordVPN, empresa que opera uma rede virtual privada global, mostrou que muitos usuários reagiram com “medo” ao perceberem um anúncio do tipo.

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A pesquisa foi feita em 11 países, e revelou que 53% dos norte-americanos já notaram propaganda de um produto ou serviço sobre o qual falaram recentemente ou viram na TV, mas não pesquisaram em nenhum dispositivo. No Reino Unido esse número chega a 45%, enquanto Canadá e Austrália tiveram resultados de 33% e 37%, respectivamente.

Mas a reação do público foi diferente em cada país, como mostrou a empresa. Entre os britânicos, 49% disseram se sentir “seguidos” ao notar uma propaganda do tipo, um índice bem maior que os 39% dos que moram nos Estados Unidos.

Também no Reino Unido, 13% dos entrevistados revelaram que sentem “medo” ao perceberem esses anúncios, diferente dos 20% de norte-americanos que afirmaram se sentirem “felizes” com publicidade direcionada dessa forma.

Anúncios do tipo ocorrem com o chamado “rastreamento entre dispositivos”, que captam sinais ultrassônicos inseridos em peças publicitárias em veiculadas em outros equipamentos.

Outros dados do estudo mostraram que anúncios do tipo aparecem mais em smartphones (78%, na média) e cerca de 64% das pessoas não sabem mexer nas configurações do telefone para alterar as permissões de um aplicativo potencialmente invasivo.

Como evitar a coleta do tipo
Existem várias maneiras de diminuir e evitar essa vigilância. A mais simples é revogar permissões de alguns aplicativos. O importante é proibir certos aplicativos de acessar informações de microfone, o que bloqueia em teoria bloqueia a coleta de áudio.

Isso é feito de forma relativamente fácil nas Configurações de privacidade do aparelho.

É importante também ficar atento quando um app usa seu microfone — no Android, um ícone verde aparece no canto superior direito da tela; no iPhone, a cor é laranja.

Outra boa possibilidade é contratar uma VPN para impedir que o rastreamento por IP seja usado, uma vez que essas redes virtuais usam criptografia para mascarar esses registros.

A proteção garante que cada dispositivo trafegue em uma rede própria, e evita que as informações sejam cruzadas, em muitos casos.

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BrasilTecnologia

WhatsApp e Instagram fora do ar hoje: apps apresentam instabilidade

por Redação 16 de junho de 2023

Internautas relataram problemans no WhatsApp, Facebook e Instagram nesta sexta-feira (16). No aplicativo de mensagens, o problema está relacionado ao envio de áudios tanto pelo celular, quanto no WhatsApp Web. Já no caso do Instagram, usuário relatam que há dificuldade em compartilhar stories.

O site Downdetector, plataforma que monitora o funcionamento de serviços online, registrou 4.573 notificações sobre falhas no WhatsApp até às 15h59. No caso do Instagram, esse número foi de 1.060 problemas reportados até as 16h. O Facebook, outra rede social que também é controlada pela Meta, também apresenta instabilidade, com mais de 500 ocorrências registradas.

Nos testes realizados pelo TechTudo, o Instagram apresenta a mensagem de “publicando” e “não foi possível carregar este item” quando um usuário tenta publicar um story. No caso do WhatsApp, as mensagem de áudio são enviadas para os contatos nas conversas, mas não carregam. O Techtudo entrou em contato com representantes das plataformas questionando os motivos das falhas.

Fonte: TechTudo

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