A vitória do Cruzeiro sobre o Boca Juniors por 1 a 0, no Mineirão, pela terceira rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores, terminou em clima quente e confusão generalizada dentro de campo. Logo após o apito final, jogadores do time argentino deixaram o banco de reservas e iniciaram um tumulto no gramado.
O princípio da confusão começou quando o argentino Paredes foi cobrar Matheus Pereira imediatamente após o encerramento da partida. O clima já era tenso desde o início do jogo: antes dos dez minutos, Paredes havia recebido cartão amarelo após dar uma peitada no meia cruzeirense.
Na sequência, atletas do Boca Juniors partiram em direção aos jogadores brasileiros, provocando um empurra-empurra no centro do gramado. Apesar da tensão e das discussões acaloradas, não houve registro de agressões físicas.
Jogadores do Cruzeiro atuaram para conter os ânimos e evitar que a situação saísse do controle. Pouco depois, os atletas das duas equipes seguiram para o túnel de acesso aos vestiários e a confusão foi encerrada.
Dentro de campo, o confronto teve o clima típico de um duelo entre brasileiros e argentinos na Libertadores. A partida foi marcada por muitas faltas, reclamações e cartões distribuídos pela arbitragem. Ao todo, foram nove cartões amarelos e uma expulsão durante o jogo.
O Cruzeiro conseguiu controlar a pressão e suportar a forte catimba do time argentino sem perder jogadores por expulsão. A recompensa veio nos minutos finais, quando Villarreal marcou o gol da vitória da equipe mineira diante da torcida no Mineirão.
O resultado fortalece o Cruzeiro na disputa do Grupo da Libertadores e aumenta ainda mais a rivalidade recente entre brasileiros e argentinos na competição continental.
Fonte: GE