Mundo Milei compartilha post que mostra mapa do Brasil formado por favelas e Argentina como futurista Redação16 de dezembro de 2025021 visualizações O presidente da Argentina, Javier Milei, compartilhou nesta segunda-feira (15) uma publicação polêmica que representa o mapa do Brasil e de outros países da América do Sul governados pela esquerda formados por favelas, enquanto a Argentina e nações com governos de direita aparecem como territórios futuristas e desenvolvidos. A imagem foi originalmente publicada por apoiadores do presidente argentino no fim da noite de domingo (14) e repostada por Milei em seu perfil oficial no Instagram. Na legenda do post original, os apoiadores afirmam que “o povo sul-americano grita liberdade” e pedem o fim do que chamam de “socialismo empobrecedor”. A publicação ocorre poucas horas após a vitória do direitista José Antonio Kast nas eleições presidenciais do Chile. Com o resultado, o cenário político da América do Sul passa a ficar dividido entre governos de direita e de esquerda, com uma alternância mais equilibrada a partir de 2026. Milei foi um dos primeiros líderes internacionais a parabenizar Kast pela vitória. Em uma rede social, afirmou que o resultado representa um avanço regional em defesa da vida, da liberdade e da propriedade privada. Segundo o presidente argentino, os dois países devem atuar juntos para fortalecer ideais liberais na América do Sul. O presidente eleito do Chile fará sua primeira viagem internacional nesta terça-feira (16) e escolheu a Argentina como destino. Kast deve se reunir com Milei na Casa Rosada, em Buenos Aires, em um encontro que simboliza o alinhamento ideológico entre os dois governos. José Antonio Kast venceu o segundo turno com mais de 58% dos votos, de acordo com o Serviço Eleitoral do Chile. Ele derrotou a candidata de esquerda Jeanette Jara e se tornará o presidente mais à direita do país desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet, em 1990. Líder do Partido Republicano, Kast defende políticas duras de combate ao crime, controle rígido da imigração irregular e reforço das fronteiras. No passado, elogiou o legado do regime militar chileno, mas, durante a campanha, adotou um discurso mais moderado para ampliar seu apoio eleitoral. Fonte: G1