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Mundo

Irã x EUA

Relatos apontam uso de crianças pelo Irã em funções de segurança durante guerra

por Redação 2 de abril de 2026

A morte de um menino iraniano de 11 anos, identificado como Alireza Jafari, expôs denúncias sobre o uso de crianças em atividades de segurança no Irã em meio ao atual cenário de conflito. Segundo relatos da mãe, Sadaf Monfared, ao jornal municipal Hamshahri, o garoto auxiliava o pai em um posto de controle da milícia Basij quando ambos foram atingidos em um ataque aéreo em Teerã, no dia 11 de março.

De acordo com o mesmo jornal, o ataque teria sido realizado por um drone israelense. As Forças de Defesa de Israel afirmaram à BBC que não conseguiram verificar o caso sem informações mais detalhadas. Organizações de direitos humanos também relataram a morte do menino.

Paralelamente, um integrante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica declarou à agência Fars News que o país passou a recrutar “voluntários” a partir dos 12 anos para atuar em funções de segurança. O programa, chamado “Combatentes Defensores da Pátria do Irã”, prevê a participação desses jovens em patrulhas e postos de controle, com recrutamento realizado em mesquitas e espaços públicos ligados à milícia Basij.

Testemunhas ouvidas pela BBC afirmam ter visto menores, alguns armados, atuando em operações de segurança em Teerã, Karaj e Rasht. Relatos descrevem adolescentes participando de abordagens a veículos e portando armas de fogo.

Especialistas e organizações internacionais reagiram com preocupação. A Human Rights Watch classificou a prática como uma grave violação dos direitos das crianças e potencial crime de guerra quando envolve menores de 15 anos. Já especialistas em direito internacional alertam que o uso de crianças em funções militares ou de segurança é amplamente restrito e pode ampliar riscos à população civil.

O caso ocorre em meio a um cenário de tensão interna e externa, no qual, segundo analistas, o recrutamento de menores pode indicar dificuldades do regime em mobilizar adultos, além de aumentar a exposição de civis — especialmente crianças — a situações de alto risco.

Fonte: G1

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Mundo

Após atrasos, NASA lança missão tripulada à Lua e reacende corrida espacial

por Redação 2 de abril de 2026

Depois de uma série de atrasos, a NASA lançou na noite de quarta-feira (1º de abril) a missão Artemis II, marco histórico que recoloca astronautas em uma trajetória rumo à Lua após mais de meio século. Desta vez, diferentemente da Artemis I, a cápsula Orion segue tripulada, dando início a uma etapa crucial do programa lunar dos Estados Unidos.

Quatro astronautas — Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen — viajam a bordo da Orion, impulsionada pelo foguete SLS, considerado o mais poderoso já construído pela agência. A missão terá duração aproximada de dez dias e prevê um sobrevoo lunar, sem pouso, com passagem pelo lado oculto da Lua e retorno à Terra em trajetória de “retorno livre”.

Durante o voo, a tripulação testará sistemas essenciais em ambiente de espaço profundo, incluindo suporte de vida, navegação, comunicações e controle manual da cápsula. O ponto mais distante da missão deve superar em cerca de 7.500 km o lado oculto da Lua, tornando-se a maior distância já percorrida por humanos desde as missões Apollo. A previsão é de que o sobrevoo lunar aconteça na segunda-feira, 6 de abril de 2026.

A missão também marca avanços simbólicos: Christina Koch será a primeira mulher a participar de uma missão ao redor da Lua, enquanto Victor Glover será o primeiro homem negro. O canadense Jeremy Hansen representa a cooperação internacional no programa, que envolve ainda Europa, Japão e Emirados Árabes Unidos.

No contexto global, a Artemis II ganha relevância estratégica ao integrar uma nova corrida espacial, com os Estados Unidos liderando uma coalizão internacional enquanto China e Rússia avançam em seus próprios projetos lunares. Internamente, a NASA optou por cautela máxima após identificar problemas no escudo térmico da Artemis I, além de enfrentar vazamentos técnicos e condições climáticas adversas que adiaram o lançamento.

O sucesso da missão é considerado essencial para viabilizar a Artemis III, prevista para ocorrer a partir de 2027, quando a NASA pretende levar novamente astronautas à superfície lunar — incluindo a primeira mulher e a primeira pessoa negra — consolidando o retorno humano à Lua e preparando futuras missões a Marte.

Fonte: G1

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Mundo

Finlândia quer atrair brasileiros com 140 mil vagas e visto em até 2 semanas

por Redação 1 de abril de 2026

A Finlândia abriu as portas para trabalhadores estrangeiros e colocou o Brasil no radar: o país europeu projeta a criação de 140 mil vagas até 2035, principalmente no setor de tecnologia, e promete agilizar a emissão de vistos para até duas semanas em casos de contratação formal.

Atualmente, apenas 2.611 brasileiros vivem no país, mas esse número pode crescer significativamente diante da demanda por mão de obra qualificada. A estratégia inclui também a negociação de um acordo bilateral com o Brasil para garantir direitos previdenciários, permitindo que profissionais mantenham a aposentadoria mesmo após retorno ao país de origem.

O movimento é impulsionado por mudanças estruturais. De um lado, o avanço do setor de tecnologia, com startups e empresas focadas em áreas como inteligência artificial, computação quântica, semicondutores e saúde. De outro, a escassez de trabalhadores estrangeiros, agravada pela guerra entre Rússia e Ucrânia, que reduziu a disponibilidade de mão de obra desses países.

Além disso, a Finlândia enfrenta um desafio demográfico crítico: o envelhecimento da população. Dados oficiais indicam que nove em cada dez municípios registram mais mortes do que nascimentos, e cerca de 1 milhão de pessoas devem se aposentar nos próximos anos — em um país com menos de 6 milhões de habitantes.

Hoje, há cerca de 800 vagas abertas, especialmente em áreas de ciências naturais e deep tech. O domínio do inglês é obrigatório, enquanto o finlandês e o sueco são considerados diferenciais. O país também valoriza profissionais com perfil acadêmico, já que universidades e empresas atuam de forma integrada em pesquisa e desenvolvimento.

Apesar de uma taxa de desemprego próxima de 11%, as autoridades afirmam que há um descompasso entre as vagas disponíveis e as qualificações da população local, o que justifica a busca por talentos internacionais.

Entre os atrativos, estão condições de trabalho consideradas mais equilibradas: jornadas de cerca de 37,5 horas semanais, de 25 a 30 dias úteis de férias e licenças parentais mais amplas — chegando a mais de 10 meses para mães e cerca de cinco meses para pais.

A Finlândia também lidera o ranking global de qualidade de vida, embora o cotidiano inclua desafios como temperaturas de até -20°C e longos períodos de escuridão no inverno.

A iniciativa sinaliza uma disputa global por talentos e pode reposicionar o país como destino relevante para brasileiros qualificados, especialmente em tecnologia.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Uso de bombardeiro “mortal” dos EUA no Irã expõe fragilidade aérea e eleva tensão global

por Redação 1 de abril de 2026

O uso de bombardeiros B-52 pelos Estados Unidos no espaço aéreo do Irã, confirmado pelo Departamento de Guerra nesta terça-feira (31), marca uma escalada relevante no conflito e levanta questionamentos sobre a capacidade defensiva iraniana. Segundo o The New York Times, a presença da aeronave indica um possível enfraquecimento dos sistemas antiaéreos do país.

Considerado uma das armas mais letais do arsenal americano, o B-52 é capaz de transportar até 32 toneladas de armamento, incluindo bombas, minas e mísseis de alta precisão. Fabricado pela Boeing desde a década de 1950, o modelo pode percorrer mais de 14 mil quilômetros sem reabastecimento e voar a até 15 mil metros de altitude. Apesar do poder de fogo, a aeronave não possui a agilidade de caças, o que a torna mais vulnerável a defesas modernas.

De acordo com o Pentágono, os bombardeiros serão utilizados para atingir cadeias de suprimentos ligadas à produção de mísseis, drones e embarcações iranianas, com o objetivo de limitar a reposição de armamentos no conflito. Embora o B-52 tenha capacidade nuclear, não há confirmação de uso de ogivas desse tipo nas operações atuais.

Com mais de 70 anos de operação, o modelo já participou de diversos conflitos estratégicos dos Estados Unidos, incluindo a Guerra do Vietnã, ações após os ataques de 11 de setembro e missões contra o Estado Islâmico. A aeronave também integrou operações no Caribe contra o tráfico internacional de drogas. Ao todo, 744 unidades foram produzidas, sendo a última entregue em 1962, e a previsão é de que continue em uso até 2050.

A tensão aumentou após o presidente Donald Trump divulgar um vídeo de uma explosão em Isfahan, supostamente em um depósito de munições. Ainda não há confirmação de que o ataque tenha sido realizado por B-52, e o Irã não se pronunciou oficialmente até o momento.

Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana afirmou que irá retaliar empresas americanas no Oriente Médio. Entre os alvos citados estão Boeing, fabricante do B-52, além de gigantes como Tesla, Google, Apple, Microsoft, Intel, IBM, Oracle, Nvidia, Dell, HP, Cisco, Meta, JP. Morgan, GE, G42, Spire Solution e Palantir. A organização também orientou funcionários dessas companhias a deixarem seus locais de trabalho e recomendou evacuação em um raio de um quilômetro ao redor dessas instalações.

Fonte: G1

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Mundo

Imigrante perde quimioterapia sob custódia do ICE e entra em cuidados paliativos nos EUA

por Redação 31 de março de 2026

Um imigrante de 57 anos, identificado como Oudone Lothirath, está sob cuidados paliativos nos Estados Unidos após perder sessões essenciais de quimioterapia enquanto estava detido pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Diagnosticado com linfoma de Hodgkin, ele deixou de comparecer a quatro das cinco sessões previstas após ser detido em janeiro, no estado de Minnesota.

Refugiado do Laos desde a infância, quando chegou ao país na década de 1980, Oudone já enfrentava um quadro de saúde delicado. No entanto, segundo familiares e amigos, ele respondia bem ao tratamento antes da detenção. “Ele provavelmente teria mais um bom ano pela frente”, afirmou Christina Vilay, amiga e cuidadora, ao jornal The Independent.

Durante o período sob custódia, Oudone foi mantido em uma instalação do ICE em El Paso, no Texas, onde dormia em barracas com cerca de 60 detidos. A ausência do tratamento, segundo relatos, agravou significativamente seu estado de saúde.

O histórico migratório do imigrante remonta a uma condenação por cumplicidade em um tiroteio ocorrido há quase 35 anos, sem vítimas, o que interrompeu seu processo de naturalização e o obrigava a se apresentar regularmente ao ICE. Apesar disso, ele nunca havia sido detido até a operação realizada neste ano.

O caso reacende o debate sobre as condições de detenção e o acesso a tratamento médico para imigrantes sob custódia nos Estados Unidos, especialmente em situações de doenças graves. Oudone integra a comunidade de refugiados do Laos, país marcado por conflitos durante a Guerra do Vietnã e que mantém forte vínculo histórico com os EUA.

Fonte: EXTRA

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Mundo

Bebê brasileiro vestido de papa recebe bênção de Leão XIV no Vaticano e emociona família

por Redação 31 de março de 2026

Um bebê brasileiro de apenas quatro meses protagonizou um momento que repercutiu nas redes sociais ao receber a bênção do papa Leão XIV durante uma audiência no Vaticano. O episódio aconteceu no dia 11 de março, na Praça de São Pedro, e envolveu a família Bortone, de Taubaté, no interior de São Paulo.

Vestido com uma roupa inspirada no traje papal, o pequeno Paulo chamou a atenção do pontífice durante o encontro semanal que reúne peregrinos de todo o mundo. Segundo o pai, o empresário e influencer Matheus Bortone, a ideia de levar o filho para ser abençoado surgiu ainda durante a gestação. Após inscrição e aprovação no site do Vaticano, a família conseguiu participar da audiência.

No dia do evento, os pais chegaram com antecedência e conseguiram uma posição privilegiada. Matheus acredita que a roupa ajudou a chamar a atenção do papa, mas define o encontro como uma “providência divina”. Durante o momento, Leão XIV não apenas concedeu a bênção, como também pegou o bebê no colo e olhou nos olhos da criança e dos pais.

A família descreveu a experiência como emocionante e única. “Foi uma emoção gigante. Representa demais, porque é uma oportunidade que poucas pessoas vão ter”, afirmou o pai. O episódio reforça o simbolismo das audiências papais, encontros públicos que permitem a aproximação entre fiéis e o líder da Igreja Católica.

Fonte: G1

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Mundo

Tráfico de formigas cresce no Quênia e expõe nova rota ilegal de vida selvagem

por Redação 30 de março de 2026

O comércio ilegal de formigas-rainhas tem avançado no Quênia e acende alerta entre autoridades e cientistas sobre uma nova frente do tráfico de vida selvagem. Durante a atual estação chuvosa, a cidade de Gilgil, no Vale do Rift, tornou-se epicentro dessa atividade, impulsionada pela coleta de rainhas durante o período de acasalamento.

Nesse momento, machos e rainhas deixam os formigueiros, o que facilita a captura. As mais visadas são as rainhas da espécie Messor cephalotes, conhecidas como formigas gigantes africanas coletoras. Valorizadas por colecionadores internacionais, podem alcançar até £170 (cerca de R$ 1.185) cada no mercado clandestino, que opera majoritariamente online.

Uma única rainha fecundada é capaz de fundar uma colônia inteira e viver por décadas, o que aumenta seu valor. Segundo relatos, os insetos são embalados em tubos ou seringas com algodão úmido, o que permite sua sobrevivência por até dois meses e facilita o envio pelos correios, muitas vezes sem detecção por scanners.

A dimensão do problema ficou evidente quando, no ano passado, 5 mil rainhas foram encontradas em uma pousada em Naivasha. Os envolvidos — de nacionalidades belga, vietnamita e queniana — foram condenados por biopirataria e pagaram multa de US$ 7,7 mil para evitar prisão. Mais recentemente, um cidadão chinês foi detido no aeroporto de Nairóbi com outras 2 mil formigas embaladas.

O crescimento desse mercado surpreendeu especialistas, já que o país está historicamente associado a crimes envolvendo marfim e chifres de rinoceronte. No entanto, a popularização das formigas como animais de estimação — mantidas em formicários transparentes — tem impulsionado a demanda global.

Pesquisas indicam riscos ambientais significativos. Um estudo publicado na revista Biological Conservation aponta que a introdução de espécies não nativas pode causar desequilíbrios ecológicos. Na China, por exemplo, mais de 58 mil colônias foram monitoradas em vendas online, sendo que mais de 25% envolviam espécies estrangeiras, o que é ilegal.

Especialistas alertam que a remoção de rainhas pode levar ao colapso de colônias inteiras, afetando diretamente o ecossistema. As formigas coletoras desempenham papel fundamental na dispersão de sementes e na manutenção de ambientes saudáveis.

Apesar de existir a possibilidade de coleta legal mediante autorização e acordos com comunidades locais, nenhuma licença foi solicitada até o momento. A ausência de regulamentação internacional específica — já que nenhuma espécie de formiga está listada na Cites — dificulta o controle global desse comércio.

Autoridades quenianas defendem maior fiscalização em aeroportos e fronteiras, enquanto parte dos especialistas aponta potencial econômico na exploração sustentável. Diretrizes aprovadas pelo governo local já preveem o uso comercial de espécies como forma de geração de renda, mas o debate sobre riscos ambientais e regulamentação segue em aberto.

Fonte: G1

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Irã x EUA

EUA ampliam presença militar para mais de 50 mil no Oriente Médio e avaliam ofensiva terrestre contra o Irã

por Redação 30 de março de 2026

Os Estados Unidos já mobilizam mais de 50 mil militares no Oriente Médio em meio à escalada do conflito com o Irã, segundo informações publicadas por veículos como The New York Times e The Washington Post. O reforço inclui cerca de 5 mil novos integrantes — entre fuzileiros navais e marinheiros — além de centenas de forças especiais, elevando o contingente em cerca de 10 mil acima do habitual.

De acordo com autoridades ouvidas sob anonimato, o deslocamento tem como objetivo oferecer ao presidente Donald Trump mais opções militares, incluindo a possibilidade de ampliar a guerra, que já dura cerca de um mês. Entre os cenários avaliados estão ações como a tomada de ilhas estratégicas ou outros territórios iranianos.

O Pentágono também estaria preparando planos para uma possível campanha terrestre de semanas, caso haja autorização para uma invasão limitada. Entre os alvos estratégicos considerados está a Ilha de Kharg, principal centro de exportação de petróleo do Irã, já atingida por bombardeios recentes.

A movimentação ocorre em meio à crise no Estreito de Ormuz, passagem por onde circula cerca de 20% do petróleo e gás liquefeito do mundo, atualmente praticamente bloqueada após ataques iranianos em resposta às ações militares dos EUA e de Israel.

Além disso, cerca de 2 mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada foram enviados recentemente à região, com capacidade para atuar em operações de assalto aéreo. A localização exata das tropas não foi divulgada, mas, segundo autoridades, elas estão posicionadas para possíveis ações contra o Irã.

Apesar da mobilização, especialistas militares apontam limitações. O efetivo atual, mesmo ampliado, é considerado insuficiente para uma operação terrestre de grande escala em um país com cerca de 93 milhões de habitantes e território extenso. Como comparação, a invasão do Iraque em 2003 contou com aproximadamente 250 mil soldados.

Outro fator de risco envolve a exposição das tropas a ataques com drones, mísseis, fogo terrestre e explosivos improvisados. Há ainda o impacto político interno, já que uma escalada militar pode afetar o apoio ao governo Trump às vésperas das eleições legislativas.

Nos bastidores, o governo americano alterna entre sinais de desescalada e ameaças mais duras. A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que os preparativos do Pentágono não significam decisão tomada, mas alertou que o presidente está “preparado para desencadear o inferno” caso o Irã não abandone suas ambições nucleares.

Enquanto isso, a incerteza sobre os próximos passos mantém a tensão elevada em uma das regiões mais estratégicas do planeta.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

Avião espião de US$ 270 milhões dos EUA é destruído em ataque iraniano e eleva tensão no Oriente Médio

por Redação 30 de março de 2026

Um avião de vigilância aérea dos Estados Unidos, avaliado em cerca de US$ 270 milhões, foi destruído após um ataque iraniano à Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita, no último domingo (29). O episódio intensifica a escalada de tensões no Oriente Médio e expõe a vulnerabilidade de estruturas militares estratégicas na região.

Imagens verificadas pela agência AFP mostram a aeronave, um E-3 Sentry, completamente destruída após o impacto. Registros que circularam nas redes sociais indicam que o avião ficou partido ao meio. O modelo é utilizado para monitoramento aéreo e coordenação de operações militares, sendo peça-chave em missões de vigilância.

O ataque teria sido realizado com o uso combinado de mísseis e drones, segundo informações publicadas por veículos como The New York Times e The Wall Street Journal. Pelo menos 12 militares americanos ficaram feridos, sendo dois em estado grave.

De acordo com o Wall Street Journal, além do E-3 Sentry, outras aeronaves também foram atingidas na base, incluindo aviões de reabastecimento. A Base Príncipe Sultan é utilizada pelas forças dos Estados Unidos e tem sido alvo de ofensivas iranianas recentes.

O E-3 Sentry integra o sistema AWACS (Sistema de Alerta e Controle Aerotransportado), capaz de rastrear drones, mísseis e aeronaves a grandes distâncias. Antes do ataque, a Força Aérea dos EUA mantinha cerca de 16 unidades desse modelo em operação.

O episódio ocorre em meio a uma série de ações militares do Irã contra estruturas americanas no Golfo. Nas últimas semanas, ataques teriam atingido sistemas de radar, baterias de defesa antimísseis, drones e aeronaves em bases localizadas na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia e Kuwait, conforme relatos da imprensa internacional.

As ofensivas são apontadas como resposta de Teerã à atuação dos Estados Unidos na região, ampliando a instabilidade em uma área estratégica para a produção e o transporte global de petróleo.

Fonte: G1

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Mundo

Juiz flagra mulher dirigindo em audiência on-line, acusa mentira e decide processo contra ela

por Redação 27 de março de 2026

Uma audiência virtual realizada no estado de Michigan, nos Estados Unidos, chamou a atenção após uma participante ser advertida por aparentar estar dirigindo durante o julgamento. A mulher, identificada como Kimberly Carroll, acabou perdendo a causa após o juiz considerar que ela mentiu durante a sessão.

Segundo a imprensa americana, Carroll respondia a um processo movido pela empresa LVMV Funding por dívidas não pagas. A audiência foi conduzida pelo juiz Michael K. McNally, do distrito de Woodhaven.

Ao perceber a entrada da participante na chamada por Zoom, o magistrado fez um alerta direto: “Você não pode estar dirigindo, senhora”. Carroll respondeu afirmando que não estava ao volante e que seria apenas passageira no veículo. Ela ainda justificou que havia enfrentado uma emergência familiar e que pediria à motorista para encostar o carro.

O juiz, no entanto, demonstrou desconfiança ao notar que a mulher parecia estar posicionada no banco do motorista. “Agora você está mentindo para mim, não é? Deixe-me ver o motorista”, afirmou.

Após hesitar e alegar que precisava pedir autorização para filmar a suposta condutora, o carro parou em um posto de combustíveis. Na sequência, Carroll saiu do veículo justamente pelo lado do motorista, confirmando a suspeita do magistrado.

Em tom irônico, McNally reagiu: “Ah, não, você não está do lado do motorista… Você acha que eu sou tão burro assim?”. Diante da situação, ele se recusou a ouvir a defesa da mulher e concedeu ganho de causa automático à parte contrária.

De acordo com veículos de imprensa dos Estados Unidos, Carroll terá que pagar US$ 1.921,85 à empresa autora da ação, além das custas do processo.

Fonte: G1

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