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Picada de cascavel deixa adolescente em estado grave durante trilha nos EUA

por Redação 7 de abril de 2026

Uma adolescente de 14 anos ficou em estado grave após ser picada por uma cascavel enquanto andava de bicicleta em uma trilha na Califórnia, nos Estados Unidos. O caso ocorreu no dia 20 de março, na trilha Wendy, em Newbury Park, no condado de Ventura, e expõe o aumento de ataques do tipo na região.

Bailey Vanden Bossche pedalava com a amiga Zoey Bark quando escorregou em um trecho estreito e irregular. Ao cair na vegetação, a bicicleta tombou sobre seu corpo e, ao se levantar, a jovem acabou pisando no animal. Inicialmente, as duas acreditaram que se tratava de uma torção ou fratura no tornozelo, já que apenas uma perfuração era visível. Pouco depois, no entanto, os sintomas evoluíram rapidamente, com formigamento no rosto, falha na audição e mal-estar generalizado.

A situação se agravou em uma área de difícil acesso, dificultando o resgate. As adolescentes acionaram o pai da vítima, que encontrou a filha com o tornozelo inchado e sem conseguir se mover. Durante o atendimento, Bailey apresentou dificuldade para respirar e sinais neurológicos, exigindo intervenção imediata das equipes de emergência, que administraram medicação no local e realizaram o transporte em maca adaptada.

A jovem permaneceu internada por cinco dias e precisou retornar ao hospital após complicações, incluindo erupções cutâneas. Segundo familiares, reações ao soro antiofídico podem causar efeitos adversos como alergias e risco de coágulos. Apesar da gravidade, não houve danos permanentes nos tecidos, embora ela ainda necessite de acompanhamento médico e possível fisioterapia.

O caso ocorre em um contexto preocupante na Califórnia, com aumento de ataques de cascavéis associado ao clima mais quente. Um dia antes do incidente, uma mulher morreu após ser picada em Moorpark, e outro caso fatal foi registrado no início do ano no condado de Orange.

Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) indicam que os Estados Unidos registram entre 7 mil e 8 mil picadas de cobra por ano, com média de cinco mortes. Especialistas reforçam que, em casos de picada, a vítima deve manter o membro afetado ao nível do coração ou abaixo, evitar intervenções como cortar ou sugar o veneno e buscar atendimento médico imediato.

Fonte: revistacrescer

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Irã x EUA

Iranianos formam corrente humana para proteger usina em meio a ameaça dos EUA

por Redação 7 de abril de 2026

Centenas de iranianos formaram uma corrente humana ao redor da usina termoelétrica de Kazeroon, na província de Fars, sudoeste do país, nesta terça-feira (7), atendendo a uma convocação oficial do governo. A mobilização ocorre em meio à escalada de tensões com os Estados Unidos e às ameaças de ataque feitas pelo presidente Donald Trump.

Imagens divulgadas pela agência estatal Fars mostram manifestantes reunidos na entrada da instalação, segurando bandeiras e cartazes em apoio ao regime. A ação segue um chamado transmitido pela TV estatal iraniana, que incentivou a população a proteger infraestruturas estratégicas, como usinas de energia.

A convocação foi reforçada por Alireza Rahimi, secretário do Conselho Supremo da Juventude e dos Adolescentes, que pediu a participação de jovens, atletas, artistas, estudantes e professores. Segundo ele, “as usinas de energia são nossos ativos e capital nacional”. Em momentos anteriores de tensão com o Ocidente, o país já havia adotado estratégias semelhantes, com correntes humanas em torno de instalações nucleares.

O movimento acontece poucas horas antes do prazo estipulado por Trump para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, previsto para as 21h (horário de Brasília). O presidente americano ameaçou atacar pontes e usinas iranianas e chegou a afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite”, elevando ainda mais a pressão internacional.

No cenário político e militar, as negociações por um cessar-fogo seguem travadas após a rejeição de uma proposta apresentada pelo Paquistão tanto por Washington quanto por Teerã. Em resposta ao ultimato, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que mais de 14 milhões de cidadãos estão dispostos a “se sacrificar” pelo país, sinalizando resistência diante das ameaças externas.

Com mobilização popular, impasse diplomático e risco de novos ataques, o conflito entra em um momento decisivo, ampliando o temor de uma escalada ainda maior na região.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Trump eleva tom contra o Irã e fala em “fim de civilização” às vésperas de ultimato

por Redação 7 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a intensificar o discurso contra o Irã nesta terça-feira (7), ao afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite” em publicação na rede Truth Social. A declaração ocorre a poucas horas do prazo estabelecido por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

No mesmo texto, Trump sugeriu que uma mudança total de regime no Irã poderia abrir caminho para algo “revolucionário e maravilhoso”, embora tenha dito que o cenário mais provável seria devastador. O republicano também ameaçou destruir o país caso não haja acordo até as 21h (horário de Brasília), incluindo ataques a pontes e usinas de energia. Ele afirmou ainda não se preocupar com possíveis acusações de crimes de guerra por atingir alvos civis.

As declarações tiveram impacto imediato: o Irã interrompeu negociações indiretas com os EUA que, segundo a TV estatal iraniana, avançavam de forma favorável. O impasse ocorre após ambos os países rejeitarem um plano de cessar-fogo proposto pelo Paquistão. Paralelamente, Trump chegou a afirmar que gostaria de controlar o petróleo iraniano, embora tenha reconhecido que a população americana deseja o fim do conflito.

No campo militar, os confrontos se intensificaram. Bombardeios atingiram a província de Alborz, próxima a Teerã, deixando ao menos 18 mortos e 24 feridos. A capital iraniana também sofreu ataques em áreas residenciais e no aeroporto internacional de Khorramabad. Na Ilha de Kharg, principal polo petrolífero do país, explosões foram registradas, e veículos de imprensa americanos apontam ataques dos EUA a alvos militares como bunkers e radares — sem atingir a infraestrutura de petróleo.

O governo iraniano reagiu classificando as ameaças como “delirantes” e afirmou que elas não compensam a “humilhação” dos Estados Unidos na região. Internamente, o presidente Masoud Pezeshkian reforçou o discurso de mobilização total, declarando que 14 milhões de pessoas estariam dispostas a morrer na guerra.

O ultimato de Trump, adiado quatro vezes desde março, chega ao momento mais crítico com escalada de ataques e tensões internacionais. Enquanto isso, cresce o temor global diante de um possível agravamento do conflito em uma das regiões mais estratégicas do planeta.

Fonte: CBN

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Mundo

Gesto simples de entregador idoso vira campanha milionária após viralizar nos EUA

por Redação 7 de abril de 2026

Um ato de gentileza transformou a vida de um entregador de pizzas de 68 anos nos Estados Unidos. Dan Simpson, morador de Idaho, arrecadou mais de US$ 43 mil (cerca de R$ 222 mil) após pagar do próprio bolso por um item faltante em um pedido — atitude que ganhou repercussão nas redes sociais.

O caso ocorreu no fim de março, quando Simpson percebeu que a pizzaria onde trabalha não tinha a Coca-Cola Diet solicitada por um cliente. Sem conseguir contato para informar a ausência do produto, ele decidiu ir até um supermercado e comprar a bebida com recursos próprios para completar a entrega.

A ação foi registrada pela câmera de segurança da casa do cliente, Brian Wilson, que publicou o vídeo no TikTok. As imagens ultrapassaram 2,5 milhões de visualizações e geraram uma onda de elogios ao entregador, destacando sua dedicação e comprometimento.

Diante da repercussão, Wilson criou uma campanha no GoFundMe com o objetivo de ajudar Simpson a se aposentar com mais tranquilidade. A mobilização rapidamente ganhou adesão, com milhares de doações que elevaram o valor arrecadado para mais de US$ 43 mil em poucos dias.

Surpreso com a situação, Simpson chegou a desconfiar da veracidade da campanha. “Isso não pode ser real”, afirmou ao jornal Idaho Statesman. Apesar do reconhecimento e do valor arrecadado, ele minimizou o gesto, dizendo que apenas tentou ajudar. Mesmo próximo da aposentadoria, o entregador afirmou que não pretende parar totalmente de trabalhar.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Trump mistura discurso sobre guerra com evento infantil e gera estranhamento na Casa Branca

por Redação 7 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizou um momento incomum nesta segunda-feira (6) ao abordar temas de guerra durante um evento tradicional voltado ao público infantil na Casa Branca. Ao lado de uma pessoa fantasiada de Coelhinho da Páscoa, o republicano discursou para crianças durante a tradicional caça aos ovos, realizada nos jardins da sede do Executivo.

Acompanhado da primeira-dama Melania Trump, o presidente iniciou sua fala destacando a data religiosa e exaltando sua gestão. “Hoje é um dia muito especial. É um dia em que celebramos Jesus. É um dia em que celebramos a religião. E é uma honra ser o Presidente dos Estados Unidos”, afirmou. Em seguida, mencionou o que classificou como um bom momento econômico, citando recordes no mercado de ações e nas forças armadas.

O tom mudou quando Trump passou a descrever, diretamente para o público infantil, uma operação militar recente envolvendo o resgate de um piloto norte-americano. O militar pilotava um caça F-15E abatido no espaço aéreo iraniano. Segundo o presidente, missões desse tipo são altamente arriscadas. “Você perde 200 para resgatar um, é uma coisa horrível”, disse, ao explicar a complexidade das ações.

O episódio gerou contraste entre o caráter lúdico do evento e o conteúdo do discurso. A caça aos ovos da Casa Branca é uma tradição que remonta ao governo de Rutherford Hayes, entre 1877 e 1881. Neste ano, segundo Melania, a celebração também marcou os 250 anos dos Estados Unidos. “Aproveitem, e espero que tenham um dia maravilhoso”, disse a primeira-dama às crianças.

Em paralelo, a Casa Branca detalhou a operação de resgate mencionada por Trump. O piloto desapareceu na quinta-feira (2), após se ejetar durante um ataque iraniano contra a aeronave. A missão, considerada uma das mais complexas da história do país, envolveu 200 militares, 155 aeronaves, troca de tiros com combatentes iranianos e estratégias para despistar forças inimigas.

O resgate foi concluído no domingo (5). O piloto foi encontrado em estado grave e, segundo o presidente, havia se refugiado em uma caverna após escalar uma montanha mesmo ferido, seguindo protocolos militares. O episódio reforça o contexto de tensão internacional citado no discurso, ainda que apresentado em um ambiente voltado ao entretenimento infantil.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Trump chama iranianos de “animais” e minimiza crime de guerra ao ameaçar atacar civis

por Redação 6 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom da crise com o Irã ao fazer declarações contundentes nesta segunda-feira (6). Durante evento de Páscoa na Casa Branca, ele chamou iranianos de “animais” e negou que um eventual ataque a infraestruturas civis do país configuraria crime de guerra, ampliando a tensão internacional.

Questionado por jornalistas sobre a legalidade de atingir alvos civis, Trump foi direto: “Não, porque eles são animais. Não estou preocupado sobre os alertas por alvejar infraestrutura civil (no Irã)”. A fala ocorre um dia após o presidente afirmar, em redes sociais, que pretende atacar esse tipo de estrutura caso o Irã não reabra totalmente o Estreito de Ormuz até terça-feira (7).

A ameaça acende alerta jurídico e diplomático. Pelas normas do direito internacional, ataques deliberados contra alvos civis em conflitos armados podem configurar crimes de guerra, passíveis de julgamento por tribunais internacionais. O governo iraniano, segundo agências locais, já manifestou preocupação com essa possibilidade.

Ainda nesta segunda, Trump voltou a adotar um discurso ambíguo em relação ao Irã. Ao mesmo tempo em que disse acreditar que Teerã negocia “de boa fé”, afirmou estar “muito chateado” e declarou que o país “vai pagar um grande preço”. Em outra fala polêmica, admitiu que tomaria o petróleo iraniano “se pudesse escolher”.

No contexto das negociações, o presidente também confirmou a rejeição ao plano de cessar-fogo mediado pelo Paquistão, classificando-o como “significativo, mas não suficiente”. O Irã igualmente recusou a proposta, defendendo um acordo que encerre definitivamente o conflito.

As declarações se somam a outras falas recentes de Trump, incluindo xingamentos ao governo iraniano no domingo, e reforçam o clima de escalada retórica e militar. O prazo imposto para a reabertura do Estreito de Ormuz — ponto estratégico para o petróleo global — aumenta a pressão e mantém o cenário internacional em estado de alerta.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã e EUA rejeitam plano de cessar-fogo do Paquistão e elevam tensão com nova contraproposta

por Redação 6 de abril de 2026

Irã e Estados Unidos recusaram nesta segunda-feira (6) o plano de cessar-fogo elaborado pelo Paquistão, ampliando a incerteza sobre o rumo do conflito. Enquanto Washington considerou a proposta insuficiente, Teerã foi além e apresentou uma contraproposta, reforçando a disputa diplomática em meio à escalada de tensões na região.

O presidente norte-americano Donald Trump chegou a reconhecer avanços na iniciativa paquistanesa, mas descartou sua adoção nos termos atuais. “É uma proposta significativa. É um passo significativo. Mas não é suficiente”, afirmou. Ele também reiterou o prazo até terça-feira (7) para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o fluxo global de petróleo, e sinalizou disposição de prolongar a pressão: “Poderíamos sair agora mesmo se quiséssemos, mas eu quero terminar o trabalho”.

Do lado iraniano, a rejeição foi fundamentada na recusa a soluções temporárias. Segundo a agência estatal Irna, Teerã defende o encerramento definitivo do conflito, argumentando que uma trégua apenas daria tempo para que adversários reorganizem novos ataques. “Estamos pedindo o fim da guerra e que se impeça sua repetição”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei. O conteúdo da contraproposta apresentada pelo Irã não havia sido divulgado até a última atualização.

O plano do Paquistão previa uma solução em duas etapas: cessar-fogo imediato — com possível reabertura do Estreito de Ormuz, fechado há mais de um mês pelo Irã — seguido por negociações de 15 a 20 dias para um acordo definitivo. A proposta, chamada provisoriamente de “Acordo de Islamabad”, também poderia envolver encontros presenciais na capital paquistanesa e incluir compromissos nucleares iranianos em troca de alívio de sanções e liberação de ativos.

Apesar da mediação, o cenário segue complexo. Israel, aliado dos EUA no conflito contra o Irã, não foi mencionado diretamente nas negociações relatadas, mas mantém interesses próprios que podem influenciar qualquer desfecho. Autoridades iranianas também já sinalizaram que não aceitarão reabrir o Estreito de Ormuz em caso de cessar-fogo temporário nem se submeterão a prazos impostos.

A proposta paquistanesa surge em meio a contatos intensos entre lideranças, incluindo o chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, que manteve diálogo com autoridades dos EUA e do Irã. Ainda assim, o impasse persiste, ampliando preocupações globais, especialmente pelo impacto potencial no mercado de petróleo e na estabilidade da região.

Fonte: G1

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Mundo

Tecnologia da Nasa permite envio de imagens da Lua sem “Wi-Fi” e revoluciona comunicação espacial

por Redação 6 de abril de 2026

A missão Artemis II, da Nasa, reacendeu uma dúvida curiosa: afinal, existe “Wi-Fi” na Lua? A resposta é não — mas uma nova tecnologia está permitindo a transmissão de imagens do espaço com velocidade e eficiência inéditas. A expedição, lançada na última quarta-feira (1), marca o retorno de voos tripulados rumo à Lua desde o programa Apollo, encerrado em 1972.

Poucas horas após deixar a órbita terrestre, os astronautas já enviavam imagens da Terra. Com o avanço da viagem, registros da Lua também começaram a ser divulgados. O envio desses arquivos, mesmo a centenas de milhares de quilômetros de distância, é possível graças a sistemas avançados de comunicação espacial.

Historicamente, a Nasa utilizava radiofrequência para transmitir dados e manter contato com as missões. Apesar de confiável, essa tecnologia possui limitações de capacidade. Em 2024, porém, a agência testou um sistema inovador baseado em laser bidirecional, capaz de alcançar velocidades de até 1,2 gigabits por segundo — superando significativamente o desempenho das ondas de rádio.

Esse tipo de comunicação a laser já é utilizado no envio de dados por sondas não tripuladas, permitindo a transmissão de imagens e informações científicas com maior precisão e volume. Ainda assim, o sistema de rádio continua sendo complementar, especialmente pela sua estabilidade em diferentes condições.

Outro fator essencial para a comunicação contínua é a Deep Space Network (DSN), rede global da Nasa com estações na Califórnia, em Madri e em Canberra, na Austrália. Com essa estrutura, as espaçonaves permanecem conectadas à Terra em diferentes horários, conforme a rotação do planeta.

A combinação dessas tecnologias mostra que, embora o “Wi-Fi” tradicional não exista fora da Terra, a comunicação espacial avança rapidamente — e já opera em níveis que desafiam os limites conhecidos da transmissão de dados.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Plano de cessar-fogo entre Irã e EUA prevê acordo rápido e reacende debate sobre petróleo global

por Redação 6 de abril de 2026

Irã e Estados Unidos receberam um plano que propõe um cessar-fogo imediato nas hostilidades, com possibilidade de entrada em vigor já nesta segunda-feira (6). A proposta, segundo a agência Reuters, também prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo.

Elaborado pelo Paquistão e apresentado às partes durante a noite, o plano estabelece uma abordagem em duas etapas. A primeira consiste em um cessar-fogo imediato, enquanto a segunda prevê a construção de um acordo mais amplo no prazo de 15 a 20 dias. De acordo com uma fonte ouvida pela Reuters, “todos os elementos precisam ser acordados hoje”, indicando a urgência das negociações.

O entendimento inicial seria formalizado como um memorando eletrônico, com mediação paquistanesa. O país atuaria como canal de comunicação entre Teerã e Washington, podendo inclusive sediar encontros presenciais em Islamabad para a definição dos termos finais — o que deu ao plano o nome provisório de “Acordo de Islamabad”.

Entre os pontos centrais do possível acordo definitivo estão compromissos do Irã relacionados ao seu programa nuclear, em troca de alívio de sanções econômicas e liberação de ativos congelados. Paralelamente, a reabertura do Estreito de Ormuz surge como elemento-chave, diante das preocupações globais com o fluxo de petróleo.

Nos bastidores, o chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, manteve contato contínuo com autoridades de alto escalão, incluindo o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o chanceler iraniano Abbas Araqchi. Até o momento, não houve resposta oficial de Teerã ou Washington, nem posicionamento público do governo do Paquistão.

A proposta surge em meio à escalada de tensões na região, ampliando a pressão internacional por uma solução diplomática que evite impactos mais profundos no mercado energético global.

Fonte: G1

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Mundo

Conheça Ronald Wayne, o terceiro fundador da Apple que vendeu sua participação por R$ 4 mil

por Redação 2 de abril de 2026

Poucos dias após a fundação da Apple, em Los Altos, Califórnia, em meados da década de 1970, Ronald Gerald Wayne, engenheiro de 42 anos, vendeu sua participação na empresa por apenas US$ 800 (aproximadamente R$ 4 mil). Wayne foi o terceiro sócio fundador, ao lado de Steve Jobs e Steve Wozniak, e contribuiu para a criação do primeiro logotipo da marca e trouxe experiência técnica para o projeto.

Enquanto Jobs e Wozniak, ainda jovens, se dedicavam ao desenvolvimento do primeiro computador pessoal na garagem da família de Jobs, Wayne trouxe estabilidade e know-how, mas decidiu deixar o negócio poucos dias após a fundação, temendo os riscos financeiros de uma empresa incipiente.

A Apple surgiu a partir da ideia de Wozniak de criar computadores pessoais acessíveis a todos, conceito inovador para a época. Jobs, então, buscou parceiros e financiamentos para tornar o projeto viável. Antes de criar a empresa, os dois já haviam trabalhado em projetos como as famosas “caixas azuis” e tentado vender computadores para Atari e Hewlett-Packard, sem sucesso.

Hoje, a Apple é uma das empresas mais valiosas do mundo, com valor de mercado estimado em US$ 3,733 trilhões (cerca de R$ 19 trilhões), o que torna a saída de Wayne um dos episódios mais curiosos da história da tecnologia. Apesar de ter vendido sua participação, o engenheiro manteve contribuições históricas para a empresa, ainda que tenha ficado de fora do sucesso bilionário que se seguiu.

Fonte: OGLOBO

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