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Segurança

Segurança

Após ação da PM com morte em Paraisópolis, grupo ataca motoristas no Morumbi, Zona Sul de SP

por Redação 11 de julho de 2025

Um grupo de pessoas foi flagrado atacando ao menos cinco motoristas nos arredores da Avenida Giovanni Gronchi, no bairro do Morumbi, Zona Sul de São Paulo, na noite desta quinta-feira (10). O ataque ocorreu após uma ação da Polícia Militar em Paraisópolis que terminou com um homem morto e três presos.

Por volta das 21h40, a PM confirmou que um policial militar da Rota e um suspeito tinham sido baleados e levados para hospitais da região.

Segundo a TV Globo apurou, a PM foi acionada por volta das 16h após uma denúncia de que havia armamento pesado na Rua Rudolf Lotze.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os policiais apreenderam três armas de fogo, carregadores, drogas, dinheiro e celulares durante a abordagem. Um suspeito de 24 anos morreu no local após trocar tiros com os agentes. O policiamento foi reforçado na região.

Momentos depois da ação, o Globocop, da TV Globo, registrou com exclusividade homens armados com pedaços de madeira e pedras arremessando objetos contra veículos nas ruas do entorno da favela. Um dos carros chegou a ser empurrado e tombado. O grupo fugiu com a chegada das viaturas da PM. Ainda não há confirmação sobre pessoas feridas.

Por volta das 19h, havia ao menos 20 focos de incêndio nas ruas do entorno de Paraisópolis, incluindo a Avenida Giovanni Gronchi (altura do número 3.501), na Praça Moacir Nicodemus e na Rua Doutor Flávio Américo Maurano.

Em entrevista ao SP2, o coronel Emerson Massera, chefe da comunicação da PM, disse que equipes policiais foram acionadas para intensificar o policiamento na região.

“Acionamos equipes do Baep, Choque, Rota e COE atuando na região. Reforçamos a segurança no entorno para prevenir novos crimes e proteger os acessos à comunidade, com o objetivo de manter a ordem. Os atos praticados são criminosos, ações de vândalos, sem sentido ou propósito. Eles tentam provocar a Polícia Militar para forçar um confronto”, ressaltou.

Massera também destacou a relação dos atos com a ação em Paraisópolis. “Entendemos que o protesto começou após uma ação da Rocam, que verificava uma denúncia de uma casa-bomba e se comprovou a denúncia. Quatro criminosos tentaram fugir. Houve troca de tiros. Um criminoso acabou morto e três foram presos ilesos. Foi encontrada grande quantidade de droga, armas carregadores. Mas tivemos nessa ação resistência por parte dos suspeitos”, afirmou.

E completou: “Bom destacadar que todos os policiais envolvidos estavam com as câmeras corporais ativas. Foi uma ação legítima desses policiais e como retaliação, os criminosos estão provocando esse tumulto e atos de vandalismo. A PM está com presença bastante forte, mas enquanto isso, orientamos que a população evite circular pela região”.

Prisões
Segundo apuração da GloboNews, dois dos três presos na ação em Paraisópolis eram foragidos da Justiça por roubo, e um deles não havia retornado da saída temporária em 18 de março de 2024, informou a PM.

Já o homem que morreu era Igor Oliveira de Moraes Santos, de 24 anos. Ele foi detido três vezes antes de completar 18 anos por ato infracional análogo a tráfico de drogas.

Fonte: G1

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Segurança

Recurso do Google que permite PM bloquear celular roubado à distância começa a ser usado em SP; entenda

por Redação 8 de julho de 2025

O aplicativo Google Localizador, que permite bloquear remotamente celulares Android roubados ou furtados, começou a ser usado pela Polícia Militar em todo o estado de São Paulo.

No dia 10 de junho, o Google anunciou, durante o Google For Brasil (evento anual no mercado nacional), que a PM de SP teria acesso a uma função antirroubo no Android para ajudar vítimas a bloquear o celular rapidamente.

No evento, a empresa de tecnologia explicou que a medida fazia parte de um acordo entre o Google e a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC) da PM de SP.

A ferramenta de bloqueio pode ser acessada pelos donos dos aparelhos até mesmo pelo computador. Mas a ideia da parceria com a PM é que a vítima não precise esperar chegar em casa nem dependa de outra pessoa para fazer o bloqueio após o furto ou roubo. Ainda na rua, ela poderá acionar a PM para isso.

Com o aplicativo instalado no tablet da corporação, o policial consegue, dentro da viatura, bloquear a tela do aparelho da vítima, rastrear a localização, emitir um alarme e até apagar todos os dados, se necessário.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a nova tecnologia está apta para 80% dos celulares registrados no estado de São Paulo, que precisam ter ativadas as funções de rastreamento e bloqueio (veja abaixo como ativar).

Para os outros 20%, conforme a SSP, a função ainda não está disponível, mas o policial pode acionar a localização do celular e emitir um alarme sonoro.

Devoluções
Nesta segunda-feira (7), em uma nova etapa do projeto da Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram entregues 43 aparelhos celulares que foram roubados ou furtados.

Eles foram recuperados após o cruzamento de dados dos boletins de ocorrência com as informações das operadoras de telefonia. Na capital paulista, 824 vítimas já foram notificadas. Mais de 270 compareceram às delegacias, e pelo menos 100 celulares já foram devolvidos aos donos pela polícia.

O que torna tudo isso possível é ter o número do IMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel, em português) e registrar o boletim de ocorrência o quanto antes.

Com isso, o aparelho entra automaticamente no sistema da polícia. Quando ele for reativado por outra pessoa, mesmo semanas depois, a polícia é avisada e consegue rastreá-lo.

De janeiro a maio deste ano, o estado de São Paulo registrou 110 mil roubos e furtos de celulares, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Uma queda de 4% em relação ao mesmo período do ano passado. Na capital, foram mais de 68 mil ocorrências, uma queda de 1%.

Para a SSP, 5 mil crimes foram evitados com ações de prevenção, como o bloqueio imediato dos aparelhos pelas equipes, nas viaturas.

“O mais importante de tudo é que, quando a pessoa for vítima de furto, ela registre o boletim de ocorrência e tenha o IMEI. O conjunto dessas 3 iniciativas visam coibir cada vez mais o número de roubos e furtos, tornando cada vez mais difícil a vida do criminoso”, afirmou o secretário Guilherme Derrite.

Confira abaixo qual é o passo a passo para essa devolução:

O que fazer se seu aparelho foi furtado ou roubado
Se já tiver registrado a ocorrência, o próximo passo é aguardar ser contatado pela polícia, caso seu celular esteja entre os recuperados;
Não registrou a ocorrência? Então faça o BO pela delegacia eletrônica, que pode ser acessada neste link;
Informe, no BO, o número de Imei do aparelho, sigla em inglês para “Identidade Internacional de Equipamento Móvel”), uma espécie de “RG” que identifica cada celular. Isso é primordial;
Se não tiver com o número do Imei na hora que fizer o BO, procure na caixa do aparelho ou entre em contato com a operadora, que tem essa informação. O sistema operacional das principais fabricantes (Google, Apple ou Samsung) também ajuda a descobrir o número em poucos passos, como você pode conferir neste link;
Quando estiver com o Imei, entre novamente no site da delegacia eletrônica e complemente o BO;
Mantenha os dados pessoais atualizados no boletim de ocorrência, pois eles serão usados em uma eventual devolução.
O que a Polícia Civil faz quando recupera um celular
O aparelho primeiro passa por um processo de identificação do Imei;
Em alguns casos, quando o celular está bloqueado, com a tela quebrada ou tenha algum outro motivo que não permita o acesso, o departamento de inteligência faz uma perícia para tentar identificar o código;
Depois, os investigadores pesquisam nos sistemas da SSP se existe algum boletim de ocorrência registrado para aquele número de Imei;
Após esse cruzamento de dados, escrivães entram em contato com as vítimas para agendar a devolução do celular de forma segura. O primeiro caminho é avisar pelos números de telefone informados no BO. Se não conseguirem encontrar a pessoa desta forma, vão até o endereço notificá-la.

Fonte: G1

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PCC

MP descobre que chefe do PCC foragido há mais de 10 anos frequentava apartamento de luxo no Tatuapé

por Redação 8 de julho de 2025

Imagens de câmeras de segurança apreendidas por promotores de Justiça que combatem o crime organizado revelaram que Silvio Luiz Ferreira, o Cebola, um dos chefes do PCC, foragido há mais de 10 anos, frequentava um apartamento de luxo no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.

O imóvel, avaliado em R$ 3,7 milhões, está em nome da AHS Empreendimentos e Participações, do advogado Ahmed Hassan Saleh, o Mude, alvo de duas operações de grande envergadura no ano passado — a Fim da Linha, que apurava o envolvimento do PCC em empresas de ônibus, e a Tacitus, sobre o assassinato de Vinícius Gritzbach.

As imagens que mostram o chefe do PCC foram gravadas no dia 5 de abril de 2024, entre 17 e 18 horas. Na ocasião, Cebola estava acompanhado de Ahmed e da mulher dele, aparentemente para acompanhar a finalização do imóvel, segundo os promotores.

As imagens do dia 8 de abril de 2024, véspera da Operação Fim da Linha, por exemplo, mostram a mulher de Ahmed e uma mulher não identificada descarregando utensílios domésticos novos e um homem não identificado realizando a limpeza dos vidros do apartamento.

O que diz a defesa de Cebola
O advogado Anderson Minichillo, que faz a defesa de Cebola disse que o imóvel nunca foi do seu cliente e que ele esteve no local para sabe de seus processos.

“O imóvel nunca foi do meu cliente, inclusive desde a compra, todo o projeto de arquitetura foi direcionado as particularidades e gosto do advogado Ahmed, dono do imóvel. Silvio esteve no local para assinatura de procuração e saber dos andamentos de seus processo, pois há época era cliente do Dr. Ahmed. Conheceu o imóvel neste dia e nunca residiu nele”, disse.

Quem é Cebola
Silvio Luiz Ferreira, o Cebola, tem 45 anos e está foragido desde 2014, quando foi beneficiado por um habeas corpus. No ano passado, ele foi um dos alvos da Operação Fim da Linha do MP, suspeito de controlar a UPBus, empresa de ônibus que operava linhas na Zona Leste da capital paulista.

Durante a operação, os policiais apreenderam na casa dele dois fuzis, uma submetralhadora, cinco pistolas e um revólver, além de centenas de munições.

Cebola está condenado a 14 anos de prisão. Também é réu num processo por lavagem de dinheiro e associação criminosa, suspeito de movimentar mais de R$ 1 bilhão do PCC entre 2018 e 2019.

Fonte: G1

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Segurança

Suspeito de ferir passageira com pedrada em ataque a ônibus é preso em SP

por Redação 7 de julho de 2025

A Polícia Civil prendeu, na noite deste domingo (6), um homem suspeito de ser o responsável por atirar uma pedra em um ônibus e ferir uma passageira no último dia 27, na avenida Washington Luiz, zona sul de São Paulo.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o suspeito foi identificado e preso por policiais da 6ª Disccpaat (Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio), do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).

A mulher de 31 anos ficou ferida por estilhaços do vidro quebrado pela pedrada.

Uma câmera instalada no interior do veículo mostrou quando o coletivo foi atingido pela violência do ataque. A mulher estava no primeiro banco do lado direito do ônibus, mexendo no celular, quando o vidro estourou em cima dela. O smartphone acabou jogado para o meio do corredor. Desesperada, a passageira colocou a mão no rosto e começou a gritar. Ela continuou no lugar até o motorista parar o veículo.

Segundo a polícia, guardas-civis municipais que atenderam a a ocorrência foram informados pelo motorista que a pedra foi lançada do lado direto próxima a porta.

A passageira acabou socorrida à UPA Vila Santa Catarina. Ele chegou a descer do veículo para tentar identificar o agressor, mas ele já havia fugido do local.

Ao todo, quatro pessoas foram detidas nos últimos dias, por suspeita de depredarem ônibus na Grande São Paulo.

A primeira detenção foi de um adolescente em Cotia, na região metropolitana. No sábado (5), dois homens haviam sido presos em flagrante após danificarem coletivos em Pirituba e Santo Amaro, nas zonas oeste e sul, respectivamente — uma passageira ficou ferida e foi socorrida para o Hospital Taipas.

Seu quadro de saúde não foi informado.

Somente na cidade de São Paulo, oito ônibus foram depredados entre sábado e a manhã desta segunda-feira (7), de acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade e Urbana Transporte e a SPTrans, estatal que gerencia o transporte coletivo municipal.

Desde o 12 de junho, quando os ataques começaram, as empresas operadoras relataram que 269 ônibus do sistema municipal foram depredados. “Os atos aconteceram de forma distribuída por todas as regiões da cidade”, diz a secretaria.

Na manhã da última quinta-feira (3), a Polícia Militar anunciou a implantação da Operação Impacto — Proteção a Coletivos. Ela será realizada até o próximo dia 31 em áreas com mais incidências de vandalismo no estado. Ao todo estão sendo mobilizados 3.641 viaturas e 7.890 PMs.

De acordo com a Polícia Civil, 60% dos ataques estão concentrados na zona sul, com destaque para as avenidas Cupecê, Washington Luís e Vereador João de Luca.

Em entrevista coletiva na manhã desta quinta, o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), afirmou que, por ora, a Polícia Civil descarta a participação do crime organizado nas ações.

As ações criminosas, conforme a Polícia Civil, são coordenadas e, geralmente, acontecem a partir das 22h.

Os investigadores apuram se os atos surgem a partir de desafios marcados pela internet, mas ainda não encontraram evidências disso no monitoramento de plataformas digitais e redes sociais.
Segundo o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, o perfil dos vândalos é de pessoas jovens.

Fonte: jornaldebrasilia

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Segurança

Após tentativa de assalto, PM mata por engano homem que saía do trabalho, diz Polícia Civil; vítima levava na bolsa livro e marmita

por Redação 7 de julho de 2025

Um policial militar foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (4) após matar por engano, com um tiro na cabeça, um homem que havia acabado de sair do trabalho, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo. O PM teria confundido a vítima, Guilherme Dias Santos Ferreira, de 26 anos, com um criminoso. Segundo a Polícia Civil, há indícios de que ele não tinha envolvimento com a tentativa de assalto que motivou a reação do PM.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o policial afirmou pilotar motocicleta pela Estrada Ecoturística de Parelheiros quando foi abordado por suspeitos armados que tentaram roubar sua moto.

O PM, então, reagiu com disparos e, durante a confusão, Guilherme foi baleado e morreu no local. Uma mulher de 26 anos que passava pelo local também foi atingida por um disparo e socorrida. No boletim não há informações sobre o estado de saúde dela.

Ainda segundo o BO, três motos foram apreendidas, e outro homem, que trabalha na mesma empresa em que Guilherme e também saía do trabalho, foi detido, mas liberado após prestar depoimento.

Testemunhas e colegas de trabalho afirmam que a vítima saiu do trabalho às 22h28 — cerca de sete minutos antes do crime, ocorrido às 22h35. Guilherme teria sido atingido enquanto corria em direção ao ponto de ônibus. Um funcionário da empresa onde ele trabalhava apresentou imagens com registro do ponto eletrônico que confirmam o horário de saída (vídeo acima).

O próprio Guilherme havia publicado no Status do WhatsApp foto do relógio de ponto à saída do trabalho.

Um amigo dele ouvido pela TV Globo, que não quis se identificar, contou que Guilherme tinha se casado recentemente, fez aniversário na semana passada e era “um rapaz incrível, inteligente e cheio de sonhos”.

Segundo o boletim de ocorrência, foram encontrados com a vítima carteira, celular, remédios, livro, marmita, talheres e itens de higiene. Não havia nenhuma arma de fogo. Na versão atualizada do BO, após contato de amigos de Guilherme com a Polícia Civil apresentarem indícios de que ele estava saindo do trabalho na hora da ocorrência, ele deixou de ser classificado como “envolvido” e passou a ser considerado “vítima”.

A Polícia Civil afirma que, com base nas provas iniciais, “Guilherme não seria um dos criminosos e se aproximava com relativa pressa para se dirigir ao ponto de ônibus, situado cerca de 50 metros do local onde foi atingido”.

O BO informa que o PM “provavelmente acreditou que se tratava de um dos criminosos que o haviam abordado” e que o policial deve ter agido por erro de “percepção”, o que afasta a hipótese de legítima defesa. Por isso, foi autuado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A arma usada — uma pistola Glock calibre .40 pertencente à Polícia Militar — foi apreendida.

A fiança foi definida em R$ 6.500 e paga por um representante do policial, que foi solto após o registro da ocorrência. Segundo a Polícia Militar, ele vai responder pelo crime em liberdade.

A investigação segue com apoio da perícia técnica, que vai analisar os estojos de munição recolhidos no local e demais evidências.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que “um policial militar de 35 anos foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (4) após atirar e matar um homem de 26 anos na Estrada Ecoturística de Parelheiros, na zona sul de São Paulo. O PM reagiu a uma tentativa de roubo praticada por um grupo de motociclistas efetuando disparos para dispersar os suspeitos. Na sequência, ainda no local, o policial viu um homem se aproximando e atirou novamente. O homem, no entanto, não tinha relação com a ocorrência”.

Ainda de acordo com o comunicado, “o policial foi autuado por homicídio culposo, pagou fiança estabelecida nos termos do artigo 322 do Código de Processo Penal (CPP), e responderá ao processo em liberdade. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Polícia Militar acompanha o inquérito”.

Fonte: G1

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Segurança

Homem é esfaqueado e morre em briga na Avenida Ipiranga, no Centro de SP, após ser confrontado por tentar matar cachorros

por Redação 3 de julho de 2025

Uma briga entre dois homens causou uma morte na Avenida Ipiranga, na República, por volta de 11h desta quarta-feira (2).

De acordo com a GCM (Guarda Civil Metropolitana), o homem que morreu estava com uma faca com o intuito de matar cachorros na Praça da República, no Centro de São Paulo.

Foi, então, repreendido por um rapaz de 25 anos, que começou a discutir com ele. Os agentes da GCM foram acionados por moradores.

Segundo os policiais civis, o homem corria pela via sendo perseguido pelo rapaz, que o alcançou e desferiu dois golpes de faca em seu peito.

A vítima caiu já inerte. Uma ambulância que passava pelo local prestou atendimento, e a médica constatou o óbito. O Samu foi acionado e confirmou a morte.

Prisão em flagrante
O rapaz de 25 anos foi preso em flagrante no local por homicídio, de acordo com nota da SSP (Secretaria de Segurança de São Paulo).

A faca foi apreendida, bem como o celular e o carregador da vítima, que ainda não foi identificada.

Testemunhas disseram que eles são moradores da região. O caso foi registrado como homicídio e ameaça pelo 2º Distrito Policial (Bom Retiro), que requisitou perícia.

Fonte: G1

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Segurança

Adolescente de MT que mantinha relacionamento com menor do RJ também planejava matar os pais, diz delegado

por Redação 1 de julho de 2025

As investigações da Polícia Civil apontaram que a adolescente de 15 anos envolvida em um relacionamento virtual com o garoto de 14 anos que confessou ter matado os pais e o irmão de 3 anos também planejava assassinar os próprios pais. Ela foi apreendida em Água Boa (MT) nesta segunda-feira (30).

O delegado responsável pelo caso, Matheus Soares Augusto, informou que a menina foi uma “grande incentivadora” para que o adolescente praticasse o crime em Itaperuna (RJ) no dia 20 deste mês. Ela foi identificada e ouvida na última quinta-feira (26).

Segundo as investigações, os dois se conheceram por meio de um jogo online e o crime pode ter sido motivado por dois fatores: a proibição dos pais do garoto ao relacionamento virtual e o interesse financeiro do jovem, que queria usar R$ 33 mil do FGTS do pai para viajar e encontrar a namorada.

Os corpos foram encontrados na quarta-feira (25), quando os policiais foram até a casa da família e sentiram um forte cheiro vindo do local.

Entenda o caso
Um adolescente de 14 anos foi apreendido pela Polícia Civil na quarta-feira após confessar que matou os pais e o irmão mais novo no sábado (21) passado. Segundo a polícia, ele demonstrou frieza durante o depoimento e disse que “faria tudo de novo”.

A polícia informou que o adolescente cometeu o crime porque os pais, de 45 e 37 anos, eram contra um relacionamento virtual que o garoto mantinha com a adolescente que mora em Mato Grosso.

Ainda de acordo com a polícia, o adolescente esperou os pais dormirem, pegou a arma escondida debaixo da cama, e atirou na família. A arma era registrada no nome do pai, que tinha autorização como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).

Após confessar o crime, ele foi apreendido em flagrante e conduzido à 143ª DP. Ele vai responder por ato infracional análogo a triplo homicídio e ocultação de cadáver. O caso será encaminhado ao Ministério Público.

Fonte: G1

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Segurança

Cemitério clandestino com mais de 10 ossadas é encontrado na Zona Sul de SP

por Redação 27 de junho de 2025

Um cemitério clandestino foi encontrado na tarde desta quinta-feira (26) na região do Parque dos Búfalos, Zona Sul de São Paulo.

Segundo a Guarda Civil Metropolitana, agentes encontraram o local após denúncia. Até as 18h, haviam sido encontradas 12 ossadas.

Vídeos enviados à TV Globo mostram o momento em que os guardas encontram as valas abertas na área. O caso vai ser apresentado no 98º DP, que fará investigação para identificar os corpos enterrados.

Fonte: G1

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Segurança

Policial civil que fazia a segurança de galpão em centro de logística em São Bernardo é morto por ladrões

por Redação 23 de junho de 2025

Um policial civil de 67 anos que fazia a segurança de um galpão em um centro de logística em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, foi morto por ladrões na noite de domingo (22).

Dentro do centro, existem galpões que são alugados por diversas empresas para armazenar produtos. De acordo com a polícia, três bandidos armados invadiram o local pelos fundos e renderam outro vigilante, que é agente penitenciário e também fazia a segurança do local.

Depois, em outro galpão, abordaram o policial civil, que foi baleado duas vezes. O Samu foi ao local, mas não conseguiu reanimar a vítima. A ação dos criminosos durou cerca de meia hora.

Segundo o delegado que investiga o latrocínio, Julio Cesar Queiros Farias, a arma do policial foi roubada pelos bandidos. O agente que sobreviveu disse à polícia que os criminosos procuravam cobre, mas fugiram sem levar nada.

Por se tratar de um centro logístico, a localização é estratégica, bem perto da Rodovia dos Imigrantes e do Rodoanel, o que facilitou a fuga dos criminosos. Além disso, a área é cercada por uma mata de difícil acesso.

Policiais do grupo de operações especiais também fizeram buscas na região. Imagens de câmeras de segurança podem ajudar a polícia a identificar os suspeitos.

“Nas imagens, é possível ver três indivíduos abordando esse vigilante, que é um policial penal. Ele relata que foi rendido por esses indivíduos, foi amarrado e teve sua arma subtraída. Posteriormente, eles foram a outro ponto do galpão, que é bem grande, e abordaram o policial civil, ceifando a vida dele. Eles retornaram com esse primeiro vigilante, amarraram ao cinto de segurança do veículo. Deixaram ele no local e se evadiram”, disse o delegado Queiros Farias.

A investigação tenta apurar também se havia um quarto criminoso que ajudou na fuga.

Fonte: G1

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Segurança

Sangue no carro é de empresário encontrado morto no Autódromo de Interlagos e de mulher ainda não identificada

por Redação 20 de junho de 2025

A Polícia Civil confirmou nesta quinta-feira (19) que o sangue encontrado no carro do empresário Adalberto Amarildo Júnior, morto no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, é dele e de uma mulher ainda não identificada.

Segundo laudo parcial, além do sangue do próprio empresário, há vestígios de DNA de uma mulher ainda não identificada. A investigação pediu a comparação do DNA com o da esposa de Adalberto.

“As investigações do caso seguem pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O laudo do DNA realizado no sangue encontrado no carro da vítima foi parcialmente concluído, confirmando ser do empresário e um perfil feminino, ainda não identificado. Outros exames e demais coletas estão sendo feitas visando à devida elucidação dos fatos. Demais detalhes serão preservados devido ao segredo de Justiça imposto”, diz nota da Secretaria da Segurança Pública.

De acordo com os investigadores, as marcas já poderiam estar no veículo anteriormente, e o sangue não estaria relacionado à morte. Apesar disso, as marcas são recentes e não foi necessário usar luminol _ substância química usada principalmente na investigação forense para detectar vestígios de sangue, mesmo que tenham sido limpos ou não sejam visíveis a olho nu.

A polícia também aguarda um laudo do IML, que analisa os resíduos encontrados embaixo das unhas da vítima. Ele também pode indicar alguma nova pista para os investigadores.

A investigação ainda analisa gravações de câmeras de cinco dias de nove câmeras diferentes.

A polícia também apura se seguranças, vendedores ou frequentadores do autódromo estão envolvidos no homicídio do empresário.

Adalberto Amarilio Júnior havia sumido em 30 de maio depois de ir a um festival sobre motos no autódromo. Seu corpo foi encontrado em 3 de junho dentro de um buraco por um funcionário da obra.

Até o momento, nenhum suspeito pelo crime foi identificado ou preso.

Uma das hipóteses investigadas pelo Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) é a de que alguém colocou Adalberto no espaço de 3 metros de profundidade por 70 centímetros de diâmetro. O cadáver foi encontrado sem calça nem tênis.

‘Morte sofrida, lenta’

Ele tinha 35 anos, era casado e dono de óticas. Laudo pericial da Polícia Técnico-Científica divulgado na terça-feira (17) concluiu que Adalberto teve uma morte violenta por asfixia.

A delegada Ivalda Aleixo, diretora do DHPP, reforçou que peritos da Polícia Técnico-Científica lhe disseram que, provavelmente, foi “uma morte agonizante, lenta, que ele podia estar desmaiado, tentando respirar, mas ele acaba falecendo”.

A polícia investiga se essa asfixia foi causada por esganadura ou se ocorreu devido a uma compressão torácica. Segundo policiais que investigam o caso, foram encontradas escoriações no pescoço de Adalberto, que sugerem uma possível esganadura cometida por outra pessoa. Outra possibilidade é a de que alguém possa ter comprimido o pulmão do empresário com o joelho.

Dos 180 seguranças que atuaram no evento, 100 deles já foram descartados como possíveis suspeitos. Análise feita nos celulares deles indicou que estavam fora do local do crime. Parte deles já prestou depoimento. O DHPP investiga se o restante do grupo, assim como vendedores e eventuais frequentadores, pode ter tido alguma participação na morte do empresário.

Câmeras de segurança gravaram os últimos momentos do empresário caminhando no estacionamento do lugar (veja vídeo nesta reportagem).

Ainda segundo a perícia, não foram encontradas lesões traumáticas nem indícios de violência sexual. De acordo com os laudos, os joelhos de Adalberto foram feridos quando ele estava vivo, o que sugere, de acordo com a investigação, que a vítima pode ter sido obrigada a se ajoelhar ou foi arrastada.

Em novembro de 2024, um catador de materiais recicláveis foi espancado e morto por dois funcionários da segurança do autódromo, segundo investigação da polícia.

Bebida e droga

Rafael Aliste, amigo do empresário, e que se encontrou com ele no evento, contou em depoimento à polícia, que os dois tomaram oito cervejas e fumaram maconha e que Adalberto estaria “alterado”. Os exames periciais, no entanto, não detectaram álcool nem droga no organismo da vítima.

Rafael não é considerado suspeito pela polícia, mas sim uma testemunha que está colaborando com a investigação.

Segundo policiais, o fato de a perícia não ter encontrado álcool nem droga em Adalberto tem uma explicação: quando os testes foram feitos, as substâncias já haviam desaparecido naturalmente devido ao tempo passado até a coleta. O DHPP sabe, no entanto, que Rafael e Adalberto realmente beberam porque verificaram essa informação nas comandas do evento e nos débitos bancários deles.

Laudos periciais

Mais um laudo que está sendo elaborado é o do local onde o corpo foi encontrado. Este será produzido pelo Instituto de Criminalística (IC) e servirá como um mapa da região onde o corpo foi achado, mostrando o trajeto feito do estacionamento até o buraco.

A partir dos depoimentos, os investigadores vão preparar um croqui em 3D, por meio da técnica conhecida como espelhamento, para reconstituir a possível trajetória do empresário entre o evento, o local em que seu carro estava estacionado e o buraco da obra onde o corpo foi encontrado.

Fonte: G1

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