Segurança Suspeito de tentativa de sequestro em SP confessa crime e diz que se escondia por medo de represália Redação22 de junho de 2026013 visualizações Um dos suspeitos presos por envolvimento na tentativa de sequestro de uma criança em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, admitiu participação no crime e afirmou que estava escondido por medo de ser morto. A confissão foi registrada por uma câmera corporal de um policial militar durante a abordagem. O homem foi localizado na sexta-feira (19), durante patrulhamento no Centro da capital. Ele foi abordado na Rua Apa, na região de Santa Cecília, após ser reconhecido pelos agentes. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), ele não resistiu à prisão. Em depoimento aos policiais, o suspeito afirmou que sabia que seria encontrado e disse ter se escondido após a repercussão do caso nas redes sociais. Ele alegou ainda que temia ser linchado por moradores. “Eu estava escondido porque a população tentou me matar. Fiquei um dia, quase dois dias dentro de um córrego… consegui sair ontem à noite”, disse o homem na gravação. De acordo com a SSP, ele foi indiciado por tentativa de subtração de incapaz. Um inquérito foi instaurado pela 1ª Delegacia de Proteção à Pessoa do DHPP, responsável pela investigação. O crime ocorreu na última terça-feira (16), quando câmeras de segurança registraram o momento em que dois homens chegaram a um táxi e se dirigiram até uma criança que andava de bicicleta em Guaianases. Um dos suspeitos teria segurado o menino e tentado colocá-lo à força dentro do veículo. A ação foi interrompida por um pedestre que percebeu a situação e interveio. Após a tentativa frustrada, os suspeitos tentaram fugir no táxi, mas o motorista desligou o carro. Os dois foram retirados do veículo e agredidos por moradores da região. Na sexta-feira (19), dois corpos foram encontrados na Rua Hidekichi Hattori, no bairro Colônia, também na Zona Leste. A polícia investiga se as vítimas têm ligação com o caso e se seriam os mesmos envolvidos na tentativa de sequestro. Segundo informações preliminares, um dos corpos pode ser do homem que se passou por pai da criança durante a ação, mas a identificação ainda não foi confirmada oficialmente. O Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) apura o caso e trabalha com a hipótese de conexão entre os episódios. Fonte: G1