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8 DE JANEIRO

Brasil

PF faz buscas em endereços de sobrinho de Bolsonaro na 19ª fase da operação Lesa Pátria

por Redação 25 de outubro de 2023

A Polícia Federal cumpre nesta quarta-feira (25) cinco mandados de prisão e 13 de busca e apreensão na 19ª fase da Operação Lesa Pátria. As medidas são cumpridas em Cuiabá (MT), Cáceres (MT), Santos (SP), São Gonçalo (RJ) e em Brasília (DF). Um dos alvos é o sobrinho do ex-presidente Jair Bolsonaro Léo Índio. A polícia faz buscas em endereços ligados a ele. Ao todo, as medidas são contra 12 investigados. A defesa de Léo Índio informou que buscas já tinham sido realizadas e nada foi encontrado (leia nota abaixo).

Índio foi candidato pelo PL à Câmara Legislativa do Distrito Federal em 2022, mas não foi eleito. Ele também foi assessor parlamentar no Senado. Esta é a segunda fez que a polícia cumpre mandados em endereços ligados a ele. A primeira foi em janeiro.

Os mandados de prisão foram cumpridos nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. No Mato Grosso, nove mandados já foram cumpridos.

A PF afirma que os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido e crimes da lei de terrorismo.

A operação tem como principal objetivo identificar pessoas que incitaram os fatos ocorridos no 8 de Janeiro, participaram deles e os financiaram. Na ocasião, extremistas depredaram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.

Defesa
Confira a nota completa da defesa do sobrinho de Bolsonaro, Léo Índio:

A defesa de Leo Índio informou que “ no início do inquérito, já houve um mandado de busca e apreensão emitido em desfavor dele, e nada foi encontrado. Não é novidade alguma. O nome dele foi incluído no inquérito que apura os atos infracionais do dia 08/01, e até o presente momento, inobstante o pedido da defesa de acesso ao STF aos termos do inquérito,ainda não foi autorizado”.

Fonte: r7

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Segurança

Condenado por bomba no aeroporto de Brasília, Alan Diego presta depoimento à CPMI

por Redação 28 de setembro de 2023

Preso por tentar explodir um caminhão-tanque no aeroporto de Brasília, Alan Diego dos Santos Rodrigues presta depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro nesta quinta-feira (28). Ele é um dos três condenados pela tentativa de ataque às vésperas do Natal de 2022. O blogueiro Wellington Macedo e o empresário George Washington de Oliveira já foram ouvidos pelo colegiado.

A presença de Rodrigues foi requisitada por vários parlamentares, tanto da base do governo quanto da oposição. Um dos requerimentos aprovados destaca que o condenado disse em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal que recebeu, no acampamento localizado em frente ao quartel-general do Exército em Brasília, a bomba colocada em um caminhão encontrado perto do aeroporto. Aos policiais, Alan confirmou a autoria do crime e disse ter recebido de George Washington o artefato que seria instalado no caminhão-tanque com mais de 60 mil litros de combustível.

Esta não será a primeira vez que o depoente comparece a uma oitiva parlamentar. Em junho, ele depôs na CPI da Câmara Legislativa do DF, que também investiga os atos extremistas em Brasília. Na ocasião, ele disse que sonhava em conhecer a capital federal e que veio apenas para passear.

Rodrigues também contou aos parlamentares que a bomba não explodiu porque ele impediu. “Eu informei às autoridades, mandei mensagens e informei. Se as autoridades fossem lá, ela não ia explodir.” De acordo com ele, a dinamite explodiria se alguém acionasse o detonador. Ele se negou, no entanto, a dizer quem era o responsável por detonar o explosivo, sob a justificativa de que está sendo ameaçado.

Ele foi condenado a cinco anos e quatro meses de prisão pelo crime de explosão, previsto no artigo 251 do Código Penal. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes revogou a prisão dele em outro processo, que está sob sigilo. No entanto, pela condenação relativa à bomba, ele permanece cumprindo pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Nova votação
Além do depoimento de Rodrigues, a CPMI do 8 de Janeiro deve votar novos requerimentos na mesma sessão. Os pedidos seriam votados na terça-feira (26), mas, por falta de acordo, a pauta foi adiada.

O presidente da CPMI do 8 de Janeiro, Arthur Maia (União Brasil-BA), condicionou a votação de novos requerimentos da ala governista à análise de um pedido de convocação feito pela minoria. Esse posicionamento de Maia faz parte da estratégia adotada pelo presidente desde o começo dos trabalhos da comissão para “equilibrar” as aprovações de requerimentos entre governo e oposição.

A minoria quer ouvir um representante da Força Nacional de Segurança Pública, que Maia também defende. “Se não tiver acordo, coloco o requerimento da Força Nacional. Caso seja aprovado, aí colocamos os outros requerimentos solicitados pela maioria.” Segundo Maia, a negociação é a forma de garantir a aprovação de pedido também da minoria. “Da minha parte não há nenhuma dificuldade de estender até quinta-feira para ver se vamos ou não ter condições de fazer essa reunião”, ponderou.

Os governistas querem garantir a aprovação das quebras de sigilo de inteligência financeira do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Sem isso, não deve haver novas aprovações.

Fonte: r7

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Brasil

STF conclui julgamento e condena primeiro réu por envolvimento nos atos do 8/1 a 17 anos de prisão

por Redação 14 de setembro de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta quinta-feira (14) Aécio Lúcio Costa Pereira, o primeiro réu acusado pelos atos extremistas de 8 de janeiro, a 17 anos de prisão. Ele deverá cumprir a pena em regime inicial fechado — 15 anos e seis meses de reclusão e um ano e seis meses de detenção.

O advogado de Aécio alegou que a Corte não tem competência para o julgamento — segundo ele, o caso deveria ser analisado pela primeira instância da Justiça. Além disso, ele afirmou que o cliente está preso sem contato com a família, que não pode visitá-lo porque não foi vacinada contra a Covid-19.

Estão em pauta outras ações penais, que devem ser julgadas no período da tarde: Thiago de Assis Mathar, Moacir José dos Santos e Matheus Lima de Carvalho Lázaro. Todos respondem pela prática de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima, além de deterioração de patrimônio tombado.

Na quarta-feira (13), o relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, votou para condenar Aécio Lúcio Costa Pereira a 17 anos de prisão. O ministro também decidiu que Aécio deve pagar 100 dias-multa, cada um no valor de um terço do salário mínimo vigente, totalizando R$ 44 mil, além de R$ 30 milhões de maneira solidária — ou seja, junto com outros eventuais condenados. Os demais ministros agora começam a votar.

O ministro Edson Fachin acompanhou o relator, ministro Alexandre de Moraes, para condenar o réu por todas as imputações da denúncia. Os ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux e as ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber também se juntaram ao mesmo entendimento.

O ministro Nunes Marques votou pela condenação de Aécio à pena de dois anos e seis meses de reclusão, quanto aos crimes de deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado pela violência e grave ameaça.

Nesta quinta-feira (14), Cristiano Zanin propôs uma pena de 15 anos de prisão, sendo 13 anos e seis meses de prisão em regime fechado e o restante em regime aberto, além do pagamento de 45 dias-multa.

Já o ministro André Mendonça votou para absolver do crime de golpe de Estado e por condenar o acusado pelos crimes de abolição do Estado democrático de Direito, associação criminosa, dano qualificado e deterioração do patrimônio e propôs pena de sete anos e 11 meses de prisão, além de 50 dias-multa.

Luís Roberto Barroso propôs pena de dez anos de reclusão e um ano e seis meses de detenção, com a mesma quantidade de dias-multa proposta por Moraes. No período da tarde, os ministros vão analisar outras ações penais.

Fonte: r7

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Brasil

Informe da Abin revela que Exército organizou trânsito para dar ‘fluidez’ a caravanas pró-Bolsonaro no DF

por Redação 13 de setembro de 2023

Um informe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) revela que o Exército organizou um esquema especial de trânsito com o objetivo de “garantir maior fluidez” aos ônibus de caravanas com apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que chegavam à Brasília rumo ao acampamento montado em frente ao quartel-general (QG). A mensagem foi enviada dois dias antes da invasão das sedes dos Três Poderes, justamente quando houve uma intensificação no número de manifestantes para participaram dos protestos organizados pelas redes sociais..

“Todos os acessos à Av. do Exército estão bloqueados. Perguntados sobre o motivo, militares responsáveis pelo balizamento de trânsito em dois pontos de acessos distintos deram a mesma resposta: a restrição destina-se a garantir maior fluidez aos ônibus de caravanas que estariam para chegar no QGEx”, diz o informe.

O R7 teve acesso à mensagem, que foi enviada pelo ex-secretário de Planejamento e Gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Leonardo Singer ao então diretor-adjunto da agência Saulo Cunha. A informação é referente a um levantamento das 14h45 do dia 6 de janeiro e, naquele momento, a percepção era de que ainda não havia um aumento no número de pessoas acampadas. “Contudo, foram observados manifestantes chegando no acampamento trazendo água e comida”, completa.

A informação deve ser alvo de questionamentos ao general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, ex-chefe do Comando Militar do Planalto (CMP), no depoimento que ele dará à CPMI do 8 de Janeiro marcado para esta quinta-feira (14). Ele será questionado pela atuação no comando das tropas no monitoramento do acampamento em frente ao quartel-general.

Dutra é suspeito de ter barrado o desmonte da mobilização pela Polícia Militar do DF após os atos extremistas do 8 de Janeiro. Em depoimento à CPI na Câmara Legislativa, Dutra disse que o Exército sempre teve a intenção de “desmotivar” o acampamento, mas que ele não era ilegal.

Também à CPI dos deputados distritais, o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública Anderson Torres relatou que “a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal por mais de duas vezes tentou tirar aqueles manifestantes e contou com a negativa do Exército”. “O Exército nunca permitiu que se tomasse alguma medida em relação àquelas pessoas enquanto elas estavam ali acampadas”, disse, em 10 de agosto.

Questionado sobre o informe trocado entre os ex-Abin, o Centro de Comunicação Social do Exército informou “que aguarda as apurações de todos os fatos pelas autoridades competentes” e que “não se manifesta sobre processos investigativos conduzidos por outros órgãos”.

Blindagem
As conversas foram obtidas pelo R7 e fazem parte do rol de documentos sigilosos da CPMI que apura os ataques do 8 de Janeiro. Nelas, Singer e Cunha também discutem estratégias para “blindar” a Abin das consequências dos atos.

Singer também informou a seu superior sobre a necessidade de alertar o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, general Gonçalves Dias, sobre a existência de um infiltrado que teria facilitado o acesso de extremistas a armas guardadas no Palácio do Planalto durante as invasões.

Fonte: r7

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Brasil

Moraes autoriza que réu do 8 de Janeiro assista ao próprio julgamento da cadeia

por Redação 13 de setembro de 2023

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que Aécio Lúcio Pereira, o primeiro réu que terá ação penal julgada nesta quarta-feira (13), assista à sessão do presídio. O julgamento diz respeito aos ataques de 8 de janeiro. A determinação vale até o fim da sessão valendo para eventual continuidade de julgamento em outros horários não consignados. A defesa havia pedido que ele ao julgamento presencialmente.

Além de Pereira, os magistrados analisam os processos de Thiago de Assis Mathar, Moacir José dos Santos e Matheus Lima de Carvalho Lázaro. Os processos, relatados por Alexandre de Moraes, serão julgados pelos ministros no plenário físico da Corte.

Os quatro réus vão ser julgados pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima, além de deterioração de patrimônio tombado. As penas podem chegar a 32 anos.

As denúncias foram apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e aceitas por decisão dos ministros do Supremo no plenário virtual. Depois disso, foram feitas as audiências de instrução dos processos, com coleta de depoimentos de testemunhas de defesa e acusação e interrogatório dos réus.

De acordo com o subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, que assina as denúncias, “todos os agentes unidos pelo vínculo subjetivo, imbuídos de iguais propósitos e contribuindo uns com os outros para a obra criminosa coletiva comum, tentaram, com emprego de violência e grave ameaça, abolir o Estado democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos Poderes Constitucionais”.

Como será o julgamento
As ações serão julgadas individualmente. Em cada caso, a análise começa com a leitura do relatório do ministro Alexandre de Moraes. Em seguida, o ministro revisor, Nunes Marques, poderá fazer complementos ao relatório. Depois disso, a acusação, representada pela PGR, e a defesa terão uma hora cada uma para apresentar argumentos e provas sobre o réu em julgamento.

A votação que decidirá a culpa ou inocência de cada um dos acusados será iniciada pelo relator, seguida pelo voto do revisor. Na sequência, a votação será realizada a partir do ministro mais recente, Cristiano Zanin, até chegar ao ministro mais antigo na Corte, Gilmar Mendes. O último voto é da presidente do Supremo, Rosa Weber.

Ao todo, deverão ser analisadas no plenário 232 ações penais contra réus acusados dos crimes mais graves que ocorreram no 8 de Janeiro.

Fonte: r7

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Brasil

CNJ vai analisar suposto envolvimento de membros do Judiciário em atos do 8 de Janeiro

por Redação 12 de setembro de 2023

O corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luis Felipe Salomão, decidiu investigar uma suspeita de que servidores do Poder Judiciário e magistrados tenham participado dos atos extremistas do 8 de Janeiro em Brasília, quando as sedes dos Três Poderes foram atacadas e destruídas.

A Corregedoria Nacional de Justiça determinou a instauração de Pedido de Providências para a apuração da responsabilidade disciplinar de servidores públicos do Judiciário, no âmbito das competências constitucionais e regimentais.

Na decisão, Salomão argumentou que “os atos do dia 8/1 foram apenas o clima de uma prática discursiva disseminada nos meios de comunicação de massa, que tinha como alicerce uma deliberada desordem informacional voltada a gerar uma crise de confiança e deterioração das instituições republicanas”.

Por isso, segundo o corregedor, “é importante investigar a participação de servidores ou membros do Poder Judiciário tanto nas lamentáveis depredações do dia 8/1 quanto nos períodos anteriores”.

“Há diversas notícias na internet acerca do envolvimento de servidores públicos nos atos de cariz golpista noticiados para o mundo, de modo que se faz necessário investigar se servidores ou membros do Poder Judiciário estiveram imiscuídos nesse levante contra as instituições democráticas”, disse.

Os ministros Alexandre de Moraes, do STF, e Benedito Gonçalves, relator de ação no Superior Tribunal Eleitoral (TSE), deverão encaminhar à Corregedoria informações acerca da presença de membros do Judiciário em procedimentos investigativos ou ações penais em curso, relacionados aos atos de depredação das sedes dos Poderes da República.

Tribunais de Justiça, tribunais regionais federais, eleitorais e do trabalho, assim como suas respectivas corregedorias, também deverão informar, no prazo de 15 dias a contar da publicação da decisão, a existência de procedimentos disciplinares ou investigações preliminares, em curso ou arquivados, sobre servidores das respectivas cortes como investigados nos atos do dia 8 de janeiro.

Fonte: r7

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Brasil

‘Perceptível que estavam organizados’, diz PM agredida no 8 de Janeiro sobre manifestantes

por Redação 12 de setembro de 2023

A cabo Marcela Pinno, da Polícia Militar do Distrito Federal, afirmou nesta terça-feira (12) à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro que era “perceptível” que os manifestantes que invadiram o Congresso Nacional “estavam organizados”. Ela citou o uso de máscaras, luvas e lenços por parte de um grupo que parecia liderar os ataques.

“Havia em torno de quatro ou cinco manifestantes que estavam à frente da manifestação. Eles possuem luvas para terem acesso aos nossos materiais. São lançadas granadas a altas temperaturas que, se forem pegas em mão livre, vão ter queimaduras seríssimas. Eles se utilizavam de máscaras, toalhas e lenços para cobrir o rosto. Dessa forma, estavam organizados”, detalhou.

A fala foi feita após a relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), ter lido convocações que circulavam em grupos de manifestantes. A mensagem dizia: “Evitem trazer crianças e pessoas de idade próximos aos dias do confronto. CACs [colecionadores, atiradores desportivos e caçadores], precisamos de vocês para neutralizar qualquer situação que nos trazerem risco de vida”. Os organizadores também pediam para que os extremistas trouxessem capacetes, luvas, coletes, máscaras de gás e óculos de natação contra efeitos de gases, além de toalha e soro fisiológico, tênis, botas e joelheiras.

“O relatório de inteligência da Abin [Agência Brasileira de Inteligência] traz a mesma definição: havia chamamento de CACs, de pessoas com técnicas próprias da área militar para estarem participando das manifestações”, detalhou Eliziane. Ela perguntou a Marcela se ela percebeu o uso de técnicas militares por parte dos manifestantes.

A cabo não confirmou o emprego das técnicas militares, mas disse que havia organização e lideranças. Marcela afirmou que, naquele momento, as pessoas que estavam na linha de frente das invasões não eram mais manifestantes, mas “vândalos”. Ela justificou a nomenclatura pelo grau de violência usado nos ataques.

Marcela foi agredida pelos extremistas com chutes, socos e barras de ferro e chegou a ter o capacete à prova de balas amassado. Antes, ela foi arremessada da cúpula do Congresso e caiu de uma altura de quase 3 metros. “Se não fossem meus colegas de trabalho, certamente não estaria aqui”, disse. Segundo ela, aproximadamente seis homens foram os responsáveis por agredi-la.

Fonte: r7

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Política

PF cumpre 53 mandados de busca e mira financiadores do 8/1 em nova fase da Lesa Pátria

por Redação 5 de setembro de 2023

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (5) a 16ª fase da operação Lesa Pátria. São cumpridos 53 mandados de busca e apreensão em sete estados brasileiros. A operação mira identificar participantes que financiaram os ataques extremistas do dia 8 de janeiro. Segundo a PF, os danos ao patrimônio público podem chegar a casa dos R$ 40 milhões e, por isso, foi determinada da indisponibilidade de bens dos investigados.

Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

Nas redes sociais, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, comentou a operação e ressaltou a proximidade com as comemorações do Dia da Independência, comemorado em 7 de setembro.

As buscas foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal e os alvos não tiveram os nomes divulgados.

Confira os mandados cumpridos em casa estado

  • São Paulo: 12;
  • Paraná: 6;
  • Mato Grosso do Sul: 2;
  • Tocantins: 2;
  • Santa Catarina: 3;
  • Minas Gerais: 26;
  • Ceará: 2.

A operação Lesa Pátria é permanente enquanto as investigações estiverem em curso. A PF afirma que que haverá “atualizações periódicas” sobre o número de mandados expedidos, além de pessoas presas e consideradas foragidas.

15ª fase
A Polícia Federal (PF) deflagrou na terça-feira (29) a 15ª fase da operação Lesa Pátria, que investiga participantes e financiadores dos atos extremistas do dia 8 de janeiro. Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados a um parlamentar do estado de Goiás. O R7 apurou que o alvo é o deputado estadual Amauri Ribeiro (União-GO), que chegou a afirmar no plenário que teria financiado os acampamentos que levaram aos atos do 8 de Janeiro.

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Goiânia e Piracanjuba, ambas em Goiás. Segundo a PF, as investigações apuram os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido e crimes da lei de terrorismo.

Fonte: r7

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Política

Ex-número 2 do GSI diz que 8/1 não teria acontecido se G. Dias tivesse compartilhado informações

por Redação 4 de setembro de 2023

Ex-número 2 do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Carlos José Assumpção Penteado afirmou que a retenção de relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) pelo general Gonçalves Dias — então ministro-chefe do GSI — impediu a avaliação real da situação dos atos de 8 de janeiro. A declaração foi feita em depoimento, nesta segunda-feira (4), à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Ex-secretário-executivo do GSI, Penteado disse que todas as ações conduzidas pela pasta estariam “diretamente relacionadas à retenção [dos alertas da Abin] pelo ministro Gonçalves Dias” e que os relatórios “não foram disponibilizados oportunamente para que fosse acionado o Plano Escudo” antes da invasão dos prédios dos Três Poderes.

“As ações previstas pelos planos públicos teriam impedido a invasão do Palácio do Planalto. Os alertas da Abin não chegaram ao meu conhecimento e tampouco ao nível responsável pela execução da segurança do Planalto e ao secretário de segurança e coordenação presidencial”, ressaltou.

Segundo ele, por não receber essas informações, a criticidade de risco era laranja. “No dia 8, estavámos com o Palácio totalmente vazio. Exceto pelo pessoal de segurança, a tropa permanente que vai ao Palácio do Planalto e os agentes de segurança de instalação”, afirmou. O ex-secretário-executivo também acrescentou que o prédio dos Três Poderes é vulnerável. “Não tem nenhuma barreira imposta ou natural que possa barrar as manifestações”, avaliou Penteado, que afirmou que não houve facilitação de acesso. “Os militares que atuaram eram os mesmos da posse [do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 1° de janeiro]”, acrescentou.

Entenda
O general Penteado foi convidado à CPI após o depoimento do general Gonçalves Dias, que era ministro do GSI durante os atos de 8 de janeiro. O ex-ministro afirmou, em depoimento à CPMI do Congresso Nacional, que o então secretário-executivo não informou a ele a real situação das manifestações e teria dito que a situação estava “normal e tranquila”, o que teria influenciado as decisões do ministro.

Mensagens obtidas pelo R7 revelam que, ao longo dos dias que antecederam o 8 de Janeiro, a cúpula da Abin não acreditava no potencial dos ataques às sedes dos Três Poderes, mesmo tendo acesso a informações do planejamento dos extremistas, feito em redes sociais e no acampamento no quartel-general do Exército, em Brasília. Dois dias antes da invasão dos prédios dos Três Poderes, o risco de uma ação violenta chegou a ser apontado como “bravata” pela Abin.

As mensagens foram trocadas entre o general Gonçalves Dias, o diretor-adjunto da Abin, Saulo Moura Cunha, e o secretário de Planejamento e Gestão da agência, Leonardo Singer. G. Dias recebeu cerca de 20 relatos de Cunha nos dias anteriores à ação dos extremistas dando conta do baixo risco de uma ação violenta, mas foi só na manhã do dia 8 que ele reconheceu: “Vamos ter problemas”.

As mensagens também revelam como dirigentes da cúpula da Abin chegaram a discutir um plano para se blindarem (“de todas as formas, mas sem relar no G. Dias”) que envolveria até “conseguir um espaço” com alguém próximo ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Próximos passos
Na quinta-feira (14), a CPI vai ouvir o testemunho do hacker Walter Delgatti Neto. Ele ficou conhecido pelo envolvimento na organização criminosa que vazou conversas de autoridades, chamada de Operação Vaza Jato. Em depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, Delgatti Neto acusou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de lhe prometer indulto caso assumisse um suposto grampo feito por agentes estrangeiros ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Depois de Neto, a CPI ainda vai ouvir o depoimento de:

  • coronel Paulo José Ferreira de Souza Bezerra, em 21 de setembro;
  • Ana Priscila Azevedo, em 28 de setembro;
  • major Cláudio Mendes dos Santos, em 5 de outubro;
  • capitão José Eduardo Natale de Paula Pereira, em 9 de outubro;
  • Saulo Moura da Cunha, em 19 de outubro; e
  • coronel Reginaldo Leitão, em 26 de outubro.

Prorrogação
Pelo prazo inicial de 180 dias de duração, a CPI dos Atos Antidemocráticos deveria se encerrar nesta quarta-feira (6), mas os sete membros da comissão pediram uma prorrogação de 90 dias. Com a extensão, os trabalhos continuam até 5 de dezembro.

Resultados da CPI
Na quinta-feira (31), a CPI ouviu outras duas pessoas envolvidas nos atos antidemocráticos: o líder indígena José Acácio Serere Xavante e o comerciante suspeito de financiar as práticas Armando Valentim Settin Lopes de Andrade. No fim dos depoimentos, o presidente da CPI, Chico Vigilante (PT), afirmou que os dois mentiram. Por isso, o colegiado aprovou a quebra de sigilo bancário e telefônico de Serere Xavante, assim como um pedido de inquérito sobre o depoimento de Andrade à Polícia Civil, uma vez que o comerciante teria negado o próprio testemunho prestado à polícia do DF.

Fonte: r7

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SegurançaPolítica

Fotógrafo ouvido na CPMI narra ‘clima hostil’ durante invasão do Planalto e diz ter sido ameaçado

por Redação 16 de agosto de 2023

Em depoimento na condição de testemunha à CPMI do 8 de Janeiro, nesta terça-feira (15), o fotojornalista da Reuters Adriano Machado narrou um clima “hostil e instável” dentro do Palácio do Planalto durante as invasões dos prédios públicos na Esplanada. Ele também disse ter sido ameaçado com um taser, uma arma de choque, no momento em que resolveu deixar o prédio.

Machado afirmou que estava de plantão em 8 de janeiro e cobriu as manifestações pacíficas pela manhã, antes de sair para almoçar com a família. Ele disse ter sido avisado por um colega, por volta das 14h40, de que um grupo teria quebrado a barreira na Esplanada. Às 15h15, ele estacionou o carro no anexo do Palácio da Justiça para iniciar a cobertura.

O fotojornalista estava com equipamento de segurança, incluindo colete à prova de balas, máscara de gás e capacete. Por volta das 15h30, notou grades quebradas no estacionamento do Planalto e, ao subir a rampa, uma movimentação que considerou relevante, “porque é algo que eu nunca tinha visto nos mais de 20 anos de cobertura na Esplanada”, disse.

Ao perceber uma pessoa indo em direção ao gabinete da Presidência da República, Machado relatou ter ido atrás e permaneceu no local “de maneira discreta”. Num dado momento, o grupo percebeu a presença dele e o cercou — instante em que o fotógrafo se identificou.

“Naquele momento, me esquivei e só pensava em sair dali. Eu estava nervoso e tenso por ser tão repreendido. Não conhecia nenhuma daquelas pessoas, e até hoje não saberia dizer nomes e quem seriam”, narrou o jornalista.

Após esse momento, as imagens mostram Machado cumprimentando um dos invasores. Na CPMI, ele afirmou que isso ocorreu depois de ele ter apagado fotos a pedido do homem. “Apesar de não endossar ou apoiar o que estava havendo, não tinha escolha a não ser o cumprimentar de volta. Estava preocupado de que, se me recusasse a retribuir, isso poderia levar a uma situação perigosa para mim.”

Machado foi convocado à CPMI por pedido de membros da oposição, que sustentam a participação e conivência do jornalista com as invasões. O deputado Delegado Ramagem (PL-RJ), por exemplo, disse que o fotojornalista “não cumpriu os deveres como jornalista, participou do 12 de dezembro, do 8 de Janeiro, deu publicidade”, não foi preso nem é investigado. Adriano também participou da cobertura da tentativa de invasão da sede da Polícia Federal, em dezembro de 2022.

Ramagem ainda comparou a situação de Machado com a da ativista Klio Hirano, presa por participar do acampamento em frente ao quartel-general do Exército e e convocar pessoas ao local. “Ela tem carteira e registro de jornalista e foi presa e nem participou do 8 de Janeiro. Está presa porque divulgou imagens de 12 de dezembro”, disse o deputado oposicionista, que pediu a quebra de sigilo de Machado para investigar se ele pertencia ao grupo responsável por invadir o Planalto.

Do outro lado, o governista Rogério Correia (PT-MG) ressaltou que a referida jornalista participou dos atos do dia 12 de dezembro e foi interrogada, ocasião em que narrou que estava acampada nas proximidades do quartel havia 40 dias ou mais e que tinha ido à capital federal em um ônibus fretado por manifestantes com o objetivo de “evitar o comunismo no Brasil”. “Ela não está presa por ser jornalista, mas por ser manifestante do movimento golpista. […] O senhor Adriano estava lá como trabalhador, fotografando”, afirmou Correia.

O depoimento de Adriano Machado começou por volta das 9h50 e conta com 29 inscritos.

Fonte: r7

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