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ALIMENTOS

Sustentabilidade

‘Super El Niño’ ameaça inflação dos alimentos nos próximos meses

por Redação 22 de dezembro de 2023

O El Niño, fenômeno natural responsável pelo aumento das temperaturas do oceano Pacífico, surgiu mais forte do que o esperado e tem causado fortes chuvas na região Sul e um clima quente e seco no restante país.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, a permanência do cenário põe a agricultura em estado de alerta e ameaça o bolso dos brasileiros nos próximos meses. O real arrefecimento dos efeitos climáticos é estimado apenas para fevereiro.

Alê Delara, diretor da Pine Agronegócios, explica que o efeito surpreendente do fenômeno resultou no aquecimento do oceano em um nível 1,5ºC superior à previsão inicial, de 0,5ºC. “Veio um ‘Super El Niño’, com um aumento de até 2ºC nas temperaturas [do Pacífico]”, diz ele.

Para André Braz, coordenador dos índices de preços do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), o El Niño mais rigoroso tem potencial para comprometer parte da safra de 2024, a depender do volume de chuvas nos últimos dias deste ano, e impactar diretamente o preço dos alimentos.

“Se essa frente fria não for muito significativa, a situação pode se complicar, porque, se não chover agora, o enchimento dos grãos é comprometido, e, consequentemente, podemos ter um preço mais alto das commodities em 2024”, afirma Braz. “Se as chuvas realmente ocorrerem, a pressão dos preços tende a ser menor”, complementa Delara, na mesma linha de raciocínio.

O BC (Banco Central) também demonstra preocupação com o possível impacto do fenômeno climático nos preços. “O Comitê, após acumular mais evidência, elevou um pouco o impacto inflacionário do fenômeno climático do El Niño sobre a inflação de alimentos”, destaca um trecho da última ata do Copom (Comitê de Política Monetária).

O cenário também foi listado no RTI (Relatório Trimestral de Inflação) divulgado nesta quinta-feira (21) como uma das preocupações para o futuro dos preços no Brasil. “Eventos climáticos e, especificamente, a chegada do El Niño têm ampliado as preocupações com a oferta global de grãos, como trigo, milho, arroz, soja, café e açúcar”, diz o texto.

Na tentativa de driblarem os efeitos climáticos, produtores do Centro-Oeste têm assumido parte da plantação do arroz, historicamente realizada no Sul, região muito afetada pelas chuvas. “O arroz subiu muito no mundo inteiro, e os produtores com alguma condição migraram para o arroz e não estão finalizando o plantio da soja. A depender da área plantada, isso pode compensar, em parte, a redução de produtividade do Rio Grande do Sul”, relata Delara.

O movimento tende a agravar a situação da inflação de alimentos, que voltou a subir nos últimos dois meses, após uma sequência de quatro deflações apuradas entre junho e setembro. Em novembro, a alta de 0,63% do grupo de alimentação e bebidas guiou o avanço de 0,28% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do Brasil.

“O El Niño já reflete parte dessas variações, mas não muito, porque nessa época do ano é comum existir uma redução da oferta de alguns alimentos devido ao calor. A questão é que o fenômeno intensifica as temperaturas, o que acaba prejudicando os preços além do previsto. Não dá para culpar 100% o El Niño”, explica Braz, ao ressaltar que parte da inflação do período é sazonal.

Efeito cascata

Como consequência dos impactos do El Niño nas lavouras de soja e milho, a tendência se reflete na possível contaminação dos preços da carne, do frango, dos ovos e de outros alimentos, já que as rações utilizadas na alimentação do gado e das aves são produzidas a partir das duas commodities.

“A oferta dessas commodities vai influenciar diretamente nos produtos que os consumidores compram nos supermercados, como as carnes, o óleo de soja, os derivados de milho e as massas, que devem aumentar de preço no primeiro semestre de 2024”, prevê Delara.

André Braz reforça que o milho e a soja são a base do trato animal na pecuária, e as eventuais altas chegam, inevitavelmente, até o bolso das famílias. “É provável que os preços de todos os derivados avancem, porque as aves dependem do milho para a produção de ovos, e isso afeta outros alimentos.”

O pesquisador da FGV/Ibre destaca ainda que as proteínas são os produtos mais afetados pelo efeito dominó. “Neste ano, a situação foi favorável, porque o milho e a soja caíram muito de preço. Graças a essa queda de quase 30%, as carnes não foram as vilãs da inflação”, recorda.

O diretor da Pine Agronegócios estima ainda que o efeito cascata envolva algumas hortaliças, que já tiveram movimento de alta, e outros grãos. “O feijão pode ser impactado, porque o atraso do plantio da soja vai retirar uma parte da janela de plantio do milho de primeira safra”, observa ele.

Fonte: r7

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Economia

Onda de calor já impacta a agricultura e pressiona preços dos alimentos

por Redação 13 de dezembro de 2023

Problemas climáticos, como o excesso de chuvas e as ondas de calor, prejudicaram a colheita nas lavouras e elevaram os preços de alguns itens alimentícios em novembro. O aumento no custo da alimentação respondeu por quase metade da inflação de 0,28% registrada em novembro pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) — uma contribuição de 0,13 ponto porcentual.

Às vésperas do verão, uma nova onda de calor, a nona registrada neste ano, vai atingir áreas de 15 estados mais o Distrito Federal, a partir desta quinta-feira (14) até o próximo domingo (17). O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária, publicou o aviso laranja de perigo.

“As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do Brasil são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como os tubérculos, os legumes e as hortaliças”, explica André Almeida, gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O grupo alimentação e bebidas passou de uma alta de 0,31%, em outubro, para um aumento de 0,63%, em novembro, segundo os dados do IBGE.

A alimentação para consumo no domicílio subiu 0,75% em novembro. As famílias pagaram mais neste mês pela cebola (26,59%), batata-inglesa (8,83%), arroz (3,63%) e carnes (1,37%).

Segundo Almeida, os problemas climáticos afetaram os produtos mais sensíveis ao clima, por isso os preços subiram em novembro. No caso das carnes, a pressão no preço ocorre após um período prolongado de quedas, além de responder também a um ciclo natural de produção da pecuária.

Na direção oposta, ficaram mais baratos em novembro o tomate (-6 69%), a cenoura (-5,66%) e o leite longa vida (-0,58%).

“A temperatura mais alta acelera a maturação do tomate. Os produtores foram obrigados a disponibilizar mais o produto no mercado, há maior oferta do produto”, justificou Almeida.

Para a economista Nadja Heiderich, professora da Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado), as temperaturas acima de 40°C estão prejudicando o crescimento das lavouras, o que pode levar a uma redução da produtividade e, consequentemente, a um aumento nos preços dos alimentos.

“No Brasil, o aumento dos preços dos alimentos pode afetar a população mais pobre, que gasta uma parcela maior da renda com alimentação”, avalia a economista.

Segundo Nadja, as ondas de calor estão afetando principalmente as lavouras de milho e soja da segunda safra, que é plantada no segundo semestre do ano. Essa safra é responsável por cerca de 70% da produção total desses dois grãos do Brasil. De acordo com informações da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a onda de calor pode reduzir a produtividade da soja em até 10% e a do milho, em até 15%.

“A soja e o milho são as principais culturas agrícolas do Brasil, responsáveis por cerca de 40% da produção total de grãos do país. A soja é o principal produto de exportação agrícola do Brasil, e o milho é um importante ingrediente para a alimentação animal e humana”, afirma Nadja.

Uma redução na produção de soja pode levar a uma diminuição da oferta global, o que acarreta aumento dos preços do produto e de outros produtos derivados, como o óleo e a farinha de soja. O óleo de soja é usado na produção de uma série de produtos alimentícios, como biscoitos, salgadinhos e maionese.

Já a redução na produção de milho pode levar a um aumento dos preços e impactar o abastecimento de ração para o gado, afetando carne, leite e derivados.

“A onda de calor também pode afetar a produção de outros alimentos, como frutas, legumes e verduras. Esses alimentos são importantes para a segurança alimentar do país, e uma redução na produção pode levar a uma escassez e a um aumento dos preços”, alerta a docente.

Causas
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), as altas temperaturas serão verificadas nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul e em parte do Norte e do Nordeste.

Os estados que serão atingidos pelo intenso calor e que estão nessa zona de perigo são os da região Centro-Oeste (GO, MT, MS e DF), da região Sul (SC, RS, PR) e da região Sudeste (MG, SP, RJ, centro e noroeste do Espírito Santo).

Na região Nordeste, os alertas de calorão vão para os moradores da faixa oeste da Bahia, além do sul do Piauí e do Maranhão. Já no Norte, a onda de calor atingirá o centro-sul de Tocantins e áreas de Rondônia.

As temperaturas poderão alcançar os 39°C em algumas cidades brasileiras. A previsão do Inmet diz que, já nesta quarta-feira (13), a umidade relativa do ar deve ficar em torno de 40% no Centro-Oeste e de 30% no Sul do Brasil

O fenômeno natural El Niño é um motivo a mais para aumentar os termômetros, mas não é o único. “O El Niño é um agravante. A gente teve a configuração do fenômeno ao longo desta primavera e, durante o verão, deve persistir. Quando se configura um El Niño, o fenômeno bagunça o regime de chuva na área central do Brasil e tem um impacto muito claro nessa elevação das temperaturas também. Então, ele é um combustível a mais, sem dúvida alguma”, afirma a meteorologista do Inmet Naiane Araújo.

Fonte: r7

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Economia

Alimentos mais caros puxam alta de 0,28% da inflação em novembro

por Redação 12 de dezembro de 2023

Guiada novamente pela alta no preço dos alimentos (+0,63%), a inflação oficial do Brasil voltou a ganhar força ao subir 0,28% em novembro, ante alta de 0,24% apurada no mês anterior, mostram dados revelados nesta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mesmo com a aceleração, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) agora volta a figurar dentro do intervalo da meta, com alta acumulada de 4,68% nos últimos 12 meses.

Para os analistas do mercado financeiro, a inflação deve arrefecer e chegar ao fim deste ano em 4,51%, patamar dentro do intervalo perseguido (de 1,75% para 4,75%) pela primeira vez desde 2020.

Na liderança das altas no mês, os preços dos itens que compõem o grupo de alimentação e bebidas subiram 0,63%, alta acima da apurada no mês anterior (+0,31%), quando a variação do grupo de despesas ficou positivo após quatro meses consecutivos de deflação.

“As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do Brasil são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como os tubérculos, os legumes e as hortaliças”, explica André Almeida, gerente responsável pela pesquisa.

Contribuíram para a elevação em novembro as altas da cebola (+26,59%), da batata-inglesa (+8,83%), do arroz (+3,63%) e das carnes (+1,37%). Por outro lado, destacam-se as quedas do tomate (-6,69%), da cenoura (-5,66%) e do leite longa vida (-0,58%).

A alimentação fora do domicílio, por sua vez, registrou alta de 0,32% em novembro, mas desacelerou em relação a outubro, quando teve expansão de 0,42% nos preços. A alta da refeição (+0,34%) também foi menos intensa que a registrada em outubro (+0,48%).

Combustíveis em queda
Em novembro, os preços dos combustíveis caíram 1,58%, já que a gasolina (-1,69%) e o etanol (-1,86%) apresentaram redução de valor. Na contramão, o óleo diesel (+0,87%) e o gás veicular (+0,05%) registraram alta.

Mesmo com a queda, os preços do grupo de transportes avançaram 0,27%, novamente influenciados por novo aumento nos preços da passagem aérea (+19,12%), subitem com a maior contribuição individual no índice do mês.

O grupo ainda foi afetado pela alta do táxi (2,22%), que decorre do reajuste de 6,67% aplicado em São Paulo (6,02%), a partir de 28 de outubro, e de 20,84% aplicado em Porto Alegre (5,69%), a partir de 9 de outubro.

Fonte: r7

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Economia

Preço de alimentos volta a subir e puxa alta da prévia da inflação em novembro

por Redação 28 de novembro de 2023

Com a primeira alta dos alimentos e bebidas em cinco meses (+0,82%), a prévia da inflação oficial brasileira voltou a ganhar força ao avançar 0,33% em novembro, ante alta de 0,21% registrada em outubro, segundo dados revelados nesta terça-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a variação, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) acumula alta de 4,84% nos últimos 12 meses, patamar que mantém o indicador acima do teto da meta perseguida pelo governo, de 4,75%. Nos primeiros 11 meses do ano, a alta apurada é de 4,3%.

No mês, oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram alta nos preços. A maior variação, de 0,82%, partiu dos alimentos e bebidas, com alta de 1,06% da alimentação no domicílio, após cinco quedas consecutivas.

Contribuíram para a variação positiva as altas da cebola (30,61%), batata-inglesa (14,01%), arroz (2,60%), frutas (2,53%) e carnes (1,42%). Por outro lado, o preço do feijão-carioca (-4,25%) e o do leite longa vida (-1,91%) caíram.

Já a alimentação fora do domicílio (+0,22%) registrou resultado similar ao de outubro (+0,21%), por conta do subitem refeição (0,22%), que apresentou a mesma variação do mês anterior. No caso do lanche (+0,35%), o preço voltou a subir após queda de 0,11% no mês passado.

Combustíveis
Em combustíveis (-2,11%), houve queda no preço do etanol (-2,49%), da gasolina (-2,25%) e do gás veicular (-0,57%), enquanto o do óleo diesel (1,12%) subiu. As variações limitaram a alta do grupo de transportes (+0,18%).

Ainda na classe de despesas, em razão da gratuidade nos transportes metropolitanos concedida a toda a população de São Paulo (0,65%) nos dias de realização das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), foi registrada a redução de 6,25% nos subitens trem, metrô, ônibus urbano e integração de transporte público.

O subitem passagem aérea manteve a disparada dos últimos meses e subiu 19,03%. O preço do táxi também apresentou alta (2,6%), devido aos reajustes de 20,84% em Porto Alegre (16,67%) e de 6,67% em São Paulo (3,76%).

Despesas domésticas
No grupo habitação (0,20%), o preço da energia elétrica residencial subiu 0,42%, decorrente de reajustes em três áreas de abrangência do índice: de 9,65% em Brasília (6,7%), de 5,91% em Goiânia (7,41%) e de 6,79% em uma das concessionárias pesquisadas em São Paulo (-0,03%).

No caso da alta da taxa de água e esgoto (+0,45%), a motivação partiu do reajuste em duas áreas: de 14,43% em Fortaleza (7,67%), a partir de 29 de outubro, e de 6,75% em Salvador (2,23%), a partir de 25 de setembro.

O gás encanado (0,13%) também apresentou alta por conta do reajuste de 0,92% no Rio de Janeiro (0,42%) a partir de 1º de novembro. Quanto aos índices regionais, nove áreas tiveram alta em novembro.

Fonte: r7

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Saúde

Cientistas revelam os alimentos prebióticos que mais estimulam bactérias boas no intestino

por Redação 23 de julho de 2023

Consumir prebióticos, tipos de fibras encontradas em plantas que estimulam bactérias benéficas no intestino, pode ajudar a manter um microbioma intestinal saudável. Em um novo estudo, cientistas estimaram o conteúdo de prebióticos de milhares de alimentos usando literatura preexistente para descobrir quais oferecem o maior teor de prebióticos.

De acordo com o trabalho, os alimentos que oferecem a maior quantidade de prebióticos são folhas de dente-de-leão, alcachofras-de-jerusalém, alho, alho-poró e cebola.

Além de apoiar os micróbios intestinais, os alimentos ricos em prebióticos contêm alta quantidade de fibras, que muitas pessoas não consomem o suficiente.

“Comer alimentos densos em prebióticos é indicado por pesquisas anteriores como benéfico para a saúde”, disse Cassandra Boyd, estudante de mestrado da Universidade Estadual de San José, que conduziu a pesquisa com o professor assistente John Gieng.

Segundo a autora, “adotar uma dieta que promova o bem-estar do microbioma ao consumir mais fibras pode ser mais acessível do que você imagina”.

Cassandra apresentará as descobertas na Nutrition 2023, a principal reunião anual da American Society for Nutrition, que será realizada até terça-feira (25), em Boston, nos Estados Unidos.

O que são os prebióticos
Prebióticos, que podem ser considerados alimentos para o microbioma, são diferentes dos probióticos, que contêm microrganismos vivos. Ambos podem beneficiar potencialmente a saúde do microbioma, mas funcionam de maneiras diferentes.

Estudos têm relacionado o maior consumo de prebióticos com a melhor regulação da glicose no sangue, melhor absorção de minerais, como cálcio, e com indicadores de melhor função digestiva e imunológica.

Embora a maioria das diretrizes dietéticas atualmente não especifique uma dose diária de prebióticos, a Associação Científica Internacional de Probióticos e Prebióticos recomenda uma ingestão de 5 g por dia.

O estudo
Para o estudo, os pesquisadores utilizaram resultados científicos previamente publicados para analisar o conteúdo de prebióticos de 8.690 alimentos contidos no Banco de Dados de Alimentos e Nutrientes para Estudos Dietéticos, uma fonte muito usada por cientistas para estudar nutrição e saúde.

Aproximadamente, 37% dos alimentos no banco de dados continham prebióticos.

As folhas de dente-de-leão, alcachofra-de-jerusalém, alho, alho-poró e cebola apresentaram as maiores quantidades, variando de cerca de 100 mg a 240 mg de prebióticos por grama de alimento (mg/g).

Outros alimentos ricos em prebióticos são anéis de cebola, creme de cebola, feijão-caupi, aspargos e cereal Kellogg’s All-Bran, cada um contendo cerca de 50 mg/g a 60 mg/g.

“As descobertas de nossa revisão preliminar da literatura mostram que cebola e alimentos relacionados contêm várias formas de prebióticos, resultando em maior conteúdo total de prebióticos”, disse Cassandra.

A pesquisadora atesta ainda que “diferentes formas de cebolas e alimentos relacionados aparecem em uma variedade de pratos, tanto como temperos quanto como ingredientes principais”.

“Esses alimentos são comumente consumidos pelos americanos e, portanto, seriam um alvo viável para aumentar o consumo de prebióticos”, considera.

Com base nas descobertas da equipe, Cassandra concluiu que uma pessoa precisaria consumir aproximadamente metade de uma cebola pequena (120 g) para obter 5 g de prebióticos.

Produtos que contêm trigo ocupam uma posição mais baixa na lista. Alimentos com pouco ou nenhum conteúdo de prebióticos incluem lácteos, ovos, óleos e carnes.

Os pesquisadores esperam que o estudo forneça uma base para ajudar outros cientistas a avaliar os impactos dos prebióticos na saúde e informar as futuras diretrizes dietéticas.

Eles ressaltam que mais pesquisas são necessárias para entender como o cozimento afeta o conteúdo de prebióticos e para avaliar melhor os alimentos que contêm múltiplos ingredientes.

Fonte: r7

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

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