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Anvisa

Saúde

Zolpidem só poderá ser vendido com receita especial a partir de 1º de agosto

por Redação 16 de maio de 2024

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) endureceu as regras para a venda do zolpidem, um medicamento para dormir. O órgão regulador estabeleceu que, a partir de 1º de agosto, qualquer dosagem desse remédio exigirá receita tipo B (azul), a mesma necessária para calmantes, como clonazepam e alprazolam, por exemplo.

“A medida foi adotada a partir do aumento de relatos de uso irregular e abusivo relacionados ao uso do zolpidem. A análise conduzida pela Anvisa demonstrou um crescimento no consumo dessa substância e a constatação do aumento nas ocorrências de eventos adversos relacionados ao seu uso”, diz a agência em nota. Os efeitos colaterais do zolpidem incluem sonambulismo e alucinações, podendo ser potencialmente perigosos, pois colocam os usuários em situações de risco em alguns casos.

O zolpidem é um remédio da classe dos hipnóticos e tem a venda autorizada no Brasil desde 2007, mas começou a se popularizar a partir de 2011, ano em que 1,7 milhão de caixas haviam sido vendidas. No ano seguinte, houve uma alta de 41,7%, chegando a 2,4 milhões.

Em 2021, último ano em que há dados disponíveis, foram dispensadas nas farmácias brasileiras mais de 19 milhões de caixas.

Atualmente, somente o zolpidem acima de 10 mg exige a apresentação de receita azul. A Anvisa diz que durante a análise, “foi possível ainda identificar que não há dados científicos que demonstrem que concentrações de até 10 mg do medicamento mereçam um critério regulatório diferenciado”.

O que é o zolpidem
Desenvolvido na década de 1980, o zolpidem tornou-se nos últimos anos um medicamento substituto dos benzodiazepínicos — categoria que inclui Rivotril (clonazepam), Valium (diazepam) e Frontal (alprazolam) — para indivíduos que se queixam de dificuldade para dormir.

Trata-se de um fármaco sedativo-hipnótico que começou a ser vendido nos Estados Unidos em 1993, sob o nome comercial Ambien, após cinco anos de uso na Europa.

No Brasil, o zolpidem foi autorizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 2007.

O medicamento de referência é o Stilnox, produzido pela farmacêutica Sanofi. Mais recentemente, surgiram dezenas de genéricos e similares. O zolpidem faz parte de uma família de drogas chamadas de Z-hipnóticos, que inclui também outros medicamentos, como o zaleplon e a zopiclona.

Eles entram na categoria de não benzodiazepínicos, por não possuírem em suas formulações anéis de benzeno e diazepina fundidos. Na prática, essa diferença química faz com que as drogas Z tenham uma particularidade na indução ao sono.

Os benzodiazepínicos causam sonolência, mas também têm propriedades ansiolíticas, relaxantes musculares e anticonvulsivantes, que costumam fazer com que as pessoas acordem grogues pela manhã.

Rivotril, Valium, Frontal e outros, na verdade, são ansiolíticos e não devem ser usados para induzir ao sono. São remédios que se destinam ao alívio de crises agudas de ansiedade ou, em alguns casos, para convulsões.

No caso dos Z-hipnóticos, mantém-se a indução ao sono com quase nenhuma das outras três características dos benzodiazepínicos.

O zolpidem, particularmente, tornou-se popular por fazer a pessoa dormir rapidamente sem causar sonolência no dia seguinte, desde que ela durma ininterruptamente de sete a oito horas. Seu efeito adverso mais perigoso é a parassonia — o indivíduo entra em um estado de sonambulismo.

De acordo com as bulas aprovadas pela Anvisa, o zolpidem “é destinado ao tratamento da insônia (dificuldade para dormir), que pode ser ocasional (eventual), transitória (passageira) ou crônica (que dura há muito tempo)”.

Especialistas, porém, defendiam nos últimos anos que a venda desse remédio fosse mais restrita no Brasil.

Fonte: r7

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Saúde

Anvisa libera injeção emagrecedora para adolescentes acima de 12 anos

por Redação 26 de setembro de 2023

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, nesta terça-feira (26), o uso da semaglutida, em doses semanais de até 2,4 mg, para o tratamento de sobrepeso e obesidade em adolescentes a partir de 12 anos.

O medicamento, cujo nome comercial é o Wegovy, tem o mesmo princípio ativo do Ozempic (aprovado para o tratamento de diabetes tipo 2), mas em um regime de dose mais elevado.

“A obesidade é uma doença que pode começar na infância ou adolescência, e até 90% dos adolescentes com obesidade podem continuar convivendo com a doença na idade adulta. Esses pacientes também correm um risco maior de desenvolver problemas de saúde graves relacionados com o peso”, diz o fabricante do medicamento em nota.

O estudo apresentado pelo laboratório comprovou que adolescentes com obesidade que fizeram uso de 2,4 mg de semaglutida semanalmente tiverram uma redução média de 16,1% no IMC (índice de massa corporal).

O mesmo remédio já havia sido aprovado pela Anvisa para o público adulto, em janeiro deste ano. A venda no Brasil, todavia, ainda não começou.

O fármaco “imita” um hormônio que nosso intestino libera após as refeições e que atua nos receptores do cérebro que controlam o apetite, a sensação de saciedade e a fome, o GLP-1.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Uso de máscara em serviços de saúde se torna obrigatório apenas para alguns grupos; veja quais

por Redação 3 de abril de 2023

Nesta segunda-feira (3) a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por meio de uma nota técnica, estabelece que o uso universal de máscaras em serviços de saúde, como hospitais e clínicas, deixa de ser obrigatório.

Em razão da queda no número de casos e óbitos causados pela Covid e da disponibilidade de vacinas contra o vírus no PNI (Programa Nacional de Imunizações), a agência decidiu flexibilizar a recomendação de utilização do produto.

Atualmente, apenas algumas situações e grupos específicos devem usar o protetor facial. São eles:

  • Pacientes com sintomas respiratórios ou com diagnóstico positivo de Covid-19 e seus acompanhantes;
  • Pessoas que tiveram contato próximo com caso confirmado de Covid nos últimos 10 dias (período de transmissibilidade);
  • Profissionais que fazem a triagem de pacientes;
  • Profissionais dos serviços de saúde, visitantes e acompanhantes que transitam pelas áreas de internação de pacientes, como enfermarias, quartos, UTI (Unidade de Terapia Intensiva), unidades de urgência e emergência, corredores das áreas de internação, entre outros;
  • Qualquer área do serviço de saúde em que houver indicação do uso de máscara facial como EPI (Equipamento de Proteção Individual).

Entende-se como contato próximo uma pessoa que esteve a menos de um metro de distância de um caso confirmado por, no mínimo, 15 minutos, sem a utilização ou com uso incorreto de máscara pelos dois indivíduos.

Também aqueles que tiveram contato físico direto com o infectado e, posteriormente, tocaram os olhos, boca ou nariz antes de higienizar as mãos. Profissionais de saúde que prestaram assistência a casos de Covid sem usar EPI conforme recomendado, ou com o equipamento danificado, se enquadram no grupo de contato próximo.

Para as pessoas que tiveram contato domiciliar ou residem na mesma casa ou ambiente de uma pessoa diagnosticada com a doença, a recomendação também é o uso de máscara em serviços de saúde.

Destaque
A Anvisa reforça que o uso de máscara nesses locais é extremamente importante para acompanhantes e visitantes de pacientes internados. A orientação é que o equipamento deve continuar no rosto durante toda a permanência no serviço de saúde, para prevenir contaminação ou transmissão de Covid no ambiente hospitalar.

A agência reitera que as recomendações propostas no início da pandemia, em 2020, estão sendo continuamente reavaliadas, conforme a doença se apresenta no país e baseadas em publicações científicas.

Vale ressaltar que os serviços de saúde têm autonomia para optar por outras iniciativas de controle e prevenção de infecção. Isso significa que eles podem adaptar as orientações desta nota técnica conforme o cenário epidemiológico do local, as características do serviço, dos pacientes e os recursos disponíveis.

Fonte: r7

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CidadeGuarulhos

Fabricante admite uso de matéria-prima vencida e anuncia recall de maionese; confira os lotes

por Redação 31 de março de 2023

Em comunicado publicado na tarde desta quinta-feira (30), a empresa Fugini admitiu que usou ingredientes vencidos na produção de maionese e, por esse motivo, está fazendo o recall (recolhimento) dos itens impróprios para consumo.

Na quarta-feira (29), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já havia anunciado a suspensão da fabricação, distribuição, venda e uso dos produtos da marca.

O recall vale apenas para os produtos do tipo maionese que têm prazo de validade até dezembro de 2023 e que seja do lote que se inicia com o número 354, e qualquer lote de maionese que tenha o vencimento previsto para janeiro, fevereiro ou março de 2024.

Por meio de nota, a empresa afirma que, “por um erro operacional”, os itens que devem ser recolhidos foram fabricados com urucum fora da data de validade. O ingrediente é usado para dar cor ao produto e, segundo a Fugini, a quantidade usada “representa 0,003% da formulação” da maionese.

“Estamos providenciando um RECALL do produto MAIONESE com marca FUGINI produzida na planta de Monte Alto/SP no período de 20/12/2022 a 21/03/2023, ou seja, cujo prazo de validade seja dezembro de 2023, com número de lote iniciando-se a partir do número 354, e qualquer lote com prazo de validade em janeiro, fevereiro ou março de 2024?, informou a Fugini em nota.

Lotes que vão fazer parte do recall

  • Lotes com vencimento em dez/2023 e iniciados com a numeração 354
  • Todos lotes com vencimento para janeiro, fevereiro, março de 2024

“Por um erro operacional, esse lote de produtos foi fabricado com adição do ingrediente urucum (agente natural para dar cor ao produto) que representa 0,003% da formulação que estava fora da sua data de validade”, completou a empresa.

A marca informou que a toda a linha de produtos da Fugini, que também produz molhos de tomates, mostardas, ketchups e alimentos em conserva, “segue sendo comercializadas normalmente nos pontos de varejo.”

Suspensão da Anvisa
Na quarta-feira, a Anvisa já havia anunciado a suspensão da fabricação, distribuição, venda e uso dos produtos da Fugini, depois de constatar falhas consideradas graves no processo de confecção dos produtos da marca.

Em inspeção feita na sede da empresa alimentícia, a agência identificou problemas de boas práticas de fabricação – regras que empresas do setor de alimentos devem seguir – relacionados à higiene dos produtos, controle de qualidade e segurança das matérias-primas, controle de pragas, rastreabilidade, entre outras falhas.

“Essas falhas podem impactar na qualidade e segurança do produto final”, informou a Anvisa por meio de nota. A medida, segundo a agência, é preventiva e a suspensão da produção e comércio dos produtos da marca ficará válida até que a empresa adeque o processo de confecção às regras das boas práticas de fabricação.

Logo após o anúncio, também na quarta, a Fugini publicou uma nota desmentindo o recall e avisando os problemas identificados pela Anvisa já haviam sido resolvidos. No comunicado desta quinta, porém, a empresa voltou atrás, admitiu o uso da matéria-prima vencida e anunciou a necessidade de fazer o recolhimento da maionese.

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GuarulhosSaúde

Anvisa suspende fabricação e comercialização de alimentos da marca Fugini

por Redação 30 de março de 2023

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a fabricação, comercialização, distribuição e uso de todos os alimentos da marca Fugini. A medida foi tomada após inspeção na fábrica localizada em Monte Alto, no interior de São Paulo, e é válida para produtos em estoque do local.

A informação foi divulgada pela agência nesta quarta-feira, 29. Os principais alimentos fabricados pela empresa são molhos de tomate, conservas vegetais e outros molhos, como maionese e mostardas.

De acordo a Anvisa, durante a inspeção, foram identificadas falhas graves relacionadas à higiene, controle de qualidade e segurança das matérias-primas, controle de pragas, e rastreabilidade. Isso pode impactar na qualidade e segurança do produto final. A suspensão ficará válida até que a empresa adeque o processo de fabricação.

Em nota, a Fugini, afirmou que a vistoria “gerou uma ordem para alteração de alguns processos e procedimentos internos, respeitamos e, rapidamente, alteramos os pontos indicados”. Ainda de acordo com a empresa, não há nenhum lote com recall e a comercialização e consumo dos produtos seguem normalmente nos pontos de vendas do varejo.

Lotes de maionese
Ainda conforme a Anvisa, uma resolução será publicada nesta quinta-feira, 30, específica para lotes de maioneses da marca Fugita produzidos na planta de Monte Alto, no período de 20/12/2022 a 21/03/2023.

A nova medida proíbe a comercialização, distribuição e uso, e determina o recolhimento de todas as apresentações da maionese da marca, com vencimento em janeiro, fevereiro ou março de 2024. A proibição vale também para todos os lotes a vencer em dezembro de 2023 com numeração iniciada por 354.

A medida foi adotada em razão do uso de matéria-prima vencida na fabricação da maionese. O fato foi constatado em uma inspeção sanitária.

Estabelecimentos comerciais e consumidores que tiverem os lotes da maionese citados na resolução não devem utilizá-los e devem entrar em contato imediato com a empresa Fugini, que deverá realizar seu recolhimento.

Confira a nota na íntegra:
Seguindo nosso estilo transparente e de respeito aos consumidores, faremos o seguinte esclarecimento sobre as informações incorretas que têm sido divulgadas pelas mídias sociais.

Passamos por um processo de vistoria em uma de nossas fábricas, na cidade de Monte Alto – SP, que gerou uma ordem para alteração de alguns processos e procedimentos internos, respeitamos e, rapidamente, alteramos os pontos indicados.

Importante destacar que não há nenhum lote com recall e a comercialização e consumo dos nossos produtos seguem normalmente, nos pontos de vendas do varejo.

Todos os produtos Fugini que se encontram para consumo nas casas, à venda nos mercados ou estocados nos centros de distribuição, seguem seguros e disponíveis para os consumidores.

Sempre cumprimos com todas as obrigações. Prova disso, em mais de 25 anos de operação, jamais tivemos um único lote de produto retido por problema de recall.

Somos uma marca muito querida pelos consumidores e respeitada pelo mercado como um todo. E assim seguiremos.

Para o esclarecimento de dúvidas ou informação adicional, a empresa coloca à disposição dos consumidores os canais de atendimento e telefone 0800 702 4337.

Fonte: Terra

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GuarulhosSaúde

Anvisa libera venda de 930 pomadas para trançar ou modelar cabelos

por Redação 20 de março de 2023

Quarenta dias após proibir a comercialização de qualquer tipo de pomada modeladora de cabelos, no Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), liberou, nesta segunda-feira (20), a venda de 930 produtos do tipo. Mais de 1.500 permanecem irregulares.

A volta dessas marcas ao mercado ocorre depois que a agência reguladora investigou uma série de ocorrências em usuários das pomadas, utilizadas para trançar, modelar ou fixar cabelos. Foram registrados casos graves de lesões nos olhos, devido à intoxicação por um dos componentes dos produtos. Houve aumento de procura pelas emergências oftalmológicas devido à alta intoxicação no olhos, que chegou a levar à cegueira temporária, em alguns casos. Em contato com os olhos, o produto pode provocar queimaduras na córnea.

A lista completa das marcas liberadas nesta segunda está disponível no site da Anvisa, na internet. As que não forem citadas continuam com a venda interditada porque mostraram concentração da substância causadora das irritações oculares, acima de 20%.

Durante toda a investigação da Anvisa, sobre os diversos casos de irritações nos olhos, mais de 600 processos de regularização de pomadas do tipo foram cancelados. Foram analisadas cerca de 2.500 marcas de modeladoras. Segundo a reguladora sanitária, já foram canceladas mais de 630 autorizações de venda dessas pomadas, desde o início do ano, por diversas irregularidades, como conterem ingredientes proibidos, acima do limite.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Anvisa acaba com exigência de máscaras em aviões e aeroportos

por Redação 1 de março de 2023

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu nesta quarta-feira (1º) acabar com a obrigatoriedade do uso de máscaras em aviões e áreas de embarque e desembarque dos aeroportos brasileiros.

A medida havia voltado a vigorar em 23 de novembro de 2022, após recomendação de conselhos de secretários de saúde e entidades médicas.

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O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, rebateu algumas críticas ao órgão regulador por manter a exigência de máscaras enquanto havia aglomerações de Carnaval em que a proteção não era necessária.

“Não há o que falar ou trazer à discussão com esta agência nacional por que transcorre assim ou assado em outras áreas sobre as quais nós não temos jurisdição. Temos nos mantido estritamente dentro do nosso ‘quadrado’, uma vez que os outros ‘quadrados’ são áreas de atuação de outras autoridades sanitárias que demandam de nós o devido respeito”, afirmou.

Os diretores entenderam que houve redução do número de novos casos de Covid-19 no Brasil, “o que permite a decisão pela flexibilização da obrigatoriedade do uso de máscara no interior dos terminais aeroportuários e aeronaves”, afirmou Barra Torres.

A média móvel diária de novos casos da doença atingiu ontem o patamar de 9.322, o mais baixo desde meados de novembro do ano passado, segundo dados do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

Ao mesmo tempo, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) constatou, nas últimas semanas, queda das taxas de hospitalizações por complicações respiratórias, incluindo de pacientes diagnosticados com Covid-19.

Apesar da dispensa do uso de máscaras, os diretores da agência mantiveram a recomendação à população para manter o esquema vacinal contra a Covid-19 atualizado.

“Mesmo com o uso de máscara facial no interior dos terminais aeroportuários, meios de transporte e outros estabelecimentos localizados no setor aéreo possa não ser uma obrigatoriedade neste momento, resta fortemente recomendado que as pessoas, especialmente as mais vulneráveis, continuem a utilizar a proteção facial”, afirmou a diretora Meiruze Freitas, ao afirmar que a Anvisa pode voltar a exigir o equipamento se houver mudanças no cenário epidemiológico.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Apagão na Anvisa faz sumirem números das vendas de remédios controlados

por Redação 9 de fevereiro de 2023

O Brasil enfrenta desde o fim de 2021 uma completa ausência de informações centralizadas sobre as vendas de medicamentos controlados, que requerem retenção da receita e vão desde antibióticos, passando por antidepressivos e ansiolíticos, até entorpecentes, como a morfina.

Levou o caso à CGU (Controladoria-Geral da União) e foi informado que após enfrentar “limitações de infraestrutura tecnológica” a agência reguladora desobrigou todas as farmácias privadas e hospitais de enviar informações de medicamentos. O processo se tornou opcional.

A decisão foi formalizada na RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) 586, de 17 de dezembro de 2021, assinada pelo diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres.

O documento estabelece que “ficam suspensos, por tempo indeterminado, os prazos de transmissão de arquivos eletrônicos (XML) […] referentes às movimentações do estoque de medicamentos e insumos farmacêuticos de controle […] sujeitos à escrituração no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC)”.

Na plataforma de divulgação dos dados do SNGPC, a agência afirma que, devido à RDC, “não é possível fornecer informações precisas sobre as vendas de substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial”.

Com a decisão, a Anvisa contraria uma de suas competências estabelecidas na lei de criação da agência (9.782/1992), que inclui “regulamentar, controlar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública”.

O médico sanitarista, fundador e primeiro diretor-presidente da Anvisa, Gonzalo Vecina Neto, entende que as inconsistências das informações do SNGPC são um problema sério.

“Ela [Anvisa] tem uma delegação legal para fazer todo esse controle de todos os medicamentos em todas as fases de produção e comercialização. O não funcionamento do sistema nacional é grave. Até 2014, era papel para cima e para baixo, papel que ninguém checava. […] O fato é que a ausência do sistema nacional impede de saber o que está acontecendo”, afirma.

Para o conselheiro pelo estado de Rondônia no CFF (Conselho Federal de Farmácia), Jardel Moura, se já existia uma precariedade no controle de medicamentos e substâncias por parte do poder público, agora o problema está ainda mais sério.

“Neste momento, o poder público, a autoridade sanitária, que seria a Anvisa, não tem mais o controle. Ainda assim, as regras — a portaria 344 e a RDC 471 — continuam em vigor e obrigam os profissionais farmacêuticos e os estabelecimentos a continuarem fazendo esse controle, principalmente no ato da dispensação desses medicamentos”, afirma.

Moura ressalta que, apesar de a maioria dos estabelecimentos e farmacêuticos seguirem as regras na hora de vender os remédios, há quem veja na indisponibilidade do SNGPC uma oportunidade para a burla.

“O SNGPC vinha para complementar essa situação, para não dar mais brecha ainda [à venda sem controle]. Era uma coisa muito mais burocrática, mas ajudava bastante. Com a suspensão, é possível que farmácias que não trabalham de maneira séria burlem o sistema, principalmente fora dos grandes centros.”

Agora todas as farmácias precisam apenas manter registros internos de compra e venda que estão sujeitos à fiscalização da Vigilância Sanitária de cada município, o que esbarra, de acordo com o conselheiro do CFF, na falta de profissionais para essas ações.

Medicamentos sensíveis sem controle
Vecina Neto cita como exemplo um medicamento que é problemático nos Estados Unidos, a oxicodona, um potente analgésico opioide que aqui é vendido (até 40 mg) com receita dupla — o mesmo tipo usado para se comprar antibiótico, por exemplo.

“Ela tem uma formulação que impede você de ter picos sanguíneos do produto. Ou seja, você toma um comprimido de 12 em 12 horas, dá uma subidinha e mantém a quantidade do analgésico circulando. Como não dá pico, em tese, ela não vicia. Mas descobriu-se que se você pegar o comprimido de oxicodona, moer e tomar o pó, ele dá pico, arrebenta com a formulação farmacêutica, e não tem uma absorção lenta. É isso que os americanos estavam fazendo com esse produto. Tem um monte de gente morrendo lá por overdose.”

Sem informações, não há como identificar eventuais problemas, especialmente o uso indiscriminado e o abuso.

O sanitarista entende que o sistema é uma burocracia, mas que visa “controlar o uso inadequado de medicamentos e o acesso de forma clinicamente adequada a medicamentos que são vitais”.

“O SNGPC nasceu com essa ideia. Ele vinha sendo pensado desde quando a Anvisa foi criada. Nós sabíamos que isso tudo poderia ser informatizado. Tem que ter um sisteminha que tem um volume violentíssimo de dados, porque todo mês, todas as farmácias, hospitais e clínicas têm que alimentar”, acrescenta.

A falta de dados sobre a venda de antibióticos, por exemplo, é outro risco que o Brasil corre, uma vez que não é possível monitorar uma classe de medicamentos que precisa ser consumida com muita cautela.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem feito reiterados alertas sobre o aumento da resistência bacteriana aos fármacos atualmente utilizados, em boa parte por causa do excesso de uso, que aumentou nos últimos anos, com a pandemia de Covid-19.

Sistema vai voltar?
A CGU cobrou a Anvisa, mas até o momento não há uma previsão de quando o suposto problema técnico será solucionado.

Entrou em contato com a agência fiscalizadora, que não soube sequer dizer se será possível ter, ao restabelecer o sistema, os dados de medicamentos controlados vendidos no período do apagão.

O conselheiro do CFF imagina que a agência lançará um novo sistema, com capacidade de atender às necessidades de controle.

Para o fundador da Anvisa, a diretoria do órgão “deveria ser chamada à responsabilidade” e apresentar soluções, incluindo um sistema eficiente, para manter a transparência de informações que são fundamentais para a saúde pública brasileira.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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