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ASSÉDIO

Celebridade

Gianecchini desabafa sobre limite da paquera e assédio: ‘Às vezes, é difícil entender que tem um não ali’

por Redação 10 de abril de 2024

Aos 51 anos, Reynaldo Gianecchini precisou esconder com tinta os cabelos grisalhos do Matias, da série Bom Dia, Verônica, para interpretar o Vicente do filme Uma Família Feliz, que estreou nos cinemas no início de abril.

Mas, na vida pessoal, ele prefere não maquiar a passagem do tempo. Após 24 anos de sua primeira novela, Laços de Família, o ator diz estar em um momento mais confortável: fala abertamente da sexualidade, do julgamento por ser bonito, do medo de não corresponder e até do gosto por Paulo Coelho.

E afirma lidar bem com o constante risco de cancelamento. “Dá preguiça essa época em que há tanta lacração. Mas a gente precisa falar, né?”

Mesmo assim, diz não poder “dar muita opinião” sobre a condenação do jogador Daniel Alves por estupro e a decisão da Justiça brasileira de fazer com que Robinho cumpra aqui no país a pena por um estupro coletivo cometido na Itália.

“Eu nem conheço a fundo a história deles, honestamente.”

Mas confessou que precisa aprender mais sobre o comportamento feminino. “Às vezes, a menina aceita a situação. Ela é a primeira a te provocar e querer ir. Só que depois ela desiste. Às vezes é difícil, no meio do ato, o homem entender o que ela desistiu.”

Confira trechos do bate-papo com o autor, que ocorreu no lançamento do filme Uma Família Feliz, em São Paulo.

R7 Entrevista — Você fez dois personagens criados pelo escritor Raphael Montes na sequência: o vilão abusador Matias, da série Bom Dia, Verônica, e o machista passivo-agressivo Vicente, do filme Uma Família Feliz. Qual te desafiou mais?

Reynaldo Gianecchini — Fazer um personagem cheio de camadas, como são geralmente os do Rapha, é muito difícil, dá um medo de não dar conta. Tem que fazer escolhas e, ao mesmo tempo, me dá muito prazer. Não sei te dizer qual é o mais desafiador, porque eles estão em lugares diferentes. Mas têm, talvez, pontos em comuns. Os dois escondem coisas dentro de si.

No caso do Vicente, o [diretor José Eduardo] Belmonte, desde o começo, falou que é um filme de aparências, sobre o que é escondido. Ele falou assim: “Não venham muito preparados. Eu não vou pedir o óbvio para vocês”. Ele pedia a raiva escondida. Só que a gente colocava um pouquinho de raiva e ele falava: “Eu vi a raiva. Não quero ver. Porque isso vai causar o mistério que a gente precisa”. E é sobre isso o filme. É sobre o que você não mostra.

R7 — Tanto no Bom Dia, Verônica quanto em Uma Família Feliz, há o tema do abuso feminino e infantil. Qual é a importância do cinema e da TV para tratar de temas delicados para a sociedade?

Gianecchini — O trabalho do artista é refletir sobre os tempos, sobre os acontecimentos, sobre as coisas que precisam ser faladas. Nesses dois casos, eles pegam sempre pelo estômago. É um pouquinho difícil de digerir, é impactante. Mas é a melhor forma talvez de você trazer a discussão. É uma coisa que acontece muito no Brasil e que muitas vezes as pessoas não sabem nem que estão sendo abusadas. A gente precisa pegar realmente no lugar desconfortável das pessoas.

No caso de Uma Família Feliz, tem vários temas paralelos que são muito importantes. Nesse filme, a gente fala do cancelamento sumário, muito atual também, do puerpério, da dificuldade da mulher no pós-parto e do machismo desse meu personagem, que é um passivo-agressivo. Ele descredibiliza a mulher. A gente está falando muito mais abertamente sobre questões feministas.

R7 — Você citou cancelamento. Já chegou a ter medo de ser cancelado por alguma coisa que você fale?

Gianecchini — Eu sempre falo: “Ai, preciso parar de emitir opinião. Que preguiça”. Porque hoje em dia tem muita gente julgando e muita gente ignorante também, simplesmente querendo causar, espalhar inveja, raiva.

Não é que tenho medo, exatamente, mas tem hora em que tenho vontade de não ficar manifestando tanto as minhas opiniões. Dá preguiça, nessa época onde tem tanta lacração também em cima de mim, né?

Mas a gente precisa falar. Temos a internet que, de certa forma, para o bem e para o mal, está trazendo à tona todas as coisas de que a gente precisa falar. Então, está tudo certo.

R7 — Você acha que hoje em dia você tem mais liberdade para falar de alguns temas que antigamente você não tinha?

Gianecchini — Sim, com certeza.

R7 — Por exemplo?

Gianecchini — Ah, eu… Ah, eu, por exemplo, demorei muito tempo para falar um pouco mais da minha sexualidade, que foi sempre… Qual é a palavra? Duvidada? Não, mas… Sempre muito…

R7 — Questionada?

Gianecchini — Questionada e teve sempre muita curiosidade. Tinha uma parcela que ficava sempre duvidando disso, daquilo. Com o tempo, eu me senti maduro para falar, né? E, mesmo assim, tem gente que até hoje me critica. Porque, se você fala, te criticam. Se você não fala, é porque você é isso, está no armário. Mesmo eu tendo falado. Falei publicamente que eu pansexual [quem sente atração romântica ou sexual por qualidades e não pelo gênero da pessoa]. Mas estamos aí. Embora eu não goste de falar de detalhes da minha vida.

R7 — Eu queria que você falasse um pouco do silêncio masculino que a gente teve agora com a condenação do Daniel Alves e a prisão do Robinho.

Gianecchini — Não tem como a gente compactuar. A gente precisa pôr uma luz sobre tudo. Não pode mais acontecer. A gente vive num país onde esses abusos acontecem com uma frequência assustadora. Claro que a gente não pode passar pano. Mas, às vezes, sinto uma dificuldade de entender, como homem, o limite que a gente está ultrapassando, sabe? Não estou falando do caso desses dois que você falou. Eu nem conheço a fundo a história deles, honestamente. Eu não posso dar muita opinião.

O homem tem essa natureza de ser mais afoito e é difícil a gente, às vezes, entender que tem um “não” ali. A gente acha que tem um “sim”, às vezes. Isso acontece, causa uma confusão mesmo.

Às vezes, a menina aceita a situação. Ela é a primeira a te provocar e querer ir. Só que, depois, ela desiste. Às vezes é difícil, no meio do ato, o homem entender que ela desistiu. Então, eu estou querendo fazer uma certa defesa, porque eu já vi alguns casos assim e eu, como homem, sei que a gente tem esse instinto, que a gente vai, e a mulher talvez seja um pouco mais delicada.

Mas eu não estou justificando. É o contrário. O homem tem que perceber melhor. Quando está muito animado e cheio de tesão, é quase como se ele estivesse cego, né? Ele vai naquele instinto.

R7 — Você é um homem bonito, foi modelo. Como você lida com esse julgamento que te acompanhou a carreira inteira por causa da sua beleza?

Gianecchini — É muito inerente à profissão ter que matar um leão por dia. O jogo nunca está ganho. Quando vou para o set, eu sempre acho que todo mundo ainda está desconfiando de que eu não vou conseguir entregar nada. E aí, de certa forma, eu acho bom, porque me tira sempre da zona do conforto. Eu sou muito crítico comigo mesmo, quero sempre melhorar. Mas percebo que ainda tem, sim, um preconceito. Aqui no Brasil, principalmente, você não pode cantar, dançar, atuar. Eu finjo que não vejo, na verdade, porque o meu foco sempre é no trabalho. Fazer com amor. E eu vou sempre pensando em aprender. Eu fico buscando também quem não acredita em mim.

R7 — Você está fazendo bastante teatro [encenou Brilho Eterno e A Herança, entre 2022 e 2023]. Tem alguma peça que você leu e falou: “Nossa, essa eu queria encenar”?

Gianecchini — Eu gosto muito de coisa contemporânea. Tem os clássicos todos que eu olho e identifico o valor, né? E eu estudo sobre eles para saber como a gente chegou aqui. Mas eu gosto do aqui e agora. Das nossas realidades, das nossas discussões atuais. Não tem nem uma peça assim… Acho que as coisas, os textos vão chegando até você. E te escolhem também como intérprete. Talvez A Herança [em que contracenou com Bruno Fagundes] tenha sido a mais legal que li nos últimos tempos. Do [diretor e roteirista americano] Matthew Lopez.

R7 — Qual tipo de livro você gosta de ler?

Gianecchini — Comecei a me interessar muito pelo Raphael Montes depois de Bom Dia, Verônica. Li o Jantar Secreto, que me embrulhou o estômago. Achei genial também. Não vejo a hora de isso virar um filme. Como leitor, sempre li muito e sou muito curioso. Todos os gêneros. Eu não tenho preconceito com nada. Tem gente que fala: “Ai, é best-seller”, que fala que Paulo Coelho não é uma boa literatura. Eu sempre adorei os livros do Paulo Coelho, porque me tocavam em um lugar até difícil de dizer. Eu leio muito menos hoje do que eu gostaria. Por falta de tempo. Isso me dá uma certa aflição. Eu queria ler mais. Como li antigamente.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Homem é preso acusado de filmar estudantes em banheiro de faculdade de SP

por Redação 16 de junho de 2023

Um homem foi preso na noite de quinta-feira (15) acusado de filmar a intimidade de estudantes que usavam um banheiro da faculdade Anhembi Morumbi, na Mooca, zona leste de São Paulo.

O suspeito, um estudante do curso de Quiropraxia, foi detido e encaminhado para a delegacia juntamente com as vítimas, seus responsáveis e a direção da faculdade.

Em nota, a Anhembi Morumbi afirma que “lamenta e manifesta seu repúdio a esse tipo de ocorrência” e que está “adotando as providências cabíveis, tanto internamente, quanto junto às autoridades competentes”.

O caso veio à tona dentro de um banheiro unissex, localizado no sexto andar do prédio da faculdade, no momento em que uma das vítimas utilizava uma das cabines individuais.

A jovem, uma graduanda do 5° ano de Medicina Veterinária, se levantava do vaso sanitário para se vestir quando percebeu alguém a filmando com um aparelho celular por baixo da divisória.

Segundo as estudantes, que não quiseram se identificar, elas iam ao banheiro em dupla pelo fato do local ser compartilhado.

Uma das jovens chegou a confrontar o suspeito, exigindo que ele apagasse o vídeo. Nesse momento, uma terceira mulher entra no banheiro e toma o celular desbloqueado da mão do homem.

Assustadas, as garotas saíram do banheiro e informaram colegas sobre a situação. Ao saberem do episódio de assédio, diversos estudantes seguraram o suspeito, que tentou fugir.

Ainda segundo as jovens, enquanto olhavam o smartphone do suspeito, foram encontrados vídeos de outras 16 garotas. Algumas das imagens foram registradas há 28 dias.

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FeminicidioSão Paulo

Mulher com filho de três anos no colo flagra homem tocando partes íntimas em estação de trem

por Redação 21 de março de 2023

Um homem é suspeito de ter assediado uma mulher em uma estação de trem enquanto ela segurava o filho, de 3 anos, no colo, na plataforma da Linha 11-Coral, da CPTM, no Tatuapé, na zona leste de São Paulo, por volta das 19h30 desta segunda-feira (20).

Thayná dos Santos Oliveira, de 28 anos, estava voltando da sessão de terapia do filho, que tem TEA (transtorno do espectro autista), e esperava encontrar o namorado na plataforma, no sentido da estação Estudantes.

Thayná tirou uma foto do trem e a mandou para seu companheiro, fazendo um comentário sobre como estava vazio. Em determinado momento, um homem, que aparece na foto, desce de um dos vagões, encosta em uma coluna de frente para a mãe e o bebê e começa a se tocar na região íntima enquanto a encara.

Quando a mulher percebeu o que estava acontecendo, pegou o celular e gravou a ação. O suspeito entrou no vagão, porém não parou com os gestos.

“Assim que comecei a gravar, ele pegou o próximo trem e continuou se tocando como estava no vídeo. Mesmo gravando ele continuou”, contou a vítima.

A mulher afirma que não gritou nem procurou a segurança da estação para não assustar seu filho, mas o vídeo gravado por ela flagra o momento da ação.

Em nota, a CPTM (Companhia Paulistana de Trens Metropolitanos) diz não ter registro do caso, mas informa que “os trens e estações possuem câmeras de monitoramento que podem auxiliar na identificação do autor, para que ele seja abordado quando tentar entrar no sistema novamente.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Analista de TI é preso por suspeita de pedofilia em Osasco

por Redação 16 de março de 2023

Um analista de tecnologia de informações (TI), identificado como Anderson Paes Gonçalves, de 43 anos, foi preso suspeito de pedofilia em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (16).

A Polícia Civil de Barueri, que faz parte da Delegacia Seccional de Carapicuíba, está apurando inquéritos de casos de pedofilia. Na manhã de hoje (16), cumpriram um mandado de busca e apreensão.

Pelo IP das máquinas usadas para realizar o download do material, a operadora da internet forneceu à polícia o nome e o endereço do usuário.

A polícia afirmou que, assim que chegou ao endereço, Anderson forneceu seu notebook e confessou o crime. Além de baixar o conteúdo, o analista de TI também compartilhava o material.

Segundo a Polícia Civil, mais de dois mil gigabytes de vídeos foram encontrados no notebook.

O homem foi encaminhado ao Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Barueri. O crime de pedofilia é inafiançável.

A reportagem tentou falar com a defesa de Anderson, mas ela preferiu não se manifestar. O espaço permanece aberto para pronunciamento.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Transporte público é eleito local onde paulistanas mais correm risco de sofrer assédio pelo quinto ano

por Redação 7 de março de 2023

Quatro em cada dez paulistanas têm medo de sofrer algum tipo de assédio em ônibus, trens e metrô. Pelo quinto ano consecutivo, o transporte público foi eleito o local mais temido pelas mulheres na capital.

Os dados são da pesquisa Viver em São Paulo: Mulheres, da Rede Nossa São Paulo, divulgada nesta terça-feira (7). Foram realizadas mais de 400 entrevistas — de forma online e domiciliar — com mulheres de 16 anos ou mais entre 8 e 30 de dezembro.

De acordo com o levantamento, em 2022, 52% das entrevistadas consideraram o transporte público o local mais provável para sofrer assédio. Apesar de o número ter caído para 39% neste ano, a categoria ainda lidera o ranking.

Na sequência, os ambientes considerados mais perigosos pelas paulistanas são: rua (23%), bares e casas noturnas (11%), pontos de ônibus (8%), transporte particular como táxi e Uber (3%), trabalho (3%), ambiente familiar (2%) e “não respondeu ou não sabe” (11%).

Além de o transporte coletivo ser considerado um local inseguro, 45% das entrevistadas relataram diversos episódios de assédio nele, como a importunação sexual. A porcentagem pode variar dependendo de faixa etária, renda familiar e escolaridade.

Cerca de 39%, por exemplo, das paulistanas de 16 a 24 anos e 60 anos ou mais sofreram assédio no metrô, trem ou ônibus, assim como 53% das entrevistadas dos 25 aos 34 anos e dos 35 aos 44 anos.

Transporte particular
Desde o início da série histórica, o assédio em táxis e carros de aplicativo, como Uber e 99, vem crescendo. No primeiro ano da pesquisa, em 2018, apenas 4% das paulistanas relataram ter sofrido assédio no transporte particular. Neste ano, o número saltou para 19%.

Analisando os dados por região, a zona leste da cidade registrou o maior índice de assédio em transporte particular (27%). Em contrapartida, a região oeste foi a menos citada entre as moradoras (6%).

Em novembro do ano passado, a Polícia Militar chegou a prender um motorista de Uber suspeito de roubar, sequestrar, ameaçar, abusar sexualmente e até estuprar passageiras no bairro de Ermelino Matarazzo, zona leste de São Paulo.

Outras formas de assédio
A pesquisa Viver em São Paulo: Mulheres ainda revela os seguintes números:

• 67% das paulistanas já sofreram algum tipo de assédio, o que corresponde a 3.829.094 mulheres;

• 53% já sofreram com gestos, olhares incômodos ou comentários invasivos;

• 32% foram assediadas dentro do ambiente de trabalho;

• 29% já foram agarradas, beijadas ou desrespeitadas em outra situação sem consentimento;

• 21% foram assediadas dentro do ambiente familiar.

Como denunciar o abuso?
Caso uma mulher seja vítima de abuso sexual no ônibus, ela pode ligar para o 156, canal de denúncia oferecido pela Prefeitura de São Paulo. Os dados serão repassados à SPTrans, que realizará o mapeamento dos casos para colaborar com as investigações policiais e verificar se os operadores adotaram os procedimentos corretos, de acordo com a gestão municipal.

Na CPTM, a passageira pode enviar as informações pelo SMS-Denúncia no número (11) 97150-4949, enquanto no Metrô há dois caminhos: o SMS-Denúncia, pelo (11) 97333-2252, e o aplicativo Metrô Conecta.

A vítima também deve relatar o ocorrido e o autor imediatamente a um funcionário para que sejam conduzidos à Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom), a um distrito policial da região ou a uma Delegacia da Mulher.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Homem é flagrado dando beijo na boca de menina de 10 anos em SP

por Redação 2 de março de 2023

Homem, de 29 anos, é flagrado dando beijo na boca de uma menina de 10 anos dentro de Pet Shop, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, na tarde da sexta-feira (24).

Débora Santos, mãe da criança e dona do estabelecimento, viu o ocorrido pelas câmeras de segurança e pediu justiça.

O homem, que trabalha como motorista do Pet Shop, se aproxima, se inclina na direção da criança, que cobre o rosto com uma almofada. Nesse momento, a criança disse que o homem a teria beijado na boca.

“Eu tremia, fiquei sem ação e comecei a chorar. Minha vontade era pegar ele e defender minha filha”, contou Débora, após assistir à gravação. A mãe ainda relata que essa não teria sido a primeira vez que a filha foi tocada pelo homem.

O pai da menina conversou com o suspeito sobre o assunto e ele disse que tinha feito isso cerca de 8 vezes, segundo Débora. “Depois ele mandou mensagem para o pai dela pedindo perdão e dizendo que todo mundo comete erros”, disse a dona do Pet Shop sobre o suposto assediador.

Após ter sido acusado, o suspeito mandou um áudio dizendo que não tinha beijado a menina na boca. “Do jeito que tá no vídeo, ela põe a almofada no rosto. Eu vou dar um beijo na testa dela, só que ela se espreme e acaba pegando no nariz dela, entre a boca e o nariz”, explicou.

A advogada do suspeito, Débora Castro, defende a narrativa do acusado e diz que, por também ter uma filha da mesma idade, o motorista jamais faria isso com a menina.

Débora fez o boletim de ocorrência no mesmo dia que viu as imagens, na 6º Delegacia de Defesa da Mulher, em Santo Amaro. “Quero que ele vá para a justiça e que ele pague pelo que ele fez com a minha filha”, disse. O caso foi registrado como estupro de vulnerável e segue em investigação pela polícia civil.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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