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BANCO CENTRAL

Economia

Gasolina mais cara puxa aumento de 0,26% da inflação em setembro

por Redação 11 de outubro de 2023

A inflação oficial de preços do Brasil registrou alta pelo terceiro mês seguido, com elevação de 0,26% em setembro, 0,03 p.p. (ponto percentual) acima da taxa de 0,23% de agosto, como mostram os números do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados nesta quarta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A principal contribuição foi da gasolina, que teve aumento de 2,8%.

Erramos: informamos anteriormente que esta seria a quarta alta seguida da inflação, mas se trata da terceira elevação consecutiva; o texto já foi corrigido.

No ano, a inflação acumulada é de 3,5% e, nos últimos 12 meses, de 5,19%, acima dos 4,61% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2022, a variação havia sido de -0,29%.

André Almeida, gerente do IPCA, explica que a gasolina é o subitem que tem o maior peso no índice de preços e, por isso, influencia de maneira importante o resultado de setembro. Com isso, entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, o de transportes teve o maior impacto positivo, de 0,29 p.p., e a maior variação, de 1,4%.

Nesse grupo, o item combustíveis, no qual o subitem gasolina está inserido, teve alta de 2,7%, devido ao aumento no preço do óleo diesel (10,11%) e do gás veicular (0,66%) e à queda no etanol (-0,62%). Já a alta em ônibus intermunicipal, de 0,42%, é influenciada pelo reajuste de 12,9% aplicado em Salvador (2,62%), a partir de 10 de agosto.

Outro destaque é o subitem passagens aéreas, que teve a segunda maior variação mensal, de 13,47%, e o segundo maior impacto (0,07 p.p) no total do IPCA, após um recuo de 11,69% em agosto.

O grupo habitação também teve resultado importante entre as altas, com crescimento de 0,47% nos preços de setembro em relação aos de agosto. A energia elétrica residencial, com alta de 0,99%, foi a maior contribuição do grupo (0,04 p.p.).

“Influência de reajustes tarifários aplicados em três áreas de abrangência da pesquisa”, justifica André, ao citar as revisões em São Luís (10,74%), com reajuste de 10,43%, com vigência a partir de 28 de agosto; em Belém (3%), com aumento de 9,4%, válido a partir de 15 de agosto; e em Vitória (0,65%), onde o reajuste de 3,2% começou em 7 de agosto.

Fonte: r7

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Economia

Poupança perde R$ 5,83 bilhões em setembro, terceiro mês seguido com mais saques que depósitos

por Redação 6 de outubro de 2023

As retiradas de recursos superaram os depósitos na caderneta de poupança em R$ 5,835 bilhões em setembro, informou o BC (Banco Central) nesta sexta-feira (6). No mês anterior, havia sido registrada saída líquida de capital no total de R$ 10,075 bilhões; em setembro de 2022, o saldo ficou negativo em R$ 5,902 bilhões.

Os dados são do Relatório de Poupança, que apresenta informações diárias dos depósitos nessa modalidade de investimento, e de outras informações sobre o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), a poupança rural e a captação líquida, entre outros, explica o BC.

Neste ano, apenas o mês de junho teve resultado positivo, de R$ 2,6 bilhões, quando o total de depósitos chegou a R$ 331,86 bilhões, e o de saques foi de R$ 329,27 bilhões. A pequena vantagem não foi suficiente para reverter as perdas dos meses anteriores e, ao todo, no primeiro semestre, a caderneta teve resultado negativo de R$ 66,636 bilhões, o maior rombo para o período desde 1995, ano de início da série histórica do indicador.

Em setembro, foram aplicados na poupança R$ 306,15 bilhões, enquanto R$ 311,99 bilhões foram sacados pelos brasileiros. Considerando o rendimento de R$ 6,151 bilhões, o saldo total da caderneta somou R$ 968,327 bilhões no fim do mês.

O saque acumulado da poupança neste ano é de R$ 86,128 bilhões. Desde 2021, essa aplicação vem perdendo recursos em série, afetada pela inflação elevada, pelo endividamento das famílias e pelos juros altos. Em 2022, o saldo ficou negativo em R$ 103,237 bilhões, resultado que fez dele o pior ano da história da poupança (desde 1995).

Com a taxa Selic a 12,75% ao ano, a poupança é remunerada pela TR (taxa referencial), que hoje está em 0,11% ao mês (1,33% ao ano), mais uma taxa fixa de 0,5% ao mês (6,17% ao ano). Quando a Selic fica abaixo de 8,5%, a atualização é feita pela TR mais 70% da taxa básica de juros.

Fonte: r7

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Economia

Banco Central eleva para 2,9% projeção de crescimento do PIB neste ano

por Redação 28 de setembro de 2023

O crescimento acima do esperado da economia brasileira nos primeiros dois trimestres fez o BC (Banco Central) elevar de 2% para 2,9% sua aposta de aumento do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, de acordo com estimativas apresentadas nesta quinta-feira (28) pelo RTI (Relatório Trimestral de Inflação).

“A revisão decorre da elevada surpresa positiva no segundo trimestre e, em menor medida, de previsões ligeiramente mais favoráveis para a evolução da indústria, de serviços e do consumo das famílias no segundo semestre”, afirma o documento.

Sob a ótica da oferta, o BC afirma que a revisão positiva reflete, principalmente, a elevação nas projeções para a agropecuária (de 10% para 13%), com melhora dos prognósticos de colheita de soja, de milho e de cana-de-açúcar, e o crescimento do abate de animais no primeiro semestre, maior do que o antecipado. Ainda assim, é estimada uma desaceleração do setor ao longo do segundo semestre.

“Apesar da contribuição bastante positiva da agropecuária para o resultado do PIB no ano, o setor deve contribuir negativamente para as variações trimestrais do PIB ao longo do segundo semestre, sobretudo no terceiro trimestre, visto que a maior parte da colheita dos produtos com os maiores crescimentos anuais ocorreu na primeira metade do ano”, afirma o RTI.

Para a indústria, a previsão foi alterada de 0,7% para 2%, com melhora nos prognósticos para a construção. Já o ramo de serviços, responsável por 70% de toda a produção nacional, a projeção de alta foi revista de 1,6% para 2,1%, com melhora das expectativas para todas as atividades, com exceção de comércio, ainda bastante influenciado pelo desempenho da indústria de transformação.

A projeção para a variação das exportações em 2023 também foi revisada, de 3,7% para 6,7%, após prognósticos mais favoráveis para o embarque de produtos agropecuários e da indústria extrativa. A previsão para as importações, por sua vez, permanece estável em relação a 2022.

Para 2024, é projetado um crescimento de 1,8% da economia nacional. A estimativa leva em conta os avanços da agropecuária (+1,5%), da indústria (+2%) e dos serviços (+1,8%). “A base de comparação elevada de 2023, ano de safra recorde de grãos, contribui para a expectativa de alta mais modesta para a agropecuária em 2024”, prevê o documento.

Demanda doméstica
A revisão do BC também considera alta nas previsões para o consumo da família e do governo e recuo na estimativa para o desempenho da FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo).

A elevação da renda das famílias no segundo trimestre, resultante de crescimento dos rendimentos do trabalho e de benefícios sociais, e o recuo na taxa de poupança dos consumidores também são citados como estímulos para a revisão.

Para os próximos meses, no entanto, espera-se moderação no ritmo de crescimento da renda das famílias, com menor contribuição de benefícios sociais. Ao mesmo tempo, o BC avalia com cautela o aumento dos pagamentos líquidos das famílias às instituições financeiras e os níveis de endividamento.

“Diante desse cenário, espera-se que o consumo das famílias continue avançando no segundo semestre, porém em menor ritmo do que o observado no primeiro”, estima o Banco Central.

Fonte: r7

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Economia

Dinheiro esquecido de quem já morreu supera R$ 2 bilhões e é disputado por municípios

por Redação 26 de setembro de 2023

O SVR (Sistema de Valores a Receber) do BC (Banco Central), que ficou conhecido como ‘dinheiro esquecido’, ainda tem R$ 7,3 bilhões disponíveis para resgate, mas parte desse total, R$ 2,085 bilhões, que correspondem a 32%, não podem ser sacados pelos donos, que já morreram. São casos de pessoas que não tinham herdeiros ou, então, que não comunicaram familiares sobre a existência das contas.

Desde que o sistema de consulta de valores e solicitação de saques foi reaberto, em março deste ano, os herdeiros de pessoas falecidas têm a possibilidade de recuperar o dinheiro esquecido, e cada instituição financeira define os documentos que devem ser apresentados para fazer essa retirada. Além da família, podem consultar informações daquela pessoa apenas o testamentário, inventariante ou representante legal.

“Se ninguém reclamar a posse desses recursos, todo esse dinheiro vai continuar parado nos bancos”, diz Rodrigo Fantinel, presidente da Abrasf (Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais).

Ele explica que em situações como essa, o dinheiro esquecido e ‘sem dono’ tem de ir para a cidade onde o titular das contas vivia. “Está no Código Civil que, não existindo herdeiro, a titularidade do patrimônio é atribuída ao município”, afirma.

Por isso, no fim de junho, a associação enviou um ofício ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, solicitando os dados das contas esquecidas do SVR, além de outras providências referentes às contas inativas ou sem movimentação.

“Receber as referidas informações é um direito dos municípios, pois elas dizem respeito a um patrimônio cuja titularidade lhes é atribuída pela lei brasileira”, justifica.

Fantinel conta que, no fim de agosto, membros da Abrasf se reuniram com representantes do BC para discutir o assunto. Por enquanto, está sendo estudada a viabilidade jurídica de ‘abrir’ as informações bancárias, que têm sigilo assegurado. “A análise agora está nas mãos da Procuradoria-Geral do Banco Central”, diz.

As informações sobre as contas e titulares são importantes para que cada município identifique os antigos habitantes. “Depois, é preciso publicar um edital de chamamento, para novamente tentar localizar possíveis herdeiros”, ensina o presidente da Abrasf, que reúne 27 cidades do país.

Como consultar e resgatar valores?
Quem quiser saber se tem algum valor a receber, inclusive de pessoas falecidas, deve consultar o site do SVR (Sistema Valores a Receber), no endereço valoresareceber.bcb.gov.br, onde também há explicações sobre como solicitar a devolução do dinheiro.

O caminho para a consulta no site é o seguinte: depois de fazer o log-in no sistema, clicar na opção Acesse Valores para Pessoas Falecidas. Haverá campos para a inclusão do CPF e da data de nascimento da pessoa falecida.

Depois, será apresentado o Termo de Responsabilidade de consulta a dados de terceiros, que precisa ser lido e assinado.

Na sequência, vão aparecer na tela: o nome e os dados de contato da instituição que fará a restituição do valor; a origem (tipo) do valor a receber; e a quantia a receber. Com todas essas informações em mãos, é só procurar diretamente a instituição bancária e perguntar sobre a documentação que precisa ser apresentada para fazer o saque dos valores da pessoa falecida.

“O sistema exibe informações [inclusive faixa de valores] a usuários herdeiros, inventariantes e procuradores que dão o ‘de acordo’ em Termo de Responsabilidade no SVR. De posse dessas informações, eles podem entrar em contato com as instituições para verificar como resgatar os valores”, informou o BC, em nota.

No início do ano, quando começaram as consultas, o órgão informou que 62,8% do público que tinha algum dinheiro esquecido nos bancos, iria recuperar valores de até R$ 10. Teria direito a resgates entre R$ 10,01 e R$ 100 uma parcela de 25,16% das pessoas. Apenas 10,23% teriam valores a receberde R$ 100,01 a R$ 1.000, e acima de R$ 1.000,01, o percentual seria de apenas 1,78% das pessoas com nome no SVR.

Fonte: r7

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Economia

Quase 27 milhões de brasileiros ingressaram no sistema financeiro desde a pandemia

por Redação 26 de setembro de 2023

A pandemia do novo coronavírus causou uma revolução no ambiente bancário brasileiro, com o ingresso de 26,9 milhões de novos CPFs (Cadastro de Pessoas Físicas) no sistema financeiro nacional em dois anos e meio.

O número representa um avanço de 16,26% nos dados de novos relacionamentos, com salto de 8,66% (16,3 milhões) no total de bancarizados (indivíduos incluídos no sistema bancário) em 2020 — ano que marca o início da crise sanitária —, que passou de 165,6 milhões para 192,5 milhões.

A pandemia do novo coronavírus causou uma revolução no ambiente bancário brasileiro, com o ingresso de 26,9 milhões de novos CPFs (Cadastro de Pessoas Físicas) no sistema financeiro nacional em dois anos e meio.

O número representa um avanço de 16,26% nos dados de novos relacionamentos, com salto de 8,66% (16,3 milhões) no total de bancarizados (indivíduos incluídos no sistema bancário) em 2020 — ano que marca o início da crise sanitária —, que passou de 165,6 milhões para 192,5 milhões.

O avanço da inclusão financeira fica ainda mais evidente quando se analisa o número total de brasileiros com CPF atrelado a alguma instituição financeira: 94,8% da população de 203 milhões de habitantes, estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) afirma que a atração da população não bancarizada é uma “preocupação permanente” e define a ampliação do acesso a serviços financeiros como um “passo crucial para a inclusão social e para o combate à desigualdade no país”.

“Ao movimentarem seus recursos em bancos, as pessoas têm acesso a produtos e serviços que proporcionarão mais conforto, segurança e rentabilidade. Além disso, passam a ter acesso a crédito, disputando recursos a taxas mais em conta, e ficam livres da agiotagem”, analisa a Febraban.

Auxílio emergencial
No Relatório de Cidadania Financeira, publicado em 2021, o Banco Central avalia que a distribuição do auxílio emergencial para limitar os impactos financeiros causados pela crise sanitária “acelerou a inclusão financeira” no Brasil.

O benefício pago às populações mais carentes criou contas poupança na Caixa Econômica Federal para permitir a disponibilização dos recursos, que poderiam ser usados para transações digitais como transferências e pagamentos de contas.

“No total, [em 2020] quase 14 milhões de pessoas passaram a ter relação com o SFN [Sistema Financeiro Nacional]. Somente entre os meses de maio e julho, quase 10 milhões de pessoas acessaram pela primeira vez o SFN”, destaca a autoridade monetária.

Revolução do Pix
O Pix, ferramenta de pagamento instantâneo lançada pelo BC em novembro de 2020, também é visto como determinante para a inclusão de brasileiros no sistema financeiro nos últimos anos. Osvaldo Cervi, vice-presidente da associação de planejamento financeiro Planejar, afirma que a entrada do Pix no universo dos brasileiros democratizou o acesso aos serviços financeiros.

“Antes você pagava de R$ 7 a R$ 10 em uma operação de transferência, e o Pix não tem custo nenhum. Com certeza ele produziu uma revolução, porque as pessoas antigamente ficavam com o dinheiro em mãos e agora passaram a ter uma autonomia financeira muito grande”, explica ele.

Para a Febraban, o Pix é uma poderosa ferramenta que chegou para impulsionar a bancarização no Brasil, trazendo novos clientes para o sistema financeiro. “O Pix representa uma redução na quantidade de transações com dinheiro vivo, reduzindo custos operacionais, aumentando a rastreabilidade dos recursos e auxiliando a economia no momento em que é importante a retomada do crescimento econômico”, diz a federação que representa os bancos.

Cervi, da Planejar, reforça ainda que todo o arranjo de pagamentos — com a validação de novas processadoras e a criação de cartões pré-pagos — desenvolvido pelo Banco Central nos últimos anos também ajuda a explicar o crescimento do número de bancarizados.

Fonte: r7

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Economia

Banco Central baixou a taxa Selic: veja como isso muda a sua vida

por Redação 21 de setembro de 2023

O Copom (Comitê de Política Monetária), do BC (Banco Central), cortou a taxa Selic em 0,50 ponto percentual nesta quarta-feira (20). O novo patamar de 12,75% passa a valer a partir desta quinta-feira (21).

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e o principal instrumento de política monetária do BC no controle da inflação.

Por influenciar todas as taxas de juros do país, como a do rotativo do cartão de crédito e a do cheque especial, ela tem um peso no bolso do consumidor quando se trata de empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras.

Ou seja, com o corte do Banco Central, essas movimentações deverão ficar mais baratas. Dessa forma, a autoridade monetária incentiva o consumo, o investimento e o aquecimento da economia brasileira de uma forma geral. Na teoria, o crédito fica mais acessível, e o brasileiro volta a comprar.

Uma situação prática: quem for ao banco simular um empréstimo para comprar um carro poderá ver o plano falhar se a Selic subir no mês seguinte. Isso porque o aumento da taxa fará com que o valor das prestações fique acima daquele originalmente observado na simulação, o que pode forçar o consumidor a repensar o empréstimo e a compra.

No cenário oposto, de Selic mais baixa, a intenção do Copom é estabelecer uma política monetária para estimular o consumo e a economia ao baixar os juros ao consumidor.

Em um linguajar popular, a Selic é o preço do dinheiro. Se o dinheiro está “barato demais”, ou seja, com uma taxa muito baixa, as pessoas vão consumir além do nível em condições normais. Como consequência, a tendência é haver aumento generalizado dos preços. Essa, inclusive, é a “definição de inflação” mais aceita entre os economistas.

Nesse sentido, vale lembrar que o processo inflacionário é prejudicial principalmente para os mais pobres. Isso porque, numa explicação geral, eles são os que mais sentem o peso do aumento de preços no bolso.

O responsável por decidir o patamar da taxa Selic é o Copom. Ele é composto atualmente de nove economistas, que são diretores do Banco Central, além do presidente da autarquia. O Comitê se reúne a cada 45 dias.

De forma objetiva, o Copom precisa pelo menos se aproximar da meta de inflação, que hoje é de 3,25% ao ano. Ela tem margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, a variação do objetivo vai de 1,75% a 4,75%.

A meta é definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), que hoje é formado por Fernando Haddad (ministro da Fazenda), Simone Tebet (ministra do Planejamento) e Roberto Campos Neto (presidente do BC).

Fonte: r7

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Economia

Dinheiro esquecido inclui R$ 2 bilhões de pessoas que já morreram; saiba resgatar

por Redação 21 de setembro de 2023

O serviço de dinheiro esquecido em instituições financeiras tem R$ 7,3 bilhões para ser devolvidos. Segundo o Banco Central, desse total, R$ 2.085.845.861,52 são de pessoas que já morreram, o que corresponde a 32% dos valores.

Para solicitar e receber esses valores, no entanto, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal.

Quem quer saber se tem algum valor a receber, inclusive de pessoas falecidas, deve consultar o SVR (Sistema Valores a Receber), no site valoresareceber.bcb.gov.br, que também tem informações sobre como solicitar a devolução do dinheiro.

“É importante esclarecer que o sistema exibe informações (inclusive faixa de valores) a usuários herdeiros, inventariantes e procuradores que dão o ‘de acordo’ em Termo de Responsabilidade no SVR. De posse dessas informações, eles podem entrar em contato com as instituições para verificar como resgatar os valores”, informou o BC, em nota.

A consulta dos valores e a solicitação para resgatar o dinheiro é feita exclusivamente por meio do site do Banco Central. O órgão afirma que todos os serviços do sistema são totalmente gratuitos e que a população não deve fazer nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores.

Como consultar

  • Entre no site do Banco Central, no link valoresareceber.bcb.gov.br.
  • Clique em “Consulte valores a receber”.
  • Preencha os dados solicitados (CPF e data de nascimento da pessoa falecida).
  • Faça a verificação de segurança e clique em “Consultar”.
  • Caso a consulta encontre dinheiro a ser resgatado, continue para o passo a passo da solicitação de resgate dos valores.

Como solicitar o resgate

  • Entre no site do Banco Central, no link valoresareceber.bcb.gov.br.
  • Clique em “Acesse o Sistema de Valores a Receber”.
  • Se não houver fila de espera, o usuário será direcionado para a página de login. É preciso fazer login com a conta gov.br do herdeiro/inventariante que está acessando o sistema, e não a conta do falecido. A conta precisa ser de nível prata ou ouro.
  • Acesse a opção “Valores para Pessoas Falecidas” dentro do sistema.
  • Digite o CPF e a data de nascimento da pessoa falecida.
  • Leia e aceite o Termo de Responsabilidade de consulta a dados de terceiros, para confirmar que está autorizado a realizar a consulta por ser herdeiro(a), testamentário(a), inventariante ou representante legal da pessoa falecida. Só pessoas em uma dessas condições estão autorizadas a solicitar o resgate dos valores.
  • Ao seguir esses passos, o usuário deverá ver na tela a faixa do valor a receber, o nome e os dados de contato da instituição que deve devolver o valor e a origem (tipo) do valor.
  • Para solicitar o resgate, o usuário deverá entrar em contato diretamente com a instituição, por meio dos dados de contato fornecidos no sistema, e perguntar sobre a documentação necessária para receber o valor da pessoa falecida. O resgate será feito de acordo com o que for combinado com a instituição financeira.
  • O usuário poderá exibir o comprovante, que contém as informações sobre o valor a receber em nome da pessoa falecida. É possível salvar, imprimir ou compartilhar o comprovante.

Alerta

O BC recomenda que não se faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores. A instituição não envia links nem entra em contato com o beneficiário para tratar sobre valores a receber nem para confirmar dados pessoais. Os serviços de valores a receber são totalmente gratuitos.

“Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode te contatar, e ela nunca vai pedir sua senha. Não clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram”, orienta o BC.

Valores esquecidos no geral
Do total de R$ 7,3 bilhões, a maior fatia das cifras a receber, que corresponde a R$ 5,8 bilhões, é de pessoas físicas, cujo total de beneficiários é de 37.486.211. Já as pessoas jurídicas deixaram R$ 1,4 bilhão e somam 2.882.693 CNPJs.

Até o momento, já foram devolvidos R$ 4,7 bilhões, dos quais R$ 3,4 bilhões para pessoas físicas e R$ 1,2 bilhão para pessoas jurídicas.

Os bancos são os maiores detentores do dinheiro esquecido, reunindo R$ 4,2 bilhões, seguidos pelas administradoras de consórcios, com cerca de R$ 2,1 bilhões; cooperativas, com R$ 639,4 milhões; financeiras, com R$ 104,2 milhões; e instituições de pagamento, com R$ 97,9 milhões. Outros tipos de instituição somam R$ 10,9 milhões.

De fevereiro a julho, o dado mais atualizado do Banco Central, o volume de recursos disponíveis para resgate passou de R$ 6 bilhões para os atuais R$ 7,3 bilhões. A maior parte dos beneficiários, que somam 28,8 milhões, tem a receber valores que chegam a R$ 10. Os beneficiários que somam valores entre R$ 10,01 e R$ 100 são 11,6 milhões.

Já os que têm valores a receber entre R$ 100,01 e R$ 1.000 somam 4,6 milhões. Os beneficiários cujos valores a receber passam de R$ 1.000,01 chegam a 815.130.

Fonte: r7

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Economia

Pix ultrapassa cartão de débito como meio de pagamento, diz chefe de operação do BC

por Redação 8 de setembro de 2023

O chefe da Gerência de Gestão e Operação do Pix, Carlos Eduardo Brandt, afirmou que houve uma adoção massiva do Pix no Brasil. Segundo o executivo, o sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo BC (Banco Central) ultrapassou em dois anos o número de transações registradas nos cartões de débito.

“O Pix é o meio de pagamentos mais rápido que existe. Ele atingiu mais que o dobro das transações de cartões de débito em apenas dois anos de operações. Acho justo dizer que estamos atingindo nossos objetivos públicos”, disse o executivo, que foi um dos principais responsáveis pela criação do novo meio de pagamentos.

O executivo é um dos painelistas em conferência realizada nos Estados Unidos, que reúne representantes de bancos centrais do mundo para discutir sobre os sistemas de pagamentos e o surgimento das moedas digitais. Brandt acrescentou ainda que o Pix trouxe uma redução de custos para a economia na comparação com a época em que os cartões eram protagonistas enquanto meios de pagamento.

Segundo Brandt, a autoridade monetária brasileira também conseguiu contribuir fortemente com o desenvolvimento de novas tecnologias e a inclusão da população que estava fora dos meios digitais de pagamento.

O executivo também citou outros trabalhos que estão sendo desenvolvidos, como o Open Finance e o CBDC, a moeda digital do BC local. “Acreditamos que os bancos centrais podem desempenhar um papel importante trazendo inovação ao mercado”, disse.

Fonte: r7

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Economia

Pix funcionará sem internet e poderá ser usado em pedágios e transporte público, projeta BC

por Redação 4 de setembro de 2023

O Pix, segundo sistema de pagamentos instantâneos mais usado no mundo em 2022, se tornou rapidamente muito popular entre os brasileiros. Contudo, o BC (Banco Central) tem projeções ainda mais ambiciosas para a ferramenta. No Relatório de Gestão do Pix divulgado nesta segunda-feira (4), uma das expectativas da autarquia é que o instrumento funcione sem internet.

Isso “tem potencial de ampliar o acesso e dar mais comodidade ao usuário, estimulando novas dinâmicas de uso e a substituição de meios de pagamento menos eficientes”, diz a autoridade monetária.

Atualmente, não é possível realizar uma transferência do gênero sem que o dispositivo do usuário acesse a rede.

Nesse contexto, outra possibilidade, na visão do BC, é a tecnologia de aproximação. Seria semelhante ao que já ocorre com os cartões de crédito e débito.

Caso isso se concretize, segundo a autarquia, o Pix poderá ser usado como “pagamento de pedágio em rodovias, estacionamentos e transporte público”.

“Muitos negócios que hoje não são realizados pela falta de ‘conectividade’ poderão ser viabilizados instantaneamente, de forma simples, segura e com menor custo”, afirma o Banco Central.

Parcelamento
Além disso, a autarquia projeta o parcelamento de compras por meio do Pix. Essa expectativa vem em meio à discussão do fim das divisões no cartão de crédito, como forma de compensar um eventual limite nos juros da opção crédito.

“Não há um modelo único sendo praticado. Há, por exemplo, soluções que vinculam uma concessão de crédito pessoal à transação Pix e soluções que permitem o pagamento de uma transação Pix na fatura do cartão de crédito. O BC monitora a evolução desse mercado e o uso dessas soluções, podendo, futuramente, caso julgue necessário, decidir pela criação de um produto único ou pela definição de regras mínimas a serem observadas pelas instituições”, declara.

Depósitos internacionais
Outra estimativa é que o Pix poderá ser usado como forma de pagamento para o exterior. Atualmente, apenas contas brasileiras estão integradas ao sistema de pagamentos instantâneos lançado em novembro de 2020.

“O Pix também poderá permitir, no futuro, a integração com sistemas de pagamentos instantâneos internacionais, viabilizando a realização de transações transfronteiriças entre o Brasil e outros países, como remessas, pagamentos entre empresas e pagamentos de compras de bens e de serviços no exterior. O BC vem acompanhando iniciativas ao redor do mundo, e o Pix já foi desenvolvido para facilitar esse tipo de conexão, adotando padrões internacionais de comunicação.”

‘Muitas novidades ainda serão implementadas’
No documento, o BC demonstra bastante otimismo com a forma de pagamento. “Muitas novidades ainda serão implementadas”, prevê.

“Certamente outros produtos e funcionalidades serão ainda vislumbrados e desenvolvidos conforme as demandas da sociedade e os aperfeiçoamentos estruturais e tecnológicos vindouros. Fato é que as inovações já experimentadas abriram caminho para a transformação digital nos meios de pagamento, não sendo mais possível retroceder.”

Fonte: r7

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Economia

Taxa de juros do rotativo do cartão de crédito sobe a 445,7% ao ano, mostra BC

por Redação 28 de agosto de 2023

Em meio às discussões sobre a extinção do rotativo do cartão de crédito, a taxa média de juros da modalidade avançou 8,7 pontos percentuais no mês de julho, de 437% para 445,7% ao ano, mostram dados revelados nesta segunda-feira (28) pelo BC (Banco Central).

A alta leva a taxa ao maior patamar desde maio (454% ao ano). Com a variação, o crédito rotativo aparece 50,8 pontos percentuais mais caro no acumulado dos últimos 12 meses. Somente em 2023, o nível já saltou 17 pontos percentuais,

Na prática, o consumidor que cair no rotativo com uma dívida no valor de R$ 800 precisa desembolsar um adicional de R$ 3.565,60 para quitar o saldo devedor com a instituição financeira após um ano, totalizando uma dívida de R$ 4.365,60.

A alta ocorre mesmo diante do primeiro corte da taxa básica de juros no período de três anos. A redução de 0,5 ponto percentual levou a taxa Selic a 13,25% ao ano, ante o patamar de 13,75% ao ano, que estava em vigor desde agosto do ano passado.

Para auxiliar os milhões de endividados que sofrem com as taxas elevadas de juros, o governo federal lançou o Desenrola Brasil para que os endividados consigam renegociar suas dívidas. No primeiro mês do programa, a iniciativa para ajudar a tirar os brasileiros do vermelho negociou quase R$ 10 bilhões em dívidas.

Cheque especial
As Estatísticas Monetárias e de Crédito revelam ainda que as taxas cobradas daqueles que fizeram uso do cheque especial voltaram a cair após leve variação positiva em junho. O patamar de juros atual cobrado dos que precisam ficar com as contas bancárias no vermelho é de 132,5% ao ano.

O nível aparece 2 pontos percentuais superior ao registrado no mês anterior e 5,1 pontos percentuais maior em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado deste ano, a taxa avançou 0,4 ponto percentual.

O rotativo do cartão de crédito e o cheque especial são as modalidades de crédito mais acessadas em momentos de dificuldade e, consequentemente, têm as linhas de crédito mais caras do mercado.

Consignado
Para driblar as taxas exorbitantes das modalidades, os consumidores podem aderir ao empréstimo consignado, que oferece desconto direto na folha de pagamento. A taxa da linha de crédito recuou 0,5 ponto percentual em julho e figura em 25,4% ao ano.

Dentro do consignado, as taxas variam entre os grupos de profissionais, com a menor delas cobrada aos servidores públicos (24,2% ao ano). Para os beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e trabalhadores do setor privado, as cobranças figuram em, respectivamente, 24,8% e 38,5% ao ano.

Fonte: r7

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