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Bancos

Economia

Cartão de crédito terá mudanças a partir de 1º de julho; veja quais são as novas regras

por Redação 19 de junho de 2024

As novas regras para os cartões de crédito entram em vigor no dia 1º de julho. Entre elas está a portabilidade do crédito rotativo, que permite transferir dívidas das faturas, as principais responsáveis pelo superendividamento das famílias, para um banco que ofereça melhores condições.

A medida foi regulamentada pelo BC (Banco Central) e pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) no final do ano passado, com a resolução sobre o limite de juros para o crédito rotativo e a fatura parcelada em 100% do valor da dívida, que entrou em vigor no começo deste ano.

O direito à portabilidade do saldo devedor da fatura de cartão de crédito também será válido para pagamento pós-pago, modalidades nas quais os recursos são depositados para débitos já assumidos, e para outras dívidas relacionadas, até mesmo aquelas já parceladas.

Isso significa que o consumidor poderá passar sua dívida de um banco para outro, que oferecer melhores condições para o pagamento, desde que seja uma instituição autorizada pelo BC.

Os especialistas, no entanto, recomendam comparar as propostas entre as instituições financeiras, antes de negociar condições mais favoráveis. O consumidor escolhe o banco que tem a melhor proposta e passa a dívida para ele, onde vai fazer um novo contrato, com novas condições.

Fatura mais clara

Outra medida que começa a vigorar em julho é a que prevê mais transparência à fatura do cartão. Os boletos deverão trazer, a partir de 1º de julho, uma área de destaque, com as informações essenciais, como valor total da fatura, data de vencimento da fatura do período vigente e limite total de crédito.

As faturas também deverão ter uma área em que sejam oferecidas opções de pagamento. Nessa área deverão estar as seguintes informações:

valor do pagamento mínimo obrigatório
valor dos encargos a ser cobrado no período seguinte no caso de pagamento mínimo
opções de financiamento do saldo devedor da fatura, apresentadas na ordem do menor para o maior valor total a pagar
taxas efetivas de juros mensal e anual
Custo efetivo total das operações de crédito
Além disso, as faturas terão uma área com informações complementares. Nesse campo, devem estar:

Informações como lançamentos na conta de pagamento
Identificação das operações de crédito contratadas
Juros e encargos cobrados no período vigente
Valor total de juros e encargos financeiros cobrados referentes às operações de crédito contratadas
Identificação das tarifas cobradas
Limites individuais para cada tipo de operação

Segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), as empresas já estão se adequando às novas regras. “A Abecs vem acompanhando ambos os temas junto aos emissores associados, que estão se preparando e trabalhando internamente nos ajustes necessários para se adequarem às mudanças regulatórias”, afirmou em nota.

O Brasil registrou 212,3 milhões de cartões de crédito ativos em 2023, segundo estudo do Banco Central.

O que vai mudar a partir de 1º de julho

1) Portabilidade da dívida do rotativo, em que o consumidor poderá escolher o banco que tem a melhor proposta e passar a dívida para ele, onde vai fazer um novo contrato, com novas condições.

A medida também vale para os demais instrumentos de pagamento pós-pagos, modalidades nas quais os recursos são depositados para pagamento de débitos já assumidos.

2) As faturas do cartão de crédito deverão ter uma área de destaque, com as informações essenciais, como valor total, data de vencimento do período vigente e limite total de crédito.

3) Iniciativas de educação financeira devem ser promovidas pelas instituições de pagamento e demais autorizadas pelo Banco Central.

4) Bancos e outras instituições deverão garantir a indicação de um diretor responsável por essa área de educação financeira, que por sua vez terá de constituir mecanismos de controle e acompanhamento da eficácia das medidas adotadas.

Fonte: r7

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Economia

Bancos promovem mutirão de negociação financeira até 15 de abril; veja como participar

por Redação 11 de abril de 2024

Brasília, Distrito Federal, Brasil — Pessoas com dívidas em atraso com instituições financeiras podem participar, até 15 de abril, da edição de 2024 do Mutirão de Negociação e de Orientação Financeira. A iniciativa é promovida todos os anos pelo BC (Banco Central), pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e pelos Procons de todo o país.

Podem ser negociados débitos em atraso sem bens dados em garantia. Entre as dívidas alvo do mutirão, estão aquelas relacionadas a cartão de crédito, cheque especial, empréstimo pessoal e demais modalidades de crédito contratadas em bancos e financeiras. Dívidas com bens dados em garantia (como veículos, motocicletas e imóveis), dívidas prescritas e contratos com as parcelas em dia não podem ser renegociados.

Os cidadãos interessados em participar do mutirão podem pedir a renegociação com as instituições financeiras onde têm dívidas. A lista completa dos canais de atendimento está disponível na internet.

O devedor também pode pedir a renegociação por meio do portal Consumidor.gov.br ou pelos Procons que aderiram à iniciativa. Outras informações sobre o Mutirão de Negociação e Orientação Financeira estão disponíveis no Meu Bolso em Dia.

O Banco Central fornece dicas para que o cidadão se prepare melhor para a renegociação. Em primeiro lugar, o devedor deve consultar o Registrato, para saber quais são as suas dívidas em atraso. Em seguida, deve acessar as dicas da Febraban para planejar o orçamento doméstico e entender como a renegociação afetará a vida financeira.

Outra recomendação é acessar a plataforma Meu Bolso em Dia. A página fornece orientações e capacitação para que o cidadão continue a aprender a lidar com o dinheiro e melhorar a saúde financeira. O BC também oferece ações de educação financeira

Restrições
O BC esclarece que o mutirão não é recomendado para todos. As pessoas que preenchem os requisitos para negociar pela Faixa 1 do Programa Desenrola Brasil devem buscar renegociar suas dívidas por esse programa, que oferece condições mais vantajosas, como desconto médio de 83% do total da dívida, podendo chegar a 96%.

A Faixa 1 do Desenrola abrange dívidas de até R$ 5 mil para quem tem renda de até dois salários mínimos ou está inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do Governo Federal. Mais informações podem ser obtidas na página oficial do Desenrola.

Os superendividados, conforme previsto na Lei 14.181/2021, têm direito à renegociação global e simultânea com todos os credores. Essa lei possibilita acordos mais adequados que a negociação individual com cada banco e a solução efetiva para o problema do superendividamento.

As pessoas em situação de superendividamento devem buscar ajuda especializada nos órgãos de proteção e defesa do consumidor. A plataforma Meu Bolso em Dia também dá orientações sobre o tema.

Fonte: r7

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Brasil

4 milhões de aposentados terão que fazer ‘prova de vida’ para INSS não bloquear pagamento

por Redação 1 de fevereiro de 2024

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começou a avisar 4,3 milhões de aposentados e pensionistas para realizar “prova de vida” à Previdência Social. Nascidos entre janeiro e março já estão sendo notificados via aplicativo Meu INSS, bancos ou central telefônica 135. Apesar de a “prova de vida” não ser mais obrigatória a todos os beneficiários, quem não foi localizado pelas bases de dados às quais a Previdência Social tem acesso precisa fazer a comprovação.

Quem foi notificado precisar fazer a “prova de vida” pelo aplicativo Meu INSS, no banco onde recebe o benefício ou em uma agência do INSS. Se tiver dúvidas sobre a necessidade de fazer o procedimento e como fazê-lo, basta ligar na central telefônica 135.

Depois de receber a notificação, o segurado tem até 60 dias para realizar a comprovação de que está vivo. Terminado o prazo, o recebimento da aposentadoria ou pensão pode ser bloqueado.

Desde fevereiro de 2022, “cabe ao próprio INSS utilizar as bases de dados de órgãos, entidades ou instituições, mantidos ou administrados pelos órgãos públicos federais, estaduais, municipais e privadas para checar se os segurados estão vivos”, informa a Previdência Social. Só quem não foi possível encontrar por esse procedimento é que terá que realizar a “prova de vida”.

No caso dos servidores públicos federais aposentados e dos pensionistas federais, a prova é feita exclusivamente on-line. “Somente nos aplicativos Sougov.br e Gov.br ou na agência bancária onde o pagamento é realizado. O procedimento deve ser realizado no mês de aniversário do servidor/beneficiário”, alerta o INSS.

O que vale como sinal de vida para o sistema:

  • Acessar o aplicativo Meu INSS com biometria;
  • Receber atendimento pessoalmente em agência da Previdência Social;
  • Receber pagamento de benefício com biometria;
  • Fazer empréstimo consignado com biometria;
  • Fazer atualizações no CadÚnico (Cadastro Único) do governo federal;
  • “Prova de vida” presencial em agência da Previdência Social ou no banco onde recebe o benefício, caso notificado.

Fonte: r7

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Economia

Bancos começam a informar sobre juros do consignado do INSS

por Redação 19 de setembro de 2023

A Dataprev, empresa de tecnologia e informações do governo federal, começou a receber e a validar as taxas de juros do empréstimo consignado praticadas pelas instituições financeiras.

A medida faz parte das novas regras para ampliar a transparência de custos da modalidade de crédito para beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Segundo o instituto, a partir do fim de outubro os aposentados e pensionistas vão poder acompanhar as informações por meio do extrato do Meu INSS.

“Com o recebimento dessas informações, a partir do final de outubro, ao consultar o extrato de empréstimos pelo Meu INSS, o cidadão poderá visualizar quanto de juros é cobrado em cada empréstimo que fez”, afirma o INSS em nota.

Além disso, será disponibilizada, no Meu INSS, uma listagem com informação das taxas de juros praticadas pelos diversos bancos.

As novas normas determinam a divulgação de dados da modalidade de empréstimo para facilitar o acompanhamento.

Para consultar o extrato de empréstimos, é preciso:

  • Acessar o Meu INSS (meu.inss.gov.br ou aplicativo para celular);
  • Informar CPF e senha;
  • Clicar em “do que você precisa?” e escrever “extrato de empréstimo”;
  • Na lista, clicar no nome do serviço;
  • Selecionar o número do benefício que deseja consultar; e
  • Clicar em “baixar PDF”.

As mudanças
A modalidade é concedida a quem tem salário, aposentadoria ou pensão creditados em conta-corrente. Por ser descontado diretamente na folha de pagamento ou da aposentadoria do cliente, o empréstimo é fácil de ser contratado e tem uma das menores taxas do mercado.

O novo teto de juros para empréstimos consignados a beneficiários do INSS com desconto em folha de pagamento foi estabelecido em 1,97% ao mês desde o fim de março, em um acordo entre o governo federal e os bancos.

Atualmente, 16.995.121 aposentados e pensionistas têm algum empréstimo consignado ativo, de acordo com o INSS. O número corresponde a quase metade do total de beneficiários do instituto.

As resoluções foram publicadas em março para começar a vigorar após 90 dias. Uma delas dtermina que as instituições financeiras disponibilizem ao INSS e à Dataprev, em cada operação, informações como: as taxas de juros mensal e anual; o custo efetivo total; a data do primeiro desconto; os valores do imposto sobre operações e dos recursos pagos a título de dívida (saldo devedor original), quando a contratação for oriunda de portabilidade ou refinanciamento; e a informação diária das taxas ofertadas para novas operações.

Já a outra resolução sugere ao Banco Central do Brasil que divulgue na internet, com menor intervalo de apuração, as taxas médias ponderadas que estão sendo praticadas pelas instituições financeiras (atualmente, em cerca de 15 dias) e o nível de dispersão das taxas mensais efetivas apuradas em operações individuais.

Fonte: r7

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Economia

Reclamações sobre crédito consignado do INSS quase triplicam neste ano

por Redação 17 de agosto de 2023

As reclamações sobre o crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) quase triplicaram neste ano. A alta coincide com a queda da taxa de juros da modalidade de empréstimo, que desconta diretamente da folha de pagamento.

Segundo a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), do Ministério da Justiça, de janeiro a junho foram registradas 42.879 reclamações. O volume é 270% maior do que as 11.594 ocorrências em igual período do ano passado.

O sistema da Senacon reúne 26 Procons estaduais, o do DF e mais de 600 Procons municipais, que atendem uma média mensal de 150 mil consumidores.

Só no Procon de São Paulo, de janeiro a julho deste ano foram 8.413 reclamações, número que corresponde a quase uma queixa a cada hora. Em 2022, no mesmo período, foram 4.982 ocorrências, alta de 69%.

A modalidade é concedida a quem tem salário, aposentadoria ou pensão creditados em conta-corrente. Por ser descontado diretamente na folha de pagamento ou da aposentadoria do cliente, é um empréstimo fácil de ser contratado e tem uma das menores taxas do mercado.

O novo teto de juros para empréstimos consignados a beneficiários do INSS com desconto em folha de pagamento foi estabelecido em 1,97% ao mês desde o fim de março, em um acordo entre o governo federal e os bancos.

Atualmente, 16.995.121 aposentados e pensionistas têm algum empréstimo consignado ativo, de acordo com o INSS. O número corresponde a quase metade do total de beneficiários do instituto.

As principais queixas
Do levantamento da Senacon, entre janeiro e junho deste ano:

  • cobrança por serviço/produto não contratado/não reconhecido/não solicitado – 20.024;
  • cobrança indevida/abusiva para alterar ou cancelar o contrato – 4.291;
  • cobrança de tarifas, taxas, valores não previstos/não informados – 2.117;
  • renegociação/parcelamento de dívida – 2.007;
  • não entrega do contrato ou documentação relacionada ao serviço – 1.515; e
  • demais problemas – 12.925.

Do levantamento do Procon-SP, entre janeiro e julho de 2023:

  • cobrança por serviço não reconhecido e não solicitado – 1.745;
  • não entrega do contrato ou documentação relacionada ao serviço – 1.532;
  • cobrança indevida – 1.647;
  • dificuldade para alterar ou cancelar o contrato ou o serviço – 317; e
  • oferta não cumprida, serviço não fornecido, publicidade enganosa – 382.

Diagnóstico
O Procon-SP afirma que não é possível atribuir a alta de reclamações a uma determinada causa, porque pode estar ligada a vários cenários, como o aumento de oferta do crédito, mas também à facilidade de o consumidor fazer uma reclamação, buscando postos de atendimento físicos ou de forma online.

“Vários fenômenos podem estar ligados a esse aumento do número de reclamações. Talvez até aquele movimento que a Previdência fez para realizar perícias para adiantar a concessão de benefícios. Então não temos como dizer especificamente por que houve esse aumento”, explica Renata Reis, assessora técnica do Procon-SP.

Segundo ela, o diagnóstico é de um cenário muito ruim, porque as empresas deveriam atuar de forma mais contundente, principalmente em relação aos correspondentes bancários, no procedimento eletrônico em que é feita eventual contratação do consignado, para evitar que o consumidor seja vítima de transação não reconhecida.

“Talvez tenha havido um investimento para aumentar o número de operações, mas nenhum para realmente coibir esses problemas, que não são novidade no mercado e há tempos vêm assolando os pensionistas e os aposentados”, afirma a assessora técnica.

O que fazer para evitar problemas?
Para Renata, quando o consumidor não tem interesse em fazer a transação, o melhor procedimento é blindar o benefício. Para isso, o segurado deve entrar em contato com o INSS para pedir o bloqueio de operações financeiras.

“Quando o benefício é concedido, tem um período em que não pode haver a liberação imediata, mas é importante que o consumidor deixe o benefício bloqueado para que realmente nenhuma operação seja feita sem que ele mesmo procure o INSS, por meio do aplicativo ou do site, para desbloquear a operação. Essa é a melhor forma”, orienta Renata Reis.

As pessoas que não têm interesse no momento de fazer a transação devem bloquear o benefício, procurando a Previdência Social, seja numa agência do INSS, seja por meio do aplicativo ou site Meu INSS ou ainda pelo site www.gov.br.

Caso o segurado venha a ter interesse em fazer a operação, ele deverá ir ao banco ou a um correspondente bancário e, sempre antes de assinar qualquer documento, solicitar uma cópia para que possa primeiro analisar com alguém da família ou de sua confiança o exato teor do documento.

Outra reclamação diz respeito ao consumidor que já fez alguma operação de forma eletrônica. Numa segunda solicitação, ele deve tomar cuidado. “Não forneça dados, não clique em nada, não confime a mensagem, não faça esse tipo de procedimento, para que possa se proteger da contratação indevida”, acrescenta a assessora ténica do Procon-SP.

Quando o consumidor observar que houve desconto indevido, ele deve primeiro procurar a Previdência Social para contestar a cobrança, até para que o órgão faça o bloqueio de débitos futuros. E ele também pode reclamar no Procon, a fim de que a entidade atue de forma fiscalizatória e o consumidor possa receber de volta aquilo que foi debitado indevidamente, além de ter a garantia de um documento formal de que aquela operação que ele não reconhece está sendo cancelada.

Onde reclamar

  • Procon-SP — O atendimento telefônico está disponível para orientação ao consumidor de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8 às 17h, pelo número 151. Outra opção é o site procon.sp.gov.br;
  • INSS — Reclamação sobre crédito consignado deve ser feita pelos sites consumidor.gov.br, falabr.cgu.gov.br ou gov.br.

Fonte: r7

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Esporte

Jogo do Brasil na Copa Feminina altera horário dos bancos e INSS

por Redação 24 de julho de 2023

A seleção brasileira estreia na Copa do Mundo feminina nesta segunda-feira (24) e vai alterar o horário de funcionamento das agências bancárias e dos centros de atendimento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e da Receita Federal.

Com a partida contra o Panamá marcada para as 8h, no horário de Brasília, as agências vão abrir uma hora mais tarde (11h), de acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Em estados com diferença de uma hora em relação ao horário de Brasília, o atendimento será das 10h às 16h. Já naqueles em que a diferença é de duas horas, o atendimento vai ser das 9h às 15h. Em Fernando de Noronha, das 12h às 18h.

A mudança nos horários leva em conta a resolução nº 4.880, de 23 de dezembro de 2020, do Conselho Monetário Nacional, que autoriza as instituições financeiras a estabelecer o horário de atendimento ao público em suas dependências.

Devido a alteração, a Febraban orienta os clientes a utilizar os canais eletrônicos caso precisem dos serviços fora do horário de atendimento dos canais físicos. A Receita também afirma que seus serviços digitais operam normalmente, sem interrupções.

Receita e INSS
Quem tiver problemas para resolver nas unidades da Receita Federal ou do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) também precisa estar atento à mudança no horário de atendimento dos órgãos.

O atendimento ao público nas unidades dos dois órgãos terá início, excepcionalmente, às 11h, nos dias em que os jogos começarem até as 7h30, e às 12h, nos dias em que os jogos estiverem marcados para as 8h.

“Não será permitido aos servidores alterarem o horário de expediente nas unidades em que já haja agendamentos preenchidos, de forma a garantir o atendimento nos horários programados, tendo em vista o interesse público e o enfrentamento da atual fila de análise de benefícios”, destaca a Anasps (Associação Nacional dos Servidores da Previdência Social).

Fonte: r7

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Cidade

Bancos terão horário alterado nos dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo feminina

por Redação 21 de julho de 2023

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) informou que os bancos brasileiros terão horário de funcionamento diferenciado nos dias em que a seleção brasileira disputar partidas pela Copa do Mundo Feminina de futebol. O mundial, disputado na Austrália e na Nova Zelândia, terá partidas da seleção com início às 8h, no horário de Brasília.

Nesse caso, as agências vão abrir uma hora mais tarde, de acordo com a entidade. Nos dias em que os jogos começarem mais cedo, o expediente não será alterado. A Febraban afirma que a flexibilização segue a política adotada durante a Copa do Mundo masculina.

Nos estados que seguem o fuso horário de Brasília, o atendimento ao público será das 11h às 17h; em estados com diferença de uma hora em relação à capital federal, o atendimento será das 10h às 16h; naqueles em que a diferença é de duas horas, o horário será das 9h às 15h; em Fernando de Noronha, das 12h às 18h.

“A decisão está de acordo com a resolução nº 4.880, de 23 de dezembro de 2020, do Conselho Monetário Nacional, que autoriza as instituições financeiras a estabelecer o horário de atendimento ao público em suas dependências”, diz a entidade, em nota.

“O Banco do Brasil tem apoiado ações afirmativas pela diversidade”, diz em nota a presidente do BB, Tarciana Medeiros, primeira mulher a comandar a instituição em 214 anos de história. “Entendemos que esta é uma ação de equidade para que possamos acompanhar os jogos, assim como tradicionalmente já ocorre com a Copa do Mundo de futebol masculino.”

A Febraban orienta os clientes a utilizarem os canais eletrônicos caso precisem dos serviços fora do horário de atendimento dos canais físicos. Para os funcionários que trabalham fora das agências, cada banco adotará política própria.

Fonte: r7

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Economia

Bancos dão desconto de até 96% para limpar o nome no Desenrola

por Redação 19 de julho de 2023

Os bancos e instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central a realizar operações de crédito começam a oferecer condições para limpar o nome de pessoas que estão endividadas, dentro do Desenrola Brasil.

O programa de renegociação de dívidas, idealizado pelo governo federal e com o apoio da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), começou a vigorar na segunda-feira (17).

A primeira fase vai contemplar dívidas bancárias. Pessoas físicas que têm dívidas bancárias de até R$ 100 ficarão automaticamente com o nome limpo nas instituições. Assim, os beneficiados podem voltar a pegar crédito ou fazer contrato de aluguel, se não tiverem outras restrições. Mas o não pagamento das parcelas renegociadas leva a uma nova negativação.

O programa, que estará vigente até 31 de dezembro de 2023, tem duas faixas de beneficiados e começou pela faixa 2, destinada a pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor.

Nessa fase, os bancos vão oferecer a possibilidade de renegociação diretamente em seus canais com os clientes, e as condições mudam de uma instituição para outra.

Já a faixa 1, voltada a pessoas físicas de renda mensal de até dois salários mínimos ou que constem no CadÚnico (Cadastro Único dos beneficiários dos programas sociais do governo federal), com dívidas de até R$ 5.000, deverá ser incluída ao longo do segundo semestre. O governo está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar as renegociações de aproximadamente 70 milhões de pessoas.

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Santander e Inter são os bancos que já fazem parte do programa. Outras instituições ainda devem anunciar sua participação.

O C6 Bank afirmou que os bancos têm até o dia 27 de julho para se habilitar. “O C6 Bank está em processo de cadastramento e divulgará informações adicionais oportunamente”, informou em nota. O Nubank ainda não respondeu se vai aderir ou não ao Desenrola.

Veja a seguir as condições e os canais de atendimento dos bancos.

Caixa Econômica Federal

  • Quitação à vista, com descontos de até 90% (sem cobrança de IOF);
  • Parcelamento da dívida de 12 a 96 meses, com taxas personalizadas e a primeira parcela para 30 dias (nesse caso, a negociação prevê entrada de 10% do valor da dívida, acrescida de IOF);
  • Outras condições podem ser consultadas de forma personalizada no site Negociar ou no app Cartões;
  • Exclusão dos cadastros restritivos se dará em até cinco dias úteis após a efetivação da renegociação;
  • Pelo site Caixa Desenrola, o cliente pode consultar seus contratos em atraso, mesmo não estando elegível, e conhecer as condições especiais para pagamento.

Itaú Unibanco
• Descontos e condições para a renegociação, com redução de taxas de juros de até 60% para dívidas em atraso;

  • Os clientes com restritivo por dívidas de até R$ 100 nos cadastros de inadimplentes e elegíveis ao Programa Desenrola terão esse restritivo baixado ao longo do mês de julho;
  • Vale lembrar que, caso o cliente elegível não faça a adesão ao Desenrola nos próximos meses, a negativação será novamente inserida nos cadastros de inadimplente;
  • Canais para adesão: WhatsApp (11) 4004 1144 e site https://renegociacao.itau.com.br/.

Santander
Para pessoas físicas

  • Ofertas com e sem entrada, taxas flexíveis, descontos de até 90% e parcelamento em até 120 vezes;
  • Canais de contratação: telefones 4004-3535 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 702 3535 (demais localidades);
  • Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 8h às 21h; sábado, das 9h às 16h;
  • Site: www.santander.com.br/renegociacao.

Santander Financiamentos:

  • Ofertas de renegociação dependem do perfil do cliente;
  • Canais de contratação: telefones 4004-9090 (nas capitais e regiões metropolitanas) e 0800 722 9090 (demais localidades);
  • Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 8h às 21h, e sábado, das 9h às 16h;
  • WhatsApp: 4004-9090;
  • Site: www.negociemais.santanderfinanciamentos.com.br.

Banco do Brasil

  • Descontos de até 25% nas taxas de juros de renegociação, descontos de até 96% nas dívidas e prazo de até 120 meses para pagamento, para os públicos selecionados;
  • Canais de atendimento: App BB e o Internet Banking nos endereços www.bb.com.br/renegocie (pessoas físicas) e www.bb.com.br/renegociepj (pessoas jurídicas);
  • Central de Relacionamento pelos números 4004 0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões), pelo WhatsApp, enviando uma #renegocie para o número 61 4004 0001, e por toda a rede de agências.

Bradesco

  • As condições vão variar de acordo com o perfil da dívida:
  • Canais de atendimento: digitais (Mobile, IB, Fone Fácil e ATM), Portal de Renegociação (banco.bradesco/dividas) e as plataformas de parceiros, além da possibilidade de solicitar diretamente na rede de agências do banco.

Banco Inter

  • Descontos de até 90% e parcelamento do saldo da dívida em até 36 vezes;
  • As renegociações serão feitas pelo portal https://www.bancointer.com.br/negocie/, pelo App ou pela Central de Atendimento, 3003-4070.

Banco Pan

  • O banco confirmou participação no programa de renegociação de dívidas, mas não informou as condições;
  • As renegociações estarão disponíveis para clientes elegíveis por meio do site https://renegocie.bancopan.com.br/.

Perguntas e respostas para tirar dúvidas
Caso haja dúvidas, a Febraban orienta os clientes a buscar informações nos canais de atendimento dos bancos. Veja a seguir como funciona o Desenrola Brasil.

  1. Como faço para participar dessa etapa do Desenrola?
    O cidadão deve procurar a instituição financeira na qual tem dívidas pelos seus canais oficiais (internet, aplicativos, centrais ou agências) para iniciar a negociação.
  2. Essa etapa engloba somente dívidas do setor financeiro?
    Sim. Nessa etapa do programa, somente dívidas do setor financeiro serão consideradas dentro do Programa Desenrola Brasil. Essa faixa inclui as dívidas bancárias dos clientes que tenham renda mensal superior a dois salários mínimos e menor que R$ 20 mil e que não estejam incluídos no Cadastro Único do governo federal. Serão beneficiadas dívidas contraídas entre 2019 e 31 de dezembro de 2022.
  3. Quais condições especiais serão oferecidas?
    Cada instituição financeira, de acordo com suas políticas próprias, vai definir as condições de financiamento nessa fase.
  4. Qual é o prazo para a negociação?
    As renegociações dos beneficiados na faixa 2 poderão ser feitas até o dia 30/12/2023, quando o Programa Desenrola Brasil termina.
  5. Em até quantas parcelas poderei parcelar as minhas dívidas?
    As condições de taxa e parcelamento das dívidas renegociadas serão feitas diretamente entre os cidadãos e o banco credor.
  6. Dívidas com lojas ou serviços públicos poderão ser negociadas nessa etapa?
    Para quem se enquadra na faixa 2, não. As dívidas não bancárias serão englobadas para aqueles que estão na faixa 1, que estará em operação a partir de setembro de 2023.
  7. Tenho dívidas não bancárias e bancárias. Posso aderir à fase 2 agora e depois em setembro à fase 1?
    Não. As pessoas que encaixam na faixa 2 apenas renegociarão suas dívidas bancárias.
  8. Os bancos perdoarão as dívidas de até R$ 100?
    A condição de suspensão da negativação da dívida de até R$ 100 não representa um perdão. A negativação dessa dívida será suspensa e o cidadão precisará renegociar o valor caso não consiga efetuar o pagamento de uma só vez. No caso de não renegociar ou não pagar a renegociação, a negativação será feita novamente.
  9. Caso o cidadão pague algumas parcelas e não honre com os demais valores renegociados, ele será negativado?
    Sim. A renegociação das dívidas em melhores condições exige a sua liquidação integral. No caso de o cidadão aderir ao programa e somente pagar parte das dívidas renegociadas, ele será negativado pelo valor que deixar de pagar. Sobre esse valor não pago, incidirão encargos, como, por exemplo, juros de mora e multa por atraso. Assim, é importante que o cidadão avalie as condições da renegociação, para evitar o não pagamento.
  10. No caso de o cidadão ter a suspensão da negativação da sua dívida de até R$ 100 e não a quitar, ele será novamente negativado?
    Sim. A suspensão da negativação ocorre a partir da adesão ao programa, porém a dívida precisa ser paga.
  11. Se meu banco não aderiu ao Desenrola, posso negociar?
    Não são todos os bancos que ofertarão condições de renegociação de dívidas dentro do Programa Desenrola Brasil. Porém, caso o banco com o qual o cidadão possui dívidas não esteja cadastrado no programa, a Febraban sugere ao cidadão que procure renegociar as suas dívidas mesmo assim ou faça a portabilidade da dívida para outra instituição.
  12. O cidadão que aderir ao programa vai ter acesso a crédito automaticamente?
    Não. É necessário que, a partir da renegociação das operações negativadas, o cidadão atualize seus dados no banco em que deseja obter crédito. O banco efetuará uma análise da documentação e decidirá se concederá ou não o crédito. Porém, não ter dívidas negativadas pode aumentar as chances de obtenção de crédito.

Os cuidados para negociar dívidas

  • A Febraban recomenda aos cidadãos interessados em renegociar as dívidas por meio do Desenrola Brasil que busquem informações dentro dos canais oficiais dos bancos que aderirem ao programa;
  • Não deve ser aceita nenhuma oferta de renegociação que ocorra fora das plataformas dos bancos;
  • Caso desconfie de alguma proposta ou valor, entre em contato com o banco nos seus canais oficiais;
  • A Febraban adverte que não devem ser aceitas propostas de envio de valores a quem quer que seja, com a finalidade de garantir melhores condições de renegociação das dívidas;
  • Somente após a formalização de um contrato de renegociação é que o cidadão pode ter os valores debitados de sua conta, nas datas acordadas.

Fonte: Febraban

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GuarulhosSustentabilidade

Apps de bancos são usados por 62% dos brasileiros, e ações de golpistas têm alta de 97%

por Redação 2 de dezembro de 2022

Cada vez mais pessoas usam os aplicativos de bancos no celular, que permitem o acesso a vários serviços financeiros ‘na palma da mão’. Segundo a pesquisa Hábitos Mobile 2022, realizada em novembro pela empresa Hibou, com mais de 2.000 brasileiros que têm smartphone, 62% dos entrevistados disseram usar apps bancários.

As facilidades trazidas pela tecnologia são bem recebidas pela população. Mais do que os bancos, ganham em popularidade os aplicativos de redes sociais, que estão no topo do ranking das atividades mais realizadas no celular, citados por 89% dos entrevistados. Fazer compras de supermercado e pedir comida por delivery já é um hábito de 45% dos brasileiros, 41% estão acostumados a adquirir roupas e acessórios por meio de aplicativos de lojas, e 33% compram itens para casa, como eletrodomésticos, eletrônicos e utilidades domésticas, da mesma maneira.

Tudo isso seria motivo de comemoração, se não fosse o crescimento dos golpes: só entre janeiro e julho deste ano, foram registradas mais de 5 milhões de tentativas de golpe a aplicativos de bancos, um aumento de 97% na comparação com o mesmo período de 2021, segundo informa a PSafe, empresa de cibersegurança.

Mas é possível manter os smartphones mais seguros tomando apenas alguns cuidados, afirmam os especialistas em segurança de dados Tiago Drumond, head de tecnologia da empresa ioasys, e Vinícius Oliverio, cofundador da startup Urmobo.

Eles dizem que a precaução ainda é a melhor maneira de garantir que ladrões não acessem a conta corrente via celular.

Por isso, evitar instalar aplicativos desconhecidos é uma medida que pode prevenir muitos prejuízos. Oliverio lembra que a internet oferece diversas opções de golpes para pessoas mal-intencionadas e criativas. Portanto, é necessário estar com o “alerta constantemente ligado”.

“É importante não realizar a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas, o que melhora a segurança à medida que a probabilidade de ele ser malicioso é menor”, fala o executivo da Urmobo.

Se isso não for suficiente e, mesmo assim, um golpista consiga fazer login no app do banco, é fundamental que o aparelho esteja preparado para dificultar a realização de transações e empréstimos. Para isso, há três dicas principais:

Conheça as dicas para proteger seu smartphone:
1 – Habilite senhas ou o desbloqueio por impressão digital

Drumond, da ioasys, diz que a melhor forma de evitar que invasores façam empréstimos ou operações financeiras em aplicativos bancários é ativar os dispositivos de segurança do aparelho. “Mesmo que os bancos construam soluções que tragam mais comodidade, é preciso evitar os serviços ‘sem senha’. Minha dica de segurança é habilitar e manter senhas para todas as operações bancárias, além de instalar, quando possível, uma segunda forma de acesso, como código no e-mail, ou a própria digital, além da numérica”, afirma.

Quem ainda não tem a biometria ativada no aplicativo precisa, primeiramente, configurar a impressão digital no celular. Depois, no app, é só procurar a seção “Segurança” ou “Segurança e privacidade”, onde é feita a ativação.

2 – Crie uma pasta segura

Outra medida de segurança é a criação da chamada ‘pasta segura’, que nada mais é que uma pasta que só pode ser aberta com um código. “Manter os aplicativos de banco em uma pasta segura, que solicite senha para acesso, diminui a probabilidade de golpe, pois mesmo com o dispositivo desbloqueado, é preciso ter uma senha a mais para usar o aplicativo do banco”, destaca Oliverio.

Criar a pasta segura não é difícil. Quem tem um aparelho com o sistema Android, deve abrir o aplicativo Files, do Google. Na parte inferior da tela, toque em ‘procurar’, e role a tela até chegar a Coleções, onde está a opção Pasta Segura. Depois, é só seguir as instruções, que podem incluir a digitação do PIN do telefone. É possível escolher o tipo de senha desejado.

A pasta pode ser editada mesmo depois da finalização de todo o processo de criação de senha, e nela podem ser adicionadas, além de apps, imagens, vídeos, músicas e outros tipos de arquivo.

Para os donos de iPhone, há duas opções: instalar um aplicativo específico para a criação de pastas seguras, ou, então, usar a funcionalidade ‘Limite de Uso’, que fica em Ajustes. Neste segundo caso, deve ser criado um limite de tempo (1 hora, por exemplo), em ‘Limite de Apps’; depois adicionam-se os aplicativos que vão para a pasta e, em seguida, em ‘Limite de Uso’, basta clica em ‘Usar código’, para definir a senha que será usada.

3 – Instale um antivírus

Ter um antivírus instalado no celular pode prevenir ataques de malwares e evitar roubos de dados. Uma orientação da empresa PSafe é escolher um programa com tecnologia para também bloquear golpes em apps de mensagens, que são bastante visados por criminosos. Opções como AVG, Avast e Kaspersky oferecem versões gratuitas, com proteção básica, e modalidades pagas, mais completas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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CidadeGuarulhos

Corpus Christi: bancos não abrem nesta quinta-feira

por Redação 2 de junho de 2021

Os bancos não abrirão amanhã (3), feriado de Corpus Christi. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por se tratar de um feriado nacional, não haverá expediente nas agências mesmo nas localidades em que o dia da celebração foi antecipado para outra data. Na sexta-feira (4) o expediente será normal.

De acordo com a Febraban, nos dias em que não houver expediente nas agências, as áreas de autoatendimento ficarão disponíveis para os clientes, como de costume, bem como os canais digitais e remotos de atendimento, como internet e mobile banking.

“Os bancos reforçam a necessidade de que os clientes e o público em geral evitem ao máximo o comparecimento presencial nas agências bancárias, utilizando os canais digitais como principal meio de acesso aos serviços”, disse a Febraban.

A federação explicou que o atendimento pelo celular, pelo computador e telefônico (call centers) estão disponíveis e oferecem praticamente a totalidade das transações financeiras do sistema bancário, além de apresentarem mais comodidade e conveniência aos seus clientes.

As contas de consumo (água, energia, telefone etc.) e carnês com vencimento em 3 de junho poderão ser pagas, sem acréscimo, na sexta-feira (4).

A Febraban lembra que normalmente os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais. Caso isso não tenha ocorrido no documento de arrecadação, a sugestão é antecipar o pagamento ou, no caso dos títulos que têm código de barras, agendar o pagamento nos caixas eletrônicos, internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos.

Os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser pagos via Débito Direto Autorizado (DDA).

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