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CÂMARA DOS DEPUTADOS

Olimpíadas

Deputados propõem isenção de imposto de renda a prêmios pagos nas Olimpíadas

por Redação 6 de agosto de 2024

O projeto de lei 3029/2024, de autoria do deputado Luiz Lima (PL/RJ), pretende isentar o Imposto de Renda dos prêmios recebidos por atletas brasileiros nos Jogos Olímpicos. A ideia é que eles não paguem taxas sobre os valores enviados pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), pelo governo federal ou qualquer órgão público. A proposta foi apoiada por um grupo de parlamentares com requerimento de urgência iniciado por Felipe Carreras (PSB/PE), com 495 assinaturas em apoio.

Ambos os documentos foram entregues à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (5). O requerimento de urgência simplifica e acelera a votação de uma proposta pelo Congresso Nacional. Se aprovado, ele pode fazer com que o projeto entre em discussão na pauta do dia e seja votado na mesma sessão. Para isso, ele depende da validação da maioria absoluta dos deputados, ou seja, 257 dos 513 atuais membros da Câmara.

A expectativa dos parlamentares é que a lei seja aprovada a tempo de beneficiar os atletas que participam das Olimpíadas de Paris-2024. Segundo as regras do COB, os brasileiros podem receber três tipos de premiação: individual, coletivo em equipes de até seis membros e coletivo em equipes com mais de sete membros.

Os valores variam de R$ 350 mil, para medalhas de ouro; R$ 210 mil pela prata; R$ 140 mil pelo bronze. Nos esportes coletivos com até seis membros, os prêmios são de R$ 700 mil, R$ 420 mil e 280 mil, por ouro, prata e bronze respectivamente. Para as equipes maiores, os prêmios são de R$ 1,05 milhão, R$ 630 mil e R$ 420 mil, seguindo a mesma ordem.

Embora as medalhas recebidas durante a participação nos jogos sejam isentas, esses valores sofrem tributação, segundo as regras brasileiras. Os atletas pagam alíquotas progressivas, isto é, que aumentam conforme o valor recebido, assim como ocorre nas declarações anuais de Imposto de Renda de Pessoa Física. É nela, aliás, que os atletas devem incluir os valores que receberem como premiação, como rendimento tributável, para que sejam calculados os descontos.

Fonte: r7

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Brasil

Deputada é cassada por usar verba pública para fazer harmonização facial, defesa nega

por Redação 21 de junho de 2024

A deputada federal Silvia Waiãpi (PL-AP) teve o mandato cassado em decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP). O colegiado rejeitou as contas de campanha da parlamentar apresentadas pelas eleições de 2022. A conclusão é de que ela teria desviado R$ 9 mil do Fundo Especial de Financiamento de Campanha para fazer uma harmonização facial. Procurada pelo R7, Silvia negou as acusações e disse ser perseguida por “raposas velhas do meio político”. A defesa vai recorrer do entendimento.

A sessão ocorreu na quarta-feira (19) e o processo foi relatado pela juíza Paola Santos. Segundo ela, foram apresentadas provas “com robustez suficiente” para caracterizar a denúncia, feita por Maitê Matos, ex-coordenadora de campanha da deputada. “O representante (da ex-assessora) juntou o extrato bancário da conta corrente específica do fundo especial de financiamento de campanha da representada e atesta a realização de duas transferências nos valores de R$ 20 mil e de R$ 15 mil para Maitê”, explicou.

Segundo o relatório, a data do recebimento da verba do fundo eleitoral coincide com a transferência bancária feita em nome de Silvia para Maitê, em 29 de agosto. Logo depois, foi realizado o pagamento para o dentista identificado como William Rafael, de acordo com os documentos anexados à ação.

“Ao ser ouvido, o William Rafael afirmou a realização do procedimento estético, confirmou que Maitê foi ao consultório para encontrar Silvia naquele local, consignou que o pagamento pelos serviços de harmonização facial era no valor de R$ 9 mil”, narrou a magistrada.

A acusação afirmou ainda que, para legitimar o gasto, a então candidata emitiu uma nota fiscal em nome da coordenadora de campanha pela contratação de um serviço de confecção de bandeiras. De acordo com a relatora, essa movimentação não teve o trânsito comprovado nas contas bancárias cadastradas na justiça eleitoral, conforme determina a lei.

“É, portanto, inequívoca a conclusão da malversação do recurso público que restou caracterizada pelo pagamento com recursos do fundo especial de financiamento de campanha de procedimento estético gasto completamente divorciado de finalidade Eleitoral de modo a caracterizar a conduta prevista no artigo 30 a da Lei das eleições”, concluiu a juíza.

Prova é falsa, diz a defesa da deputada federal
Nos autos, a defesa de Silvia Waiãpi negou a realização do procedimento estético e afirmou que a denúncia foi feita a partir de um desentendimento entre a ex-assessora e a parlamentar. Em pronunciamento enviado ao R7, Silvia reafirmou que não fez intervenção alguma com o profissional citado e declarou que a nota fiscal apresentada no processo é falsa. Ela também ressaltou que o documento fala em “tratamento dentário” e não em harmonização facial.

“Ela [Maitê] alega que foi obrigada a pagar [pelo tratamento] no dia 29 de agosto, que por coincidência, era o dia do meu aniversário. Sendo que eu não estive no consultório desse dentista no dia 29 de agosto, eu estive no dia 30, levada por ela para que ele gravasse um vídeo de apoio à minha candidatura. O que mais me espanta é que dez dias depois da gravação deste vídeo, ela tenha ido até o consultório deste dentista, já não era mais a minha coordenadora de campanha, porque se demitiu. O interessante é que ela pegou um recibo que diz que foram feitos tratamentos dentários, mas eu não fiz tratamento dentário e nem harmonização facial. Então é um recibo falso”, concluiu.

A parlamentar também alega que teve o direito de defesa cerceado e que se espanta que a acusação ocorra justamente agora quando ela se envolve em pautas importantes, como o combate à exploração sexual infantil, investigações sobre a importação de arroz e outros temas. “Me espanta essa cassação e a rapidez desse processo, da forma como foi, tenha ocorrido justamente após as minhas denúncias sobre estação ilegal de madeira no estado do Amapá”, disse.

A deputada informou também que as contas da campanha tinham sido aprovadas antes da diplomação e que não teria sido empossada, caso houvesse algo errado. “Então, assim, eu tenho atuação muito forte, muito presente. Muitas raposas velhas do meio político têm atuado no estado, mas eu sou uma política nova, não tenho experiência e, obviamente, essas pessoas têm uma larga experiência nessas ações”, declarou.

Fonte: r7

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Política

Conselho de Ética aprova abertura de processo de cassação do deputado federal Chiquinho Brazão

por Redação 10 de abril de 2024

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados abriu, nesta quarta-feira (10), o processo de cassação do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). O parlamentar é suspeito de ter sido mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O pedido pela abertura do processo foi feito pelo PSol, com a justificativa de que a perda do mandato é necessária para não existir qualquer obstrução à Justiça por parte de Brazão a partir do uso das influências do cargo político.

Com a abertura, cabe a presidência do conselho escolher o nome de uma lista tríplice aprovada pelos membros para ocupar a relatoria do caso. Os escolhidos foram Bruno Ganem (Podemos-SP), Ricardo Ayres (Republicanos-TO) e Gabriel Mota (Republicanos – RR). O presidente Leur Lomanto Júnior (União-BA) já havia escluido a possibilidade do relator ser um parlamentar do União Brasil, antigo partido de Brazão.

Chiquinho Brazão está detido desde março na Penitenciária Federal em Campo Grande (MS) por suspeita de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco.

Entenda o caso
Em março, agentes da Polícia Federal cumpriram 12 mandados de busca e apreensão e 3 de prisão em diversos endereços do Rio de Janeiro. Entre os presos, estava, o deputado federal, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, Domingos Brazão, e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o delegado Rivaldo Barbosa. Os mandados foram expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Conforme a investigação, os presos são os autores intelectuais dos homicídios da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes. Eles também são suspeitos da tentativa de assassinato de Fernanda Chaves, assessora de Marielle.

A motivação do crime teria sido um embate entre Marielle Franco e Chiquinho Brazão em torno de um projeto de lei, de autoria de Brazão, que regularizava terrenos dominados pela milícia. Marielle era contra o projeto e considerada o principal ponto de resistência dentro da Câmara de Vereadores.

Fonte: r7

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Brasil

Líderes avaliam que demora na decisão da Câmara sobre prisão de deputado não prejudica o caso

por Redação 27 de março de 2024

Apesar da pressão pública e da pressa de parlamentares mais à esquerda, que acompanharam de perto os seis anos de espera por um desfecho sobre a morte da vereadora Marielle Franco, a avaliação de líderes da Câmara dos Deputados é que os pedidos de vista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e o consequente adiamento da votação sobre a situação do deputado para a segunda semana de abril não prejudicarão o caso.

Ao blog, líderes que participaram da reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disseram que, apesar da expectativa de votar ainda nesta semana, o adiamento não gerou insatisfação e a demora não deve mudar a tendência da maioria de manter a prisão preventiva de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), um dos suspeitos de ser o mentor do assassinato da vereadora Marielle Franco.

Com o fim da janela partidária no dia 5 de abril, Lira dará uma espécie de “recesso” aos parlamentares na próxima semana para que possam focar nos seus redutos eleitorais. Por isso, com o pedido de vista na CCJ e o prazo regimental de duas sessões, o assunto só deve ser vencido na comissão no dia 9 de abril e, só então, enviado ao plenário para bater o martelo sobre a situação do deputado preso.

Fonte: r7

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Brasil

PEC que amplia imunidade tributária a templos religiosos deve ser votada nesta terça na Câmara

por Redação 5 de março de 2024

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que amplia a imunidade tributária a templos religiosos e instituições sem fins lucrativos pode ser votada nesta terça-feira (5) na Câmara dos Deputados. A inclusão na pauta do plenário foi confirmada pelo autor da proposta, deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ).

O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), deu o aval para a proposta ir ao plenário, e o tema passou por reunião de líderes partidários na semana passada.

“PEC 5/23 mais próxima de se tornar realidade. Após ser aprovada pela comissão especial na última semana, nossa proposta avança para uma etapa crucial: a votação no plenário do Congresso Nacional, que poderá ocorrer na terça”, informou o deputado.

Pelo texto, a imunidade tributária será dada às instituições e não a pessoas físicas, como padres e pastores. O benefício será concedido em forma de restituição, ou seja, primeiro haverá a realização do serviço ou da compra dos bens para que posteriormente haja o pedido de devolução do montante já pago em impostos.

Segundo Crivella, o texto foi negociado com o governo federal, que expressou apoio à sua aprovação. O parlamentar espera que mais de 400 deputados votem a favor da matéria no plenário para que seja promulgada neste mês.

Atualmente, a legislação brasileira determina imunidade tributária sobre patrimônio, renda e serviços essenciais das instituições. A medida amplia a isenção à aquisição de bens e serviços. Após a análise no plenário da Câmara, o texto ainda precisa ser avaliado pelos senadores. Se não houver mudanças, será promulgado.

No relatório da PEC, o deputado Fernando Máximo (União-RO) cita uma decisão do Supremo Tribunal Federal, com repercussão geral, em que o ministro Luís Roberto Barroso, presidente da Corte, afirmou que certos benefícios fiscais para templos religiosos não devem ser limitados apenas ao que está diretamente relacionado ao patrimônio, renda ou serviços religiosos.

No parecer, o ministro disse que esses benefícios podem ser aplicados mesmo quando os templos realizam atividades extras, desde que os ganhos sejam usados para cumprir seus objetivos sociais.

“A dificuldade que o governo terá por causa dessa PEC é praticamente nula, e ainda devemos levar em consideração tudo de bom que essas instituições fazem: creches, orfanatos e comunidades terapêuticas, tirando pessoas das drogas, álcool e vícios”, comentou Máximo.

Fonte: r7

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Economia

Lula revoga trecho de medida provisória e mantém desoneração da folha de 17 setores da economia

por Redação 28 de fevereiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (27) a revogação do trecho da MP (medida provisória) que reonerava a folha de pagamento de 17 setores que mais empregam na economia brasileira.

O governo aceitou discutir o assunto via projeto de lei, que, diferentemente da MP, não tem efeito imediato. A revogação foi confirmada pelo ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

O governo manteve, no entanto, o fim do Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos). O programa tinha sido aprovado em março de 2021 para diminuir os impactos pela pandemia de Covid-19 aos setores, responsáveis por um faturamento anual de R$ 314,2 bilhões e por 3,5 milhões de empregos. Também não foi revogado o trecho que reonera a folha de pagamento dos municípios com até 142,6 mil habitantes.

Prorrogação da desoneração havia sido aprovada por parlamentares e vetada por Lula
O Senado aprovou em outubro de 2023 o projeto de lei que prorroga a desoneração até dezembro de 2027. Em novembro, Lula vetou integralmente o projeto de lei. No mês seguinte, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente. Um total de 60 senadores (contra 13) e 378 deputados (versus 78) votaram pela reversão do ato.

O que a desoneração da folha representa
Com a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, responsáveis por 9 milhões de empregos, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, de acordo com o setor.

Sem a desoneração, 1 milhão de vagas de emprego podem ser perdidas, segundo levantamento feito por associações, entidades de classe e sindicatos.

Impacto na arrecadação da Previdência Social
O impacto na arrecadação para a Previdência Social caso não houvesse a desoneração da folha de pagamento seria de R$ 45,7 bilhões entre 2018 e 2022, revela um estudo feito neste ano pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido pressionado pelos 17 setores da economia e por entidades de trabalhadores a sancionar o projeto que prorroga a medida fiscal até 2027.

A publicação mostra que, caso o mecanismo não existisse, a perda de arrecadação da Previdência Social seria de R$ 1,4 bilhão em 2018, de R$ 5,7 bilhões em 2019, de R$ 9,5 bilhões em 2020, de R$ 13 bilhões em 2021 e de R$ 16 bilhões em 2022. O contexto atual do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é de saldo negativo.

Com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os representantes observam que, em termos de evolução da empregabilidade, os setores desonerados contrataram mais de 1,2 milhão de novos trabalhadores entre 2018 e 2022, o que corresponde a cerca de 15,5% de crescimento. Sem a geração desses empregos, haveria a queda na arrecadação previdenciária. Por outro lado, os setores reonerados contrataram pouco mais de 400 mil novos trabalhadores, o que representa 6,8% de crescimento.

Fonte: r7

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Segurança

Câmara aprova projeto que exige certidão criminal de profissionais que lidam com crianças

por Redação 21 de fevereiro de 2024

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (20) um projeto de lei que torna obrigatória a apresentação de um documento que prova que o profissional não tem histórico criminal para aqueles que trabalham com crianças. O projeto ainda será analisado pelo Senado antes de ser enviado para a sanção presidencial e ser transformado em lei.

A proposta foi sugerida durante o funcionamento da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que investigou turismo sexual para a exploração sexual infantil e que funcionou na Câmara dos Deputados entre 2012 e 2014. O objetivo do projeto é evitar que pedófilos usem suas profissões para se aproximar de crianças com a intenção de explorá-las sexualmente.

Durante a discussão, um grupo de deputados argumentou a favor de aprimoramentos no texto, sugerindo que o projeto deveria se aplicar a indivíduos que tenham cometido qualquer tipo de crime.

No entanto, a relatora da proposta, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), defendeu a aprovação do texto e sugeriu que ajustes necessários sejam feitos no Senado. “O projeto amplia o que já está no Estatuto da Criança e da Adolescente, especialmente para crimes contra a vida e contra a dignidade sexual. O importante é que a gente garanta para essa criança que não tenha contato com um profissional que passou por uma condenação penal de crime contra a dignidade sexual”, completou.

Fonte: r7

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Brasilia

Legislativo retoma trabalhos com foco em regulação das plataformas digitais e da inteligência artificial

por Redação 5 de fevereiro de 2024

O Congresso Nacional retoma os trabalhos nesta segunda-feira (5), depois do recesso legislativo, com a regulação das plataformas digitais e da inteligência artificial no centro das discussões dos deputados e senadores em 2024. A medida provisória do governo Luiz Inácio Lula da Silva que reonerou a folha de pagamento de 17 setores da economia e a limitação das atuações dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) também devem ser debatidos pelos parlamentares ao longo do ano.

Além disso, o Legislativo volta do recesso com 27 vetos presidenciais pendentes de análise. Desses, 12 já estão trancando a pauta, ou seja, precisam ser apreciados antes de outras propostas que não possuem a mesma urgência.

A regulação das plataformas digitais é prevista no projeto de lei conhecido como PL das Fake News, cuja votação na Câmara foi adiada diversas vezes pela falta de acordo entre os parlamentares e diante da resistência da oposição e das proprietárias de plataformas digitais. Já o projeto de lei da inteligência artificial tramita na comissão temporária criada para analisar o tema, sob a relatoria do senador Eduardo Gomes (PL-TO).

Regulamentação das plataformas digitais
Aprovado pelo Senado em 2020, o PL das Fake News prevê regras de uso, gestão e punições no caso de divulgação de informações falsas. O texto estabelece prisão de um a três anos e multa a quem promover ou financiar a disseminação em massa de mensagens que contenham “fato que se sabe inverídico” e que possa comprometer a “higidez” do processo eleitoral ou causar dano à integridade física de agentes públicos. Além disso, as plataformas terão de publicar regularmente relatórios semestrais de transparência, com informações sobre a moderação de conteúdo falso.

Na proposta, há ainda um capítulo específico sobre segurança infantil. O texto obriga as plataformas a estabelecer níveis de proteção de dados e impedir o acesso a determinados serviços, além de proibir o uso dos dados desse público para a criação de conteúdos personalizados. Outro trecho do PL aprovado prevê a remuneração do conteúdo jornalístico profissional replicado pelas plataformas digitais, como já ocorre na Austrália.

Supremo
As propostas de emenda à Constituição (PECs) que limitam os poderes de ministros do STF devem estar entre os temas prioritários do Congresso após o recesso legislativo. O assunto tem o apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que prometeu avançar na discussão de pautas que podem mudar o cenário político nos próximos anos.

Duas PECs tratam da limitação dos poderes dos ministros da Suprema Corte. Uma delas limita decisões monocráticas e pedidos de vista nos tribunais superiores. Em linhas gerais, a proposta impede que decisões tomadas por um ministro do STF suspendam a vigência de leis ou atos dos presidentes da República, do Senado e da Câmara dos Deputados.

Apesar da insatisfação declarada de ministros do Supremo, Pacheco tem defendido a aprovação da proposta sob o argumento de que ela ajuda a equilibrar os Poderes, e, em mais de uma ocasião, disse que ter posto a matéria em pauta não indica “retaliação” do Congresso às recentes decisões do STF. O texto recebeu aval dos senadores em novembro e seguiu para a Câmara.

A outra PEC tem a ver com a elevação da idade mínima e a instituição de mandato com prazo fixo para ministros do STF. Pela proposta, seriam fixados oito anos para o mandato de ministros do Supremo, sem direito à recondução. Atualmente, para ser indicado à vaga, é necessário que o candidato tenha entre 35 e 70 anos, sendo que pode ficar no cargo até completar 75 anos, que é a idade máxima para a aposentadoria no serviço público.

Uma terceira proposta tem a ver com a limitação do acesso ao Supremo por parte de partidos políticos. A ideia já foi defendida pelo presidente da Câmara e tem a simpatia do ministro Gilmar Mendes, do STF. Por isso, é vista como a proposta mais viável nas duas Casas.

Reoneração da folha de pagamento
Na semana passada, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, declarou que o Executivo pretende apresentar ao Legislativo até o Carnaval as prioridades do governo federal no Congresso. Entre os temas, divididos em quatro tópicos, está a reoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, presente em medida provisória apresentada aos parlamentares pelo titular da Fazenda, Fernando Haddad.

O ministro, responsável pela articulação do governo com o Congresso, também afirmou que o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão no Orçamento de 2024 será debatido com os parlamentares. Apesar da restrição do petista, esse tipo de investimento vai direcionar R$ 11 bilhões. Segundo Padilha, o veto às emendas parlamentares foi feito para não prejudicar áreas como saúde, segurança pública e educação.

A prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia até 2027 foi aprovada pelo Legislativo em outubro do ano passada, mas foi vetada pelo presidente integralmente menos de um mês depois. Em dezembro, o Congresso derrubou o veto de Lula.

As entidades representantes dos 17 setores desonerados, dos trabalhadores e de organizações da sociedade civil fizeram coro pela derrubada do veto do presidente. As centrais sindicais estimavam que ao menos 1 milhão de vagas seriam perdidas se a desoneração deixasse de valer.

A medida provisória editada por Lula contém diversas propostas para aumentar a arrecadação da União e alcançar a meta do déficit zero. A principal delas é retomar o imposto sobre a folha de pagamento gradualmente.

A desoneração beneficia os 17 setores que mais empregam, responsáveis por 9 milhões de empregos. Em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%.

Fonte: r7

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Brasil

Bolão da Liderança do PT na Câmara ganha prêmio na Mega da Virada

por Redação 4 de janeiro de 2024

Depois de acertarem todos os números da Mega-Sena em 2019 e levarem um prêmio de R$ 120 milhões, servidores do gabinete da Liderança do PT na Câmara dos Deputados tiveram sorte outra vez. Em 31 de dezembro de 2023, o bolão organizado pelo grupo acertou quatro dos seis números da Mega da Virada e rendeu um prêmio de aproximadamente R$ 25 mil.

A divisão neste ano, porém, reduziu significativamente o valor conquistado por cada apostador. O bolão bateu o recorde de 535 cotas para mais de 300 participantes, o que significa que cada um deverá ficar com cerca de R$ 47.

Da sequência vencedora da Mega, 21-24-33-41-48-56, o grupo apenas não acertou o 21 e o 48. A Mega da Virada sorteou, em 2023, a cifra recorde de R$ 588,9 milhões. Cinco apostadores dividiram o prêmio máximo.

O bolão vencedor da Mega em 2019 tinha 49 cotas. O valor foi dividido em R$ 2,4 milhões por cota. Vários apostadores mantiveram o segredo.

Com o sucesso no sorteio daquele ano, o bolão do partido atrai petistas de todo o Brasil e virou uma “tradição” dos funcionários da sigla na Câmara. A sequência de quatro números acertada não foi a única vitória em 2023. Em novembro, um bolão também feito pela liderança do PT na Câmara ganhou R$ 28 mil por cota na loteria.

Fonte: r7

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Brasilia

Na última sessão do ano, Câmara aprova projeto de aposta esportiva com inclusão de cassino online

por Redação 22 de dezembro de 2023

Na última sessão plenária de 2023, a Câmara dos Deputados aprovou no início da madrugada desta sexta-feira (22) o projeto de lei que regulamenta as apostas esportivas, as chamadas bets, e os cassinos online no Brasil — a discussão começou por volta das 22h20 desta quinta (21). A proposta era uma das prioridades da equipe econômica do governo, que busca aumentar a receita para cumprir a meta de déficit zero em 2024. O texto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pela proposta, as casas de apostas online que desejarem operar no Brasil deverão pagar uma outorga de até R$ 30 milhões ao Ministério da Fazenda. Além disso, será cobrada uma alíquota de 12% sobre o lucro líquido das empresas. Esse percentual foi definido pelo Senado, e o relator decidiu manter a porcentagem da cobrança. Inicialmente, a alíquota era de 18%, mas os senadores desidrataram esse trecho do texto.

Já as alíquotas do Imposto de Renda pagas pelos apostadores premiados serão de:

  • 15% para prêmios de apostas de cota fixa, quando o valor do prêmio recebido for acima de R$ 2.112; e
  • 9% para prêmios obtidos em fantasy sports.

Os jogos de fantasy sports são um tipo de jogo em que os participantes escalam equipes virtuais com atletas reais. Esses grupos competem com base no desempenho estatístico dos jogadores escalados nas partidas reais. A performance do atleta real é então convertida em pontos dentro do jogo, e o time que contabilizar a maior pontuação é o campeão da disputa.

Já as apostas esportivas são aquelas em que o jogador faz um palpite de resultado em um determinado evento real. No caso do futebol, é possível apostar, por exemplo, o número de gols, escanteios e faltas.

Segundo lideranças do governo no Congresso, cerca de 130 empresas demonstraram interesse em regularizar o mercado de apostas esportivas. Inicialmente, o governo estimou que a proposta poderia gerar uma receita de R$ 3 bilhões em 2024, exclusivamente por meio da regulamentação das apostas esportivas. Contudo, com a incorporação dos cassinos, essa estimativa foi revista para uma arrecadação que pode alcançar até R$ 15 bilhões.

Além das alíquotas a serem pagas pelas empresas e jogadores, o projeto de lei prevê regras para as ações de comunicação, publicidade e marketing, que devem obedecer à regulamentação da Fazenda. Entre os requisitos, os jogos devem ter avisos de desestímulo à atividade e advertência sobre os malefícios da ludopatia (o vício em jogo).

Cassinos online
O principal entrave ao projeto de lei tinha a ver com a inclusão dos cassinos online na regulamentação. Eles não estavam na proposta original enviada pelo governo e foram acrescentados durante a discussão na Câmara dos Deputados.

Porém, o trecho foi retirado pelos senadores, que alegaram que a regulamentação seria uma espécie de legalização dos cassinos e que isso tem um “custo social” para o país. Além disso, argumentaram que o texto não deixa claro como deve ser a fiscalização deles.

Atualmente, mesmo proibidos no Brasil, os cassinos online funcionam, porque a sede das empresas fica em outros países. Por isso, para jogar, basta o usuário criar uma conta em uma dessas páginas e se declarar maior de idade, para ter acesso a jogos como caça-níqueis, roleta, blackjack (vinte e um) e pôquer.

Na Câmara, foi costurado um acordo no sentido de reforçar que os cassinos físicos continuam proibidos no Brasil, uma exigência da bancada evangélica para que o texto avançasse no plenário. Com isso, fica expressamente proibida a instalação de cassinos no território nacional.

Fonte: r7

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