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São PauloSegurança

Sem esperança, comerciantes do centro de SP fecham as portas por medo da violência

por Redação 24 de abril de 2023

A avenida São João, eternizada por Caetano Veloso na canção Sampa, é um dos endereços mais conhecidos da maior cidade do Brasil. O retrato atual da região, entretanto, não parece uma bela música, mas sim um filme de terror.

Segundo dados da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), foram registrados 31 furtos e roubos na avenida São João ou em quadras próximas entre 10 e 16 de abril. Os números são apenas um indício do que os lojistas da área vivem desde a pandemia de Covid-19.

Ações violentas praticadas por frequentadores da vizinha Cracolândia, como um arrastão em uma farmácia e uma invasão de um estacionamento, chamam atenção. O fenômeno pode estar relacionado ao avanço da droga K9, considerada mais forte do que outros entorpecentes e responsável pelo que vem sendo chamado de “efeito zumbi”.

Os comerciantes da área afirmam que estão assustados. “Não fechei de teimosa, de enxerida”, conta Helena Vasconcelos Silva. Sócia de um restaurante na rua Helvétia desde 2020, a senhora de 62 anos procura um segundo emprego para poder complementar a renda.

“Vou fechar as portas durante a semana e trabalhar só aos sábados e domingos, para ir mantendo, para ver se melhora, mas a tendência não é melhorar, a tendência é piorar.”

A rua Helvétia, onde fica o bar de Helena, serviu de ponto de encontro de usuários de crack por cerca de cinco meses. Segundo ela, apesar de a via não ser mais o epicentro da Cracolândia, os efeitos ainda podem ser sentidos, já que vários empresários se mudaram das redondezas. Atualmente, o fluxo de dependentes químicos se concentra principalmente na esquina entre as ruas Conselheiro Nébias e dos Gusmões.

Os perigos não se apresentam somente aos clientes, mas também aos comerciantes. Em entrevista ao R7, um tatuador que possui um estúdio na avenida São João preferiu não se identificar por medo de se tornar alvo de assaltantes. Segundo o empresário, ele já foi roubado três vezes na região.

“Vou fechar a loja e às vezes acontece de pessoas ficarem de olho, não sei se estão vigiando a gente ou não. Mas já aconteceu de sair da minha loja, daqui do trabalho, virar duas, três esquinas e ser assaltado”, lamenta o tatuador.

O comerciante conta também que usa a internet para divulgar o seu trabalho, porém, quando alguns clientes descobrem que o estúdio fica na região central da cidade, desistem da tatuagem.

Quando passo o endereço, a região, eles [os clientes] falam: ‘Nossa, aí é perigoso’. Uns vêm, uns não vêm. Eles têm medo quando você já fala centro, eles já acham que estão em um campo minado.
Para Larissa Bassi Roza, dona de um restaurante também na avenida São João, a Cracolândia é um fator determinante para a queda de movimento no centro. Segundo a empresária, quando os usuários de drogas estavam instalados na rua Helvétia, as vendas diminuíram. Após a saída deles daquela área, a circulação de clientes voltou a crescer.

“Nós estamos aqui há seis anos e [a Cracolândia] impactou bastante”, explica Larissa. “Agora que eles se afastaram, o movimento voltou um pouquinho, mas não 100%, não como era o nosso movimento antigamente.”

Associações pedem ajuda

Grupos como a ACSP (Associação de Comerciantes de São Paulo) e o Sindilojas-SP engrossam o coro dos empresários sobre a insegurança na região. Os representantes dos comerciantes pedem maior intervenção do estado na área central de São Paulo para que o abandono acabe.

“Lojistas fechando suas lojas de 40 anos num centro comercial que é São Paulo, a maior capital da América Latina. A gente tem uma sensação de insegurança, e o ser humano é movido por sensações. Quando a gente chega a um ponto desses, é lamentável”, disse o presidente do Sindilojas-SP, Aldo Macri.

“Hoje nós temos uma existência de, no máximo, 20% do comércio que poderíamos ter no centro da cidade. Parece um absurdo, mas é real. Se você pegar uma rua que no passado foi referência do comércio, como a rua Direita, você vai observar que nós temos mais de 50% das lojas fechadas”, lamenta o presidente da ACSP, Roberto Mateus Ordine.

O que dizem as autoridades?
Em nota, a Prefeitura de São Paulo destacou a criação do comitê intersecretarial #TodosPeloCentro, que permite a cooperação entre as secretarias. O poder municipal também explicou que as prioridades para a recuperação da região são “segurança, habitação, social, requalificação urbana e mobilidade, atração de investimentos, meio ambiente e lazer e cultura”.

A prefeitura também informou que aumentou o patrulhamento comunitário e preventivo na região central com 1.200 agentes da GCM (Guarda Civil Metropolitana), que realizam patrulhamentos periódicos 24 horas por dia.

A partir da Deac (Diária de Atividade Complementar), o poder municipal de São Paulo conta com o reforço de 1.500 agentes no efetivo da GCM. A gestão Ricardo Nunes (MDB) promete instalar ainda 2.500 câmeras de monitoramento no centro.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, por sua vez, afirmou que a Polícia Civil se reuniu com comerciantes da região para estabelecer estratégias de atuação na área. A pasta também informou a prisão de dez pessoas por furto na “área de entorno do fluxo de usuários no centro de São Paulo” entre 10 e 16 de abril.

A prefeitura e o governo lançaram em janeiro uma estratégia para tentar acabar com a Cracolândia que envolve as forças de segurança, além de ações em áreas como saúde, habitação e assistência social.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Macarrão por R$ 20 e água por R$ 93: preços abusivos no litoral de SP chocam

por Redação 23 de fevereiro de 2023

As fortes chuvas que atingiram o litoral norte de São Paulo e deixaram mortos, desaparecidos, feridos e pessoas ilhadas serviram de pretexto para alguns comerciantes da região pesarem a mão nos preços. A vendedora Tatiane Silva, que cresceu em São Sebastião, contabilizou ao menos três mercados que estavam vendendo macarrão por R$ 20, água por R$ 93 e até repelente pelo preço de R$ 50.

Segundo a mulher, os mercados ficam no bairro do Sahy, Vila do Sahy e Topolândia, uma das regiões mais afetadas, que resultou em diversas pessoas ilhadas. “Em vez de ajudarem neste momento tão difícil, estão abusando dos preços”, diz.

Os serviços de água, luz e telefonia foram comprometidos em razão da queda de postes e do depósito de sedimento nas estações de tratamento de água. Com isso, muitas famílias ficaram sem abastecimento. O pedreiro Roberto Nunes, de 45 anos, que mora em São Sebastião desde que tinha 10, conta que ele e a família passaram horas sem luz nem água e, mesmo quando a energia retomou, o sinal de wi-fi e da operadora de telefonia não funcionava.

Segundo o pedreiro, muitos estabelecimentos não abriram porque também foram afetados pela chuva de alguma forma, e os que conseguiram se aproveitaram da situação.

“Foi um cenário de caos mesmo. Sempre éramos informados de que alguém tinha morrido e, em vez de ajudar, algumas pessoas começaram a querer se aproveitar disso. Além dos moradores, tinha muita gente que veio passar o Carnaval aqui, curtir o feriado, e alguns foram extorquidos, coitados”, enfatizou Nunes.

Moradores e turistas fizeram estoque de comida
Sem saída e com risco de novos acidentes, moradores e turistas precisaram fazer estoque de comida. O publicitário Bruno Brambilla estava hospedado com a mulher em um hotel da praia de Camburi, que ficou embaixo d’água após as chuvas intensas e intermitentes que atingiram a região. “Muitos estabelecimentos não abriram porque as pessoas não conseguiram sair de casa”, explica. Com poucos comércios, os turistas e moradores que procuram alimentos e produtos de higiene enfrentam filas gigantescas e estão até estocando comida.

Em Juquehy, Daniel Caetano, de 23 anos, teve de sair de casa e ir para a de amigos. “A gente conseguiu correr a tempo.” A manhã de segunda-feira (20) se iniciou com o medo da falta de suprimentos. Mas caminhões começaram a circular com água para a população.

Turistas pagam até R$ 30 mil por voo de helicóptero para voltar para casa
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Turistas aguardavam na manhã de terça-feira (21) pela sua vez de embarcar em um helicóptero que os levaria embora de São Sebastião, cidade do litoral norte paulista que foi atingida pelas fortes chuvas.

Por causa da movimentação, um dos únicos helipontos da região, que pertence ao empresário Abilio Diniz e foi liberado para uso após a tragédia, teve momentos de “congestionamento” de aeronaves que aguardavam no ar até a liberação para pousar no local. Enquanto isso, entre malas e animais de estimação, crianças, adultos e idosos continuavam na “fila” de embarque.

Conforme apurou a reportagem, a maior parte dos voos era particular, contratada por turistas “endinheirados” que tentam deixar a cidade depois do desastre. Em uma empresa de táxi aéreo que oferece o serviço de voo entre São Sebastião e a capital paulista, é possível contratar uma aeronave a partir de R$ 10 mil, que pode chegar a R$ 30 mil, dependendo do número de passageiros e do tamanho do veículo.

Apesar do aumento no tráfego aéreo, os helicópteros não ficavam mais de dez minutos parados no heliponto. Com a demanda em alta, aeronaves pousavam, deixavam doações e logo partiam com os turistas.

De acordo com a assessoria do empresário Abilio Diniz, o heliponto está sendo usado para levar e trazer ajuda e mantimentos para os atingidos. Até o momento, foram realizados cerca de 60 voos com mantimentos para o local, e mais de 5 toneladas de água, alimentos e produtos de primeira necessidade foram transportados.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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