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DANIEL ALVES

Celebridade

Gianecchini desabafa sobre limite da paquera e assédio: ‘Às vezes, é difícil entender que tem um não ali’

por Redação 10 de abril de 2024

Aos 51 anos, Reynaldo Gianecchini precisou esconder com tinta os cabelos grisalhos do Matias, da série Bom Dia, Verônica, para interpretar o Vicente do filme Uma Família Feliz, que estreou nos cinemas no início de abril.

Mas, na vida pessoal, ele prefere não maquiar a passagem do tempo. Após 24 anos de sua primeira novela, Laços de Família, o ator diz estar em um momento mais confortável: fala abertamente da sexualidade, do julgamento por ser bonito, do medo de não corresponder e até do gosto por Paulo Coelho.

E afirma lidar bem com o constante risco de cancelamento. “Dá preguiça essa época em que há tanta lacração. Mas a gente precisa falar, né?”

Mesmo assim, diz não poder “dar muita opinião” sobre a condenação do jogador Daniel Alves por estupro e a decisão da Justiça brasileira de fazer com que Robinho cumpra aqui no país a pena por um estupro coletivo cometido na Itália.

“Eu nem conheço a fundo a história deles, honestamente.”

Mas confessou que precisa aprender mais sobre o comportamento feminino. “Às vezes, a menina aceita a situação. Ela é a primeira a te provocar e querer ir. Só que depois ela desiste. Às vezes é difícil, no meio do ato, o homem entender o que ela desistiu.”

Confira trechos do bate-papo com o autor, que ocorreu no lançamento do filme Uma Família Feliz, em São Paulo.

R7 Entrevista — Você fez dois personagens criados pelo escritor Raphael Montes na sequência: o vilão abusador Matias, da série Bom Dia, Verônica, e o machista passivo-agressivo Vicente, do filme Uma Família Feliz. Qual te desafiou mais?

Reynaldo Gianecchini — Fazer um personagem cheio de camadas, como são geralmente os do Rapha, é muito difícil, dá um medo de não dar conta. Tem que fazer escolhas e, ao mesmo tempo, me dá muito prazer. Não sei te dizer qual é o mais desafiador, porque eles estão em lugares diferentes. Mas têm, talvez, pontos em comuns. Os dois escondem coisas dentro de si.

No caso do Vicente, o [diretor José Eduardo] Belmonte, desde o começo, falou que é um filme de aparências, sobre o que é escondido. Ele falou assim: “Não venham muito preparados. Eu não vou pedir o óbvio para vocês”. Ele pedia a raiva escondida. Só que a gente colocava um pouquinho de raiva e ele falava: “Eu vi a raiva. Não quero ver. Porque isso vai causar o mistério que a gente precisa”. E é sobre isso o filme. É sobre o que você não mostra.

R7 — Tanto no Bom Dia, Verônica quanto em Uma Família Feliz, há o tema do abuso feminino e infantil. Qual é a importância do cinema e da TV para tratar de temas delicados para a sociedade?

Gianecchini — O trabalho do artista é refletir sobre os tempos, sobre os acontecimentos, sobre as coisas que precisam ser faladas. Nesses dois casos, eles pegam sempre pelo estômago. É um pouquinho difícil de digerir, é impactante. Mas é a melhor forma talvez de você trazer a discussão. É uma coisa que acontece muito no Brasil e que muitas vezes as pessoas não sabem nem que estão sendo abusadas. A gente precisa pegar realmente no lugar desconfortável das pessoas.

No caso de Uma Família Feliz, tem vários temas paralelos que são muito importantes. Nesse filme, a gente fala do cancelamento sumário, muito atual também, do puerpério, da dificuldade da mulher no pós-parto e do machismo desse meu personagem, que é um passivo-agressivo. Ele descredibiliza a mulher. A gente está falando muito mais abertamente sobre questões feministas.

R7 — Você citou cancelamento. Já chegou a ter medo de ser cancelado por alguma coisa que você fale?

Gianecchini — Eu sempre falo: “Ai, preciso parar de emitir opinião. Que preguiça”. Porque hoje em dia tem muita gente julgando e muita gente ignorante também, simplesmente querendo causar, espalhar inveja, raiva.

Não é que tenho medo, exatamente, mas tem hora em que tenho vontade de não ficar manifestando tanto as minhas opiniões. Dá preguiça, nessa época onde tem tanta lacração também em cima de mim, né?

Mas a gente precisa falar. Temos a internet que, de certa forma, para o bem e para o mal, está trazendo à tona todas as coisas de que a gente precisa falar. Então, está tudo certo.

R7 — Você acha que hoje em dia você tem mais liberdade para falar de alguns temas que antigamente você não tinha?

Gianecchini — Sim, com certeza.

R7 — Por exemplo?

Gianecchini — Ah, eu… Ah, eu, por exemplo, demorei muito tempo para falar um pouco mais da minha sexualidade, que foi sempre… Qual é a palavra? Duvidada? Não, mas… Sempre muito…

R7 — Questionada?

Gianecchini — Questionada e teve sempre muita curiosidade. Tinha uma parcela que ficava sempre duvidando disso, daquilo. Com o tempo, eu me senti maduro para falar, né? E, mesmo assim, tem gente que até hoje me critica. Porque, se você fala, te criticam. Se você não fala, é porque você é isso, está no armário. Mesmo eu tendo falado. Falei publicamente que eu pansexual [quem sente atração romântica ou sexual por qualidades e não pelo gênero da pessoa]. Mas estamos aí. Embora eu não goste de falar de detalhes da minha vida.

R7 — Eu queria que você falasse um pouco do silêncio masculino que a gente teve agora com a condenação do Daniel Alves e a prisão do Robinho.

Gianecchini — Não tem como a gente compactuar. A gente precisa pôr uma luz sobre tudo. Não pode mais acontecer. A gente vive num país onde esses abusos acontecem com uma frequência assustadora. Claro que a gente não pode passar pano. Mas, às vezes, sinto uma dificuldade de entender, como homem, o limite que a gente está ultrapassando, sabe? Não estou falando do caso desses dois que você falou. Eu nem conheço a fundo a história deles, honestamente. Eu não posso dar muita opinião.

O homem tem essa natureza de ser mais afoito e é difícil a gente, às vezes, entender que tem um “não” ali. A gente acha que tem um “sim”, às vezes. Isso acontece, causa uma confusão mesmo.

Às vezes, a menina aceita a situação. Ela é a primeira a te provocar e querer ir. Só que, depois, ela desiste. Às vezes é difícil, no meio do ato, o homem entender que ela desistiu. Então, eu estou querendo fazer uma certa defesa, porque eu já vi alguns casos assim e eu, como homem, sei que a gente tem esse instinto, que a gente vai, e a mulher talvez seja um pouco mais delicada.

Mas eu não estou justificando. É o contrário. O homem tem que perceber melhor. Quando está muito animado e cheio de tesão, é quase como se ele estivesse cego, né? Ele vai naquele instinto.

R7 — Você é um homem bonito, foi modelo. Como você lida com esse julgamento que te acompanhou a carreira inteira por causa da sua beleza?

Gianecchini — É muito inerente à profissão ter que matar um leão por dia. O jogo nunca está ganho. Quando vou para o set, eu sempre acho que todo mundo ainda está desconfiando de que eu não vou conseguir entregar nada. E aí, de certa forma, eu acho bom, porque me tira sempre da zona do conforto. Eu sou muito crítico comigo mesmo, quero sempre melhorar. Mas percebo que ainda tem, sim, um preconceito. Aqui no Brasil, principalmente, você não pode cantar, dançar, atuar. Eu finjo que não vejo, na verdade, porque o meu foco sempre é no trabalho. Fazer com amor. E eu vou sempre pensando em aprender. Eu fico buscando também quem não acredita em mim.

R7 — Você está fazendo bastante teatro [encenou Brilho Eterno e A Herança, entre 2022 e 2023]. Tem alguma peça que você leu e falou: “Nossa, essa eu queria encenar”?

Gianecchini — Eu gosto muito de coisa contemporânea. Tem os clássicos todos que eu olho e identifico o valor, né? E eu estudo sobre eles para saber como a gente chegou aqui. Mas eu gosto do aqui e agora. Das nossas realidades, das nossas discussões atuais. Não tem nem uma peça assim… Acho que as coisas, os textos vão chegando até você. E te escolhem também como intérprete. Talvez A Herança [em que contracenou com Bruno Fagundes] tenha sido a mais legal que li nos últimos tempos. Do [diretor e roteirista americano] Matthew Lopez.

R7 — Qual tipo de livro você gosta de ler?

Gianecchini — Comecei a me interessar muito pelo Raphael Montes depois de Bom Dia, Verônica. Li o Jantar Secreto, que me embrulhou o estômago. Achei genial também. Não vejo a hora de isso virar um filme. Como leitor, sempre li muito e sou muito curioso. Todos os gêneros. Eu não tenho preconceito com nada. Tem gente que fala: “Ai, é best-seller”, que fala que Paulo Coelho não é uma boa literatura. Eu sempre adorei os livros do Paulo Coelho, porque me tocavam em um lugar até difícil de dizer. Eu leio muito menos hoje do que eu gostaria. Por falta de tempo. Isso me dá uma certa aflição. Eu queria ler mais. Como li antigamente.

Fonte: r7

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Brasil

Daniel Alves paga fiança de 1 milhão de euros e já pode deixar a prisão em Barcelona

por Redação 25 de março de 2024

O jogador brasileiro Daniel Alves, condenado a quatro anos e meio de prisão pelo estupro de uma mulher, pagou nesta segunda-feira (25) a fiança de 1 milhão de euros (R$ 5.5 milhões) imposta pela Justiça espanhola, e já pode deixar a prisão em liberdade provisória. A informação é do jornal El País.

Daniel, que está preso há um ano e dois meses na região metropolitana de Barcelona, deve deixar a prisão nas próximas horas. Ainda não se sabe de onde veio o dinheiro para o pagamento da fiança, se é do próprio ex-atleta ou se alguém o ajudou, já que ele está com seus bens bloqueados. O pai de Neymar informou na semana passada que não iria pagar a fiança do ex-jogador. A família do craque brasileiro deu dinheiro há alguns meses para Daniel pagar uma multa para redução de sua pena.

Preso desde 20 de janeiro de 2023 pelo estupro de uma mulher de 23 anos na boate Sutton, no fim de 2022, o ex-jogador terá de entregar à Justiça seus dois passaportes — espanhol e brasileiro — e não pode deixar a Espanha. Além disso, ele também terá de comparecer semanalmente ao Tribunal de Barcelona.

Daniel está impedido de chegar a menos de 1 quilômetro da casa ou de qualquer lugar frequentado pela vítima e está proibido de entrar em contato com ela.

Fonte: r7

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Brasil

Daniel Alves não consegue juntar dinheiro da fiança e ficará mais uma noite na cadeia

por Redação 21 de março de 2024

O jogador Daniel Alves, condenado na Espanha a quatro anos e meio pelo crime de estupro, vai passar mais uma noite na cadeia, mesmo após ter sido beneficiado com a liberdade provisória. A defesa dele não depositou a fiança exigida pela Justiça, de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,42 milhões) até as 14h desta quinta-feira (21) — 10h no horário de Brasília.

As informações são dos jornais espanhóis La Vanguardia e Marca. O primeiro acrescenta que fontes próximas à defesa do jogador acreditam que o valor será levantado em breve, no entanto, mesmo que seja pago hoje, ele só poderia ser solto amanhã.

Segundo o Marca, o pagamento do depósito pode ser feito somente de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h, o que significa que, se continuar a ter dificuldades, o atleta passará o fim de semana na cadeia.

O La Vanguardia destaca a disposição da família de Neymar em ajudar Dani Alves, mas há um impedimento prático: os fundos do pai dele não estariam em contas na Espanha e nem na Europa, o que atrasa a remessa de uma quantia significativa como essa.

Daniel Alves está preso em Barcelona desde 20 de janeiro de 2023 pelo crime de agressão sexual de uma jovem, em uma boate da cidade no fim de 2022. No mês passado, ele foi condenado a quatro anos e meio de prisão.

A Justiça estipulou, na quarta-feira (20), a fiança de 1 milhão de euros como uma das condições para que o jogador possa cumprir o resto da pena em liberdade.

Segundo os juízes, Daniel Alves também terá que entregar os dois passaportes, o espanhol e o brasileiro. Ele está proibido de deixar a Espanha e terá que comparecer semanalmente ao Tribunal de Barcelona.

Também não poderá chegar a menos de 1.000 m da casa ou de qualquer outro local frequentado pela vítima e está proibido de entrar em contato com ela.

Indignada, a advogada da jovem abusada afirmou que vai recorrer da concessão de liberdade condicional ao jogador.

Fonte: r7

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Mundo

Daniel Alves faliu? Entenda por que Neymar precisou emprestar dinheiro ao jogador

por Redação 27 de fevereiro de 2024

A notícia de que Neymar emprestou 150 mil euros (R$ 808 mil) a Daniel Alves fez milhares de pessoas pelo mundo imaginarem que o lateral-direito estaria perto da falência. O dinheiro foi utilizado para indenizar a espanhola que conseguiu a condenação a Daniel Alves por agressão sexual.

Mas a verdade é que o jogador está bem longe de quebrar. De acordo com o jornal AS, da Espanha, Daniel Alves tem um patrimônio estimado de 55 milhões de euros, ou R$ 297 milhões. Seu maior salário ao longo da carreira foi de 10 milhões de euros, ou R$ 54 milhões por temporada, enquanto vestia a camisa do Barcelona.

Hoje, mesmo após ser dispensado do Pumas, do México, ele ainda tem direito a R$ 472 mil mensais do São Paulo — a dívida do Tricolor só termina em dezembro de 2026. Isso sem falar em outros negócios do atleta, como uma grife de roupa, uma marca de óculos e restaurantes em sociedade espalhados pelo mundo.

Daniel Alves precisou recorrer a um empréstimo com Neymar porque suas contas estão bloqueadas. Inclusive, o Tricolor assegura que tem feito os depósitos em juízo. Há risco de o São Paulo ver sua dívida aumentar brutalmente em caso de atraso no pagamento das parcelas.

Importante: além de estar preso e ter arranhado sua imagem de forma brutal, Daniel Alves já perdeu aproximadamente R$ 36 milhões por causa do crime que cometeu em uma balada na Espanha. Tal valor inclui a quebra do contrato no Pumas, o rompimento de vínculos com patrocinadores e custos com advogados.

Fonte: r7

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SegurançaMundo

Caso Daniel Alves: laudos dizem que vítima sofre de ‘estresse pós-traumático de intensidade alta

por Redação 2 de agosto de 2023

Na manhã desta quarta-feira (2), a lateral-direito Daniel Alves saiu do Brians 2, onde está desde 20 de janeiro, e se apresentou pessoalmente ao Tribunal de Justiça em Barcelona, na Espanha, para ser formalmente indiciado por agressão sexual a uma mulher, que na época tinha 23 anos. O fato teria acontecido na boate Sutton, na capital da Catalunha, no dia 30 de dezembro de 2022.

Além de ser indiciado, a juíza vai anunciar que o brasileiro terá de pagar uma multa de 150 mil euros, cerca de R$ 790 mil, para cobrir eventuais danos e prejuízos. Esse valor, no entanto, não dará possibilidade de o brasileiro deixar a prisão.

De acordo com os laudos médicos divulgados na última segunda-feira pela imprensa espanhola, a jovem apresenta sinais “estresse pós-traumático” de “intensidade globalmente alta”, que podem estar “significativamente” ligados com os fatos relatados pela mulher.

O médicos forenses examinaram a vítima em junho e concluíram que a situação em que ela encontra causa uma “repercussão funcional e deterioração em várias áreas do funcionamento”.

De acordo com o jornal espanhol El Periódico, os exames foram feitos a pedido da juíza e foram realizados a partir das respostas da vítima a uma série de perguntas e tudo foi acompanhado pelo psiquiatra que a acompanha desde que passou pelo suposto estupro em dezembro do ano passado.

Entenda o caso
Em 2 de janeiro, uma jovem denunciou que Daniel Alves a teria estuprado no banheiro de uma boate de Barcelona no final de dezembro.

O atleta, que inicialmente negou conhecer a jovem, mudou de versão várias vezes e acabou admitindo que teve relações consensuais com ela, segundo fontes próximas ao caso.

A versão da mulher se manteve estável e os magistrados da Audiência de Barcelona recusaram diversos recursos dos advogados do ex-lateral-direito pedindo a liberdade condicional do brasileiro, alegando que existia risco de fuga para o Brasil.

Em uma entrevista publicada em junho pelo jornal catalão La Vanguardia, a primeira desde que foi preso, Daniel Alves disse que era inocente.

“Tenho a consciência muito tranquila do que ocorreu naquela madrugada no banheiro da boate Sutton. O que ocorreu e o que não ocorreu. E o que não ocorreu é que eu obriguei essa mulher a fazer nada do que fizemos”, explicou o ex-jogador do São Paulo ao jornal na prisão em que se econtra, a aproximadamente 40 km de Barcelona.

“Não há nem uma só marca em seu corpo que explique essa violência com a qual ela disse que a movi no banheiro”, defende-se o jogador, que afirma que as relações foram, a todo momento, consentidas pelos dois.

Na extensa conversa, o lateral-direito justificou suas diversas mudanças de versões sobre o ocorrido por medo de perder sua esposa.

Jogador que mais conquistou troféus na história, com 43 títulos, Daniel Alves viveu a fase mais gloriosa de sua carreira entre 2008 e 2016, quando ao lado de Messi, Xavi e Iniesta conquistou 23 troféus, mas também defendeu equipes como Juventus e Paris Saint-German.

O último clube do atleta no Brasil foi o São Paulo, onde jogou entre 2019 e 2021.

No Catar, ele se tornou o jogador brasileiro mais velho a entrar em campo em um Mundial.

Sua última equipe, o Pumas do México, anunciou a sua saída em janeiro, quando estourou o escândalo.

Fonte: r7

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Esporte

‘Só duas pessoas sabem o que aconteceu’, diz Daniel Alves ao reafirmar sua inocência

por Redação 13 de junho de 2023

“Só duas pessoas sabem o que aconteceu e, principalmente, o que não aconteceu. Estou dizendo a verdade. Será provado que não sou culpado. Foi uma relação consensual, e nunca me passou pela cabeça impor o ato sexual a ninguém, como está escrito.”

Foi assim que Daniel Alves reafirmou que é inocente da acusação que o mantém preso desde o dia 20 de janeiro por supostamente estuprar uma mulher em uma boate, em Barcelona, na Espanha, na madrugada de 30 de dezembro de 2022.

A declaração foi feita por intermédio do advogado do lateral-direito e publicada no portal de notícias espanhol Servimedia, nesta terça-feira (13).

Ontem, mais uma vez, a Justiça da Espanha negou o pedido do brasileiro para esperar o julgamento em liberdade. Ele alegou que tinha os filhos e a ex-esposa vivendo em Barcelona e tinha vínculos com a cidade, o que o impediria de fugir do país.

“Aqui, fundei a empresa que gere a minha carreira e os meus direitos esportivos e de imagem. Aqui comprei a única casa que tenho”, alegou Daniel Alves. O pedido foi entregue na sexta-feira (9), e a resposta saiu nesta segunda (12), o que mostra que a Justiça de Barcelona trata o caso com tolerância zero.

Ao portal, o jogador também negou que tenha dados várias versões do caso. “Este [defender o casamento com Joana Sanza] foi o único motivo, e agora não tenho nada a esconder. Falam em infinitas versões, mas falei duas vezes perante a juíza.”

Desde o começo das investigações, Daniel Alves apresentou quatro versões do caso. Começou com um vídeo em que dizia não conhecer a moça, até admitir que houve a relação sexual, mas com consentimento.

Entenda o caso
Daniel Alves está preso desde 20 de janeiro, quando teve a prisão preventiva decretada, sem direito a fiança. Ele foi detido ao prestar depoimento sobre o caso de agressão sexual contra uma mulher na madrugada de 30 de dezembro.

A acusação se refere a um episódio que teria ocorrido na casa noturna Sutton, em Barcelona, na Espanha. O atleta é acusado de ter trancado, agredido e estuprado a denunciante em um banheiro da área VIP da casa noturna.

A mulher procurou as amigas e os seguranças do local após o corrido. A equipe de segurança da casa noturna acionou a polícia catalã (Mossos d’Esquadra), que colheu o depoimento da vítima.

No local, foi realizada a perícia, e no material coletado encontrou-se vestígios de sêmen, tanto internamente quanto no vestido da denunciante.

Uma câmera usada na farda de um policial gravou acidentalmente a primeira versão da vítima sobre o caso, corroborando o que foi dito por ela no depoimento oficial. A mulher também passou por exame médico em um hospital. Daniel Alves foi embora do local antes da chegada dos policiais.

Segundo a imprensa espanhola, a contradição no depoimento do lateral-direito foi determinante para o Ministério Público do país pedir a prisão e a juíza aceitar. Além disso, a Justiça de lá entende que o brasileiro tem condições financeiras de fugir, caso seja liberado para esperar o julgamento em liberdade.

Fonte: r7

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MundoEsporte

Defesa de Dani Alves pede liberdade provisória

por Redação 9 de junho de 2023

A defesa do ex-jogador de futebol Daniel Alves voltou a pedir sua liberdade provisória perante o Tribunal de Barcelona, ​​sob a alegação de que a mudança de seus filhos para a capital catalã exclui o risco de fuga, mas o advogado da vítima o descreveu como “um projeto de vida fictício”.

O Tribunal de Barcelona realizou nesta sexta-feira (9) uma audiência com todas as partes — a defesa de Alves, o Ministério Público e o advogado da vítima — para reavaliar a situação de detenção provisória do jogador depois que ele solicitou sua soltura pela última vez, em abril, e o tribunal de investigação negou o pedido em maio.

A defesa do jogador de futebol apresentou um recurso ao tribunal, que intimou as partes a expor seus argumentos antes de tomar uma decisão.

Na audiência, que durou cerca de uma hora, o advogado do jogador, Cristóbal Martell, recorreu a vários argumentos para demonstrar que não existe risco de fuga que justifique a prisão preventiva, centrando-se no fato de que os filhos vão se mudar para Barcelona, o que atestaria sua disposição de permanecer na capital catalã até o julgamento.

Martell também se referiu às imagens gravadas pelas câmeras de segurança da boate, que em sua opinião mostram uma relação normal entre os dois antes de entrar no banheiro, e ao último depoimento que seu cliente prestou ao juiz, em abril, no qual admitiu que houve relações entre ele e a vítima, mas assegurando que foram consentidas.

A defesa de Alves, que está preso desde 20 de janeiro deste ano pelo estupro na boate Sutton, em Barcelona, ​​na noite de 30 de dezembro de 2022, também diz que o jogador tem uma empresa em Barcelona que administra seus bens e direitos audiovisuais, ao mesmo tempo em que apresentou a documentação que comprova que quatro de suas empresas no Brasil foram dissolvidas.

O advogado também sublinhou perante o tribunal que o seu cliente não vai fugir porque “tem defesa” e porque “é e sente-se do Barcelona”.

Por outro lado, advogada da vítima, Ester Vallès, questionou o argumento de que Alves não vai fugir devido à instalação dos filhos em Barcelona, ​​alegando que o documento de registo não é prova efetiva de residência.

A advogada disse ao tribunal que é “fictício” o projeto de vida do jogador com os filhos em Barcelona. Para corroborar a afirmação, acrescentou que, se fosse verdade, já o teria comentado em seu primeiro depoimento ao entrar na prisão, em 16 de fevereiro, mas ele não disse nada sobre o assunto.

Vallès afirmou que o fato de o registro das crianças ter sido processado em maio, enquanto sua defesa preparava o novo pedido de liberdade, é oportunista e mostra que é uma jogada feita para usá-lo em sua defesa.

A advogada ressaltou que o fato de poder mudar sua família do Brasil para Barcelona em tão pouco tempo demonstra uma capacidade econômica que ele poderia usar para escapar se o tribunal o liberasse em liberdade provisória.

Da mesma forma, segundo ela, a soltura de Alves seria imprudente, considerando-se que a investigação está quase concluída, e o julgamento, próximo.

Agora, o Tribunal de Barcelona deve avaliar os argumentos das partes e decidir se confirma a ordem do tribunal de instrução que negou o pedido de liberdade provisória do ex-jogador de futebol ou se o altera e permite que ele saia da prisão.

Fonte: r7

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BrasilEsporte

Advogado de Daniel Alves questiona versão da vítima: ‘Houve cortejo sexual, ela procura por ele’

por Redação 12 de maio de 2023

Nesta sexta-feira (12), o advogado de Daniel Alves, Cristóbal Martell, deu uma entrevista ao Programa Ana Rosa, da emissora espanhola Telecinco. O canal televisivo divulgou, nesta quinta-feira (11), áudios da acusadora gravados logo após o estupro, mas, para o defensor do brasileiro, a versão da jovem de 23 anos pode ser contestada, posto que as imagens fornecidas pelas câmeras de segurança da boate Sutton mostram que a relação teria sido consensual.

“Essa história de medo e pavor não condiz em nada com o que se pode ver nas imagens do momento anterior, na mesa VIP, quando já foi demonstrado que houve cortejo sexual. Eles dançam juntos, se esfregando, ele pega na bunda dela várias vezes, ela procura por ele, sem apreciar esse cenário de horror que a jovem depois descreve perante o juiz”, afirmou Martell.

O advogado se refere aos áudios vazados pela mesma emissora, em que a vítima é ouvida por policiais logo após o suposto estupro. Neles, a mulher chora enquanto relata os acontecimentos da noite. Em um momento, ela afirma que beijou o jogador, mas que ele a agrediu, a xingou e a impediu de sair do banheiro, onde o suposto estupro teria acontecido.

“Fui voluntariamente ao banheiro e, após darmos alguns beijos, eu disse que queria ir embora, mas ele [Daniel Alves] disse que não. Ele começou a me dizer coisas desagradáveis, como ‘você é minha vadia’, e começou a me bater. Ele jogou minha bolsa no chão e me bateu”, diz aos agentes.

Uma amiga que acompanhava a jovem de 23 anos e que acusa o brasileiro do crime de agressão sexual, previsto no artigo 179 do código penal da Espanha, afirma aos policiais que “houve penetração”.

Sem data para o julgamento ocorrer, Daniel Alves está preso no Centro Penitenciário Brians 2 desde 20 de janeiro. Caso o crime seja confirmado, o lateral-direito pode permanecer na prisão de 4 a 12 anos.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Justiça convoca audiência nesta quinta-feira para definir pedido de liberdade de Daniel Alves

por Redação 15 de fevereiro de 2023

A Justiça da Espanha convocou os advogados de defesa e acusação para uma audiência nesta quinta-feira (16), às 10h da manhã, para ouvir as duas partes sobre o pedido de Daniel Alves para aguardar o julgamento em liberdade.

O jogador está preso preventivamente desde 20 de janeiro, acusado de estupro de uma mulher de 23 anos. O ato teria acontecido no dia 30 de dezembro, no banheiro de uma casa noturna em Barcelona. O lateral-direito admite que teve contato sexual com a vítima, mas teria sido com o consentimento dela.

Já a jovem diz que foi forçada a ter relações sexuais com o brasileiro, e no próprio dia pediu ajuda a amigos e aos funcionários da casa noturna, e disse que tinha sido agredida.

O Tribunal de Justiça da Catalunha informou que Daniel Alves não estará no tribunal nem participará virtualmente do encontro. Apenas os advogados das duas partes e três juízes que acompanham o caso estarão na audiência.

Após o encontro, os três juízes vão ter um tempo para debater a posição de cada uma das partes e apurar se a defesa do jogador oferece garantias suficientes para que ele seja liberado até que ocorra o julgamento. Ou se ele deve continuar no presídio Brians 2, pela gravidade da acusação e pelo risco de fuga. Vale lembrar que o Brasil não tem acordo de extradição com a Espanha.

A defesa ofereceu como garantia da permanência de Daniel na Espanha um depósito caução de alto valor em dinheiro, entrega dos dois passaportes — brasileiro e espanhol — e uso de uma pulseira eletrônica.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Juíza diz ver ‘indícios suficientes’ de que Daniel Alves cometeu estupro

por Redação 2 de fevereiro de 2023

A juíza Anna Marín, do Juizado de Instrução 15 de Barcelona, escreveu no despacho que motivou a prisão preventiva de Daniel Alves que “há indícios muito mais do que suficientes” para considerar que o jogador cometeu estupro da mulher de 23 anos que o acusa de agressão sexual. A magistrada deixou claro em sua avaliação que as investigações estão em fase inicial e, por isso, nada ainda é certo. As informações são do jornal espanhol El Periodico.

O caso teria ocorrido no dia 30 de dezembro, na casa noturna Sutton, em Barcelona. Em entrevista ao Programa de Ana Rosa, do canal Telecinco, o advogado do jogador, Cristóbal Martell, questionou alguns indícios, recolhidos pela polícia catalã e que foram usados na determinação da prisão do jogador. Entre os elementos citados estão imagens de câmeras de segurança que entrariam em conflito com o depoimento da possível vítima.

As imagens mostrariam que Daniel Alves entrou no lavabo, onde teria ocorrido o estupro, dois minutos antes da vítima. Segundo a defesa, a mulher, depois de conversar com amigos e com um garçom, vai ao lavabo e entra, sem nenhuma ajuda de Daniel Alves. A denunciante afirma que foi trancada no banheiro e foi agredida e estuprada logo em seguida. O circuito interno de TV mostrou que os dois ficaram cerca de 15 minutos no banheiro. Material coletado encontrou vestígios de sêmen tanto internamente quanto no vestido da denunciante.

As alegações dos advogados do lateral-direito ainda sustentam que seu cliente está diante de um cenário em que há espaço para questionar as provas, dados os “não tão evidentes, contundentes e devastadores” elementos utilizados no pedido de prisão. A defesa argumenta ainda que há dúvidas se o relato da vítima sobre o que aconteceu entre o casal no banheiro também poderia estar “adornado de elementos idênticos de distorção narrativa” e que as gravações desmentem “do modo mais radical o clima de terror e pavor” descrito pela mulher.

Daniel Alves está preso desde o dia 20 de janeiro, sem direito a fiança. O atleta de 39 anos está recluso no Centro Penitenciário Brians 2, em Barcelona, e nega todas as acusações. Na segunda-feira, a defesa entrou com recurso contra a prisão preventiva do ex-jogador do Barcelona. Em um documento de 24 páginas, a defesa alega que não há risco de fuga e pede que o atleta responda em liberdade. Foi sugerida a entrega do passaporte e até mesmo o uso de “pulseira telemática”, similar a uma tornozeleira eletrônica.

ENTENDA O CASO DANIEL ALVES

A juíza Maria Concepción Canton Martín decretou a prisão de Daniel Alves no dia 20 de janeiro. Ele foi detido ao prestar depoimento sobre o caso de suposta agressão sexual contra uma mulher no dia 30 de dezembro. O Ministério Público da Espanha pediu a prisão preventiva do atleta de 39 anos, sem direito a fiança, e a titular do Juizado de Instrução 15 de Barcelona acatou o pedido, ordenando a detenção.

A acusação se refere a um episódio que teria ocorrido na casa noturna Sutton, em Barcelona, na Espanha. O atleta, que defendeu a seleção brasileira na Copa do Mundo do Catar, teria trancado, agredido e estuprado a denunciante em um banheiro da área VIP da casa noturna, segundo o jornal El Periódico. Ela procurou as amigas e os seguranças da balada depois do ocorrido.

A equipe de segurança da casa noturna acionou a polícia catalã, que colheu depoimento da vítima. Uma câmera usada na farda de um policial gravou acidentalmente a primeira versão da vítima sobre o caso, corroborando o que foi dito por ela no depoimento oficial. A mulher também passou por exame médico em um hospital. Daniel Alves foi embora do local antes da chegada dos policiais.

Segundo a imprensa espanhola, a contradição no depoimento do lateral-direito foi determinante para o Ministério Público do país pedir a prisão e a juíza aceitar. No início de janeiro, o jogador deu entrevista ao programa Y Ahora Sonsoles, da Antena 3, em que confirmou que esteve na mesma boate que a mulher que o acusa, mas negou ter tocado na denunciante sem a anuência dela e disse que nem a conhecia.

No depoimento, porém, de acordo com os meios de comunicação da Espanha, o atleta afirmou que esteve com a mulher, mas sem ato sexual. Posteriormente, admitiu ter feito sexo, mas alegou que a relação foi consentida. Segundo a rádio Cadena SER, imagens da vigilância interna do local confirmam que Daniel Alves ficou 15 minutos com a mulher no banheiro. Material coletado encontrou vestígios de sêmen tanto internamente quanto no vestido da denunciante.

O Pumas, do México, anunciou que o contrato de trabalho de Daniel Alves com o clube foi rompido por justa causa.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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