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Saúde

Ministra da Saúde anuncia ampliação da vacina contra dengue a partir de 6 anos

por Redação 18 de abril de 2024

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou pelas redes sociais nesta quinta-feira (18) a ampliação da vacinação contra a dengue na rede pública diante da possibilidade de vencimento dos imunizantes em determinados municípios. Agora, crianças e jovens de 6 a 16 anos podem receber a primeira dose. Até então, a campanha era destinada a crianças de 10 a 14 anos.

“Estamos ampliando, de forma temporária, a faixa etária para as vacinas da dengue que vencem no dia 30 de abril nos municípios que estejam com risco de perdê-las. Em um primeiro momento, orientamos que elas sejam estendidas às crianças e jovens de 6 a 16 anos”, escreveu Nísia.

A ministra deixou em aberto a possibilidade de ampliação da vacina para outras faixas etárias. “Em último caso, elas podem ser ampliadas para todas as pessoas para as quais a Anvisa aprovou a vacina: na faixa etária entre 4 e menos de 60 anos. A segunda dose estará garantida para todos que se vacinarem”, acrescentou.

A medida foi tomada pelo governo diante do risco de vencimento de imunizantes. No Distrito Federal 8 mil doses da vacina estão com a data de validade próxima do vencimento. “Nosso principal objetivo até o dia 30 de abril é garantir a aplicação de 8 mil doses de vacina que estão próximas ao vencimento”, afirmou a secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, ao R7.

Mortes e casos

Na última segunda-feira (15), o Brasil registrou 1.385 mortes confirmadas por dengue deste o começo do ano – terceiro fim de semana seguido com aumento no número de mortes. Outras quase 2 mil mortes estão em investigação. O país registrou 3.289.639 casos prováveis da doença em 2024. A secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, disse que os casos da doença podem chegar a 4,2 milhões no “pior dos cenários”.

São Paulo é a unidade da federação com mais mortes em 2024, com 276 confirmações. Em seguida aparecem Distrito Federal (237), Minas Gerais (231), Paraná (153) e Goiás (110). As cinco UFs acumulam 72% do total de registros. Segundo o painel de dengue do Ministério da Saúde, o DF é a unidade com maior taxa de incidência de casos prováveis, com 7.795 casos por 100 mil habitantes. Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo e Goiás aparecem em seguida, somando 56% do número absoluto de casos.

No início deste mês, a ministra Nísia anunciou que o Brasil tem 12 estados estáveis, 8 com tendência de queda e 7 com tendência de aumento no número de casos de dengue. “A dengue é uma doença que nunca se manifesta igual em todo o Brasil. Nós começamos com número de casos exponenciais em janeiro, sobretudo na região Centro-Oeste, e hoje temos oito estados com tendências claras de queda: Amazonas, Acre, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí e Roraima”, disse Nísia.

Segundo ela, há “12 estados com estabilidade no número de casos: não está crescendo, mas ainda não começou a queda acentuada. São eles: Amapá, Ceará, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Roraima, Rio Grande do Sul e Tocantins. E são 7 estados com tendência de aumento: Alagoas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.”

2024 x 2023
O Brasil teve 3,3 milhões de registros em 107 dias de 2024, mais que o dobro de casos prováveis de dengue do que todo o ano passado. Em 2023, foram 1.649.144 casos prováveis. Este ano, 1.457 mortes foram confirmadas por dengue e outras 1.929 estão em investigação, segundo o painel de monitoramento da dengue, atualizado na manhã desta quarta-feira (17) pelo Ministério da Saúde.

Fonte: r7

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Saúde

Governo de São Paulo decreta emergência para dengue no estado

por Redação 5 de março de 2024

O Governo de São Paulo decretou estado de emergência para a dengue. A decisão foi tomada nesta terça-feira (5) pelo COE (Centro de Operações de Emergências), coordenado pela Secretaria estadual de Saúde. Até o momento, o estado registrou 31 mortes confirmadas pela doença. O total de pessoas infectadas chega a 138.259.

A medida ocorre após São Paulo atingir 311 casos confirmados da doença para cada grupo de 100 mil habitantes.

O estado de emergência se caracteriza pela iminência de danos à saúde e aos serviços públicos. Estados em situação de emergência podem ter acesso a recursos federais disponibilizados para ações de resposta ao cenário.

Na capital paulista, duas mortes foram registradas, e o número de bairros em epidemia mais que dobrou em uma semana. Já são 15 regiões nesta situação.

Para tentar combater o crescimento, a prefeitura de São Paulo começa a usar nesta terça uma nova tática: drones que acessam locais onde agentes não podem entrar.

Na última sexta-feira (1º), o estado realizou o “Dia D de Mobilização Estadual” contra a dengue. A estratégia reforçou as ações de prevenção e eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti, com ações para conscientizar a população sobre a doença.

O evento teve a participação dos secretários estaduais da Saúde, Educação, além de representantes da Defesa Civil, com reforço do Exército Brasileiro e o Conselho de Secretários Municipais de Saúde.

Casos no Brasil
O Brasil registrou 170 mil novos casos e 20 mortes causadas por dengue durante o fim de semana. Segundo o Ministério da Saúde, desde o começo do ano, foram 1.212.263 casos e 278 mortes confirmadas, sendo que outras 744 seguem em investigação. O coeficiente de incidência é de 597 casos por 100 mil habitantes.

O Distrito Federal é a região com a maior incidência no país, seguido por Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Goiás. A faixa etária mais acometida é a de 30 a 39 anos, seguida por aqueles que têm entre 40 a 49 e 50 a 59. Mulheres são as mais infectadas pela dengue (55,5%).

Fonte: r7

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Saúde

Cidade de São Paulo registra 16 mil casos prováveis e uma morte por dengue em menos de dois meses

por Redação 26 de fevereiro de 2024

A cidade de São Paulo registrou 16.001 casos prováveis de dengue e uma morte em menos de dois meses, segundo informações da Secretaria Municipal da Saúde. Outros 19 óbitos seguem em investigação pela pasta, que notifica o maior número de casos desde 2015. Até então, o ano tinha sido o pior da capital do estado, com 7,8 mil casos prováveis até a semana epidemiológica número 8.

Comparando ao mesmo período do ano passado, quando a cidade notificou 1,3 mil casos nas primeiras oito semanas do ano, o aumento chega a ser de 1.103%. A Secretaria de Municipal de Saúde diz que intensificou as ações de combate ao mosquito, com aumento em seis vezes do número de agentes que atuam nas ruas — o quantitativo passou de 2 mil para 12 mil profissionais.

Somente este ano, a pasta realizou 2,1 milhões de ações de combate à dengue na cidade, como visitas casa a casa, vistorias a imóveis, ações de bloqueios de criadouros e nebulizações.

A Secretaria também encaminhou, na última terça-feira (20), um novo ofício ao Ministério da Saúde reforçando o pedido de receber doses da vacina para proteger os moradores. Ao todo, a pasta já encaminhou três documentos ao Ministério: o primeiro em 30 de janeiro e o segundo em 6 de fevereiro. O Ministério da Saúde registrou o recebimento, mas ainda não emitiu posicionamento para prefeitura.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, o estado de São Paulo está em oitavo lugar das unidades da federação com maior incidência de casos por 100 mil habitantes do país, com 285 casos por 100 mil. A unidade federativa fica atrás do Distrito Federal (com 2.983 casos por 100 mil habitantes); Minas Gerais (1.309 casos por 100 mil habitantes); Acre (799 casos por 100 mil habitantes); Espírito Santo (706 caso por 100 mil habitantes); Paraná (666 casos por 100 mil habitantes); Goiás (665 casos por 100 mil habitantes); e Rio de Janeiro (355,2 casos por 100 mil habitantes).

Mais de 150 mortes
Em todo o país, foram registrados 762 mil casos prováveis de dengue, com 150 mortes confirmadas e outras 523 em investigação. A vacina contra a dengue está sendo enviada aos poucos pelo Ministério da Saúde para 521 municípios, que atendem aos critérios de mais de 100 mil habitantes; alta incidência de casos; e predominância da dengue tipo 2.

Nesta semana, O Ministério informou que vai enviar doses de vacinas contra dengue para mais 29 municípios nos próximos dias. O novo lote vai completar a lista de 521 municípios selecionados para receber as doses até a primeira quinzena de março. Até o momento, 492 cidades já receberam os imunizantes.

A vacinação contra a dengue começou neste mês e é destinada à aplicação em crianças de 10 e 11 anos. Até o fim deste ano, a vacinação com a Qdenga, nome comercial do imunizante, será ampliada para adolescentes de 12,13 e 14 anos que moram nas regiões dos municípios.

Fonte: r7

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Saúde

Em duas décadas, Brasil teve 10 mil mortos por dengue e 16 milhões de casos prováveis da doença

por Redação 7 de fevereiro de 2024

Nos últimos 20 anos, 10.027 pessoas morreram vítimas de dengue no Brasil e mais de 16 milhões de casos prováveis da doença foram registrados, segundo o Ministério da Saúde. Entre 2004 e 2023 o número de mortes saltou de 19 para 1.094, o que representa um aumento de 5.657%. São Paulo (2.132 mortes), Goiás (1.186), Minas Gerais (1.179), e Rio de Janeiro (796) são os estados com maior número de registros.

Desde o ano passado, o Brasil vem enfrentando um aumento nos casos de dengue. Apenas nas quatro primeiras semanas de 2024, 243.720 casos prováveis da doença foram notificados, ultrapassando o total de suspeitas registradas em 2017 (239.389 casos). O número corresponde a um aumento de 273% em relação ao mesmo período de 2023.

Segundo o último boletim epidemiológico divulgado, 24 mortes já foram confirmadas e 163 estão em investigação. Entre as unidades da federação com maiores coeficientes de incidência estão o Distrito Federal (com 1.108 casos por 100 mil habitantes), Minas Gerais (384 por 100 mil), Acre (357 por 100 mil) e Paraná (264 por 100 mil).

Com a explosão de casos, pelo menos cinco unidades da federação já decretaram situação de emergência em saúde pública: Distrito Federal, Acre, Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro.

Dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal apontam 46,5 mil casos de dengue e 11 mortes na capital do país desde o início do ano. O governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que está realizando um trabalho conjunto com diversas pastas para limpar bairros e eliminar os criadouros do mosquito.

Em novembro do ano passado, uma menina de 7 anos morreu por complicações causadas pela dengue hemorrágica. Inicialmente, ela havia sido diagnosticada com bronquite e virose, mas a situação se agravou. A mãe acredita que houve negligência médica.

Vacina contra dengue
O Ministério da Saúde incorporou a vacina contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS), em dezembro do ano passado. Em janeiro, o governo anunciou a chegada das primeiras doses do imunizante, que deve atender a 3,2 milhões de pessoas este ano.

Segundo a pasta, serão aplicadas duas doses da vacina em um intervalo de, no mínimo, três meses. Neste ano, o público-alvo serão crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, grupo que concentra o maior número de hospitalização pela doença, e pessoas idosas, que ainda não tiveram a liberação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Os imunizantes serão destinados a regiões com municípios de grande porte, com alta transmissão nos últimos dez anos, e população igual ou maior a 100 mil habitantes. A remessa recebida vai passar pelo processo de liberação da alfândega e da Anvisa. Depois, segue para o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde.

No último dia 30, o Ministério da Saúde informou que pretende começar a distribuir a vacina da dengue a partir da segunda semana de fevereiro. O cronograma do governo prevê o envio às 521 cidades com alto índice da doença.

Cenário da dengue
A dengue é uma doença transmitida pela fêmea infectada do mosquito Aedes aegypti, que causa principalmente dores musculares, atrás dos olhos e de cabeça, vômitos persistentes e letargia.

Todo indivíduo que apresentar febre repentina (a partir de 39°C) e pelo menos dois dos principais sintomas deve procurar imediatamente um serviço de saúde, segundo o Ministério da Saúde.

De acordo com a Organização Pan Americana de Saúde, cerca de 500 milhões de pessoas nas Américas correm o risco de contrair dengue. Já a nível mundial, metade da população tem a chance de se contagiar.

Apenas nas duas primeiras semanas deste ano, 112 mil casos suspeitos da doença foram registrados nas Américas. Brasil (19.653 casos), Paraguai (10.316) e Colômbia (6.050) lideravam o ranking com maior número de casos.

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Saúde

Médicos pedem cuidado com receitas de repelente caseiro contra a dengue; veja dicas

por Redação 5 de fevereiro de 2024

Com o aumento no número de casos e escassez de produtos, muitas pessoas buscam receita caseiras para se proteger contra o mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue. Porém, o médico infectologista Lucas Godoy, do Hospital Santa Helena da Rede D’Or São Luiz, alerta para a falta de comprovação da efetividade dessas preparações. “São necessárias concentrações específicas de certos princípios ativos e, além disso, da manutenção da estabilidade”, explica. Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil registrou 262.247 casos prováveis da doença até esta segunda-feira (5), com 29 mortes confirmadas e outras 173 em investigação.

O infectologista ressalta que alguns óleos extraídos de plantas, como a citronela, eucalipto e a lavanda, as receitas que encontramos na internet são, em sua maioria, uma combinação entre os ingredientes naturais e o álcool. “Esses componentes podem causar dermatites e outras reações dermatológicas”, ressalta.

Para Godoy, o melhor caminho é procurar os produtos vendidos em farmácias, já que eles passam por um rigoroso processo de verificação junto aos órgãos competentes, sendo necessários estudos que comprovem sua efetividade.

Ele explica que, no Brasil, os principais princípios ativos desses repelentes são a Icaridina e o DEET. “A concentração ideal de icadirina é acima de 20% e do DEET entre 30–50% (em crianças recomenda-se concentrações menores) para as aplicações aconteçam em um intervalo de 10h de segurança”, explica. O médico ainda acrescenta que concentrações abaixo do padrão necessitam de “reaplicações mais frequentes. ”

Falta de repelente
O presidente do Conselho Regional de Farmácia do Distrito Federal, Humberto Lopes, explicou que a atual escassez de repelentes nos estabelecimentos farmacêuticos é resultado da sazonalidade do pico do mosquito da dengue. “Esse cenário tem ocasionado um consumo desproporcional, gerando temporariamente a falta de repelentes nas drogarias locais.”, concluiu.

Eliminar focos
O infectologista ressalta que a principal ação para o combate à dengue é a eliminação dos focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti. “A autonomia de voo do Aedes aegypti ultrapassa dificilmente os 100 metros, por isso, quando alguém contrai a doença o foco pode estar mais perto do que se imagina.”

Godoy explica que a população deve fazer uma vigilância ativa a possíveis locais com água parada. “Até mesmo tampinhas de garrafas podem servir de reservatório”, explica.
“Esse mosquito costuma ‘atacar’ no início da manhã e ao final do dia. Por isso atenção redobrada nesses períodos”, ressalta.

Situação do Brasil
O painel de monitoramento de arboviroses mostrou que, até sexta-feira (2), o Brasil registrou 262.247 casos prováveis da doença, com 29 mortes confirmadas e 174 em investigação. 54,47% dos pacientes são mulheres, e a faixa etária de 30 a 39 anos é que mais contraiu a doença.

O Distrito Federal tem a maior incidência da doença, seguido pelo Acre, Minhas Gerais. Segundo a ministra Nísia Trindade, os locais mais críticos vão ter prioridade na entrega de vacinas. O governo espera distribuir 6,5 milhões de doses e espera começar a imunização no território nacional.

Fonte: r7

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Saúde

Ministério da Saúde pretende entregar vacinas contra dengue na segunda semana de fevereiro

por Redação 30 de janeiro de 2024

O Ministério da Saúde quer começar a distribuir a vacina da dengue a partir da segunda semana de fevereiro para as 521 cidades com alto índice da doença. A informação foi dada nesta terça-feira (30) pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, em reunião de emergência com o Distrito Federal e sete cidades do Entorno. “Ainda não começamos a distribuição porque estamos atendendo uma regulação técnica da Anvisa. Assim que tivermos ela pronta, começamos a distribuição”, informou Nísia.

Parte da regulação, segundo a pasta, é ter as informações da vacina em português. A expectativa do Ministério é que as demandas sejam atendidas na próxima semana para que na seguinte se inicie a distribuição.

Neste ano serão distribuídas 6,5 milhões de doses, e para 2025 o Ministério comprou 9 milhões de doses. O público-alvo serão crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, faixa etária que apresenta o maior número de hospitalizações por dengue, depois dos idosos, segundo o Ministério da Saúde.

As cidades foram selecionadas segundo os municípios com mais de 100 mil habitantes; que possuem alta transmissão de dengue e com maior número de casos em 2023 e 2024; e predominância da dengue tipo 2 em dezembro do ano passado. A pasta não informou a quantidade de doses destinadas a cada município.

Entre os sintomas mais comuns da doença estão dores de cabeça e atrás dos olhos, febre e manchas pelo corpo. Nos casos mais graves, como a dengue hemorrágica, pode haver dor abdominal, vômito, sonolência, tontura e sangramentos. Segundo a especialista Carla Kobayashi, é importante buscar ajuda médica e tratar os sintomas desde o início, mantendo-se hidratado.

Como funciona
A Qdenga é baseada no vírus vivo e atenuado do sorotipo 2 da dengue. Segundo o fabricante, é ele que fornece a “espinha dorsal” genética para haver a proteção contra os demais sorotipos. O esquema vacinal inclui duas doses subcutâneas com intervalo de três meses entre elas. A proteção contra a doença deve ter duração de até cinco anos.

Eficácia
A aprovação da Qdenga pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) serviu como base para a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em março de 2023.

Ao órgão europeu, a Takeda apresentou dados de 19 estudos científicos que envolveram 28 mil crianças e adultos.

O ensaio clínico final demonstrou que o imunizante foi capaz de prevenir 80,2% dos casos sintomáticos de dengue 12 meses após a vacinação.

O estudo mostrou que a vacina evitou em 90,4% as hospitalizações em casos de dengue em um prazo de 18 meses após as injeções. Após 4,5 anos da vacinação, a eficácia para casos sintomáticos caiu para 61%, mas a prevenção de internações hospitalares se manteve alta, em 84%.

Como funciona
Na prática, o vírus existente na vacina não é capaz de causar doença nas pessoas que recebem a vacina. Ainda assim, existem contraindicações. Segundo o laboratório, os seguintes grupos não devem receber a Qdenga:

  • Pessoas com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo terapias imunossupressoras, como quimioterapia ou altas doses de corticosteroides sistêmicos nas quatro semanas anteriores à vacinação;
  • Indivíduos com infecção sintomática pelo HIV ou com infecção assintomática pelo HIV quando acompanhados de evidência de comprometimento da função imunológica; e
  • Grávidas e lactantes.

Efeitos colaterais
Os estudos apontaram uma série de possíveis efeitos colaterais após a vacinação.Os mais comuns (afetaram mais de uma em dez pessoas) foram:

  • dor no local da injeção;
  • dor de cabeça;
  • dores musculares;
  • vermelhidão no local da injeção;
  • mal-estar;
  • fraqueza;
  • infecções no nariz ou garganta;
  • febre.

Os efeitos adversos considerados comuns (afetaram até uma em cada dez pessoas) foram:

  • inchaço no local da injeção;
  • dor ou inflamação no nariz, ou garganta;
  • coceira no local da injeção;
  • inflamação da garganta e amígdalas;
  • dor nas articulações;
  • sintomas gripais.

Outros sintomas mais incomuns, como diarreia, coceira e erupções na pele, também foram identificados nos estudos.

Fonte: r7

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Saúde

Com 305 mil registros desde julho, Brasil tem alta de 38,2% nos casos prováveis de dengue

por Redação 25 de janeiro de 2024

O Brasil registrou 305.190 casos prováveis de dengue entre julho de 2023 e o início de janeiro deste ano, segundo o Ministério da Saúde. O índice representa um aumento de 38,2% em relação ao mesmo período do ano anterior (julho de 2022 a janeiro de 2023), quando esse número foi de 220.846. Distrito Federal (com 863 casos por 100 mil habitantes), Acre (633 por 100 mil), Espírito Santo (660 por 100 mil), Goiás (329 por 100 mil) e Minas Gerais (325 por 100 mil) são as unidades da federação com maior incidência da doença.

O boletim da pasta aponta que durante esse período foram 127 mortes por dengue e outras 164 estão em investigação. Em relação aos casos graves, o Brasil registrou quase 4 mil ocorrências com sinais de alarme e uma taxa de letalidade de 3,3%.

Nas primeiras duas semanas de janeiro, o Ministério da Saúde registrou 55.859 casos prováveis de dengue e seis mortes confirmadas. Apenas no DF, a Secretaria de Saúde notificou 12 mortes suspeitas por dengue e 2 confirmadas no mesmo período.

Casos de Zika e Chikungunya apresentaram uma redução no número de casos, com queda de 35,5% e 41,4%, respectivamente. Em relação às mortes, não há registro em relação à Zika e foram 18 notificações por Chikungunya.

Em Minas Gerais, o secretário de Saúde, Fábio Bacchereti, afirmou que o governo vai decretar estado de emergência após um surto da doença. O objetivo é garantir que a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais e os municípios consigam fazer compras e contratações com mais rapidez, informou Bacchereti. De acordo com o Ministério da Saúde, entre julho do ano passado e as primeiras semanas de janeiro, o estado registrou mais de 66 mil casos prováveis.

Vacina contra dengue
O Ministério da Saúde incorporou a vacina contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS), em dezembro do ano passado. Neste domingo (21), o governo anunciou a chegada das primeiras doses do imunizante, que deve ser atender a 3,2 milhões de pessoas este ano.

Segundo a pasta, serão aplicadas duas doses da vacina em um intervalo de no mínimo três meses. Neste ano, o público-alvo serão crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, grupo que concentra o maior número de hospitalização pela doença, e pessoas idosas, que ainda não tiveram a liberação pela Anvisa.

Os imunizantes serão destinados a regiões com municípios de grande porte, com alta transmissão nos últimos dez anos, e população igual ou maior a 100 mil habitantes. A remessa recebida vai passar pelo processo de liberação da alfândega e da Anvisa. Depois, segue para o INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde).

Distrito Federal
O governo do Distrito Federal solicitou ao Ministério da Saúde a antecipação do cronograma de vacinação contra a dengue após a capital registrar um aumento de 400% no número de casos da doença neste ano. Ao todo, o DF contabilizou mais de 7 mil casos prováveis de dengue desde o começo do ano.

Ceilândia é a região com mais casos de dengue na primeira semana de 2024, com 889 registros entre 31 de dezembro e 6 janeiro, um aumento de 977,5% em relação ao mesmo período de 2023.

Na semana passada, o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, pediu a cooperação da população no combate ao Aedes aegypti. “Há moradores que impedem a entrada dos bombeiros nas casas para verificar os focos de dengue. Precisamos de ajuda. O governo sozinho não consegue acessar todos os lugares.”

Segundo o secretário, o governo investiu R$ 5 milhões em campanhas de comunicação contra a doença que começam a circular neste fim de semana. “Também vamos ter um carro de fumacê fixo em cada região administrativa e teremos carros de som nas regiões administrativas orientando a população, indicando os locais de atendimento e alertando sobre os sintomas”, declarou.

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Saúde

Prefeitura realiza ação de combate ao mosquito transmissor da dengue em cemitérios

por Redação 6 de novembro de 2023

Na última quinta-feira (2), Dia de Finados, a Prefeitura de Guarulhos promoveu uma ação de combate ao Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da chikungunya, nos quatro cemitérios públicos da cidade.

Treze agentes de combate às endemias e quatro técnicos do Departamento de Vigilância em Saúde fizeram orientações a visitantes e funcionários dos cemitérios São João Batista (Centro), São Judas Tadeu (Picanço), Necrópole do Campo Santo (Vila Rio de Janeiro) e Nossa Senhora do Bonsucesso (Bonsucesso) sobre os cuidados necessários para eliminar possíveis criadouros do mosquito.

Os profissionais orientaram os visitantes a retirarem as embalagens plásticas dos vasos de flores e a descartá-las no lugar indicado, já que o material, bem como os suportes para velas colocadas nos túmulos e os copos descartáveis, podem servir de criadouro para as larvas do mosquito.

Os agentes também destacaram a importância da preferência por flores plantadas em vasos com terra ou areia e a substituição das flores naturais pelas artificiais, para evitar o acúmulo de água.

A gerente do Centro de Controle de Zoonoses de Guarulhos, Karen Avilez, explicou que as chuvas constantes e o aumento das temperaturas transformam qualquer recipiente que acumula água em um local propício para a proliferação Aedes aegypti. “Orientamos a todos que fiquem atentos e não deixem acumular água em nenhum lugar”, ressaltou Karen, que ainda afirmou que os cemitérios municipais são pontos estratégicos de combate às arboviroses e, por isso, são monitorados mensalmente pelos agentes de combate às endemias.

Fotos: Divulgação/PMG

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GuarulhosSaúde

Prefeitura alerta sobre aumento de casos de dengue e reforça ações de combate aos criadouros do mosquito

por Redação 19 de maio de 2023

De 1° de janeiro a 18 de maio deste ano o número de casos confirmados de dengue chegou a 942 em Guarulhos, com mais 338 em investigação e um óbito. O aumento acende um alerta para que a população redobre a atenção em seu quintal e em locais que possam abrigar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Os dados são do Boletim Epidemiológico da Secretaria da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (19). Dos 942 casos registrados no município, as regiões Centro e Cantareira são as que concentram o maior número de pessoas infectadas: 278 e 369, respectivamente. A região São João acumula 113 casos e a Pimentas, 182. A cidade também tem 11 casos confirmados de chikungunya: quatro na região central, dois na Cantareira, quatro na São João e um na região Pimentas. O Departamento de Vigilância em Saúde já realizou ações de contenção do mosquito nesses locais.

O trabalho, realizado por agentes de combate a endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), consiste em orientação e remoção de criadouros onde há casos positivos e suspeitos. No entanto, das visitas realizadas, os profissionais não conseguiram acessar cerca de 40% das residências, ou porque o morador não atendeu, não permitiu ou porque não estava em casa e, como estratégia para contornar o terceiro caso, as equipes passaram a realizar visitas aos sábados, que ocorreram nos meses de março, abril e maio (até o dia 15), quando 11.160 casas foram vistoriadas por 30 agentes de combate às endemias. No dia 1º de maio, em uma ação no Bosque Maia, 1.200 pessoas foram abordadas e orientadas com informações a respeito do combate à dengue.

Como o mosquito age

O mosquito da dengue, também transmissor da zika e da chikungunya, demora cerca de dez dias para se desenvolver do ovo à forma adulta, e para que isso não aconteça uma vez por semana os locais precisam ser vistoriados e os focos com água parada eliminados, ou seja, reservatórios de água devem estar devidamente cobertos, pratos e vasos de plantas podem ser utilizados somente com areia e bebedouros de pets precisam ser lavados com água e sabão pelo menos uma vez a cada sete dias.

Essas orientações e inspeções não ocorrem somente nas ações de bloqueio ao mosquito. Visitas casa a casa são realizadas constantemente como medida de prevenção, das quais também participam os agentes comunitários de saúde, que, além dos locais e objetos já citados, verificam ralos, calhas e até atrás da geladeira, onde está localizada a bandeja de degelo, para eliminar os focos de água parada.

A fim de que os casos de dengue não avancem na cidade a Prefeitura pede a colaboração da população para que mantenha seu quintal limpo e receba os profissionais de saúde, que trabalham devidamente uniformizados e identificados.

Como denunciar focos de dengue

Os possíveis focos de dengue podem ser denunciados no Portal de Serviços da Prefeitura (servicos.guarulhos.sp.gov.br). O denunciante deve selecionar a aba Guia de Serviços, localizada no topo da página, clicar em Denúncia e Fiscalização entre as opções abaixo do título Vigilância em Saúde, selecionar Denúncia de Criadouro de Mosquito Aedes Aegypti e clicar em Serviço Online para realizar o login e dar início à denúncia.

Sintomas e orientações

Em caso de sintomas como febre alta (de 39 a 40 graus), dor de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, manchas vermelhas na pele, enjoos, vômitos, indisposição e dor abdominal é indicado procurar o serviço de saúde mais próximo. A automedicação é um risco à saúde e, em se tratando de dengue, medicamentos anti-inflamatórios não hormonais (ou não esteróides) e derivados de ácido acetilsalicílico são contraindicados em todos os casos da doença.

Fotos: Divulgação/PMG

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GuarulhosSaúde

Alta de casos de dengue acende alerta para prevenção em Guarulhos

por Redação 20 de março de 2023

De 1° de janeiro a 15 de março deste ano o número de casos confirmados de dengue cresceu 73,1% em Guarulhos em relação ao mesmo período de 2022. O aumento de casos e um óbito registrado pela doença na cidade, recentemente, acendem um alerta para que a população redobre a atenção em seu quintal e em locais que possam abrigar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, que, neste período de altas temperaturas e chuvas constantes, encontra o ambiente propício para se reproduzir.

Os dados são do Boletim Epidemiológico da Secretaria da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (16). Ao todo são 161 casos registrados no município e, das quatro regiões de saúde, a Centro e a Cantareira são as que concentram o maior número de pessoas infectadas, 54 e 52, respectivamente. A região São João acumula 30 casos e a Pimentas, 25. A cidade também tem quatro casos confirmados de chikungunya: três na região central e um na São João. O Departamento de Vigilância em Saúde já realizou ações de contenção do mosquito nesses locais.

O trabalho, realizado por agentes de combate a endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), consiste em orientação e remoção de criadouros onde há casos positivos e suspeitos. No entanto, das visitas realizadas, os profissionais não conseguiram acessar cerca de 40% das residências, ou porque o morador não atendeu, não permitiu ou porque não estava em casa e, como estratégia para contornar o terceiro caso, as equipes passaram a realizar visitas aos sábados.

O mosquito da dengue, também transmissor da zika e da chikungunya, demora cerca de dez dias para se desenvolver do ovo à forma adulta, e para que isso não aconteça uma vez por semana os locais precisam ser vistoriados e os focos com água parada eliminados, ou seja, reservatórios de água devem estar devidamente cobertos, pratos e vasos de plantas podem ser utilizados somente com areia e bebedouros de pets precisam ser lavados com água e sabão pelo menos uma vez a cada sete dias.

Essas orientações e inspeções não ocorrem somente nas ações de bloqueio ao mosquito. Visitas casa a casa são realizadas constantemente como medida de prevenção, das quais também participam os agentes comunitários de saúde, que, além dos locais e objetos já citados, verificam ralos, calhas e até atrás da geladeira, onde está localizada a bandeja de degelo, para eliminar os focos de água parada. 

A fim de que os casos de dengue não avancem na cidade a Prefeitura pede a colaboração da população para que mantenha seu quintal limpo e receba os profissionais de saúde, que trabalham devidamente uniformizados e identificados. Embora a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tenha aprovado a primeira vacina para o público de quatro a 60 anos de idade, o imunobiológico protege somente contra a dengue, e o mosquito não transmite apenas essa doença. Logo, evitar que ele nasça ainda é a melhor prevenção. 

Como denunciar focos de dengue

Os possíveis focos de dengue podem ser denunciados no Portal de Serviços da Prefeitura (servicos.guarulhos.sp.gov.br). O denunciante deve selecionar a aba Guia de Serviços, localizada no topo da página, clicar em Denúncia e Fiscalização entre as opções abaixo do título Vigilância em Saúde, selecionar Denúncia de Criadouro de Mosquito Aedes Aegypti e clicar em Serviço Online para realizar o login e dar início à denúncia.

Sintomas e orientações

Em caso de sintomas como febre alta (de 39 a 40 graus), dor de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, manchas vermelhas na pele, enjoos, vômitos, indisposição e dor abdominal é indicado procurar o serviço de saúde mais próximo. A automedicação é um risco à saúde e, em se tratando de dengue, medicamentos anti-inflamatórios não hormonais (ou não esteroides) e derivados de ácido acetilsalicílico (ASS) são contraindicados em todos os casos da doença.

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