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DEPOIMENTO

Brasil

Bolsonaro, presidente do PL e ex-ministros depõem à PF de forma simultânea nesta quinta

por Redação 22 de fevereiro de 2024

A Polícia Federal vai ouvir simultaneamente, nesta quinta-feira (22), o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus ex-ministros Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Walter Braga Netto (Defesa), além do presidente do PL, Valdemar Costa Neto. O grupo é investigado por associação criminosa para a tentativa de um suposto golpe de Estado. Os depoimentos estão marcados para 14h30, na sede da PF, em Brasília.

A estratégia de marcar os depoimentos para o mesmo horário já foi usada outras vezes pela PF em casos que envolvem o ex-presidente. Nos bastidores, a informação é que dessa forma alguém sempre entra em contradição, por dificultar o acesso ao que foi dito por outros investigados.

A Polícia Federal já tem informações sobre uma reunião que aconteceu no Palácio do Planalto, na qual os alvos das investigações estariam tratando sobre uma minuta que estabeleceria um estado de sítio no país.

As informações foram obtidas por meio da delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, coronel Mauro Cid, e confirmadas pelos investigadores por meio de dados dos dispositivos móveis dos investigados.

Agora, a PF quer esclarecer detalhes da participação de cada um nas ações de planejamento para uma suposta tentativa de golpe.

Relembre o caso
A Polícia Federal cumpriu 33 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva em nove estados e no Distrito Federal no dia 8 de fevereiro. A Operação Tempus Veritatis investiga a suposta organização de um golpe de Estado em 2022 em prol do candidato derrotado e ex-presidente Jair Bolsonaro, com a participação de ex-assessores, militares e do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

O coronel Marcelo Costa Câmara e Filipe Martins, ex-assessores diretos de Bolsonaro, foram presos. A PF também prendeu Rafael Martins de Oliveira, major do Exército. O coronel Bernardo Romão Corrêa Neto estava em missão em Washington, nos Estados Unidos, quando a sua prisão foi autorizada pelo STF. Ele se entregou às autoridades brasileiras no país e retornou ao Brasil.

Não havia mandado de prisão contra Valdemar Costa Neto, mas ele foi detido em flagrante por posse irregular de arma de fogo. O papel de Valdemar Costa Neto era de “principal fiador dos questionamentos” ao processo eleitoral, segundo a investigação da PF. Ele seria peça-chave do chamado “Núcleo de Desinformação e Ataques ao Sistema Eleitoral” do grupo criminoso.

A arma encontrada com Valdemar seria do filho dele. A PF achou também uma pepita de ouro, que acredita ser originária de garimpo. O PL, segundo apontam as investigações da Polícia Federal, foi “instrumentalizado” para financiar e comandar a estrutura de apoio à suposta tentativa de golpe de Estado.

O partido repassou R$ 1.225.000 ao instituto “Instituto Voto Legal” no segundo semestre de 2022. A organização foi responsável pela elaboração do “Relatório Técnico — Logs Inválidos de Urnas Eletrônicas”, divulgado em 15 de novembro de 2022, que questionava a segurança das urnas eletrônicas, especialmente as fabricadas até 2020.

Com base nesse relatório, foi apresentada pelo PL uma “representação eleitoral para verificação extraordinária” em 22 de novembro de 2022 ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

16 militares investigados
Segundo a PF, inicialmente 16 militares são investigados por pelo menos três formas de atuação. A primeira é a produção, divulgação e amplificação de notícias falsas quanto à segurança das eleições de 2022 para estimular seguidores a permanecerem na frente de quartéis e instalações das Forças Armadas.

O segundo ponto de atuação dos militares investigados pela PF seria de apoio às ações golpistas, reuniões e planejamento para manter os atos em frente aos quartéis, incluindo mobilização, logística e financiamento para auxiliar os manifestantes.

Havia ainda o “Núcleo de Inteligência Paralela”, que seria formado pelos militares Augusto Heleno, Marcelo Camara e Mauro Cid e faria a coleta de dados e informações que auxiliassem a tomada de decisões do então presidente da República na consumação do golpe.

O ex-presidente Bolsonaro teria pressionado os ministros do governo, durante reunião realizada em 5 de julho de 2022, para que promovessem e replicassem “desinformações e notícias fraudulentas” quanto à confiança do sistema eleitoral brasileiro, revela o processo.

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Brasil

Destaques da semana: Alckmin vai ao Nordeste, TSE julga Bolsonaro, e militar que deu água no 8/1 depõe

por Redação 9 de outubro de 2023

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, viaja nesta semana para a Bahia e o Maranhão. De acordo com a pasta, ele vai cumprir “agendas relacionadas à neoindustrialização” nos dois estados nordestinos.

Na Bahia, nesta segunda-feira (9), Alckmin tem três compromissos em Camaçari, município a cerca de 50 km de Salvador. Pela manhã, ele participa do lançamento da pedra fundamental de três futuras unidades fabris de uma das maiores fabricantes de carros elétricos do mundo. À tarde, marca presença na celebração do início da produção da expansão de uma fábrica de pneus. Por fim, visita um complexo tecnológico industrial do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Nesta terça (10), o vice-presidente viaja cedo para Balsas, cidade a cerca de 800 km de São Luís, onde participa do lançamento da pedra fundamental de uma empresa de produção de etanol de milho.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva — que se recupera de duas cirurgias, feitas no último dia 29 — não deve receber ninguém até o fim da próxima semana, segundo fontes afirmaram ao R7. Ele está em isolamento no Palácio da Alvorada, e a previsão é que volte a despachar do Palácio do Planalto no fim deste mês. Quando é preciso assinar alguma medida, como o programa de renegociação de dívidas Desenrola, o documento é recebido por assessores e entregue ao presidente.

Julgamento de três ações contra Bolsonaro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para esta terça (10) o julgamento de três ações de investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Walter Braga Netto em relação às eleições do ano passado. A sessão será às 19h, na sede da corte.

Os três processos foram apresentados ao tribunal pelo PDT e pela Coligação Brasil da Esperança, por abuso de poder político dos dois acusados, que usaram a estrutura do Palácio da Alvorada para fazer lives em redes sociais e promover atos de campanha nas eleições passadas.

Em uma das ações, por exemplo, são questionados encontros com governadores e cantores sertanejos no Palácio da Alvorada. De acordo com o processo, afasta-se a ideia de que as reuniões tenham sido realizadas para tratar de assuntos privativos do cargo de presidente da República.

Em setembro, o relator desses processos, o ministro Benedito Gonçalves, reconheceu a conexão entre as ações e determinou que elas sejam analisadas em conjunto pelo TSE. Na semana passada, o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco, se manifestou contra a condenação dos dois.

Major presta depoimento

O major José Eduardo Natale de Paula Pereira presta depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos, da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), nesta segunda (9). No dia 8 de janeiro, ele foi filmado dentro do Palácio do Planalto dando água a extremistas. O militar está preso.

Para este mês também estão previstas as oitivas do major Cláudio Mendes dos Santos, no dia 19, e do coronel Reginaldo Leitão, no dia 26.

O prazo inicial de 180 dias da comissão terminou na última sexta (6), mas os deputados distritais prorrogaram os trabalhos por mais 90 dias. Com a extensão, a CPI será encerrada em 5 de dezembro.

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Mundo

Vinicius Júnior presta depoimento em caso de racismo na Espanha

por Redação 5 de outubro de 2023

O atacante Vinicius Júnior prestou depoimento à Justiça nesta quinta-feira (5) no caso de racismo do qual foi vítima no estádio Mestalla, do Valencia, em rodada da última edição do Campeonato Espanhol, no dia 21 de maio. O jogador do Real Madrid conversou com a juíza responsável pelo caso via teleconferência. Mesmo assim, ele precisou se deslocar até um tribunal de Madri, onde mora, para participar da transmissão ao vivo.

Apesar da forte presença da imprensa no local, o jogador preferiu não dar declarações públicas aos jornalistas nem antes nem depois do seu depoimento.

De acordo com a imprensa espanhola, Vini Jr. teria reiterado que se sentiu ofendido pelos gritos da torcida do Valencia naquela partida e que os ataques dos torcedores locais se deviam “à cor de sua pele”.

O depoimento do brasileiro foi adiado duas vezes, antes de ser realizado nesta quinta.

Da primeira vez, o atacante pediu para mudar a data porque estava de férias, no Brasil. O segundo adiamento foi decidido pela própria Justiça por questões administrativas.

A partida entre Valencia e Real Madrid se tornou uma referência em termos de discriminação no futebol espanhol e europeu devido aos ataques generalizados de parte da torcida do Valencia ao jogador brasileiro.

O árbitro chegou a paralisar a partida por alguns minutos. Autoridades de dentro e fora do esporte repudiaram o episódio, que quase gerou uma crise diplomática entre Brasil e Espanha.

A Justiça da cidade de Valencia investiga o caso, que conta com três acusados. Os jovens torcedores do time da cidade já reconheceram que fizeram os gestos racistas nas arquibancadas, porém rejeitaram a acusação de racismo.

Fonte: r7

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Brasil

Após duas tentativas frustradas, CPI deve ouvir sócios e diretores da 123milhas nesta quarta

por Redação 6 de setembro de 2023

Sócios, diretores e ex-diretores da 123milhas devem depor nesta quarta-feira (6) na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga pirâmides financeiras com criptomoedas na Câmara dos Deputados. Como já houve duas tentativas frustradas de ouvir os responsáveis pela empresa, o presidente do colegiado, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), solicitou na semana passada a condução coercitiva dos irmãos Ramiro Soares Madureira e Augusto Julio Soares Madureira, no caso de faltarem novamente à sessão.

Além dos irmãos, são esperados na comissão:

  • Tânia Madureira — sócia da empresa HotMilhas, do mesmo grupo da 123milhas;
  • Marcos Brandão — ex-vice-presidente de governança e gestão da 123milhas;
  • Roger Duarte Costa — gerente de prevenção a fraudes da 123milhas; e
  • Matheus Divino — gerente de planejamento, orçamento e controle da 123milhas.

Eles devem explicar a suspensão da emissão de passagens aéreas já compradas pelos consumidores, anunciada pela companhia no último dia 18 de agosto. A interrupção afeta viagens já contratadas com embarques previstos para o período de setembro a dezembro deste ano. A 123milhas anunciou que vai devolver integralmente os valores pagos pelos clientes com correção monetária, mas por meio de vouchers.

Quebra de sigilo
Nesta terça (5), a ministra Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia manteve a decisão de quebrar o sigilo fiscal e bancário dos donos da 123milhas, aprovada pela CPI.

A ministra também determinou que o colegiado deve resguardar o sigilo dos documentos da quebra, sendo que quem eventualmente divulgá-los, possibilitar ou facilitar a divulgação será responsabilizado judicialmente.

Fonte: r7

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Política

Bolsonaro e Michelle ficam em silêncio em depoimento à PF sobre o caso das joias

por Redação 31 de agosto de 2023

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a esposa, Michelle Bolsonaro, ficaram em silêncio durante depoimento à Polícia Federal nesta quinta-feira (31), no caso da venda ilegal de joias e presentes de alto valor dados à Presidência da República. Além do ex-presidente e da esposa, o advogado Fabio Wajngarten e o coronel Marcelo Câmara, assessor de Bolsonaro, ficaram em silêncio no interrogatório da PF.

Os dois não responderam às perguntas da corporação sob a alegação de que o inquérito do caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). No entendimento da defesa de Bolsonaro e Michelle, a ação das joias deveria ser analisada por um tribunal de primeira instância. Segundo os advogados, a Procuradoria-Geral da República (PGR) já reconheceu que o STF não é o órgão adequado para o inquérito.

“Desta forma, considerando ser a PGR a destinatária final dos elementos de prova da fase inquisitorial para formação do juízo de convicção quanto a elementos suficientes ou não a lastrear eventual ação penal, os peticionários [Bolsonaro e Michelle], no pleno exercício de seus direitos e respeitando as garantias constitucionais que lhes são asseguradas, optam por adotar a prerrogativa do silêncio no tocante aos fatos ora apurados”, afirmou a defesa.

“Considerando o respeito às garantias processuais, a observância ao princípio do juiz natural, corolário imediato do devido processo legal, os peticionários optam, a partir deste momento, por não prestar depoimento ou fornecer declarações adicionais até que estejam diante de um juiz natural competente”, acrescentaram os advogados de Bolsonaro e Michelle.

Em agosto, a Polícia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em uma operação de combate a crimes de peculato e lavagem de dinheiro ligada ao caso das joias recebidas pelo ex-presidente. O general Mauro César Lourena Cid, pai de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, é um dos alvos da operação.

Eles são suspeitos de vender joias e presentes oficiais recebidos pelo ex-presidente. De acordo com a PF, eles teriam utilizado “a estrutura do Estado brasileiro para desviar bens de alto valor patrimonial, entregues por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado, por meio da venda desses itens no exterior”.

A PF afirma ainda que as quantias obtidas com essas operações “ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, por meio de pessoas interpostas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores”. A Polícia Federal não informou a quantia que os suspeitos teriam obtido com a venda das joias e dos presentes.

Fonte: r7

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Política

Destaques da semana: depoimento de hacker na CPMI, porte de drogas no STF e Lula no Paraguai

por Redação 14 de agosto de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para esta segunda-feira (14) o início do julgamento que decidirá se outros 70 denunciados pelos atos extremistas do 8 de Janeiro, em Brasília, se tornarão réus. Neste novo bloco de denúncias apreciadas pelos ministros estão envolvidas também pessoas presas em dezembro por atos de vandalismo.

O líder indígena José Acácio Serere Xavante é uma das pessoas que serão julgadas. Ele foi detido pela Polícia Federal em Brasília e é acusado de liderar manifestações que questionaram o resultado das eleições presidenciais e criticaram os ministros do Supremo.

Outro caso conhecido que será analisado é o de “Fátima de Tubarão”, de 67 anos, que foi alvo de uma operação que cumpriu mandados contra pessoas envolvidas na organização dos atos e que participaram deles.

O julgamento será feito de forma virtual, sem discussão entre os ministros. Se houver um pedido de vista, o julgamento será suspenso. Caso ocorra um pedido de destaque, a decisão será levada ao plenário físico do tribunal.

Lula em evento no Paraguai
Nesta terça (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai participar da cerimônia de posse do presidente eleito do Paraguai, Santiago Peña. O evento será realizado em Assunção, capital do país vizinho.

Ainda neste mês, o petista pretende fazer um giro pelo continente africano. Ele vai participar, entre 22 e 24, da Cúpula dos Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, em Joanesburgo. O presidente também avalia visitar oficialmente Angola e São Tomé e Príncipe.

Julgamento sobre porte de drogas no STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes sugeriu marcar o julgamento da ação que questiona a criminalização do porte de drogas para uso pessoal a partir desta quarta (16). Agora, cabe à presidente da Corte, ministra Rosa Weber, marcar a data.

Na semana passada, após o voto do ministro Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, relator do caso, pediu o adiamento da votação para analisar a tese do colega. Moraes votou pela descriminalização do porte de maconha para consumo próprio. Ele ainda propôs que seja considerado usuário, pela Justiça, quem estiver portando entre 25 g e 60 g da planta.

Até o momento, há quatro votos pela descriminalização, mas ainda sem definição se ela abrangeria apenas a maconha ou incluiria outras drogas ilícitas.

Depoimento do hacker da ‘Vaza Jato’ na CPMI
O hacker Walter Delgatti Neto, conhecido por ter dado origem à operação “Vaza Jato”, vai prestar depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro nesta quinta (17). A oitiva havia sido marcada inicialmente para o dia 10, mas foi adiada.

A convocação foi um pedido da ala governista, que alega que Delgatti tem “envolvimento na promoção dos atos criminosos contra a democracia e as instituições públicas brasileiras”. Por se tratar de uma convocação, ele é obrigado a comparecer à comissão.

Para o deputado Rogério Correia (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara e autor do requerimento de convocação, o hacker precisa ser interrogado pela comissão para explicar a afirmação feita à Polícia Federal de que, no ano passado, Bolsonaro perguntou se ele conseguiria invadir as urnas eletrônicas caso tivesse o código-fonte dos equipamentos.

Fonte: r7

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Política

Silvinei Vasques passa mal em depoimento à PF e nega interferência nas eleições de 2022

por Redação 11 de agosto de 2023

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, preso nesta quarta-feira (9), passou mal duas vezes durante seu depoimento à Polícia Federal, nesta quinta-feira (10), em Brasília. Ele precisou ser atendido por brigadistas que atuam no órgão. Na oitiva, o delegado negou que tenha agido para interferir no resultado das eleições do ano

Como noticiou o R7 na manhã desta quinta-feira, a defesa de Vasques confirmou que as autoridades investigativas não ofereceram delação premiada. “Ele não aceitaria, porque quem delata é criminoso”, declarou o advogado Eduardo Simão. A fala ocorreu na saída da sede da Polícia Federal.

De acordo com a defesa, a mensagem do coodenador da PRF Adiel Alcântara a respeito de “policiamento direcionado” diz respeito a ações gerais da instituição — e não à perseguição a eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Cada atividade da PRF, cada operação tem uma direção, como meio ambiente e questão de crimes eleitorais”, disse Simão.

Vasques foi preso preventivamente em casa, na região metropolitana de Florianópolis, nesta quarta-feira, por suspeita de uso da máquina pública para interferir no processo eleitoral do ano passado. O pedido de prisão foi baseado, entre outras provas, em mensagens encontradas em celulares de servidores da PRF que prestaram depoimento no caso.

Além da prisão do ex-diretor-geral, 47 policiais rodoviários que participaram de uma reunião com Vasques em 19 de outubro foram ouvidos pela PF na quarta-feira. Fontes ouvidas pela Record TV avaliam que alguns depoimentos podem incriminar o ex-chefe da corporação.

No inquérito da Justiça Eleitoral do Distrito Federal que corre em paralelo, o ex-diretor-geral responsabilizou o Ministério da Justiça e Segurança Pública pelas operações da PRF no segundo turno do ano passado, diferentemente do que tinha dito à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. Na ocasião, ele declarou aos parlamentares que não houve diferença de atuação da corporação do primeiro para o segundo turno.

A defesa de Vasques, após o depoimento à PF nesta quinta, minimizou a declaração do ex-diretor-geral sobre a pasta. “A PRF é subordinada ao Ministério da Justiça [e Segurança Pública], tem que obedecer, mas não teve nenhum pedido [de intensificar fiscalizações]. O ministério pediu para a PRF cumprir a legislação”, declarou o advogado Eduardo Simão.

‘Policiamento direcionado’
Mensagens obtidas pela PF mostram que Silvinei teria ordenado um “policiamento direcionado” contra eleitores do então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2022.

Em 29 de outubro, mensagens trocadas entre o policial rodoviário federal Adiel Pereira Alcântara, então coordenador de Análise de Inteligência da PRF, e Paulo César Botti Alves Júnior, subordinado a ele, mostram que o próprio Alcântara criticou a conduta de Vasques. Ele afirma que o ex-diretor-geral teria falado “muita m…” nas reuniões de gestão, notadamente determinando o “policiamento direcionado” das equipes da corporação nas blitze realizadas no segundo turno das eleições e “corroborando com os elementos de prova que indicam as ações policiais visando dificultar ou mesmo impedir eleitores de votar”.

Conversas de WhatsApp de 12 de outubro no celular de Alcântara com o policial rodoviário federal Luís Carlos Reischak Júnior, então diretor de Inteligência da PRF, indicam a orientação de uma ação ostensiva para o dia 30 do mesmo mês. “Chamando atenção um trecho no qual mencionam abordagens de ônibus que levam passageiros de São Paulo para o Nordeste”, diz um trecho do documento obtido pela PF.

“Perfeito, chefe. Acho que é bom e assim, acho que a gente tem que levar em consideração também essa decisão recente do [ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto] Barroso que liberou o transporte gratuito de eleitores no dia 30. Porque vai ser difícil caracterizar o transporte clandestino de eleitor, né”, respondeu Alcântara.

À Record TV, a defesa de Vasques disse, em referência ao mapeamento dos eleitores de Lula, que ele não pode ser responsabilizado por atos que tenham sido cometidos por outras pessoas.

Fonte: r7

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Segurança

CPMI do 8 de Janeiro ouve nesta quinta condenado por atentado a bomba no aeroporto de Brasília

por Redação 22 de junho de 2023

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os atos extremistas de 8 de janeiro em Brasília ouve nesta quinta-feira (22) George Washington de Oliveira Sousa, condenado a nove anos e quatro meses de prisão por ter tentado detonar uma bomba e explodir um caminhão-tanque no aeroporto da capital do país na véspera de Natal do ano passado. O artefato chegou a ser acionado, mas não estourou devido a falhas técnicas.

A reunião do colegiado está marcada para as 9h. Washington, que está preso desde o dia do episódio, será ouvido depois do responsável por conduzir as investigações sobre o caso, o perito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) Valdir Pires Dantas Filho.

Os pedidos de convocação dos dois partiram da relatora da CPMI, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), e foram aprovados pelos demais integrantes da comissão. “Pretende-se que as nossas atividades se iniciem com a dissecação dos fatos que norteiam duas importantes datas [24 de dezembro de 2022 e 8 de janeiro de 2023], consubstanciadas em oitivas e requerimentos de informações, a partir das quais se espera, como natural desdobramento, a investigação dos demais fatos elencados no requerimento que embasou a instauração desta CPMI”, justificou a relatora.

Quem é George Washington
Morador do Pará, o condenado atua como empresário e dirigiu até Brasília após o segundo turno das eleições com armas de grosso calibre e bananas de dinamite no carro. Ele conseguiu os armamentos por meio de uma autorização de posse como caçador, atirador e colecionador (CAC).

Washington passou a frequentar o acampamento montado no quartel-general do Exército, em Brasília, depois que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito. Ele ficou hospedado em um apartamento no Sudoeste, área nobre da capital federal.

Após ser detido, ainda em 24 de dezembro, o criminoso afirmou estar descontente com o resultado das eleições e que pretendia detonar os explosivos para chamar atenção para o movimento a favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Investigação dos atos extremistas no Congresso
A última reunião da CPMI ocorreu na terça (20), quando o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques prestou depoimento — o primeiro a ser ouvido pelo grupo.

Vasques negou ter atrapalhado eleitores do Nordeste durante o segundo turno da eleição presidencial do ano passado e falou sobre a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ele se manifestou ainda sobre supostas omissões, ao ter permitido bloqueios em rodovias federais em protesto pelo resultado do segundo turno. O depoimento foi marcado por bate-boca e gritaria.

Explosão nas proximidades do aeroporto de Brasília
Nas primeiras horas de 24 de dezembro de 2022, as forças de segurança de Brasília foram acionadas, por meio de uma denúncia anônima, após câmeras de segurança do aeroporto flagrarem o motorista de um caminhão deixando uma caixa perto de um caminhão-tanque e indo embora.

A via principal de acesso ao aeroporto foi então bloqueada, em uma operação conjunta do Corpo de Bombeiros do DF, das polícias Militar e Civil da capital do país e da Polícia Federal, com agentes do esquadrão antibombas. As autoridades fizeram uma explosão controlada para desativar o explosivo.

As investigações da 8ª Vara Criminal de Brasília apontaram o envolvimento de três pessoas no atentado. Além de Washington, foi condenado Alan Diego dos Santos, que recebeu uma pena de cinco anos e quatro meses de prisão. Wellington Macedo de Souza continua foragido.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

Mauro Cid presta depoimento à PF nesta quinta (18) sobre adulteração em cartões de vacina

por Redação 18 de maio de 2023

O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, deve ser ouvido pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (18), no âmbito de uma investigação sobre falsificação de dados vacinais e inserção dessas informações nos sistemas do Ministério da Saúde. O R7 apurou que o depoimento será às 14h30 e ele será transportado pela Polícia do Exército.

Em 3 de maio, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mandou a Polícia Federal prender Cid, além de realizar busca e apreensão na casa de Bolsonaro.

A suspeita é de que os registros de vacinação de Bolsonaro, Cid e da filha mais nova do ex-presidente, Laura Bolsonaro, tenham sido forjados. Eles teriam inserido informações falsas no sistema do Ministério da Saúde entre novembro de 2021 e dezembro de 2022 para conseguir o certificado de vacinação e viajar aos Estados Unidos.

Jair Bolsonaro (PL) afirmou à Polícia Federal, durante depoimento na tarde de terça-feira (16), não saber quaisquer informações acerca de suposto esquema que fraudou dados de vacinação contra a Covid-19.

No depoimento, ao qual o R7 e a Record TV tiveram acesso, Bolsonaro admitiu conhecer Ailton Barros Gonçalves — preso desde 3 de maio por suspeita de envolvimento no esquema. Ele estava acompanhado dos advogados e do ex-secretário de Comunicação Social de sua gestão Fábio Wajngarten, que também atua na defesa.

À PF, Bolsonaro afirmou que “se Mauro Cid arquitetou [esquema fraudulento de cartões de vacinação] foi à revelia, sem qualquer conhecimento ou orientação” do ex-presidente. Ele destacou, entretanto, que acredita na inocência do ex-ajudante de ordens.

Áudios de Golpe

A Polícia Federal encontrou diálogos entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro que mostram uma articulação para uma tentativa de golpe para manter ex-presidente no poder e para prender o ministro Alexandre de Moraes. Foram analisados áudios e prints que estavam nos arquivos do celular do major reformado do Exército Ailton Gonçalves Barros, do coronel Elcio Franco e de um militar ainda não identificado durante uma investigação envolvendo Mauro Cid.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

Bolsonaro vai depor à PF nesta terça e dizer que não se vacinou contra a Covid-19

por Redação 16 de maio de 2023

O ex-presidente Jair Bolsonaro vai depor à Polícia Federal (PF) às 13h desta terça-feira (16) e afirmar que não se vacinou contra a Covid-19 nem participou do esquema de fraude no cartão de vacinação no Ministério da Saúde, em uma tentativa de se descolar de outros alvos da corporação, segundo apurou a reportagem do R7 junto a aliados de Bolsonaro.

O depoimento se dá no âmbito da operação Venire, que investiga a atuação de uma associação criminosa que inseria dados falsos de vacinação nos sistemas públicos. Bolsonaro deveria ter esclarecido à PF no dia 3, data da ação, mas não o fez por falta de acesso aos autos do inquérito.

O ex-presidente teve sua casa, localizada em Brasília, alvo de busca e apreensão por parte da PF (veja fotos abaixo). Ele criticou a medida. “Não há dúvida que eu chamo de ‘operação para te esculachar’. Podiam perguntar sobre vacina, cartão, eu responderia sem problema nenhum. Agora uma pressão enorme, 24 horas por dia, o dia todo, desde antes de assumir a Presidência até agora. Não sei quando isso vai acabar”, disse.

Bolsonaro chegou a dizer que sentiu “constrangimento” por parte dos policiais federais que trabalharam na operação. “Abri a porta, convidei para entrar e fui tratado muito bem. Em nenhum momento houve exagero, voz mais alta, falta de educação, muito pelo contrário. Acredito até que eu senti constrangimento em alguns policiais federais. Foram corteses comigo”, relatou.

Prisões
No mesmo dia que teve sua residência alvo de busca e apreensão, ex-assessores de Bolsonaro, como Sérgio Cordeiro e Max Guilherme, foram presos. O ex-ajudante de ordens e tenente-coronel do Exército Mauro Cid também foi preso — seu advogado, Rodrigo Roca, deixou o caso após alegar razões profissionais e familiares.

Roca tem proximidade com a família do ex-presidente. Ele defendeu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso das “rachadinhas”, entre 2020 e 2021, e foi chefe da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), no Ministério da Justiça e Segurança Pública, durante o governo de Bolsonaro.

Estados Unidos
O R7 mostrou que um relatório produzido pela Polícia Federal indica que a equipe presidencial emitiu o último certificado de vacinação do ex-presidente cerca de duas horas antes de ele deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos, no fim do ano passado.

“No dia 30 de dezembro de 2022, às 12h02, o usuário associado ao ex-presidente da República, utilizando o endereço de IP vinculado ao terminal telefônico cadastrado em nome de Mauro Cesar Barbosa Cid, acessou o aplicativo ConecteSUS e emitiu um novo certificado de vacinação contra a Covid-19”, diz um trecho do relatório.

O documento, segundo a corporação, continha apenas registro da vacina da Janssen — as da Pfizer já haviam sido excluídas. “Cerca de duas horas depois da emissão do último certificado, Mauro Cesar Cid e o ex-presidente da República Jair Bolsonaro viajaram de Brasília para a cidade de Orlando, nos Estados Unidos”, completa. O voo decolou por volta das 14h.

Investigação da PF
A investigação da Polícia Federal sobre o esquema de falsificação de registros de vacinação contra a Covid-19 diz que Bolsonaro não estava nas cidades indicadas nos dias em que teria recebido os imunizantes. Quatro certificados de vacinação no nome do ex-presidente foram emitidos.

Os primeiros dois registros confirmam que ele foi imunizado contra a Covid-19 três vezes: com a vacina da Janssen, de aplicação única, e com duas doses da vacina da Pfizer. Os dois últimos certificados mostram apenas a dose da Janssen.

Em 19 de julho de 2021, quando supostamente foi imunizado com a dose da Janssen, ele estava em Brasília, e não em São Paulo, como indica o certificado de vacinação. A investigação assinala que Bolsonaro também não estava em Duque de Caxias (RJ) em 13 de agosto de 2022, quando teria recebido a vacina da Pfizer.

Fonte: r7

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
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