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Tag:

DINHEIRO ESQUECIDO

Brasil

Serviço de dinheiro esquecido do BC começa o ano com R$ 7,5 bi para devolução

por Redação 3 de janeiro de 2024

O serviço para resgatar dinheiro esquecido no sistema financeiro começa o ano de 2024 com mais de R$ 7,5 bilhões para devolução. Segundo o BC (Banco Central), o SVR (Sistema de Valores a Receber) já devolveu R$ 5,3 bilhões de um total de R$ 12,8 bilhões colocados à disposição pelas instituições financeiras.

Até o último dia 12 de dezembro, 16,8 milhões de correntistas, incluindo pessoas físicas e jurídicas, haviam resgatado valores. Isso representa apenas 27,85% do total de 60.492.862 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro do ano passado.

“O SVR é um sistema permanente. Há registro de novos valores mensalmente. É importante destacar que, além do valor disponível para devolução, já foram resgatados pelos cidadãos e pelas empresas mais de R$ 5,3 bilhões”, afirmou o BC em nota.

Para consultar, basta entrar no site do Banco Central, no Sistema de Valores a Receber (https://www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber).

Entre os que já retiraram valores, 16.035.064 são pessoas físicas, e 811.980, pessoas jurídicas. Entre os que ainda não fizeram o resgate, 40.583.355 são pessoas físicas, e 3.062.463, pessoas jurídicas.

A maioria das pessoas e empresas que ainda não fizeram o saque tem direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 62,98% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 25,71% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1.000 representam 9,64% dos clientes. Só 1,68% tem direito a receber mais de R$ 1.000.

Após ter ficado fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em março de 2023, com novas fontes de recursos, um novo sistema de agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas falecidas.

Pessoa falecida
A atual fase do SVR tem novidades como impressão de telas e de protocolos de solicitação para compartilhamento no WhatsApp e inclusão de todos os tipos de valores previstos na norma do SVR. Também haverá uma sala de espera virtual, que permitirá a todos os usuários fazer a consulta no mesmo dia, sem a necessidade de um cronograma por ano de nascimento ou de fundação da empresa.

Além dessas melhorias, há a possibilidade de consulta a valores de pessoa falecida, com acesso para herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Assim como nas consultas a pessoas vivas, o sistema informa a instituição responsável pelo valor e a faixa de valor. Também há mais transparência para quem tem conta conjunta. Se um dos titulares pedir o resgate de um valor esquecido, o outro, ao entrar no sistema, conseguirá ver as informações, como o valor, a data e o CPF (Cadastro de Pessoa Física) de quem fez o pedido.

Recursos
Também foram incluídas fontes de recursos esquecidos que não estavam nos lotes do ano passado. Foram acrescentadas contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.

Além dessas fontes, o SVR engloba contas-corrente ou poupança encerradas; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; e parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente.

Para evitar golpes
O Banco Central aconselha o correntista a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos. O órgão ressalta que todos os serviços do SVR são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber, nem para confirmar dados pessoais.

O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer tal tipo de pedido.

Fonte: r7

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Brasil

Valor do dinheiro esquecido do BC aumenta e chega a R$ 7,4 bilhões

por Redação 8 de novembro de 2023

O total de dinheiro esquecido em instituições financeiras e bancos tem aumentado. O SVR (Sistema de Valores a Receber), do Banco Central, registra atualmente R$ 7,4 bilhões para devolução a consumidores e empresas. Em março deste ano, quando começou a segunda etapa do programa de devolução do dinheiro deixado pelos clientes, esse valor era de R$ 6 bilhões.

Já foram devolvidos R$ 4,8 bilhões, de um total de R$ 12,2 bilhões postos à disposição. A primeira etapa começou em março de 2022.

Segundo o Banco Central, o Sistema de Valores a Receber é aberto, e, por isso, novos valores podem ser incluídos mensalmente por instituições financeiras.

“A consulta e o pedido de resgate podem ser feitos a qualquer tempo. Reiteramos que os valores não resgatados permanecem guardados nas instituições financeiras. Não há previsão legal para qualquer outro direcionamento dos recursos”, afirma o BC em nota.

Em relação ao número de beneficiários, 15.385.316 correntistas resgataram valores. Já o número de empresas beneficiadas chegou a 681.406. Só em agosto, os pagamentos somaram R$ 264 milhões.

Segundo o Banco Central, 63% do público que tem dinheiro “esquecido” nos bancos pode recuperar valores de até R$ 10. Já 25,12% têm a receber entre R$ 10,01 e R$ 100, e 10% podem ter a devolução de R$ 100,01 a R$ 1.000. Em relação a valores acima de R$ 1.000,01, o percentual é de 1,76%.

Total de valores a receber por tipo de instituição (R$)

  • Bancos – R$ 4,3 bilhões
  • Administradora de consórcio – R$ 2,1 bilhões
  • Cooperativas – R$ 642,9 milhões
  • Financeiras – R$ 103,9 milhões
  • Instituições de pagamento – R$ 99,4 milhões
  • Corretoras e distribuidoras – R$ 59,2 milhões
  • Outros – R$ 5,6 milhões

Beneficiários com valores a receber por tipo de instituição

  • Bancos – R$ 28,3 milhões
  • Administradora de consórcio – R$ 8,2 milhões
  • Financeiras – R$ 3,3 milhões
  • Cooperativas – R$ 2,3 milhões
  • Instituições de pagamento – R$ 2 milhões
  • Corretoras e distribuidoras – R$ 11,9 mil
  • Outros – R$ 2.400

Como recuperar os valores
Para consultar se você é um dos contemplados com valores a receber, basta acessar o sistema no site do Banco Central (www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber) e preencher os campos com o CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica).

Se houver algum valor a ser resgatado, será possível clicar no botão “Acessar o SVR”, e você será redirecionado para obter mais informações e verificar como solicitar os recursos. Para isso, é necessário ter uma conta nível prata ou ouro no sistema do governo federal, o gov.br.

Já no sistema, clique no botão “Meus valores a receber”. Leia e aceite o Termo de Ciência. Depois disso, você poderá ver o total a receber, o nome e os dados da instituição que deve devolver o dinheiro e a origem (tipo) do valor a ser resgatado.

Em seguida, siga as orientações indicadas

  • Se o sistema oferecer a opção “solicitar por aqui”.
    Selecione uma de suas chaves Pix (campo obrigatório) e informe seus dados pessoais; e guarde o número de protocolo para entrar em contato com a instituição, se necessário. Nesse caso, você receberá o valor em até 12 dias úteis.
  • Se o sistema oferecer a opção “solicitar por aqui”, mas não apresentar chave Pix disponível para seleção.
    Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informados por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis; ou, se preferir, crie uma chave Pix e volte ao sistema para solicitar o valor.
  • Se o sistema não oferecer a opção “solicitar por aqui”.
    Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informados por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis.

O Banco Central alerta para os seguintes cuidados

  • O único site para consultar e saber como solicitar a devolução dos valores, da empresa ou de pessoas falecidas, é o valoresareceber.bcb.gov.br.
  • Todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos. Não faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores.
  • O Banco Central não envia links nem entra em contato para tratar de valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais.
  • Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode contatar você, e ela nunca vai pedir sua senha.
  • Não clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram.

Fonte: r7

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Economia

Dinheiro esquecido de quem já morreu supera R$ 2 bilhões e é disputado por municípios

por Redação 26 de setembro de 2023

O SVR (Sistema de Valores a Receber) do BC (Banco Central), que ficou conhecido como ‘dinheiro esquecido’, ainda tem R$ 7,3 bilhões disponíveis para resgate, mas parte desse total, R$ 2,085 bilhões, que correspondem a 32%, não podem ser sacados pelos donos, que já morreram. São casos de pessoas que não tinham herdeiros ou, então, que não comunicaram familiares sobre a existência das contas.

Desde que o sistema de consulta de valores e solicitação de saques foi reaberto, em março deste ano, os herdeiros de pessoas falecidas têm a possibilidade de recuperar o dinheiro esquecido, e cada instituição financeira define os documentos que devem ser apresentados para fazer essa retirada. Além da família, podem consultar informações daquela pessoa apenas o testamentário, inventariante ou representante legal.

“Se ninguém reclamar a posse desses recursos, todo esse dinheiro vai continuar parado nos bancos”, diz Rodrigo Fantinel, presidente da Abrasf (Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais).

Ele explica que em situações como essa, o dinheiro esquecido e ‘sem dono’ tem de ir para a cidade onde o titular das contas vivia. “Está no Código Civil que, não existindo herdeiro, a titularidade do patrimônio é atribuída ao município”, afirma.

Por isso, no fim de junho, a associação enviou um ofício ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, solicitando os dados das contas esquecidas do SVR, além de outras providências referentes às contas inativas ou sem movimentação.

“Receber as referidas informações é um direito dos municípios, pois elas dizem respeito a um patrimônio cuja titularidade lhes é atribuída pela lei brasileira”, justifica.

Fantinel conta que, no fim de agosto, membros da Abrasf se reuniram com representantes do BC para discutir o assunto. Por enquanto, está sendo estudada a viabilidade jurídica de ‘abrir’ as informações bancárias, que têm sigilo assegurado. “A análise agora está nas mãos da Procuradoria-Geral do Banco Central”, diz.

As informações sobre as contas e titulares são importantes para que cada município identifique os antigos habitantes. “Depois, é preciso publicar um edital de chamamento, para novamente tentar localizar possíveis herdeiros”, ensina o presidente da Abrasf, que reúne 27 cidades do país.

Como consultar e resgatar valores?
Quem quiser saber se tem algum valor a receber, inclusive de pessoas falecidas, deve consultar o site do SVR (Sistema Valores a Receber), no endereço valoresareceber.bcb.gov.br, onde também há explicações sobre como solicitar a devolução do dinheiro.

O caminho para a consulta no site é o seguinte: depois de fazer o log-in no sistema, clicar na opção Acesse Valores para Pessoas Falecidas. Haverá campos para a inclusão do CPF e da data de nascimento da pessoa falecida.

Depois, será apresentado o Termo de Responsabilidade de consulta a dados de terceiros, que precisa ser lido e assinado.

Na sequência, vão aparecer na tela: o nome e os dados de contato da instituição que fará a restituição do valor; a origem (tipo) do valor a receber; e a quantia a receber. Com todas essas informações em mãos, é só procurar diretamente a instituição bancária e perguntar sobre a documentação que precisa ser apresentada para fazer o saque dos valores da pessoa falecida.

“O sistema exibe informações [inclusive faixa de valores] a usuários herdeiros, inventariantes e procuradores que dão o ‘de acordo’ em Termo de Responsabilidade no SVR. De posse dessas informações, eles podem entrar em contato com as instituições para verificar como resgatar os valores”, informou o BC, em nota.

No início do ano, quando começaram as consultas, o órgão informou que 62,8% do público que tinha algum dinheiro esquecido nos bancos, iria recuperar valores de até R$ 10. Teria direito a resgates entre R$ 10,01 e R$ 100 uma parcela de 25,16% das pessoas. Apenas 10,23% teriam valores a receberde R$ 100,01 a R$ 1.000, e acima de R$ 1.000,01, o percentual seria de apenas 1,78% das pessoas com nome no SVR.

Fonte: r7

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Economia

Dinheiro esquecido inclui R$ 2 bilhões de pessoas que já morreram; saiba resgatar

por Redação 21 de setembro de 2023

O serviço de dinheiro esquecido em instituições financeiras tem R$ 7,3 bilhões para ser devolvidos. Segundo o Banco Central, desse total, R$ 2.085.845.861,52 são de pessoas que já morreram, o que corresponde a 32% dos valores.

Para solicitar e receber esses valores, no entanto, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal.

Quem quer saber se tem algum valor a receber, inclusive de pessoas falecidas, deve consultar o SVR (Sistema Valores a Receber), no site valoresareceber.bcb.gov.br, que também tem informações sobre como solicitar a devolução do dinheiro.

“É importante esclarecer que o sistema exibe informações (inclusive faixa de valores) a usuários herdeiros, inventariantes e procuradores que dão o ‘de acordo’ em Termo de Responsabilidade no SVR. De posse dessas informações, eles podem entrar em contato com as instituições para verificar como resgatar os valores”, informou o BC, em nota.

A consulta dos valores e a solicitação para resgatar o dinheiro é feita exclusivamente por meio do site do Banco Central. O órgão afirma que todos os serviços do sistema são totalmente gratuitos e que a população não deve fazer nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores.

Como consultar

  • Entre no site do Banco Central, no link valoresareceber.bcb.gov.br.
  • Clique em “Consulte valores a receber”.
  • Preencha os dados solicitados (CPF e data de nascimento da pessoa falecida).
  • Faça a verificação de segurança e clique em “Consultar”.
  • Caso a consulta encontre dinheiro a ser resgatado, continue para o passo a passo da solicitação de resgate dos valores.

Como solicitar o resgate

  • Entre no site do Banco Central, no link valoresareceber.bcb.gov.br.
  • Clique em “Acesse o Sistema de Valores a Receber”.
  • Se não houver fila de espera, o usuário será direcionado para a página de login. É preciso fazer login com a conta gov.br do herdeiro/inventariante que está acessando o sistema, e não a conta do falecido. A conta precisa ser de nível prata ou ouro.
  • Acesse a opção “Valores para Pessoas Falecidas” dentro do sistema.
  • Digite o CPF e a data de nascimento da pessoa falecida.
  • Leia e aceite o Termo de Responsabilidade de consulta a dados de terceiros, para confirmar que está autorizado a realizar a consulta por ser herdeiro(a), testamentário(a), inventariante ou representante legal da pessoa falecida. Só pessoas em uma dessas condições estão autorizadas a solicitar o resgate dos valores.
  • Ao seguir esses passos, o usuário deverá ver na tela a faixa do valor a receber, o nome e os dados de contato da instituição que deve devolver o valor e a origem (tipo) do valor.
  • Para solicitar o resgate, o usuário deverá entrar em contato diretamente com a instituição, por meio dos dados de contato fornecidos no sistema, e perguntar sobre a documentação necessária para receber o valor da pessoa falecida. O resgate será feito de acordo com o que for combinado com a instituição financeira.
  • O usuário poderá exibir o comprovante, que contém as informações sobre o valor a receber em nome da pessoa falecida. É possível salvar, imprimir ou compartilhar o comprovante.

Alerta

O BC recomenda que não se faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores. A instituição não envia links nem entra em contato com o beneficiário para tratar sobre valores a receber nem para confirmar dados pessoais. Os serviços de valores a receber são totalmente gratuitos.

“Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode te contatar, e ela nunca vai pedir sua senha. Não clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram”, orienta o BC.

Valores esquecidos no geral
Do total de R$ 7,3 bilhões, a maior fatia das cifras a receber, que corresponde a R$ 5,8 bilhões, é de pessoas físicas, cujo total de beneficiários é de 37.486.211. Já as pessoas jurídicas deixaram R$ 1,4 bilhão e somam 2.882.693 CNPJs.

Até o momento, já foram devolvidos R$ 4,7 bilhões, dos quais R$ 3,4 bilhões para pessoas físicas e R$ 1,2 bilhão para pessoas jurídicas.

Os bancos são os maiores detentores do dinheiro esquecido, reunindo R$ 4,2 bilhões, seguidos pelas administradoras de consórcios, com cerca de R$ 2,1 bilhões; cooperativas, com R$ 639,4 milhões; financeiras, com R$ 104,2 milhões; e instituições de pagamento, com R$ 97,9 milhões. Outros tipos de instituição somam R$ 10,9 milhões.

De fevereiro a julho, o dado mais atualizado do Banco Central, o volume de recursos disponíveis para resgate passou de R$ 6 bilhões para os atuais R$ 7,3 bilhões. A maior parte dos beneficiários, que somam 28,8 milhões, tem a receber valores que chegam a R$ 10. Os beneficiários que somam valores entre R$ 10,01 e R$ 100 são 11,6 milhões.

Já os que têm valores a receber entre R$ 100,01 e R$ 1.000 somam 4,6 milhões. Os beneficiários cujos valores a receber passam de R$ 1.000,01 chegam a 815.130.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Serviço de valores a receber do BC ainda tem R$ 6,2 bilhões esquecidos

por Redação 19 de maio de 2023

O serviço de valores a receber do BC (Banco Central) ainda tem R$ 6,2 bilhões esquecidos, após mais de dois meses da retomada da plataforma que libera saque de dinheiro deixado em conta de bancos e em institutições financeiras. Até agora foram resgatados 36,8% do total disponível, de R$ 9,9 bilhões, no SVR (Sistema de Valores a Receber), de 7 de março a 8 de maio.

Para o cidadão saber se tem direito, é preciso entrar no site do SVR e clicar em “Consulte valores a receber”. Preencher o campo do CPF ou CNPJ e informar a data de nascimento.

Dos R$ 3,6 bilhões recuperados, R$ 2,7 bilhões retornaram para o bolso de 12,6 milhões de consumidores. Os demais R$ 897,2 milhões foram liberados para 447.470 empresas, de acordo com dados do BC.

Entre os clientes com valores a receber, o que pode incluir a repetição do número de beneficiários, sete de cada dez (71,7%) têm recursos esquecidos nos bancos. Administradoras de consórcio (20,5%), financeiras (7,6,9%), cooperativas (5,1%) e instituições de pagamento (4,1%) também aparecem na lista.

Em termos de valores monetários, a maior parcela dos esquecimentos (72,4%) não ultrapassa os R$ 10. Resgates disponíveis acima de R$ 1.000, por sua vez, representam apenas 1,5% dos recursos disponibilizados pelo SVR (Sistema de Valores a Receber).

O maior valor solicitado por um usuário pessoa jurídica (empresa) foi de R$ 3,2 milhões. Já por pessoa físcia o maior foi de R$ 749,4 mil.

Na primeira fase do programa de devolução dos recursos esquecidos, de março a abril de 2022, foram disponibilizados R$ 3,9 bilhões. No entanto, apenas 8,2% (R$ 321 milhões) foram solicitados pela plataforma do BC, sendo R$ 306 milhões por pessoas físicas e R$ 15 milhões por empresas.

Como recuperar os valores
Para consultar se você é um dos contemplados com os valores a receber, basta acessar o sistema no site do Banco Central e preencher os campos com o CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica).

Se houver algum valor a ser resgatado, é possível clicar no botão “Acessar o SVR” e você será redirecionado para obter mais informações e verificar como solicitar os recursos. Para isso, é necessário ter uma conta nível prata ou ouro no sistema do governo federal, o gov.br.

Já no sistema, clique no botão “Meus valores a receber”. Leia e aceite o Termo de Ciência. Depois disso, você poderá ver o total a receber, o nome e os dados da instituição que deve devolver o valor e a origem (tipo) do valor a ser resgatado.

Em seguida, siga as orientações indicadas:

  • Se o sistema oferecer a opção “solicitar por aqui”:
    Selecione uma de suas chaves Pix (campo obrigatório) e informe seus dados pessoais; e guarde o número de protocolo, para entrar em contato com a instituição, se necessário. Nesse caso, você receberá o valor em até 12 dias úteis;
  • Se o sistema oferecer a opção “solicitar por aqui”, mas não apresentar chave Pix disponível para seleção:
    Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis; ou, se preferir, crie uma chave Pix e volte ao sistema para solicitar o valor.
  • Se o sistema não oferecer a opção “solicitar por aqui”:
    Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis.

O Banco Central alerta para os seguintes cuidados

  • O único site para consultar e saber como solicitar a devolução dos valores, da empresa ou de pessoas falecidas é o https://valoresareceber.bcb.gov.br
  • Todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos. Não faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores
  • O Banco Central não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais
  • Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode contatar você e ela nunca vai pedir sua senha
  • Nâo clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Resgate de R$ 749 mil é o maior até agora entre valores esquecidos

por Redação 9 de março de 2023

O maior resgate de dinheiro esquecido pedido até o momento por uma pessoa física, de R$ 749 mil, foi realizado no segundo dia de saques após a reabertura do SVR (Sistema de Valores a Receber), informou o BC (Banco Central) no início da noite desta quarta-feira (8). Das 10h de terça (7) até as 17h da quarta, cerca de 2,7 milhões de pessoas solicitaram o resgate de R$ 180,07 milhões.

Em relação às pessoas jurídicas, a maior quantia resgatada chegou a R$ 252,3 mil. No primeiro dia, o maior valor recuperado por pessoa física foi de R$ 328 mil, e a quantia mais alta sacada por pessoa jurídica chegou a R$ 133 mil.

Os resgates de valores de pessoas que já morreram foram pedidos por 797,8 mil herdeiros ou outros tipos de representantes legais desde o início do programa.

Diferentemente do que aconteceu no dia da reabertura do sistema, que teve fila virtual com demora de até duas horas para acessar o SVR, na quarta, segundo o BC, não foi registrada espera.

A autoridade monetária informa que, depois de ficar fechado por 11 meses, o sistema vai permanecer aberto, sem interrupções programadas, para que todos os cidadãos possam recuperar os valores esquecidos no sistema financeiro. “Independentemente do montante, o recurso pertence ao cidadão e deve a ele ser devolvido”, disse o banco.

Desde 28 de fevereiro, quando foram liberados os acessos ao sistema que mostra se as pessoas têm algum dinheiro disponível para ser sacado em algum banco ou instituição financeira, até a última segunda (6), foram feitas mais de 23,8 milhões consultas, conforme mostrou o balanço mais recente do BC.

Desse total, 6,9 milhões de acessos (29%) mostraram a existência de quantias a receber, e 16,8 milhões (71%) não encontraram valores esquecidos.

Nesta nova fase, o SVR também permite a verificação de valores esquecidos por pessoas falecidas, assim como o agendamento do saque desses recursos, no site Valores a Receber.

Segundo o BC, cerca de 38 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de pessoas jurídicas têm cerca de R$ 6 bilhões que podem ser sacados. Para solicitar o resgate dos valores de pessoa física, inclusive de quem já morreu, o usuário precisa ter conta no portal gov.br de nível prata ou ouro. No caso de pessoa jurídica, a conta no portal gov.br precisa ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica vinculado (com qualquer tipo de vínculo, exceto colaborador).

O sistema permite a impressão de telas e de protocolos de solicitação para compartilhamento via WhatsApp e a inclusão de todos os tipos de valores previstos na norma do SVR.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Dinheiro esquecido: instituição não cadastrada e falta de informação sobre morte atrapalham resgates

por Redação 9 de março de 2023

Familiares de pessoas que já morreram e clientes que têm dinheiro esquecido em instituição que não aderiu ao SVR (Sistema de Valores a Receber) estão enfrentando problemas para fazer os pedidos de saque desses valores. O serviço está disponível desde terça-feira (7) no site do BC (Banco Central), na página Valores a Receber.

Têm direito ao resgate 38 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de pessoas jurídicas, num total de R$ 6 bilhões. Nesta nova etapa, também é possível verificar se pessoas falecidas têm valores a receber, desde que a consulta seja feita por herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Se houver algum dinheiro, um familiar poderá solicitar o saque.

Segundo o BC, entre as pessoas que têm alguma quantia disponível no sistema estão 2,58 milhões de falecidos, com valores que somam R$ 1,13 bilhão. Mas esse número pode ser bem maior: há casos em que, na consulta, aparece uma mensagem para informar que o CPF não está cadastrado na base de óbitos da Receita Federal.

Isso acontece porque o óbito não foi comunicado à Receita Federal ou devido a alguma pendência no CPF. Para ter acesso ao dinheiro da pessoa que já morreu, a informação de óbito deve ser comunicada ao órgão por meio de um de seus canais de atendimento (presencial ou pela internet).

Se o falecido tiver bens a inventariar no Brasil, o comunicado do óbito pode ser feito pelo inventariante, pelo cônjuge ou companheiro ou por um sucessor. Se não houver bens a inventariar no Brasil, a responsabilidade pela comunicação é do cônjuge ou companheiro de ou qualquer parente.

Para comprovar o óbito, é preciso enviar os seguintes documentos à Receita: certidão de óbito, de nascimento ou de casamento que contenha a averbação da data do óbito; o documento de identificação oficial, que pode ser a certidão de nascimento ou de casamento da pessoa falecida (somente se a certidão de óbito não tiver a data de nascimento, naturalidade e filiação); um documento que comprove a legitimidade do solicitante (situação de herdeiro, cônjuge ou outro parentesco); e o documento de identificação oficial do solicitante, com foto.

Quem optar pelo atendimento presencial terá a informação de óbito incluída no CPF na hora. As soicitações feitas via internet levam até 48 horas para serem regularizadas. Só depois disso será possível sacar o dinheiro da pessoa que já faleceu, na página Valores a Receber, do BC.

Instituição não cadastrada
Pessoas que têm valores esquecidos em instituições bancárias que não aderiram ao SVR também enfrentam problemas para fazer o pedido de resgate. O BC informou que apenas 640 das 1.060 instituições que informaram valores ao SVR assinaram o “Termo de Adesão”.

A adesão foi menor entre as instituições de pequeno porte. A maioria alega não ter condições de adaptar seus sistemas para depositar os valores diretamente na conta dos clientes.

Por isso, se na consulta ao sistema aparecer a informação de que a instituição não está cadastrada, a pessoa que desejar reaver seu dinheiro terá de negociar com o banco ou a financeira.

Dados como telefone e email estão no sistema, mas pode ser necessário ir a uma agência, pois a forma de pagamento é definida pela instituição pagadora, não pelo Banco Central. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), dos seus associados, não assinaram o termo as instituições que não identificaram valores a serem devolvidos.

Para descobrir se tem dinheiro para resgatar e saber se a instituição permite a solicitação dos valores por Pix, DOC ou TED, as pessoas devem acessar o site da Receita. Quando não houver nenhuma dessas opções, será necessário entrar em contato com o banco e combinar um meio de receber.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Pedidos de saque do dinheiro esquecido nas contas começam nesta terça (7), às 10h

por Redação 7 de março de 2023

O BC (Banco Central) libera nesta terça-feira (7), a partir das 10h, o acesso ao SVR (Sistema de Valores a Receber), que permite o pedido de resgate do dinheiro esquecido em bancos. Segundo o BC, 38 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de pessoas jurídicas têm direito ao resgate de um total de R$ 6 bilhões.

A consulta ao sistema de valores a receber está liberada desde a terça-feira (28), para pessoas físicas, empresas e também representantes de pessoas falecidas.

Com a reabertura do SVR, quem dispuser de valores esquecidos também poderá solicitar o resgate.

Confira, a seguir, como consultar e como fazer o resgate desse dinheiro.

Como fazer a consulta
O Banco Central ressalta que o único sistema no qual é possível fazer a consulta e solicitar a devolução dos valores para pessoas físicas (inclusive falecidas) e pessoas jurídicas é o valoresareceber.bcb.gov.br. Essa consulta está disponível desde a terça-feira (28):

  1. PESSOA FÍSICA (INCLUSIVE FALECIDOS)

Fazer a consulta é simples. As pessoas físicas precisam informar CPF e data de nascimento.

  1. EMPRESA

No caso das empresas, é preciso informar o número do CNPJ e a data de abertura.

Como fazer o resgate do dinheiro?
Para fazer o resgate desse valor, é preciso acessar o SVR (Sistema de Valores a Receber) a partir desta terça-feira, às 10h, e fazer o login com a conta gov.br.

Para valores de pessoa física, por causa do sigilo bancário, a conta gov.br precisa ser nível prata ou ouro.

IMPORTANTE: A pessoa física que tiver a conta mais básica, nível bronze, não terá acesso ao sistema.

Para valores de pessoa jurídica, a conta gov.br deve ter o CNPJ vinculado.

A partir das 10h, será possível solicitar a devolução do dinheiro diretamente pelo SVR via chave Pix informada no momento da solicitação.

Se não conseguir fazer a solicitação por meio do SVR, será preciso entrar em contato com a instituição financeira para verificar como será realizada a devolução do dinheiro.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Só uma de cada quatro consultas ao dinheiro esquecido tem saldo a receber

por Redação 2 de março de 2023

O serviço para saber se há dinheiro esquecido a receber em bancos e instituições registrou na terça-feria (28), primeiro dia de funcionamento, 5 milhões de consultas. O resgate poderá ser feito a partir de 7 de março, quando o SVR (Sistema de Valores a Receber) será reaberto.

Segundo o BC (Banco Central), desse total, 1,3 milhão teve resultado positivo, ou seja, 26,6% encontraram algum valor para ser sacado. Os outros 3,7 milhões, ou 73,4%, não tinham nenhum valor a receber. A instituição explica que a conta inclui o total de consultas. Se uma mesma pessoa entrar duas vezes no serviço, contam as duas entradas.

Estão disponíveis cerca de R$ 6 bilhões de valores a receber a 38 milhões de CPFs e 2 milhões de CNPJs. O serviço vai permitir também a empresas e pessoas físicas a consulta de valores de pessoa falecida.

Valores disponíveis
Segundo o Banco Central, do total de 40 milhões de brasileiros com direito de resgatar algum dinheiro, 29,3 milhões vão receber até R$ 10, e 643 mil têm valores acima de R$ 1.000.

• Entre R$ 0 e R$ 10 – 29,2 milhões

• Entre R$ 10,01 e R$ 100 – 12,1 milhões

• Entre R$ 100,01 e R$ 1.000 – 4,6 milhões

• Acima de R$ 1.000 – 643 mil

Como consultar
Para fazer a consulta, basta entrar no site valoresareceber.bcb.gov.br e informar o CPF ou CNPJ. Caso tenha valores em alguma conta, a partir do dia 7 de março, às 10h, a pessoa deverá retornar ao site para fazer a solicitação da devolução.

Na primeira fase, de março a abril de 2022, foram disponibilizados R$ 3,9 bilhões, mas apenas 8% (R$ 321 milhões) foram solicitados pela plataforma do BC, sendo R$ 306 milhões por pessoas físicas e R$ 15 milhões por empresas. No total, foram 3,6 milhões de pessoas físicas e 19 mil pessoas jurídicas.

O serviço verifica contas-correntes ou poupanças encerradas com saldo disponível; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas.

Veja passo a passo

• Acesse a página valoresareceber.bcb.gov.br/ e informe:

Para valores de pessoas físicas: CPF e data de nascimento
Para valores de pessoas jurídicas: CNPJ e data de abertura da empresa

• Se tiver valores, você poderá clicar no botão “Acessar o SVR” para obter mais informações e verificar como solicitar os recursos.

Como consultar valores de pessoa falecida

• Acesse a página valoresareceber.bcb.gov.br e informe CPF e data de nascimento da pessoa falecida.

• Após verificar se a pessoa falecida tem valores, selecione “Acessar o SVR”.

• Você precisará entrar no sistema com a sua conta gov.br, nível prata ou ouro.

Como acessar o sistema

• Após fazer a consulta e verificar que há valores a receber, você clicará no botão “Acessar o SVR”. Se não tiver fila de espera, você será transferido para a página de login da conta gov.br.

• Para acessar seus valores (pessoa física) ou de pessoas falecidas, sua conta gov.br precisa ser de nível prata ou ouro.

• Para acessar valores de pessoa jurídica, sua conta gov.br precisa ter o CNPJ a ela vinculado (qualquer tipo de vínculo, exceto colaborador).

• Você terá 30 minutos dentro do sistema. Esse tempo é suficiente para fazer tudo o que precisa, mas fique atento ao reloginho no canto superior da tela.

Fila para acessar o sistema

• Se tiver muita gente no sistema ao mesmo tempo, você terá que aguardar em uma fila (sala de espera) virtual. O sistema vai informar o número de usuários na sua frente e a estimativa de tempo de espera.

• Enquanto aguarda, você poderá fazer outras coisas. Só não feche a página da fila.

• Depois, o sistema vai informar quando chegar sua vez, e você terá até cinco minutos para fazer login com sua conta gov.br.

Se houver impossibilidade de entrar na fila

• Caso o número de pessoas que já estão na fila atingir a capacidade máxima, o sistema não permitirá novas entradas. Por isso, é recomendado que o usuário volte em outro horário.

Como solicitar valores de pessoas físicas e jurídicas

• Já no sistema, clique no botão “Meus valores a receber” e aceite o Termo de Ciência. Depois disso, você poderá ver os seguintes dados:

Montante do valor a receber;
Nome e dados de contato da instituição que deve devolver o valor;
Origem (tipo) do valor a receber; e
Mais informações sobre o valor a receber, quando for o caso.

• Em seguida, siga as orientações indicadas:

a) Se o sistema oferecer a opção “Solicitar” por aqui:
Selecione uma de suas chaves Pix (campo obrigatório) e informe seus dados pessoais; e guarde o número de protocolo, para entrar em contato com a instituição, se necessário.

• Nesse caso, você receberá o valor em até 12 dias úteis;
mesmo que você tenha indicado a chave Pix, a instituição pode devolver por TED ou DOC para a conta da chave Pix selecionada;

• A instituição pode entrar em contato pelo telefone ou pelo email indicado por você para confirmar sua identidade ou tirar dúvidas sobre a forma de devolução. Esse é um procedimento para sua segurança e da instituição. Mas não forneça senhas a ninguém.

b) Se o sistema oferecer a opção Solicitar por aqui, mas não apresentar chave Pix disponível para seleção:
Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis; ou, se preferir, crie uma chave Pix e volte ao sistema para solicitar o valor.

c) Se o sistema não oferecer a opção Solicitar por aqui:
Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis.

Cuidado com golpes
O Banco Central pede para tomar cuidado com golpes. Ao solicitar o saque, a instituição responsável poderá entrar em contato pelo telefone ou pelo email indicados para confirmar a identidade ou tirar dúvidas sobre a forma de devolução. “Somente a instituição solicitada poderá contatar para tratar apenas do valor informado no sistema, e ela nunca vai pedir senha”, alerta o BC. “Desconfie de outras ligações ou emails.”

• O único site onde você pode consultar e saber como solicitar a devolução dos seus valores, da sua empresa ou de pessoas falecidas é o https://valoresareceber.bcb.gov.br;

• Todos os serviços do Sistema Valores a Receber são totalmente gratuitos. Não faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores;

• O Banco Central não envia links nem entra em contato com você para falar sobre valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais;

• Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode contatar você, e ela nunca vai pedir sua senha;

• Não clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

BC abre consulta para saque de dinheiro esquecido; veja se você tem valor a receber

por Redação 28 de fevereiro de 2023

O BC (Banco Central) liberou nesta terça-feira, às 10h, a consulta para saber se há dinheiro esquecido a receber em bancos e instituições. O resgate poderá ser feito a partir de 7 de março, quando o SVR (Sistema de Valores a Receber) será reaberto.

O serviço vai permitir também a empresas e pessoas físicas a consulta de valores de pessoa falecida. Atualmente, no SVR estão disponíveis cerca de R$ 6 bilhões de valores a receber a 38 milhões de CPFs e 2 milhões de CNPJs

Para fazer a consulta, basta entrar no site valoresareceber.bcb.gov.br e informar o CPF ou CNPJ. Caso tenha valores em alguma conta, a partir do dia 7 de março, às 10h, a pessoa deverá retornar ao site para fazer a solicitação da devolução.

Na primeira fase, de março a abril de 2022, foram disponibilizados R$ 3,9 bilhões, mas apenas 8% (R$ 321 milhões) foram solicitados pela plataforma do BC, sendo R$ 306 milhões por pessoas físicas e R$ 15 milhões por empresas. No total, foram 3,6 milhões de pessoas físicas e 19 mil pessoas jurídica.

O serviço verifica contas-correntes ou poupanças encerradas com saldo disponível; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas.

O Banco Central pede para tomar cuidado com golpes. Ao solicitar o saque, a instituição responsável poderá entrar em contato pelo telefone ou pelo email indicados para confirmar a identidade ou tirar dúvidas sobre a forma de devolução. “Somente a instituição solicitada poderá contatar para tratar apenas do valor informado no sistema, e ela nunca vai pedir senha”, alerta o BC. “Desconfie de outras ligações ou emails.”

Como consultar
• Acesse a página valoresareceber.bcb.gov.br/ e informe:

Para valores de pessoas físicas: CPF e data de nascimento
Para valores de pessoas jurídicas: CNPJ e data de abertura da empresa

• Se tiver valores, você poderá clicar no botão “Acessar o SVR” para obter mais informações e verificar como solicitar os recursos.

Como consultar valores de pessoa falecida
• Acesse a página valoresareceber.bcb.gov.br e informe CPF e data de nascimento da pessoa falecida.

• Após verificar se a pessoa falecida tem valores, selecione “Acessar o SVR”.

• Você precisará entrar no sistema com a sua conta gov.br, nível prata ou ouro.

Como acessar o sistema
• Após fazer a consulta e verificar que há valores a receber, você clicará no botão “Acessar o SVR”. Se não tiver fila de espera, você será transferido para a página de login da conta gov.br.

• Para acessar seus valores (pessoa física) ou de pessoas falecidas, sua conta gov.br precisa ser de nível prata ou ouro.

• Para acessar valores de pessoa jurídica, sua conta gov.br precisa ter o CNPJ a ela vinculado (qualquer tipo de vínculo, exceto colaborador).

• Você terá 30 minutos dentro do sistema. Esse tempo é suficiente para fazer tudo o que precisa, mas fique atento ao reloginho no canto superior da tela.

Fila para acessar o sistema
• Se tiver muita gente no sistema ao mesmo tempo, você terá que aguardar em uma fila (sala de espera) virtual. O sistema vai informar o número de usuários na sua frente e a estimativa de tempo de espera.

• Enquanto aguarda, você poderá fazer outras coisas. Só não feche a página da fila.

• Depois, o sistema vai informar quando chegar sua vez, e você terá até cinco minutos para fazer login com sua conta gov.br.

Se houver impossibilidade de entrar na fila
• Caso o número de pessoas que já estão na fila atingir a capacidade máxima, o sistema não permitirá novas entradas. Por isso, é recomendado que o usuário volte em outro horário.

Como solicitar valores de pessoas físicas e jurídicas
• Já no sistema, clique no botão “Meus valores a receber” e aceite o Termo de Ciência. Depois disso, você poderá ver os seguintes dados:

Montante do valor a receber;
Nome e dados de contato da instituição que deve devolver o valor;
Origem (tipo) do valor a receber; e
Mais informações sobre o valor a receber, quando for o caso.

• Em seguida, siga as orientações indicadas:

a) Se o sistema oferecer a opção “Solicitar” por aqui:
Selecione uma de suas chaves Pix (campo obrigatório) e informe seus dados pessoais; e guarde o número de protocolo, para entrar em contato com a instituição, se necessário.

• Nesse caso, você receberá o valor em até 12 dias úteis;
mesmo que você tenha indicado a chave Pix, a instituição pode devolver por TED ou DOC para a conta da chave Pix selecionada;

• A instituição pode entrar em contato pelo telefone ou pelo email indicado por você para confirmar sua identidade ou tirar dúvidas sobre a forma de devolução. Esse é um procedimento para sua segurança e da instituição. Mas não forneça senhas a ninguém.

b) Se o sistema oferecer a opção Solicitar por aqui, mas não apresentar chave Pix disponível para seleção:
Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis; ou, se preferir, crie uma chave Pix e volte ao sistema para solicitar o valor.

c) Se o sistema não oferecer a opção Solicitar por aqui:
Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis.

Cuidado com golpes
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• O único site onde você pode consultar e saber como solicitar a devolução dos seus valores, da sua empresa ou de pessoas falecidas é o https://valoresareceber.bcb.gov.br;

• Todos os serviços do Sistema Valores a Receber são totalmente gratuitos. Não faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores;

• O Banco Central não envia links nem entra em contato com você para falar sobre valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais;

• Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode contatar você, e ela nunca vai pedir sua senha;

• Não clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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