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DOENÇAS

Brasil

Água tratada perdida antes de chegar às casas poderia abastecer 54 milhões de brasileiros

por Redação 5 de junho de 2024

O ITB (Instituto Trata Brasil) mostrou que o Brasil poderia abastecer 54 milhões de brasileiros com a quantidade de água tratada perdida em 2022, que foi estimada em cerca de 7,0 bilhões de metros cúbicos. Segundo o estudo, o volume total equivale a quase 7.639 piscinas olímpicas ou sete vezes o volume do Sistema Cantareira, maior conjunto de reservatórios do estado de São Paulo. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (5).

“Além disso, com esse mesmo volume, seria possível abastecer os 17,9 milhões de brasileiros que vivem em favelas por mais de três anos. Ao meio ambiente, a redução dessas perdas implicaria a disponibilidade de mais recurso hídrico para a população sem a necessidade de captação em novos mananciais”, destaca o instituto.

A entidade destacou que “a situação torna-se ainda mais preocupante quando analisado o elevado índice de perdas na distribuição, em que 37,78% da água é perdida antes de chegar às residências brasileiras”.

A organização define como “água perdida” o volume que se perde no processo de abastecimento, em vazamentos, erros de medição e consumo não autorizado. Segundo uma portaria do Ministério do Desenvolvimento Regional, o índice de perdas deve ser de, no máximo, 25%.

O índice de água perdida medido pelo ITB foi o menor desde 2018, porém, permanece “significativamente superior à meta de 25%” estabelecida pelo governo, diz o ITB.

Veja as médias nacionais de 2018 a 2022

2018 – 38,45%
2019 – 39,24%
2020 – 40,14%
2021 – 40,25%
2022 – 37,78%
Regiões
O estudo conclui que as regiões Norte e Nordeste são as mais carentes e devem enfrentar os maiores desafios para reduzir seus índices de perdas. Além disso, os estados destes locais são os que possuem os piores indicadores de atendimento de água, de coleta e de tratamento de esgotos.

Veja dados de perdas na distribuição de água por regiões (ano base: 2022)

Brasil – 37,78%
Centro-Oeste – 35,08%
Norte – 46,94%
Nordeste – 46,67%
Sul – 36,65%
Sudeste – 33,90%
“Ao longo do período analisado, é notável que não houve nenhuma evolução significativa nos indicadores de perdas sob a perspectiva macrorregional. Pelo contrário, a tendência é de estagnação, com poucas exceções”, concluiu o estudo.

Os estados com os menores índices de perda na distribuição são Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso e o Distrito Federal. Na outra ponta, com os maiores desperdícios, estão o Amapá, Acre, Rondônia e Roraima.

Veja os ranking dos menores e maiores índices de perdas no país (ano base: 2022)

Menores

Goiás – 28,34%
Rio de Janeiro – 28,34%
Mato Grosso – 33,21%
Distrito Federal – 33,81%
Maiores

Amapá – 71,14%
Acre – 66,61%
Rondônia – 59,81%
Roraima – 59,36%
No índice de perdas na distribuição, apenas duas das 27 capitais apresentaram valores inferiores à meta de 25%, Goiânia (GO), com 17,27%, e Campo Grande (MS), com 19,8%. O indicador médio do grupo foi de 43,17%.

Ganhos econômicos com a redução de perdas
Para calcular os ganhos econômicos ao país pela redução de perdas, o estudo se baseou em três cenários: otimista, realista e pessimista. Cada um deles responde à média nacional do nível de perdas a ser alcançada em 2034: 15% (cenário otimista), 25% (cenário realista) e 35% (cenário pessimista).

No cenário realista, o instituto constatou que existe um potencial de ganhos brutos com a redução de perdas de água de R$ 40,9 bilhões até 2034. Caso sejam considerados os investimentos necessários para a redução de perdas, o benefício líquido gerado pela redução de perdas é da ordem de R$ 20,4 bilhões em 11 anos.

Na análise otimista, os ganhos brutos foram calculados em quase R$ 72,9 milhões e os líquidos, em R$ 36,4 milhões. No cenário pessimista, o ganho bruto seria de cerca de R$ 8,9 milhões e o líquido, de R$ 4,4 milhões.

Fonte: r7

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Saúde

Das dez doenças que mais afastam do trabalho, seis são ligadas à coluna e aos ombros

por Redação 23 de janeiro de 2024

No ano passado, o Ministério da Previdência Social concedeu 2.573.147 benefícios por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) com duração maior que 15 dias. Entre as dez doenças que mais afastam do trabalho, seis são ligadas a problemas de coluna e ombros. De acordo com a médica da família Lorena Bessa, na maioria das vezes, os trabalhadores exercem funções com elevação de peso ou sobrecarga.

“Muitos trabalhadores não têm orientação e tempo para realizar atividade física e fortalecer a musculatura. Movimentos repetitivos e levantamento de peso sem orientação, principalmente porque a função exige, causam problemas relacionados a coluna e ombros”, explica.

Confira a lista:
1º lugar: Transtornos de discos lombares e de outros discos intervertebrais com radiculopatia – 51.453 afastamentos
2º lugar: Dor lombar baixa (lombalgia) – 46.964 afastamentos
3º lugar: Mioma uterino – 41.888 afastamentos
4º lugar: Fratura do punho – 39.666 afastamentos
5º lugar: Outros transtornos de discos intervertebrais – 37.840 afastamentos
6º lugar: Síndrome do manguito rotador (ombro do nadador) – 35.267 afastamentos
7º lugar: Colelitiase (cálculo ou pedra na vesícula) – 30.876 afastamentos
8º lugar: Hérnia Inguinal – 29.749 afastamentos
9º lugar: Transtorno misto ansioso e depressivo – 28.514 afastamentos
10º lugar: Lesões do Ombro – 28.320 afastamentos

Entre as causas de afastamento, a única ginecológica tem relação com o mioma uterino. Em 2023, 41.888 mulheres receberam o auxílio por incapacidade temporária. Entretanto, a especialista explica que a doença não é relacionada a funções profissionais.

“O mioma é uma lesão no útero que aparece principalmente em mulheres na menopausa e causa aumento do sangramento. Então a mulher fica menstruada por semanas e isso causa muito constrangimento, principalmente para as que trabalham com público e não podem ir sempre ao banheiro. Além disso, muitas desenvolvem anemia, o que causa fraqueza”, explica a médica Lorena Bessa.

Com relação ao cálculo ou pedra na vesícula, a médica explica que a doença tem relação com a má alimentação. “A maioria dos trabalhadores brasileiros ficam longos períodos sem comer e quando se alimenta, opta por ultraprocessados, que geram alto índice de gordura corporal e com isso, os fatores de risco aumentam. Alguns pacientes até retiram a vesícula”.

No ranking do Ministério da Previdência Social é listada apenas uma doença psicológica: o transtorno misto ansioso e depressivo, responsável por afastar 28.514 trabalhadores de suas funções em 2023. Bessa pontua que muitos pacientes a quem ela atende na rede pública de saúde reclamam da grande carga horária de trabalho e de salários baixos.

“Muitos não têm tempo de comer bem, não têm tempo de fazer nenhum tipo de exercício, precisam cuidar dos familiares, não têm lazer. E isso gera ansiedade e depressão. Além disso, muitos ambientes de trabalho são estressantes, aumentando o número de afastamentos”.

Como evitar lesões na coluna
De acordo com o Ministério da Saúde, carregar peso excessivamente, não praticar exercícios físicos, posições inadequadas e má postura ao deitar são algumas ações prejudiciais à saúde da coluna. Confira algumas dicas.

  • A melhor maneira de se deitar de lado é com um travesseiro entre a cabeça e o ombro e outro entre as pernas;
  • Evite dormir de bruços, isso força a coluna e dificulta a respiração;
  • Ao recolher um objeto pesado do chão, abaixe com as pernas flexionadas;
  • Ao trabalhar em frente a uma mesa ou digitando no computador, mantenha as costas retas, encostadas ao encosto da cadeira e as pernas debaixo da mesa, evitando cruzá-las;
  • Ao dirigir por horas seguidas, é importante manter as costas retas, perfeitamente apoiadas no encosto;
  • Não carregue mochilas ou sacolas com o peso de um só lado. A mochila deverá ser apoiada nos dois ombros e as sacolas divididas nas duas mãos.
  • Ao usar o celular, mantenha a tela na altura dos olhos, mantendo a cabeça bem centrada, alinhando os ouvidos com os ombros, e a cada 20 ou 30 minutos realize alongamentos e mude de posição;
  • Ao acordar, levante com calma. Sem levantar a cabeça, fique deitado de lado, dobre as pernas e impulsione o corpo com a mão.

Fonte: r7

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Saúde

Saiba quais são as primeiras doenças que poderão ser tratadas com canabidiol pelo SUS em SP

por Redação 21 de junho de 2023

O Governo de São Paulo definiu as primeiras doenças que poderão ser tratadas com canabidiol pelo SUS. Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que pacientes com síndrome de Dravet, síndrome de Lennox-Gastaut e esclerose tuberosa estão elegíveis ao tratamento com esse tipo de medicamento.

A síndrome de Dravet, também conhecida como epilepsia mioclônica grave da infância, se desenvolve durante a primeira infância e provoca convulsões.

A síndrome de Lennox-Gastaut é uma forma grave de epilepsia que causa vários tipos de convulsões. Ela se manifesta antes dos 4 anos de idade e pode persistir na idade adulta.

Já a esclerose tuberosa é uma doença genética e degenerativa, causadora de tumores benignos, que pode afetar diversos órgãos, especialmente cérebro, coração, olhos, rins, pele e pulmões. Os pacientes podem ter também lesões dermatológicas e retinianas.

De acordo com o governo paulista, essas doenças foram selecionadas devido ao “conjunto de evidências clínicas” que justificam o uso de canabidiol no tratamento.

“Os grupos de estudo seguem avaliando a possibilidade de ampliação da disponibilização da medicação para outras patologias mais complexas com base em análises, discussões e evidências clínicas. A previsão é de que, até o fim de junho, o comitê defina os critérios para que o paciente que tem o diagnóstico e que preenche os requisitos necessários possa solicitar o medicamento assim que houver disponibilidade. Na sequência, a pasta iniciará o processo licitatório para aquisição dos medicamentos e, provavelmente, dentro de três meses, a medicação estará disponível na rede SUS”, afirma a secretaria.

O projeto de lei que prevê o fornecimento gratuito de medicamentos à base de canabidiol pelo SUS foi aprovado na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) em dezembro do ano passado e sancionado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em janeiro.

O texto determina que os medicamentos canabinoides devem ter registro prévio na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e no país de origem, além de efeito benéfico cientificamente comprovado, e só serão distribuídos mediante laudo médico e prescrição com justificativa para o tratamento.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

OMS diz que adoçantes não ajudam a emagrecer e podem aumentar mortalidade

por Redação 15 de maio de 2023

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou nesta segunda-feira (15) que os adoçantes não são eficazes para o controle de peso em longo prazo e podem ter efeitos indesejados se usados por muito tempo, como o aumento do risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e mortalidade em adultos.

Portanto, a entidade desaconselhou seu uso e disse que, em geral, as pessoas devem cortar os doces da dieta, e devem fazê-lo desde cedo para melhorar a saúde.

Entre os produtos específicos que não são recomendados estão acessulfame-K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, bem como estévia e seus derivados.

“As pessoas precisam considerar outras maneiras de reduzir a ingestão de açúcares livres, como consumir alimentos que naturalmente contêm açúcares, como frutas, ou alimentos e bebidas que não sejam doces”, disse o diretor de nutrição e segurança alimentar da OMS, Francesco Branca.

Essa recomendação se aplica a todas as pessoas, exceto àquelas com diabetes preexistente.

A OMS também afirmou que essa nova recomendação inclui adoçantes sintéticos, naturais ou modificados “que não são classificados como açúcares encontrados em bebidas e alimentos industrializados” ou que são vendidos separadamente para serem adicionados pelo consumidor.

A organização esclareceu que sua posição sobre os adoçantes não se aplica a produtos de higiene ou cuidados pessoais que possam contê-los, como pasta de dente, cremes para a pele ou medicamentos.

Também não se aplica a açúcares de baixa caloria ou álcoois de açúcar, pois são derivados do açúcar e contêm calorias e, portanto, não são considerados adoçantes.

Esse conjunto de recomendações se baseia nas conclusões da revisão de evidências científicas e faz parte dos esforços da OMS para garantir que os países adotem políticas que favoreçam hábitos alimentares saudáveis e dietas de qualidade, que reduzam o risco de sofrer de doenças crônicas.

Fonte: r7

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