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DROGAS

Segurança

“Estoque de drogas gourmet”, revela delegado sobre delivery de drogas que envolvia DJ

por Redação 1 de fevereiro de 2024

O Balanço Geral trouxe mais detalhes sobre os criminosos suspeitos de se passarem por entregadores de delivery para distribuir drogas que foram presos pelos policiais do Denarc (Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico), em Minas Gerais.

Um dos dois homens apreendidos teria até um cardápio de drogas, que era enviado por um aplicativo de mensagens.

Quando o cliente escolhia seu produto, o traficante colocava os entorpecentes em embalagens de sanduíches para disfarçar o que realmente continha nas mochilas para entrega. Além disso, as entregas eram realizadas sempre pela madrugada.

Segundo as investigações da polícia, o suspeito de tráfico de drogas vendia produtos de um padrão alto. “São usadas por pessoas com um poder aquisitivo maior, por conta das suas especificidades”, disse o delegado Rodolfo Machado.

O homem contou ainda que o criminoso vendia somente para clientes indicados. “Depois de adquirir um alto grau de confiança, indicava para outros clientes. Então, a rede de contatos dele é um pouco mais controlada”, relatou.

A polícia também descobriu que o homem era um DJ, e nos shows que fazia, aumentava sua rede de clientes. “Ele tem o estoque de drogas ‘gourmet’, coloca no cardápio e fideliza os compradores”, disse Rodolfo.

O outro detido, também fazia entregas de entorpecentes, mas utilizava aplicativos de comidas e bebidas para levar as drogas. Entre um pedido e outro o criminoso levava os produtos ilícitos.

Fonte: r7

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Transporte

Governo estende prazo para motorista fazer exame toxicológico

por Redação 26 de janeiro de 2024

Motoristas com as CNH (Carteira Nacional de Habilitação) das categorias C,D e E (saiba mais sobre as categorias abaixo) tiveram o prazo ampliado para fazer o exame toxicológico obrigatório. Segundo a deliberação publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (26), os condutores devem atualizar as análises até o dia 31 de março, para documentos com validade entre janeiro e junho, e 30 de abril, para as habilitações que vencem entre julho a dezembro.

A realização dos exames está prevista no Código Brasileiro de Trânsito. O objetivo é “aferir o consumo de substâncias psicoativas que, comprovadamente, comprometam a capacidade de direção e deverá ter janela de detecção mínima de 90 dias, nos termos das normas do Contran [Conselho Nacional de Trânsito]”, explica a legislação.

Veja quem deve realizar o processo:

  • Motorista da categoria C – autorizados a dirigir veículos de carga acima de 3,5 toneladas;
  • Motorista da categoria D – permite a condução de veículos automotores e elétricos, destinados ao transporte coletivo de passageiros;
  • Motorista da categoria E – É autorizado a conduzir carros de passeio, além dos veículos previstos nas categorias C e D.

O prazo inicial terminou em 28 de dezembro de 2023. Esses motoristas devem realizar a análise a cada dois anos e seis meses, ou no momento da renovação da habilitação. Neste caso, a tolerância é de 30 dias.

Confira os prazos

  • Condutores com validade da CNH entre janeiro e junho: até 31 de março de 2024
  • Condutores com validade da CNH entre julho e dezembro: até 30 de abril de 2024

Quem não estiver com o exame atualizado pode ser multado em R$ 1.467,35. A infração é “gravíssima” e ocasiona a perda de 7 pontos na carteira.

Fonte: r7

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Segurança

Armas, drogas e aviões: R7 detalha a planilha de gastos do PCC nos últimos anos

por Redação 11 de dezembro de 2023

Uma investigação do MPSP (Ministério Público de São Paulo) sobre uma família suspeita de lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital) levou à descoberta de planilhas que mostram que a facção movimentou cerca de R$ 500 milhões entre abril de 2018 e julho de 2019.

Entre os gastos da organização criminosa estão a aquisição de aviões, a compra e o transporte de drogas e armas, além do pagamento em dólar de suborno a agentes de segurança.

Os arquivos foram encontrados em um pendrive na casa de Odair Lopes Mazzi Júnior, conhecido como Vini, Vinícius, Dezinho ou Argentina. O suspeito está preso desde julho, quando foi detido em um resort de luxo em Pernambuco.

O R7 teve acesso às planilhas apreendidas pelo MPSP, que mostram que dezenas de carregamentos de cocaína foram entregues na “mão do Vini”. As drogas teriam sido distribuídas em pontos de venda na cidade de São Paulo e na Baixada Santista.

“Vini consta como recebedor da maioria das cargas de entorpecentes que chegam à capital e à Baixada Santista, o que demonstra que ele é peça fundamental no tráfico de drogas do PCC, atividade mais lucrativa para a facção, que financia suas mais diversas práticas criminosas”, aponta o documento do MPSP.

Nos arquivos encontrados na casa de Odair são contabilizadas, inclusive, as drogas apreendidas pela Polícia Civil. A planilha mostra que em 1º de junho de 2019 houve a perda de 200 “pipocas”, nome utilizado pelo PCC para cocaína. A apreensão, à época, foi feita pelo Denarc (Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes).

Os arquivos também revelam que a quadrilha compra parte da pasta base de cocaína do Peru, que tem como destinatário justamente Dezinho. Os gastos internacionais são registrados em dólar.

As planilhas da organização
Entre os arquivos encontrados no pendrive apreendido pelo MPSP na casa de Odair, estava uma planilha nomeada como “fechamentos semanais”. No documento, os promotores públicos encontraram as movimentações financeiras da alta cúpula do PCC em detalhes.

Além dos pagamentos de fornecedores internacionais, a planilha mostra um gasto de US$ 280 mil em “asa”, entendido pelo MPSP como a compra de uma aeronave por parte da quadrilha. Em outra semana, mais um gasto chamado “compra de asa” foi lançado na planilha com o valor de US$ 270 mil.

O documento também mostra os gastos do PCC em dólares e em reais, levando em consideração a taxa de câmbio da época de cada lançamento.

O arquivo descreve ainda uma compra de US$ 104 mil com “risco do fornecedor”. Ou seja, caso o material fosse apreendido (não foi detalhado se era arma ou droga) pelas autoridades, o PCC não arcaria com o prejuízo.

A planilha revela, na sequência, a compra de 58 pistolas em apenas uma semana. O MPSP estima que, entre as semanas 36 e 47 dos documentos, o PCC tenha gasto US$ 313.400 em armas — mais de R$ 1,5 milhão, na cotação atual.

O suborno de agentes de segurança é discriminado no arquivo com o pagamento de US$ 35 mil em 5 de abril em 2019.

No total, o PCC contabilizou, em 47 semanas, a entrada de US$ 92.334.396 em seus cofres — mais de R$ 453 milhões.

Denúncia por lavagem de dinheiro

Os arquivos encontrados no computador de Odair, segundo o MPSP, demonstram que o suspeito possui cargo de confiança dentro da estrutura da quadrilha. Além disso, as investigações da promotoria levaram à denúncia da ex-mulher do criminoso, Carolina Mazzi, e de dois de seus irmãos: Diego Mazzi e Natasha Mazzi.

Segundo a denúncia, Carolina e Natasha utilizam uma famosa empresa de procedimentos estéticos paulista para lavar o dinheiro do tráfico de drogas. Interceptações telefônicas também identificaram que Diego, que trabalha no mercado financeiro, dava dicas ao grupo para não ser pego pelas autoridades.

Odair, Carolina, Diego e Natasha foram denunciados pelo MPSP por lavagem de dinheiro e organização criminosa. No fim de setembro, o TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) aceitou a denúncia por lavagem de dinheiro, tornando os citados acima réus.

À Record as defesas de Odair e Natasha afirmaram, em outubro, que os clientes são inocentes das acusações por parte do MPSP. Os advogados de Carolina, por sua vez, informaram que não tiveram acesso ao material completo da ação. Já a defesa de Diego não retornou os contatos da reportagem.

Fonte: r7

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Segurança

Homem é preso por suspeita de traficar ‘crack premium’

por Redação 31 de outubro de 2023

Um homem foi preso, na noite desta segunda-feira (30), por suspeita de traficar drogas, incluindo o chamado “crack premium”, na região da Brasilândia, na zona norte de São Paulo.

De acordo com a Polícia Militar, a pedra do “ckack premium” tem uma consistência mais firme que a do crakc comum, não se esfarela, tem efeito mais duradouro e apresenta valor de mercado mais elevado.

Segundo informações do repórter Thiago Gardinali, da Record TV, o suspeito é conhecido como Teco-Teco e foi localizado em uma viela durante um patrulhamento de rotina.

Teco-Teco tem passagens anteriores pela polícia e negou ser traficante, afirmando que as drogas eram para consumo próprio.

O caso foi registrado no 72º Distrito Policial.

Fonte: r7

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Brasil

Governo estabelece novas regras para fiscalizar instituições para pessoas com dependência química

por Redação 23 de outubro de 2023

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome publicou uma portaria que estabelece as diretrizes que devem ser adotadas na fiscalização dos serviços prestados por entidades de acolhimento de pessoas com dependência em drogas ou álcool. O monitoramento será feito por órgãos integrantes do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad). Com exclusividade, o Jornal da Record mostrou que 50 pessoas morreram de overdose de drogas no país apenas no primeiro semestre de 2023.

O texto estabelece um roteiro de fiscalização para orientar os servidores durante as visitas, que podem ser presenciais ou feitas de forma remota. Além disso, a portaria determina que os órgãos fiscalizadores podem aprimorar o processo de monitoramento, inclusive com a contratação de terceiros ou por meio de parceria.

Os pontos que devem ser analisados são:

  • dados cadastrais;
  • características;
  • documentação;
  • recursos humanos;
  • plano de atendimento singular;
  • mecanismo de encaminhamento à rede;
  • processo de acolhimento;
  • gestão de infraestrutura; e
  • satisfação do público.

Os resultados serão encaminhados à entidade fiscalizada em até 30 dias. A partir desse ponto, as instituições terão dez dias úteis para apresentar justificativas e documentos. Em caso de irregularidades graves, o prazo pode ser diminuído para cinco dias.

Os monitoramentos devem ser realizados, preferencialmente, por dois fiscais ou mais e ocorrer sem aviso prévio. As ações devem acontecer, no mínimo, uma vez a cada 12 meses.

O não cumprimento dos requisitos pode resultar em sanções já previstas em lei. Instituições com denúncias ou indícios de irregularidades vão ser priorizadas. Além disso, os órgãos fiscalizadores devem elaborar um plano anual de monitoramento.

Fonte: r7

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Segurança

PM é preso com drogas durante megaoperação no Rio

por Redação 10 de outubro de 2023

Um policial militar foi preso em flagrante com cerca de 100 kg drogas na avenida Brasil, durante a megaoperação em três comunidades do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (9).

De acordo com informações da Record TV, Yuri Ribeiro, que trabalha no Batalhão de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, estava junto de um comparsa no momento da prisão.

A Polícia Militar confirmou, por meio de nota, que o agente foi detido pela DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes), na Penha. A Corregedoria foi acionada.

Hoje, centenas de agentes das forças de segurança atuaram nos complexos da Penha e da Maré, além da comunidade Cidade de Deus, numa ação contra a maior facção criminosa do estado.

A organização criminosa é investigada por envolvimento no assassinato de três médicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na semana passada.

O ataque a tiros teria ocorrido por engano após um traficante confundir uma das vítimas com um miliciano que morava perto do local do crime.

Os supostos responsáveis pelo atentado foram encontrados mortos no mesmo dia. A ordem de executá-los teria partido do tribunal do crime após uma possível videoconferência de lideranças do tráfico na Vila Cruzeiro com detentos de Bangu 3.

Helicópteros atacados

Logo no início da operação, helicópteros das polícias Civil e Militar foram atacados a tiros por criminosos armados na Maré. Uma das aeronaves foi obrigada a fazer um pouso forçado. Ninguém se feriu.

58 celulares apreendidos em cadeia

Paralelamente à ação nas comunidades, o governo do estado também fez uma varredura que terminou com a apreensão de 58 celulares nos presídios de Bangu 3 e 4, no Complexo de Gericinó. O objetivo era evitar a troca de informações entre detentos e chefes do tráfico.

Fonte: r7

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Segurança

Marinha e PF realizam maior apreensão de cocaína em mar brasileiro

por Redação 20 de setembro de 2023

A Marinha do Brasil e a PF (Polícia Federal) realizaram, nesta terça-feira (19), a apreensão de 3,6 toneladas de cocaína na costa de Pernambuco. A ação faz parte da Operação Ágata Nordeste, de combate aos crimes transfronteiriços e ambientais.

Segundo a Marinha, esta é a maior apreensão de cocaína registrada em mar brasileiro. A droga era transportada em uma embarcação denominada Palmares 1 e tinha como destino o continente africano. No momento da abordagem, agentes federais encontraram cinco tripulantes.

A apreensão ocorreu a 18 milhas náuticas do Recife, o que equivale a aproximadamente 33 quilômetros. Após a abordagem, o Palmares 1 foi rebocado pelo navio-patrulha da PF até o porto da capital.

Balanço

De 2020 até o momento, a Marinha já apreendeu mais de 17 toneladas de cocaína, 4,3 toneladas de haxixe, 695 toneladas de cigarro, 113,34 toneladas de pescado, 14 toneladas de maconha e 3.146 m³ de madeira.

As ações foram realizadas em conjunto com outros órgãos federais, como a Receita Federal, o Ibama, o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), além da PF.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia apreende mais de 1 tonelada de cocaína avaliada em R$ 30 milhões em Guarulhos

por Redação 30 de agosto de 2023

Policiais do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico) apreenderam mais de 1 tonelada de cocaína pura na noite desta terça-feira (29), em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Investigadores faziam diligências pelo bairro Cidade Parque São Luiz quando localizaram um galpão. Nas buscas dentro do imóvel foram encontradas 1.110 peças de cocaína, que ultrapassou os 1,2 tonelada quilos da droga.

No galpão os policiais apreenderam também um caminhão, provavelmente utilizado para o transporte do entorpecente, uma esteira e outros dois veículos.

Quatro homens que estavam no local foram presos em flagrante. O caso foi registrado na sede da 4ª Dise (Delegacia de Polícia da Divisão de Investigações sobre Entorpecentes), do Denarc.

A droga é avaliada em mais de R$ 30 milhões no Brasil. Se fosse enviada para o exterior, poderia passar dos R$ 100 milhões.

Segunda grande apreensão na semana
A apreensão realizada nesta terça pelo Denarc foi a segunda desta semana em São Paulo. Na segunda-feira (28), investigadores apreenderam 450 tijolos de cocaína no Bom Retiro, na região central da capital.

A droga, que totalizou quase meia tonelada, estava com um homem de 35 anos. O entorpecente seria distribuído na região da Cracolândia.

O homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Além da droga, também foram apreendidos três aparelhos celulares. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial do Bom Retiro.

Fonte: r7

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Segurança

STF pode julgar nesta quarta-feira se é crime o porte de drogas para uso pessoal

por Redação 23 de agosto de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode retomar nesta quarta-feira (23) a análise de uma ação que questiona a criminalização do porte de drogas para uso pessoal. O assunto é discutido na Corte desde 2015 e chegou a ser levado a julgamento outras vezes, mas a discussão não foi concluída. Apesar de o caso estar na pauta desta quarta, o julgamento sobre a criação do juiz de garantias terá de ser concluído antes.

Até o momento, há quatro votos pela descriminalização, mas ainda sem definição se ela abrangeria apenas a maconha ou incluiria outras drogas ilícitas.

O caso tem repercussão geral. Dessa forma, o entendimento que for tomado no fim do julgamento vai valer para todos os processos que tratem do mesmo assunto, inclusive por instâncias inferiores ao STF.

ho, mas foi adiado. Atualmente, embora seja crime, o porte de drogas para consumo pessoal não leva à prisão, e as punições normalmente são advertência, prestação de serviços à comunidade e aplicação de medidas socioeducativas.

A condenação não fica registrada nos antecedentes criminais. Já a pena para o tráfico de drogas varia de 5 a 20 anos de prisão. Os ministros não vão tratar da venda de drogas, que vai seguir como ilegal.

O debate no STF ocorre em um recurso apresentado em 2011, após o flagrante de um homem que portava três gramas de maconha dentro do centro de detenção provisória de Diadema (SP).

A Defensoria Pública recorreu ao STF contra decisão da Justiça de SP, que manteve o homem preso. Entre outros pontos, a defensoria diz que a criminalização do porte individual fere o direito à liberdade, à privacidade e à autolesão.

Votos
O ministro Gilmar Mendes é relator do caso. Ele é a favor de que esse dispositivo da lei seja revogado e de que o porte de drogas para uso pessoal não seja considerado crime. No entendimento do magistrado, usar drogas não é uma conduta criminosa, por mais que esse tipo de substância seja prejudicial à saúde. Além disso, de acordo com Mendes, imputar um crime a uma pessoa dependente de entorpecentes dificulta a busca por tratamento químico.

“A mera previsão da conduta como infração de natureza penal tem resultado em crescente estigmatização. A criminalização do porte para uso pessoal não condiz com a realização dos fins almejados no que diz respeito a usuários e dependentes, voltados à atenção, à saúde e à reinserção social”, disse.

Depois de Mendes apresentar o voto, os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso também se manifestaram a favor de derrubar a criminalização, mas apenas para o porte de maconha para uso pessoal.

Para Fachin, “a criminalização do porte de drogas para uso pessoal se atém em um argumento paternalista quando justifica o tratamento penal do consumo baseado na reprovação, no desincentivo e na prevenção geral que as respostas penais deveriam gerar”.

No voto dele, o ministro destacou que “criminalizar o porte de droga para consumo próprio representa a imposição de um padrão moral individual que significa uma proteção excessiva que, ao fim e ao cabo, não protege nem previne que o sujeito se drogue”.

Barroso acrescentou que “punir com o direito penal é uma forma de autoritarismo e paternalismo que impede o indivíduo de fazer suas escolhas existenciais”. “Para poupar a pessoa do risco, o Estado vive a vida dela. Não parece uma boa ideia”, analisou.

O ministro Alexandre de Moraes também votou pela descriminalização do porte de maconha para consumo próprio. Ele ainda propôs que seja considerado usuário, pela Justiça, quem estiver portando entre 25 g e 60 g da planta.

Moraes defendeu a fixação de uma quantidade de droga apreendida para caracterizar porte ou tráfico, mas ponderou que esse não deve ser o critério único. Para ele, devem ser observados, por exemplo: a quantidade de entorpecentes diferentes; a apreensão de balança de precisão; cadernos de anotação ou celular; locais de apreensão; e se havia uma pessoa que entregava e outra que pagava naquele momento.

Fonte: r7

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Segurança

STF deve julgar nesta quinta se porte de drogas para uso pessoal é crime

por Redação 17 de agosto de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nesta quinta-feira (17) a análise de uma ação que questiona se o porte de drogas para uso pessoal é crime. O assunto é discutido na Corte desde 2015. Os ministros analisam uma ação que pede a derrubada de um artigo da Lei de Drogas que diz que comete crime quem “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”.

O julgamento está na pauta da Corte, mas para ocorrer depende da finalização do julgamento sobre a criação do juiz de garantias, que abrirá a sessão.

Até o momento, há quatro votos pela descriminalização, mas ainda sem definição se ela abrangeria apenas a maconha ou incluiria outras drogas. O debate no STF ocorre em um recurso apresentado em 2011 após o flagrante de um homem que portava 3 g de maconha dentro do Centro de Detenção Provisória de Diadema, em São Paulo.

A Defensoria Pública do Estado recorreu no STF da decisão da Justiça paulista que manteve o homem preso. Entre outros pontos, a instituição diz que a criminalização do porte individual fere o direito à liberdade, à privacidade e à autolesão, previstos na Constituição Federal.

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Votos
O ministro Gilmar Mendes foi escolhido como relator do caso. Ele é a favor de que esse dispositivo da lei seja declarado inconstitucional e de que o porte de drogas para uso pessoal não seja considerado crime, por mais que esse tipo de substância seja prejudicial à saúde.

De acordo com Mendes, imputar um crime a uma pessoa dependente de entorpecentes dificulta a busca por tratamento. “A mera previsão da conduta como infração de natureza penal tem resultado em crescente estigmatização. A criminalização do porte para uso pessoal não condiz com a realização dos fins almejados no que diz respeito a usuários e dependentes, voltados à atenção, à saúde e à reinserção social”, afirmou o ministro.

Depois que Mendes apresentou seu voto, os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso também se manifestaram a favor de derrubar a criminalização, mas apenas para o porte de maconha para uso pessoal.

Para Fachin, “a criminalização do porte de drogas para uso pessoal se atém a um argumento paternalista quando justifica o tratamento penal do consumo baseado na reprovação, no desincentivo e na prevenção geral que as respostas penais deveriam gerar”.

No voto, o ministro destacou que “criminalizar o porte de droga para consumo próprio representa a imposição de um padrão moral individual que significa uma proteção excessiva que, ao fim e ao cabo, não protege nem previne que o sujeito se drogue”.

Já para Barroso, “punir com o direito penal é uma forma de autoritarismo e paternalismo que impede o indivíduo de fazer suas escolhas existenciais”. “Para poupar a pessoa do risco, o Estado vive a vida dela. Não parece uma boa ideia”, disse o ministro em seu voto.

O ministro Alexandre de Moraes votou pela descriminalização do porte de maconha para consumo próprio. Ele ainda propôs que seja considerado usuário, pela Justiça, quem estiver portando entre 25 g e 60 g da planta.

Fonte: r7

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