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Economia

EmpregoSão Paulo

Cidades mais afetadas por chuvas no litoral de SP perdem vagas de trabalho após tragédia

por Redação 10 de maio de 2023

As cidades de São Sebastião e Ubatuba, as duas mais afetadas pelos temporais que atingiram o litoral norte de São Paulo no final do mês de fevereiro, amargaram o corte de vagas de trabalho com carteira assinada no mês de março.

De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, São Sebastião fechou o mês seguinte ao desastre com 249 postos formais a menos. Em Ubatuba, houve o desligamento de 214 cargos.

As cidades de Bertioga e Ilhabela também sofreram com o desastre e perderam, respectivamente, 51 e 17 postos formais de trabalho em março. Já em Caraguatatuba (21) e no Guarujá (48), o volume de contratações superou o de demissões.

A tragédia que atingiu o litoral norte de São Paulo resultou em 65 óbitos, sendo 64 deles em São Sebastião e um em Ubatuba. Os demais municípios atingidos pela tragédia não contabilizaram mortes.

Diante da catástrofe, foi liberado o Saque Calamidade do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) aos trabalhadores das cidades afetadas pelos temporais. O prazo para a solicitação dos recursos termina no próximo dia 21 de maio.

Fonte: r7

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GuarulhosBrasilEconomia

Produção industrial volta a crescer e acumula alta de 0,2% no primeiro trimestre

por Redação 10 de maio de 2023

Depois de abrir 2023 com duas quedas consecutivas, a produção industrial no Brasil cresceu 1,1% em março, mostram dados apresentados nesta quarta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta é a maior apurada desde outubro do ano passado (+1,3%).

O avanço foi suficiente para reverter os resultados negativos contabilizadas em janeiro e fevereiro. Assim, o segmento responsável por cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto) acumula alta de 0,2% no primeiro trimestre, na comparação com os últimos três meses de 2022.

Apesar da melhora em março, os números da PIM (Pesquisa Industrial Mensal) indicam que a recente sequência ruim coloca a produção do setor em um patamar 1,3% abaixo do apurado em fevereiro de 2020, o último mês sem os efeitos da pandemia na atividade econômica nacional.

“Há uma melhora de comportamento da produção industrial, especialmente considerando esse crescimento de magnitude mais elevada, mas ainda está longe de recuperar as perdas do passado recente”, avalia André Macedo, gerente responsável pela pesquisa.

Os recentes dados ruins da indústria surgem em meio ao elevado patamar da taxa básica de juros, que tem motivado críticas do governo à diretoria do BC (Banco Central). Para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a manutenção da taxa Selic no maior patamar dos últimos seis anos é “equivocada” e “apenas traz custos adicionais para a atividade econômica”.

“Ainda permanecem no nosso escopo de análise as questões conjunturais, como a taxa de juros em patamares mais elevados, que dificultam o acesso ao crédito, a taxa alta de inadimplência e o maior nível de endividamento por parte das famílias, assim como o grande número de pessoas fora mercado de trabalho e a alta informalidade”, analisa Macedo.

Segmentos
Das 25 atividades investigadas pela pesquisa, 16 avançaram em março, na comparação com fevereiro. As principais influências para o resultado positivo do mês partiram dos ramos de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+1,7%), máquinas e equipamentos (+5,1%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+6,7%).

De acordo com Macedo, a alta do setor de setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis é originada em uma base de comparação depreciada devido às perdas contabilizadas pelo ramo em janeiro e dezembro. “Também podemos destacar o aumento na produção de itens como gasolina automotiva e óleo diesel entre os fatores que impulsionaram esse crescimento”, afirma o pesquisador.

Ainda no campo positivo, outros destaques foram os setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (3,2%), de outros equipamentos de transporte (4,8%), de produtos químicos (0,6%), de couro, artigos para viagem e calçados (2,8%) e de produtos de minerais não metálicos (1,2%).

Por outro lado, o segmento de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,7%) exerceu a principal influência entre as oito atividades que recuaram no mês. O setor havia crescido por três meses consecutivos, acumulando ganho de 13,5% no período. Os setores de móveis (-4,3%) e de produtos de metal (-1,0%) também se destacaram entre as quedas.

Fonte: r7

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GuarulhosEconomia

Em três anos, carros populares ficam 45% mais caros, alta acima da inflação, mostra estudo da FGV

por Redação 9 de maio de 2023

Já é comum ouvir que o carro popular não é mais, de fato, popular. Também é o que mostram os números.

Segundo levantamento feito pelo economista Matheus Peçanha, do FGV/IBRE (Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas), os três principais carros de entrada ficaram 45,6% mais caros, em média. Isso de 2019 para 2023.

Os carros de entrada fazem parte da categoria de automóveis que têm como público-alvo os consumidores de menor poder aquisitivo: são aqueles que costumam ter preço mais acessível.

Os três usados por Peçanha no levantamento são: Renault Kwid Zen 1.0, Chery QQ Act 1.0 e Fiat Mobi Like 1.0. Há quatro anos, em janeiro, eles custavam R$ 30.813,33, em média. Na mesma época, o salário mínimo era de R$ 998. Portanto, para comprar os veículos, era preciso desembolsar o valor correspondente a 31 pisos de remuneração.

Em janeiro de 2023, o preço médio desses três carros saltou para R$ 67.505. Por sua vez, o salário mínimo era de R$ 1.302 (mudou para R$ 1.320 em 1º de maio). Ou seja, para adquirir os mesmos carros populares passou a ser necessário pagar 52 salários mínimos .

Além disso, essa expansão nos valores foi maior que a inflação. No período, a inflação foi de 27,6%, ou seja, 18 p.p. (pontos percentuais) a menos, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Crise na Ásia atrapalhou
Para Matheus Peçanha, a crise na produção de microchips foi o principal motivo para o salto nos preços. O problema ocorreu na Ásia, com foco na China e em Taiwan.

De 2020 a 2022, a ampliação da capacidade produtiva dos fabricantes esteve na casa dos 6%, enquanto a demanda registrou alta de 17%.

Os microchips são usados em carros, computadores, celulares e vários outros produtos, mas o setor mais afetado foi o automotivo.

Em fevereiro, a produção de veículos foi a menor para o mês nos últimos sete anos, com 161,2 mil automóveis montados, uma queda de 2,9% em relação ao mesmo período de 2022, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Vale lembrar que o Chery QQ Act 1.0, um dos três veículos utilizados no levantamento da FGV, nem é mais vendido no país. Isso também ilustra o momento ruim que vive o segmento no Brasil.

Governo pode entrar no problema
Diante desse cenário, o setor automotivo quer discutir com o governo federal para retomar a produção de carros populares.

Um grupo composto de montadoras, empresas de autopeças e concessionárias já conversou com representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A pasta é comandada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.

Porém, nenhuma medida foi anunciada até o momento. O setor apostava na demanda reprimida nos últimos dois anos para ter resultados melhores em 2023. Contudo, o juro alto, a inadimplência e a restrição de crédito travaram o mercado.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Gasolina é o combustível que mais subiu em SP e RJ com a volta da cobrança de impostos

por Redação 5 de abril de 2023

Um mês após a volta da cobrança dos impostos federais sobre os combustíveis, a gasolina foi o item que mais encareu na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Sem Parar, que levou em consideração informações dos clientes da solução de abastecimento da companhia.

Desde o dia 1º de março, o governo federal reonerou os combustíveis em todo o país. Na capital paulista, o preço médio do litro de gasolina saltou de R$ 4,91 para R$ 5,27. O aumento de R$ 0,36 equivale a 7,3%.

No RJ, a elevação do preço foi ainda maior: R$ 0,71. No local, a média do litro passou de R$ 4,82 para R$ 5,54. Isso representa aumento de 14,8% nas bombas fluminenses.

Em segundo lugar entre os produtos com as maiores altas, em São Paulo, quem assume a posição é a gasolina aditivada, com preço que saltou de R$ 5,32 para R$ 5,61. O aumento foi de 5,45%, um crescimento de R$ 0,29 por litro.

Na ‘Cidade Maravilhosa’, o valor médio pago pela gasolina aditivada foi de R$ 5,39 para R$ 5,82, alta de 8%, e um acréscimo de R$ 0,43 no preço.

Tanque cheio de gasolina
Entre 1º de janeiro e 28 de fevereiro, os paulistanos gastavam, em média, R$ 146,07 para encher o tanque do carro com gasolina. Com a volta dos encargos, o valor médio subiu 6,4%, e o gasto passou a ser de R$ 155,40.

De forma semelhante, os fluminenses, que desembolsavam R$ 140,07 para ter o tanque cheio, agora gastam R$ 149,55 (+6,8%).

Na capital do estado de São Paulo, o ticket médio das transações com gasolina aditivada saltou de R$ 160,73 para R$ 171,08, com o mesmo aumento de 6,4% da comum. No RJ, foi de R$ 153,56 para R$ 160,94, (+4,8%).

Etanol
O etanol, em compensação, ficou levemente mais barato na capital paulista. A queda foi de R$ 0,02 por litro, que custava R$ 3,73 e foi para R$ 3,71, ou seja, uma redução de 0,54%.

Por outro lado, o custo para ter o tanque cheio com álcool aumentou 2,3%, passando de R$ 107,87 para R$ 110,34.

Esse movimento não ocorreu no Rio. O valor médio do litro de etanol comum subiu 8,3%. O combustível foi de R$ 4,16 para R$ 4,50, um acréscimo de R$ 0,34.

Quem optou pelo álcool comum percebeu aumento de 2,1%, com o abastecimento passando de R$ 96,51 para R$ 98,56 por tanque médio.

Vale lembrar que esse combustível polui menos que a gasolina. Por isso, teve tributação menor por parte do governo federal.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Inadimplência recorde afeta 6,5 milhões de empresas em fevereiro

por Redação 4 de abril de 2023

O Brasil tem 6,5 milhões negócios na lista de negativação até o mês de fevereiro. O número corresponde ao maior valor de toda a série histórica do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, divulgado desde janeiro de 2016.

Conforme os dados revelados nesta terça-feira (4), montante de dívidas totalizou o valor de R$ 112,9 bilhões, sendo que em média, cada empresa com o nome no vermelho tem sete dívidas vencidas por CNPJ.

A maior parte das empresas que estão na lista de inadimplência é do setor de serviços (53,8% do total). Na sequência estão os empreendimentos dos segmentos de comércio (37,3%), indústria (7,7%), do setor primário (0,8%) e outros (0,4%), que contempla a área financeira e de terceiro setor.

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, avalia que a curva crescente na inadimplência dos consumidores acaba impactando também as empresas. Ele explica que, enquanto a inadimplência das famílias não diminuir de fato, as empresas “seguirão encontrando desafios para manter um quadro de melhora significativo”.

“Mesmo que existam oscilações positivas e alguns empreendedores consigam quitar suas dívidas, como aconteceu em janeiro, a melhoria contínua da inadimplência dos empreendimentos depende muito do cenário de negativação entre os consumidores”, afirma ele.

Fonte: r7

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EmpregoGuarulhos

Desemprego sobe para 8,6% em fevereiro e atinge 9,2 milhões de brasileiros

por Redação 31 de março de 2023

Depois de abrir 2023 com a primeira alta em dez meses, a taxa de desemprego no Brasil voltou a subir e atingia 8,6% dos trabalhadores no trimestre encerrado em fevereiro. Apesar da oscilação positiva, o percentual corresponde à menor taxa para o período desde 2015 (7,5%).

Com o movimento, a quantidade de profissionais ainda fora da força de trabalho equivale a 9,2 milhões de pessoas, segundo números apresentados nesta sexta-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O aumento de 5,5% no número de desocupados representa um acréscimo de 483 mil pessoas à procura por trabalho no Brasil.

Adriana Beringuy, coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, afirma que o aumento da desocupação ocorreu após seis trimestres de quedas significativas seguidas. Ela reforça que a melhora do mercado de trabalho foi muito influenciada pela recuperação no período pós-pandemia.

“Voltar a ter crescimento da desocupação nesse período pode sinalizar o retorno à sazonalidade característica do mercado de trabalho. Se olharmos retrospectivamente, na série histórica da pesquisa, todos os trimestres móveis encerrados em fevereiro são marcados pela expansão da desocupação, com exceção de 2022”, explica ela.

O trimestre compreendido entre os meses de dezembro e fevereiro também foi marcado pela queda em 1,6%, o equivalente a 1,6 milhão de pessoas, do quadro de profissionais no mercado de trabalho. Com a variação, o nível de ocupação, percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, chegou a 56,4%, queda de 1 ponto percentual na comparação com os três meses anteriores.

“A população ocupada tem um comportamento que é o inverso da trajetória da população desocupada. Nos primeiros meses do ano, há um movimento praticamente conjugado, de retração da população ocupada e a expansão da desocupação. Isso é ligado tanto às dispensas dos trabalhadores temporários que costumam ser contratados no fim do ano quanto à maior pressão do mercado de trabalho após o período de festas”, analisa Adriana.

Categorias
O empregado sem carteira no setor público (-14,6% ou menos 457 mil), o empregado sem carteira assinada no setor privado (-2,6% ou menos 349 mil pessoas) e o trabalhador por conta própria com CNPJ (-4,8% ou menos 330 mil) foram as categorias que mais perderam postos no trimestre encerrado em fevereiro.

O número de empregados com carteira assinada no setor privado, por sua vez, ficou estável após seis trimestres consecutivos de crescimento significativo. O número vai em linha com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mostra um saldo positivo de contratações formais no início deste ano.

Ainda na comparação com o trimestre anterior, houve redução de 206 mil pessoas na categoria dos empregadores, que agora soma 4,1 milhões de pessoas. Já o número de trabalhadores domésticos ficou estável e é estimado em 5,8 milhões. A taxa de informalidade também ficou estável no trimestre (38,9%).

No mesmo período, não houve crescimento de ocupação em nenhum dos setores pesquisados. Quatro deles tiveram retração no período: administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-2,7%, ou menos 471 mil pessoas), indústria geral (-2,7%, ou menos 343 mil pessoas), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-2,3%, ou menos 202 mil pessoas) e outros serviços (-3,2%, ou menos 171 mil pessoas).

Adriana avalia que o movimento do setor da administração pública tem razões sazonais. “A retração tem relação com os setores de saúde e, principalmente, de educação. É possível observar, ao longo da série histórica, que no início de cada ano, há dispensa especialmente dos trabalhadores sem carteira contratados pela administração pública de forma temporária”, destaca ela.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

GM e Volkswagen iniciam férias coletivas em meio a queda das vendas

por Redação 28 de março de 2023

As montadoras General Motors e Volkswagen concedem, a partir desta segunda-feira (27), férias coletivas a funcionários de algumas linhas de montagem. A determinação vai em linha com o anunciado por outras empresas do setor e ocorre em meio à queda da venda de veículos novos.

Na unidade da Volkswagen instalada no Vale do Paraíba, as férias coletivas iniciadas afastam 2.000 trabalhadores até o dia 7 de abril. A empresa alega falta de componentes para a produção e descarta que o movimento seja motivado por uma queda nas vendas.

Com relação à General Motors, a justificativa para o recesso é a readequação da produção após as demissões realizadas no final do mês de fevereiro. As férias coletivas serão concedidas para 80% da fábrica, até o dia 13 de abril.

“A interrupção do processo de demissões foi um importante avanço na busca pela estabilidade e dará um fôlego para continuarmos na luta em defesa dos empregos”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, Valmir Mariano.

Em fevereiro, o setor automotivo já amargou a menor produção para fevereiro dos últimos sete anos, com a montagem de 161,2 mil veículos. Com relação aos emplacamentos, a queda na comparação com 2022 foi de 2,68%. O movimento vai em linha com a manutenção da taxa básica de juros no maior nível desde 2017, o que inibe a aquisição de bens financiados.

Na semana passada, as montadoras Stellantis (dona das marcas Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën) e Hyundai também concederam férias coletivas a parte de seus funcionários.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

China libera importações de carne bovina do Brasil

por Redação 23 de março de 2023

A China concordou em retomar as importações de carne bovina brasileira com menos de 30 meses, de acordo com um comunicado divulgado pela Administração Geral de Alfândega do país e confirmado pelo governo brasileiro.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, a liberação das exportações vale para as carnes de animais abatidos a partir desta sexta-feira (24 de março). As vendas de carne bovina brasileira para a China foram suspensas voluntariamente pelas autoridades brasileiras em 23 de fevereiro, após a descoberta de um caso atípico da doença da vaca louca.

“Tenho certeza que isso é um passo para que o Brasil avance cada vez mais com o credenciamento de plantas e oportunidades para a pecuária brasileira”, disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, após reunião como o ministro da Administração Geral da Aduana Chinesa, Yu Jianhua.

A retomada do comércio ocorre um dia depois de o ministro da agricultura brasileiro, Carlos Fávaro, ter chegado a Pequim, antes da visita do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva no próximo domingo (26).

Lula visitará a China acompanhado de uma delegação de 240 representantes empresariais, sendo 90 do setor agrícola. Na visita, o Brasil também pretende renegociar os protocolos sanitários.

Os produtores de carne bovina no Brasil perdem até US$ 25 milhões por dia com o embargo. Cerca de 62% das exportações brasileiras de carne bovina tiveram como destino a China no ano passado.

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EconomiaGuarulhos

Petrobras reduz em R$ 0,18 o preço do litro do diesel para as distribuidoras

por Redação 22 de março de 2023

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (22) a redução de 4,48% do preço médio de venda de diesel para as distribuidoras. A medida, que passa a valer a partir de amanhã (23), diminui o valor cobrado pelo litro do combustível de R$ 4,02 para R$ 3,84 (-R$ 0,18).

“Essa redução tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da Petrobras frente às principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino”, afirma a estatal.

Pelos cálculos da Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da empresa no preço ao consumidor será de, em média, R$ 3,45 por litro vendido na bomba.

No anúncio, a companhia afirma ainda que busca “evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio” na formação de seus preços, com o objetivo de “preservar um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”.

Se o repasse for integralmente repassado aos motoristas de veículos abastecidos com diesel, o valor médio cobrado pelo litro do combustível cairá para R$ 5,72, já que os dados mais recentes da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) mostraram que o litro do diesel custava, em média, R$ 5,90 na semana passada.

A queda do valor cobrado pelo combustível para as distribuidoras e os motoristas vem em linha com a redução do preço do petróleo no mercado internacional. Na última segunda-feira (20), o valor do barril do Brent — referência global para o combustível — atingiu o nível mais baixo em 15 meses e passou a ser negociado na faixa de R$ 378,8 (71,88 dólares).

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Preços altos devem esfriar as vendas na Páscoa deste ano

por Redação 22 de março de 2023

A Páscoa do brasileiro neste ano será mais salgada. Além dos produtos da cesta básica em alta, o preço do chocolate teve o maior aumento desde 2016, enquanto o bacalhau subiu, em dólar, 86%.

Por causa desse movimento, as receitas do setor não devem superar o faturamento do período anterior à pandemia. A expectativa é de que as vendas cresçam 2,8% neste ano em relação ao mesmo período de 2022.

Na Páscoa deste ano, a previsão é de que o comércio fature R$ 2,49 bilhões, segundo projeções da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). Em 2019, antes da pandemia, o número chegou a R$ 2,56 bilhões.

De acordo com o economista-chefe da CNC e responsável pelas projeções, Fabio Bentes, o fato de a inflação brasileira estar concentrada em alimentos e combustíveis explica o fraco desempenho esperado para as vendas neste ano. “A população consome menos itens de Páscoa para fazer frente aos gastos essenciais.”

Menor apelo
Bentes lembra que a inflação de alimentos acumulada em 12 meses está acima de 10% e a inflação dos combustíveis está voltando com o fim das isenções tributárias. Além disso, a data não tem um apelo tão forte de vendas como o Natal e o Dia das Mães, por exemplo. É apenas a sexta data mais importante para o varejo. Desemprego e inadimplência elevada das famílias também esfriam o consumo.

Reajustes
Nas contas da CNC, considerando a variação do IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15) nos últimos 12 meses, a cesta de produtos de Páscoa deste ano deve ficar 8,1,% mais cara. Esse resultado supera a inflação média geral do período, que foi de 5,5%.

“Se a projeção for confirmada, essa será a maior variação da cesta de Páscoa desde 2016”, afirma Bentes. Naquele ano, a alta havia sido de 10,3%. Bolos (alta de 15,9%) e chocolates (13,9% mais caros) são os focos de inflação da cesta de Páscoa deste ano. A cesta é composta por oito itens mais consumidos na data.

O economista observa que a inflação global elevada também deve ter impactos no desempenho da Páscoa. As importações de bacalhau, por exemplo, um produto que costumava ser o carro-chefe das compras no exterior ao lado do chocolate, caíram 32,7% em quantidade na comparação com a Páscoa de 2022, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior. No caso do chocolate, houve aumento das importações – de 6,5% em relação ao ano passado – sem, no entanto, igualar os volumes de 2020, de 3 mil toneladas.

Tanto o chocolate quanto o bacalhau importados tiveram alta em dólar – de 10,9% e 86%, respectivamente – no período. Isso explica, segundo Bentes, a baixa predisposição do comércio para ampliar as importações desses itens. “A aposta do varejo é no produto mais popular”, afirma o economista, destacando que os importados carregam inflação em dólar.

Fonte: r7

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