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Economia

Economia

Sem aumento real, aposentadorias do INSS serão reajustadas em 3,71%, e teto vai para R$ 7.786,01

por Redação 11 de janeiro de 2024

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que recebem mais do que um salário mínimo devem ter aumento de 3,71% nos seus benefícios em 2024. O reajuste também vale para os beneficiários do INSS por incapacidade. O aumento é baseado no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), indicador divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (11) e mede a variação dos preços para as famílias com renda mensal entre um e cinco salários mínimos.

Para oficializar o reajuste, ainda é necessária a publicação em Diário Oficial da União. “Informamos que a portaria conjunta do Ministério da Previdência Social e do Ministério da Fazenda com o reajuste dos benefícios com valores acima do mínimo será publicada nos próximos dias”, informou o governo federal.

Os novos valores começam a ser aplicados este mês para mais de 39 milhões de aposentados e pensionistas, com a primeira parcela do ano paga entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Com a variação do INPC, o teto dos benefícios pagos pelo INSS passa de R$ 7.507,49 para R$ 7.786,01.

Apesar da variação positiva dos benefícios, o reajuste previsto não traz um aumento real, ou seja, corresponde apenas à reposição da inflação. A legislação define que, para os beneficiários que recebem mais do que o piso do INSS, a correção precisa considerar apenas a variação do INPC do ano anterior.

Simulação
Veja algumas simulações dos benefícios do INSS considerando o reajuste de 3,71% a ser aplicado para quem recebe acima do salário mínimo em 2024. Os valores dos benefícios passarão a ser:

  • de R$ 2.000, passa para R$ 2.074,20;
  • de R$ 4.500, passa para R$ 4.666,95;
  • de R$ 5.000, passa para R$ 5.185,50;
  • de R$ 6.000, passa para R$ 6.222,60;
  • de R$ 7.507,49, passa para R$ 7.786,01.

Salário mínimo
Diferente dos beneficiários do INSS que recebem mais de um salário mínimo, quem ganha o piso terá um aumento acima da inflação. Desde 1º de janeiro o valor do mínimo passou a ser de R$ 1.412, o que representa um aumento de 6,97%, ou R$ 92, em relação ao piso de 2023, de R$ 1.320.

Além do repasse para as aposentadorias e pensões do INSS, o valor também é aplicado para seguro-desemprego, abono salarial PIS/Pasep e BCP (Benefício da Prestação Continuada), entre outros.

O aumento do mínimo segue a nova regra de valorização, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em agosto. A fórmula leva em consideração dois fatores: o PIB (Produto Interno Bruto) de 2022, que cresceu 3%, e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), acumulado por 12 meses até novembro, que fechou em 3,85%.

Com essa regra, o governo busca preservar o poder aquisitivo do salário mínimo e, em caso de crescimento da economia, aumentá-lo. Sem a nova política de valorização, o salário mínimo teria que ser reajustado somente pela inflação, de acordo com a Constituição Federal. Isso daria um valor de cerca de R$ 1.370.

Veja os últimos reajustes do salário mínimo
2024 – R$ 1.412 (6,97%)
2023 – R$ 1.320 (8,91%)
2022 – R$ 1.212 (10,04%)
2021 – R$ 1.100 (5,2%)
2020 – R$ 1.045 (4,7%)
2019 – R$ 998 (4,6%)
2018 – R$ 954 (1,8%)
2017 – R$ 937 (6,48%)
2016 – R$ 880 (11,6%)

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Economia

Inflação da cidade de São Paulo perde força e fecha 2023 em 3,15%, diz Fipe

por Redação 5 de janeiro de 2024

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,38% em dezembro, desacelerando em relação ao avanço de 0,43% de novembro. Os dados foram publicados nesta sexta-feira (5), pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

O resultado de dezembro ficou abaixo do piso das estimativas de instituições de mercado consultadas pelo Projeções Broadcast, que variavam de altas de 0,50% a 0,55%.

Ao longo de 2023, o IPC-Fipe acumulou inflação de 3,15%, abaixo dos 7,32% de 2022. A taxa anual também ficou abaixo das expectativas, que iam de 3,27% a 3,32%.

Apenas no mês passado, quatro dos sete componentes do IPC-Fipe perderam força: Transportes (de 0,02% em novembro a -1,15% em dezembro), Despesas Pessoais (de 0,78% a 0,56%), Vestuário (de -0,08% a -0,20%) e Educação (de 0,04% a 0,02%).

Por outro lado, houve aceleração nas categorias Habitação (de -0 01% em novembro a 0,12% em dezembro), Alimentação (de 1,17% a 1,64%) e Saúde (de 0,79% a 0,87%).

Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe em dezembro:

  • Habitação: 0,12%
  • Alimentação: 1,64%
  • Transportes: -1,15%
  • Despesas Pessoais: 0,56%
  • Saúde: 0,87%
  • Vestuário: -0,20%
  • Educação: 0,02%
  • Índice Geral: 0,38%

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Brasil

Refinaria da Petrobras foi vendida por valor abaixo do mercado, aponta relatório da CGU

por Redação 5 de janeiro de 2024

Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), divulgado nesta quinta-feira (4), apontou que a Refinaria Landulpho Alves (Rlam), em São Francisco do Conde, na Bahia, foi vendida por preço abaixo do praticado pelo mercado. A unidade foi comprada pelo Grupo Mubadala, um fundo financeiro de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, pelo valor de US$ 1,6 bilhão. A refinaria foi renomeada como Mataripe, em referência à sua localidade.

Para a Controladoria, a petrolífera brasileira “incorreu em fragilidade na utilização da avaliação econômico-financeira como principal suporte à decisão”. O processo ocorreu em meio à pandemia de Covid-19 e teve desfecho em novembro de 2021.

O documento demonstra que o período de turbulência econômica pela crise sanitária atingiu o “Projeto Phil”, programa que previa a venda de oito refinarias da estatal, representando 50% da capacidade de refino da Petrobras. Para a CGU, a realização do negócio naquele momento geraria riscos e incertezas sobre o futuro da indústria do petróleo e o cenário econômico mundial.

“Tal opção pode ter gerado impacto tanto no valor da avaliação da Rlam, quanto na aversão ao risco por parte dos compradores, tendo como consequência redução no valor esperado para alienação”, diz um trecho do documento. De acordo com o relatório, o processo “não foi realizado de forma apropriada, ocasionando risco de impacto negativo no resultado financeiro do desinvestimento”.

“Ressalta-se que a posição da Petrobras de ter dado continuidade ao desinvestimento em momento de volatilidade, embora não tenha se caracterizado como inobservância ao TCC [Termo de Compromisso de Cessão de Prática], implicou em risco no que tange à redução do valor de venda (Equity Value) inicialmente pretendido.”

O TCC foi firmado entre a Petrobras e o Conselho de Administração de Defesa Econômica (Cade) em 2019, prevendo a redução da estatal brasileira no setor com a venda de oito refinarias.

Entre as premissas que impactaram nos preços, a CGU menciona “aquelas que representam a expectativa de crescimento do PIB brasileiro (Relatório Focus/Banco Central) pelo mercado e a expectativa de preço futuro do petróleo”, que foi o utilizado pela Petrobras nas avaliações.

A Controladoria aponta que a própria Petrobras não entendeu que o momento de incertezas causadas pela pandemia pudesse “impedir o cumprimento do projeto de desinvestimento”, embora tenha informado que os efeitos da crise poderiam ocasionar atrasos nas etapas do termo.

A empresa também pediu dilatação do prazo para a execução do cronograma de venda das outras seis refinarias incluídas no Projeto Phil. No pedido, a petrolífera brasileira argumentou que as unidades, ao contrário das refinarias Rlam e Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas, no Paraná), não haviam passado ainda pelo processo de “due diligence” – quando os potenciais compradores obtêm informações sobre os ativos das empresas a fim de calcular os valores das propostas.

A CGU conclui o relatório dizendo que “espera-se, como benefício da auditoria realizada, a adoção de medidas corretivas na verificação e tratamento dos riscos de integridade de contrapartes e a mitigação do risco de impacto negativo no resultado financeiro do desinvestimento”.

Venda após presentes
A venda da refinaria Rlam ocorreu no mês seguinte à visita do ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque à Arábia Saudita. O então presidente, Jair Bolsonaro, havia sido convidado pelas autoridades sauditas, mas enviou o ministro em seu lugar.

Albuquerque recebeu de presente do governo local um kit de joias que seria entregue a Bolsonaro. Um assessor do ministro tentou entrar no Brasil sem declarar o valor dos itens à Receita Federal, mas foi impedido por agentes da Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos.

A Polícia Federal considerou que um dos conjuntos de joias de origem saudita que o governo Bolsonaro tentou trazer ilegalmente ao Brasil vale R$ 5,1 milhões. Inicialmente, a Receita Federal havia informado que os itens de luxo valiam R$ 16,5 milhões. A perícia da PF levou em consideração o preço de mercado do ouro e as mais de 2.200 pedras preciosas das joias, sem ponderar a marca dos objetos.

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Brasil

Brasil bate recorde de resgate de trabalhador em condição análoga à escravidão em 2023

por Redação 5 de janeiro de 2024

Entre janeiro e dezembro do ano passado, o Brasil bateu recorde da série histórica e resgatou 3.046 trabalhadores que estavam em condição análoga à escravidão. Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego.

Com número registrado até 19 de dezembro, patamar acumulado em 2023 é o maior dos últimos 14 anos. Foram fiscalizados 516 estabelecimentos rurais e urbanos. No total, os funcionários receberam R$ 10,88 milhões em indenizações.

Essa alta tem sido observada desde 2022, quando 2.587 trabalhadores foram encontrados e resgatados pela fiscalização, em 531 ações realizadas. Houve pagamento de R$ 10,45 milhões em verbas rescisórias e salariais.

O setor que mais viu trabalhadores serem resgatados em 2023 foi o do cultivo de café, com soma de 300. A produção de cana-de-açúcar, com 258, ficou em segundo lugar. Esses dois ramos foram os principais motores da economia brasileira no período colonial, quando o trabalho escravo era legalizado.

Motivos
Para interpretar os dados, pode-se imaginar que há mais trabalho análogo à escravidão ou mais denúncias. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, como a mídia passou a falar mais sobre o assunto, houve uma conscientização maior da população.

“O aumento de denúncias, sobretudo com informações mais precisas, é um dos principais fatores que contribui para uma maior efetividade nos resgates. Um maior espaço na mídia sobre o tema também faz com que a população perceba de forma mais clara as situações de afronta à dignidade humana e, consequentemente, leva-a ao aumento de denúncias”, disse a pasta em nota ao R7.

O advogado Washington Barbosa, mestre em Direito das Relações Sociais e Trabalhistas, atribui o aumento do indicador a medidas tomadas pelas autoridades públicas.

“Houve um trabalho muito forte do Tribunal Superior do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho de divulgar as situações de trabalho análogo à escravidão. Foram várias palestras, vários encontros, campanhas em rádios, jornais. Isso com certeza trouxe um maior atenção para esse tipo de situação”, argumenta ele.

Dessa forma, segundo Barbosa, a própria população se conscientizou sobre o assunto.

“A própria pessoa submetida a esse tipo de trabalho análogo à escravidão começou também a ter a consciência disso, porque muitas pessoas até pensavam que isso era natural”, conclui.

Por outro lado, assim como Washington Barbosa, a especialista em direito do trabalho Evelyn Guida acredita que o aumento da estatística aconteceu apesar de os órgãos de fiscalização ainda terem problemas.

“A quantidade de efetivo e equipamentos disponibilizados pelo governo ainda é insuficiente para eliminar a ocorrência de trabalho em condições precárias, com frustração dos direitos trabalhistas”, opina ela.

Em 2022, um podcast do jornalista Chico Felitti viralizou nas redes sociais e trouxe o assunto à tona. O programa falava sobre Margarida Bonetti, brasileira condenada nos Estados Unidos por manter uma pessoa em trabalho análogo à escravidão.

De acordo com o Ministério do Trabalho, para fazer uma denúncia, acesse o Sistema Ipê aqui.

Fonte: r7

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Economia

Ano ‘atípico’, 2023 é marcado por medidas fiscais e aumento de gastos do governo

por Redação 28 de dezembro de 2023

A gestão econômica em 2023 do novo governo Lula foi marcada por mais impostos, para ricos e pobres, e aumento de gastos públicos “atípico”, segundo especialista ouvido pelo R7.

A atual administração propôs e/ou trabalhou pela aprovação de pelo menos oito medidas que expandiam os tributos no Brasil. Foram elas:

  1. Taxação de apostas esportivas. Previsão de arrecadação: de R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões por ano;
  2. Taxação de lojas digitais, como a Shein. Previsão de arrecadação: de R$ 7 bilhões a R$ 8 bilhões;
  3. Impedir que subvenção a estados para investimento seja equiparada a custeio. Previsão de arrecadação: de R$ 85 bilhões a R$ 90 bilhões;
  4. Voto de qualidade do Carf (Conselho de Administração de Recursos Fiscais) em favor da União, em caso de empate. Previsão de arrecadação: R$ 54,7 bilhões;
  5. Tributação de investimentos de brasileiros no exterior e dos chamados fundos dos super-ricos. Previsão de arrecadação em 2024: R$ 20 bilhões;
  6. Veto à desoneração da folha de pagamento para 17 setores. Previsão de quanto custou por ano: R$ 9,4 bilhões;
  7. Fim da desoneração dos combustíveis. Previsão de arrecadação em 2023: R$ 28,9 bilhões;
  8. Taxação de serviços de streaming e produtores de conteúdo na internet. Sem previsão de arrecadação.

Vale lembrar que, em junho, por meio do Ministério da Fazenda, o governo federal disse à reportagem que não haveria “aumento da carga tributária”.

Aumento de gastos e endividamento
Além de mais impostos, o primeiro ano deste mandato presidencial registrou aumento de gastos públicos “atípico”, segundo Felipe Salto, o economista-chefe da Warren Renascença.

Isso porque, normalmente, o primeiro ano de um novo presidente é de contenção de despesas. Com a nova gestão petista, está sendo o contrário.

“Com a PEC da Transição e gastos expandidos no ano passado, contratou-se uma espécie de continuidade desses fatores para 2023, que agora exerce sua pressão sobre as contas. O ajuste fiscal, a médio prazo, depende de medidas estruturais. É bom, por exemplo, observar que o governo vem anunciando a criação de um grupo de trabalho na área de avaliação de despesas (spending reviews). Essas iniciativas ajudam, mas o problema fiscal não é pequeno”, diz ele.

O governo central, que resumidamente engloba todo o Estado brasileiro, acumulava um rombo de R$ 98 bilhões de janeiro a outubro. Isso equivale a cerca de 1% do PIB (Produto Interno Bruto, que mede o tamanho da economia de um país).

Ainda, a dívida bruta do governo brasileiro, que envolve também os gastos com pagamentos de juros de rombos passados, chegou a R$ 7,9 trilhões em outubro (74,7% do PIB). Os dados são do Banco Central.

Promessa para 2024
A atual gestão federal prometeu zerar o déficit público primário de 2024. Ou seja, sem contar com os pagamentos de juros de débitos passados, a atual gestão quer ter saldo nulo no ano que vem.

Inclusive, essa tem sido a principal promessa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Para fontes ouvidas pela reportagem e por outros agentes de mercado, a promessa de déficit zero não será cumprida.

Nas contas do próprio governo, cumprir esse objetivo exigiria que a arrecadação tivesse aumento de R$ 168,5 bilhões em 2024.

Para Cláudia Moreno, economista do C6 Bank, “existe uma incerteza muito grande se de fato” essa expansão nas receitas vai ocorrer. Ela prevê que, desse total, somente R$ 100 bilhões se concretizarão.

A previsão do banco para 2024 é de saldo negativo de 0,7% do PIB (Produto Interno Bruto). É a mesma estimativa do Warren Renascença.

Vale lembrar que o arcabouço fiscal prometia déficit de 0,5% neste ano e de 0% em 2024. Para 2025 e 2026, saldos positivos, respectivamente, de 0,5% e 1%.

Fonte: r7

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Economia

Passagens aéreas atingem maior valor em 13 anos com demanda em alta e combustível ainda caro

por Redação 26 de dezembro de 2023

As passagens aéreas para viagens entre cidades brasileiras ficaram 35,24% mais caras entre janeiro e novembro deste ano, segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), inflação oficial do país, apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A última pesquisa da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), de outubro, confirma a evolução e mostra que o preço médio da passagem aérea é de R$ 741,47 (valor corrigido pela inflação oficial). Trata-se do maior valor desde que a análise passou a ser realizada, em 2010. No mesmo mês do ano passado, o preço médio dos bilhetes era 10,8% menor, R$ 669,12.

O professor José Carlos de Souza Filho, da FIA Business School, explica que “as companhias aéreas estão com baixa oferta em um momento de alta demanda pela proximidade das férias e temperaturas elevadas”.

Outro fator que ajuda a encarecer as passagens aéreas é o aumento da cotação do querosene de aviação. “Em 2022, o querosene aumentou 48% e em 2023 teve uma queda de 12,6%, o que representa uma variação acumulada de 29,35%, valores ainda muita acima da inflação do período”, afirma.

Além disso, José Carlos argumenta que o setor continua sendo impactado pela pandemia. Em 2020, a Covid-19 fechou aeroportos por todo o mundo. Segundo José Carlos, as pessoas estão em movimento de voltarem a viajar desde 2022, o que continua impactando as tarifas.

“A partir de 2022, tanto a demanda como os preços começaram a se recuperar, fazendo com que as altas demandas sazonais estejam sendo fortemente impactadas”, diz ele.

Governo articula barateamento
Com as viagens de avião mais caras, o governo Lula, junto das companhias aéreas, apresentou plano para baixar os preços.

“Por orientação do presidente Lula, a gente tem buscado alternativas para poder diminuir o custo da passagem aérea e, automaticamente, soluções que possam fortalecer mais o consumidor final. Para termos preços mais acessíveis aos brasileiros, é necessário um esforço coletivo e um diálogo constante. Estamos no caminho certo e esperamos que mais brasileiros possam viajar nos próximos meses”, disse Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos.

Empresas sugerem mudanças
Azul

  • Comercializar 10 milhões de assentos até R$ 799 a partir de 2024;
  • Marcação de assento e bagagem despachada para compras realizadas de última hora.

Gol

  • A partir de 2024, disponibilizar 15 milhões de assentos com preço de até R$ 699;
  • Promoções especiais e, com mais de 21 dias de antecedência, preços entre R$ 600 e R$ 800;
  • Tarifas de assistência emergencial (80% de desconto).

Latam

  • Oferta de 10 mil assentos a mais por dia (mais oferta, menor custo);
  • Toda semana, oferecer um destino com tarifa abaixo de R$ 199;
  • Mudanças no programa de fidelidade — sem validade para utilização;
  • Manutenção do programa de desconto de 80% para tarifas de assistência emergencial.

Por sua vez, o Ministério de Portos e Aeroportos disse se comprometer a:
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  • Querosene: baixar o preço do querosene de aviação, que seria responsável por 40% do custo, junto à Petrobras;
  • FNAC como garantia: a utilização do recurso do Fundo Nacional de Aviação Civil como garantia em operações de crédito para empresas nacionais afetadas pela pandemia. A proposta facilita o acesso ao crédito e reduz custos das companhias;
  • Estímulo de novas companhias: a entrada de empresas de baixo custo no Brasil é uma proposta de governo e tem por objetivo aumentar a concorrência e criar novos nichos de mercado;
  • Programas de investimentos em aeroportos regionais: investimentos da ordem de R$ 6,2 bilhões em programas de concessão e de R$ 5 bilhões de investimentos públicos e privados no plano de aviação regional;
  • Medidas para combater o excesso de judicialização: com custo de R$ 1 bilhão ao ano para as companhias, a pasta busca alternativas para reduzir o alto índice de judicialização no setor aéreo.

Fonte: r7

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Brasil

População que se declara parda sobe para 45,3% e supera a de brancos pela 1ª vez desde 1991

por Redação 22 de dezembro de 2023

A proporção da população brasileira que se autodeclara parda (45,3%) ou preta (10,2%) manteve a tendência de alta e passou de 50,7% para 55,5% em 12 anos, mostram dados do Censo Demográfico 2022 divulgados nesta sexta-feira (22).

Por outro lado, houve diminuição daqueles que se declaram da cor ou raça branca (de 47,7% para 43,5%) ou amarela (de 1,1% para 0,4%). Entre os indígenas, o total passou de 0,5% para 0,8% no período de 12 anos. Com as atualizações, o volume de identificados como pardos supera o de brancos (43,5%) pela primeira vez desde 1991.

Em termos absolutos, dos 203 milhões que viviam em território nacional no ano passado, 92,083 milhões se identificam como pardos, 88,252 milhões como brancos, 20,656 milhões como pretos, 1,7 milhão como indígenas e 850 mil como amarelos. Houve também aumento de 89% da população indígena, de 896.917 (0,5%) para 1,7 milhão (0,8%).

Na comparação da população por grupos étnico-raciais, o Censo destaca o aumento de 42,3% da população preta entre 2010 e 2022 e de 11,9% dos que se declaram pardos. “Desde o Censo Demográfico de 1991, notam-se mudanças na distribuição percentual por cor ou raça da população, com o aumento de declaração por cor ou raça parda, preta e indígena, e decréscimo para a população branca”, explica Leonardo Athias, analista do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

“O Censo Demográfico é a única pesquisa que nos permite olhar todas as categorias de cor ou raça e a sua evolução ao longo das décadas. O Censo mostra a diversidade da nossa população”, afirma Marta Antunes, coordenadora do Censo de Povos e Comunidades Tradicionais.

As mudanças nos percentuais das categorias de cor ou raça têm caráter multidimensional, argumenta Athias. “São vários fatores que explicam essas variações. Podem ser demográficos, de migração, de identificação, de condições de vida, de serviços, entre outros.”

Fonte: r7

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Economia

Gasolina sobe 13% em 2023, e litro fica R$ 0,65 mais caro nos postos

por Redação 22 de dezembro de 2023

O preço do litro da gasolina teve alta de 13% neste ano nos postos do país, em meio à retomada de impostos federais e à alta do ICMS, tributo estadual, sobre os combustíveis. Com isso, o aumento foi de R$ 0,65 por litro. Os dados são da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

O levantamento considera a variação ocorrida entre as semanas de 25 a 31 de dezembro de 2022 e de 10 a 16 de dezembro de 2023.

Francisco Raeder, doutorando em economia na UFF (Universidade Federal Fluminense), também menciona o aumento dos encargos estaduais como um fator que contribuiu para a alta do derivado do petróleo.

“No caso do ICMS, que é estadual, a modificação foi a troca de um imposto ad valorem (calculado em termos percentuais) para um valor ad rem, fixo em reais por litro. Nessa mudança tributária do ICMS, teve um aumento de, aproximadamente, R$ 0,13 por litro.”

Conforme o último levantamento da Petrobras, com base nos dados da ANP e da USP (Universidade de São Paulo), os tributos nacionais eram responsáveis por 12,3% do preço total do óleo nas bombas. Isso equivale a R$ 0,69 por litro.

Em 2022, às vésperas da eleição presidencial, o governo Jair Bolsonaro implementou medidas de redução de dois tributos federais. Com essa diminuição, a gasolina encerrou o ano passado com queda de 25% no preço.

No começo deste ano, a gestão Lula conseguiu manter a ausência de cobrança tributária por 60 dias. Porém, os tributos voltaram gradualmente ao longo deste ano, em meio à tentativa do governo federal de aumentar a arredação e melhorar as contas públicas.

O retorno total desses encargos está previsto para acontecer em 1º de janeiro de 2024, no caso do diesel.

Vale lembrar que a volta desses impostos provocou aumento sobre todos os combustíveis, que tiveram alta menor no período, de 8,92%

Mudança na Petrobras
Nesse contexto, também é importante citar o fato de que a política de preços dos combustíveis da Petrobras passou por mudanças em maio.

O presidente da estatal indicado por Lula, Jean Paul Prates, anunciou o fim do PPI (Preço de Paridade de Importação). A ferramenta atrelava os valores nas bombas brasileiras aos números praticados no mercado estrangeiro.

A companhia não deu detalhes de como será a nova definição de preços. A empresa se limitou a dizer, no dia do anúncio, que “os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, para evitar o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Fonte: r7

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Sustentabilidade

‘Super El Niño’ ameaça inflação dos alimentos nos próximos meses

por Redação 22 de dezembro de 2023

O El Niño, fenômeno natural responsável pelo aumento das temperaturas do oceano Pacífico, surgiu mais forte do que o esperado e tem causado fortes chuvas na região Sul e um clima quente e seco no restante país.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, a permanência do cenário põe a agricultura em estado de alerta e ameaça o bolso dos brasileiros nos próximos meses. O real arrefecimento dos efeitos climáticos é estimado apenas para fevereiro.

Alê Delara, diretor da Pine Agronegócios, explica que o efeito surpreendente do fenômeno resultou no aquecimento do oceano em um nível 1,5ºC superior à previsão inicial, de 0,5ºC. “Veio um ‘Super El Niño’, com um aumento de até 2ºC nas temperaturas [do Pacífico]”, diz ele.

Para André Braz, coordenador dos índices de preços do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), o El Niño mais rigoroso tem potencial para comprometer parte da safra de 2024, a depender do volume de chuvas nos últimos dias deste ano, e impactar diretamente o preço dos alimentos.

“Se essa frente fria não for muito significativa, a situação pode se complicar, porque, se não chover agora, o enchimento dos grãos é comprometido, e, consequentemente, podemos ter um preço mais alto das commodities em 2024”, afirma Braz. “Se as chuvas realmente ocorrerem, a pressão dos preços tende a ser menor”, complementa Delara, na mesma linha de raciocínio.

O BC (Banco Central) também demonstra preocupação com o possível impacto do fenômeno climático nos preços. “O Comitê, após acumular mais evidência, elevou um pouco o impacto inflacionário do fenômeno climático do El Niño sobre a inflação de alimentos”, destaca um trecho da última ata do Copom (Comitê de Política Monetária).

O cenário também foi listado no RTI (Relatório Trimestral de Inflação) divulgado nesta quinta-feira (21) como uma das preocupações para o futuro dos preços no Brasil. “Eventos climáticos e, especificamente, a chegada do El Niño têm ampliado as preocupações com a oferta global de grãos, como trigo, milho, arroz, soja, café e açúcar”, diz o texto.

Na tentativa de driblarem os efeitos climáticos, produtores do Centro-Oeste têm assumido parte da plantação do arroz, historicamente realizada no Sul, região muito afetada pelas chuvas. “O arroz subiu muito no mundo inteiro, e os produtores com alguma condição migraram para o arroz e não estão finalizando o plantio da soja. A depender da área plantada, isso pode compensar, em parte, a redução de produtividade do Rio Grande do Sul”, relata Delara.

O movimento tende a agravar a situação da inflação de alimentos, que voltou a subir nos últimos dois meses, após uma sequência de quatro deflações apuradas entre junho e setembro. Em novembro, a alta de 0,63% do grupo de alimentação e bebidas guiou o avanço de 0,28% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do Brasil.

“O El Niño já reflete parte dessas variações, mas não muito, porque nessa época do ano é comum existir uma redução da oferta de alguns alimentos devido ao calor. A questão é que o fenômeno intensifica as temperaturas, o que acaba prejudicando os preços além do previsto. Não dá para culpar 100% o El Niño”, explica Braz, ao ressaltar que parte da inflação do período é sazonal.

Efeito cascata

Como consequência dos impactos do El Niño nas lavouras de soja e milho, a tendência se reflete na possível contaminação dos preços da carne, do frango, dos ovos e de outros alimentos, já que as rações utilizadas na alimentação do gado e das aves são produzidas a partir das duas commodities.

“A oferta dessas commodities vai influenciar diretamente nos produtos que os consumidores compram nos supermercados, como as carnes, o óleo de soja, os derivados de milho e as massas, que devem aumentar de preço no primeiro semestre de 2024”, prevê Delara.

André Braz reforça que o milho e a soja são a base do trato animal na pecuária, e as eventuais altas chegam, inevitavelmente, até o bolso das famílias. “É provável que os preços de todos os derivados avancem, porque as aves dependem do milho para a produção de ovos, e isso afeta outros alimentos.”

O pesquisador da FGV/Ibre destaca ainda que as proteínas são os produtos mais afetados pelo efeito dominó. “Neste ano, a situação foi favorável, porque o milho e a soja caíram muito de preço. Graças a essa queda de quase 30%, as carnes não foram as vilãs da inflação”, recorda.

O diretor da Pine Agronegócios estima ainda que o efeito cascata envolva algumas hortaliças, que já tiveram movimento de alta, e outros grãos. “O feijão pode ser impactado, porque o atraso do plantio da soja vai retirar uma parte da janela de plantio do milho de primeira safra”, observa ele.

Fonte: r7

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Economia

BC eleva para 3% previsão de crescimento do PIB neste ano, mas reduz estimativa para 2024

por Redação 21 de dezembro de 2023

O crescimento da economia brasileira em todos os últimos três trimestres fez o BC (Banco Central) elevar de 2,9% para 3% sua aposta de aumento do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, de acordo com estimativas apresentadas nesta quinta-feira (21) pelo RTI (Relatório Trimestral de Inflação).

Para o ano que vem, no entanto, o documento estima um avanço de 1,7% da soma de todos os bens e serviços finais produzidos no Brasil, projeção menor do que a previsão anterior, de 1,8%.

Para 2023, o BC afirma que a revisão reflete elevações nas projeções para a agropecuária e para o setor de serviços. Os desempenhos positivos tendem a compensar o recuo previsto para a produção industrial neste ano.

A avaliação considera que a projeção para a variação anual de crescimento da agropecuária foi alterada de 13% para 15,5%, enquanto as expectativas para o setor de serviços passaram de 2,1% para 2,5%, após uma desaceleração menor do que a esperada no terceiro trimestre.

Após surpreender o mercado financeiro e crescer 1,4% no primeiro trimestre, guiada pelo bom desempenho da agropecuária (+12,5%), a economia nacional perdeu ritmo. Nos períodos seguintes, o PIB avançou 1% e 0,1%, segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

2024
Para o ano que vem, a projeção menos otimista “reflete recuo nas estimativas para a agropecuária e para a indústria e ligeira alta na previsão para o setor de serviços”, afirma a autoridade monetária.

Entre os setores, a previsão de crescimento da agropecuária recuou de 1,5% para 1%, reflexo das atualizações em prognósticos para a safra do próximo ano, que passaram a indicar produção agrícola menor do que se previa anteriormente.

Para a indústria, a projeção foi revista de 2% para 1,7%, devido, principalmente, à atualização do carregamento estatístico implicada pela divulgação do dado do terceiro trimestre de 2023. Afeta a expectativa a menor previsão para a indústria extrativa, que deve ser diretamente atingida pelos anúncios que não sugerem altas expressivas para o setor de petróleo e minério de ferro.

Fonte: r7

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