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Economia

Brasil

Saiba se a sua geladeira está dentro do novo padrão imposto pelo governo

por Redação 20 de dezembro de 2023

Uma nova exigência do governo federal vai tirar oito de cada dez (83%) geladeiras do mercado brasileiro. É o que prevê a Eletros (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), que representa grande parte do setor no país.

O impacto ocorreria por causa de determinações que valerão a partir de 31 de dezembro deste ano, publicadas em resolução do Ministério de Minas e Energia.

De acordo com o documento, só poderão ser produzidos e importados refrigeradores que consumam no mínimo 85,5% da energia disponível. Ainda, esse piso subirá gradualmente até 31 de dezembro de 2027, quando o limite terá o patamar de 90%.

Uma nova determinação do Ministério de Minas e Energia, que passa a valer a partir de 31 de dezembro, exige que os refrigeradores tenham eficiência energética de, ao menos, 85,5%. A partir de 2025, a régua sobe um pouco mais, e a indústria precisará adequar as geladeiras para 90% de eficiência.

O R7 separou a lista com o índice de cada modelo em eficiência energética, de acordo com o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Veja se a sua geladeira está dentro do novo padrão:

Com a decisão, oito de cada dez aparelhos (83%) não poderão mais ser vendidos. Apenas os itens de alto padrão, com preço mínimo entre R$ 4.000 e R$ 5.000, estarão disponíveis nas lojas.

A previsão é da Eletros (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), que representa boa parte do setor. Atualmente, o valor de entrada dos refrigeradores varia em torno de R$ 2.000.

“É necessário considerar a realidade brasileira. Infelizmente, com as novas regras, o consumidor de baixa renda será o mais prejudicado e, consequentemente, a indústria e seus colaboradores [também serão]. Desinvestimentos e perda de centenas de postos de trabalho podem ocorrer nos próximos meses. Apresentamos ao governo estudos técnicos mostrando este cenário ruim para a economia do país; porém, infelizmente, não foram considerados”, explicou Renato Alves, diretor da associação.

O Ministério de Minas e Energia contestou a previsão da Eletros. Segundo a pasta, a norma não retira nenhum equipamento de circulação até 2026, tempo suficiente para adaptação da indústria.

“Em segundo lugar, os equipamentos que seriam descontinuados em 2026 são uma fração pequena do mercado. Do total de 25 modelos de refrigerador de 1 porta, 17 atendem às normas, portanto, apenas oito não poderiam ser comercializados a partir de 2026. Ainda assim, esses modelos podem ser adaptados e cumprir os novos requisitos estabelecidos”, afirma a pasta em nota.

“A própria associação Eletros, em consulta pública realizada para definição desses novos índices, informou que uma projeção de aumento dos produtos seria de cerca de 23%, o equivalente a uma diferença de R$ 350,00 do preço praticado hoje, ou seja, dez vezes menor do que o valor informado por eles na imprensa. Enfatizamos que esse impacto ocorreria apenas em 2026, com a retirada do mercado desses últimos modelos mais ineficientes. O MME entende, no entanto, que esses valores devem ser ainda inferiores, considerando a competição em um cenário com novos equipamentos disponíveis em 2026”, acrescenta o texto (veja a íntegra da nota abaixo).

Nota do Ministério de Minas e Energia
“A afirmação da Eletros é inverídica e irresponsável, com o único objetivo de causar comoção. A referida associação apela para o sensacionalismo com o objetivo de reverter uma medida que vai, na verdade, beneficiar os consumidores, que pagam caro na conta de luz por conta de produtos ineficientes que são impostos. Em primeiro lugar, a norma não retira nenhum equipamento de circulação até 2026, tempo suficiente para adaptação da indústria.

Em segundo lugar, os equipamentos que seriam descontinuados em 2026 são uma fração pequena do mercado. Do total de 25 modelos de refrigerador de 1 porta, 17 atendem às normas, portanto, apenas 8 não poderiam ser comercializados a partir de 2026. Ainda assim, esses modelos podem ser adaptados e cumprir os novos requisitos estabelecidos.

A própria associação Eletros, em consulta pública realizada para definição desses novos índices, informou que uma projeção de aumento dos produtos seria de cerca de 23%, o equivalente a uma diferença de R$ 350,00 do preço praticado hoje — ou seja, dez vezes menor do que o valor informado por eles na imprensa. Enfatizamos que esse impacto ocorreria apenas em 2026, com a retirada do mercado desses últimos modelos mais ineficientes. O MME entende, no entanto, que esses valores devem ser ainda inferiores, considerando a competição em um cenário com novos equipamentos disponíveis em 2026.

Sobre as classes desfavorecidas e os impactos da norma:

A economia decorrente do uso de equipamentos mais eficientes é significativa para consumidores de baixa renda. Esse tipo de economia é relevante, tendo em vista que 39% das despesas domésticas mensais são com eletricidade, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando famílias de baixa renda. A geladeira é o item mais representativo no consumo dessas famílias.

Com isso, a medida que terá impacto direto e positivo para essas famílias em que a energia elétrica tem participação elevada nos seus custos de vida, com destaque para o consumo de energia do refrigerador, que rapidamente retornam o investimento feito pelo consumidor.

Sobre a informação inverídica que de o setor produtivo foi surpreendido com a nova norma:

As discussões foram iniciadas em 2021 e desde então tem contado com participação intensa da sociedade civil e dos produtores de equipamentos. O processo culminou com a consulta pública iniciada em 2022. As contribuições formuladas pelo setor produtivo foram detalhadamente analisadas, de forma individualizada, o que consta do processo que culminou na referida decisão, que concluiu que os impactos da adoção da norma seriam benéficos.

Por que o Estado brasileiro estabelece índices mínimos?

Primeiro, porque não há qualquer motivação para que o mercado, por conta própria, aprimore a eficiência do equipamento, pois o benefício alcançado não é aparente ao consumidor no ato da compra. Nesse sentido, a condução de uma política de eficiência energética apresenta-se como poder-dever do Estado e, por isso, o poder público se vale de diversas ferramentas no contexto de eficiência energética, dentre elas, a indução do fabricante em produzir equipamentos mais eficientes por meio dos índices mínimos de eficiência. Esse tipo de medida é adotada nos mais diversos setores, estabelecendo-se requisitos mínimos de produtos e serviços visando maiores benefícios aos consumidores sem perder de vista a sustentabilidade do mercado.

Em segundo lugar, porque o Brasil deve cumprir com suas metas para redução de emissões, e a eficiência energética será um dos principais ativos para alcançar nossas metas. Por esse motivo, um dos principais resultados da COP foi o compromisso dos países em duplicar a eficiência energética até 2030. Essas políticas de eficiência energética estão alinhadas com os esforços do Brasil para alcançar compromissos firmados. Considerando o horizonte temporal de implantação da medida, o país economizará 11,2 TWh de energia até 2030, com redução de 1.604 MW de demanda na ponta, proporcionado uma economia de cerca de 2,8 bilhões de reais em investimentos evitados na geração de energia.

Sobre os padrões internacionais:

A implementação de política de índices mínimos em vários outros países do mundo indica que o Brasil está avançando, mas ainda está muito atrás de outros países onde a maior parte das empresas fabricantes de refrigeradores atuantes no Brasil também atuam. Assim, entende-se que a nova medida incentiva os investimentos industriais em novas tecnologias no país, e, consequentemente, a geração de novos empregos.

Linhas de produtos somente seriam descontinuadas caso esses produtos não consigam alcançar os índices mínimos definidos, mas poderiam ser substituídas por novas linhas para produção de equipamentos mais eficientes. Além disso, a experiência internacional também demonstra que a definição de índices de eficiência energética mais restritivos para refrigeradores, ao contrário do que se espera, não tem gerado aumentos de preços dos equipamentos.”

Fonte: r7

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Brasil

BC manda recado ao governo, cobra execução de metas fiscais e sinaliza novas quedas dos juros

por Redação 19 de dezembro de 2023

O BC (Banco Central) divulgou nesta terça-feira (19) a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). No documento que analisa o andamento da economia nacional, os diretores da autoridade monetária definem a perseguição das metas fiscais como determinante para o futuro da inflação e para os próximos passos da política monetária.

“Tendo em conta a importância da execução das metas fiscais já estabelecidas para a ancoragem das expectativas de inflação e, consequentemente, para a condução da política monetária, o Comitê reafirma a importância da firme persecução dessas metas”, ressalta o texto.

O trecho do documento, publicado nesta terça-feira (19), surge como um recado indigesto para o governo federal, em meio às divergências entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o compromisso de zerar a dívida pública no próximo ano.

No final do mês de outubro, Lula afirmou que a meta fiscal do Brasil para 2024 “dificilmente” será zero, porque não há interesse em “cortar investimentos prioritários”. A repercussão negativa forçou Haddad a assumir um novo compromisso com o déficit zero. “O que eu puder fazer para que esse equilíbrio seja atingido, eu vou fazer, incluindo antecipar medidas de 2024 para 2023”, declarou o ministro.

Queda dos juros
Mesmo com a preocupação fiscal evidenciada nas últimas atas, os diretores do Banco Central projetam novos cortes de 0,5 ponto percentual da taxa básica de juros, atualmente em 11,75% ao ano, o menor nível em quase dois anos, após quatro baixas consecutivas de igual magnitude.

“Os membros do Comitê concordaram, unanimemente, com a expectativa de cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões e avaliaram que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, diz a ata.

A avaliação leva em conta que a taxa Selic é o principal instrumento da política monetária para determinar a inflação em uma economia. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas opções de investimento pelas famílias.

Diante da sequência de baixa dos juros, o Copom nota que houve “progresso desinflacionário relevante”, mas observa que ainda vê com cautela o processo de devolver a inflação para o centro da meta de 3,5%, estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Para convergência efetiva, os diretores do BC afirmam que ainda será necessário manter uma política monetária contracionista. “Ainda há um caminho longo a percorrer para a ancoragem das expectativas e o retorno da inflação à meta, o que exige serenidade e moderação na condução da política monetária. […] Além disso, a incerteza, em particular no cenário internacional, que tem se mostrado volátil, prescreve cautela”, destaca o documento.

Fonte: r7

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Transporte

Em um mês de gratuidade, São Caetano do Sul dobra usuários de ônibus no ABC paulista

por Redação 15 de dezembro de 2023

Um mês após o início do passe livre nos ônibus de São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, o número de usuários do sistema dobrou.

Em média, eram 25 mil pessoas transportadas diariamente até 1° de novembro, quando o programa entrou em vigor. Um mês depois, segundo os primeiros dados consolidados, o número de usuários diários passou para 52 mil.

São Caetano do Sul passou, então, a ser o município mais populoso do estado – são 165 mil habitantes – a adotar o passe livre pleno no transporte público.

Os impactos na cidade já são visíveis, a começar pela queda no número de remarcações de consultas no SUS (Sistema Único de Saúde) e pela diminuição da fila dos carros de aplicativos no terminal rodoviário.

Dinheiro economizado
“Hoje mesmo, minha filha vinha para a escola e eu falei: vamos de ônibus. Dispensei a perua, vamos de ônibus, aproveitar, né?”, contou o comerciante José Ednaldo de Santos, de 63 anos, que tem uma banca de produtos eletrônicos no terminal rodoviário.

O dinheiro economizado com as passagens agora tem outra finalidade. “Serve para comprar mistura, pagar algumas coisas, fatura do cartão, boleto, água, luz.”

O prefeito da cidade, José Auricchio Júnior, elenca as vantagens econômicas que o programa está gerando ao município, mas, antes, defende o Tarifa Zero como direito social.

“Eu sempre tive uma tendência de achar que o transporte público é quase que um dever do Estado. Como você tem saúde, como tem educação”, afirmou.

Do ponto de vista econômico, a previsão do prefeito é que a gratuidade no transporte comece a apresentar resultados mais visíveis em 2024, principalmente no comércio.

“Eu deixo de pagar passagem ida e volta, são R$ 10. Eu como um lanche, vou ao açougue, vou gastar no comércio. No final da semana, eu economizei R$ 60, R$ 70, o que me permite sair com a minha família”, destaca o prefeito.

Auricchio chama a atenção para a desoneração das empresas instaladas na cidade com a gratuidade dos ônibus. Com o passe livre, os empresários deixaram de ter de pagar o vale-transporte.

“Esse pequeno comerciante, pequeno empresário, quando tiver que contratar o próximo funcionário para a empresa dele, vai querer o cara morando onde? Aqui. Então, acho que tem um ciclo virtuoso aí”, acrescenta.

Fundo de apoio
O primeiro mês de Tarifa Zero custou cerca de R$ 2,9 milhões à prefeitura — a cidade tem oito linhas de ônibus que são operadas com 54 veículos pela única concessionária, a Viação Padre Eustáquio. A execução do programa no período de um ano deverá custar R$ 35 milhões, o que corresponderá a 1,5% do orçamento total do município previsto para 2024 (R$ 2,434 bilhões).

Os recursos, segundo a administração municipal, já estão garantidos e não será necessária a criação de novos impostos ou taxas.

O programa é bancado pelo Fundo de Apoio ao Transporte (Fatran) da prefeitura, composto por recursos de multas de trânsito, ações publicitárias envolvendo o sistema de transporte e dotações orçamentárias próprias de fontes relacionadas à mobilidade urbana e à sustentabilidade socioambiental.

“Nós já tínhamos um sistema relativamente bem gerido e ocioso. Ele tinha espaço, cabia um espaço nele para a gente trazer passageiro novo para dentro do sistema sem onerar”, ressalta o prefeito.

São Caetano do Sul é a oitava cidade paulista a adotar o sistema de passe livre pleno em 2023, ao lado de Porto Feliz, Piedade, Santa Isabel, Jales, Tietê, Ibaté e Nazaré Paulista.

O movimento no sentido da tarifa zero no transporte coletivo não é apenas paulista. Das 89 cidades que têm o passe livre pleno, 27 adotaram o sistema em 2023.

Uma característica comum entre esses municípios é a diminuição do número de passageiros nos últimos anos e a consequente redução dos recursos oriundos da cobrança da passagem.

“Em São Caetano, era um mergulho [a queda no número de passageiros], porque parece que não, mas a passagem impacta na vida das pessoas. E não adianta a gente olhar só para aqueles que tinham a gratuidade, que no nosso caso eram os idosos, gestantes, deficientes, e o passe escolar. Você tem o trabalhador informal, porque o trabalhador formal tem o VT, mas o informal e o desempregado não”, pondera Auricchio.

Segundo o pesquisador da Universidade de São Paulo Daniel Santini, o movimento em direção ao passe livre está relacionado a uma crise no sistema de financiamento de transporte com cobrança de passagens.

Ele diz que, com o encolhimento do número de pessoas transportadas, torna-se mais difícil o equilíbrio financeiro a partir da receita da catraca.

“A gente tem aí um horizonte que é muito preocupante para a sobrevivência e a continuidade do transporte público. Esse é o principal fator que explica por que estão sendo estudadas e testadas novas possibilidades de financiamento e organização”, diz.

Fonte: r7

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Economia

Inflação da alimentação em casa volta a superar a da refeição na rua após cinco meses

por Redação 14 de dezembro de 2023

O preço dos alimentos consumidos em domicílio subiu 0,75% no mês de novembro e superou, pela primeira vez desde abril, a inflação da refeição feita fora de casa, de 0,32%.

A elevação no mês foi encabeçada pelo salto de 26,59% no preço da cebola. Também contribuíram para a alta as variações da alface (9,64%), do morango (9,15%), da batata-inglesa (8,86%), do azeite de oliva (6,05%), do arroz (3,63%) e das carnes (1,37%).

Esses aumentos foram determinantes para o avanço de 0,63% do grupo de alimentação e bebidas, alta superior à apresentada no mês anterior (0,31%), quando a variação do grupo de despesas ficou positiva após quatro meses consecutivos de deflação.

Os dados apresentados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), também mostram que a elevação dos preços em novembro atingiu 58% dos produtos alimentícios da cesta de consumo da pesquisa.

Para André Almeida, gerente responsável pelo levantamento, o clima foi o principal responsável pelo cenário. “As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do país são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como os tubérculos, os legumes e as hortaliças”, explica.

A refeição fora do domicílio, por sua vez, apresentou uma desaceleração ante a alta de 0,42% dos preços apurada em outubro. O resultado é fruto do encarecimento de refeições (0,34%), de lanche (0,2%), de refrigerante e água mineral (0,95%), de doces (0,23%) e de sorvetes (0,6%).

Mesmo com a maior valorização mensal da alimentação em domicílio, o preço dos alimentos consumidos dentro de casa apresenta deflação de 1,14% no acumulado dos últimos 12 meses. No mesmo período, a refeição na rua tem alta de 5,28%.

No intervalo compreendido entre dezembro de 2022 e novembro deste ano, as maiores altas foram observadas no preço do morango (52,88%), do azeite de oliva (33,82%), da cenoura (30,22%), da tangerina (28,5%) e da alface (25,97%). Todos eles fazem parte da lista de consumo da alimentação em domicílio.

Fonte: r7

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Economia

Banco Central finaliza hoje reunião que vai reduzir os juros ao menor nível em quase dois anos

por Redação 13 de dezembro de 2023

O Copom (Comitê de Política Monetária) finaliza nesta quarta-feira (13) a última reunião deste ano. O encontro deve manter a tendência de cortes e reduzir, pela quarta vez seguida, a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, de 12,25% para 11,75% ao ano, o menor nível desde março de 2022.

Antes de chegarem ao veredito oficial, válido até o último dia de janeiro de 2024, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e os diretores da autoridade monetária avaliam as possibilidades futuras da economia. A definição do patamar da taxa Selic será anunciada após as 18h.

Ontem (12), o Copom promoveu apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas da economia e o comportamento do mercado financeiro para facilitar o veredito. Para Miguel José Ribeiro de Oliveira, da Anefac (Associação Nacional de Executivos), a redução a ser anunciada terá um efeito muito pequeno nas operações de crédito no Brasil.

“Existe um deslocamento muito grande entre a taxa Selic e as taxas de juros cobradas aos consumidores, que na média da pessoa física atingem 122% ao ano, provocando uma variação de mais de 800% entre as duas pontas”, explica.

Everton Gonçalves, superintendente da Assessoria Econômica da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), observa que o ambiente externo favoreceu e reduziu as pressões externas que elevavam o grau de incerteza da inflação. Para ele, no entanto, “ainda não se constata um movimento de queda consistente nas expectativas inflacionárias, o que é um fator complicador para a política monetária”.

Na ata da última reunião, quando decidiu cortar a Selic para 12,25% ao ano, o Copom (Comitê de Política Monetária) sinalizou a previsão de novos cortes de 0,5 ponto percentual da taxa básica de juros para os próximos meses.

“Se confirmado o cenário esperado, os membros do Comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, destaca o documento.

O corte de 0,5 ponto percentual também é aguardado pelo mercado financeiro, que projeta a manutenção do ciclo em 2024 e 2025, com a redução da taxa Selic para, respectivamente, 9,25% e 8,5% ao ano.

Taxa Selic
A taxa básica de juros é a mais baixa da economia e funciona como forma de piso aos demais juros cobrados no mercado, usada nos empréstimos entre bancos e nas aplicações que as instituições financeiras fazem em títulos públicos federais.

Em linhas gerais, é a taxa Selic que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo a empresas e consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos. Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.

A Selic também serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, perto da meta estabelecida pelo governo. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam alternativas de investimento.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando os juros básicos são reduzidos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

Fonte: r7

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Economia

Alimentos mais caros puxam alta de 0,28% da inflação em novembro

por Redação 12 de dezembro de 2023

Guiada novamente pela alta no preço dos alimentos (+0,63%), a inflação oficial do Brasil voltou a ganhar força ao subir 0,28% em novembro, ante alta de 0,24% apurada no mês anterior, mostram dados revelados nesta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mesmo com a aceleração, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) agora volta a figurar dentro do intervalo da meta, com alta acumulada de 4,68% nos últimos 12 meses.

Para os analistas do mercado financeiro, a inflação deve arrefecer e chegar ao fim deste ano em 4,51%, patamar dentro do intervalo perseguido (de 1,75% para 4,75%) pela primeira vez desde 2020.

Na liderança das altas no mês, os preços dos itens que compõem o grupo de alimentação e bebidas subiram 0,63%, alta acima da apurada no mês anterior (+0,31%), quando a variação do grupo de despesas ficou positivo após quatro meses consecutivos de deflação.

“As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do Brasil são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como os tubérculos, os legumes e as hortaliças”, explica André Almeida, gerente responsável pela pesquisa.

Contribuíram para a elevação em novembro as altas da cebola (+26,59%), da batata-inglesa (+8,83%), do arroz (+3,63%) e das carnes (+1,37%). Por outro lado, destacam-se as quedas do tomate (-6,69%), da cenoura (-5,66%) e do leite longa vida (-0,58%).

A alimentação fora do domicílio, por sua vez, registrou alta de 0,32% em novembro, mas desacelerou em relação a outubro, quando teve expansão de 0,42% nos preços. A alta da refeição (+0,34%) também foi menos intensa que a registrada em outubro (+0,48%).

Combustíveis em queda
Em novembro, os preços dos combustíveis caíram 1,58%, já que a gasolina (-1,69%) e o etanol (-1,86%) apresentaram redução de valor. Na contramão, o óleo diesel (+0,87%) e o gás veicular (+0,05%) registraram alta.

Mesmo com a queda, os preços do grupo de transportes avançaram 0,27%, novamente influenciados por novo aumento nos preços da passagem aérea (+19,12%), subitem com a maior contribuição individual no índice do mês.

O grupo ainda foi afetado pela alta do táxi (2,22%), que decorre do reajuste de 6,67% aplicado em São Paulo (6,02%), a partir de 28 de outubro, e de 20,84% aplicado em Porto Alegre (5,69%), a partir de 9 de outubro.

Fonte: r7

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Economia

Prazo para adesão ao Desenrola é prorrogado até março de 2024

por Redação 12 de dezembro de 2023

O Ministério da Fazenda oficializou a prorrogação da Faixa 1 do programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil até o dia 31 de março de 2024. A extensão, já sinalizada na semana passada, foi confirmada nesta terça-feira (12) por publicação no DOU (Diário Oficial da União).

A ideia de ampliar o prazo para a adesão ao programa envolve a inclusão de consumidores que apresentaram dificuldade com o sistema de renegociação, afirmou o secretário Marcos Barbosa Pinto, do Ministério da Fazenda, ao divulgar os resultados parciais do programa.

Segundo Pinto, outra mudança estimada pelo secretário é a autorização das negociações por cidadãos que não tenham conta gov.br nos níveis ouro ou prata, determinação necessária para aderir ao Desenrola.

“Queremos eliminar esse requisito. Não achamos que seja o principal empecilho para as negociações, mas é um ponto que pode causar entrave para algumas pessoas”, analisou o secretário.

Na Faixa 1, responsável pelo novo prazo, os consumidores com dívidas de até R$ 5.000 podem repactuar débitos com bancos, varejistas, companhias de água, luz e telefone. As negociações envolvem o pagamento do valor reduzido à vista ou do financiamento em até 60 meses, com taxa de juros de até 1,99% ao mês.

Lançado no mês de julho para a Faixa 2, o programa beneficiou 10,7 milhões de pessoas, com a renegociação de R$ 29 bilhões, de acordo com balanço apresentado pelo Ministério da Fazenda na semana passada.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola Brasil beneficia quase 11 milhões com a renegociação de R$ 29 bilhões

por Redação 6 de dezembro de 2023

O Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo federal em julho, beneficiou 10,7 milhões de pessoas, com a renegociação de R$ 29 bilhões, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira (6) pelo Ministério da Fazenda.

Na primeira fase do programa, que permitia desnegativar as dívidas de até R$ 100, cerca de 7 milhões de brasileiros foram beneficiados. Outros 2,7 milhões negociaram suas dívidas diretamente com as instituições financeiras.

Já a etapa mais recente do Desenrola, destinada a quem recebe até dois salários mínimos, atendeu 1 milhão de brasileiros, com a renegociação de R$ 5 bilhões em dívidas e desconto de R$ 4,46 bilhões.

Para aqueles que aderiram ao Desenrola de forma parcelada, os juros foram reduzidos para 1,8% ao mês, patamar extremamente abaixo das cobranças estabelecidas para os endividados no cartão de crédito ou cheque especial, duas das modalidades com as taxas mais altas do mercado.

O secretário Marcos Barbosa Pinto, do Ministério da Fazenda, ressalta que o dia 30 de novembro, data-limite para o pagamento da primeira parcela do 13º salário, resultou no maior volume de negociações diárias do Desenrola.

“Isso mostra que a população está interessada e comprometida em renegociar as dívidas. Nosso grande desafio segue sendo passar a mensagem para a população, porque o número de pessoas que não visitaram a plataforma e têm benefícios lá ainda é muito grande”, diz o secretário.

Extensão do Desenrola
Segundo Pinto, o governo deseja estender o prazo do programa, inicialmente estipulado para o fim deste ano, para 2024. “A gente espera três meses mais no início do próximo ano, para que as pessoas tenham mais tempo para as negociações”, prevê.

Outra mudança estimada pelo secretário é a autorização das negociações por cidadãos que não tenham conta gov.br nos níveis ouro ou prata, determinação estabelecida pela Lei do Desenrola. “Queremos eliminar esse requisito. Não achamos que seja o principal empecilho para as negociações, mas é um ponto que pode causar entrave para algumas pessoas”, observa.

Fonte: r7

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Economia

Pobreza cai, mas ainda afeta um em cada três brasileiros em 2022

por Redação 6 de dezembro de 2023

O percentual de pessoas em situação de pobreza, que viviam com até R$ 33,90 (US$ 6,85) por dia, caiu de 36,7% para 31,6% entre 2021 e 2022, o equivalente a quase um em cada três brasileiros, segundo dados revelados nesta quarta-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os dados da Síntese de Indicadores Sociais mostram ainda que a proporção daqueles em situação de extrema pobreza, com renda diária inferior a R$ 10,65 (US$ 2,15), recuou para 5,9% no ano passado, após ter alcançado 9% em 2021.

Em termos absolutos, havia 12,7 milhões de pessoas na extrema pobreza e 67,8 milhões na pobreza em 2022, com quedas de, respectivamente, cerca de 6,5 milhões e 10,2 milhões de pessoas ante o ano anterior. Os valores levam em conta os parâmetros do Banco Mundial para definir as situações de vulnerabilidade social.

“Na linha de extrema pobreza não há uma diferença significativa entre os valores da linha antiga e da linha atualizada ao longo da série, pois ela é basicamente de consumo para subsistência, e sua atualização se dá principalmente por uma questão de preços”, destaca André Simões, analista da pesquisa.

Na passagem de 2021 para 2022, a pobreza e a extrema pobreza recuaram em todas as regiões, com destaque para o Norte (-7,2 pontos percentuais e -5,9 pontos percentuais, respectivamente) e o Nordeste (-6,2 pontos percentuais e -5,8 pontos percentuais, respectivamente).

“[As] regiões [Norte e Nordeste] concentram o maior volume de pessoas nessas situações e também são as regiões onde há um impacto maior dos programas sociais de transferência de renda”, detalha Simões. O Centro-Oeste, por sua vez, apresentou a maior queda na pobreza (-7,3 pontos percentuais), relacionada, principalmente, ao dinamismo no mercado de trabalho da região em 2022.

Benefícios
Além de terem maior participação na composição da renda da população extremamente pobre, os benefícios de programas sociais governamentais impactam na redução, principalmente, da extrema pobreza.

O estudo analisou a hipótese de não existirem os referidos programas, e os dados mostraram que a extrema pobreza teria sido cerca de 80% maior, elevando o percentual atual de 5,9% para 10,6%.

Com relação à pobreza, os impactos da ausência dos benefícios de programas sociais governamentais teriam sido menores, com uma proporção de pobres 12,0% maior do que o efetivamente registrado em 2022, passando de 31,6% para 35,4%.

Segundo o IBGE, a participação dos benefícios de programas sociais no rendimento domiciliar das pessoas em situação de extrema pobreza chegou a 67% em 2022. Entre os domicílios considerados pobres, o rendimento de benefícios de programas sociais chegou a 20,5% da renda total.

“Isso mostra a importância das transferências de renda para a composição da renda dos domicílios das pessoas extremamente pobres e a maior influência do mercado de trabalho na composição da renda da população pobre”, afirma Simões.

Na população total, a distribuição de rendimentos por fonte ficou em 74,5% para trabalho, 18,1% para aposentadoria e pensão, 3% para benefícios de programas sociais e 4,4% para outras fontes de renda.

Fonte: r7

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Economia

Haddad diz que PIB ‘surpreendeu positivamente’ e espera crescimento de 3% para 2023

por Redação 5 de dezembro de 2023

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (5), que o crescimento da economia brasileira no terceiro trimestre “surpreendeu positivamente” e que o governo espera fechar o ano com um crescimento de mais de 3%. A declaração ocorreu após a divulgação do resultado do PIB (Produto Interno Bruto) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de crescimento de 0,1% no período. A expectativa do mercado era de retração de 0,3%.

O ministro disse que a redução das taxas de juros contribui para que a economia cresça, mas que, para isso, o Banco Central “precisa fazer o trabalho dele”. O Brasil atingiu taxas de juros elevadas em junho, mas houve queda a partir de agosto. No início de novembro, o BC reduziu pela terceira vez seguida a taxa básica de juros, de 12,75% para 12,25% ao ano.

“O PIB surpreendeu positivamente. Ele cresceu, e o mercado estava esperando uma retração. Tivemos um PIB positivo, mas fraco. Com os cortes nas taxas de juros, nós esperamos que nós fechemos o PIB em mais de 3% de crescimento e esperamos um crescimento na faixa de 2,5% no ano que vem”, disse o ministro.

PIB
Dados do IBGE mostram que a economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores. Apesar da desaceleração, o PIB — soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país — está 7,2% acima do nível pré-pandemia, registrado no último trimestre de 2019.

Em valores finais, a economia nacional produziu R$ 2,741 trilhões entre julho e setembro, desempenho 3,2% melhor na comparação com o mesmo período do ano passado, mostra o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais (SCNT). Segundo o IBGE, os setores agrícola e de investimentos foram os que tiveram mais quedas.

Nesta terça-feira, o governo divulgou uma nota técnica para informar que o resultado do PIB surpreendeu novamente as expectativas do mercado e registrou crescimento acima do previsto. “Comparativamente ao esperado na margem, destacou-se, sobretudo, a menor retração do setor agropecuário e a maior expansão de serviços, beneficiada pela desaceleração menos acentuada do que a inicialmente projetada para comércio e atividades financeiras”, diz um trecho do documento.

“Pela ótica da demanda, as variações verificadas para o consumo das famílias também surpreenderam para cima. A desaceleração do PIB na margem, de 1% no segundo trimestre de 2023 para 0,1% no no terceiro trimestre, é explicada tanto pelo menor dinamismo de atividades mais cíclicas como pela retração do setor agropecuário, menos cíclico”, prossegue a nota.

Fonte: r7

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