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Economia

Emprego

General Motors inicia programa de demissão voluntária em fábrica de SP com meta de 830 adesões

por Redação 1 de dezembro de 2023

A General Motors pretende conseguir 830 adesões a um PDV (Programa de Demissão Voluntária) aberto na fábrica da companhia em São José dos Campos (SP), anunciou o sindicato local nesta sexta-feira (1º).

“O PDV é uma alternativa às demissões realizadas em outubro pela GM e que foram canceladas pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região e Tribunal Superior do Trabalho (TST)”, afirmou o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região em comunicado à imprensa.

O PDV foi aprovado em negociações da empresa com o sindicato, afirmou a entidade, e acontece em um momento em que a GM enfrenta forte aumento de custos na América do Norte, onde o sindicato UAW conseguiu reajustes de dois dígitos para os trabalhadores da empresa.

Nesta semana, a GM anunciou que o acordo com a UAW, após dias de greve em importantes fábricas da companhia na região, vai gerar custos adicionais de US$ 9,3 bilhões à companhia até 2028.

Copyright © Thomson Reuters.

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Brasil

Acionistas alteram estatuto da Petrobras para facilitar indicações políticas

por Redação 1 de dezembro de 2023

Assembleia extraordinária de acionistas da Petrobras aprovou nesta quinta-feira (30) mudança no estatuto da estatal que, na prática, reduz barreiras a indicações políticas para cargos de alto escalão na estatal.

A alteração foi aprovada por 54,6% dos votos, praticamente todos da União, majoritária no conselho da empresa. Entre os demais acionistas, 31,96% foram contrários e houve 13,06% de abstenção.

Pela decisão, foram suprimidos do artigo 21 do estatuto da Petrobras as vedações previstas pela Lei das Estatais, sancionada em 2016, durante o governo Temer, como medida para evitar o loteamento político das empresas públicas e a repetição dos escândalos de corrupção investigados pela Operação Lava Jato.

O texto atual desse artigo 21 foi incluído no estatuto da Petrobras em 2017. Para sustentar a proposta de mudança, o conselho de administração da estatal disse ter seguido liminar de abril passado, do ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski, que derrubou trechos da Lei das Estatais. O mérito da questão ainda será analisado pelo plenário da Corte.

A alteração, porém, ainda não tem valor legal. É que a assembleia ocorreu um dia após o TCU (Tribunal de Contas da União) barrar, por meio de medida cautelar, mudanças no estatuto que facilitassem indicações de nomes a cargos de alto escalão com indícios de conflito de interesse.

Entre os casos, estão incluídos atuais ou ex-titulares de cargos no governo e dirigentes partidários que tenham participado de campanhas políticas ou ocupado posições de decisão nos três anos anteriores à nomeação. Em razão da medida cautelar, a Petrobras só poderá registrar a alteração aprovada ontem na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro quando o processo for discutido pelo plenário do tribunal.

O TCU apura irregularidades na elaboração da proposta apresentada aos acionistas. Conforme a Corte, a mudança ocorreu “sem que houvesse o concurso de parecer jurídico ou manifestação de área técnica da companhia”.

Nessa reunião do conselho de administração, o próprio presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, se absteve de votar pela mudança. Durante a AGE de ontem, Ivo Timbó, representante da União, fez uma alteração de última hora no texto, incluindo todos os tipos de conflito, tantos os formais como materiais.

Com isso, a expectativa da União é de que o TCU libere a mudança no estatuto. As ações preferenciais da Petrobras subiram 1,02% ontem, cotadas a R$ 35,59. O mercado avaliou a mudança como negativa, mas ela já estaria “precificada”, com a expectativa de que fosse aprovada em razão de a União ter a maioria da AGE.

Fonte: r7

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Brasil

Expectativa de vida do brasileiro sobe de 72,8 para 75,5 anos, mas segue abaixo do nível pré-pandemia

por Redação 29 de novembro de 2023

Após dois anos de queda devido aos impactos da pandemia de Covid-19 na saúde pública, a expectativa de vida ao nascer no Brasil voltou a crescer. A atualização, apresentada nesta quarta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que a longevidade aumentou 2,6 anos, de 72,8 para 75,5 anos, entre 2021 e 2022.

“Espera-se que um recém-nascido no ano de 2022 viva, em média, 75,5 anos, caso este vivencie os níveis de mortalidade, ao longo de sua vida, semelhantes aos que a população apresentou em 2022, em cada idade”, avalia o estudo.

O aumento da expectativa de vida, no entanto, ainda não reverte a redução de 3,4 anos estimada nos dois primeiros anos da crise sanitária que causou mais de 700 mil mortes no Brasil desde 12 de março de 2020.

Tal movimento interrompeu a sequência de aumento da esperança de vida ao nascer apurada entre 2011 e 2019, período em que a estimativa de longevidade mostrada pela Tábua de Mortalidade saltou 2,3%, de 74,5 para 76,2 anos.

Mesmo com uma redução maior, de 69,2 para 72 anos, os homens permanecem com uma expectativa de vida menor do que a das mulheres, que passou de 76,5 para 79 anos. Com as evoluções, a diferença caiu de 7,3 para 7 anos.

“Os óbitos ainda não voltaram ao nível da tendência histórica da década anterior, devido aos efeitos da pandemia de Covid-19, mas já estão diminuindo, e as estimativas de mortalidade sintéticas refletem essa situação”, revela o estudo.

Evolução dos óbitos
O estudo mostra ainda o progresso do número de mortes contabilizadas anualmente em território nacional. Conforme a Tábua de Mortalidade, houve um aumento gradual nos registros do total de óbitos no Brasil ao longo das décadas de 2000 e 2010, passando de menos de 1 milhão de óbitos registrados em 2000 para cerca de 1,349 milhão em 2019.

Em 2020, ano de chegada da pandemia do novo coronavírus, é observado um aumento significativo no número absoluto de óbitos registrados (1,556 milhão). O valor salta 17,7% no ano seguinte e atinge o extremo, de 1,832 milhão de mortes entre janeiro e dezembro.

No ano passado, o valor absoluto de óbitos registrados recuou para 1,542 milhão, mas ainda permanece em níveis elevados em relação à tendência histórica pré-pandemia. O movimento deve persistir nos próximos anos.

“Os próximos anos devem ser marcados pela redução do excedente de óbitos entre os idosos, como reflexo da redução dos óbitos por Covid-19, ao mesmo tempo em que deverá haver aumento nos óbitos em relação ao observado no período que precedeu os anos de pandemia, devido ao envelhecimento populacional”, prevê o IBGE.

Fonte: r7

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Economia

Preço de alimentos volta a subir e puxa alta da prévia da inflação em novembro

por Redação 28 de novembro de 2023

Com a primeira alta dos alimentos e bebidas em cinco meses (+0,82%), a prévia da inflação oficial brasileira voltou a ganhar força ao avançar 0,33% em novembro, ante alta de 0,21% registrada em outubro, segundo dados revelados nesta terça-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a variação, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) acumula alta de 4,84% nos últimos 12 meses, patamar que mantém o indicador acima do teto da meta perseguida pelo governo, de 4,75%. Nos primeiros 11 meses do ano, a alta apurada é de 4,3%.

No mês, oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram alta nos preços. A maior variação, de 0,82%, partiu dos alimentos e bebidas, com alta de 1,06% da alimentação no domicílio, após cinco quedas consecutivas.

Contribuíram para a variação positiva as altas da cebola (30,61%), batata-inglesa (14,01%), arroz (2,60%), frutas (2,53%) e carnes (1,42%). Por outro lado, o preço do feijão-carioca (-4,25%) e o do leite longa vida (-1,91%) caíram.

Já a alimentação fora do domicílio (+0,22%) registrou resultado similar ao de outubro (+0,21%), por conta do subitem refeição (0,22%), que apresentou a mesma variação do mês anterior. No caso do lanche (+0,35%), o preço voltou a subir após queda de 0,11% no mês passado.

Combustíveis
Em combustíveis (-2,11%), houve queda no preço do etanol (-2,49%), da gasolina (-2,25%) e do gás veicular (-0,57%), enquanto o do óleo diesel (1,12%) subiu. As variações limitaram a alta do grupo de transportes (+0,18%).

Ainda na classe de despesas, em razão da gratuidade nos transportes metropolitanos concedida a toda a população de São Paulo (0,65%) nos dias de realização das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), foi registrada a redução de 6,25% nos subitens trem, metrô, ônibus urbano e integração de transporte público.

O subitem passagem aérea manteve a disparada dos últimos meses e subiu 19,03%. O preço do táxi também apresentou alta (2,6%), devido aos reajustes de 20,84% em Porto Alegre (16,67%) e de 6,67% em São Paulo (3,76%).

Despesas domésticas
No grupo habitação (0,20%), o preço da energia elétrica residencial subiu 0,42%, decorrente de reajustes em três áreas de abrangência do índice: de 9,65% em Brasília (6,7%), de 5,91% em Goiânia (7,41%) e de 6,79% em uma das concessionárias pesquisadas em São Paulo (-0,03%).

No caso da alta da taxa de água e esgoto (+0,45%), a motivação partiu do reajuste em duas áreas: de 14,43% em Fortaleza (7,67%), a partir de 29 de outubro, e de 6,75% em Salvador (2,23%), a partir de 25 de setembro.

O gás encanado (0,13%) também apresentou alta por conta do reajuste de 0,92% no Rio de Janeiro (0,42%) a partir de 1º de novembro. Quanto aos índices regionais, nove áreas tiveram alta em novembro.

Fonte: r7

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Economia

Patrões têm uma semana para depositar primeira parcela do 13º aos funcionários

por Redação 23 de novembro de 2023

Os empregadores precisam depositar a primeira parcela do 13º salário aos trabalhadores até a próxima quinta-feira (30 de novembro). A segunda parte da gratificação deve ser desembolsada até 20 de dezembro.

Neste ano, o pagamento vai beneficiar cerca de 87,7 milhões de brasileiros, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Com o valor médio de R$ 3.057, a remuneração extra tem potencial de injetar R$ 291 bilhões na economia.

No pagamento inicial, o montante a ser recebido pelos profissionais é maior que o de dezembro. Isso acontece porque a primeira parcela representa um adiantamento. Já no segundo pagamento, são descontados os gastos previdenciários e do Imposto de Renda.

Instituída pela lei nº 4.749, de 1965, a gratificação natalina beneficia todos os profissionais que atuam com carteira assinada, incluindo funcionários domésticos, urbanos e rurais. Os patrões que não realizarem os pagamentos podem ser penalizados com uma multa no valor de R$ 170,16 por funcionário.

Caso o 13º salário não seja recebido devidamente, Richard Domingos, diretor-executivo da Confirp Contabilidade, orienta que o primeiro passo é procurar o setor de recursos humanos ou financeiro da empresa para notificá-lo do problema.

“Caso esses setores não resolvam, o que pode ser feito é uma denúncia do empregador ao Ministério do Trabalho ou ao sindicato de sua categoria, em caso de sindicalização. Por fim, a última medida é entrar com ação individual ou coletiva na Justiça do Trabalho cobrando a dívida”, diz Domingos.

Quanto vou receber?
Para saber que valor o trabalhador vai receber, basta dividir o salário por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados, levando em conta o período de janeiro a dezembro do ano vigente.

Caso tenha trabalhado o ano inteiro na empresa, o valor do 13º integral deverá ser igual à remuneração mensal do mês de dezembro. Se houver mudança de remuneração durante o ano, o cálculo deve ser feito com base no salário de dezembro.

A primeira parcela, a ser liberada até a próxima quinta-feira (30), corresponde a, no mínimo, 50% do valor do benefício. Embora não exista previsão legal, também é possível que o patrão efetue o pagamento do 13º salário em parcela única, desde que seja até o dia 30 de novembro.

Fonte: r7

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Brasil

‘Metade do dobro’? Preços não encarecem antes da Black Friday 2023

por Redação 22 de novembro de 2023

É normal ouvir reclamações de que o comércio brasileiro encarece os produtos pouco antes da Black Friday, marcada neste ano para sexta-feira (24). É o que se chama popularmente de “metade do dobro” Mas, em 2023, os preços não tiveram forte alta nas semanas anteriores à data. É o que mostra levantamento da plataforma Buscapé.

Das sete categorias de produtos pesquisados, quatro apresentaram quedas da variação semanal de mediana dos preços. E nas que apresentaram expansão, as promoções ofertadas na Black Friday podem ainda assim terem descontos reais.

Por exemplo, no aparelho de ar-condicionado. A variação da mediana foi de 5,10%. Ela saltou de R$ 1.693 na semana iniciada em 1º de outubro para R$ 1.783 na semana terminada em 11 de novembro.

Ou seja, se a promoção desses itens no pós-Black Friday for de 20%, o desconto terá sido real, e não a “metade do dobro”. Isso acontece mesmo para produtos que tiveram aumento semanal de 11,46%, que ocorreu com as geladeiras.

Ainda, vale mencionar que na categoria das lavadoras de roupa, por exemplo, as medianas até ficaram 8,17% mais baixas.

Promoção “tremenda”
Maurício Cascão, presidente-executivo da Mosaico e um dos responsáveis pela pesquisa, acredita que neste ano está havendo uma “recomposição de preços modesta” por conta da inflação. De janeiro a outubro, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumula alta de 3,75%. Nos últimos 12 meses, a expansão foi de 4,82%.

Mesmo assim, Maurício espera uma queda na mediana dos preços na semana da Black Friday.

“Não vai ser uma queda de 30%, 40%, sabe? O que não impede que determinado produto fique tremendamente promocionado”, afirma.

Fonte: r7

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Economia

Entidades lançam campanha em defesa do parcelamento sem juros no cartão de crédito

por Redação 21 de novembro de 2023

Entidades do setor varejista e representantes de pequenos comerciantes vão lançar, nesta terça-feira (21), o manifesto “Parcelo Sim!”, em defesa do parcelamento sem juros em compras no cartão de crédito. Ao menos 11 associações integram o grupo, entre elas a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (Fecomércio-SP) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

As entidades afirmam que a modalidade é usada por 75% da população e por 90% dos varejistas. Caso o modelo seja taxado, 42% dos brasileiros vão reduzir os gastos pela metade. “O movimento é apartidário, mas pretende sensibilizar autoridades políticas do Executivo e do Legislativo a evitar que a população economicamente ativa e os varejistas sejam vilipendiados pelos grandes bancos”, escreveram as entidades em manifesto.

O “Parcelo Sim!” é integrado, além da Fecomércio e do Sebrae, por:

  • Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad);
  • Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel);
  • Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings (Ablos);
  • Associação Brasileira de Academias (Acad);
  • Associação de Lojistas do Brás (Alobras);
  • Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL);
  • Parcele na Hora;
  • Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste); e
  • União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências (Univinco).

Para o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci Júnior, o meio é essencial para a economia, comércio e famílias de baixa renda. “Imagine não poder contar com a modalidade em situações emergenciais. O movimento é propositivo, com a reunião de mais de dez entidades. Queremos informar a população sobre as consequências nefastas que uma mudança nesse produto, que é o campeão de preferência do consumidor, pode provocar. É muito importante que todos participem do abaixo-assinado, para juntos vencermos essa batalha”, explica.

O presidente nacional do Sebrae, Décio Lima, tem opinião parecida. “O parcelado sem juros é bom para quem compra e é bom para quem vende. A maioria dos empreendedores usa essa modalidade para ganhar fôlego no capital de giro. Para a população mais pobre, que precisa comprar comida, remédio ou eletrodomésticos, é uma ferramenta de crédito insubstituível por ser a única sem juros no país. Por tudo isso, estamos juntos na campanha em defesa do parcelamento sem juros. Vamos mobilizar a população para participar do abaixo-assinado em defesa desse direito. Ninguém vai mexer no parcelado”, afirma.

O diretor de Relações Institucionais e Mídia da Proteste, Henrique Lian, destaca que os consumidores são a parte mais sensível do processo. “A tentativa dos grandes bancos em eliminar ou limitar o parcelamento sem juros é uma estratégia de compensação pela redução das taxas exorbitantes do crédito rotativo e uma busca desesperada de recuperar vantagens competitivas frente às fintechs. Em vez de disputarem a preferência dos consumidores, desejam apenas manter sua lucratividade. Lembro, contudo, que o Estado (Congresso e Conselho Monetário Nacional) tem obrigação constitucional de defender os consumidores que são os mais vulneráveis agentes de mercado. E estes, que sempre acabam pagando a conta, nunca são suficientemente ouvidos e considerados”, defende.

Entenda
A possibilidade de limitar essa forma de pagamento foi mencionada pela primeira vez pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em audiência no Senado em agosto. Desde então, diversas entidades têm criticado a ideia, como a Associação Brasileira de Internet (Abranet). Segundo a instituição, “as compras parceladas são o motor do consumo no Brasil [50% do volume de cartões, que atinge R$ 1 trilhão ao ano, o equivalente a 10% do PIB]”.

Além disso, a associação de consumidores Proteste enviou uma nota ao presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em que criticava o fim do parcelamento sem juros.

“A entidade esclarece que o parcelamento sem juros no cartão de crédito substituiu, com mais segurança, o sistema de crediário. O parcelamento sem juros é uma modalidade que, na prática, veio substituir o tradicional crediário, no qual as operações de compras a prazo se davam diretamente no estabelecimento varejista escolhido pelo consumidor para as suas compras”, diz o texto.

Em meio ao debate, o governo federal e o Banco Central discutem formas de desestimular as compras parceladas sem juros. Essas operações são consideradas pelas instituições financeiras como a raiz do problema e uma espécie de subsídio cruzado. Na mesa, está a adoção de um modelo de parcelamento que leve em consideração o tipo de bem a ser adquirido e o prazo da operação.

A diferenciação por linha de produto ocorreria da seguinte maneira: um bem durável, como uma geladeira, poderia ser vendido em um número maior de parcelas. Já um semidurável, como uma roupa, seria comercializado com um prazo menor.

O prazo da operação teria influência na taxa de juros. O modelo funcionaria como uma “escadinha”, ou seja, quanto maior o número de parcelas, maior o juro pago pelo consumidor. Se o cliente parcelar a compra no cartão em dez vezes, por exemplo, pagará uma determinada taxa. Se o número de parcelas for menor, a taxa cai. Isso se daria dentro da lógica do mercado e da competição entre as instituições financeiras, sem nenhum tipo de tabelamento.

Essas discussões ocorrem em paralelo à provável extinção do crédito rotativo do cartão, que é acionado toda vez que o consumidor paga apenas uma parte da fatura até a data de vencimento. A linha tem juros médios de 437% ao ano e inadimplência de 49%, segundo os dados de junho.

Com o fim desse tipo de financiamento, o cliente inadimplente seria direcionado, automaticamente, a um sistema de parcelamento com taxas mais acessíveis.

Fontes do governo, porém, têm dúvidas em relação aos reais efeitos do fim do rotativo, medida que foi anunciada por Campos Neto. A desconfiança é que a extinção da linha não leve a uma efetiva redução dos juros por parte das instituições financeiras.

A questão de fundo, segundo essas pessoas, é o poder de mercado dos grandes bancos, que continuam a dominar o segmento de cartões, apesar do recente aumento da concorrência.

Um arranjo final para essa questão ainda depende de negociações com o varejo, que rejeita, por exemplo, a possibilidade de diferenciação de prazos por tipo de mercadoria. “Existem lojas de construção que vendem eletrodomésticos e itens de decoração. Ou supermercados que vendem linha branca. Não é operacional fazer essa segmentação por linha de produto”, diz Jorge Gonçalves Filho, presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV).

Em relação ao parcelamento com juros, que poderia ganhar fôlego nesse novo desenho, a expectativa do comércio é que sejam criadas novas formas de financiamento. “Se vai limitar o parcelado sem juros, precisaremos de um crediário [parcelado com juros] mais agressivo, com taxas menores e prazos maiores”, diz Gonçalves Filho.

Fonte: r7

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Economia

Quase 700 mil empregos deixariam de ser gerados sem a desoneração da folha, diz estudo

por Redação 21 de novembro de 2023

Um estudo feito neste ano pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) mostra que 676.553 mil empregos deixariam de ser gerados caso não houvesse a desoneração da folha de pagamento entre 2018 e 2022. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido pressionado pelos 17 setores da economia e por entidades de trabalhadores para sancionar o projeto que prorroga a medida fiscal até 2027. O prazo para sanção ou veto vai até esta quinta-feira (23).

Recentemente, quase 30 representações patronais assinaram um ofício que foi encaminhado ao presidente da República a fim de expor “com maior profundidade os elementos que fundamentam a necessária sanção da medida”. Essas áreas, que geram 9,24 milhões de empregos formais diretos no Brasil, argumentam que a política é essencial para a preservação dos postos de trabalho.

Com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os representantes observam que, em termos de evolução da empregabilidade, os setores desonerados contrataram mais de 1,2 milhão de novos trabalhadores entre 2018 e 2022, o que corresponde a cerca de 15,5% de crescimento. Por outro lado, os setores reonerados contrataram pouco mais de 400 mil novos trabalhadores, o que representa 6,8% de crescimento.

O que é?
A desoneração substitui a contribuição previdenciária patronal, de 20% sobre a folha de salários, por alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta. Na prática, esse mecanismo reduz os encargos trabalhistas dos setores desonerados e, assim, estimula a contratação de pessoas em empregos formais diretos.

O objetivo da desoneração é aliviar parcialmente a carga tributária. A medida está em vigor desde 2011, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Quando a concessão entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) até 2023.

Agora, o Congresso Nacional aprovou o projeto de lei que prevê a manutenção do regime fiscal até 2027. No entanto, a proposta está nas mãos de Lula, que pode sancioná-la ou vetá-la. Para isso, as áreas técnicas dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços prepararam manifestações em torno do tema, que vão subsidiar a posição do petista.

Quais são os setores?

  • Confecção e vestuário
  • Calçados
  • Construção civil
  • Call center
  • Comunicação
  • Construção e obras de infraestrutura
  • Couro
  • Fabricação de veículos e carroçarias
  • Máquinas e equipamentos
  • Proteína animal
  • Têxtil
  • Tecnologia da informação
  • Tecnologia da informação e comunicação
  • Projeto de circuitos integrados
  • Transporte metroferroviário de passageiros
  • Transporte rodoviário coletivo
  • Transporte rodoviário de cargas
  • Empregos e salários

Fonte: r7

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Economia

Economia recua em setembro e fecha o 3º trimestre com queda de 0,64%, mostra prévia do PIB

por Redação 17 de novembro de 2023

Depois de encolher em agosto, a economia brasileira recuou 0,06% em setembro e encerrou o terceiro trimestre com queda de 0,64%, de acordo com dados publicados nesta sexta-feira (17) pelo BC (Banco Central).

A variação do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), conhecido por antecipar o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) — soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país —, confirma a desaceleração do crescimento da economia nacional.

A alta faz o indicador figurar em 146,42 pontos na série dessazonalizada (livre de influências) em setembro, ante os 146,51 pontos apurados no mês anterior. Com a oscilação, o IBC-Br figura no menor nível desde maio (146,74 pontos), mas ainda acumula aumento de 2,77% neste ano e de 2,5% nos últimos 12 meses.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o resultado para setembro representa alta de 0,32%. Já em relação ao terceiro trimestre de 2022, o desempenho econômico é 0,78% melhor do que o do mesmo período deste ano.

Os dados do IBC-Br são coletados de uma base similar à do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), órgão responsável pelo indicador oficial sobre o crescimento econômico. A evolução oficial do desempenho da economia entre julho e setembro tem divulgação prevista para o dia 5 de dezembro.

No segundo trimestre, quando a economia brasileira surpreendeu ao crescer 0,9% na comparação com os três meses anteriores, a prévia do BC mostrava um avanço de 0,43% da atividade econômica no mesmo período.

Segundo as projeções mais recentes dos analistas financeiros, o Brasil vai fechar 2023 com um crescimento econômico de 2,89%, alta guiada pelo desempenho positivo do agronegócio nos primeiros meses do ano. Para o segundo semestre e o próximo ano, as previsões sinalizam uma desaceleração.

Fonte: r7

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Economia

Seis em cada dez dívidas no cartão de crédito são de compras em supermercados

por Redação 16 de novembro de 2023

A maioria das dívidas de cartão de crédito entre os brasileiros (59%) é originada nas compras realizadas em supermercados, mostra a pesquisa “Perfil e comportamento do endividamento brasileiro 2023”, divulgada pelo Serasa.

Na sequência, o levantamento mostra que o segundo maior responsável pelo endividamento com cartão são as compras de produtos como roupas, calçados e eletrodomésticos, que representam 46% das dívidas, e, em seguida, gastos com remédios e tratamentos médicos, com 37%.

As dívidas de cartão de crédito impactam 55% dos brasileiros endividados em 2023, valor 2 pontos percentuais acima do registrado em 2021 e 2022. Nos anos anteriores à pandemia, no entanto, esse índice era ainda maior, de 76% em 2018 e 71% em 2019. Segundo a Serasa, a evolução evidencia que “a volta da rotina fora de casa levou a uma aceleração de gastos com cartão de crédito”.

O estudo também mostrou que o brasileiro continua com esperança de honrar suas dívidas, apesar das dificuldades econômicas. Conforme o estudo, esse Índice de Esperança dos Endividados cresceu 4 pontos percentuais em relação ao do ano passado.

A pesquisa, realizada em parceria com o Instituto Opinion Box, ouviu em outubro 11.541 pessoas maiores de 18 anos de todas as regiões do país, com 52% de homens e 48% de mulheres.

Fonte: r7

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