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ESTADOS UNIDOS

Brasil

Brasil voltará a exigir visto para cidadãos dos EUA, Japão, Canadá e Austrália, com taxa 102% mais cara

por Redação 11 de janeiro de 2024

A partir de 10 de abril, o visto para a entrada no Brasil de cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão vai custar US$ 80,90 (cerca de R$ 400), segundo o Ministério das Relações Exteriores. Até 2019, ano em que a exigência para essas nacionalidades foi suspensa, o documento custava US$ 40 (cerca de R$ 200), como informou a pasta ao R7. O novo valor representa aumento de 102,25%.

A quantia que o Brasil cobra para receber os estrangeiros é menor do que os custos determinados por Canadá e EUA para a visita de brasileiros. Confira:

  • Visto dos EUA para brasileiros: US$ 185, cerca de R$ 900
  • Visto do Canadá para brasileiros: C$ 100, cerca de R$ 365
  • Visto do Japão para brasileiros (viagens acima de 90 dias de duração): R$ 111
  • Visto da Austrália para brasileiros: AU$ 20, cerca de R$ 65

Números da Polícia Federal, do Ministério do Turismo e da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) mostram que mais de 750 mil visitantes dessas nacionalidades vieram ao Brasil em 2023. Foram 593.246 visitantes dos Estados Unidos, a segunda maior quantidade no ano, atrás apenas da Argentina, com 1,7 milhão. O Canadá é o 15º na lista de turistas, com 75.952. A Austrália está em 18º, com 42.068 visitantes, e o Japão, com 38.826 viajantes, em 20º lugar.

Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adiou, pela segunda vez, a volta da exigência de visto para a entrada no Brasil de cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão.

O documento deixou de ser obrigatório para visitantes dessas nacionalidades em junho de 2019 por determinação do então presidente Jair Bolsonaro (PL). A primeira publicação do petista para reverter a decisão de Bolsonaro começaria a valer em outubro do ano passado, mas foi adiada para 10 de janeiro deste ano.

A justificativa do governo para mudar a data foi para não atrapalhar o setor de turismo, que aponta a necessidade de maior prazo para a emissão antes da cobrança dos vistos, em período de alta temporada de viagens.

A decisão de Bolsonaro vale de forma unilateral, ou seja, os brasileiros que desejam visitar os países em questão seguem com a necessidade de apresentar o visto de entrada. Em maio do ano passado, porém, quando esteve no Japão, Lula fez acordo com o país para liberação do documento para visitas curtas, de até 90 dias, tanto para os brasileiros em viagem ao Japão quanto para japoneses de passagem pelo Brasil.

Política da reciprocidade
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A política de reciprocidade é um mecanismo da diplomacia brasileira. Segundo o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, no governo anterior, foi suspensa a obrigatoriedade de americanos, canadenses, australianos e japoneses. “A medida foi dada de graça. Sem reciprocidade. Brasileiros continuaram precisando de visto para viajar para esses países”, relembrou. “Chamamos esses países para negociar. O Japão aceitou e negociamos. Os outros alegaram que não era possível pela legislação de cada um deles”, acrescentou.

Fonte: r7

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Mundo

Secretário de Estado dos EUA fala com chanceler brasileiro sobre disputa entre Venezuela e Guiana

por Redação 15 de dezembro de 2023

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony J. Blinken, para tratar do conflito entre Venezuela e Guiana em torno do território de Essequibo. A conversa ocorreu na quarta-feira (13). Segundo o governo americano, Blinken agradeceu ao Brasil pela liderança diplomática na busca de uma resolução pacífica da disputa entre os dois países.

O secretário de Estado informou a posição dos Estados Unidos de que a fronteira terrestre deve ser respeitada, a menos que, ou até que, as partes cheguem a um novo acordo ou um órgão legal competente decida de outra forma.

Vieira e Blinken discutiram o apoio à missão de segurança multinacional no Haiti, e o secretário americano convidou o chanceler brasileiro a se juntar aos Estados Unidos para condenar os ataques recentes do grupo Houthi, no Iêmen. Não há resposta do ministro do Itamaraty sobre esse último caso, segundo comunicado da Casa Branca.

Nesta semana, o ditador Nicolás Maduro e o presidente da Guiana, Irfaan Ali, se reuniram em meio às crescentes tensões na resolução da controvérsia sobre Essequibo, uma região entre os dois países rica em petróleo e outros recursos naturais. O encontro entre os dois líderes foi promovido pela Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) e pela Caricom (Comunidade do Caribe).

Lula foi convidado para participar da reunião, mas enviou em seu lugar o assessor especial da Presidência da República, Celso Amorim. O governo brasileiro defende a ideia de que o conflito seja solucionado via diplomática, sem armas. O ministro da Defesa garantiu que o país não vai permitir o uso do território de Roraima para eventual ação dos venezuelanos.

“Venho aqui para buscar, pela única via possível, a via do diálogo e da negociação, soluções efetivas”, disse Maduro antes do encontro. “Trago os fatos comigo”, afirmou por sua vez o presidente da Guiana. Como o R7 mostrou, a reunião é marcada por posições antagônicas sobre a pauta do encontro.

Maduro considera que a reunião com Ali é “uma grande conquista para abordar de maneira direta a controvérsia territorial” e afirma que tem o apoio dos venezuelanos após o referendo de 3 de dezembro, que aprovou a criação de um novo estado no território do país vizinho.

O presidente da Guiana, por outro lado, nega que a disputa territorial esteja na agenda e insiste em sua posição de que a questão deve ser resolvida na CIJ (Corte Internacional de Justiça), que não tem jurisdição reconhecida pelo governo venezuelano. A Guiana levou o caso ao Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) e anunciou contatos com “aliados”, como os Estados Unidos, que organizaram exercícios militares em Essequibo.

Fonte: r7

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Mundo

Fattah 2: Irã revela míssil hipersônico que pode escapar de radares e carregar ogiva nuclear

por Redação 21 de novembro de 2023

O governo do Irã revelou, neste domingo (19), o míssil hipersônico Fattah 2, produzido pela Força Aeroespacial do Corpo da Guarda da Revolução Islâmica (IRGC), divisão de pesquisa da Força Aérea Iraniana.

O míssil foi exibido durante uma exposição realizada na Universidade de Ciência e Tecnologia Aeroespacial de Ashura, na qual foram apresentados os últimos avanços na tecnologia aeroespacial do Irã.

Segundo a Irna (agência de notícias oficial do Irã), o Fattah 2 é um míssil teleguiado de última geração, classificado como arma hipersônica. O Irã é um dos quatro países no mundo capazes de fabricar esse tipo de arma.

O governo iraniano é um dos apoiadores políticos e financeiros do Hamas, grupo terrorista palestino que deflagrou um novo conflito na região em 7 de outubro, quando invadiu Israel e matou 1.200 pessoas, além de sequestrar outras 240, que hoje se encontram mantidas em cativeiro na Faixa de Gaza.

O que é um míssil hipersônico?
Um míssil hipersônico é um tipo de míssil capaz de viajar a velocidades extremamente altas, geralmente definidas como Mach 5 ou mais, o que significa cinco vezes a velocidade do som ou mais rápido. Essa velocidade excepcionalmente alta torna os mísseis hipersônicos muito difíceis de ser detectados e interceptados pelos sistemas de defesa atuais.

Esses mísseis podem ser projetados para transportar ogivas convencionais ou nucleares e ser lançados a partir de aviões, navios, submarinos ou de bases terrestres. A combinação de sua velocidade extremamente alta, capacidade de manobra e trajetórias de voo variáveis ​​os torna uma ameaça significativa em conflitos modernos.

Além de seu uso militar, a tecnologia hipersônica também tem potenciais aplicações civis, como em sistemas de transporte rápido e na exploração espacial. No entanto, o desenvolvimento e o uso desses mísseis também levantam questões de segurança e estabilidade global, dadas as dificuldades em controlar tais armas e se defender delas.

Fonte: r7

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Mundo

Quem é o traficante de armas dos EUA que faz fortuna na Ucrânia desafiando leis internacionais

por Redação 27 de setembro de 2023

Em uma tarde do mês passado, cerca de meia dúzia de indivíduos se reuniu em um dos hotéis mais luxuosos de Kiev, na Ucrânia, para tomar uns drinques e discutir um negócio lucrativo: fornecer armamentos às tropas ucranianas.

O grupo incluía militares ucranianos e funcionários do governo, sempre em busca de projéteis explosivos para atacar os soldados russos invasores. O anfitrião da reunião era um extravagante traficante de armas da Flórida chamado Marc Morales, que falava de seu novo iate de dez milhões de dólares, o “Trigger Happy”, e da busca por alguém para gerenciar o portfólio de nove dígitos de sua empresa.

Ali estava também um indivíduo corpulento e barbudo, atuando como intermediário entre compradores e vendedores: Vladimir Koyfman, sargento-chefe do exército ucraniano a quem Morales paga para organizar encontros com seus contatos no governo. Esse arranjo peculiar, segundo especialistas jurídicos, testa os limites de conformidade com as leis de corrupção dos EUA e da Ucrânia, que proíbem pagamentos a funcionários públicos.

A reunião, cujos detalhes foram relatados por duas pessoas presentes, forneceu um vislumbre de um aspecto discreto da estratégia de guerra do governo Biden. Este forneceu à Ucrânia mais de US$ 40 bilhões em ajuda militar, incluindo armas de alta tecnologia como foguetes Himars e mísseis Patriot.

Mas o Pentágono também depende de maneira significativa de traficantes de armas menos conhecidos, como Morales. Esses intermediários possuem as conexões necessárias para adquirir munição, muitas vezes de qualidade inferior ou de calibre soviético, de diversas fontes globais.

Eles operam em um comércio de armas notoriamente obscuro e restrito, um setor que se tornou ainda mais opaco quando a Ucrânia revogou anos de regulamentações anticorrupção. Consequentemente, traficantes de armas têm inundado o país, aproveitando os bilhões de dólares em assistência externa.

Morales se destaca como um dos principais fornecedores de armas para a Ucrânia. Sua empresa recebeu cerca de US$ 1 bilhão em contratos do Pentágono, com foco principal na compra de munição. Registros indicam que ele também construiu um negócio paralelo, com vendas diretas aos ucranianos avaliadas em aproximadamente US$ 200 milhões.

Além de contar com os serviços de Koyfman, Morales também contratou um experiente consultor do ministro da Defesa da Ucrânia, demitido recentemente em consequência de suspeitas de corrupção e má administração. E a empresa de Morales está sendo investigada pelas autoridades anticorrupção ucranianas por causa de irregularidades em um acordo comercial, segundo autoridades do governo.

Esses acordos com Morales evocam uma época passada na Ucrânia, quando negociantes de armas estabeleciam relações confortáveis com oficiais militares, contratos eram mantidos em sigilo e intermediários de armas frequentemente se viam no centro de investigações. Há mais de uma década, os Estados Unidos têm instado os líderes ucranianos a reformar esse sistema.

Escolha improvável
Morales, de 51 anos, parecia uma escolha improvável para ser um dos traficantes de armas contratados pelo Pentágono.

O Departamento de Justiça o indiciou em 2009 por conspiração e lavagem de dinheiro, depois de ter sido flagrado em uma gravação discutindo métodos de pagamento de suborno a autoridades estrangeiras.

No entanto, a guerra alterou as considerações tanto para os ucranianos quanto para os americanos. O governo Biden, que busca fornecer apoio militar à Ucrânia mas reluta em enviar tropas, vê a necessidade de indivíduos como Morales, que demonstrou, no Afeganistão e na Síria, a capacidade de manter um regime consistente de aquisição e entrega de armamentos.

Enquanto isso, as autoridades ucranianas, com a sobrevivência nacional em jogo, estão acolhendo traficantes de armas locais que, antes do conflito com a Rússia, haviam sido largamente excluídos.

No início da guerra, em fevereiro de 2022, o governo relaxou muitas regulamentações de transparência e compras públicas, permitindo a participação de intermediários privados na competição com compradores governamentais.

Agora, depois da demissão do ministro da Defesa, Oleksii Reznikov, as autoridades ucranianas estão questionando publicamente essa estratégia de aquisição de armas a qualquer custo.

Morales não concordou em dar entrevista. Bryan Van Brunt, o consultor jurídico geral da empresa de Morales, a Global Ordnance, declarou que a empresa está agindo em conformidade com a lei. Em um e-mail, ele escreveu: “Ao contrário do que se vê nos filmes, o sucesso a longo prazo depende de conhecer, respeitar plenamente e seguir as regras de todos os países envolvidos.”

Futuro promissor
A carreira de Morales no setor de armamentos quase chegou ao fim depois que sua acusação foi revelada em 2010. Segundo os promotores, um informante o gravou durante uma emboscada discutindo um suposto negócio de armas que envolvia subornos a um funcionário do Gabão, país da África Ocidental.

Ele deixou o setor e, durante cerca de dois anos, vendeu produtos como chaise longues para a empresa de móveis de ambientes externos de seu sogro. “Ele reservou um tempo para refletir sobre sua vida, seu relacionamento com a esposa e a família, e também com Deus”, disse Van Brunt.

Em 2012, o caso federal contra Morales foi arquivado por várias questões, incluindo a forma como o FBI lidou com seu informante. Um juiz repreendeu o Departamento de Justiça.

Um ano depois, Morales estabeleceu a Global Ordnance como uma empresa de consultoria em negócios de armas, aproveitando mais de uma década de experiência na área. Adquiriu uma empreiteira de defesa e começou a fornecer armas ao Pentágono, destinadas a ser usadas contra grupos terroristas como o Estado Islâmico.

Sua rede, que abrangia os Estados Unidos, a Europa Oriental e o Oriente Médio, mostrou-se confiável, levando o Pentágono a se tornar seu maior cliente. A Global Ordnance ganhou mais de US$ 78 milhões em contratos de defesa de 2016 a 2019, segundo registros públicos.

Semanas antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, o Pentágono concedeu à Global Ordnance um contrato de cinco anos no valor de até US$ 750 milhões para auxiliar no fornecimento de armas aos aliados dos EUA. Essa medida acabou se tornando um meio para o apoio militar à Ucrânia, arrecadando centenas de milhões de dólares adicionais.

O Pentágono se recusou a comentar os contratos da Global Ordnance.

A grande oportunidade de Morales na Ucrânia surgiu no início da guerra. Ele tinha um estoque significativo de munições na Bulgária, originalmente adquirido pelo Pentágono para uso no Afeganistão. O Pentágono aprovou seu envio para a Ucrânia em janeiro de 2022, e coube à Global Ordnance a tarefa de transportá-lo até lá.

Esse envolvimento tornou Morales uma figura de valor inestimável nos primeiros estágios do conflito e estreitou seus laços com as autoridades ucranianas.

Morales vislumbra um futuro promissor na Ucrânia. Durante a reunião no bar da cobertura do mês passado, a conversa girou em torno dos “grandes contratos que estavam prestes a ser concedidos”, revelou Van Brunt. As autoridades questionaram se a empresa estava preparada para lidar com esses novos e significativos negócios. Morales lhes garantiu que sim.

Fonte: r7

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MundoSegurança

Brasileiro foragido nos EUA troca tiros após roubar rifle de uma casa

por Redação 12 de setembro de 2023

A polícia do condado de Chester, no estado americano da Pensilvânia, informou nesta terça-feira (12) que Danilo Cavalcante está armado com um rifle calibre 22 e trocou tiros com um morador na noite de segunda-feira (11).

Segundo a polícia estadual, o brasileiro invadiu a garagem de uma casa e roubou a arma que estava guardada no local. O morador tinha uma pistola, e os dois trocaram diversos disparos.

Cavalcante também roubou um par de botas e roupas de outras casas da região.

O brasileiro está foragido desde o dia 31 de agosto, quando conseguiu escalar as paredes do presídio em que estava e escapar.

Uma grande operação está sendo realizada para localizá-lo. A polícia classifica o foragido de “extremamente perigoso”. Ele foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato da namorada, em 2021.

As autoridades americanas estão oferecendo US$ 25 mil, cerca de R$ 125 mil, de recompensa a quem fornecer informações que levem à captura de Cavalcante.

A população local foi orientada a trancar as portas de casa e ligar para a polícia caso encontre o suspeito ou perceba alguma situação de risco.

Fonte: r7

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Segurança

Brasil produz e exporta bombas de fragmentação, proibidas em 120 países

por Redação 14 de julho de 2023

As bombas de fragmentação, ou cluster, modelo que passou a ser enviado pelos Estados Unidos à Ucrânia para uso na guerra contra a Rússia, são proibidas em 120 países, mas não no Brasil, onde são produzidas e exportadas para outras regiões de conflito. Não há informação de que as bombas brasileiras vão ser mandadas à Ucrânia (leia mais abaixo).

Esse tipo de armamento é considerado uma violação do direito internacional dos conflitos armados devido ao grande risco que apresenta para civis, sem diferenciá-los de alvos combatentes. Isso ocorre porque são dezenas ou centenas de submunições guardadas em contêiner e lançadas de forma que ficam à mercê dos ventos e condições de climáticas, atingindo uma ampla área.

Além disso, esses explosivos podem falhar durante o lançamento e acabar ficando armazenados no local, o que pode deixá-los expostos por décadas após o conflito, até que a área seja descontaminada.

Segundo Cristian Wittmann, professor de direito da Unipampa entrevistado pelo podcast “O Assunto” e integrante do conselho do Ican, organização premiada com o Nobel da Paz em 2017, uma convenção internacional de 2008 proibiu a fabricação e o uso desses armamentos nos países signatários do acordo.

Brasil não assinou acordo de proibição
O Brasil, no entanto, sempre se negou a avançar na discussão sobre a proibição e a assinar o acordo. Hoje, de acordo com Wittman, três empresas brasileiras produzem o explosivo, que já foi vendido para países como Irã, Iraque, Malásia, Arábia Saudita e Zimbábue.

“Desde o começo da negociação [do acordo internacional], o Brasil já tinha perspectiva de negar esse processo de discussão e o tratado em si. Isso se dá principalmente pelo fato de o Brasil ser produtor e exportador dessas armas”, explica Wittman.

Otan avalizou uso de clusters pela Ucrânia
A Otan, principal aliança intergovernamental militar do Ocidente, avalizou o uso das bombas de fragmentação pela Ucrânia. Marcelo Lins, apresentador e comentarista da GloboNews, afirmou em entrevista a “O Assunto” considerar “desconfortável” a posição da Otan diante do uso das “mais covardes armas”.

“Seria natural a busca por solução no diálogo”, afirma Lins. Ao invés disso, as autoridades da aliança do Ocidente investem em uma vitória militar e usam isso como desculpa “para alimentar a máquina de guerra com uma arma tão cruel”.

O jornalista também afirma que “nunca antes a Otan esteve tão unida e tão forte”, resultado da ação de Vladimir Putin de invadir a Ucrânia. Mas questiona também se a organização não deveria ter sido extinta junto com o Pacto de Varsóvia, ao fim da Guerra Fria.

Fonte: G1

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Mundo

Tiroteio nos EUA deixa mortos e dezenas de feridos na madrugada deste domingo (2)

por Redação 2 de julho de 2023

Pelo menos duas pessoas morreram e 28 ficaram feridas em um tiroteio na madrugada deste domingo (2), em Baltimore, nos Estados Unidos, informaram as autoridades.

A polícia recebeu várias chamadas sobre um tiroteio por volta de 0h30 do domingo (4h30 no horário de Brasília) na região do Brooklin, na cidade do estado de Maryland, disse o comissário Rich Worley durante uma entrevista coletiva para a imprensa. “Quando os policiais chegaram, identificaram várias vítimas com ferimentos de bala”, disse.

Uma jovem de 18 anos foi encontrada morta no local, nove vítimas foram transportadas para hospitais próximos e outras 20 para hospitais da região, acrescentou. Um homem de 20 anos também foi declarado morto em um hospital local, pouco tempo depois.

Entre os que estão internados, há três vítimas em estado grave.

O delegado disse que está tentando identificar um suspeito e determinar o motivo do tiroteio. “É uma tragédia absoluta que não precisava acontecer”, disse o prefeito de Baltimore, Brandon Scott, na coletiva de imprensa.

Os Estados Unidos têm a maior taxa de mortes por armas de fogo de todos os países desenvolvidos, com um número de 20.200 mortes em 2022, segundo a organização Violence Archive.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

Bolsonaro transferiu US$ 135 mil para conta nos EUA por ‘medo’ do governo Lula, dizem advogados

por Redação 16 de maio de 2023

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) transferiu cerca de 135 mil dólares (aproximadamente R$ 660 mil) do Brasil para contas bancárias nos Estados Unidos. De acordo com a defesa, a transferência ocorreu por medo de o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometer erros na condução econômica do país. As informações foram divulgadas em uma entrevista coletiva na noite desta segunda-feira (15), em Brasília.

“Ele acredita que o atual governo não vai conduzir efetivamente a economia. A melhor poupança seria tirar dinheiro do Brasil e levar para os EUA”, afirmou um dos advogados de Bolsonaro, Marcelo Bessa. A conta foi aberta em dezembro de 2022.

A transferência dos valores, segundo a defesa, foi feita com conhecimento do Banco Central. “Foram obedecidos todos os marcos legais. A conta foi devidamente registrada e declarada no Banco Central. Ele mandou quase todos os recursos que tinha em poupança para os EUA”, completou Bessa.

A nova poupança de Bolsonaro foi aberta no Banco do Brasil nos Estados Unidos. De lá para cá, os valores nunca foram movimentados, segundo a defesa do ex-presidente.

Os advogados de Bolsonaro reuniram a imprensa para prestar esclarecimentos sobre os depósitos em dinheiro feitos à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo ex-ajudante de ordens da Presidência Mauro Cid, que está preso desde 3 de maio.

Fonte: r7

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CidadeMundo

Donald Trump se torna o primeiro ex-presidente dos EUA indiciado pela Justiça

por Redação 31 de março de 2023

Um Grande Júri de um tribunal de Nova York indiciou Donald Trump criminalmente por comprar o silêncio de uma atriz de filmes adultos em 2016. Assim, ele se tornou o primeiro presidente ou ex-presidente dos Estados Unidos a responder por acusações criminais.

O empresário, que pretende concorrer novamente à Casa Branca em 2024, foi indiciado pela Justiça por conta do pagamento de US$ 130 mil feito a atriz e diretora de filmes adultos Stormy Daniels.

“Isto é uma perseguição política e uma interferência no nível mais alto da história em uma eleição”, afirmou, em comunicado, o 45º presidente dos Estados Unidos, que acusa os “democratas radicais de esquerda” de “caça às bruxas para destruir o movimento Make America Great Again (Faça a América grande novamente, em tradução livre)”, que ele representa.

O magnata de 76 anos classifica o promotor federal do distrito de Manhattan, Alvin Bragg, responsável pelo caso, de “desgraça” e o acusa de fazer “o trabalho sujo” do presidente Joe Biden, cuja vitória nas eleições de 2020 Trump nunca reconheceu.

Também se manifestou nesse mesmo sentido o filho do empresário Eric Trump, que considera o indiciamento do pai como “uma péssima práxis processual do terceiro mundo” e um “objetivo oportunista contra um oponente político em um ano de campanha”.

“Ninguém está acima da lei”, disse Clark Brewster, advogado de Daniels, que garante ter mantido uma relação extraconjugal com Trump, o que ele sempre negou.

Rumores sobre um possível indiciamento do republicano, que já havia iniciado a campanha para as primárias do partido, circulavam na imprensa desde o início de março.

Contudo, no último dia 18, o candidato conseguiu atrair toda a atenção para si ao afirmar na plataforma Truth Social que seria “detido” na terça-feira (21) e teria que comparecer diante de um juiz três dias depois. Porém, nada disso aconteceu.

A imprensa americana informou na última quarta-feira (29) que o Grande Júri que analisa as provas contra Trump tinha previsto suspender as audiências nas próximas semanas por causa das férias escolares e de outras festividades religiosas, por isso que, antes do fim de abril, não se esperava a decisão que veio à tona nesta quinta-feira.

Fotografia e impressões digitais

O Grande Júri tinha que se pronunciar a favor ou contra o indiciamento do ex-presidente.

Uma vez indiciado, Trump terá de comparecer ao tribunal de Manhattan para que um juiz o notifique sobre a acusação, ficando brevemente “sob custódia” para ser fotografado e passar pela coleta de impressões digitais. Em seguida, teria que se declarar culpado ou inocente das acusações pelas quais foi investigado.

A Justiça nova-iorquina tenta esclarecer se Trump é culpado de declaração falsa, uma infração, ou de violar a lei sobre financiamento eleitoral, um delito penal.

O então advogado de Trump e agora inimigo Michael Cohen, que foi ouvido pelo Grande Júri de Manhattan, contou que ficou encarregado de fazer o pagamento a Daniels em nome do antigo chefe, que depois o reembolsou.

Se o pagamento não tivesse sido devidamente creditado, poderia resultar em um delito menor por falsificação contábil. Contudo, também existe a possibilidade de violação da lei de financiamento da campanha eleitoral, um crime punido com quatro anos de prisão.

Segundo especialistas em direito, não será fácil comprovar essas acusações em um tribunal, por isso não há nenhuma certeza de que o ex-presidente possa ser condenado à prisão.

Uma eventual condenação pela Justiça estadual de Nova York não o impediria de se candidatar legalmente à Presidência dos Estados Unidos, segundo o professor de direito John Coffee. Contudo, isso “teria um efeito estigmatizante”, acrescentou o especialista.

O magnata é alvo de diversas investigações penais, tanto a nível estadual quanto federal, por supostas irregularidades que poderiam ameaçar a nova corrida pela Casa Branca, entre as quais estão as tentativas de reverter a derrota na eleição de 2020 no estado da Geórgia.

Fonte: r7

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MundoSegurança

Homem abre fogo, fere ao menos dois alunos e fecha escola nos EUA

por Redação 20 de março de 2023

A polícia de Arlington, no Texas, nos Estados Unidos, respondeu a um ataque a tiros em uma escola de ensino médio na manhã desta segunda-feira (20).

As informações iniciais mostram que um suspeito abriu fogo em frente ao colégio e atingiu ao menos dois estudantes por volta das 7h30 no horário local (9h30 no horário de Brasília).

Ambos foram atendidos por equipes médicas, mas a situação de saúde deles ainda não foi informada. A escola está fechada, inclusive com professores e alunos trancados dentro do prédio.

No Twitter, a polícia local informou que, “nesta manhã, foi chamada na Lamar High School para investigar uma denúncia de tiroteio que ocorreu do lado de fora das salas de aula. A cena do crime está preservada, e o suspeito de atirar foi preso. A escola está interditada por tempo indeterminado. Nós vamos fornecer mais detalhes quando tivermos novidades”.

Os agentes de segurança pediram que pais, alunos e a comunidade de Arlington mantenham distância da escola enquanto a investigação prossegue.

Quando terminar a inspeção das salas de aula e a interdição do prédio, os estudantes, professores e funcionários serão liberados para voltar para casa ao longo do dia.

Em maio do ano passado, um rapaz invadiu uma escola no Texas e matou 19 crianças e dois adultos, além de ferir dezenas de estudantes. O atentado ocorreu em uma escola primária de Uvalde. O atirador morreu no local, possivelmente após um confronto com a polícia.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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