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Tag:

estupro

Brasil

Daniel Alves não consegue juntar dinheiro da fiança e ficará mais uma noite na cadeia

por Redação 21 de março de 2024

O jogador Daniel Alves, condenado na Espanha a quatro anos e meio pelo crime de estupro, vai passar mais uma noite na cadeia, mesmo após ter sido beneficiado com a liberdade provisória. A defesa dele não depositou a fiança exigida pela Justiça, de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,42 milhões) até as 14h desta quinta-feira (21) — 10h no horário de Brasília.

As informações são dos jornais espanhóis La Vanguardia e Marca. O primeiro acrescenta que fontes próximas à defesa do jogador acreditam que o valor será levantado em breve, no entanto, mesmo que seja pago hoje, ele só poderia ser solto amanhã.

Segundo o Marca, o pagamento do depósito pode ser feito somente de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h, o que significa que, se continuar a ter dificuldades, o atleta passará o fim de semana na cadeia.

O La Vanguardia destaca a disposição da família de Neymar em ajudar Dani Alves, mas há um impedimento prático: os fundos do pai dele não estariam em contas na Espanha e nem na Europa, o que atrasa a remessa de uma quantia significativa como essa.

Daniel Alves está preso em Barcelona desde 20 de janeiro de 2023 pelo crime de agressão sexual de uma jovem, em uma boate da cidade no fim de 2022. No mês passado, ele foi condenado a quatro anos e meio de prisão.

A Justiça estipulou, na quarta-feira (20), a fiança de 1 milhão de euros como uma das condições para que o jogador possa cumprir o resto da pena em liberdade.

Segundo os juízes, Daniel Alves também terá que entregar os dois passaportes, o espanhol e o brasileiro. Ele está proibido de deixar a Espanha e terá que comparecer semanalmente ao Tribunal de Barcelona.

Também não poderá chegar a menos de 1.000 m da casa ou de qualquer outro local frequentado pela vítima e está proibido de entrar em contato com ela.

Indignada, a advogada da jovem abusada afirmou que vai recorrer da concessão de liberdade condicional ao jogador.

Fonte: r7

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Segurança

Chacina em Sorriso: delegado diz que cena do crime deixou os peritos chocados

por Redação 12 de dezembro de 2023

O delegado Bruno França Ferreira, da divisão de homicídios responsável pelo caso da chacina de uma família em Sorriso (MT), definiu a cena do crime como brutal. Ele afirmou ainda que o cenário marcará a vida de todos os policiais e peritos envolvidos na apuração do caso, que chocou a cidade.

A Polícia Militar foi acionada pelo marido de Cleci Cardoso e pai de Miliane, Manuela e Melissa, que estava viajando a trabalho e não conseguiu contato com a mulher e as filhas. Ao chegarem à residência da família, policiais chamaram pelas moradoras, mas não obtiveram resposta.

Uma equipe da Polícia Militar entrou no quintal e viu pela porta de vidro duas pessoas caídas no chão, aparentemente sem vida. Um militar entrou por uma janela que estava aberta e depois abriu a porta da casa para os outros agentes.

Do lado de dentro, os oficiais encontraram os corpos das quatro vítimas ensanguentados e seminus.

O caso

O pedreiro Gilberto dos Anjos, de 32 anos, que mora e trabalha na obra de um imóvel em Sorriso, em Mato Grosso, confessou ter invadido a casa ao lado da construção e estuprado e matado uma mulher e suas filhas, na madrugada do dia 25 de novembro.

A mãe, Cleci Cardoso, de 46 anos, e as meninas Miliane, de 19, e Manuela, de 13, foram estupradas antes de morrer, enquanto agonizavam. A caçula, Melissa, de 10 anos, foi asfixiada. O marido de Cleci e pai das três meninas é caminhoneiro e estava viajando.

Segundo Bruno França, o delegado responsável pelo caso, marcas de chinelo no piso manchado com sangue foram encontradas pela polícia na casa da família. Policiais civis confirmaram, após a perícia, que elas eram do calçado usado por Gilberto.

Além disso, uma das vítimas tinha um tufo de cabelo nas mãos, e o suspeito, um ferimento na cabeça. O delegado também afirmou que ele levou as roupas íntimas das vítimas como “lembrança”, o que ajudou a apontá-lo como o principal suspeito do crime.

Prisão

Gilberto dos Anjos foi preso em flagrante, no dia 27 de novembro, após confessar o crime, segundo a polícia. O inquérito foi fechado e encaminhado ao Poder Judiciário no dia 6 de dezembro. Ele foi indiciado por feminicídio, estupro e homicídio qualificado.

O autor confesso dos crimes foi indiciado quatro vezes pelo homicídio das vítimas — a mãe, Cleci Cardoso, e as filhas Miliane, Manuela e Melissa. As qualificadoras são: meio cruel, recurso que impossibilitou a defesa da vítima, garantir a execução de outro crime e menosprezo à condição de mulher (feminicídio).

Contra as vítimas menores de idade, os homicídios receberam mais uma qualificadora, que é de crime cometido contra menor de 14 anos, previsto na Lei Henry Borel. Além dos homicídios qualificados, Gilberto foi indiciado pelos crimes de estupro de duas vítimas adultas e de estupro de vulnerável da vítima de 13 anos.

Outros crimes
Gilberto já tinha dois mandados de prisão expedidos por crimes de estupro e latrocínio.

Em setembro deste ano, em Lucas do Rio Verde, ele invadiu uma residência e abusou sexualmente de uma vítima, que estava dormindo. Depois, ainda tentou matar a mulher, que conseguiu reagir, mesmo após ter levado uma facada no pescoço.

Outra vítima que também estava na casa tentou intervir e foi atingida com um soco no rosto dado pelo suspeito. Após os crimes, ele fugiu em uma bicicleta.

Fonte: r7

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Mundo

Ao menos dez reféns libertados pelos terroristas do Hamas foram abusados sexualmente

por Redação 7 de dezembro de 2023

Pelo menos dez civis israelenses libertados pelo Hamas, tanto homens quanto mulheres, foram agredidos ou abusados sexualmente enquanto estavam em um cativeiro do grupo terrorista palestino Hamas, segundo as informações publicadas pelo jornal The Times of Israel.

A informação, documentada em um relatório, foi dada à agência de notícias por um médico que tratou mais de cem reféns que foram soltos de cativeiros na Faixa de Gaza. Ele não forneceu mais detalhes, e nenhuma vítima teve a identidade revelada.

Os relatos do médico reforçam testemunhos compartilhados em uma reunião entre reféns libertados, familiares de pessoas que ainda estão detidas em Gaza e o gabinete de guerra israelense.

Na ocasião, foram relatados casos de abuso sexual durante os mais de 50 dias sob o poder dos terroristas.

Aviva Siegel, que foi libertada na semana passada e cujo marido, um cidadão americano, ainda é refém, teria dito durante a reunião que algumas das mulheres estavam “sendo tocadas”. Outros disseram que tanto homens quanto mulheres foram abusados sexualmente.

A trégua temporária entre Israel e o Hamas terminou na última sexta-feira (1º). Ao longo de uma semana, 105 civis foram libertados de cativeiros do Hamas em Gaza: 81 israelenses, 23 tailandeses e um filipino. Antes da pausa nos combates, outros quatro reféns foram soltos, e uma militar israelense foi resgatada.

Acredita-se que 138 reféns ainda permaneçam em Gaza, incluindo cerca de 20 mulheres. Israel afirma que o Hamas teve a oportunidade de prolongar a pausa, mas se recusou a libertar todas as mulheres detidas, como o acordo implicava.

O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Matthew Miller, afirmou na última segunda-feira (4) que o Hamas está retendo as reféns porque não quer que elas testemunhem sobre o abuso sexual que sofreram no cativeiro.

“A razão pela qual a pausa fracassou é que eles [os terroristas do Hamas] não querem que essas mulheres possam falar sobre o que aconteceu com elas durante seu tempo sob custódia”, afirmou Miller.

Relatos obtidos pela Associated Press, juntamente com as primeiras avaliações de um grupo de direitos humanos israelense, mostram que a agressão sexual fez parte da violência perpetrada pelo Hamas no ataque do dia 7 de outubro, quando cerca de 1.200 israelenses foram assassinados.

Enquanto investigadores tentam determinar a extensão das agressões, Israel acusa as organizações de direitos humanos, em especial a ONU, de agir com negligência em relação à dor das vítimas israelenses.

“Eu digo às organizações de direitos das mulheres, às organizações de direitos humanos: vocês já ouviram falar de estupro de mulheres israelenses, de atrocidades horríveis, de mutilação sexual? Onde diabos vocês estão?”, questionou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em entrevista coletiva na última terça-feira (5).

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu que se condene “energicamente e de forma inequívoca a violência sexual dos terroristas do Hamas”.

“Os terroristas do Hamas infligiram tanta dor e sofrimento a mulheres e meninas como puderam e depois as assassinaram. Isto é devastador”, disse Biden.

“Nas últimas semanas, sobreviventes e testemunhas dos ataques compartilharam relatos terríveis de uma crueldade inimaginável”, incluindo estupros, mutilação e profanação de cadáveres, acrescentou.

Fonte: r7

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Segurança

Thiago Brennand é condenado a 10 anos e seis meses de prisão por estupro de norte-americana

por Redação 11 de outubro de 2023

O empresário Thiago Brennand foi condenado, nesta quarta-feira (11), a dez anos e seis meses de prisão, inicialmente em regime fechado, pelo crime de estupro na 2ª Vara de Porto Feliz, no interior de São Paulo. O homem também deverá indenizar a vítima no valor mínimo de R$ 50 mil pelos danos morais sofridos.

A sentença, referente ao caso de estupro de uma mulher americana que mora no Brasil, foi dada pelo juiz Israel Salu. Essa é a primeira condenação de Brennand, que é réu em nove processos.

Segundo a denúncia de estupro feita pela vítima, inicialmente o empresário teria apresentado comportamento gentil com ela. Depois, no entanto, passou a agir de maneira agressiva, até chegar ao ponto de obrigá-la a manter relações sexuais com ele. O condenado ainda teria ameaçado a mulher com a divulgação de imagens de cenas íntimas caso ela rompesse o relacionamento.

O empresário está preso no Brasil desde 29 de abril, quando foi extraditado dos Emirados Árabes Unidos. Em setembro do ano passado, pouco depois que vídeos que mostram o empresário agredindo uma modelo viraram notícia, a Justiça brasileira passou a emitir ordens de prisão contra Brennand. Ele, no entanto, conseguiu viajar para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e passou meses no país, vivendo em um hotel.

Acusações
O caso do empresário ganhou repercussão depois que ele foi flagrado por câmeras de segurança ao agredir a modelo Alliny Helena Gomes em uma academia no Shopping Iguatemi, em uma área nobre da capital paulista, no dia 3 de agosto de 2022. Depois, outras mulheres decidiram denunciá-lo.

A estudante de medicina Stefanie Cohen, de 30 anos, é uma das denunciantes. Em outubro, ela revelou ao R7 que foi estuprada por Brennand. Na época, disse que foi dopada e abusada: “Percebi que falar sobre isso faz parte da minha cura”.

Ainda em outubro, o MPSP (Ministério Público de São Paulo) fez a terceira denúncia contra o empresário, pela agressão ao garçom Vitor Igor Rodrigues Machado, de 26 anos, em um condomínio de Porto Feliz, no interior do estado.

Na quarta denúncia, ele foi acusado de crime de ameaça e contravenção penal de vias de fato (quando há uma agressão física leve) contra Agostinho Rodrigues da Silva, de 54 anos, caseiro do condomínio onde vivia.

Fonte: r7

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Segurança

Campeões de jiu-jítsu são presos em SP suspeitos de estupro e roubo em MS

por Redação 25 de agosto de 2023

A polícia de São Paulo prendeu, na última quinta-feira (24), dois multicampeões de jiu-jítsu suspeitos de cometer estupros e roubos em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, nos dias anteriores à detenção. André Pessoa, de 29 anos, e Erberth Santos, de 31 anos, foram capturados em Boituva com 26 celulares de terceiros.

Segundo informações da Record TV, a dupla invadiu casas de massagem na cidade de Campo Grande e são suspeitos de terem estuprado ao menos quatro mulheres que trabalhavam nos locais. Além dos abusos sexuais, André e Erberth roubaram itens pessoais das vítimas.

Após os crimes, os lutadores deixaram a capital do Mato Grosso e viajaram em direção a Boituva, no interior de São Paulo, para a disputa de um torneio de jiu-jítsu.

As vítimas denunciaram André e Erberth e reconheceram a dupla por fotos. Em colaboração com a polícia do Mato Grosso do Sul, militares da polícia de São Paulo localizaram e prenderam os lutadores, que admitiram os crimes.

André e Erberth, juntos, possuem no currículo um tricampeonato mundial de jiu-jítsu, além de títulos pan-americanos, europeus e brasileiros.

O R7 não conseguiu localizar a defesa dos lutadores, mas mantém o espaço aberto para a manifestação dos citados.

Fonte: r7

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SegurançaMundo

Caso Daniel Alves: laudos dizem que vítima sofre de ‘estresse pós-traumático de intensidade alta

por Redação 2 de agosto de 2023

Na manhã desta quarta-feira (2), a lateral-direito Daniel Alves saiu do Brians 2, onde está desde 20 de janeiro, e se apresentou pessoalmente ao Tribunal de Justiça em Barcelona, na Espanha, para ser formalmente indiciado por agressão sexual a uma mulher, que na época tinha 23 anos. O fato teria acontecido na boate Sutton, na capital da Catalunha, no dia 30 de dezembro de 2022.

Além de ser indiciado, a juíza vai anunciar que o brasileiro terá de pagar uma multa de 150 mil euros, cerca de R$ 790 mil, para cobrir eventuais danos e prejuízos. Esse valor, no entanto, não dará possibilidade de o brasileiro deixar a prisão.

De acordo com os laudos médicos divulgados na última segunda-feira pela imprensa espanhola, a jovem apresenta sinais “estresse pós-traumático” de “intensidade globalmente alta”, que podem estar “significativamente” ligados com os fatos relatados pela mulher.

O médicos forenses examinaram a vítima em junho e concluíram que a situação em que ela encontra causa uma “repercussão funcional e deterioração em várias áreas do funcionamento”.

De acordo com o jornal espanhol El Periódico, os exames foram feitos a pedido da juíza e foram realizados a partir das respostas da vítima a uma série de perguntas e tudo foi acompanhado pelo psiquiatra que a acompanha desde que passou pelo suposto estupro em dezembro do ano passado.

Entenda o caso
Em 2 de janeiro, uma jovem denunciou que Daniel Alves a teria estuprado no banheiro de uma boate de Barcelona no final de dezembro.

O atleta, que inicialmente negou conhecer a jovem, mudou de versão várias vezes e acabou admitindo que teve relações consensuais com ela, segundo fontes próximas ao caso.

A versão da mulher se manteve estável e os magistrados da Audiência de Barcelona recusaram diversos recursos dos advogados do ex-lateral-direito pedindo a liberdade condicional do brasileiro, alegando que existia risco de fuga para o Brasil.

Em uma entrevista publicada em junho pelo jornal catalão La Vanguardia, a primeira desde que foi preso, Daniel Alves disse que era inocente.

“Tenho a consciência muito tranquila do que ocorreu naquela madrugada no banheiro da boate Sutton. O que ocorreu e o que não ocorreu. E o que não ocorreu é que eu obriguei essa mulher a fazer nada do que fizemos”, explicou o ex-jogador do São Paulo ao jornal na prisão em que se econtra, a aproximadamente 40 km de Barcelona.

“Não há nem uma só marca em seu corpo que explique essa violência com a qual ela disse que a movi no banheiro”, defende-se o jogador, que afirma que as relações foram, a todo momento, consentidas pelos dois.

Na extensa conversa, o lateral-direito justificou suas diversas mudanças de versões sobre o ocorrido por medo de perder sua esposa.

Jogador que mais conquistou troféus na história, com 43 títulos, Daniel Alves viveu a fase mais gloriosa de sua carreira entre 2008 e 2016, quando ao lado de Messi, Xavi e Iniesta conquistou 23 troféus, mas também defendeu equipes como Juventus e Paris Saint-German.

O último clube do atleta no Brasil foi o São Paulo, onde jogou entre 2019 e 2021.

No Catar, ele se tornou o jogador brasileiro mais velho a entrar em campo em um Mundial.

Sua última equipe, o Pumas do México, anunciou a sua saída em janeiro, quando estourou o escândalo.

Fonte: r7

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Segurança

Brasil registra 8 estupros por hora em 2022, e número de casos atinge maior nível da história

por Redação 20 de julho de 2023

“Eu não queria mais, e ele continuou. Eu falava ‘não’, e mesmo assim ele continuou. No dia seguinte, eu chorava na escola com crise de ansiedade. Demorei anos para perceber o que tinha acontecido.” Este é um trecho do relato de Ana Clara* ao R7, mais uma vítima de abuso sexual no Brasil.

Os crimes de estupro e estupro de vulnerável bateram recorde histórico de registros em 2022, de acordo com dados inéditos divulgados nesta quinta-feira (20) pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

O FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), responsável pelo estudo, começou a monitorar os casos em 2011, quando foram contabilizados 43.869 registros de abuso sexual. Já o último ano alcançou o recorde de 74.930 ocorrências: em média, mais de oito casos por hora.

De 2011 a 2022, os abusos sexuais cresceram de forma exponencial, com queda apenas em 2015 e em 2020, ano de início da pandemia de Covid-19. O número de registros divulgado pelo fórum é devastador, porém representa apenas uma pequena parcela da quantidade real de vítimas. A subnotificação é um grande desafio.

Um estudo divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em março mostrou que somente 8,5% dos estupros no Brasil são reportados às polícias e 4,2% pelos sistemas de informação da saúde. O número estimado de casos é da ordem de 822 mil, o equivalente a 93 por hora.

Estupro de vulnerável
De acordo com os dados do anuário, 56.820 dos 74.930 casos são de estupro de vulnerável. Isto é, 75,8% das vítimas eram incapazes de consentir com o ato seja pela idade (menores de 14 anos), seja por alguma doença mental ou por apresentarem estado físico que afetava o discernimento, como a embriaguez.

A jovem Ana Clara, moradora da Grande São Paulo, se enquadra nesse grupo. Aos 17 anos, no último ano do ensino médio, ela foi estuprada pelo professor da escola onde estudava, de 27 anos na época, com quem mantinha um relacionamento.

“Eu achava o máximo me relacionar com ele e me achava madura para a minha idade. Quando a gente saía, ele sempre pagava tudo e abria a porta do carro. Também dizia: você não precisa pagar nada, me paga de outro jeito”, relembra a vítima.

Em determinado dia, Ana Clara foi até a casa do professor, que estava reunido com alguns amigos para beber. “Eu percebi que tinha algo estranho. Até hoje eu não sei se ele colocou algo na minha bebida. Eu acho que fui drogada. Nós começamos a transar, mas eu não estava em condições. Não estava 100% acordada. Eu não queria mais, porém ele continuava”, desabafa.

Crescimento das notificações
O anuário mostra que o aumento das notificações de estupros pode estar relacionado ao maior acesso das vítimas à informação, por meio de campanhas de conscientização do governo e da imprensa, e ao empoderamento das mulheres.

“No entanto, este argumento precisa ser relativizado quando verificamos o perfil das vítimas. No Brasil, 6 em cada 10 vítimas são vulneráveis com idade de até 13 anos, que são vítimas de familiares e outros conhecidos. Ou seja, ainda que estas crianças e adolescentes estejam mais informadas sobre o que é o abuso, é difícil crer na hipótese do empoderamento como única explicação para o fenômeno”, afirma um dos pesquisadores do FBSP.

O período da pandemia, com rígidas medidas de isolamento social, também é citado como um fator para o aumento do registro de casos de estupro. Com o fechamento das escolas, as crianças e os adolescentes ficaram mais vulneráveis em casa. Muitas denúncias só vieram à tona quando as vítimas voltaram a frequentar as aulas presenciais.

Segundo a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher de São Paulo, a escola é a principal fonte de informação para a polícia em relação aos casos de estupro de crianças e adolescentes.

Os professores têm papel fundamental na detecção de mudanças de comportamento dos alunos. No período da pandemia, houve um represamento de dados de crimes sexuais.

Lar não é um local seguro
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que a própria casa é o ambiente mais inseguro para as vítimas de abuso sexual. De acordo com o levantamento, 68,3% dos estupros ocorreram no local em que a vítima mora ou convive com o próprio agressor. Muitas vezes, o pai, avô, tio, irmão ou vizinho é o responsável pelo crime.

No ano passado, entre os casos de estupro que envolvem vítimas de até 13 anos, os principais autores foram familiares (64,4% dos casos) e 21,6% eram conhecidos da vítima, mas sem relação de parentesco.

Entre as vítimas de 14 anos ou mais, chama atenção que 24,4% dos casos foram praticados por parceiros ou ex-parceiros íntimos, 37,9% por familiares e 15% por outros conhecidos. Somente 22,8% dos estupros de pessoas com mais de 14 anos foram praticados por desconhecidos.

Em julho, um homem foi preso sob a acusação de abusar das próprias filhas, de 9 e 12 anos, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Mais uma vez, o lar se mostrou um ambiente inseguro para as crianças. De acordo com a Polícia Civil, ele não usava preservativo e ainda dava pílulas abortivas às meninas para evitar uma possível gestação.

Casos de estupro por estado
Comparando-se os anos de 2021 e 2022, os estados com as maiores taxas de notificações de estupro e estupro de vulnerável (por 100 mil habitantes) foram Amazonas (37,3%), Roraima (28,1%), Rio Grande do Norte (26,2%), Acre (24,4%) e Pará (23,5%). Enquanto isso, a média nacional ficou na casa de 8,2%.

De acordo com os dados do anuário, os únicos estados que registraram queda nos índices de abuso sexual no país foram Minas Gerais (-8,4%), Mato Grosso do Sul (-2,1%), Ceará (-2%) e Paraíba (-1%).

Desafios
O crime de estupro é classificado, pelos pesquisadores, como uma violência do tipo intrafamiliar. Isto é, aquela que acontece em casa, durante o dia, e que tem como principais vítimas pessoas consideradas vulneráveis — com destaque para as crianças e os adolescentes. Esses fatores tornam o enfrentamento aos abusos sexuais extremamente desafiador.

“Provavelmente estamos lidando aqui com situações de violências de gênero muito arraigadas, imbricadas e naturalizadas nas relações familiares e que são, portanto, transmitidas através das gerações. Esse contexto faz com que seja muito difícil para as vítimas reconhecerem as violências que sofrem e, quando o fazem, terem muita dificuldade em denunciar ou buscar ajuda”, afirma a publicação do FBSP.

Saiba como denunciar

  • Ligue 190 (Polícia Militar);
  • Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher);
  • Acesse o aplicativo Direitos Humanos Brasil;
  • Registre boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher; e
  • Registre denúncia na página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos.

Fonte: r7

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Segurança

MP denuncia homem e mulher por sequestro e estupro de menina colocada em mala; relembre o caso

por Redação 10 de julho de 2023

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o servidor público Daniel Moraes Bittar, de 42 anos, pelo sequestro e estupro de uma criança de 12 anos. A menina foi colocada em uma mala ao ser sequestrada. Também foi denunciada Gesielly Souza Vieira, de 23 anos, acusada de participação no crime. Bittar está preso desde 28 de junho, quando a polícia resgatou a menina, que estava algemada e amarrada em uma cama no apartamento dele, em Brasília.

O MPDFT não divulgou detalhes sobre a denúncia em razão do sigilo de processos que envolvem menores de idade. A menina foi sequestrada perto de uma escola no Jardim Ingá, no Entorno do DF. A vítima foi colocada dentro de uma mala e transportada para o apartamento do homem, localizado na Asa Norte, em Brasília.

Aos policiais, a menina disse que o homem usou uma faca para rendê-la. Em seguida, uma mulher teria pressionado um pano com clorofórmio em sua boca para dopá-la. Quando ela acordou, já estava no apartamento do homem.

Os agentes encontraram a criança seminua na cama, com diversas escoriações pelo corpo e algemada pelos pés. No momento da prisão, Daniel Moraes disse: “Eu ainda não fiz nada com ela. Estávamos só conversando”.

De acordo com a Polícia Civil, no local foram encontrados diversos materiais pornográficos, além de objetos sexuais, máquinas de choque e câmeras fotográficas.

Daniel Moraes Bittar era analista de TI em um banco da capital federal, mas foi desligado da empresa assim que a prisão se tornou pública. Em postagens antigas em suas redes sociais, o homem chegou a se manifestar contra a pedofilia.

Fonte: r7

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Segurança

Homem é preso suspeito de sequestrar, dopar e estuprar criança de 12 anos em Brasília

por Redação 29 de junho de 2023

A Polícia Militar prendeu um servidor público suspeito de sequestrar, dopar e estuprar uma criança de 12 anos no Distrito Federal. As investigações apontam que Daniel Moraes Bittar, de 42 anos, teria raptado a menina na saída do colégio, em Valparaíso, no Entorno do DF, e a levado ao apartamento dele, na Asa Norte, em Brasília.

Os agentes teriam localizado a vítima seminua na cama, com diversas escoriações pelo corpo e algemada pelos pés. O caso ocorreu nessa quarta-feira (28).

Aos policiais, a menina disse que o homem usou uma faca para rendê-la. Em seguida, segundo ela, uma mulher colocou um pano com clorofórmio para dopá-la. A criança teria sido levada dentro de uma mala. Quando ela acordou, já estaria no apartamento do homem.

No local, de acordo com a investigação, foram encontrados objetos sexuais, máquinas de choque, câmeras fotográficas e materiais pornográficos. A polícia suspeita que ele teria filmado o crime. Os equipamentos eletrônicos foram apreendidos e passarão por perícia.

Os policiais encontraram também uma estufa para produção de maconha e um galão com clorofórmio.

O homem foi preso em flagrante e levado para a 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. A mulher que teria participado ainda não foi identificada.

Fonte: r7

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Segurança

São Paulo tem recorde de estupros nos primeiros cinco meses de 2023

por Redação 27 de junho de 2023

Nos cinco primeiros meses de 2023, o estado de São Paulo registrou o maior número de estupros desde o início da série histórica da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), em 2001. Somente entre janeiro e maio, foram 5.977 casos, ou seja, uma média de 39 ocorrências por dia.

Os dados, disponibilizados pela pasta, são dos boletins de ocorrência registrados em todo o estado. O número, de acordo com especialistas em segurança pública, pode ser até quatro vezes maior, pois esse tipo de crime é caracterizado pela subnotificação.

No domingo (25), uma vítima, de 19 anos, entrou para a estatística e foi estuprada por um homem enquanto participava de um evento universitário na Neo Química Arena, em Itaquera, na zona leste de São Paulo. Um segurança da festa viu a jovem – com sinais de embriguez – sendo empurrada pelo agressor para dentro de um banheiro químico.

Os crimes sexuais vêm crescendo de forma sistemática ao longo dos anos. Nos primeiros cinco meses de 2001 – ano em que a SSP-SP começou a realizar esse tipo de levantamento – São Paulo contabilizou 1.695 casos de estupro. O recorde anterior para o mesmo período era de 2013 (5.505), seguido por 2022 (5.175) e 2019 (5.140).

Do total de casos registrados em 2023, 1.433 são de estupro e 4.544 de estupro de vulneráveis – vítimas menores de 14 anos ou pessoas com alguma condição que as impede de discernir essa violência. Isto é, a cada cinco ocorrências, em média quatro são de estupro de vulnerável, o que levanta um alerta.

O que justifica o aumento?
Para a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher, as vítimas e os responsáveis legais por elas têm procurado mais a polícia para denunciar os casos de estupro nos últimos anos. Isso acontece em razão da maior conscientização e da constante divulgação de informações sobre esses crimes sexuais e sobre como denunciá-los.

A pandemia de Covid-19, marcada pelo intenso isolamento social, também foi um período que impactou os números, pois o acesso às delegacias e aos demais serviços de denúncia e proteção foi reduzido.

Estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e de outras instituições já mostraram que o lar é um ambiente mais inseguro em comparação com a rua, pois, em muitos casos, a vítima mora ou convive com o próprio agressor – que pode ser o pai, o avô, o tio, o irmão ou o vizinho.

De acordo com a delegada, a escola é a principal fonte de informação para a polícia em relação aos casos de estupro de crianças e adolescentes. Os professores têm papel fundamental na detecção de mudanças de comportamento dos alunos. No período da pandemia, com a interrupção das aulas presenciais, houve um represamento de dados de crimes sexuais.

O aumento do número de registros pode ser atribuído ainda, segundo Ferrari, a uma modificação no Código Penal pela lei n° 13.718, de setembro de 2018. Antes dessa alteração, não havia obrigatoriedade do registro de boletim de ocorrência por estupro, ou seja, a polícia só podia agir com a autorização da vítima.

Com o decreto da lei, a ação penal de crimes contra a liberdade sexual e de crimes sexuais contra vulneráveis se tornou incondicionada: a polícia tem que agir independentemente da vontade das vítimas.

O coordenador de projetos do Instituto Sou da Paz, Rafael Rocha, reitera que houve um crescimento no número de denúncias devido à maior discussão do tema, porém faz um alerta: “Os estupros não aumentaram na mesma velocidade na sociedade brasileira como um todo. O aumento em São Paulo foi maior do que a média nacional”.

Como combater?
Em razão desse cenário, o pesquisador afirma que é essencial a análise profunda e transparente por parte do governo estadual do perfil e da faixa etária das vítimas para a criação de políticas públicas de combate e de prevenção a esse tipo de crime.

“É necessária uma força-tarefa. O secretário [Guilherme Derrite] tem colocado muito tempo e energia, por exemplo, no enfrentamento aos crimes patrimoniais. [O índice] está se reduzindo aos poucos, e é muito significativo. Isso aconteceu porque teve uma concentração de esforços. A gente não vê nada nesse sentido em relação aos crimes de estupro”, aponta Rocha.

Um dos caminhos para combater os crimes sexuais, de acordo com o coordenador de projetos do Instituto Sou da Paz, é reunir as secretarias de Segurança Pública, de Saúde, de Educação e Desenvolvimento Social.

“Não vai ser só a SSP que vai conseguir identificar, punir e prevenir esses crimes e os autores. Por mais que esteja equipada e tenha mais policiais, ela nunca vai conseguir resolver [o problema] sozinha. Tem que existir uma ação coordenada. É o professor ou a professora na escola que vai identificar se a criança está com o comportamento diferente. Ou no atendimento de saúde com o médico da família”, exemplifica o pesquisador.

Saiba como denunciar

  • Ligue 190 (Polícia Militar);
  • Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher);
  • Acesse o aplicativo Direitos Humanos Brasil;
  • Registre boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher; e
  • Registre denúncia na página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos.

Fonte: r7

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Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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