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ESTUPRO DE VULNERÁVEL

Segurança

Brasil registra 8 estupros por hora em 2022, e número de casos atinge maior nível da história

por Redação 20 de julho de 2023

“Eu não queria mais, e ele continuou. Eu falava ‘não’, e mesmo assim ele continuou. No dia seguinte, eu chorava na escola com crise de ansiedade. Demorei anos para perceber o que tinha acontecido.” Este é um trecho do relato de Ana Clara* ao R7, mais uma vítima de abuso sexual no Brasil.

Os crimes de estupro e estupro de vulnerável bateram recorde histórico de registros em 2022, de acordo com dados inéditos divulgados nesta quinta-feira (20) pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

O FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), responsável pelo estudo, começou a monitorar os casos em 2011, quando foram contabilizados 43.869 registros de abuso sexual. Já o último ano alcançou o recorde de 74.930 ocorrências: em média, mais de oito casos por hora.

De 2011 a 2022, os abusos sexuais cresceram de forma exponencial, com queda apenas em 2015 e em 2020, ano de início da pandemia de Covid-19. O número de registros divulgado pelo fórum é devastador, porém representa apenas uma pequena parcela da quantidade real de vítimas. A subnotificação é um grande desafio.

Um estudo divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em março mostrou que somente 8,5% dos estupros no Brasil são reportados às polícias e 4,2% pelos sistemas de informação da saúde. O número estimado de casos é da ordem de 822 mil, o equivalente a 93 por hora.

Estupro de vulnerável
De acordo com os dados do anuário, 56.820 dos 74.930 casos são de estupro de vulnerável. Isto é, 75,8% das vítimas eram incapazes de consentir com o ato seja pela idade (menores de 14 anos), seja por alguma doença mental ou por apresentarem estado físico que afetava o discernimento, como a embriaguez.

A jovem Ana Clara, moradora da Grande São Paulo, se enquadra nesse grupo. Aos 17 anos, no último ano do ensino médio, ela foi estuprada pelo professor da escola onde estudava, de 27 anos na época, com quem mantinha um relacionamento.

“Eu achava o máximo me relacionar com ele e me achava madura para a minha idade. Quando a gente saía, ele sempre pagava tudo e abria a porta do carro. Também dizia: você não precisa pagar nada, me paga de outro jeito”, relembra a vítima.

Em determinado dia, Ana Clara foi até a casa do professor, que estava reunido com alguns amigos para beber. “Eu percebi que tinha algo estranho. Até hoje eu não sei se ele colocou algo na minha bebida. Eu acho que fui drogada. Nós começamos a transar, mas eu não estava em condições. Não estava 100% acordada. Eu não queria mais, porém ele continuava”, desabafa.

Crescimento das notificações
O anuário mostra que o aumento das notificações de estupros pode estar relacionado ao maior acesso das vítimas à informação, por meio de campanhas de conscientização do governo e da imprensa, e ao empoderamento das mulheres.

“No entanto, este argumento precisa ser relativizado quando verificamos o perfil das vítimas. No Brasil, 6 em cada 10 vítimas são vulneráveis com idade de até 13 anos, que são vítimas de familiares e outros conhecidos. Ou seja, ainda que estas crianças e adolescentes estejam mais informadas sobre o que é o abuso, é difícil crer na hipótese do empoderamento como única explicação para o fenômeno”, afirma um dos pesquisadores do FBSP.

O período da pandemia, com rígidas medidas de isolamento social, também é citado como um fator para o aumento do registro de casos de estupro. Com o fechamento das escolas, as crianças e os adolescentes ficaram mais vulneráveis em casa. Muitas denúncias só vieram à tona quando as vítimas voltaram a frequentar as aulas presenciais.

Segundo a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher de São Paulo, a escola é a principal fonte de informação para a polícia em relação aos casos de estupro de crianças e adolescentes.

Os professores têm papel fundamental na detecção de mudanças de comportamento dos alunos. No período da pandemia, houve um represamento de dados de crimes sexuais.

Lar não é um local seguro
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que a própria casa é o ambiente mais inseguro para as vítimas de abuso sexual. De acordo com o levantamento, 68,3% dos estupros ocorreram no local em que a vítima mora ou convive com o próprio agressor. Muitas vezes, o pai, avô, tio, irmão ou vizinho é o responsável pelo crime.

No ano passado, entre os casos de estupro que envolvem vítimas de até 13 anos, os principais autores foram familiares (64,4% dos casos) e 21,6% eram conhecidos da vítima, mas sem relação de parentesco.

Entre as vítimas de 14 anos ou mais, chama atenção que 24,4% dos casos foram praticados por parceiros ou ex-parceiros íntimos, 37,9% por familiares e 15% por outros conhecidos. Somente 22,8% dos estupros de pessoas com mais de 14 anos foram praticados por desconhecidos.

Em julho, um homem foi preso sob a acusação de abusar das próprias filhas, de 9 e 12 anos, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Mais uma vez, o lar se mostrou um ambiente inseguro para as crianças. De acordo com a Polícia Civil, ele não usava preservativo e ainda dava pílulas abortivas às meninas para evitar uma possível gestação.

Casos de estupro por estado
Comparando-se os anos de 2021 e 2022, os estados com as maiores taxas de notificações de estupro e estupro de vulnerável (por 100 mil habitantes) foram Amazonas (37,3%), Roraima (28,1%), Rio Grande do Norte (26,2%), Acre (24,4%) e Pará (23,5%). Enquanto isso, a média nacional ficou na casa de 8,2%.

De acordo com os dados do anuário, os únicos estados que registraram queda nos índices de abuso sexual no país foram Minas Gerais (-8,4%), Mato Grosso do Sul (-2,1%), Ceará (-2%) e Paraíba (-1%).

Desafios
O crime de estupro é classificado, pelos pesquisadores, como uma violência do tipo intrafamiliar. Isto é, aquela que acontece em casa, durante o dia, e que tem como principais vítimas pessoas consideradas vulneráveis — com destaque para as crianças e os adolescentes. Esses fatores tornam o enfrentamento aos abusos sexuais extremamente desafiador.

“Provavelmente estamos lidando aqui com situações de violências de gênero muito arraigadas, imbricadas e naturalizadas nas relações familiares e que são, portanto, transmitidas através das gerações. Esse contexto faz com que seja muito difícil para as vítimas reconhecerem as violências que sofrem e, quando o fazem, terem muita dificuldade em denunciar ou buscar ajuda”, afirma a publicação do FBSP.

Saiba como denunciar

  • Ligue 190 (Polícia Militar);
  • Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher);
  • Acesse o aplicativo Direitos Humanos Brasil;
  • Registre boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher; e
  • Registre denúncia na página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos.

Fonte: r7

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Segurança

São Paulo tem recorde de estupros nos primeiros cinco meses de 2023

por Redação 27 de junho de 2023

Nos cinco primeiros meses de 2023, o estado de São Paulo registrou o maior número de estupros desde o início da série histórica da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), em 2001. Somente entre janeiro e maio, foram 5.977 casos, ou seja, uma média de 39 ocorrências por dia.

Os dados, disponibilizados pela pasta, são dos boletins de ocorrência registrados em todo o estado. O número, de acordo com especialistas em segurança pública, pode ser até quatro vezes maior, pois esse tipo de crime é caracterizado pela subnotificação.

No domingo (25), uma vítima, de 19 anos, entrou para a estatística e foi estuprada por um homem enquanto participava de um evento universitário na Neo Química Arena, em Itaquera, na zona leste de São Paulo. Um segurança da festa viu a jovem – com sinais de embriguez – sendo empurrada pelo agressor para dentro de um banheiro químico.

Os crimes sexuais vêm crescendo de forma sistemática ao longo dos anos. Nos primeiros cinco meses de 2001 – ano em que a SSP-SP começou a realizar esse tipo de levantamento – São Paulo contabilizou 1.695 casos de estupro. O recorde anterior para o mesmo período era de 2013 (5.505), seguido por 2022 (5.175) e 2019 (5.140).

Do total de casos registrados em 2023, 1.433 são de estupro e 4.544 de estupro de vulneráveis – vítimas menores de 14 anos ou pessoas com alguma condição que as impede de discernir essa violência. Isto é, a cada cinco ocorrências, em média quatro são de estupro de vulnerável, o que levanta um alerta.

O que justifica o aumento?
Para a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher, as vítimas e os responsáveis legais por elas têm procurado mais a polícia para denunciar os casos de estupro nos últimos anos. Isso acontece em razão da maior conscientização e da constante divulgação de informações sobre esses crimes sexuais e sobre como denunciá-los.

A pandemia de Covid-19, marcada pelo intenso isolamento social, também foi um período que impactou os números, pois o acesso às delegacias e aos demais serviços de denúncia e proteção foi reduzido.

Estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e de outras instituições já mostraram que o lar é um ambiente mais inseguro em comparação com a rua, pois, em muitos casos, a vítima mora ou convive com o próprio agressor – que pode ser o pai, o avô, o tio, o irmão ou o vizinho.

De acordo com a delegada, a escola é a principal fonte de informação para a polícia em relação aos casos de estupro de crianças e adolescentes. Os professores têm papel fundamental na detecção de mudanças de comportamento dos alunos. No período da pandemia, com a interrupção das aulas presenciais, houve um represamento de dados de crimes sexuais.

O aumento do número de registros pode ser atribuído ainda, segundo Ferrari, a uma modificação no Código Penal pela lei n° 13.718, de setembro de 2018. Antes dessa alteração, não havia obrigatoriedade do registro de boletim de ocorrência por estupro, ou seja, a polícia só podia agir com a autorização da vítima.

Com o decreto da lei, a ação penal de crimes contra a liberdade sexual e de crimes sexuais contra vulneráveis se tornou incondicionada: a polícia tem que agir independentemente da vontade das vítimas.

O coordenador de projetos do Instituto Sou da Paz, Rafael Rocha, reitera que houve um crescimento no número de denúncias devido à maior discussão do tema, porém faz um alerta: “Os estupros não aumentaram na mesma velocidade na sociedade brasileira como um todo. O aumento em São Paulo foi maior do que a média nacional”.

Como combater?
Em razão desse cenário, o pesquisador afirma que é essencial a análise profunda e transparente por parte do governo estadual do perfil e da faixa etária das vítimas para a criação de políticas públicas de combate e de prevenção a esse tipo de crime.

“É necessária uma força-tarefa. O secretário [Guilherme Derrite] tem colocado muito tempo e energia, por exemplo, no enfrentamento aos crimes patrimoniais. [O índice] está se reduzindo aos poucos, e é muito significativo. Isso aconteceu porque teve uma concentração de esforços. A gente não vê nada nesse sentido em relação aos crimes de estupro”, aponta Rocha.

Um dos caminhos para combater os crimes sexuais, de acordo com o coordenador de projetos do Instituto Sou da Paz, é reunir as secretarias de Segurança Pública, de Saúde, de Educação e Desenvolvimento Social.

“Não vai ser só a SSP que vai conseguir identificar, punir e prevenir esses crimes e os autores. Por mais que esteja equipada e tenha mais policiais, ela nunca vai conseguir resolver [o problema] sozinha. Tem que existir uma ação coordenada. É o professor ou a professora na escola que vai identificar se a criança está com o comportamento diferente. Ou no atendimento de saúde com o médico da família”, exemplifica o pesquisador.

Saiba como denunciar

  • Ligue 190 (Polícia Militar);
  • Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher);
  • Acesse o aplicativo Direitos Humanos Brasil;
  • Registre boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher; e
  • Registre denúncia na página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Homem é preso suspeito de abusar e engravidar a filha adotiva em bairro nobre de SP

por Redação 20 de março de 2023

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta segunda-feira (20), um homem acusado de abusar da filha adotiva por quatro anos e engravidá-la, no bairro Alto de Pinheiros, bairro nobre da zona oeste da capital paulista. A polícia cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o suspeito na empresa onde ele trabalhava.

De acordo com a delegada Francini Ibrahin, responsável pelo caso, a filha havia começado a namorar um garoto da sua escola. Alguns meses depois, ela descobriu que estava grávida e contou à mãe que o namorado era o pai. A mãe, filha e o pai moravam no bairro Jardim Gabriel, em Jandira, na região metropolitana de São Paulo.

A mãe percebeu que a data do início do namoro e da descoberta da gravidez não coincidiam. Então, pediu à filha que fizesse um teste de DNA, que comprovou que o namorado não seria então o pai.

Somente após o nascimento do bebê, quando a mãe e a filha foram registrar o nome da criança no cartório, é que a vítima falou sobre os abusos por parte do pai adotivo.

A mãe da vítima, que é enfermeira, precisou ser socorrida pelo Samu e foi levada ao hospital em que trabalha. Na unidade, ela relatou à sua superiora o caso. O Conselho Tutelar e a Polícia Militar foram acionados, e o registro do caso se deu na Delegacia da Mulher de Itapevi, em 8 de fevereiro.

Após o registro da ocorrência, a mulher expulsou de casa o marido, que permaneceu foragido.

Iniciadas as investigações, a delegada solicitou que fosse expedido o mandado de prisão preventiva, aceito pela Justiça no dia 3 de março e cumprido nesta segunda-feira.

Também de acordo com a Polícia Civil, o suspeito diz que cometeu os abusos em razão da “ausência sexual” da esposa e enviou áudios para ela em que pede perdão.

O homem foi levado à DDM de Itapevi, onde o caso está sendo investigado como estupro de vulnerável.

A denúncia será levada ao Ministério Público, e o criminoso deverá sofrer uma ação penal.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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