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EUA

Brasil

Lula adia pela segunda vez exigência de visto para visitantes dos EUA, Canadá, Austrália e Japão

por Redação 5 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adiou, pela segunda vez, a volta da exigência de visto para a entrada no Brasil de cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão. O decreto com a decisão foi publicado nesta quinta-feira (4) em edição extra do Diário Oficial da União. Agora, o visto de norte-americanos, canadenses, australianos e japoneses voltará a ser exigido a partir de 10 de abril.

O documento deixou de ser obrigatório para visitantes dessas nacionalidades em junho de 2019 por determinação do então presidente Jair Bolsonaro (PL). A primeira publicação do petista para reverter a decisão de Bolsonaro começaria a valer em outubro do ano passado, mas foi adiada para 10 de janeiro deste ano.

A RECORD apurou que a justificativa do governo para mudar a data foi para não atrapalhar o setor de turismo, que aponta a necessidade de maior prazo para a emissão antes da cobrança dos vistos, em período de alta temporada de viagens.

A decisão de Bolsonaro vale de forma unilateral, ou seja, os brasileiros que desejam visitar os países em questão seguem com a necessidade de apresentar o visto de entrada. Em maio do ano passado, porém, quando esteve no Japão, Lula fez acordo com o país para liberação do documento tanto para os brasileiros em viagem ao Japão quanto para japoneses de passagem pelo Brasil.

Fonte: r7

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Brasil

À PF, Wassef diz que recomprou relógio de luxo a pedido de advogado de Bolsonaro

por Redação 1 de dezembro de 2023

Em depoimento à Polícia Federal, o advogado Frederick Wassef afirmou que Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência e atual advogado e assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi o responsável por pedir a ele que recomprasse nos Estados Unidos o relógio Rolex dado ao ex-presidente durante viagem oficial. Procurado pelo R7, Wajngarten negou as informações.

De acordo com fontes da PF, os investigadores colheram provas de que Wassef teria mentido no depoimento. A corporação tem em mãos informações que dão conta de que teria sido Mauro Cid, tenente-coronel do Exército e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que renegociou a compra e mandou Wassef aos EUA.

Wassef, que atuava na defesa do ex-presidente quando ele estava à frente do Palácio do Planalto, foi aos Estados Unidos recomprar um relógio Rolex vendido no país para entregar o artigo de luxo ao Tribunal de Contas da União (TCU). A movimentação se deu após o órgão entender que o presente recebido não pertence à autoridade que exercia o cargo, mas à União.

O relógio foi um presente dado por autoridades sauditas a Bolsonaro durante viagem oficial em 2019. Quem conseguiu fechar o negócio foi Mauro Cid. O Rolex e outro relógio de luxo da marca Patek Philippe foram vendidos por US$ 68 mil. Segundo as investigações, Cid estava no esquema de vendas e era o responsável por negociar joias e outros bens recebidos pelo ex-presidente.

O pai do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro ocupava o cargo ligado à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Foi em uma conta vinculada a Cid que o montante de US$ 68 mil foi depositado. Em consulta ao site do Banco Central, esse valor correspondia, na data do pagamento, a R$ 346.983,60.

O Rolex recuperado por Wassef em 14 de março de 2023 pertencia a um conjunto de joias chamado pela PF de “Kit Ouro Branco”. Nele, também havia um anel, abotoaduras, um rosário islâmico. O restante dos itens só foi recuperado por Mauro Cid em 27 de março, quando ele embarcou para os Estados Unidos num bate-volta.

Em 4 de abril de 2023, o kit, já completo, foi entregue à Caixa Econômica Federal. Na decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para autorizar as buscas e apreensões, o magistrado ressalta que “há robustos elementos de prova no sentido de que os bens extraviados, provavelmente com o uso do avião presidencial, foram objeto de verdadeira operação de resgate, com o objetivo de esconder o fato de que haviam sido alienados”.

Fonte: r7

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Brasil

Lula sugere a Zelensky encontrar ‘grupo de países amigos’ capaz de propor fim à guerra na Ucrânia

por Redação 21 de setembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na noite desta quarta-feira (20) que sugeriu ao presidente ucraniano, Volodmir Zelensky, “encontrar um grupo de países amigos” capaz de propor um fim à guerra entre a Rússia e a Ucrânia. O conflito começou em fevereiro do ano passado. A declaração foi dada nos Estados Unidos, pouco antes de embarcar de volta para Brasília, onde chega na manhã desta quinta (21).

“Eu acho que foi a reunião que devia acontecer e precisava acontecer. Eu ouvi a história do Zelensky. Eu disse ao Zelensky a necessidade de a gente trabalhar para construir a paz”, afirmou Lula.

Durante o encontro, que ocorreu no hotel Lotte Palace, onde o brasileiro se hospedou, Lula e Putin falaram sobre manter “diálogos abertos para a paz”. “Tivemos uma boa conversa sobre a importância dos caminhos para a construção da paz e de mantermos sempre o diálogo aberto entre nossos países”, afirmou o presidente brasileiro.

Zelensky classificou o encontro como “importante”. “Depois de uma discussão honesta e construtiva, instruímos as nossas equipes diplomáticas a trabalhar nos próximos passos de nossas relações bilaterais e nos esforços de paz. O representante brasileiro continuará participando das reuniões da Fórmula da Paz”, declarou.

De acordo com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, a reunião ocorreu “em um ambiente tranquilo e amigável”. Segundo Vieira, Lula ressaltou ao presidente ucraniano que condena a invasão russa da Ucrânia.

Na declaração que fez depois da reunião, na noite desta quarta (20), Lula disse também que “ninguém vai ter 100% numa guerra”.

Lula foi aos Estados Unidos para discursar na 78ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Durante a fala, o presidente criticou a desigualdade entre países e mecanismos internacionais, cobrou repasse de países ricos para nações em desenvolvimento e defendeu ampliação do Conselho de Segurança da ONU.

Além disso, o chefe do Executivo brasileiro disse que a guerra na Ucrânia “escancara a incapacidade coletiva” de fazer prevalecer os propósitos e princípios da Carta da ONU.

Com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, Lula lançou uma parceria inédita para a promoção do trabalho digno. A iniciativa busca estimular empregos de qualidade, proteger trabalhadores que atuam nas plataformas digitais e promover o conhecimento sobre direitos trabalhistas.

Fonte: r7

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Mundo

Frustrados, americanos decidem caçar brasileiro foragido nos EUA por conta própria

por Redação 13 de setembro de 2023

Entrando em seu 14º dia, a caçada da polícia norte-americana ao brasileiro Danilo Cavalcante, que escapou da Penitenciária do Condado de Chester em 31 de agosto, está deixando a população tensa. E alguns moradores da região decidiram inclusive caçar por conta própria o homem condenado à prisão perpétua por matar a ex-namorada Deborah Brandão com mais de 30 facadas.

Conforme relato de Luís Claudio Del Papa, natural de São Paulo e que trabalha em uma empresa de tecnologia na cidade de Filadélfia, capital do estado da Pensilvânia, “há uma grande desconfiança da população em relação à polícia”. “Todo mundo achava que ele seria capturado muito rápido. Mas foi passando o tempo e as pessoas começaram a questionar se ela [a polícia] está fazendo o trabalho certo”, disse Del Papa.

A demora para recapturar o brasileiro também tem deixado tensa a populaçãoa, que precisa lidar com restrições para ir aos supermercados e com escolas fechadas — medidas adotadas para restringir a circulação de pessoas e também para facilitar a identificação do presidiário em fuga. “Isso está afetando o dia a dia. As crianças não vão para a escola, as pessoas não podem sair de casa, vai deixando todo mundo nervoso”, acrescenta.

O resultado, acrescenta o brasileiro que vive há cerca de cinco anos na Pensilvânia, é que algumas pessoas incomodadas com a situação — e armadas — decidiram sair às ruas para tentar encontrar Danilo Cavalcante. “Aqui é muito fácil adquirir arma, tem muita gente armada. E essas pessoas acham que, já que a polícia não está fazendo o trabalho dela, elas podem sair de casa e fazer o trabalho das autoridades.”

“É muito complicado isso, tem gente de scooter com fuzil na mão, indo pra cima e pra baixo tentando perseguir o cara”, relata Del Papa, que destaca que a polícia local é contra a participação da população na busca pelo brasileiro foragido.

A polícia da Pensilvânia, inclusive, condenou a participação popular na busca pelo fugitivo. Em entrevista coletiva, o tenente-coronel George Bivens, da polícia da Pensilvânia, afirmou que os cidadãos que participam da busca não têm autoridade e podem enfrentar consequências legais.

“Eles não estão nos ajudando de forma alguma e, de fato, se tornam um obstáculo”, disse Bivens em uma coletiva de imprensa na segunda-feira. “Alguns de nossos recursos têm que ser desviados em momentos em que eles se inserem em uma cena. Não é útil, eu gostaria que eles não fizessem isso, eu pedi que não fizessem. Mas eu não posso impedi-los, em alguns casos, de fazer isso.”

Esse é um problema com o qual a polícia local terá que lidar até Danilo Cavalcante ser recapturado ou morto pelas autoridades americanas.

Fonte: r7

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MundoSegurança

Brasileiro foragido nos EUA troca tiros após roubar rifle de uma casa

por Redação 12 de setembro de 2023

A polícia do condado de Chester, no estado americano da Pensilvânia, informou nesta terça-feira (12) que Danilo Cavalcante está armado com um rifle calibre 22 e trocou tiros com um morador na noite de segunda-feira (11).

Segundo a polícia estadual, o brasileiro invadiu a garagem de uma casa e roubou a arma que estava guardada no local. O morador tinha uma pistola, e os dois trocaram diversos disparos.

Cavalcante também roubou um par de botas e roupas de outras casas da região.

O brasileiro está foragido desde o dia 31 de agosto, quando conseguiu escalar as paredes do presídio em que estava e escapar.

Uma grande operação está sendo realizada para localizá-lo. A polícia classifica o foragido de “extremamente perigoso”. Ele foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato da namorada, em 2021.

As autoridades americanas estão oferecendo US$ 25 mil, cerca de R$ 125 mil, de recompensa a quem fornecer informações que levem à captura de Cavalcante.

A população local foi orientada a trancar as portas de casa e ligar para a polícia caso encontre o suspeito ou perceba alguma situação de risco.

Fonte: r7

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Brasil

Número de brasileiros que tentam entrar ilegalmente nos EUA é o maior dos últimos nove meses

por Redação 4 de julho de 2023

O número de brasileiros que tentam entrar ilegalmente nos Estados Unidos é o maior dos últimos nove meses: 4.216. Ele representa a quinta alta consecutiva. Ao longo do ano, mais de 14 mil brasileiros já foram pegos ao tenta ultrapassar a fronteira sorrateiramente. Os dados são de um levantamento realizado pelo escritório de advocacia AG Immigration, com sede em Washington (EUA), obtido com exclusividade pelo R7.

A pesquisa tem como base os dados mais recentes do Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteira (CBP, na sigla em inglês), órgão federal que faz o controle das divisas dos Estados Unidos. No gráfico abaixo, é possível ver que o número de brasileiros detidos na fronteira dos EUA foi crescendo progressivamente ao longo do ano e “explodiu” em maio, mês dos últimos dados disponíveis.

Ao R7, o advogado de imigração Felipe Alexandre, sócio-fundador da AG Immigration, levanta hipóteses que poderiam explicar a “explosão” de flagrantes com brasileiros no mês de maio. Ele acredita que o fato esteja relacionado, principalmente, ao fim do Título 42 e ao aumento de grupos criminosos e traficantes humanos na América Latina.

“Por um lado, havia uma expectativa dos imigrantes, com o fim do Título 42, o que gerou um acúmulo de pessoas na fronteira. Por outro, os grupos criminosos e traficantes humanos têm intensificado suas ações na América Latina, que usaram o fim do Título 42 como argumento para convencer as pessoas a fazerem a travessia ilegal, prometendo facilidades que não existem”, afirma.

Ainda de acordo com o levantamento da AG Immigration, o Brasil registrou a sexta maior alta na quantidade de encontros registrados entre abril e maio. Encontro é um termo técnico das autoridades de fronteira que se refere a dois tipos distintos de evento: a detenção, que acontece quando os imigrantes são levados sob custódia para aguardar julgamento; e a expulsão, que se dá quando eles são imediatamente devolvidos a seu país de origem ou último país de trânsito.

No geral, levando em conta todas as nacionalidades, os Estados Unidos tiveram 273.000 encontros com imigrantes na fronteira em maio, um pouco abaixo do total de abril (275.000).

Veja a seguir os países com mais cidadãos flagrados na fronteira dos EUA, entre janeiro e maio deste ano:

  1. México: 338.664
  2. Venezuela: 121.360
  3. Colômbia: 78.496
  4. Guatemala: 71.525
  5. Honduras: 70.368
  6. Haiti: 68.974
  7. Índia: 45.541
  8. Cuba: 43.741
  9. Equador: 37.250
  10. Ucrânia: 35.650
  11. Brasil: 14.513

Título 42
O Título 42 foi uma medida sanitária adotada pelo ex-presidente Donald Trump durante a pandemia que permitia ao governo expulsar imigrantes na região da fronteira sem que eles tivessem a chance de pedir asilo no país. A alegação era que isso ajudaria no controle da Covid-19, impedindo que pessoas eventualmente contaminadas disseminassem a doença em solo americano.

Com o fim da pandemia, o Título 42 foi oficialmente encerrado em 11 de maio e, por isso, muitos imigrantes acreditavam que seria mais fácil entrar nos Estados Unidos. No entanto, não foi o que aconteceu.

Sob o Título 42, os agentes de fronteira ignoravam as etapas demoradas que normalmente são necessárias para processar imigrantes, incluindo o procedimento que admite a um estrangeiro buscar asilo.

Do dia 12 de maio para cá, com o Título 8 novamente em vigor — medida que prevalecia antes da pandemia —, há agora um tempo maior para processar imigrantes, o que possibilita a eles pedir proteção ao país. O estrangeiro pode ou não ficar nos Estados Unidos até o pedido ser processado.

Quando um imigrante chega ao território americano, as autoridades de fronteira realizam entrevistas de elegibilidade, nas quais avaliam se existe risco de que ele seja perseguido ou torturado caso retorne a seu país de origem. Se o risco existir, um processo migratório é iniciado e ele deve se apresentar a um juiz.

O estrangeiro pode tanto ficar nos Estados Unidos como ser enviado ao México, em razão da política conhecida como “Fique no México”, para aguardar audiência judicial. Caso considerem que não há perigo, ele é expulso por meio de uma “deportação acelerada”. O Título 8 estipula também que aqueles que forem expulsos por tentar entrar no país ilegalmente fiquem proibidos de entrar em território americano por cinco anos.

Fonte: r7

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SegurançaBrasil

EUA alertaram Brasil, em 2022, sobre ineficácia de ações do país para coibir o tráfico de pessoas

por Redação 11 de maio de 2023

Um relatório da embaixada dos Estados Unidos no Brasil, publicado em agosto de 2022, alertou sobre a falta de ações contundentes do Estado brasileiro para impedir o tráfico de pessoas em território nacional. “O governo brasileiro não cumpre os critérios mínimos para a erradicação do tráfico, mas está fazendo significativos esforços”, destacou o documento.

O texto abordou captação de pessoas para trabalho em condições análogas à escravidão, turismo sexual, tráfico de crianças e exploração de mulheres. O tema ganhou destaque na última semana com a história do menino Nicolas, de 2 anos, que desapareceu em Santa Catarina e foi encontrado em São Paulo, dias depois. O casal que estava com a criança alegou que havia adotado Nicolas. O caso é investigado como tráfico humano.

Entre as carências, o relatório dos EUA aponta frouxidão das medidas de combate e punição, falta de conhecimento das autoridades e inadequação dos sistemas de proteção às vítimas, como abrigos.

O governo não relatou quaisquer condenações definitivas. As autoridades continuam a punir a maioria dos traficantes de pessoas para trabalho escravo com penas administrativas em vez de encarceramento, o que não exerceu uma função dissuasora eficaz nem ofereceu justiça às vítimas. O governo relatou esforços limitados para combater o tráfico sexual ou para identificar as vítimas de tráfico sexual entre populações extremamente vulneráveis, como crianças e pessoas LGBTQI+. Algumas autoridades demonstraram ter conhecimento falho sobre o crime de tráfico de pessoas, deixando, assim, vítimas vulneráveis serem penalizadas por atos ilícitos que seus traficantes as obrigaram a cometer. Os mecanismos de proteção às vítimas, incluindo abrigos, permaneceram inadequados e variaram muito de estado para estado.

2022-2023 PLANO DE AÇÃO PARA O COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS, DA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS NO BRASIL

O documento americano também listou 16 sugestões para melhorar o combate ao tráfico de pessoas no Brasil. As recomendações incluem investigações contundentes, penas mais severas, capacitação de autoridades e aumento de coordenação entre os níveis federal, estadual e municipal, além de compilação de dados e alocação de recursos.

O texto reconhece que os esforços policiais do governo brasileiro para coibir os crimes foram ampliados, embora argumente que o tema é tratado no Código Penal do Brasil de “forma inconsistente com a lei internacional.”

O relatório chamou atenção, ainda, para a lentidão da Justiça brasileira. “O julgamento de casos pode demorar até 10 anos. Os traficantes, às vezes, cumprem penas em prisão domiciliar ou em regime semiaberto. Essas penas não são compatíveis com a natureza séria do crime de tráfico de pessoas e não têm efeito dissuasor”, destacou trecho do documento.

A falta de comunicação entre as autoridades foi outro ponto abordado pelo relatório dos EUA. O texto ainda levanta a hipótese de os casos de tráfico humano no Brasil serem subnotificados, dada a carência de treinamento e de capacidade dos agentes.

A coordenação entre agências e esforços para a coleta de dados foram inadequados. Os dados permaneceram espalhados por várias bases de dados a nível federal e estadual, dificultando a obtenção e análise de dados abrangentes. A Polícia Federal foi a principal autoridade policial responsável por lidar com os crimes de tráfico de pessoas. No entanto, a coordenação da PF com entidades estaduais e municipais variou consideravelmente. Em todos os níveis, as unidades policiais tinham recursos, expertise e efetivo insuficientes para investigar o tráfico. Os observadores relataram que a polícia ocasionalmente classificava casos de tráfico de forma incorreta, o que sugere a subnotificação de tais casos.

2022-2023 PLANO DE AÇÃO PARA O COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS, DA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS NO BRASIL

O que diz o governo
O R7 questionou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e a pasta da Justiça e Segurança Pública sobre o recebimento do relatório, as ações que foram implementadas com base nas sugestões do documento e as políticas do governo federal para impedir o tráfico de pessoas.

O MDHC informou que tem meios para registro de denúncias e que a responsabilidade sobre as ações contra tráfico humano é do Ministério da Justiça e Segurança Pública. “O Disque 100 registra denúncias de violações de direitos humanos que foram direcionadas aos nossos canais de atendimento”, escreveu, em nota. O Ministério da Justiça e Segurança Pública não retornou até a última atualização do texto.

A reportagem também procurou a embaixada dos EUA no Brasil para saber quais critérios foram usados na elaboração do relatório e se o documento foi oficialmente entregue às autoridades brasileiras. Não houve resposta.

Caso Nicolas
O casal que estava com o menino Nicolas está preso por tempo indeterminado. O Tribunal de Justiça de SP (TJSP) decretou a prisão preventiva de Marcelo Valverde Valezi, 52 anos, e Roberta Porfirio de Sousa Santos, 41, nesta terça (9), durante audiência de custódia.

A dupla foi abordada no Tatuapé, zona leste de São Paulo, na tarde de segunda-feira (8), dentro de um carro com o bebê de 2 anos que havia desaparecido em Santa Catarina havia mais de uma semana.

Quando a Polícia Militar de SP encontrou Nicolas, Marcelo e Roberto foram presos em flagrante por tráfico de pessoas.

Fonte: r7

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CidadeMundo

Donald Trump se torna o primeiro ex-presidente dos EUA indiciado pela Justiça

por Redação 31 de março de 2023

Um Grande Júri de um tribunal de Nova York indiciou Donald Trump criminalmente por comprar o silêncio de uma atriz de filmes adultos em 2016. Assim, ele se tornou o primeiro presidente ou ex-presidente dos Estados Unidos a responder por acusações criminais.

O empresário, que pretende concorrer novamente à Casa Branca em 2024, foi indiciado pela Justiça por conta do pagamento de US$ 130 mil feito a atriz e diretora de filmes adultos Stormy Daniels.

“Isto é uma perseguição política e uma interferência no nível mais alto da história em uma eleição”, afirmou, em comunicado, o 45º presidente dos Estados Unidos, que acusa os “democratas radicais de esquerda” de “caça às bruxas para destruir o movimento Make America Great Again (Faça a América grande novamente, em tradução livre)”, que ele representa.

O magnata de 76 anos classifica o promotor federal do distrito de Manhattan, Alvin Bragg, responsável pelo caso, de “desgraça” e o acusa de fazer “o trabalho sujo” do presidente Joe Biden, cuja vitória nas eleições de 2020 Trump nunca reconheceu.

Também se manifestou nesse mesmo sentido o filho do empresário Eric Trump, que considera o indiciamento do pai como “uma péssima práxis processual do terceiro mundo” e um “objetivo oportunista contra um oponente político em um ano de campanha”.

“Ninguém está acima da lei”, disse Clark Brewster, advogado de Daniels, que garante ter mantido uma relação extraconjugal com Trump, o que ele sempre negou.

Rumores sobre um possível indiciamento do republicano, que já havia iniciado a campanha para as primárias do partido, circulavam na imprensa desde o início de março.

Contudo, no último dia 18, o candidato conseguiu atrair toda a atenção para si ao afirmar na plataforma Truth Social que seria “detido” na terça-feira (21) e teria que comparecer diante de um juiz três dias depois. Porém, nada disso aconteceu.

A imprensa americana informou na última quarta-feira (29) que o Grande Júri que analisa as provas contra Trump tinha previsto suspender as audiências nas próximas semanas por causa das férias escolares e de outras festividades religiosas, por isso que, antes do fim de abril, não se esperava a decisão que veio à tona nesta quinta-feira.

Fotografia e impressões digitais

O Grande Júri tinha que se pronunciar a favor ou contra o indiciamento do ex-presidente.

Uma vez indiciado, Trump terá de comparecer ao tribunal de Manhattan para que um juiz o notifique sobre a acusação, ficando brevemente “sob custódia” para ser fotografado e passar pela coleta de impressões digitais. Em seguida, teria que se declarar culpado ou inocente das acusações pelas quais foi investigado.

A Justiça nova-iorquina tenta esclarecer se Trump é culpado de declaração falsa, uma infração, ou de violar a lei sobre financiamento eleitoral, um delito penal.

O então advogado de Trump e agora inimigo Michael Cohen, que foi ouvido pelo Grande Júri de Manhattan, contou que ficou encarregado de fazer o pagamento a Daniels em nome do antigo chefe, que depois o reembolsou.

Se o pagamento não tivesse sido devidamente creditado, poderia resultar em um delito menor por falsificação contábil. Contudo, também existe a possibilidade de violação da lei de financiamento da campanha eleitoral, um crime punido com quatro anos de prisão.

Segundo especialistas em direito, não será fácil comprovar essas acusações em um tribunal, por isso não há nenhuma certeza de que o ex-presidente possa ser condenado à prisão.

Uma eventual condenação pela Justiça estadual de Nova York não o impediria de se candidatar legalmente à Presidência dos Estados Unidos, segundo o professor de direito John Coffee. Contudo, isso “teria um efeito estigmatizante”, acrescentou o especialista.

O magnata é alvo de diversas investigações penais, tanto a nível estadual quanto federal, por supostas irregularidades que poderiam ameaçar a nova corrida pela Casa Branca, entre as quais estão as tentativas de reverter a derrota na eleição de 2020 no estado da Geórgia.

Fonte: r7

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EducaçãoMundo

Mãe se revolta ao ver filho com a boca tampada por fita adesiva como punição de professora

por Redação 25 de março de 2023

Uma mãe ficou extremamente irritada após receber uma foto de seu filho com a boca coberta por camadas de fita adesiva enquanto estava na escola Smithfield Middle, na Carolina do Norte (EUA). Ela revela que isso foi obra de punição dada por uma professora por considerar que o menino estava falando muito durante a aula. Tudo aconteceu no dia 14 de fevereiro, mas só foi divulgado nesta sexta (24) pelo The Sun.

Em uma postagem nas redes sociais, Catherine Webster condenou o castigo que seu filho de 11 anos, Brady, recebeu da sra. Felix. Catherine afirma que a punição ao menino foi feita por ele ser muito tagarela, além de ficar sempre fazendo brincadeiras. Em seu post, ela também diz que nada justifica a atitude da professora.

Furiosa, a mãe do menino completa seu relato afirmando que o garoto enviou uma mensagem em que dizia “não sei o que fazer”, após ser humilhado na frente de seus colegas de sala. Catherine correu para o local e queixou-se ao diretor da instituição sobre o tratamento arcaico que vinha acontecendo supostamente havia meses.

Segundo Catherine, seu filho revelou que outros alunos também recebiam punições parecidas e tiveram os pulsos amarrados, além de serem gravados pela professora em vídeo.

Ela explica que Brady muitas vezes dá risada quando está nervoso ou se sente desconfortável; por isso todos devem ter imaginado que ele estava gostando da “brincadeira”.

“Talvez ele tenha rido, parado em sua sala de aula na frente de 20 e poucos colegas enquanto ela colava uma fita em cima da outra em mais da metade do rosto dele.”

A professora, que começou a trabalhar na escola no ano passado, se demitiu após o incidente. Ela, que é estrangeira (não foi divulgado de qual país é originária), também teve o visto cassado, o que a impede de trabalhar novamente nos EUA.

Fonte: r7

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