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FAIXA DE GAZA

Mundo

Itamaraty inicia retirada do terceiro grupo de brasileiros e familiares da Faixa de Gaza

por Redação 21 de dezembro de 2023

O Itamaraty iniciou nesta quinta-feira (21) a operação de retirada do terceiro grupo de brasileiros e familiares da Faixa de Gaza. Segundo fontes ouvidas pela RECORD, 33 brasileiros estão no Egito e serão trazidos de volta ao Brasil em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que saiu do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

A ação acontece duas semanas após o governo brasileiro retirar a segunda leva de pessoas do território palestino.

No último dia 9, um grupo de 47 brasileiros e familiares próximos deixou Gaza. Dos 78 previstos na lista autorizada, cruzaram a fronteira de Rafah em direção ao Egito 11 binacionais brasileiro-palestinos e 36 palestinos; 27 menores; 16 mulheres (duas idosas) e quatro homens adultos.

Em novembro, após mais de um mês de espera, 32 pessoas deixaram a Faixa de Gaza com destino ao Brasil. No grupo estavam 22 brasileiros e dez palestinos.

O grupo estava dividido em duas cidades ao sul de Gaza: Rafah e Khan Younis. Rafah fica na fronteira do Egito com Gaza e é por onde passaram os caminhões com ajuda humanitária. Nela, pelo menos 18 pessoas aguardavam repatriação: nove crianças, cinco mulheres e quatro homens.

Em Khan Younis, havia 16 pessoas à espera da repatriação para o Brasil: nove crianças, cinco mulheres e dois homens. Na ocasião, o Itamaraty alugou uma casa na cidade para hospedá-los até que a passagem de Rafah fosse aberta.

Fonte: r7

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Mundo

Ao menos dez reféns libertados pelos terroristas do Hamas foram abusados sexualmente

por Redação 7 de dezembro de 2023

Pelo menos dez civis israelenses libertados pelo Hamas, tanto homens quanto mulheres, foram agredidos ou abusados sexualmente enquanto estavam em um cativeiro do grupo terrorista palestino Hamas, segundo as informações publicadas pelo jornal The Times of Israel.

A informação, documentada em um relatório, foi dada à agência de notícias por um médico que tratou mais de cem reféns que foram soltos de cativeiros na Faixa de Gaza. Ele não forneceu mais detalhes, e nenhuma vítima teve a identidade revelada.

Os relatos do médico reforçam testemunhos compartilhados em uma reunião entre reféns libertados, familiares de pessoas que ainda estão detidas em Gaza e o gabinete de guerra israelense.

Na ocasião, foram relatados casos de abuso sexual durante os mais de 50 dias sob o poder dos terroristas.

Aviva Siegel, que foi libertada na semana passada e cujo marido, um cidadão americano, ainda é refém, teria dito durante a reunião que algumas das mulheres estavam “sendo tocadas”. Outros disseram que tanto homens quanto mulheres foram abusados sexualmente.

A trégua temporária entre Israel e o Hamas terminou na última sexta-feira (1º). Ao longo de uma semana, 105 civis foram libertados de cativeiros do Hamas em Gaza: 81 israelenses, 23 tailandeses e um filipino. Antes da pausa nos combates, outros quatro reféns foram soltos, e uma militar israelense foi resgatada.

Acredita-se que 138 reféns ainda permaneçam em Gaza, incluindo cerca de 20 mulheres. Israel afirma que o Hamas teve a oportunidade de prolongar a pausa, mas se recusou a libertar todas as mulheres detidas, como o acordo implicava.

O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Matthew Miller, afirmou na última segunda-feira (4) que o Hamas está retendo as reféns porque não quer que elas testemunhem sobre o abuso sexual que sofreram no cativeiro.

“A razão pela qual a pausa fracassou é que eles [os terroristas do Hamas] não querem que essas mulheres possam falar sobre o que aconteceu com elas durante seu tempo sob custódia”, afirmou Miller.

Relatos obtidos pela Associated Press, juntamente com as primeiras avaliações de um grupo de direitos humanos israelense, mostram que a agressão sexual fez parte da violência perpetrada pelo Hamas no ataque do dia 7 de outubro, quando cerca de 1.200 israelenses foram assassinados.

Enquanto investigadores tentam determinar a extensão das agressões, Israel acusa as organizações de direitos humanos, em especial a ONU, de agir com negligência em relação à dor das vítimas israelenses.

“Eu digo às organizações de direitos das mulheres, às organizações de direitos humanos: vocês já ouviram falar de estupro de mulheres israelenses, de atrocidades horríveis, de mutilação sexual? Onde diabos vocês estão?”, questionou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em entrevista coletiva na última terça-feira (5).

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu que se condene “energicamente e de forma inequívoca a violência sexual dos terroristas do Hamas”.

“Os terroristas do Hamas infligiram tanta dor e sofrimento a mulheres e meninas como puderam e depois as assassinaram. Isto é devastador”, disse Biden.

“Nas últimas semanas, sobreviventes e testemunhas dos ataques compartilharam relatos terríveis de uma crueldade inimaginável”, incluindo estupros, mutilação e profanação de cadáveres, acrescentou.

Fonte: r7

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Mundo

Reféns de terroristas do Hamas ficaram 50 dias sem tomar banho e dividiram remédio para dormir

por Redação 28 de novembro de 2023

Os reféns libertados nos últimos quatro dias pelo Hamas ficaram 50 dias sem tomar banho e dividiram remédio para dormir. A pouca comida disponível no cativeiro do grupo terrorista palestino, na Faixa de Gaza, fez com que todos eles perdessem peso. Alguns chegaram a emagrecer mais de 10 quilos.

Os relatos foram compartilhados com profissionais de saúde, que analisaram as condições de saúde dos reféns logo após a chegada deles a Israel. A médica Margarita, responsável pelo departamento que recebeu essas pessoas no Centro Médico Wolfson, ficou abalada com as histórias que ouviu. Após terem sido levados pelos terroristas e separados de suas famílias de forma traumática, os prisioneiros passaram a viver em condições insalubres em túneis subterrâneos.

“Uma refém idosa contou que eles não tomaram banho por 50 dias. Não tinham água suficiente. Triste, triste ouvir isso”, afirmou Margarita em entrevista ao jornal israelense Yedioth Ahronoth.

“Nos primeiros dias, era difícil para eles conseguirem dormir à noite por causa do estresse e do medo, e isso é compreensível. E então os terroristas do Hamas deram a eles um medicamento para dormir, e eles dividiram a pílula em quatro pedaços para permitir que o maior número de pessoas pudesse descansar. A qualidade do sono não era boa. Eles dormiam em camas próximas uma da outra, e era apertado”, acrescentou.

A refém contou que os prisioneiros não foram maltratados nem sofreram privações graves. Apesar disso, recebiam o mínimo para se manterem vivos e em condições razoáveis de saúde. A comida era principalmente arroz, conserva de homus e feijão. Em raras vezes, os terroristas ofereciam também pão e queijo, mas não mais que isso. Sem frutas, sem legumes, sem ovos. A prisioneira idosa que conversou com Margarita chegou a perder 12 quilos.

“Pelo que eu entendi da conversa, ela e todos os outros tentaram evitar comer muito, porque o feijão e o homus causavam prisão de ventre. Eles tinham medo de complicar as coisas e de não conseguir se cuidar, e não queriam que lhes dessem comprimidos para dores de estômago. Então, eles se certificaram de beber muito. Eles tinham água”, disse a médica.

Merav Raviv, que teve três parentes libertados pelo Hamas na sexta-feira (24), revelou à agência de notícias AP (Associated Press) que sua prima e sua tia, Keren e Ruth Munder, perderam cerca de 7 quilos cada uma ao longo dos 50 dias em que estiveram no cativeiro. A essa mesma agência, a refém Yocheved Lipschitz, de 85 anos, contou que os prisioneiros faziam uma refeição diária. A neta de Yocheved, Adva Adar, afirmou que a avó perdeu peso e está visivelmente mais magra.

A maioria dos reféns libertados parecia estar em boas condições físicas, capaz de andar e falar normalmente. Mas ao menos dois precisavam de cuidados médicos mais sérios. Alma Avraham, de 84 anos, libertada no domingo (26), foi levada às pressas, em estado crítico, para o Centro Médico Soroka de Israel, na cidade de Be’er Sheva, no sul do país. O diretor do hospital disse que ela tinha uma doença preexistente que não havia sido tratada adequadamente em cativeiro. Outra refém teve que ser conduzida para fora do cativeiro com o uso de muletas. A condição de saúde dela não ficou clara.

Dias intermináveis e escuridão
Dentro dos túneis, era difícil saber quando era dia e quando era noite. Segundo a doutora Margarita, os reféns relataram que passavam a maior parte do dia no escuro, com uma brecha de duas horas diárias para um banho de sol. A falta de noção sobre o tempo fazia os dias parecerem intermináveis. Mas esse não foi o único problema.

Segundo a AP, houve indicações iniciais de que os reféns recentemente libertados estavam sendo mantidos em subsolo até que se adaptassem novamente à luz do sol. Eyal Nouri, sobrinho de Adina Moshe, de 72 anos, revelou que a tia andava com os olhos baixos. Os médicos temiam que a claridade repentina pudesse causar danos à visão dela.

“Ela andava com os olhos abaixados, porque estava em túnel. Ela não estava acostumada com a luz do dia. Durante o cativeiro, ela esteve desconectada de todo o mundo exterior”, afirmou Nouri.

Para além dos raros momentos em que tomavam banho de sol, os reféns passavam as horas conversando entre si. Essa era a única atividade que lhes restava. Eles não podiam assistir à televisão, ler, nem mesmo escrever em um pedaço de papel. Os terroristas temiam que eles usassem lápis e canetas para escrever alguma informação que pudesse comprometê-los.

“O poder deles [dos reféns] vinha do fato de que estavam juntos e cuidavam uns dos outros. Uma delas contou que, no primeiro dia, eles se sentaram e compartilharam as terríveis experiências que tiveram. Cada um contribuiu com o que podia”, disse Margarita.

“Por exemplo, havia um que conhecia muito bem a história de Israel, então eles se sentaram por duas ou três horas por dia, e ele deu uma palestra interessante sobre a história do país. Havia aqueles que cozinhavam e cuidavam da comida. Uma delas abordou os terroristas em árabe e disse a eles ‘nos traga óleo’, para lidar com a prisão de ventre. Essa preocupação mútua os manteve juntos”, acrescentou.

Fonte: r7

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Mundo

Unidade 504: conheça a agência de espionagem mais secreta de Israel

por Redação 21 de novembro de 2023

Muitos países mantêm agências de espionagem: os Estados Unidos têm a CIA (Agência de Inteligência Central), o Reino Unido tem o SIS (Serviço Secreto de Inteligência, em português, também conhecido pelo código MI-6).

Israel tem duas agências “famosas” mundialmente: o Mossad e o Shin Bet. Um fato pouco divulgado fora de Israel, no entanto, é que as FDI (Forças de Defesa de Israel) também contam com um serviço secreto: a Unidade 504, que tem ajudado a capturar inimigos de Israel e a salvar civis palestinos na guerra contra os terroristas do Hamas na Faixa de Gaza.

A principal diferença da Unidade 504 é que ela faz parte do Exército de Israel, enquanto o Mossad e o Shin Bet são agências civis. E, na guerra contra o terrorismo, esse serviço de espionagem tem sido vital em desmascarar o terror perpetrado pelo Hamas em hospitais, conforme reportagem publicada no site israelense The Jerusalem Post.

Essa informação foi previamente fornecida a um grupo fechado de repórteres militares, mas foi mantida censurada devido a considerações operacionais.

Al-Shifa
Em uma gravação de um interrogatório da Unidade 504 de um palestino que esteve no hospital Al-Shifa, ele disse que havia muitas forças terroristas do Hamas lá, o que perturbava a equipe médica, que sabia de sua presença.

O palestino interrogado estimou que ele mesmo tinha visto entre 80 e 100 terroristas (provavelmente apenas uma parte do Hamas, considerando que Al-Shifa é um complexo grande com muitas instalações).

Ele acrescentou que os terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica estavam “camuflados” na vestimenta de vários tipos de auxiliares médicos, inclusive usando a sala de emergência para suas atividades.

Outro palestino, Hamdoah Riad Assad Samlah, contou como os terroristas do Hamas estavam usando 50 mil civis palestinos no grande prédio da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino em Gaza como escudos humanos.

Ele disse que ninguém resistiria ao Hamas ou poderia ser morto. Além disso, ele acrescentou que os terroristas embrulhavam seus foguetes em cobertores civis para escondê-los das forças israelenses e frequentemente atiravam contra soldados das FDI dos arredores do prédio.

Outro palestino disse à Unidade 504 que viu mais de cem terroristas do Hamas controlando o Hospital Rantisi em Gaza, divididos em tendas com cerca de cinco a seis homens em cada uma.

Ele disse que também estava em um hospital conhecido como Hospital Suécia, onde viu pelo menos sete terroristas do Hamas. Embora estivessem vestidos como civis, ele disse que conhecia um deles pessoalmente e que o restante estava armado.

Terroristas interrogados
Até o início da guerra, em 7 de outubro, a Unidade 504 estava mais focada em Líbano, Síria e outros países do Oriente Médio. Desde o ataque, no entanto, a Unidade 504 interrogou mais de 500 palestinos e prendeu e interrogou mais de 300 terroristas.

“Até agora, prendemos mais de 300 terroristas como parte da invasão, que foram levados para interrogatório prolongado em Israel. As informações obtidas dos interrogatórios desses prisioneiros foram de tremendo valor, levando à eliminação de outros terroristas e ao aumento da segurança de nossas forças”, disse um comandante sênior da Unidade 504 que, como era de se esperar, não teve sua identidade revelada.

Ajuda palestina
O oficial superior acrescentou que sua unidade também recebeu milhares de chamadas de palestinos em Gaza querendo ajudá-los com inteligência ou cooperar de outra forma contra os terroristas do Hamas. “Foi de uma magnitude que nunca tínhamos visto antes. Parece que os residentes de Gaza estão insatisfeitos com a conduta bárbara do Hamas.”

Para realizar essas muitas missões, dezenas de interrogadores de campo que falam árabe estão espalhados pelas áreas de batalha em Gaza nos níveis de divisão, brigada e batalhão.

O pessoal de interrogatório de campo da Unidade 504 não está apenas trazendo de volta terroristas para Israel para interrogatório, mas também interrogando terroristas frequentemente em campo em tempo real para ajudar as FDI com suas manobras de batalha imediatas, bem como encontrar locais sensíveis do Hamas nas ruas próximas de Gaza.

Além desses detidos interrogados fornecerem à Unidade 504 informações sobre locais sensíveis de terror em geral, eles foram especialmente úteis na localização da rede de túneis do Hamas.
A Unidade 504 também teve papel principal para convencer milhares de palestinos no norte de Gaza a se deslocarem em direção ao sul do território.

Isso foi feito por uma mistura de mais de 10 milhões de mensagens eletrônicas, 9 milhões de mensagens gravadas e mais de 30 mil chamadas telefônicas de oficiais treinados não apenas em árabe, mas em se conectar culturalmente com os palestinos. Além disso, cerca de 4 milhões de panfletos foram lançados pressionando civis palestinos a fugir para o sul.

Em um caso, as FDI descobriram, com a ajuda de civis palestinos, um posto do Hamas que estava impedindo a movimentação para o sul de Gaza. ) O Exército foi capaz de usar essa informação para remover as forças do Hamas, levando civis palestinos para longe da região de confronto e para áreas mais seguras.

Fonte: r7

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Mundo

Voo com brasileiros que estavam em Gaza deixa o Egito com destino ao Brasil

por Redação 13 de novembro de 2023

O voo com as 32 pessoas, entre brasileiros e familiares, que deixaram a Faixa de Gaza neste fim de semana decolou do aeroporto do Cairo, no Egito, na manhã desta segunda-feira (13), com destino ao Brasil. O VC-2 (Embraer 190), cedido pela Presidência da República, decolou às 6h51 (horário de Brasília) com 17 crianças, nove mulheres e seis homens.

A aeronave seguirá diretamente para Las Palmas, na Espanha, onde fará a primeira parada técnica. O outro pouso será na Base Aérea do Recife. A previsão é que o avião chegue por volta das 23h30 desta segunda-feira (13) em Brasília. Anteriormente, o Planalto havia informado que seriam três paradas técnicas, mas a primeira, que seria em Roma, na Itália, foi cancelada.

Desde que cruzou a fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito após uma espera de mais de três semanas pela permissão das autoridades envolvidas na guerra, o grupo fez a imigração e foi transportado em vans fretadas pela embaixada brasileira no Egito até Al-Arish. Eles chegaram ao Cairo na noite deste domingo (12).

Em postagem em uma rede social, a Presidência da República afirmou que o Brasil aguarda o grupo.

Os brasileiros e familiares foram autorizados a deixar a Faixa de Gaza, pela cidade de Rafah, na fronteira com o Egito, nas primeiras horas deste domingo (12), no horário de Brasília. Da primeira relação, com 34 nomes, houve duas desistências.

Quase metade dos brasileiros que conseguiram cruzar a fronteira entre Gaza e o Egito vai para uma cidade do interior de São Paulo, ainda não divulgada, dois dias após o desembarque em Brasília (DF).

O grupo estava dividido em duas cidades no sul de Gaza — Rafah e Khan Younis — desde 14 de outubro. Rafah fica na fronteira do Egito com Gaza e é por onde passam os caminhões com ajuda humanitária.

Palestinos parentes de brasileiros terão apoio para emitir documentos
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, declarou neste domingo (12) que os palestinos parentes de brasileiros que deixaram a Faixa de Gaza em direção ao Brasil serão acolhidos em ação conjunta dos ministérios da Justiça e Segurança Pública e do Desenvolvimento Social e da Casa Civil, além das pastas das Relações Exteriores e da Defesa, que coordenaram a operação de repatriação.

“Na chegada, também teremos participação do MJSP e do MDS, na parte de apoio a todos esses brasileiros. O Ministério do Desenvolvimento Social tem, junto à Casa Civil, esse sistema de apoio e acolhimento. Será disponibilizada identidade, permissão de trabalho, acesso ao SUS e a toda a rede de apoio social para refugiados, inclusive com opções de pedido de refúgio e de regularização da situação de cada um”, afirmou Vieira.

De acordo com o ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou vontade de se reunir com os brasileiros e parentes próximos vindos da Faixa de Gaza. Lula registrou, neste domingo (12), em uma rede social a saída dos brasileiros da zona de conflito. “Os brasileiros já atravessaram a fronteira e se encontram no Egito, de onde virão, em segurança, para o Brasil, na operação Voltando em Paz”, escreveu Lula, que elogiou a atuação dos órgãos do governo federal.

Fonte: r7

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Mundo

Após grande expectativa, brasileiros ficam fora da 6ª lista de estrangeiros que vão deixar Gaza

por Redação 8 de novembro de 2023

Apesar da grande expectativa, o grupo de 34 pessoas (entre brasileiros e seus familiares) que está na Faixa de Gaza não faz parte da sexta lista de estrangeiros que vão cruzar a fronteira de Rafah, em direção ao Egito. A informação foi confirmada pelo embaixador do Brasil na Palestina, Alessandro Candeas.

A nova relação de estrangeiros autorizados a deixar Gaza conta com 601 nomes, de seis nacionalidades: Ucrânia (228 pessoas), Filipinas (107), Estados Unidos (100), Alemanha (75), Romênia (51) e Canadá (40).

Na última sexta-feira (3), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse que a volta para o país ocorreria até esta quarta (8). O Itamaraty afirmou, em 1º de novembro, que “confia que em breve [os brasileiros] serão contemplados com autorização para passagem por Rafah”, conforme um comunicado oficial.

“Os nomes foram informados desde 9 de outubro às chancelarias egípcia e israelense e às autoridades responsáveis na Faixa de Gaza”, escreveu o Ministério das Relações Exteriores. De acordo com a pasta, o governo tem mantido contato permanente com as autoridades locais para retirar os brasileiros que estão na zona de conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas.

Segundo o Itamaraty, os brasileiros e os familiares próximos continuam abrigados perto da fronteira com o Egito, em Khan Younis e em Rafah.

Fonte: r7

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Mundo

Primeiro grupo de estrangeiros deixa Gaza com destino ao Egito; lista não inclui brasileiros

por Redação 1 de novembro de 2023

O primeiro grupo de pessoas com passaporte estrangeiro vindo da Faixa de Gaza cruzou o posto fronteiriço de Rafah com destino ao Egito nesta quarta-feira (1º). A lista divulgada tem 450 estrangeiros, 90 palestinos feridos e não inclui brasileiros.

Canais de televisão egípcios mostraram imagens ao vivo de uma fila de ambulâncias entrando no território palestino para dar os primeiros atendimentos médicos e auxiliar na transferência de pessoas para hospitais no Egito.

Reféns devem ser libertados
Também existe a expectativa de que reféns sejam libertados pelos Hamas. Pelo menos 239 pessoas, entre israelenses e cidadãos de outros países, foram sequestradas no ataque do dia 7 de outubro que desencadeou a guerra.

O porta-voz das Brigadas Al-Qassam, braço armado do Hamas, Abu Ubaida, já havia afirmado que vários reféns serão soltos, mas não citou um número nem deu um prazo.

“Informamos aos mediadores que liberaremos vários estrangeiros nos próximos dias de acordo com nossa vontade de não mantê-los em Gaza”, afirmou.

Fonte: r7

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Mundo

Terroristas do Hamas bloqueiam estrada e atiram em quem tenta sair da zona de guerra em Gaza

por Redação 26 de outubro de 2023

Os terroristas do Hamas fecharam uma estrada e atiram em que tenta sair da zona de guerra no norte da Faixa de Gaza, relatou um palestino a um militar das Forças de Defesa de Israel.

A gravação da conversa foi divulgada nesta quinta-feira (26) nas redes sociais e mostra que o homem está preocupado em buscar um abrigo, mas não consegue sair do local onde está.

O militar pede ao palestino que fuja para o sul da Faixa de Gaza. No início da guerra, Israel chegou a espalhar panfletos em árabe para orientar a população a se dirigir à fronteira com o Egito.

“Eu peço, pela sua segurança pessoal, que você vá urgentemente para Khan Younis”, orienta o israelense.

O civil reconhece que está em perigo, mas explica que não consegue sair de onde está.

“Todas as estradas estão bloqueadas. E onde estamos não é seguro”, diz.

O militar pergunta mais de uma vez para ter certeza de quem está bloqueando a passagem, e o palestino confirma que os terroristas do Hamas estão impedido a saída de civis.

“Eles estão mandando as pessoas voltarem”, diz o homem, e acrescenta: “Estão atirando nas pessoas”.

Segundo o relato, a estrada bloqueada é a Salah al-Din, que é a mais importante da Faixa de Gaza. Esse é o principal caminho até Khan Younis e cruza toda a região, de norte a sul.

Israel acusa os terroristas de barrar a fuga da população civil, para usar essas pessoas como um escudo nos ataques.

Fonte: r7

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Mundo

Israel diz aos Estados Unidos que guerra contra Hamas ‘será longa’, mas ‘bem-sucedida’

por Redação 16 de outubro de 2023

O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, disse nesta segunda-feira (16) ao chefe da diplomacia americana, Antony Blinken, que visita Israel, que a guerra contra o grupo terrorista Hamas será longa, mas bem-sucedida.

“Deixe-me dizer: será uma guerra longa, o preço será alto, mas venceremos, por Israel, pelo povo judeu e pelos valores em que nossos povos acreditam”, afirmou Gallant a Blinken no Ministério da Defesa, em Tel Aviv.

A declaração foi feita após uma suposta crítica do governo dos Estados Unidos. Neste domingo (15), o presidente americano, Joe Biden, disse que “seria um grande erro [apoiar uma ocupação de Gaza], porque o Hamas não representa todo o povo palestino”.

Mas invadir e “eliminar os extremistas” é um “requisito necessário”, completou Biden, durante entrevista que foi dada ao programa de notícias 60 Minutes, da emissora CBS.

A Faixa de Gaza é controlada pelos terroristas do Hamas e é o principal alvo da ofensiva de Israel — foi a partir desta região que os extremistas islâmicos lançaram, em 7 de setembro, o ataque que deixou mais de 1.400 israelenses mortos e capturou mais de 150 reféns.

Dedicação total
A Casa Branca anunciou, nesta segunda-feira (16), o cancelamento de uma viagem que o presidente Joe Biden deveria fazer ainda hoje ao estado do Colorado, em um momento em que vários veículos da imprensa falam sobre uma possível visita a Israel nesta semana.

Biden permanecerá em Washington para “participar de reuniões sobre questões de segurança nacional”, afirmou um breve comunicado do Executivo americano.

“Houve um convite do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu”, disse nesta segunda-feira a uma rede de televisão americana o porta-voz da Casa Branca, John Kirby. Porém, “não há nenhuma viagem da qual eu possa falar agora”, acrescentou.

A intenção de Biden é “permanecer focado no que está acontecendo entre Israel e o Hamas”, completou o porta-voz. O democrata, de 80 anos, tinha uma viagem prevista ao Colorado para visitar uma fábrica de torres eólicas.

A imprensa americana garante que autoridades de Israel e dos Estados Unidos conversam sobre uma possível visita de Biden, que prometeu apoio “inabalável” depois dos ataques terroristas do Hamas no dia 7 de outubro.

Essa não seria a primeira viagem de Biden a um país em guerra, já que, em fevereiro, ele esteve na Ucrânia depois de uma preparação para a visita, mantida em absoluto segredo. O presidente americano também já foi a Israel em julho de 2022.

Fonte: r7

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Brasil

Aviões da FAB chegam a Roma nesta sexta-feira para o resgate de brasileiros na Faixa de Gaza

por Redação 13 de outubro de 2023

Dois aviões que saíram do Brasil para repatriar brasileiros que estão na Faixa de Gaza chegam a Roma, na Itália, nesta sexta-feira (13). Um dos aviões decolou de Brasília, e o outro saiu do Rio de Janeiro. A expectativa é que os aviões aguardem em Roma a autorização para seguir até o Egito, onde os brasileiros serão resgatados. Ao todo, 494 brasileiros já foram deslocados desde o início da operação de resgate.

O avião que saiu de Brasília é o VC-2, da Força Aérea Brasileira (FAB), utilizado pela Presidência da República. A aeronave tem capacidade para 40 passageiros e foi acionada em caráter de urgência.

O avião que saiu do Rio de Janeiro, por sua vez, é um KC-30, com capacidade para cerca de 200 pessoas. A aerovane chegou à Roma às 10h15 (horário de Roma) desta sexta-feira.

Atualmente, Gaza está cercada por forças israelenses; no entanto, o Itamaraty tem negociado com autoridades locais a formação de um corredor humanitário para deslocar brasileiros na região. Até o momento, 22 brasileiros pediram repatriação, segundo a representação diplomática brasileira na Palestina. Parte do grupo está abrigada em uma escola da região enquanto aguarda a volta para o Brasil.

Esses brasileiros tiveram suas casas destruídas, mas não estão feridos, informou uma fonte da representação brasileira à reportagem do R7. O mesmo interlocutor afirmou que, embora estejam bem de saúde, estão apreensivos com a situação.

Parte do grupo que mora em Gaza decidiu esperar a evacuação em casa. Há brasileiros em Beit Hanun, Beit Lahia e Khan Younes, bem como em Gaza. O Exército israelense foi avisado sobre o abrigo de brasileiros em Gaza, para não atacar o local.

serão repatriados. O plano é retirá-los por Rafá, cidade ao sul de Gaza que faz fronteira com o Egito. Para executar a ação, porém, o governo brasileiro aguarda a aprovação das autoridades egípcias. O pedido, feito há quatro dias, ainda não teve resposta.

Dois ônibus já estão disponíveis para transportar os brasileiros das quatro cidades até Rafá. Uma vez na cidade egípcia, eles serão levados, também por via terrestre, ao aeroporto mais próximo — a princípio, o aeroporto egípcio El Arish, distante 53 km da fronteira com Gaza.

Além da autorização do Egito, é necessário que a passagem entre Rafá e o país esteja aberta. O posto fronteiriço foi bombardeado pelo menos três vezes pelas forças israelenses.

Lula conversa com o presidente de Israel
Nesta quinta-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que conversou com o presidente de Israel, Isaac Herzog, e fez um apelo para a criação de um corredor humanitário que ligue a Faixa de Gaza ao Egito para o resgate de pessoas que queiram deixar a região.

“Não é possível que os inocentes sejam vítimas da insanidade daqueles que querem a guerra. Transmiti meu apelo por um corredor humanitário para que as pessoas que queiram sair da Faixa de Gaza pelo Egito tenham segurança. E disse que o Brasil está à disposição para tentar encontrar um caminho para a paz”, afirmou Lula em uma rede social.

Fonte: r7

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