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Tag:

FAMÍLIA CARBONIZADA

Segurança

Condenados por matar e queimar família no ABC não terão direito a saidinhas da prisão

por Redação 22 de agosto de 2023

Os irmãos Jonathan e Juliano Ramos, condenados na segunda-feira (21) por matar e carbonizar uma família no ABC paulista, em 2020, não terão direito às “saidinhas temporárias” quando chegarem ao regime semiaberto.

Além disso, os dois levarão mais tempo para alcançar essa fase do cumprimento de pena, em que é permitido ao preso deixar a penitenciária para trabalhar ou estudar.

Isso porque o crime foi cometido apenas quatro dias depois de entrar em vigor uma lei que endureceu regras do Código Penal e do Código de Processo Penal, vetando saidinhas a condenados por crimes hediondos com morte de vítimas ocorridos a partir daquela data – 23 de janeiro de 2020.

Jonathan e Juliano confessaram que mataram o empresário Romuyuki Gonçalves, a esposa dele, Flaviana Gonçalves, e o filho do casal, Juan Victor Gonçalves, de 15 anos. O cumprimento da pena começa em regime fechado.

A regra que vetará as saidinhas no futuro é a mesma válida para os outros três condenados pelo crime: Anaflávia Gonçalves, condenada a uma pena de 61 anos, a namorada dela à época do crime, Carina Abreu, que pegou uma pena de 74 anos, e Guilherme Silva, que recebeu uma pena de 56 anos.

A norma foi criada por um grupo de deputados, que analisou o “projeto anticrime” apresentado pelo então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e propostas elaboradas pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Os parlamentares também contribuíram com sugestões próprias ao texto que deu origem à “lei anticrime”.

O caso da família carbonizada no ABC é o primeiro de repercussão nacional a ser enquadrado nas regras mais duras.

O crime
De acordo com a polícia, Anaflávia e Carina informaram aos outros três suspeitos que havia R$ 85 mil na casa e ajudaram os três comparsas a entrar na residência da família, em Santo André. No dia do roubo, segundo a denúncia feita pelo Ministério Público, eles não encontraram o dinheiro e, depois de ameaçar as vítimas, decidiram matá-las.

Os corpos do casal e do adolescente foram colocados dentro do carro da família e levados a uma estrada de terra em São Bernardo do Campo. O veículo foi incendiado, e as vítimas, carbonizadas.

Saídas temporárias
As saídas temporárias são prerrogativas dos presos no regime semiaberto e funcionam como uma estratégia para iniciar a ressocialização deles de forma gradual. Eles têm direito a cinco saídas de até sete dias por ano.

Além de vetar as saidinhas para presos por crimes hediondos com morte de vítima, a “lei anticrime” aumenta o tempo em que o detento fica no regime fechado até alcançar o semiaberto.

O período mínimo de cumprimento de pena para que aconteça a mudança passou de dois quintos (40%) para 50%, considerando esse tipo de crime (hediondo), no caso de réus primários.

Carina, por exemplo, que pegou a maior pena pelo crime da família carbonizada no ABC, poderá ficar até 37 anos em regime fechado até obter progressão, caso não consiga remir parte de sua pena trabalhando no presídio, por exemplo.

O prazo máximo de cumprimento de pena também mudou, de 30 anos para 40 anos, outro fator que deve contribuir para deixar os condenados mais tempo presos.

Retroação
O jurista Alamiro Velludo Netto explica que as mudanças na legislação penal que endurecem as regras só valem para crimes praticados após sua entrada em vigor. Ou seja, elas não retroagem para casos anteriores, conforme previsão da Constituição. Isso só poderia acontecer se fosse em benefício dos réus, e não para submetê-los a regras mais duras.

Dessa forma, pessoas condenadas no passado por crimes hediondos continuam sob as regras antigas. Entre elas estão o cumprimento máximo de pena de até 30 anos, progressão mais branda em relação à nova lei e saidinhas para presos de bom comportamento no regime semiaberto.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Acusados de matar família carbonizada no ABC Paulista vão a júri popular nesta segunda

por Redação 12 de junho de 2023

Após cinco adiamentos, começa nesta segunda-feira (12) o julgamento dos cinco réus acusados de ter matado a família Gonçalves e carbonizado seus corpos no ABC paulista, em janeiro de 2020. O júri popular acontece no Fórum de Santo André, na Grande São Paulo, e será presidido pelo juiz Lucas Tambor Bueno, a partir das 10 horas.

Serão julgados Ana Flávia Martins Meneses Gonçalves, filha do casal assassinado, Carina Ramos de Abreu, Juliano Oliveira Ramos Júnior, Jonathan Fagundes Ramos e Guilherme Ramos da Silva. O grupo responde pelos seguintes crimes:

  • três homicídios triplamente qualificados (por motivo fútil, com emprego de meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas);
  • ocultação de cadáver;
  • roubo; e
  • associação criminosa.

De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, a previsão é que 14 testemunhas de defesa e acusação sejam ouvidas durante o julgamento, que deve se estender por pelo menos dois dias.

A morte dos empresários Romuyuki Veras Gonçalves e Flaviana de Meneses Gonçalves e do filho deles, Juan Victor Gonçalves, de 15 anos, teve o envolvimento da filha do casal e da namorada dela. Ana Flávia e Carina foram acusadas de planejar a morte da família.

De acordo com a polícia, as duas informaram aos três suspeitos que havia R$ 85 mil na casa e ajudaram o trio a entrar na residência. No dia do roubo, segundo a denúncia feita pelo Ministério Público, eles não encontraram o dinheiro e, depois de ameaçar as vítimas, decidiram matá-las.

Os corpos do casal e do adolescente foram colocados dentro do carro da família e levados para uma estrada de terra em São Bernardo do Campo. O veículo foi incendiado, e as vítimas, carbonizadas.

À Record TV, Carina Ramos admitiu ter participado do planejamento do assalto, mas não das mortes. Ela disse que a ex-namorada tinha arquitetado o crime. Já Ana Flávia se disse inocente e afirma que os assassinatos foram premeditados pela ex-companheira.

Segundo Ana Flávia, Carina a convenceu de que não aconteceria nada à família, a não ser uma simulação de assalto. Os irmãos também se sentiram enganados por Carina ao perceber que não havia dinheiro na casa: “Foi uma cilada que ela arranjou pra nós porque a intenção dela, na verdade, não era roubar o dinheiro, porque não tinha dinheiro, a intenção delas foi querer matar eles”.

Investigação

Com a quebra de sigilo de contas na internet e as conversas entre o casal por um aplicativo de mensagens, a Polícia Civil descobriu que Ana Flávia e Carina haviam feito buscas relacionadas aos assassinatos.

Elas pesquisaram termos referentes ao seguro de vida de Romuyuki, como “seguro de vida cobre quais mortes”, “seguro de vida por morte assassinato” e “segurado de homicídio”, no celular de Ana Flávia em 24 de dezembro de 2019, cerca de um mês antes do crime.

No dia 30 de dezembro, o casal pesquisou a compra de um carro de luxo, apesar de estar endividado. Dois dias antes das mortes, Carina também fez pesquisas sobre reforma do piso de uma casa. A metragem e a descrição da planta são compatíveis com o imóvel onde a família foi morta, o que indica a intenção das duas de se apossar da casa.

O assassinato da família foi descoberto em 28 de janeiro de 2020. Ana Flávia e Carina foram presas um dia depois. Jonathan, Guilherme e Juliano tiveram a prisão decretada poucos dias após o crime.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Chacina no DF: adolescente é detido por suspeita de participação nos crimes

por Redação 25 de janeiro de 2023

Um adolescente de 17 anos foi apreendido na noite desta terça-feira (24) no Itapoã, Distrito Federal, por suspeita de envolvimento na chacina da família da cabeleireira Elizamar da Silva, de 39 anos. De acordo com a Polícia Militar, no momento da detenção, o jovem contou que recebeu R$ 2 mil e que iria receber mais R$ 3 mil de comparsas pela participação no crime. O papel dele ainda não foi esclarecido.

O adolescente e um homem de 23 anos, que estava junto no momento da detenção, prestaram depoimento na 6ª Delegacia de Polícia Civil (Paranoá). O maior de idade foi liberado após ser ouvido. Segundo a Polícia Civil, ele não ficou preso porque, apesar de ter conhecimento dos crimes, não participou.

Nesse domingo (22), um quarto suspeito de ligação com o caso da família carbonizada foi identificado. De acordo com as investigações, Carlomam dos Santos Nogueira, 26 anos, é foragido por ter cometido outros crimes e faz parte do PCC, maior organização criminosa do Brasil.

O delegado ainda afirmou, nesta terça-feira (24), que Carlomam poderia estar fora do Distrito Federal. Viana ainda disse que o serviço de recompensa pode ser acionado em breve para que as autoridades consigam prender o suspeito.

Vítimas
A Polícia Civil do Distrito Federal trabalha com a hipótese de extorsão. De acordo com a corporação, as vítimas que foram mantidas em cárcere privado teriam sofrido agressões físicas para que senhas bancárias fossem repassadas.

Segundo a corporação, R$ 54 mil foram encontrados na conta bancária de um dos suspeitos de ligação com o crime. O delegado responsável ainda informou que o dinheiro identificado é referente a uma casa que Cláudia Regina havia vendido.

Com Horácio Carlos foram encontrados R$ 40 mil, e com Gideon Batista, R$ 10 mil. Cerca de R$ 4 mil também foram localizados na conta da namorada de Gideon, que não teve o nome revelado.

Nesta terça-feira (24), a identidade dos corpos de Renata (sogra de Elizamar) e Gabriela Belchior (cunhada de Elizamar), Thiago Gabriel (marido de Elizamar) e Cláudia Regina (ex-esposa do sogro de Elizamar) foi confirmada. O corpo de Ana Beatriz (filha de Cláudia) ainda não foi identificado.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Chacina de família no DF: Polícia Civil encontra três corpos em cisterna

por Redação 24 de janeiro de 2023

A Polícia Civil do Distrito Federal confirmou ter encontrado, na madrugada desta terça-feira (24), dentro de uma cisterna, em Planaltina (DF), três corpos que podem estar relacionados aos desaparecidos da família da cabeleireira Elizamar da Silva. Segundo o delegado responsável pelo caso, Ricardo Viana, os corpos são de duas mulheres e de um homem, mas ainda não foram identificados.

Policiais civis e o Corpo de Bombeiros foram acionados, ainda na noite de segunda-feira (23), por volta de 22h30, para uma nova busca na zona rural de Planaltina. Ao todo, 17 militares e 2 cães farejadores foram utilizados na busca.

Ao chegar ao local, ao lado de uma casa abandonada, encontraram uma fossa séptica seca coberta com terra. Ao escavar o local, três corpos em estado avançado de decomposição foram descobertos. Inicialmente, devido ao estado das vítimas, não foi possível identificar o sexo.

A Polícia Civil investiga o caso e suspeita que os novos corpos encontrados sejam de Thiago Gabriel (marido de Elizamar), Cláudia Regina (ex-esposa de Marcos) e Ana Beatriz Marques (filha de Marcos com Cláudia).

Com as novas vítimas, são dez corpos encontrados — cinco já foram identificados (Elizamar, os três filhos pequenos e o sogro, Marcos Antônio). Dois foram encontrados carbonizados e estão em processo de identificação (a suspeita é que sejam de Renata Belchior e Gabriela Belchior, respectivamente a mãe e a irmã de Thiago).

Suspeito foragido
A Polícia Civil já prendeu três suspeitos de ligação com o caso da família carbonizada. Horácio Barbosa, Fabrício Canhedo e Gideon Menezes foram ouvidos durante as audiências de custódia e tiveram as prisões mantidas pela Justiça na última quinta-feira (22).

Ao todo, 52 policiais civis do Distrito Federal foram destacados para as buscas das vítimas e do quarto suspeito envolvido na chacina, Carlomam dos Santos Nogueira. Equipe policial, helicópteros e cães farejadores são usados na investigação.

O delegado Ricardo Viana afirmou que existe a possibilidade de que o serviço de recompensa seja acionado para que as autoridades consigam prender o quarto suspeito. Em 2018, uma investigação mostrou que Carlomam tinha uma ligação com o PCC, a maior organização criminosa do Brasil.

Cativeiro
Um vídeo divulgado pelos policiais nesta segunda-feira (23) mostra o momento em que dois carros deixam a casa em que a família da cabeleireira foi mantida em cativeiro, localizada em Planaltina (DF). Horas depois, um dos veículos foi carbonizado com dois corpos dentro.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Carbonizados: novas imagens mostram carro de uma das vítimas deixando cativeiro

por Redação 23 de janeiro de 2023

Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que dois carros deixam a casa em que a família da cabeleireira Elizamar da Silva foi mantida em cativeiro. Os veículos deixam a casa, em Planaltina, por volta de 1h14 de 14 de janeiro. Horas depois, um deles foi carbonizado com dois corpos dentro.

O vídeo, divulgado pela Polícia Civil do DF, nesta segunda-feira (23), mostra o carro de Marcos Antônio, sogro de Elizamar, ao sair do cativeiro. O veículo está acompanhado de outro, mas não retorna para o local horas depois. Registrado no nome de Marcos Antônio, o carro foi encontrado queimado no dia 16 de janeiro, com duas pessoas carbonizadas, na BR-251, em Unaí (MG), Entorno do Distrito Federal.

As vítimas encontradas eram duas mulheres, que ainda não foram identificadas. Quando o carro foi localizado, Marcos Antônio também estava desaparecido e era apontado como possível mandante dos assassinatos. O corpo dele, porém, foi encontrado por bombeiros e cães farejadores em 18 de janeiro, esquartejado e enterrado no quintal do local usado como cativeiro, em Planaltina (DF).

Segundo o delegado Paulo Henrique Feitosa, a situação do cadáver indica que ele pode ter sido a primeira vítima do caso. Na casa, também foram mantidas Renata Belchior e Gabriela Belchior, sogra e cunhada da cabeleireira Elizamar, respectivamente. As mulheres continuam desaparecidas, e a polícia civil acredita que os corpos encontrados carbonizados em 16 de janeiro sejam delas.

Até a confirmação das vítimas, a polícia ainda trabalha com o desaparecimento de cinco pessoas da família. Confira a lista:

• Thiago Gabriel, 30 anos (marido de Elizamar);
• Renata Belchior, 52 anos (mãe de Thiago);
• Gabriela Belchior, 25 anos (irmã de Thiago);
• Cláudia Regina (ex-esposa de Marcos); e
• Ana Beatriz Marques (filha de Marcos com Cláudia).

O cativeiro
Após o corpo de Marcos Antônio ter sido encontrado no quintal do cativeiro, a Polícia Civil do DF realizou outras buscas no local. Segundo a corporação, foram encontrados um saco plástico com vestígios de sangue e, no terreno, cimento fresco. Com os vestígios encontrados, a perícia aplicou um composto químico, chamado de “luminol”, em outros ambientes da residência. O objetivo é identificar traços sanguíneos que possam ter sido lavados.

O delegado Ricardo Viana, um dos responsáveis pelo caso, explica que a substância foi utilizada para verificar se ocorreu algum tipo de briga no local. A polícia aguarda o laudo pericial para a confirmação.

Suspeito foragido
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Neste domingo (22), o delegado Ricardo Viana confirmou o envolvimento de um quarto suspeito no caso. O homem está foragido e foi identificado como Carlomam dos Santos Nogueira, de 26 anos. Segundo a PCDF, as impressões digitais do suspeito foram encontradas no cativeiro, em Planaltina (DF), e no carro de outro suspeito.

Outros três suspeitos de envolvimento foram presos pela Polícia Civil, nos dias 17 e 18 de janeiro. Horárcio Barbosa, Fabrício Canhedo e Gideon Menezes foram ouvidos durante a audiência de custódia e tiveram a prisão mantida pela Justiça.

Veículos apreendidos
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Na última sexta-feira (20), a Polícia Civil apreendeu três veículos ligados ao caso da família carbonizada. Um dos carros seria de Cláudia Regina, ex-esposa do sogro de Elizamar, que continua desaparecida. O carro teria sido usado por dois suspeitos para comprar gasolina, antes da morte de parte dos familiares.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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