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FARMÁCIA POPULAR

Saúde

Farmácia Popular pagou R$ 7,4 bilhões em medicamentos para pacientes falecidos, aponta CGU

por Redação 5 de janeiro de 2024

O programa “Farmácia Popular” (FPB) gastou R$ 7,43 bilhões na compra de medicamentos para pacientes já falecidos. Os dados são de uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU), que analisou os valores investidos entre julho de 2015 a dezembro de 2020. A checagem também mostrou que o governo federal também vendeu R$ 2,57 bilhões em medicamentos sem nota fiscal que comprovasse a compra dos estabelecimentos credenciados. A reportagem entrou em contato com o Ministério da Saúde e aguarda posicionamento. O espaço permanece aberto.

A análise dos técnicos mostrou que as irregularidades foram causadas pela falta de controle dos ressarcimentos pago às farmácias onde os medicamentos foram retirados. No documento, a CGU destaca que foram encontradas falhas no controle do programa.

“Essas ocorrências denotam falhas nos controles previstos na regulamentação do Programa, seja na etapa de checagem da documentação e identificação do beneficiário ou procurador, seja nos algoritmos ou fontes de informação previstos no Sistema Autorizador de Vendas, mantido pelo gestor do Programa FPB [Farmácia Popular do Brasil].”

Sobre a venda para acidentes com o óbito confirmado, o órgão atestou que o protocolo “carece de adoção de medidas capazes de atestar a presença do beneficiário no momento da venda, assim como a existência dos documentos exigidos pelas regras.”

A CGU também recomenda um recadastramento geral dos estabelecimentos para a “lavratura de novos Termos de Adesão, incluindo como condição a essa nova adesão a quitação dos débitos identificados neste trabalho.”

“Nesse recadastramento e revisão dos Termos de Adesão devem ser observados ainda critérios que contemplem uma distribuição da rede de credenciados equilibrada em todo o território Nacional sob ponto de vista social e de indicadores de Saúde, conforme já relatado em diversos trabalhos sobre o tema.”

Farmácia Popular do Brasil
O programa foi criado em 2004, durante o primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é disponibilizar medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde (APS) por meio de parcerias com estabelecimentos privados.

A FPB disponibiliza medicamentos gratuitos para o tratamento de pacientes diabéticos, asmáticos e hipertensos. A partir de junho de 2023, os remédios para osteoporose e anticoncepcionais foram adicionados na lista do programa.

O programa também oferece medicamentos de forma subsidiada para dislipidemia, rinite, doença de Parkinson, glaucoma e fraldas geriátricas. Nesses casos, o Ministério da Saúde paga parte do valor dos medicamentos (até 90% do valor de referência tabelado) e o cidadão paga o restante, conforme o valor praticado pela farmácia. Ao todo, o Farmácia Popular contempla o tratamento para 11 doenças.

Além disso, os 55 milhões de brasileiros que são beneficiários do Bolsa Família passaram a ter acesso a todos os medicamentos disponíveis no programa de forma totalmente gratuita.

Para retirar, basta o usuário ir até a farmácia credenciada e apresentar a receita médica, documento de identidade e CPF. O reconhecimento do vínculo do beneficiário com o Bolsa Família ocorrerá automaticamente pelo sistema, necessário cadastro prévio.

Fonte: r7

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Saúde

Veja quais remédios você pode pegar de graça no programa Farmácia Popular

por Redação 26 de julho de 2023

Alternativa às farmácias das unidades básicas de saúde, o programa Farmácia Popular oferece de graça remédios para diabetes, asma, hipertensão e osteoporose e anticoncepcionais. Também é possível comprar com desconto medicamentos usados no tratamento de dislipidemia (colesterol e/ou triglicerídeos elevados), rinite, doença de Parkinson e glaucoma, além de fraldas geriátricas.

A vantagem é que a rede credenciada de farmácias inclui mais de 27 mil estabelecimentos em todo o Brasil (consulte a lista completa aqui).

Para ter acesso aos medicamentos de graça ou com desconto, o interessado deve levar documento oficial com foto e número do CPF ou documento de identidade em que conste o número do CPF e a receita médica dentro do prazo de validade, tanto do SUS quanto de serviços particulares.

As receitas têm validade de seis meses a partir da emissão, podendo ser reutilizadas mensalmente dentro desse período.

No sistema de copagamento, o Ministério da Saúde paga até 90% do valor de referência tabelado do medicamento. O restante é o valor que será pago pelo paciente, de acordo com o preço praticado pela farmácia.

É nesse formato que podem ser obtidas as fraldas geriátricas. As orientações do ministério para esse insumo específico são as seguintes:

• O paciente deverá ter idade igual ou superior a 60 anos ou ser pessoa com deficiência e precisará apresentar prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso de fralda geriátrica, no qual conste, na hipótese de paciente com deficiência, a respectiva CID (Classificação Internacional de Doenças).

• No caso de paciente acamado ou impossibilitado de comparecer à farmácia, é possível fazer a compra desde que seja apresentada receita médica dentro do prazo de validade, tanto do SUS quanto de serviços particulares, e documento de identificação do titular da receita. Se for um paciente menor de idade, pais podem fazer a retirada com a apresentação da identidade de ambos ou da certidão de nascimento.

O representante legal precisa ter comprovação de que tem autorização para atuar em nome da pessoa que receberá as fraldas.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Anticoncepcional e remédio para osteoporose passam a ser gratuitos na Farmácia Popular

por Redação 7 de junho de 2023

Assim como remédios para hipertensão, diabetes e asma, medicamentos indicados para o tratamento de osteoporose e contraceptivos passam agora a integrar o rol de gratuidade do programa Farmácia Popular do Brasil, conforme anúncio feito nesta quarta-feira (7) pelo Ministério da Saúde.

Até então, as medicações estavam disponíveis pelo programa em duas modalidades: gratuidade (asma, diabetes e hipertensão) e medicamentos de outras oito categorias ofertados em formato de copagamento, com até 90% de desconto (veja lista abaixo).

“Essa população terá acesso gratuito aos medicamentos indicados para o tratamento de osteoporose e a contraceptivos. São produtos que eram oferecidos pelo Farmácia Popular com preços mais baixos [50% de desconto] e que agora passam a integrar o rol de gratuidade”, afirmou em comunicado o ministério da Saúde.

Ainda de acordo com a pasta, mais de 5 milhões de mulheres que antes pagavam a metade do valor devem ser beneficiadas com a retirada dos produtos de graça.

Além disso, com a ampliação do programa, os beneficiários do Bolsa Família também terão acesso aos 40 medicamentos disponíveis na lista do Farmácia Popular do Brasil, que contempla o tratamento para 11 doenças. A iniciativa deve beneficiar 55 milhões de brasileiros.

Segundo o ministério, o governo federal retoma o programa com a expansão da oferta gratuita de medicamentos e o credenciamento de novas unidades em municípios de maior vulnerabilidade.

Com as novas habilitações que serão abertas, a expectativa é que o Farmácia Popular, até o fim do ano, passe a ter unidades em 5.207 municípios brasileiros. O programa foi relançado nesta quarta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em evento em Pernambuco.

“Antes do Farmácia Popular, o povo ia na UBS, ia a um posto de saúde, era atendido pelo médico, pegava a receita e levava para casa. Muitas vezes, acabavam morrendo com a receita em cima da mesa, porque não tinham dinheiro para comprar o remédio. Isso não vai mais acontecer no nosso país. É por isso que nós resolvemos lançar o programa há tantos anos. Ele foi diminuído pelo governo passado, mas nós voltamos agora com mais força, mais remédio e capacidade de atender à totalidade das pessoas necessitadas do Brasil. Cuidar de doença é caro e cuidar da saúde não é gasto, é investimento”, disse Lula.

O programa Farmácia Popular do Brasil também passa a ofertar todos os medicamentos do rol de forma gratuita para a população indígena.

O Ministério da Saúde disse ainda que irá facilitar o acesso ao programa para a população indígena aldeada.

“Para evitar o deslocamento dessa população, será nomeado um representante de comunidade responsável por retirar os medicamentos indicados, sem necessidade de ter um CPF para ser atendido”, disse a pasta sobre a iniciativa que entrará em prática em um projeto piloto no território Yanomami, em Roraima, e, em seguida, expandida de forma gradual para outras regiões do país.

Farmácia Popular do Brasil
Criado em 2004, o programa Farmácia Popular do Brasil é uma ação complementar de assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS). Inicialmente, foram ofertados medicamentos com preços mais baixos. Em 2006, na primeira expansão do programa, o Ministério da Saúde fechou parceria com as farmácias e drogarias da rede privada, instituindo a modalidade “Aqui Tem Farmácia Popular”.

A partir de 2011, o programa começou a ofertar à população medicamentos gratuitos indicados para o tratamento de três doenças.

São elas:

  • Asma;
  • Diabetes;
  • Hipertensão.

Inclusos também na lista de gratuidade a partir de agora:

  • Contraceptivo;
  • Osteoporose.

Tratamentos ofertados em formato de copagamento, com até 90% de desconto:

  • Contraceptivo (passa agora a integrar o rol de gratuidade);
  • Dislipidemia (presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue, como no caso do colesterol total);
  • Doença de Parkinson;
  • Glaucoma;
  • Incontinência (fralda geriátrica);
  • Osteoporose (passa agora a integrar o rol de gratuidade);
  • Rinite;
  • DM II + doença cardiovascular (acima de 65 anos).

Com a ampliação, quem recebe o Bolsa Família e pertence à população indígena também terá acesso gratuito aos medicamentos listados para as patologias acima. No caso de contraceptivo e osteoporose, essas duas patologias entram a partir de agora no rol de gratuidade.

A lista do programa Farmácia Popular do Brasil, que contempla o tratamento para 11 doenças, reúne 40 medicamentos, havendo mais opções de remédios a depender da patologia citada.

O que é preciso apresentar para retirar os medicamentos de forma gratuita:

Bolsa Família
Para retirar, basta o usuário ir até a farmácia credenciada e apresentar a receita médica, o documento de identidade e o CPF. O reconhecimento do vínculo do beneficiário com o Bolsa Família ocorrerá automaticamente pelo sistema, não sendo necessário cadastro prévio.

Farmácia Popular Indígena
Com a ação, o Farmácia Popular passa a ofertar todos os medicamentos do rol do programa de forma gratuita para essa população. Para evitar o deslocamento, um representante da comunidade será escolhido para retirar os medicamentos indicados. Assim, também não será necessário ter um CPF para ser atendido pelo programa.

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BrasilSaúde

Cobertura vacinal e redução de filas na saúde são desafios para o Ministério da Saúde

por Redação 30 de dezembro de 2022

Recuperar o orçamento e estabelecer medidas de resgate da autoridade sanitária e da capacidade técnica do Ministério da Saúde para a coordenação do SUS (Sistema Único de Saúde) estão entre os principais desafios do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que toma posse no próximo domingo (1º).

Ambas as estratégias são consideradas essenciais para que as demais prioridades da área, como o retorno de altos índices de coberturas vacinais e o enfrentamento de filas na atenção especializada, possam ser efetivadas. A pasta será comandada pela atual presidente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Nísia Trindade.

Segundo relatório elaborado pela equipe de transição, o país vive uma grave crise sanitária. Além das quase 700 mil mortes causadas pela Covid-19, o documento destaca um quadro de piora generalizada de indicadores, citando o risco de reintrodução de doenças como a poliomielite e o retorno de internações por desnutrição infantil provocadas pela fome.

A proposta é implementar um esforço concentrado nacional para reduzir filas de espera para diagnósticos, tratamentos e cirurgias de baixa e média complexidade, todas muito afetadas pela pandemia. Esse esforço, de acordo com o relatório, deve estar articulado a ações estruturantes para a reorganização de uma atenção básica resolutiva e integrada.

Desafios
Ainda de acordo com a publicação elaborada pela equipe de transição, o grave quadro sanitário brasileiro decorre de um conjunto de retrocessos institucionais, orçamentários e normativos que levaram ao desmonte das políticas de saúde e que afetaram o funcionamento de diversas áreas do SUS.

“A degradação da autoridade sanitária nacional e do papel de coordenação e articulação do Ministério da Saúde foram fatores chave na desestruturação de políticas e programas até então bem-sucedidos, como o PNI (Programa Nacional de Imunizações), Mais Médicos, Farmácia Popular, IST-Aids e Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.”

O documento destaca que também foram seriamente afetados serviços que compõem as redes assistenciais do SUS: atenção básica, saúde mental, saúde da mulher, urgência e pessoa com deficiência. A estimativa é que, de 2018 a 2022, as perdas do SUS chegaram a quase R$ 60 bilhões, descontando-se gastos autorizados por medidas provisórias relacionadas à Covid-19.

“Para 2023, a saúde sofreu o impacto da desorganização provocada pela proposta de orçamento do governo, com consequências deletérias para programas como o Farmácia Popular, o Mais Médicos/Médicos pelo Brasil, o Saúde Indígena, entre outros. Também é altíssimo o risco de colapso de serviços essenciais por falta de financiamento federal e por comprometimento da compra de insumos essenciais, incluindo vacinas e medicamentos.”

Prioridades
O documento defende priorizar a recuperação de áreas como saúde mental, saúde da mulher, da criança e do adolescente e da população indígena. O mesmo olhar deve recair sobre programas citados como bem-sucedidos, mas desmantelados ao longo dos últimos anos, como o Farmácia Popular.

Por fim, o relatório destaca a retomada do estímulo ao desenvolvimento do Complexo Econômico e Industrial da Saúde e da transformação digital do SUS.

A publicação avalia ainda como urgente a verificação das condições de suporte, insumos e contratos em geral, citadas como “seriamente comprometidas” e como medidas fundamentais para a retomada do desenvolvimento de um sistema de saúde público, universal, integral e gratuito.

“Com relação aos colegiados de participação social, que foram desarticulados e desacreditados, impõe-se o resgate do compromisso com o fortalecimento do CNS (Conselho Nacional de Saúde), indispensável ao controle social e à gestão participativa no SUS; e a retomada das conferências nacionais de saúde.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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