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Tag:

FEBRE MACULOSA

Saúde

Mais duas pessoas morrem de febre maculosa em Campinas, no interior de SP

por Redação 4 de agosto de 2023

Mais duas pessoas morreram de febre maculosa em julho em Campinas, no interior de São Paulo. Com isso, a cidade passa a ter sete casos confirmados da doença em 2023, e cinco óbitos.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as novas vítimas são um homem de 46 anos, que morreu em 9 de julho, e um jovem de 18 anos, morto em 28 de julho.

A cidade também teve um terceiro novo caso, envolvendo uma mulher de 49 anos, que conseguiu se curar.

No estado de São Paulo, um surto de febre maculosa em junho terminou com a morte de quatro pessoas. Todas as vítimas estiveram em eventos em uma fazenda de Campinas.

A febre maculosa é uma infecção grave que pode ser contraída a partir da picada do carrapato-estrela, que costuma parasitar equinos e bovinos. O inseto também pode ser encontrado em gramados ou áreas de mata.

Os sintomas da febre maculosa podem surgir em até 15 dias após a picada do carrapato-estrela e são dor no corpo, desânimo, náuseas, vômito, diarreia e dor abdominal, além de febre.

Não existe vacina contra a doença e não é possível erradicar o inseto das áreas de vegetação. A febre maculosa tem cura, mas o tratamento precisa ser iniciado precocemente com antibióticos apropriados.

Fonte: r7

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São PauloSaúde

SP concentra mais de 60% das mortes por febre maculosa no país, nos últimos dez anos

por Redação 17 de junho de 2023

O Brasil registrou 2.058 casos de febre maculosa e 695 mortes pela doença entre 2013 e 2022. Os dados são do boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Somente o estado de São Paulo concentrou mais de 61% das mortes (426) e 35% dos casos (722) nos últimos dez anos. A doença é causada por uma bactéria do gênero Rickettsia, sendo o principal vetor o carrapato-estrela.

Nesta semana, o Governo de São Paulo emitiu um alerta para um surto de febre maculosa que teria começado na Fazenda Santa Margarida, em Campinas, no interior do estado. Atualmente mapeado como área de risco, o local recebeu dois eventos: o show do Seu Jorge, com 10 mil participantes; e a Feijoada do Rosa, com cerca de 3.500 pessoas.

Desde a última segunda-feira (12), o Instituto Adolfo Lutz já confirmou a morte de cinco pessoas que frequentaram festas na fazenda. O piloto Douglas Pereira Costa, de 42 anos, e a dentista Mariana Giordano, de 36, estão entre as vítimas.

Ao R7, a infectologista e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia Tânia Chaves explica as causas que levam o estado paulista a liderar o número de óbitos. No Brasil, há dois tipos de bactérias causadoras da doença: a Rickettsia rickettsii e a Rickettsia parkeri. A primeira espécie é considera mais grave e é encontrada, justamente, nos estados da região Sudeste e no Pará.

De acordo com a infectologista, o tipo de bioma também exerce grande impacto na proliferação dos carrapatos-estrela. “São Paulo tem as características do bioma, os aspectos da vegetação e de mata silvestre mais propícios para [esses aracnídeos] alcançarem a vida evolutiva plena”, explica.

Além desses fatores, o risco de infecção para os humanos está relacionado com a interação com animais silvestres, como capivaras e cavalos, e com a exposição em locais de risco, principalmente em áreas rurais, como atividades em fazenda, pescaria ou trilha em cachoeira.

Apesar de ser uma doença com elevada taxa de letalidade, a consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia reforça que a população não precisa entrar em pânico em relação ao surto em Campinas, mas é preciso ficar em alerta.

No ano passado, o Brasil registrou 190 casos e 50 mortes por febre maculosa. Segundo o último balanço do Ministério da Saúde, neste ano foram confirmados 54 casos da doença, dos quais 9 resultaram em óbitos. Ou seja, os números estão dentro do esperado.

“A doença é conhecida em São Paulo desde 1929. Então, a gente já sabe da existência da doença há muito tempo. Felizmente, ela apresenta poucos surtos como o de agora. No geral, é extremamente normal ter todo os anos casos de febre maculosa, porque é uma região endêmica”, afirma a professora de Entomologia do Instituto de Biologia Patrícia Thyssen

Carrapato-estrela não está presente só em SP
Apesar de proporcionalmente o maior número de casos ser em território paulista, o carrapato-estrela, hospedeiro da bactéria que causa a febre maculosa, pode ser encontrado em outras regiões do Brasil, mas em especial na Sudeste.

Entre 2013 e 2022, a região Sudeste registrou 1.262 casos da doença, sendo 722 em São Paulo, 317 em Minas Gerais, 154 no Rio de Janeiro e 69 no Espírito Santo. Isto é, em média, 6 de cada 10 casos foram confirmados nessa região do país nos últimos dez anos.

Patrícia Thyssen reitera que o clima presente no centro-sul do país é mais favorável ao parasita, assim como a grande presença de hospedeiros.

“O carrapato-estrela, particularmente, vive associado a regiões rurais e perto ou próximo de mata e água, em algumas situações”, explica. “[Este animal] tem preferência por sugar sangue de equinos e roedores. Por isso, frequentemente, são encontrados na zona rural.”

De acordo com a professora de entomologia do Instituto de Biologia, o contato entre as pessoas e o parasita costuma ocorrer entre os meses de maio e agosto, fase na qual o animal está em busca constante por novos hospedeiros.

“A gente tem no campo [entre maio e agosto] muita larva, muito micuim, muita ninfa, fases em que os [carrapatos-estrela] são mais vorazes. Eles se alimentam mais e ficam sempre na vegetação”, continua a especialista.

Como combater a doença?
Para Tânia Chaves, a principal ferramenta de prevenção da doença é a informação. “É necessário criar um programa [governamental] envolvendo todos os setores da sociedade, inclusive a rede de saúde e de educação. Tem que ser uma informação clara e objetiva, principalmente sobre a sazonalidade [da infecção de maio a agosto]”, sugere.

Como a doença tem alta letalidade, também é essencial o diagnóstico precoce. Assim que surgirem os primeiros sintomas, é importante que o paciente procure ajuda nas unidades de saúde para avaliação médica e tratamento.

Em áreas consideradas de risco, o Ministério da Saúde também recomenda a utilização de roupas que cubram todo o corpo, com preferência às cores claras. Dessa forma, os carrapatos podem ser vistos com maior facilidade.

A pasta ainda recomenda o exame do corpo com frequência, pois quanto mais rápido os carrapatos forem retirados, menores os riscos de infecções.

Quais são os sintomas?
Os principais sintomas, segundo o Ministério da Saúde, são:

  • Febre;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Náuseas e vômitos.;
  • Diarreia e dor abdominal;
  • Dor muscular constante;
  • Inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e na sola dos pés;
  • Gangrena nos dedos e nas orelhas;
  • Paralisia dos membros que começa nas pernas e vai subindo até os pulmões, causando parada respiratória.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Prefeitura monitora a febre maculosa e esclarece que não há casos da doença em Guarulhos

por Redação 16 de junho de 2023

A Prefeitura de Guarulhos esclarece que o município não registrou e nem tem sob investigação casos de febre maculosa, doença transmitida pelo carrapato-estrela e que pode atingir 70% de mortalidade em determinadas situações. Um dos maiores hospedeiros do transmissor da enfermidade é a capivara, mamífero roedor de grande porte.

“Apesar de Guarulhos ter uma população de capivaras, a Secretaria da Saúde faz um trabalho de monitoramento constante da febre maculosa e até o momento nenhum caso autóctone (que se originou na cidade) foi registrado”, explica a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Valeska Aubin Zanetti Mion.

No último balanço feito pelo Ministério da Saúde, na terça-feira (13), o Brasil registrava 53 casos de febre maculosa ao longo deste ano. Desse total, oito evoluíram para a morte do paciente, sendo que quatro são no Estado de São Paulo, na região de Campinas.

Transmissão

A doença é transmitida pelo carrapato-estrela ou micuim, infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii. Não se trata do carrapato comum, geralmente encontrado em cachorros. A espécie Amblyomma cajennense, transmissora da doença, pode ser encontrada em animais de grande porte (bois, cavalos), cães, aves domésticas, gambás, coelhos e especialmente na capivara.

Para haver transmissão da doença o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele do ser humano. Os carrapatos mais jovens e de menor tamanho são os mais perigosos, porque são mais difíceis de serem vistos. Não existe transmissão da doença de uma pessoa para outra.

Sintomas

A doença começa de forma repentina com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções: febre alta, dor no corpo, dor de cabeça, falta de apetite, desânimo. Depois aparecem pequenas manchas avermelhadas que crescem e tornam-se salientes. Essas lesões, parecidas com uma picada de pulga, às vezes apresentam pequenas hemorragias sob a pele. Elas aparecem em todo o corpo e também na palma das mãos e na planta dos pés, o que em geral não acontece em doenças como sarampo, rubéola e dengue hemorrágica, por exemplo.

Por essa razão o médico deve observar o histórico do paciente, principalmente se ele esteve em regiões onde há cavalos ou animais silvestres ou em locais onde foram registrados casos de febre maculosa. Os sintomas levam em média de sete a dez dias para se manifestar e a partir daí o tratamento deve ser iniciado dentro de no máximo cinco dias. Após esse período, há sérios riscos de que os medicamentos não surtam mais efeito e o paciente venha a óbito.

Fotos: Divulgação/PMG

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São PauloSaúde

Saúde atualiza para 53 os casos de febre maculosa, com 8 mortes

por Redação 15 de junho de 2023

O Ministério da Saúde atualizou para 53 o número de casos de febre maculosa confirmados neste ano no país, com oito mortes registradas. Todos os óbitos ocorreram na região Sudeste — seis em São Paulo, um em Minas Gerais e um no Rio de Janeiro. Quanto ao número de casos, a maior concentração de ocorrências é verificada nas regiões Sudeste (30) e Sul (17).

Segundo o ministério, no geral, os casos aparecem de maneira esporádica. A transmissão da febre maculosa ocorre somente por meio do contato com o carrapato-estrela infectado pela bactéria do gênero Rickettsia. Não há, portanto, transmissão de pessoa para pessoa. “O tratamento oportuno é essencial para evitar formas mais graves da doença e óbitos”, alerta.

De acordo com a pasta, assim que surgem os primeiros sintomas, o paciente deve procurar as unidades de saúde para avaliação médica e tratamento disponível no SUS (Sistema Único de Saúde). O ministério informa que tem promovido ações recorrentes de capacitação direcionadas às vigilâncias estaduais e municipais, que envolvem profissionais da vigilância e da atenção à saúde.

Em um comunicado, a pasta informa que está sendo usado um medicamento antimicrobiano para tratar a febre maculosa e que todas as unidades federativas estão abastecidas com os remédios prioritários para tratar a doença, incluindo São Paulo. A nota diz ainda que o país dispõe de estoque estratégico para o envio de novas remessas aos estados que precisarem do medicamento.

Campinas
Sobre o surto de febre maculosa em Campinas, no interior de São Paulo, o ministério diz que mantém contato com o estado para o acompanhamento das ações de vigilância e assistência. Segundo a pasta, o município é área endêmica, e o período sazonal para a doença vai de maio a setembro.

Para áreas consideradas de risco, o ministério recomenda o uso de roupas que cubram todo o corpo, priorizando-se calças, blusas e camisetas com mangas compridas e sapatos fechados. Além disso, são indicadas roupas de cores claras, para que os carrapatos sejam vistos com maior facilidade pelo corpo.

“Examine o corpo com frequência — quanto mais rápido os carrapatos forem retirados, menores os riscos de infecções. Caso um animal esteja infestado de carrapatos, procure orientação de um médico-veterinário”, diz a nota.

Fonte: r7

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PetGuarulhos

Febre maculosa: saiba se os pets podem ser infectados pelo carrapato e transmitir a doença

por Redação 15 de junho de 2023

A morte de pelo menos três pessoas por conta da febre maculosa, no estado de São Paulo, é um dos assuntos mais comentados nos últimos dias. Principalmente depois que as autoridades sanitárias declararam um surto da doença. Uma das grandes dúvidas dos tutores sobre esse tema é se os pets podem ou não transmitir a enfermidade para os humanos.

Em entrevista ao RPet, Adriano Pinter, médico veterinário e pesquisador do Instituto Pasteur, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, explica que os cachorros podem pegar a febre maculosa, mas não são agentes transmissores da doença para humanos. No entanto, os cães podem transmitir a doença para os próprios carrapatos. “O único bicho que pode transmitir a doença ao ser humano é o carrapato-estrela”, enfatiza.

“Alguns animais podem ser fonte de infecção para o carrapato, que se, em seguida, picar o ser humano pode transmitir a febre maculosa. Neste caso, os animais que fazem esse papel são a capivara e o cachorro. Sobre o gato não temos informação ainda”, continua.

O veterinário atenta que não são todos os animais que podem pegar a febre maculosa. “Os que não se infectam são os cavalos e os bovinos. Sobre os animais domésticos, só temos informação dos cães, que podem se infectar e desenvolver uma doença branda.”

“O cão tem sintomas, tem febre, fica sem comer alguns dias, mas fica bem. É muito raro os cães evoluírem para um quadro ruim da doença”, detalha Pinter.

É possível evitar que o cão seja infectado?
Pinter conta que existem dois meios de evitar que o cão seja infectado. “O que mais recomendamos é o uso de coleira carrapaticida. Existem outros produtos para administração oral, que são pastilhas, mas, pelo custo/benefício, recomendamos a coleira.”

O médico ainda alerta aos tutores que evitem levar os cães para ambientes no quais eles possam ser contaminados, como florestas e beiras de rio, onde vivem as capivaras.

Fonte: r7

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São PauloSaúde

Namorada de piloto teve febre maculosa antes de morrer, diz laudo

por Redação 13 de junho de 2023

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou nesta segunda-feira (12) que Mariana Giordano, de 36 anos, que morreu com seu companheiro, o piloto de automobilismo Douglas Costa, teve febre maculosa.

A possível infecção de Douglas Costa pela mesma doença continua em análise.

Moradores de Jundiaí, no interior de São Paulo, os dois subitamente apresentaram febre, dores e manchas vermelhas pelo corpo. Na quinta-feira (8), poucos dias após começarem a se sentir mal, os dois morreram.

O diagnóstico foi feito pelo Instituto Adolfo Lutz. Os sintomas começaram em 3 de junho, após o casal viajar para Monte Verde, em Minas Gerais.

Segundo o instituto, Mariana Giordano relatou que as manchas apareceram já no segundo dia de estadia. Douglas Costa apresentou os mesmos sintomas de febre e manchas vermelhas, acabou internado, e também não resistiu.

A febre maculosa é uma doença infecciosa causada por uma bactéria transmitida através da picada de uma das espécies de carrapato, ou seja, ela não é transmitida diretamente de pessoa para pessoa pelo contato, e seus sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças que causam febre alta. Há no estado duas espécies da bactéria causadoras da doença.

A Secretaria de Saúde de Camanducaia, onde fica o distrito de Monte Verde, informou que foi notificada sobre o caso, mas afirmou ser “improvável” que uma eventual transmissão de febre maculosa tenha ocorrido no município mineiro. Isso porque, disse a pasta, o município não registra casos da doença nem a presença de carrapato-estrela há mais de 20 anos.

Douglas Costa era empresário do ramo de móveis planejados em Jundiaí e piloto da Copa C300, organizada pela AMG Cup Brasil.

Em suas redes sociais, a empresa lamentou o falecimento: “A todos os familiares e amigos, os nossos mais sinceros sentimentos. Sabemos como Douglas era uma pessoa admirável e que, com certeza, deixará um grande vazio no coração de todos que tiveram a honra e o prazer de conhecê-lo”.

Fonte: r7

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