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feminicidio

Feminicidio

Mulher diz não ‘sentir os pés’ após ter sido baleada e agredida pelo ex-marido, que é PM aposentado

por Redação 19 de julho de 2023

Uma mulher denunciou ter sido agredida e baleada pelo ex-marido, que é policial militar reformado, na frente da filha do casal, em Magé, na Baixada Fluminense.

A vítima está internada no Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias, e vai precisar passar por uma cirurgia, por causa do tiro que atingiu o pé dela.

Em um vídeo, Bruna Meirelles contou ter discutido com o ex-marido, por telefone, e dito que não queria mais retomar a relação com ele.

O homem, então, pediu à mulher que fosse buscar a criança, de 2 anos. Ao chegar ao local, ela foi atacada.

“Quando eu fui buscá-la, ele desceu do carro e me jogou no chão. Começou a dar bicos no meu rosto. Pegou a pistola e disparou contra a minha coxa. Eu não estou sentindo os pés, vou ter que fazer outra cirurgia de tendão, fazer fisioterapia. Ele me deu o tiro, e a minha filha estava do lado. Ela está bem abalada, eu também. Estou muito machucada”, relatou a vítima.

Suspeito foi preso em flagrante
O homem foi encaminhado por policiais militares à 60ª DP (Campos Elíseos) e preso em flagrante. Segundo a Polícia Civil, o caso foi encaminhado à Justiça.

A PM declarou ter sido acionada para verificar uma ocorrência de lesão corporal. A corporação informou que a mulher foi levada ao hospital. Já o suspeito entregou a identidade funcional e a pistola, que ficou apreendida na delegacia.

Ex-enteada diz que suspeito está em liberdade
A filha mais velha de Bruna afirmou que o ex-padrasto pagou fiança de R$ 6.000 e foi solto. Ele teria alegado, em depoimento, que o disparo foi acidental.

Em entrevista ao Cidade Alerta RJ, a jovem, de 23 anos, disse se sentir insegura com a liberdade do suspeito.

Ela contou que o relacionamento da mãe com o ex era conturbado. A união teria chegado ao fim por causa das traições do suspeito.

A jovem afirmou que o PM reformado era agressivo e que os episódios de violência começaram no ano passado.

Segundo ela, na época, a mulher chegou a ser encaminhada para a delegacia, mas não quis prestar queixa, por causa das ameaças que ele fez contra a família.

Fonte: r7

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FeminicidioBrasil

Mulher morre após ter corpo queimado em MG

por Redação 2 de junho de 2023

Morreu no Hospital João 23, nesta quarta-feira (31), em Belo Horizonte, a monitora escolar Elisângela Custódio, de 34 anos. Elisângela lutava pela vida desde o início do mês, quando teve 70% do corpo queimado. O companheiro dela, Jeferson aparecido, de 38 anos, é quem teria ateado fogo nela.

O casal discutiu na casa onde eles moravam, em Alfenas, a 335 km de Belo Horizonte. No dia do crime, Jeferson alegou para a polícia que o fogo teria começou após a explosão de um carregador celular.

Elisângela e Jeferson foram socorridos e levados para o Hospital. Pouco depois de receber atendimento, Jeferson deixou o hospital sem a liberação médica, o que alertou a polícia. A vítima foi transferida para a capital mineira três semanas após o acidente, devido à ausência de vagas no Hospital João 23. Quatro dias após dar entrada no pronto-socorro, Elisângela morreu.

As investigações apontaram que Jeferson jogou combustível e ateou fogo no corpo da vítima com o objetivo de matá-la. Ele foi preso preventivamente pela Polícia Civil, seis dias após o crime.

Elisângela deixa dois filhos de 4 e 10 anos. O corpo dela foi sepultado nesta quinta-feira (01) em Alfenas.

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FeminicidioGuarulhos

Juiz de Guarulhos é acusado de violência física, sexual e psicológica e proibido de se aproximar da mulher

por Redação 27 de março de 2023

A mulher do juiz Valmir Maurici Júnior, da 5ª Vara Cível de Guarulhos, na Grande São Paulo, acusa o marido de violência física, sexual e psicológica. O g1 obteve vídeos que mostram as agressões, ocorridas na casa em que os dois moravam, em Caraguatatuba, no Litoral Norte de SP.

A vítima e Maurici Júnior se casaram em 2021. A mulher, de 30 anos, diz que saiu de casa em 23 de novembro; o casal está em processo de separação. A violência começou depois dos seis primeiros meses de relação, segundo a defesa dela.

Em janeiro, ela obteve medida protetiva na Justiça, com base na lei Maria da Penha, que proíbe o juiz de se aproximar e de manter contato com a mulher e com pais e familiares dela. Na mesma decisão, Maurici Júnior, 42 anos, também foi obrigado a entregar a arma a que tem direito por ser magistrado.

O Ministério Público de São Paulo abriu investigação sobre o caso.

O g1 apurou que o MP trata “os fatos noticiados” como “gravíssimos” e que o juiz “demonstrou comportamento violento, manipulador, desviado, e que potencialmente colocaria em risco” a integridade da vítima e dos seus parentes. No mesmo parecer, o MP trata a mulher como “vítima” e o juiz, como “investigado”.

O procedimento está no Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, órgão responsável por casos do tipo de acordo com a Lei Orgânica da Magistratura.

A defesa do juiz nega “veementemente os fatos que lhe são imputados ” (veja resposta na íntegra mais abaixo). O g1 procurou Maurici Júnior por meio de mensagem no celular, mas não obteve resposta.

Relação
Em entrevista ao repórter Giovani Grizotti no dia 27 de dezembro, a vítima conta que conheceu o juiz em outubro de 2020, quando, segundo ela, ele vivia em Santa Catarina e ela, no interior de São Paulo. Em dezembro de 2021 ela se mudou para Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo, para morar com Maurici Júnior.

“Eu conheci ele quando ele me mandou uma mensagem pelas redes sociais e me convidou para jantar. Na época, ele morava em Santa Catarina. Eu ficava muito com ele em Santa Catarina. E ele era uma pessoa encantadora. Parecia um príncipe (…) eu fiquei muito apaixonada”, disse.

A relação dos dois, conta, começou a ficar violenta aos poucos, e ela não queria o fim da relação:

“Ele sempre falou do sexo com força, mas eu não entendia o que era isso. Eu sofri todo tipo de violência com ele. Violência sexual, moral, física, psicológica. Ele usava de vários mecanismos para me deixar confusa. Ele falava: é só dar um tapa. Eu consegui perceber que saiu do contexto sexual quando eu tava na cozinha, fazendo alguma coisa, ele me dava um tapa na cara, puxava meu cabelo”, afirmou.
Registros no cofre
Ela afirma que não tinha provas da violência. Foi então que ela colocou o celular no quarto, na direção da cama, para tentar flagrar agressões. A mulher conseguiu filmar um tapa dado nela pelo juiz enquanto os dois estavam deitados na cama. Também registrou xingamentos e empurrões, quando ela estava na frente dele perto da porta do quarto. Ambos os registros são de 2 de outubro de 2022, de acordo com ela (veja no vídeo acima).

Ao sair de casa, ela levou consigo um cofre que, segundo ela, Maurici Júnior mantinha no escritório da casa. Dentro, havia, entre outros arquivos, um vídeo aparentemente filmado pelo próprio juiz. Segundo a vítima, o vídeo foi gravado em 10 de abril de 2022.

O g1 teve acesso ao vídeo, que mostra os dois durante uma aparente relação sexual em que a vítima aparece deitada sobre uma cama, de costas, e com os pés e mãos amarrados. Na cama, ao lado da vítima, há uma folha de papel com itens que o juiz vai riscando aos poucos — segundo a mulher, são os motivos pelos quais, para ele, ela deveria ser castigada. É possível ouvir a voz de Maurici Júnior, que dá tapas nas nádegas da vítima com uma palmatória.

Há, então, o seguinte diálogo:

Valmir Maurici Júnior: “Você se faz de cretina como meio de vitimização… você quer parar? Tá chorando?

Vítima: ela sinaliza que não com a cabeça: “Não tem dor no corpo”, diz.

Valmir: “Dor no que?”

Vítima: “Na alma”.

Valmir: “Mas a gente tá fazendo o corpo doer pra alma sarar”.

No final da gravação, ele pergunta se a mulher gostaria de ser “penetrada”, e ela mexe a cabeça em sinal de positivo.

Em entrevista, a vítima disse que não consentia com relações assim e que não tinha opção:

“Na verdade, eu nunca consenti com aquelas coisas. Eu não tinha opção. Então, a violência eu nunca consenti com nenhuma violência. Mas eu era casada”, disse a mulher. Ela afirmou ter ficado dois dias de cama depois da cena. E que “não tinha nada de fetiche” na situação.

O fato de a mulher ter levado o cofre da casa do casal fez Valmir Maurici Júnior acusar a esposa de furto qualificado — um inquérito a respeito está em andamento na Delegacia de Caraguatatuba. O advogado Luciano Katarinhuk, que defende a mulher, diz que a casa era dela também, porque ambos viviam juntos, e que não houve furto. O material do cofre foi encaminhado para perícia pelo Ministério Público.

Na investigação de furto qualificado que corre na Delegacia de Caraguatatuba, a Polícia Civil de São Paulo chegou a apreender um notebook com o material na casa onde a esposa vive atualmente. Mas, em janeiro, o Tribunal de Justiça determinou que a Polícia Civil entregasse o material para o Ministério Público — que abriu procedimento investigativo contra o juiz.

A vítima conta que tentou manter o casamento, mas foi entrando em desespero e chegou a tentar suicídio:

“Passava pela minha cabeça: por que eu to passando por isso? (…) Por que ele faz isso comigo? Eu tinha vergonha. Eu só queria manter meu casamento. Não queria ser julgada socialmente pelas pessoas. Eu só queria que aquilo acabasse logo. Era horrível. Um sentimento de culpa muito grande. De acreditar que de certa forma eu merecia aquilo. Eu cheguei a tentar suicídio.”

Ela dizia se sentir culpada na relação e que era humilhada pelo juiz:

“Eu queria morrer. As acusações eram muito grandes, sabe? Nunca ele estava errado. Era sempre a minha culpa. Do jeito que ele falava, do jeito que me humilhava, me chamava de burra, de fraca, que era patética. Intelectualmente ele destruía. E eu não aguentava, porque isso era todos os dias”, afirmou.
‘Pessoas influentes e poderosas’
Ela disse que, ao sinalizar ao marido que o denunciaria, ele a intimidou mencionando a própria rede de contatos:

“Ele falava: pode ir pra polícia. Leve seus vídeos. Quando você chegar na delegacia, eu vou ser avisado. Porque eu sou um juiz, e você é só mais uma mulher louca. Não vai acontecer nada comigo. Eu nunca vou preso, eu tenho os amigos certos, pessoas influentes e poderosas. Você só vai passar vergonha, você vai ser ridicularizada”.
Além de magistrado do Tribunal de Justiça, Maurici Júnior foi professor do curso de juiz de direito no cursinho Complexo de Ensino Renato Saraiva (Cers). Diante da denúncia exclusiva revelada pelo g1, o Cers disse que que “repudia qualquer ato de violência contra a mulher”.

A mulher vive longe de São Paulo atualmente. Em razão da medida protetiva, Valmir Maurici Júnior não pode manter contato com ela, com os pais dela e com familiares, nem se aproximar deles. Ela teve episódios de depressão, ansiedade e, em dezembro, chegou a ser internada com quadro psicótico, de acordo com laudos médicos a que o g1 teve acesso.

Fonte: G1

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FeminicidioGuarulhos

Brasil registra mais de 50 mil casos de violência contra mulher por dia em 2022

por Redação 2 de março de 2023

Mais de 18,6 milhões de brasileiras sofreram violência física, psicológica ou sexual em 2022. São 50.962 casos por dia. Os dados alarmantes são da quarta edição da pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, produzida pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) e pelo Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (2).

De acordo com o levantamento, todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no último ano, com destaque para violência física e ameaças graves com armas brancas e de fogo. Entre 9 e 13 de janeiro deste ano, os pesquisadores ouviram 2.017 entrevistadas de 16 anos ou mais em 126 municípios espalhados pelo país.

A pesquisa mostra que 28,9% das mulheres relataram ter sido vítima de algum tipo de violência ou agressão nos últimos 12 meses; é o maior número registrado na série histórica do FBSP. Em relação ao último levantamento realizado, o crescimento foi de 4,5 pontos percentuais, o que revela um agravamento das violências sofridas pelas brasileiras.

A falta de investimento dos recursos orçamentários destinados ao enfrentamento da violência contra a mulher pelo governo federal, as restrições ao funcionamento de serviços de acolhimento em razão da pandemia e o avanço dos movimentos ultraconservadores foram apontados como os principais fatores que levaram ao agravamento desse cenário.

Segundo Juliana Martins, coordenadora institucional do FBSP e doutora em psicologia escolar e desenvolvimento humano, a questão da violência contra a mulher é complexa e multicausal, por isso é necessário considerar todos esses elementos.

Para Martins, embora os dados de feminicídios e homicídios dolosos de mulheres em 2022 ainda não estejam disponíveis, essas categorias também devem sofrer incremento.

Violência física e ameaças graves
As ofensas verbais (23,1%), a perseguição (13,5%) e as ameaças (12,4%) foram as formas de violência citadas com mais frequência pelas entrevistadas. Entretanto, é importante destacar o aumento acentuado da violência física e ameaças graves, que podem terminar em morte.

A pesquisa realizada neste ano mostrou crescimento de 3,1% para 5,1% de ameaças perpetradas com faca ou arma de fogo em comparação com 2021. Nos últimos três anos, o país também bateu recordes de registros de armas, impulsionados pela flexibilização das leis para porte e aquisição durante o governo Bolsonaro.

Há dois anos, 2.199.388 mulheres haviam sido ameaçadas com facas e armas de fogo, enquanto no ano passado o número de vítimas chegou a 3.303.315, segundo a projeção de dados do FBSP.

“Se o agressor tem arma em casa, aumenta a possibilidade de uma tragédia acontecer. A facilitação ao acesso de armas e o aumento da circulação entre a população são fatores de risco para as mulheres”, alerta Juliana Martins.

Jovens, negras e de baixa renda são as maiores vítimas
Ao analisar o perfil étnico e racial das entrevistadas, as mulheres negras (65,5%) sofreram mais que o dobro de violência em comparação com as brancas (29%) durante o ano passado.

“A mulher negra está mais vulnerável do ponto de vista socioeconômico e de moradia. É a parcela da população que tem mais dificuldade para acessar seus direitos e informações disponíveis, por isso está mais suscetível a violências mais graves”, explica a coordenadora institucional do FBSP.

A pesquisadora também reitera que esse cenário de desigualdade não é novo e que é preciso priorizar esse recorte no momento da elaboração de políticas públicas para as vítimas.

Em relação à faixa etária, 30,3% das entrevistadas que relataram episódios de violência tinham entre 16 e 24 anos, 22,8% entre 25 e 34 anos, 20,6% entre 35 e 44 anos, 17,1% entre 45 e 59 anos e 9,2% com 60 anos ou mais.

As mulheres mais jovens, de acordo com o levantamento, apresentam maiores níveis de vitimização e são alvos maiores de ofensas verbais, enquanto as vítimas de 45 a 59 anos experimentaram os maiores níveis de violências como espancamento (8,2%), ameaça com faca ou arma de fogo (8,7%) e esfaqueamento ou tiro (4,5%).

Os dados também mostram que, à medida que aumenta a renda familiar mensal,
diminui a prevalência de violências mais graves. As agressões físicas (13,8%) e os espancamentos (7,7%), por exemplo, são muito mais frequentes entre as entrevistadas com renda de até dois salários mínimos.

No último ano, 31,2% das mulheres com renda de até dois salários mínimos sofreram violência, 28,4% entre as que ganham entre dois e cinco salários, 27,4% entre as que têm rendimento entre cinco e dez salários e 22,6% entre as que têm mais de dez salários.

Divórcio
As mulheres separadas e divorciadas apresentaram níveis mais elevados de vitimização (41,3%) do que as casadas (17%), viúvas (24,6%) e solteiras (37,3%). Os dados demonstram como é difícil romper o ciclo de violência.

Nos últimos 12 meses, as vítimas de violência ou agressão sofreram, em média, quatro episódios nesse período, enquanto para as divorciadas a média foi de nove agressões.

O crescimento dos movimentos ultraconservadores e a defesa “dos valores da família” nos últimos anos também são um empecilho nos processos de divórcio e no rompimento desses papéis sociais de gênero, de acordo com a psicóloga.

Em razão desses fatores, os principais autores da violência são os companheiros e ex-companheiros, que, somados, são responsáveis por 58,1% dos casos, ao mesmo tempo que a residência é o principal local das agressões.

Denúncias
Quase metade das vítimas relatou não fazer nada após sofrer um episódio grave de violência. Apenas 14% das entrevistadas denunciaram o crime em uma Delegacia da Mulher, e 4,8% ligaram para a Polícia Militar.

Para a pesquisadora, o maior obstáculo para as mulheres é reconhecer a situação de violência e pedir ajuda. A vítima é frequentemente responsabilizada pelas agressões praticadas pelo próprio companheiro e julgada por familiares e amigos. “É uma relação permeada pela culpa e pelo medo, por isso é difícil reconhecer a necessidade de ajuda”, afirma.

Como muitas mulheres também são desencorajadas a registrar denúncias ou desacreditam no trabalho da polícia e do sistema judiciário, há muitas subnotificações de ocorrências de violência contra a mulher no país. Por isso, os números podem ser muito maiores.

Políticas públicas
A punição de forma mais severa dos agressores (76,5%) foi considerada a política pública mais importante pelas entrevistadas, seguida de ter alguém para conversar, como um psicólogo ou outro especialista em saúde mental (72,4%), e disponibilizar aplicativos de celular que permitam às vítimas de violência doméstica pedir ajuda apertando apenas um botão no celular (70,8%).

Esses indicadores, de acordo com Juliana Martins, são reflexo de uma sociedade punitivista que anseia por mais prisões e penas mais duras. “Só prender e punir de forma severa não vai resolver o problema, que é cultural. É preciso trabalhar a base dos problemas, como os papéis desiguais entre homens e mulheres.”

“Precisamos olhar para essa situação complexa com diversas lentes, e o tronco principal é a integração de políticas públicas de saúde, educação, assistência social”, sustenta a psicóloga. Também é necessário oferecer escuta e acolhimento à vítima, sem julgá-la nem revitimizá-la.

Como denunciar?
• Ligue 190 (Polícia Militar)

• Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher)

• Acesse o aplicativo “Direitos Humanos Brasil”

• Registre boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher

• Registre denúncia na página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Jovem é achada morta e enterrada embaixo da própria casa em SC

por Redação 9 de fevereiro de 2023

Uma mulher de 22 anos foi encontrada morta e enterrada embaixo da própria residência na cidade de Ituporanga, no interior de Santa Catarina, na tarde desta terça-feira (7). Ela estava desaparecida desde domingo (5).

O marido, de 26 anos, é considerado o principal suspeito pela polícia, e foi preso temporariamente por 30 dias nesta quarta-feira (8).

De acordo com o delegado Fernando Padilha Figueiredo, da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso de Ituporanga, Jéssica Batista e o companheiro saíram de Pernambuco e se mudaram para a cidade — com pouco mais de 26 mil habitantes — em 2021, com o objetivo de trabalhar na roça.

Nesta segunda-feira (6), a Polícia Civil começou a receber denúncias de vizinhos do casal e familiares do Nordeste sobre o desaparecimento da jovem. Segundo eles, o marido — cuja identidade não foi divulgada — teria matado Jéssica.

“Ele também desapareceu, e as filhas de 2 e 5 anos ficaram sozinhas em casa. O que levantou suspeitas. Concluímos que ela estava morta, e o corpo escondido em algum lugar. Como tínhamos indícios que ele seria o autor, foi expedido um mandado de prisão temporária”, afirmou o delegado.

Em dezembro do ano passado, Jéssica chegou a registrar um boletim de ocorrência de violência doméstica contra o marido. Entretanto, segundo Fernando Padilha Figueiredo, ela não deu prosseguimento a denúncia. À polícia, os familiares também relataram que o relacionamento foi marcado por desentendimentos.

Na tarde desta terça-feira (7), após cerca de 30 horas de buscas, o corpo da jovem foi encontrado enterrado embaixo da residência da família. O marido foi localizado em um alojamento, onde o irmão reside.

Após ser preso, ele foi encaminhado à delegacia. Durante o depoimento, ele negou ter cometido o crime apesar de os indícios apontarem para ele como autor. As meninas foram levadas para um abrigo municipal.

O caso é investigado como feminicídio, ocultação de cadáver e abandono de incapaz pela Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso de Ituporanga.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Jovem sobrevive a tentativa de feminicídio mas é morta 18 dias depois no mesmo local

por Redação 27 de janeiro de 2023

Uma jovem de 18 anos sobreviveu a uma tentativa de feminicídio no dia 2 de janeiro, mas 18 dias depois foi encontrada morta. O corpo da vítima foi encontrado com sinais de tortura com os pés e mãos amarrados na última sexta-feira (20), em Porto Seguro (BA).

A vítima identificada como Reisiele Costa Novais foi encontrada morta na mesma cova em que havia sido resgatada com ferimentos no dia 2 de janeiro.

Segundo a Polícia Civil o caso está tipificado como feminicídio e o suspeito é o ex-namorado da vítima. De acordo com o portal Radar News, a jovem foi sequestrada quando estava dormindo por dois homens. Inicialmente acredita-se que a causa da morte foi asfixia, mas a polícia aguarda o resultado de exames para confirmar.

A família da vítima prestou depoimento à polícia e disse que a jovem havia passado três meses em Belo Horizonte (MG) após ser agredida pelo ex-namorado e quando retornou no dia 31 de dezembro de 2022 foi espancada e jogada em uma cratera, local onde foi encontrada morta na última sexta-feira (20).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Homem tenta matar esposa com uma faca no trem da Linha 12-Safira

por Redação 17 de janeiro de 2023

Um homem desferiu golpes de faca e feriu a esposa no trem da Linha 12-Safira da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), na tarde desta segunda-feira (16), na zona leste da capital.

De acordo com a Polícia Militar, o agressor estava discutindo com a companheira no interior da composição, que se aproximava da estação Engenheiro Goulart, sentido Calmon Viana, por volta das 16h30.

Em determinado momento, ele sacou uma faca e desferiu alguns golpes no braço da vítima. Passageiros visualizaram a cena e reagiram, imobilizando o agressor. Em meio a confusão, ao tentar desarmar o homem, uma pessoa ficou ferida.

A segurança da estação, então, foi acionada, e os três envolvidos foram encaminhados a uma unidade hospitalar pela equipe do resgate, com apoio da Polícia Militar.

De acordo com a CPTM, alguns passageiros desceram da composição e acessaram os trilhos durante a confusão, mas foram escoltados pela segurança de volta à plataforma. A circulação ficou interrompida durante um período, mas já foi normalizado.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Preso por violência psicológica escreveu para ex-companheira: ‘Quero que você tenha um câncer”

por Redação 11 de janeiro de 2023

Um homem foi preso por violência psicológica contra a ex-companheira, nesta terça-feira (10). Ele estava escondido na casa da própria mãe em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

A delegada Mônica Areal, responsável pela investigação, revelou que o agressor enviava mensagens com ameaças pela internet para a vítima.

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De acordo com Areal, ele escreveu frases que deixaram a ex-companheira abalada e acuada: ‘Quero que você tenha um câncer”, “você merece ser espancada, estuprada”.

A titular da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) disse que o homem também direcionava as intimidações contra as filhas da ex-companheira.

Além disso, ele criou perfis falsos na internet e trocou de número quando foi bloqueado no telefone da vítima, para continuar a perseguir a vítima.

Segundo a polícia, a mulher registrou quatro boletins de ocorrência contra o ex-companheiro, que desrespeitou reiteradamente as medidas protetivas.

Ela havia colocado um ponto final na relação, no início do ano passado, devido à rotina de violência a qual foi submetida por cerca de sete meses.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Professor é suspeito de matar ex estrangulada na frente do filho de 3 anos

por Redação 11 de janeiro de 2023

Um professor foi preso suspeito de ter matado a ex-mulher estrangulada na frente do filho de apenas 3 anos, na rua Paulo VI, no Jardim Nossa Senhora Aparecida, em Francisco Morato, região metropolitana de São Paulo, na noite de terça-feira (10).

Após cometer o crime, o homem acionou a polícia. Quando os agentes chegaram, ele saiu de casa com a criança no colo e confessou o crime.

Os policiais entraram na casa e constataram a morte da vítima. O bebê foi encaminhado ao Conselho Tutelar da região e o homem preso em flagrante.

Até o momento, não há informações sobre o que tenha motivado o crime. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Francisco Morato.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Homem coloca fogo em casa e mulher se joga da sacada para tentar se salvar

por Redação 11 de janeiro de 2023

Um homem, de 28 anos, colocou fogo dentro da casa que vivia com a mulher, trancou ela e fugiu, em Porto Seguro, na Bahia. Para se salvar, a vítima quebrou a janela do quarto e pulou da sacada.

Em um vídeo gravado por uma testemunha, é possível ver o momento em que a mulher se pendura na sacada. Diversas pessoas se juntam na parte debaixo para tentar ajudá-la. Na sequência, a vítima se joga.

Mesmo com a ajuda de populares, a mulher ficou com diversas escoriações no corpo, acabou quebrando as duas pernas e foi encaminhada ao hospital. A casa ficou completamente destruída.

O suspeito que, segundo a vítima, estava alcoolizado, fugiu do local e não foi mais encontrado. A polícia do município investiga o caso.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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